Esprol

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Esprol

O Esprol é um medicamento que pertence ao grupo dos inibidores da bomba de protões. A sua substância ativa é o esomeprazol, um composto que atua através da redução da quantidade de ácido produzida pelo estômago.

Este fármaco é indicado para o tratamento de diversas condições gastroesofágicas relacionadas com a acidez gástrica. É frequentemente utilizado no alívio dos sintomas associados à doença do refluxo gastroesofágico, como a azia e a regurgitação ácida, e no tratamento de inflamações ou úlceras no esófago. Além disso, o Esprol é empregado na cicatrização e prevenção de úlceras gástricas e duodenais, incluindo aquelas que podem ser causadas pela utilização prolongada de anti-inflamatórios não esteroides ou pela infeção pela bactéria Helicobacter pylori.

Ao diminuir a secreção ácida no estômago, o Esprol permite a recuperação do tecido mucoso e ajuda a prevenir complicações futuras decorrentes do excesso de acidez. O seu uso deve ser sempre orientado por um profissional de saúde, respeitando as dosagens e a duração do tratamento recomendadas para cada situação clínica específica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Esprol?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial do Esomeprazol (Esprol) está documentado por organismos reguladores governamentais e abrange potenciais reações adversas classificadas por frequência e pelos sistemas fisiológicos afetados. Os efeitos secundários mais comuns (que ocorrem em percentagens iguais ou superiores a 1% dos adultos) listados nos documentos regulamentares incluem cefaleias, diarreia, dor abdominal, náuseas, flatulência, obstipação e boca seca. Estão também documentados efeitos menos comuns, tais como tonturas, insónia e erupções cutâneas.


Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

Os avisos regulamentares destacam o potencial para certas reações adversas graves. Estas incluem um risco documentado de fratura óssea (anca, punho ou coluna) associado à terapia prolongada e com doses elevadas de inibidores da bomba de protões (IBP), bem como a Nefrite Tubulointersticial Aguda, que pode ocorrer em qualquer momento durante o tratamento. O uso de IBP está também associado a um risco acrescido de diarreia associada a Clostridium difficile.

As notas de segurança especificam efeitos potenciais ligados à duração do tratamento, tais como a hipomagnesemia (níveis baixos de magnésio no soro) e a deficiência de Vitamina B-12 com o uso diário prolongado. Além disso, os rótulos regulamentares contêm condicionantes relativas a populações específicas e interações: é necessária uma redução da dose para doentes com insuficiência hepática grave, e o uso é restrito com certos medicamentos, incluindo o fármaco antiagregante plaquetar Clopidogrel.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A documentação regulamentar oficial indica que, de um modo geral, não existem relatos específicos de sobredosagem de Esomeprazol em humanos. A descrição dos potenciais sinais clínicos baseia-se, por isso, largamente em experiências registadas com o composto relacionado, o Omeprazol. Foram analisadas doses do racemato até 2400 mg em contextos de sobredosagem.

As manifestações observadas nestes cenários são variáveis e podem envolver efeitos no sistema nervoso central, tais como confusão, sonolência e cefaleias. Outros achados documentados incluem visão turva, ritmo cardíaco acelerado (taquicardia) e sudorese excessiva (diaforese). Foram também registados efeitos gastrointestinais, como náuseas e boca seca.

Necessidade de Assistência Médica Urgente

Devido à natureza deste medicamento, as autoridades reguladoras são explícitas quanto à gestão de emergência: não se conhece qualquer antídoto específico para o Esomeprazol. Se houver suspeita de ingestão excessiva, a intervenção urgente é obrigatória. As informações oficiais instruem o utilizador a procurar ajuda médica imediata e a contactar prontamente um Centro de Informação Antivenenos. A gestão de um evento de sobredosagem é sintomática e de suporte, sendo adaptada ao quadro clínico apresentado pelo doente.

Usos terapêuticos de Esprol

Este medicamento é frequentemente utilizado para auxiliar em sintomas relacionados com uma elevada atividade fisiológica, tais como os causados pelo excesso de ácido no estômago. A sua aplicação ocorre em diversos domínios terapêuticos onde é necessário um suporte sintomático adicional, nomeadamente na gestão da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), na cicatrização da Esofagite Erosiva e no tratamento da Doença Ulcerosa Péptica, incluindo tanto as úlceras gástricas como as duodenais.

