Fadin

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Fadin

O que é o Fadin?

O Fadin é o nome comercial de um medicamento sintético de substância única que contém o composto químico ativo Famotidina. Este fármaco é classificado como um potente antagonista dos recetores H2 da histamina ou bloqueador H2, uma classe terapêutica concebida para controlar quimicamente a produção de ácido no sistema digestivo. Esta classe de agentes é fundamental na gestão dos níveis de ácido gástrico, representando uma abordagem farmacológica central.

O Fadin encontra-se disponível em diversas apresentações, incluindo o habitual comprimido oral e a suspensão oral (líquida), a par de uma solução intravenosa, proporcionando tanto a via de administração oral como a parentérica. Esta variedade de formas é utilizada quando é necessário o controlo da secreção excessiva de ácido gástrico, como na prevenção geral do desconforto causado pela acidez.

A finalidade geral do Fadin é atuar como um agente antissecretor, reconhecido por atingir uma redução substancial na concentração global e no volume de ácido produzido no estômago. A Famotidina alcança este resultado ao atuar como um inibidor competitivo que bloqueia os recetores H2 nas células parietais do estômago, intercetando o sinal químico que estimula a geração de ácido. Este mecanismo seletivo proporciona o benefício terapêutico de mitigar o mal-estar associado à acidez estomacal excessiva.

Quais efeitos secundários são possíveis com Fadin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança do Fadin

O perfil de segurança do Fadin, tal como documentado na rotulagem oficial, inclui várias reações adversas categorizadas pelo sistema corporal afetado e pela frequência da sua ocorrência.

Reações Adversas Comuns

As reações adversas reportadas com maior frequência, classificadas como comuns (ocorrendo em 1% a 10% dos doentes nos ensaios clínicos), envolvem frequentemente os sistemas nervoso e gastrointestinal. Estas incluem habitualmente cefaleias (dores de cabeça), tonturas, obstipação (prisão de ventre) e náuseas. Outras reações menos comuns podem envolver a pele, como prurido ou pele seca, e o sistema musculoesquelético, como cãibras musculares ou dor nas articulações.

Reações Adversas Graves e Clinicamente Significativas

Existem avisos quanto ao potencial para reações adversas graves e clinicamente significativas, definidas como eventos que podem colocar a vida em risco ou resultar em danos permanentes. Estas incluem eventos raros, mas documentados, tais como efeitos no Sistema Nervoso Central, nomeadamente confusão, desorientação, delírio, alucinações ou convulsões. Foi reportado que estes efeitos ocorrem com maior frequência em doentes idosos e em pessoas com a função renal comprometida.

Relatos raros indicam também a possibilidade de eventos cardiovasculares graves, incluindo arritmia ou prolongamento do intervalo QT. No que respeita aos efeitos hematológicos, podem ocorrer alterações raras nas contagens sanguíneas, como agranulocitose ou pancitopenia. Adicionalmente, reações de hipersensibilidade podem manifestar-se como condições cutâneas sistémicas graves, tais como a síndrome de Stevens-Johnson ou a necrólise epidérmica tóxica.

Considerações de Segurança Específicas para Populações

Os doentes com insuficiência renal e a população idosa podem apresentar um risco mais elevado de desenvolver reações adversas no sistema nervoso central, devido a potenciais aumentos dos níveis do fármaco no sangue. São frequentemente necessários ajustes na dosagem para estes grupos de forma a mitigar este risco.

Restrições de Segurança

As contraindicações formais definem situações em que o fármaco não deve ser utilizado, enquanto as secções de avisos e precauções detalham condições que requerem uma monitorização rigorosa ou precaução especial durante o tratamento, como a existência de doença renal prévia. A monitorização do estado mental, da função renal e do hemograma completo pode ser recomendada durante uma terapia prolongada.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

As informações abaixo resumem as manifestações documentadas de sobredosagem com Fadin (Famotidina) e as ações de emergência recomendadas. Uma sobredosagem aguda ou a exposição a doses muito superiores às recomendadas podem afetar potencialmente múltiplos sistemas fisiológicos.

