Escipram

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Escipram

O que é o Escipram?

O Escipram é um medicamento que pertence a uma classe de fármacos conhecidos como Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS). Estes medicamentos atuam no sistema nervoso central, ajudando a regular os níveis de serotonina, uma substância química naturalmente presente no cérebro que desempenha um papel fundamental no equilíbrio do humor e do bem-estar emocional.

A substância ativa do Escipram é o escitalopram. Este componente é amplamente utilizado no tratamento de diversas condições do foro psicológico e emocional. É frequentemente prescrito para ajudar a aliviar os sintomas da depressão (episódios depressivos major) e de perturbações de ansiedade, permitindo que os pacientes recuperem a sua funcionalidade e qualidade de vida quotidiana.

Além da depressão, o Escipram é indicado para o tratamento de várias formas de ansiedade clínica, incluindo a perturbação de pânico (com ou sem agorafobia), a perturbação de ansiedade social, a perturbação de ansiedade generalizada e a perturbação obsessivo-compulsiva. O seu objetivo principal é estabilizar a atividade neuroquímica, reduzindo a intensidade dos sintomas emocionais e físicos associados a estas patologias.

Quais efeitos secundários são possíveis com Escipram?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

Como todos os medicamentos, o Escipram pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. Frequentemente, estes efeitos são ligeiros e tendem a desaparecer após as primeiras semanas de tratamento.

Os efeitos secundários mais comuns incluem náuseas, dores de cabeça, congestão ou corrimento nasal, diminuição ou aumento do apetite, ansiedade, agitação, sonhos anómalos, dificuldades em adormecer ou sonolência, tonturas, bocejos, tremores e alterações gastrointestinais como diarreia ou obstipação. Podem também ocorrer alterações na função sexual, cansaço e aumento da transpiração.

Existem situações que requerem atenção médica imediata. Deve contactar um profissional de saúde se sentir sintomas de reação alérgica, tais como inchaço da pele, língua, lábios ou face, ou dificuldades em respirar ou engolir. É igualmente importante procurar assistência se ocorrerem convulsões, alterações do ritmo cardíaco ou sinais de hemorragia invulgar, incluindo hemorragias gastrointestinais.

Um aspeto crítico da segurança diz respeito à saúde mental. Alguns doentes podem sentir um aumento dos pensamentos de autoagressão ou ideação suicida, especialmente no início do tratamento ou após alterações na dosagem. Nestes casos, o contacto com um médico ou o acompanhamento por familiares e amigos próximos é essencial.

A interrupção do Escipram não deve ser feita de forma abrupta. A cessação repentina do tratamento pode provocar sintomas de privação, como tonturas, sensações sensoriais (formigueiro ou choques elétricos), distúrbios do sono, confusão, palpitações e irritabilidade. Recomenda-se que a descontinuação seja efetuada de forma gradual ao longo de várias semanas, sob orientação clínica.

O uso deste medicamento pode estar associado a uma condição rara chamada síndrome serotoninérgica, caracterizada por febre alta, agitação, tremores e contrações musculares súbitas. Se estes sintomas ocorrerem, o tratamento deve ser avaliado com urgência. Adicionalmente, deve ter-se precaução em doentes com patologias cardíacas preexistentes, problemas hepáticos ou renais, ou em casos de níveis baixos de sódio no sangue.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Se tomar uma dose superior à recomendada de Escipram, deve contactar imediatamente o seu médico ou o serviço de urgência hospitalar mais próximo, mesmo que não sinta quaisquer sinais de desconforto. A ingestão excessiva deste medicamento requer supervisão médica imediata para prevenir complicações potenciais.

Os sintomas associados a uma sobredosagem podem incluir tonturas, tremores, agitação e, em casos mais graves, convulsões. Poderá também ocorrer sonolência, alterações no ritmo cardíaco ou náuseas. É fundamental levar a embalagem ou o frasco do medicamento consigo para o hospital, de modo a que os profissionais de saúde possam identificar a substância e a dosagem exatas que foram ingeridas.

Caso se esqueça de tomar uma dose, não deve compensar o esquecimento tomando uma dose dupla. Deve simplesmente continuar com o esquema posológico habitual na altura da próxima toma programada. Manter a regularidade das doses é essencial para a eficácia do tratamento e para evitar flutuações desnecessárias da substância no organismo.

Em situações onde o paciente apresenta sinais de perda de consciência, dificuldade respiratória ou reações alérgicas graves após a ingestão do medicamento, os serviços de emergência devem ser acionados sem qualquer atraso.