Desempenha também um papel na gestão de condições raras e graves, como a Síndrome de Zollinger-Ellison, e na prestação de apoio contra a formação de úlceras durante a terapia com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). O medicamento é aplicado para tratar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores, como a azia frequente e a regurgitação ácida.

“É comummente utilizado em diversas condições que apresentam episódios agudos e fornece um apoio que ajuda a aliviar a carga global dos sintomas.”

Esta utilização é relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada, uma vez que contribui para a melhoria do conforto durante períodos de sintomas acentuados e pode ajudar os doentes a lidar de forma mais constante com as flutuações dos mesmos.

Facto Rápido: Relevante para Sintomas de Desconforto
Foco Principal Refluxo Gastroesofágico e Doença Erosiva
Uso Profilático Prevenção de Úlceras durante o uso de AINEs
Benefício para o Doente Apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Esprol? (Esomeprazol)

Os documentos regulamentares oficiais definem regras específicas de elegibilidade e restrições para o uso do Esomeprazol. O medicamento está contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa, ao Esomeprazol, ou a qualquer benzimidazol substituído (a classe farmacológica). A utilização é também estritamente proibida em doentes que estejam a tomar simultaneamente o fármaco antirretroviral nelfinavir.

Idade e Estado Fisiológico

Grupo Populacional Estado de Elegibilidade (conforme o rótulo)
Adultos (≥ 18 anos) Aprovado para todas as utilizações indicadas no rótulo.
Uso Pediátrico Aprovado para lactentes a partir de 1 mês de idade para o tratamento de Esofagite Erosiva.
Idosos (≥ 65 anos) Não é necessário ajuste posológico.
Gravidez/Amamentação Pode causar riscos para o feto (dados em animais); considerar a interrupção da utilização em mães que amamentam.

Restrições Baseadas na Condição Clínica

Doentes com insuficiência hepática grave (Classe C de Child-Pugh) têm uma dose diária máxima restrita a 20 mg. Em adultos, a presença de uma malignidade gástrica deve ser excluída antes do tratamento, uma vez que o Esomeprazol pode aliviar os sintomas e atrasar o diagnóstico. Doentes com problemas hereditários raros, como a intolerância à frutose, não são elegíveis devido a excipientes específicos presentes em algumas formulações. Não é necessário qualquer ajuste de dose para doentes com função renal comprometida.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Esprol com outros medicamentos e produtos

Âmbito das Interações

Categoria Descrição Documentada a Nível Regulamentar
Categorias de produtos medicinais com interações documentadas Medicamentos antirretrovirais, fármacos metabolizados por CYP2C19/3A4, medicamentos que requerem acidez gástrica para a sua absorção, agentes antiagregantes plaquetários, imunossupressores.
Medicamentos específicos (se explicitamente listados) Clopidogrel, Atazanavir, Nelfinavir, Cilostazol, Tacrolimus, Metotrexato, Digoxina, Cetoconazol, Erlotinib, Rifampicina, Erva de S. João.
Base mecanística das interações (conforme indicado no rótulo) Alteração do pH Gástrico (farmacodinâmica); Inibição/Indução de enzimas hepáticas CYP (farmacocinética, principalmente CYP2C19/3A4).
Regras de interação baseadas no tempo As formas de libertação retardada do Esprol devem ser tomadas pelo menos uma hora antes de uma refeição, pois os alimentos diminuem significativamente a absorção do Esomeprazol (AUC).
Notas de interação para populações específicas Para doentes com insuficiência hepática grave (Classe C de Child-Pugh), a dose diária máxima regulamentar não deve exceder 20 mg devido à redução da depuração do fármaco.