Característica Declaração Oficial
Manifestações de Sobredosagem Documentadas Os sinais potenciais incluem perturbações do Sistema Nervoso Central, tais como ataxia (falta de coordenação motora) e convulsões, bem como vómitos, taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) e dificuldade respiratória.
Risco Específico por População Doentes com insuficiência renal grave apresentam um risco acrescido de efeitos adversos no sistema nervoso central durante uma sobredosagem, devido à redução da eliminação do fármaco.
Informação sobre Antídoto Não é conhecido qualquer antídoto específico para a sobredosagem com Famotidina.

Quando procurar ajuda médica imediata:

As diretrizes determinam que os indivíduos devem procurar assistência médica imediata e contactar prontamente os serviços de emergência ou um Centro de Informação Antivenenos perante qualquer suspeita ou confirmação de sobredosagem aguda. A gestão necessária é estritamente de tratamento sintomático e de suporte, visando a estabilização da condição do doente. Procedimentos como a lavagem gástrica ou a administração de carvão ativado podem ser considerados para remover o material não absorvido se a ingestão tiver sido recente. Pode ser necessária monitorização hospitalar para observar o estado clínico, particularmente as funções neurológicas e cardiovasculares.

Usos terapêuticos de Fadin

O contexto terapêutico para este medicamento está alinhado com informações de referência, sendo geralmente considerado relevante para o apoio sintomático, particularmente em cenários que envolvem angústia ou sofrimento agudo ou intensificado.

Principais Utilizações e Benefícios de Suporte

O Fadin é aplicável em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou disruptivos, ajudando a gerir conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou perturbadores e interferir com o conforto diário. Este medicamento é comummente utilizado em diversas condições que apresentam episódios agudos, patologias caracterizadas por períodos de sintomas exacerbados e condições que envolvem manifestações recorrentes ou episódicas.

É frequentemente utilizado quando os sintomas se intensificam e é necessário um alívio de suporte, sendo relevante quando os sintomas se tornam temporariamente avassaladores. Um benefício central para o doente é o facto de este apoiar o bem-estar geral durante as fases sintomáticas, conforme observado em documentação focada no doente: “Apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.”

O medicamento é utilizado para a gestão de sintomas relacionados com o desconforto físico, sintomas que criam um esforço fisiológico percetível e sintomas associados a alterações agudas ou episódicas. O Fadin auxilia os doentes ao aliviar a carga sintomática global, apoiando-os durante episódios de desconforto acentuado.

Facto Rápido: Relevante para o Desconforto Sintomático Agudo

Critérios de utilização e restrições

O Fadin está autorizado para utilização em adultos e doentes pediátricos com idade igual ou superior a 6 anos. A segurança e a eficácia não foram estabelecidas em crianças com menos de 6 anos de idade.

Populações que Não Devem Utilizar este Medicamento (Contraindicações)

Os documentos regulamentares oficiais proíbem estritamente a utilização deste medicamento nos seguintes grupos de doentes:

Doentes com um histórico documentado de convulsões (epilepsia).

Doentes com hipersensibilidade (alergia) conhecida à substância ativa (fosfato de amifampridina) ou a qualquer outro fármaco do grupo das aminopiridinas.

Utilização em Populações Específicas

População Estado de Elegibilidade / Restrição Oficial
Gravidez Contraindicado. Com base em dados em animais, o fármaco pode causar danos fetais. Mulheres com potencial reprodutivo devem utilizar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento.
Amamentação Deve-se ter precaução ao administrar o medicamento a mulheres que estejam a amamentar.
Insuficiência Renal/Hepática Requer uma monitorização cuidadosa, especialmente em doentes com insuficiência moderada a grave. O fármaco deve ser utilizado com precaução nestes doentes devido ao risco de aumento da exposição sistémica.

Os doentes idosos (com idade igual ou superior a 65 anos) devem ser abordados com precaução, uma vez que a seleção da dose pode necessitar de ser ajustada para refletir a maior frequência de diminuição das funções orgânicas relacionada com a idade.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Fadin (Famotidina) é definido pela sua ação fundamental de elevação do pH gástrico e pela sua influência nos mecanismos de eliminação de fármacos.

Propriedade Declaração Oficial
Medicamentos Afetados pelo pH Gástrico Fármacos que necessitam de um ambiente ácido para a sua absorção (ex.: Atazanavir, Cetoconazol, Rilpivirina) sofrem uma redução significativa da exposição sistémica, o que está documentado como podendo levar à perda de eficácia.
Restrições Farmacocinéticas A coadministração com a Tizanidina deve ser evitada, se possível, devido ao potencial de aumentos substanciais nas concentrações de Tizanidina no sangue.
Interação com Transportadores A Famotidina está documentada como atuando como um inibidor seletivo do transportador renal MATE1.