Usos terapêuticos de Escipram

Para que é utilizado o Escipram: principais utilizações e benefícios

O Escipram, que contém a substância ativa escitalopram, pertence a um grupo de medicamentos conhecidos como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). Estes medicamentos atuam no sistema nervoso central para ajudar a restaurar o equilíbrio de certos mensageiros químicos no cérebro, especificamente a serotonina, cujo desequilíbrio está frequentemente associado ao desenvolvimento de perturbações do humor e da ansiedade.

Este medicamento é indicado principalmente para o tratamento de episódios depressivos major. Além da depressão, o Escipram é amplamente utilizado no tratamento de diversas perturbações de ansiedade. Estas incluem a perturbação de pânico, com ou sem agorafobia (o medo de estar em locais onde a ajuda poderá não estar disponível), a perturbação de ansiedade social (fobia social) e a perturbação de ansiedade generalizada.

O Escipram é também prescrito para o tratamento da perturbação obsessivo-compulsiva (POC), uma condição caracterizada por pensamentos persistentes e indesejados e comportamentos repetitivos. O objetivo principal do tratamento com este medicamento é aliviar os sintomas debilitantes destas condições, permitindo que o paciente recupere a sua funcionalidade diária e melhore o seu bem-estar emocional.

Os benefícios do tratamento manifestam-se geralmente de forma gradual. Embora alguns pacientes possam notar melhorias nas primeiras semanas, podem ser necessárias várias semanas de administração contínua para que o efeito terapêutico total seja alcançado. É fundamental que o tratamento seja acompanhado regularmente por um profissional de saúde para monitorizar a eficácia e ajustar a terapêutica conforme necessário.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Escipram

O Escipram (escitalopram) é indicado para adultos no tratamento da depressão e de perturbações de ansiedade. No entanto, a sua utilização não é adequada para todos os perfis de doentes, sendo essencial uma avaliação médica prévia para garantir a segurança do tratamento.

Contraindicações Absolutas

Existem situações específicas em que o uso de Escipram é estritamente proibido:

  • Hipersensibilidade: Não deve ser utilizado por pessoas com alergia conhecida ao escitalopram ou a qualquer outro componente da formulação.
  • Interações com IMAO: É contraindicado o uso simultâneo com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), como a selegilina, moclobemida ou linezolida. Deve ser respeitado um intervalo de segurança entre a interrupção de um destes fármacos e o início do Escipram.
  • Prolongamento do intervalo QT: Doentes que sofram de problemas de ritmo cardíaco congénitos ou que tenham episódios de prolongamento do intervalo QT não devem utilizar este medicamento.
  • Uso de fármacos que afetam o ritmo cardíaco: A utilização concomitante de medicamentos que alteram o ritmo cardíaco é uma contraindicação formal.

Grupos de Risco e Precauções

Certas populações requerem vigilância apertada ou ajustes na dosagem:

  • Crianças e Adolescentes: O Escipram não é recomendado para menores de 18 anos, exceto em casos específicos sob supervisão médica rigorosa, devido ao risco aumentado de pensamentos ou comportamentos de autoagressão neste grupo etário.
  • Idosos: Embora possam utilizar o medicamento, a dose inicial é geralmente inferior à recomendada para adultos jovens, e o aumento da dose deve ser feito de forma mais gradual.
  • Doentes Renais ou Hepáticos: Pessoas com compromisso grave da função renal ou doenças do fígado devem informar o médico, pois poderá ser necessário ajustar a posologia.
  • Doentes com Epilepsia: O tratamento deve ser interrompido ou evitado em doentes com epilepsia instável. Se o doente desenvolver convulsões ou se houver um aumento na frequência das mesmas, o uso de Escipram deve ser reavaliado.
  • Grávidas e Mulheres a Amamentar: O uso durante a gravidez deve ser discutido com o médico, avaliando os riscos e benefícios. A utilização no último trimestre pode afetar o recém-nascido. O escitalopram é excretado no leite materno, pelo que a amamentação não é recomendada durante o tratamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

É fundamental informar o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos. Alguns fármacos podem influenciar o efeito de Escipram, assim como este pode afetar a ação de outras substâncias.

Não deve tomar Escipram em conjunto com inibidores não seletivos da monoaminoxidase (IMAO), como a fenelzina, iproniazida, isocarboxazida, nialamida e tranilcipromina. Se tiver interrompido o tratamento com qualquer um destes medicamentos, deve aguardar 14 dias antes de iniciar o Escipram. Após terminar o tratamento com Escipram, deve aguardar pelo menos 7 dias antes de iniciar qualquer um destes inibidores.