Classificações de Interação (Nível Geral)

Classificação Base Regulamentar Oficial
Classificação de gravidade da interação As combinações são formalmente classificadas como Utilização Não Recomendada (ex: Atazanavir, Nelfinavir) ou como Necessitando de Monitorização da Concentração (ex: Tacrolimus, Metotrexato em doses elevadas).
Condicionantes do contexto de interação As restrições estão associadas ao efeito no pH gástrico e à modulação do sistema enzimático CYP450, conforme documentado nos dados regulamentares.

Declarações Oficiais de Interação:

  • A coadministração com Atazanavir e Nelfinavir não é recomendada, uma vez que a alteração resultante no pH gástrico pode reduzir substancialmente a concentração plasmática destes medicamentos antirretrovirais.
  • O uso concomitante com Clopidogrel deve ser evitado, porque o Esprol diminui a exposição sistémica ao metabolito ativo do Clopidogrel através da interação com as enzimas CYP.
  • O Esprol pode aumentar os níveis séricos de fármacos coadministrados, como o Tacrolimus e o Cilostazol, um efeito farmacocinético que requer monitorização.
  • A absorção de Cetoconazol, Erlotinib e Sais de ferro pode ser diminuída devido à ação de redução de ácido do Esprol, enquanto a exposição à Digoxina pode ser aumentada.
  • A coadministração com indutores enzimáticos potentes, como a Rifampicina e o produto fitoterápico Erva de S. João, é evitada devido ao risco de reduzir significativamente os níveis plasmáticos de Esomeprazol.

Ligação ao perfil global de interações

Os documentos regulamentares oficiais definem a estrutura de interação do Esprol principalmente através de duas vias: a alteração do pH intragástrico, que afeta a absorção de inúmeros produtos administrados concomitantemente, e a modulação do sistema enzimático CYP450, que modifica a exposição aos fármacos. Este perfil resulta em restrições formais, incluindo combinações a evitar e requisitos para a monitorização terapêutica de fármacos, baseando-se estritamente nos resultados farmacocinéticos ou farmacodinâmicos descritos nos rótulos oficiais.

Mecanismo de ação

Interação com Sistemas de Recetores Específicos

A ação do Esprol inicia-se através da ligação seletiva a alvos biológicos definidos, incidindo principalmente sobre sistemas específicos de recetores ou enzimas. Esta interação direcionada desencadeia uma cascata mecanística, influenciando diretamente os eventos centrais de sinalização que regulam as respostas fisiológicas.


Modulação das Vias de Transdução de Sinal

O evento de ligação altera a dinâmica de sinalização em vias neurais ou humorais definidas. O Esprol atua no âmbito de cascatas moleculares bem caracterizadas, modificando a atividade em vias marcadas por uma sinalização acentuada ou ajustando a atividade que se tenha tornado desregulada.


Ajuste da Atividade Fisiológica Desregulada

A modulação destas vias resulta no ajuste da atividade dentro de sistemas fisiológicos desregulados. O mecanismo altera o ponto de regulação de sistemas de controlo fundamentais. Esta atividade mecanística resulta numa mudança nos parâmetros fisiológicos que definem o efeito do medicamento.

Informações sobre dosagem e administração

O Esprol (Esomeprazol) é administrado principalmente por via oral, através de cápsulas ou comprimidos de libertação retardada, estando também disponível uma solução intravenosa (IV) para utilização em contextos agudos quando a ingestão oral não é temporariamente possível. O medicamento é geralmente utilizado em dosagens de 20 mg ou 40 mg. O esquema mais comum envolve a toma do medicamento uma vez por dia, embora alguns regimes intensivos, como os destinados a condições de hipersecreção patológica, possam exigir uma frequência de duas vezes por dia e doses totais diárias que excedem os 40 mg.

Para a administração oral, o medicamento deve ser tomado pelo menos uma hora antes de uma refeição, de modo a assegurar a integridade e eficácia da formulação de libertação retardada. É uma instrução fundamental que os comprimidos ou cápsulas sejam engolidos inteiros e nunca esmagados ou mastigados, embora as informações oficiais permitam métodos alternativos de administração (como através de uma sonda de alimentação) após preparação específica.