Restrições no Contexto de Interação

Os padrões de interação documentados resultam em restrições específicas ao nível do procedimento e das populações:

Para mitigar o risco farmacocinético de redução da exposição de medicamentos altamente dependentes do pH, pode ser estipulada uma separação da administração. Por exemplo, administrar o fármaco coadministrado 2 horas antes ou 10 horas depois do bloqueador H2.

Doentes com insuficiência renal moderada a grave, bem como doentes idosos, estão documentados como apresentando um risco mais elevado de reações adversas no Sistema Nervoso Central. Este risco está associado ao resultado farmacocinético de uma maior exposição sistémica à Famotidina devido à diminuição da eliminação renal.

Mecanismo de ação

Bloqueio Seletivo dos Recetores H2

O Fadin, que contém Famotidina, funciona atuando como um antagonista competitivo altamente seletivo nos recetores H2 da histamina (H2R) localizados na superfície das células parietais gástricas. Ao impedir a ligação da Histamina, o mensageiro químico natural, o fármaco minimiza eficazmente o sinal para a secreção de ácido.


Interrupção da Cascata de Sinalização Ácida cAMP

O bloqueio do H2R impede a estimulação da enzima Adenilato Ciclase, o que reduz significativamente a produção do mensageiro intracelular, cAMP. Esta interrupção molecular diminui a expressão funcional e a atividade da etapa final, a H^+/K^+-ATPase (Bomba de Protões), resultando diretamente num efeito fisiológico antissecretor através da redução da secreção de ácido clorídrico (HCl) para o lúmen do estômago.


Limitações do Mecanismo

Este mecanismo específico visa apenas a via da Histamina. Não bloqueia diretamente a secreção ácida estimulada pela Acetilcolina ou pela Gastrina, o que significa que outros estímulos fisiológicos de acidez podem anular parcialmente o efeito do medicamento. Além disso, o uso contínuo prolongado pode, por vezes, levar à tolerância ou taquifilaxia, situação em que a resposta antissecretora inicial enfraquece gradualmente ao longo do tempo devido a alterações adaptativas na via de sinalização do H2R.

Informações sobre dosagem e administração

Princípios de Administração e Posologia

O Fadin (Famotidina) é administrado tanto por via oral (nas formas de comprimido e suspensão) como por via intravenosa, através de injeção ou perfusão. A administração intravenosa é habitualmente reservada para uma utilização de curto prazo em situações em que o doente se encontra hospitalizado ou impossibilitado de ingerir medicação por via oral.

Regimes Posológicos Padrão

A dosagem é determinada pela condição clínica específica que está a ser tratada, variando geralmente entre 20 mg e 40 mg por dose. Para uma utilização em fase aguda, o medicamento é comummente tomado uma ou duas vezes ao dia. Quando prescrito para a prevenção de recorrências, o regime de manutenção padrão é de 20 mg uma vez ao dia, tomado frequentemente antes de deitar. Em casos de hipersecreção patológica, a dose inicial é de 20 mg a cada 6 horas, a qual pode ser aumentada até um máximo de 160 mg a cada 6 horas, dependendo das orientações terapêuticas estabelecidas.

Contexto de Utilização e Duração

O Fadin oral pode ser tomado com ou sem alimentos, mas, para manter uma absorção adequada, a sua ingestão deve ser separada da toma de antácidos por um intervalo de 1 a 2 horas. A duração total da terapêutica varia: o uso de venda livre está limitado a 14 dias, enquanto o uso prescrito para a cicatrização de úlceras ou esofagite erosiva pode prolongar-se por um período de 6 a 12 semanas.

Ajuste para Populações Específicas

As informações oficiais de prescrição determinam um ajuste posológico obrigatório para doentes com insuficiência renal moderada a grave, definida por uma depuração da creatinina inferior a 60 mL/min. Nesta população, a dose deve ser reduzida em 50% ou o intervalo entre as tomas deve ser alargado para um período de 36 a 48 horas.