O uso concomitante com inibidores seletivos e reversíveis da MAO-A, como a moclobemida, ou com inibidores irreversíveis da MAO-B, como a selegilina, não é recomendado devido ao risco de reações graves, incluindo a síndrome serotoninérgica. O antibiótico linezolida também não deve ser utilizado durante o tratamento.

Informe o seu médico se estiver a tomar medicamentos que prolongam o intervalo QT ou que afetam o ritmo cardíaco, tais como antiarrítmicos das classes IA e III, antipsicóticos, antidepressivos tricíclicos ou certos agentes antimicrobianos.

Deve ter-se cautela ao combinar Escipram com medicamentos que aumentam o risco de hemorragia, incluindo anticoagulantes orais, anti-inflamatórios não esteroides (AINE), ácido acetilsalicílico, antipsicóticos atípicos e fenotiazinas. A utilização conjunta com outros fármacos serotoninérgicos, como o tramadol, sumatriptano e outros triptanos, ou produtos à base de Erva de São João (Hypericum perforatum), pode aumentar a incidência de efeitos secundários.

Medicamentos que diminuem o limiar convulsivo, como mefloquina, bupropiom e neurolépticos, devem ser utilizados com precaução. Além disso, substâncias que utilizam as mesmas vias metabólicas hepáticas, como a cimetidina, omeprazol, fluvoxamina ou flecainida, podem elevar os níveis de escitalopram no sangue, exigindo possivelmente um ajuste da dose pelo médico.

Embora não se prevejam interações específicas com o álcool, recomenda-se evitar o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Escipram.

Mecanismo de ação

Como o Escipram funciona

O Escipram contém a substância ativa escitalopram, que pertence a um grupo de medicamentos conhecidos como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). Estes medicamentos atuam no sistema de neurotransmissores do cérebro, especificamente aumentando os níveis de serotonina.

A serotonina é uma substância química naturalmente presente no cérebro que funciona como um mensageiro entre as células nervosas. Desempenha um papel fundamental na regulação do humor, do sono e do bem-estar emocional. Em pessoas que sofrem de depressão ou distúrbios de ansiedade, pensa-se que existe um desequilíbrio ou uma deficiência nos níveis de serotonina disponível nas fendas sinápticas — os espaços entre os neurónios.

O Escipram funciona ao bloquear a reabsorção (recaptação) da serotonina pelas células nervosas após esta ter sido libertada. Ao impedir este processo, o medicamento permite que mais serotonina permaneça disponível para transmitir mensagens entre os neurónios por um período mais longo. Este aumento da atividade serotoninérgica ajuda a restaurar o equilíbrio químico no cérebro, o que, com o tempo, contribui para a melhoria dos sintomas depressivos e para a redução da ansiedade.

É importante notar que o efeito terapêutico do Escipram não é imediato. Geralmente, são necessárias algumas semanas de tratamento contínuo antes que o paciente comece a sentir uma melhoria significativa no seu estado de espírito ou uma redução nos sintomas de ansiedade, uma vez que o sistema nervoso necessita de tempo para se adaptar às alterações nos níveis de neurotransmissores.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar Escipram

Deve tomar este medicamento exatamente como indicado pelo seu médico. A dose habitual é de 10 mg administrados uma vez por dia. O seu médico poderá aumentar esta dose até um máximo de 20 mg por dia, dependendo da sua resposta ao tratamento.

Escipram pode ser tomado com ou sem alimentos. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com um pouco de água e não devem ser mastigados, devido ao seu sabor amargo.

Duração do tratamento

Tal como acontece com outros medicamentos para a depressão ou perturbações de ansiedade, pode demorar algumas semanas até que comece a sentir melhorias. É fundamental continuar a tomar o medicamento, mesmo que não sinta uma melhoria imediata no seu estado.

Não deve alterar a dose nem interromper o tratamento sem consultar previamente o seu médico. A interrupção súbita do medicamento pode causar sintomas de desabituação, pelo que, quando o tratamento deve ser terminado, a dose é geralmente reduzida de forma gradual ao longo de várias semanas.

Se tomar mais Escipram do que deveria

Se tomar uma dose superior à prescrita, contacte imediatamente o seu médico ou o serviço de urgência do hospital mais próximo. Leve a embalagem do medicamento consigo, mesmo que esteja vazia. Os sinais de sobredosagem podem incluir tonturas, tremores, agitação, convulsões, coma, náuseas, vómitos, alteração do ritmo cardíaco, diminuição da pressão arterial e alterações no equilíbrio de fluidos ou sais do organismo.