A duração total da utilização é definida pelo médico assistente com base na condição específica, mas os padrões comuns incluem ciclos de curto prazo de cerca de quatro semanas para a gestão de sintomas, ou ciclos mais longos de até oito semanas para a cicatrização de erosões específicas nos tecidos. A utilização de manutenção pode prolongar-se por períodos até seis meses, conforme documentado nos registos regulamentares. Para doentes com insuficiência hepática grave, é necessária uma modificação específica do regime, limitando a dose oral máxima a 20 mg por dia, de acordo com as instruções oficiais do rótulo. No uso intravenoso agudo, a terapia é tipicamente limitada a uma perfusão contínua estruturada de 72 horas de 8 mg/hora, após uma dose de carga de 80 mg, com a expectativa de transição para o tratamento oral assim que for apropriado.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos de grande escala têm fornecido dados fundamentais sobre a eficácia do Esprol na gestão de condições crónicas do trato gastroesofágico e no seu papel preventivo em populações de risco. Investigações recentes focaram-se particularmente na utilização prolongada deste inibidor da bomba de protões e no seu impacto na progressão de alterações celulares no esófago.

Um dos marcos na investigação clínica recente demonstrou que a administração de doses elevadas de esomeprazol, o princípio ativo do Esprol, está associada a uma redução significativa no risco de progressão para patologias oncológicas em doentes diagnosticados com Esófago de Barrett. Os resultados indicaram que o tratamento intensivo foi mais eficaz do que as abordagens de dose baixa na prevenção de complicações graves a longo prazo. Além disso, a combinação desta terapêutica com outros agentes protetores demonstrou um benefício clínico adicional, sugerindo um efeito sinérgico na estabilização da mucosa esofágica.

No contexto da segurança em tratamentos combinados, ensaios clínicos avaliaram a utilização do Esprol em doentes que necessitam de terapia contínua com anti-inflamatórios não esteroides. Os dados confirmam que o medicamento é altamente eficaz na redução da incidência de úlceras gástricas e duodenais induzidas por estes fármacos, mantendo um perfil de tolerabilidade favorável mesmo em regimes de utilização prolongada. A maioria dos eventos adversos registados nestes estudos foi classificada como ligeira, reforçando a segurança do fármaco no suporte a terapias complexas.

Investigações em curso exploram também o potencial do Esprol em contextos hospitalares mais específicos, como a prevenção da esofagite resultante de tratamentos de radioterapia torácica. Resultados preliminares sugerem que a gestão da acidez gástrica durante estes procedimentos pode reduzir a irritação esofágica, melhorando a qualidade de vida do doente durante o período de tratamento. Estes avanços sublinham a versatilidade do medicamento para além da gestão convencional do refluxo, consolidando a sua importância na medicina baseada na evidência atual.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Esprol (FAQ)

P: Quanto tempo demora, normalmente, o Esprol a começar a fazer efeito?

De acordo com os dados regulamentares, o processo de redução da produção de ácido pode iniciar-se logo na primeira hora após a toma de uma dose. No entanto, para alcançar um alívio completo e sustentado dos sintomas, podem ser necessários vários dias de utilização consistente.


P: Qual é a duração habitual do efeito de uma única dose de Esprol?

Os dados farmacocinéticos indicam que a semivida da substância ativa em adultos é curta, aproximadamente 1 a 1,5 horas. Apesar disso, o efeito farmacológico total de supressão ácida mantida pode persistir por mais de 24 horas após uma única dose.


P: O Esprol é um tratamento de curta duração ou é geralmente tomado a longo prazo?

A duração do tratamento com Esprol depende da condição específica que está a ser gerida. Os documentos oficiais confirmam indicações tanto para o uso a curto prazo, como ciclos de quatro a oito semanas para cicatrização, quanto para o uso de manutenção a longo prazo, que pode estender-se até seis meses.


P: Qual é a principal diferença entre o Esprol e a versão genérica do medicamento?

As entidades reguladoras oficiais classificam a versão genérica do fármaco (Esomeprazol) como terapeuticamente equivalente ao produto de marca. Este estatuto regulamentar significa que o genérico é considerado capaz de proporcionar um efeito clínico e um perfil de segurança comparáveis quando utilizado nas condições indicadas na rotulagem.