Evidência clínica recente

Provas de Investigação sobre o Fadin (Famotidina)


Provas sobre a Cicatrização e Prevenção de Úlceras Ativas

O Fadin foi estudado quanto ao seu papel na cicatrização de feridas, conhecidas como úlceras, que se formam no revestimento do estômago (úlceras gástricas) ou na parte superior do intestino delgado (úlceras duodenais). A investigação foi tipicamente realizada durante períodos de maior atividade dos sintomas e utilizou ensaios controlados e aleatorizados (ECA) de curto prazo. Nestes estudos, os investigadores monitorizaram principalmente o resultado principal das taxas de cicatrização de úlceras confirmadas por endoscopia em intervalos de tempo definidos, tais como quatro a oito semanas. Também exploraram os resultados comunicados pelos doentes descrevendo o desconforto percecionado, observando a rapidez com que o alívio da dor foi verificado em alguns estudos.

Os resultados descrevem padrões relacionados com a resolução das úlceras documentados durante a duração do estudo de curto prazo. Para doentes cujas úlceras duodenais tinham cicatrizado, a investigação também examinou a abordagem de utilização do medicamento a longo prazo. Esta investigação de manutenção foi avaliada em estudos com duração até 12 meses, que documentaram padrões relacionados com a recorrência de úlceras ao longo do período do estudo. O que permanece incerto é a falta de provas comparativas com certas classes de medicamentos supressores de ácido mais recentes e contemporâneos.


Estudos sobre a Doença de Refluxo (GERD) e Esofagite

A investigação examinou a relevância do medicamento para o refluxo ácido em duas áreas principais: Doença do Refluxo Gastroesofágico (GERD) sintomática e esofagite erosiva (onde o ácido causou danos visíveis no esófago). Para a GERD sintomática, a investigação foi avaliada em ECA de curto prazo, medindo os resultados comunicados pelos doentes que descrevem o desconforto percecionado. Para a esofagite erosiva, os estudos monitorizaram o resultado objetivo da cicatrização endoscópica das erosões e ulcerações. Esta investigação foi realizada durante períodos de maior atividade dos sintomas para avaliar se a cicatrização ocorria em intervalos como 6 a 12 semanas. O que permanece incerto é que as durações do acompanhamento foram tipicamente limitadas, fornecendo menos perspetivas sobre os padrões de gestão a longo prazo para o refluxo ácido crónico.


Que Lacunas de Investigação e Incertezas Permanecem

Os dados para certos grupos permanecem insuficientes. Especificamente, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para além de um ano para a terapia de manutenção, e os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, deixando lacunas no nosso conhecimento sobre o desempenho deste medicamento em certos subgrupos especializados ou ao longo de muitos anos de observação. Os resultados descrevem padrões de grupo, não resultados individuais, e devem ser vistos no contexto destas limitações.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Fadin (FAQ)


P: O Fadin é um tipo de analgésico?

R: O Fadin está classificado nos documentos regulamentares como um antagonista dos recetores H2 da histamina (bloqueador H2). Isto significa que a sua ação principal é reduzir a quantidade de ácido secretada pelo estômago. Não está classificado como um analgésico (medicamento para a dor).

P: O Fadin pode ser utilizado para outras condições além daquelas prescritas pelo médico?

R: A informação oficial sobre o medicamento limita o uso do Fadin às condições específicas para as quais foi autorizado pelas entidades reguladoras. As informações de prescrição não descrevem utilizações fora destas condições específicas e aprovadas.

P: Sente-se o efeito do Fadin de imediato?

R: De acordo com a informação regulamentar oficial, o Fadin começa tipicamente a reduzir os níveis de ácido no prazo de 60 minutos após a toma de uma dose oral. A rapidez com que uma pessoa sente o alívio dos sintomas pode variar individualmente.

P: O Fadin é um medicamento de toma prolongada?

R: Os documentos regulamentares oficiais descrevem o Fadin para o tratamento de curto prazo de condições como úlceras ativas. Está também autorizado para terapia de manutenção para prevenir a recorrência de úlceras, o que foi estudado por períodos até 12 meses.

P: Que alimentos ou suplementos interagem com o Fadin?

R: A ação principal do Fadin é reduzir o ácido estomacal, o que está oficialmente documentado como algo que afeta a absorção de outros medicamentos e suplementos que necessitam de um ambiente ácido para se dissolverem. Por exemplo, as instruções oficiais de administração sugerem separar a toma de Fadin da de antiácidos por um intervalo de 1 a 2 horas.