Caso se esqueça de tomar Escipram

Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose esquecida. Se se esquecer de tomar uma dose e se lembrar antes de se deitar, tome-a imediatamente. No dia seguinte, continue o tratamento como habitualmente. Se apenas se lembrar durante a noite ou no dia seguinte, ignore a dose esquecida e prossiga com o plano regular.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos recentes têm reforçado a eficácia do Escipram no tratamento de perturbações depressivas major e em diversas patologias de ansiedade. Observações em ambiente clínico demonstram que o escitalopram, o princípio ativo deste medicamento, apresenta uma elevada seletividade na inibição da recaptação da serotonina, o que contribui para um perfil de tolerabilidade favorável em comparação com outros agentes da mesma classe.

Investigações de farmacovigilância e ensaios comparativos indicam que a resposta terapêutica tende a manifestar-se de forma consistente, com muitos doentes a apresentarem melhorias significativas nos sintomas nucleares da depressão, como a anedonia e o humor deprimido, logo nas primeiras semanas de tratamento. Além disso, a evidência aponta para uma eficácia sustentada na prevenção de recaídas a longo prazo, desde que a adesão à terapêutica seja mantida conforme a orientação profissional.

No que diz respeito à segurança, os dados mais recentes confirmam que a maioria dos efeitos secundários é de natureza ligeira e transitória, ocorrendo habitualmente na fase inicial do tratamento. Não foram identificados novos riscos de segurança significativos em análises populacionais abrangentes, mantendo-se o perfil de benefício-risco positivo para as indicações aprovadas. A monitorização contínua em subgrupos específicos, como a população idosa, sublinha a importância de um ajuste posológico cuidadoso para otimizar os resultados clínicos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Escipram

Quanto tempo demora o Escipram a fazer efeito?

O Escipram não produz efeitos imediatos. Geralmente, os doentes começam a notar uma melhoria nos sintomas de depressão ou ansiedade após duas a quatro semanas de tratamento contínuo. É fundamental manter a adesão à terapêutica conforme prescrito, mesmo que não sinta benefícios nos primeiros dias, uma vez que o efeito terapêutico pleno pode demorar vários meses a ser alcançado.

O que acontece se eu interromper o tratamento subitamente?

A interrupção abrupta do Escipram pode provocar sintomas de descontinuação. Estes podem incluir tonturas, sensações de formigueiro, distúrbios do sono, ansiedade, dores de cabeça ou náuseas. Se for necessário terminar o tratamento, a dose deve ser reduzida gradualmente ao longo de várias semanas ou meses, sempre sob orientação e supervisão médica.

O Escipram pode causar sonolência?

A sonolência e a fadiga são efeitos secundários comuns, especialmente nas fases iniciais do tratamento. Algumas pessoas podem sentir-se mais cansadas do que o habitual enquanto o corpo se adapta ao medicamento. Recomenda-se precaução ao conduzir ou utilizar máquinas até que o doente saiba como o fármaco afeta a sua capacidade de reação e alerta.

Posso consumir álcool durante o tratamento com Escipram?

Embora não se preveja que o Escipram interaja diretamente com o álcool de forma perigosa, a combinação de antidepressivos com bebidas alcoólicas não é recomendada. O álcool pode agravar os sintomas da depressão ou da ansiedade e aumentar a ocorrência de efeitos secundários como a sonolência e a tontura.

O Escipram afeta o peso corporal?

Alterações no peso, tanto o aumento como a perda, foram reportadas por alguns doentes durante a utilização de escitalopram. O impacto no peso pode variar significativamente de pessoa para pessoa, dependendo de fatores individuais e da duração do tratamento.

O que devo fazer se me esquecer de tomar uma dose?

Caso se esqueça de tomar uma dose, deve tomá-la assim que se lembrar, a menos que esteja quase na hora da dose seguinte. Nesse caso, ignore a dose esquecida e continue com o esquema habitual. Nunca tome uma dose dupla para compensar uma dose esquecida.

Como Escipram deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Escipram

Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças. Não utilize este medicamento após o prazo de validade impresso na embalagem exterior ou no blister, após "VAL.". O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

Este medicamento não necessita de quaisquer condições especiais de conservação. No entanto, recomenda-se que guarde o medicamento na embalagem original para o proteger da luz e da humidade.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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