P: Qual é a diferença no funcionamento do Esprol em comparação com medicamentos semelhantes?

O Esprol é um Inibidor da Bomba de Protões (IBP), uma classe de medicamentos que atua diretamente bloqueando a etapa final do processo de produção de ácido no estômago. Este mecanismo de ação específico é quimicamente distinto de outros redutores de acidez, como os antagonistas dos recetores H2 ou os antiácidos simples.


P: O Esprol é considerado um tipo de antibiótico?

O Esprol está cientificamente classificado como um Inibidor da Bomba de Protões (IBP), uma classe farmacêutica concebida para reduzir a quantidade de ácido produzida no estômago. A documentação regulamentar oficial confirma que se trata de um redutor de acidez e não de um antibiótico.


P: O que dizem os dados oficiais sobre a eficácia do Esprol?

Os dados oficiais são disponibilizados em resumos de ensaios clínicos, que descrevem resultados específicos e mensuráveis. Estes incluem as taxas de cicatrização observadas em condições como a esofagite erosiva e os padrões documentados de redução de sintomas quando comparados com um placebo ou outros tratamentos ativos.


P: Existem alimentos ou bebidas específicos que deva evitar enquanto utilizar Esprol?

A informação regulamentar oficial indica que a forma de libertação modificada deve ser tomada pelo menos uma hora antes de uma refeição. Isto acontece porque os alimentos reduzem significativamente a quantidade de medicamento que o corpo consegue absorver, tornando-o menos eficaz. Não existem alimentos ou bebidas específicos listados nos documentos regulamentares que devam ser evitados na totalidade.


P: No caso de me esquecer de uma dose de Esprol, qual é a recomendação habitual?

Os folhetos informativos para o doente recomendam geralmente que a dose em falta seja tomada logo que se lembre. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte agendada, a recomendação regulamentar descrita é saltar a dose esquecida e retomar o horário regular.


P: O Esprol interage com analgésicos comuns de venda livre?

Os documentos regulamentares oficiais referem que a substância ativa do Esprol pode afetar a forma como o organismo processa outros medicamentos específicos. Isto acontece porque influencia enzimas hepáticas particulares, como a CYP2C19 e a CYP3A4, que são responsáveis pela decomposição de muitos fármacos.


P: O Esprol interage com medicamentos comuns para as alergias?

A ação principal do Esprol é reduzir o ácido estomacal, uma alteração que pode diminuir a absorção de certos medicamentos que necessitam de um ambiente ácido para se dissolverem adequadamente. Embora não sejam nomeados medicamentos para alergias específicos nos rótulos oficiais, este potencial de redução da absorção é um mecanismo de interação medicamentosa conhecido.


P: O Esprol tem alguma interação conhecida com produtos à base de plantas?

Os rótulos regulamentares oficiais alertam especificamente contra a utilização concomitante de Esprol com o produto à base de plantas Erva de São João (Hipericão). Esta combinação é assinalada porque a Erva de São João pode reduzir significativamente a quantidade de Esprol na corrente sanguínea, tornando-o potencialmente menos eficaz.


P: O Esprol pode ser utilizado em combinação com suplementos como multivitamínicos?

As restrições de segurança regulamentares referem que o uso diário e prolongado deste medicamento está associado à alteração dos níveis de certos nutrientes no organismo. Isto inclui uma possível redução na absorção e concentração de substâncias como a Vitamina B12 e o magnésio.


P: Os adultos mais velhos necessitam habitualmente de uma dose diferente de Esprol?

Os documentos regulamentares oficiais indicam que para adultos mais velhos, definidos como tendo 65 anos ou mais, não é necessário qualquer ajuste rotineiro da dose. As diretrizes de dosagem padrão aplicam-se a esta população.


P: Existem grupos etários que reportem mais efeitos secundários com o Esprol?

Embora os dados sobre a notificação de efeitos secundários sejam complexos, os documentos regulamentares contêm restrições de segurança específicas relacionadas com a idade e a duração da utilização. Por exemplo, o risco documentado de aumento de fraturas ósseas com a terapia prolongada com IBP é destacado como uma preocupação, especialmente para populações idosas.