P: O Fadin é seguro para adultos mais velhos?

R: A informação oficial de segurança recomenda precaução quando o Fadin é administrado a adultos mais velhos (com 65 anos ou mais). Isto deve-se a um maior potencial de efeitos no Sistema Nervoso Central, tais como confusão ou delírio, o que pode exigir um ajuste na dosagem.

P: É normal sentir [dor de cabeça] ao iniciar o Fadin?

R: A dor de cabeça está listada nos documentos oficiais como uma das Reações Adversas Comuns, afetando entre 1% e 10% dos doentes em ensaios clínicos. A ocorrência de dores de cabeça pode verificar-se quando o tratamento é iniciado.

P: Porque é que algumas pessoas interrompem a toma de Fadin?

R: A documentação oficial mostra que a descontinuação pode estar associada à intolerância a efeitos secundários, ao desenvolvimento de reações alérgicas ou à necessidade de interromper devido a interações medicamentosas ou contraindicações listadas no rótulo.

P: O Fadin pode interagir com medicamentos comuns de venda livre, como os remédios para a constipação?

R: Os documentos oficiais referem que o Fadin pode reduzir significativamente a exposição sistémica de certos fármacos. Isto ocorre se esses medicamentos precisarem de um ambiente estomacal ácido para serem absorvidos, uma propriedade que se pode aplicar a alguns produtos comuns de venda livre.

P: O Fadin altera o humor ou a personalidade?

R: Estão documentados efeitos raros mas graves no Sistema Nervoso Central na informação oficial de segurança. Estes efeitos incluem episódios como confusão, desorientação, delírio e alucinações.

P: Existem efeitos a longo prazo da toma de Fadin que as pessoas devam conhecer?

R: As provas de investigação oficial indicam que existem dados limitados a longo prazo disponíveis sobre os efeitos do Fadin além de um ano de utilização contínua em terapia de manutenção. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas.

P: O Fadin funciona com todas as pessoas que o tomam?

R: O texto regulamentar oficial menciona que a utilização contínua pode, por vezes, levar ao desenvolvimento de tolerância ou taquifilaxia. Trata-se de uma alteração adaptativa na qual a resposta inicial de redução de ácido pode enfraquecer gradualmente ao longo do tempo.

P: O Fadin pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

R: A informação oficial de segurança lista as tonturas e efeitos no Sistema Nervoso Central como potenciais reações adversas. Quando ocorrem sintomas como tonturas ou confusão, a informação regulamentar adverte que a execução de atividades que exijam alerta mental total pode estar comprometida.

P: Os estudos mostram que o Fadin é mais eficaz para certos grupos de pessoas?

R: As provas de investigação clínica baseiam-se primordialmente nas populações específicas que foram examinadas nos ensaios. Os documentos regulamentares indicam que existem lacunas no conhecimento relativas ao desempenho do fármaco em subgrupos especializados.

P: Qual é o prazo típico para observar os benefícios totais do Fadin?

R: A duração oficial da terapia necessária para atingir a cicatrização total em condições como úlceras ativas ou esofagite erosiva varia, tipicamente, entre 6 a 12 semanas em estudos controlados.

P: O que acontece se o Fadin não funcionar comigo?

R: A informação oficial sobre o medicamento sugere que uma causa possível para a eficácia reduzida é o desenvolvimento de taquifilaxia. Isto acontece quando a resposta do organismo ao efeito inicial de redução de ácido enfraquece gradualmente com o tempo.

P: Quais são as condições ou populações de doentes típicas a que o Fadin se destina?

R: O Fadin está oficialmente autorizado para utilização em adultos e doentes pediátricos com idade igual ou superior a 6 anos. É utilizado para tratar e prevenir condições associadas ao ácido estomacal, tais como úlceras duodenais e esofagite.

P: O Fadin causa problemas de sono?

R: Embora a insónia não esteja listada como um efeito secundário Comum nos documentos regulamentares, foram documentados efeitos graves no Sistema Nervoso Central, como a confusão. Estes efeitos podem, potencialmente, interferir com os padrões normais de sono.

P: O Fadin pode fazer com que se sinta cansado ou sonolento?

R: A informação oficial de segurança lista as tonturas e o cansaço (fadiga) como potenciais reações adversas associadas a este medicamento. Estes efeitos estão documentados como comuns em ensaios clínicos.

P: O Fadin foi aprovado em outros países?

R: Existe informação regulamentar oficial disponível em múltiplas agências internacionais, incluindo a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e a Health Canada. Isto indica a sua autorização para utilização nestas regiões.

P: Onde posso encontrar a informação oficial de prescrição do Fadin?

R: A informação de prescrição completa está disponível online através de bases de dados geridas por governos. Exemplos incluem o website NIH DailyMed nos EUA e o MedlinePlus.

P: O Fadin é considerado uma substância controlada?

R: As agências governamentais oficiais não listam o Fadin (Famotidina) como uma substância controlada.

P: Qual é a diferença entre o Fadin de marca e o genérico?

R: Fadin é o nome comercial da substância ativa Famotidina. A versão genérica contém a mesma substância ativa e deve cumprir os mesmos padrões regulamentares de qualidade que o nome de marca.

P: O Fadin tem um "black box warning" (aviso de caixa preta)?

R: A informação regulamentar oficial para o Fadin (Famotidina) não contém um Aviso em Destaque (Boxed Warning). Este tipo de aviso, frequentemente chamado "Aviso de Caixa Preta", é reservado para as questões de segurança mais graves.

P: O Fadin pode ser esmagado ou mastigado?

R: Para a forma em comprimido, as instruções oficiais aconselham habitualmente a engolir o comprimido inteiro com água. O rótulo específico da embalagem contém as instruções oficiais de administração, incluindo se o comprimido deve ser engolido inteiro ou se é permitida a trituração/mastigação.

P: O Fadin é um tipo de fármaco que causa dependência?

R: Os documentos regulamentares oficiais não listam a dependência ou a adição como um risco. Além disso, o Fadin (Famotidina) não é classificado como uma substância controlada pelas autoridades de saúde governamentais.

P: Quanto tempo após interromper o Fadin é que este sairá do meu organismo?

R: O Fadin tem uma meia-vida de eliminação curta, de aproximadamente 2,5 a 3,5 horas em pessoas com função renal normal. Isto significa que o medicamento é eliminado do sistema de forma relativamente rápida após a última dose.

P: O Fadin é um medicamento novo ou já existe há muito tempo?

R: O Fadin (Famotidina) não é um medicamento novo. A substância ativa foi originalmente autorizada para utilização por agências reguladoras em meados da década de 1980, indicando que está disponível há várias décadas.

P: O Fadin é o mesmo que [Nome de medicamento com som semelhante]?

R: O Fadin contém a substância ativa Famotidina. Os documentos regulamentares salientam a importância de verificar a substância ativa exata e a forma posológica para garantir o uso correto da medicação e evitar confusões com nomes de som semelhante.

P: O Fadin pode ser tomado com suplementos de ervanária?

R: A informação regulamentar enfatiza a necessidade de comunicar todas as vitaminas, suplementos nutricionais e produtos de ervanária aos profissionais de saúde, uma vez que o efeito de redução de ácido do Fadin pode levar a potenciais interações.

Como Fadin deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Fadin

Os comprimidos e a suspensão oral de Fadin devem ser conservados nas suas embalagens originais, devidamente fechadas, à temperatura ambiente e protegidos do calor excessivo e da humidade. Não deve guardar este medicamento na casa de banho. É fundamental manter todas as formas de Fadin fora do alcance e da vista das crianças e dos animais de estimação.

No caso da suspensão oral, qualquer porção não utilizada deve ser eliminada após 30 dias a contar do momento da sua preparação inicial, de acordo com as instruções do farmacêutico ou do rótulo, mesmo que ainda reste medicamento. A suspensão líquida deve também ser protegida do congelamento.

Ao eliminar Fadin não utilizado ou fora de prazo, o método preferencial consiste na utilização de um programa de retoma de medicamentos ou na entrega num ponto de recolha autorizado. Se não estiver disponível um programa de retoma, pode eliminar o medicamento no lixo doméstico comum, assegurando primeiro que este é misturado com uma substância pouco apelativa (como terra ou borras de café usadas) e colocado num saco ou recipiente selado para evitar a ingestão acidental. Não deve deitar o Fadin na sanita ou no lavatório, a menos que tal seja especificamente indicado no folheto informativo ou por um profissional de saúde.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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