P: É normal sentir um pouco mais de cansaço ao iniciar o Esprol?

A fadiga (cansaço) e a sonolência estão incluídas nas listas regulamentares de reações adversas como efeitos secundários menos comuns. Isto indica que algumas pessoas comunicaram sentir-se mais cansadas ao tomar o medicamento.


P: O Esprol pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

Os rótulos oficiais contêm avisos de que certos efeitos secundários relatados, como tonturas, visão turva ou sonolência, têm o potencial de prejudicar a atenção e a coordenação. Os rótulos oficiais estipulam que, se estes efeitos forem sentidos, é necessária precaução em atividades como conduzir ou operar máquinas.


P: O Esprol pode afetar os resultados de análises laboratoriais ou de sangue?

As secções de segurança oficial referem que o uso prolongado está associado à alteração de certos parâmetros laboratoriais, especificamente níveis baixos de magnésio sérico (hipomagnesemia). Pode também afetar os resultados de testes que monitorizam uma proteína chamada Cromogranina A (CgA).


P: O Esprol é seguro para utilizar durante a amamentação?

Os documentos regulamentares confirmam que o fármaco ou substâncias relacionadas estão presentes no leite materno humano. As orientações oficiais mencionam a presença do fármaco no leite humano, e a decisão de interromper o medicamento ou a amamentação deve ser tomada com base na importância médica do fármaco para a mãe.


P: O que devo fazer se tiver uma reação inesperada ao Esprol?

As instruções para o doente fornecidas na informação oficial do medicamento descrevem a necessidade de procurar atenção imediata de um profissional de saúde se ocorrer uma reação inesperada ou grave. Estas instruções servem como uma precaução regulamentar para garantir uma resposta médica atempada a potenciais eventos adversos.


P: O Esprol é uma substância controlada?

O Esprol é classificado pelas entidades reguladoras como um medicamento sujeito a receita médica ou, em certas formulações, como um medicamento de venda livre. Não está listado como uma substância controlada ao abrigo da legislação sobre estupefacientes.


P: Como é que o corpo elimina o Esprol após a toma?

A informação regulamentar refere que o fármaco é processado no fígado por sistemas enzimáticos específicos, principalmente o CYP2C19 e o CYP3A4. Após esta metabolização, as substâncias são eliminadas do organismo, sendo excretadas principalmente através da urina.


P: Que informações são legalmente obrigatórias no folheto informativo do medicamento?

As agências reguladoras exigem legalmente que o folheto informativo para o doente inclua detalhes críticos específicos. Estes requisitos abrangem a lista completa de utilizações aprovadas, avisos, precauções, efeitos secundários conhecidos e todas as contraindicações do medicamento.

Como Esprol deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Esprol (Esomeprazol)

O Esprol deve ser armazenado de acordo com as especificações regulamentares oficiais para manter a integridade e estabilidade do produto.


Condicionantes de Armazenamento e Estabilidade

Requisito Condição Oficial de Rótulo
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, geralmente entre 20 °C e 25 °C.
Proteção Deve ser protegido da humidade e da luz; manter o recipiente bem fechado.
Acondicionamento Dispensar num recipiente bem fechado e resistente à luz, com fecho de segurança para crianças.
Estabilidade em uso O conteúdo de um frasco aberto deve ser utilizado num prazo de 3 meses. As soluções intravenosas preparadas devem ser administradas num limite de tempo de 6 a 12 horas.
Segurança Infantil Manter este e todos os medicamentos fora do alcance e da vista das crianças.

Procedimentos Oficiais de Eliminação

Qualquer quantidade de Esprol não utilizada ou fora do prazo de validade deve ser eliminada em conformidade com os requisitos locais. Este fármaco não consta na pequena lista de medicamentos para os quais se recomenda o despejo no esgoto. Caso não esteja disponível um programa de retoma (como o sistema VALORMED em Portugal), o medicamento não utilizado deve ser misturado com uma substância indesejável (como terra ou borras de café) e colocado num saco selado antes de ser colocado no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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