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Эрготамина тартрат

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Эрготамина тартрат

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Opção de tratamento: Headache, Migraine

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Эрготамина тартрат

Tartarato de Ergotamina: Factos Rápidos e Identidade

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Ergotamina (sob a forma de sal de tartarato)
Formas Comuns Comprimidos, Drageias, Solução
Classe Farmacológica Alcaloides do Ergot
Origem Derivado de um alcaloide natural (fungo da cravagem do centeio)
Objetivo Geral Modula o tónus vascular e estimula o músculo liso

O que é este medicamento e qual a sua classificação?

O tartarato de ergotamina é uma substância ativa medicinal potente, classificada como um alcaloide do ergot, conhecida pelos seus efeitos sistémicos no organismo. O seu componente central, a Ergotamina, é um derivado de um alcaloide natural isolado do fungo Claviceps purpurea, sendo posteriormente preparada quimicamente como o sal estável de tartarato para melhorar a sua estabilidade e os seus perfis de absorção.

Farmacologicamente, o fármaco é oficialmente categorizado tanto como um estimulante da musculatura uterina quanto como um bloqueador dos alfa-adrenocetores. Esta classificação diversificada reflete a sua ação não seletiva em múltiplos sistemas de recetores. Estudos farmacológicos fundamentam as suas reconhecidas propriedades vasoconstritoras, que são fundamentais para a sua aplicação terapêutica geral.


Composição e Objetivo Geral

O composto é habitualmente fabricado como um produto de ingrediente único (monopreparação), contendo apenas Ergotamina estabilizada pelo componente tartarato. Está disponível em várias formas farmacêuticas, incluindo comprimidos orais, drageias e uma solução estéril para injeção. A utilização do sal de tartarato assegura que o medicamento seja prontamente bioavailable.

O objetivo geral do tartarato de ergotamina baseia-se na sua capacidade de causar ativamente a vasoconstrição (estreitamento dos vasos sanguíneos) e de estimular a contração do músculo liso. Este perfil de ação distingue-o como um agente sistémico que modifica a dinâmica vascular subjacente e aumenta o tónus muscular onde clinicamente necessário, proporcionando um benefício geral relacionado com a modulação do tónus vascular e da atividade muscular.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Эрготамина тартрат?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O tartarato de ergotamina está associado a um risco de reações adversas graves e potencialmente fatais, relacionadas principalmente com os seus potentes efeitos vasoconstritores. O risco grave mais significativo é o ergotismo, que se manifesta por uma vasoconstrição arterial intensa que leva à isquémia vascular periférica. Isto pode resultar em sintomas como dormência, formigueiro, frio e palidez das extremidades (dedos), dores musculares e, se houver progressão, pode potencialmente levar a gangrena ou amputação. Foram também documentados relatos raros de isquémia cerebral.

Contraindicações e Avisos Graves

O fármaco está contraindicado na gravidez devido ao risco de danos para o feto. É também contraindicado em doentes com doença vascular periférica, doença coronária, hipertensão não controlada, sépsis ou insuficiência grave da função hepática ou renal. Além disso, o uso concomitante com inibidores potentes do CYP3A4 (como antibióticos macrólidos e inibidores da protease) é estritamente contraindicado devido ao risco significativamente aumentado de toxicidade aguda pela ergotamina (ergotismo) e isquémia grave.

Outras Reações Adversas

Os efeitos secundários comunicados habitualmente incluem náuseas e vómitos. Outras classes de órgãos e sistemas envolvidos incluem o sistema nervoso (ex.: parestesias, fraqueza, tonturas) e o sistema cardiovascular (ex.: alterações transitórias da frequência cardíaca, alterações no eletrocardiograma).

Segurança a Longo Prazo

Com o uso contínuo a longo prazo, existem relatos raros de complicações fibróticas, incluindo fibrose retroperitoneal, pleuropulmonar e das válvulas cardíacas (espessamento das válvulas cardíacas). O uso crónico em doses elevadas também pode levar a cefaleias por uso excessivo de medicação (cefaleia de ressalto) e pode criar habituação ou potencial de dependência. Por este motivo, o medicamento não se destina à administração diária crónica.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar oficial para a sobredosagem, conhecido como Ergotismo, descreve uma síndrome tóxica resultante de uma vasoconstrição arterial intensa. As manifestações documentadas nos rótulos afetam primordialmente o Sistema Vascular Periférico, o Sistema Nervoso Central e o Sistema Cardiovascular.

Domínio Declaração Regulamentar Oficial
Manifestações de sobredosagem documentadas Os sintomas incluem dormência, formigueiro e dor nas extremidades, frequentemente com cianose ou diminuição dos pulsos periféricos. Os sinais no sistema nervoso central podem envolver sonolência, estupor, coma e convulsões.
Classificação de gravidade A sobredosagem é capaz de causar complicações graves, incluindo gangrena (se a isquémia não tratada progredir), isquémia cerebral (AVC) e enfarte do miocárdio (ataque cardíaco).
Notas sobre populações específicas O risco de isquémia periférica grave e potencialmente fatal está oficialmente associado à coadministração com inibidores potentes do CYP3A4.
Quando é necessária ajuda médica imediata Contacte imediatamente os serviços de emergência se a pessoa exposta tiver colapsado, sofrido uma convulsão, apresentar dificuldade em respirar ou não conseguir acordar. É necessária atenção médica urgente perante qualquer sinal de toxicidade, incluindo dor no peito ou dormência/formigueiro nos dedos das mãos e dos pés.

Estrutura Resultante da Sobredosagem

O perigo oficial é a isquémia periférica que pode levar a uma potencial gangrena caso a condição progrida sem tratamento. A gestão é sintomática e de suporte, uma vez que não existe um antídoto específico oficialmente documentado. A ação procedimental inicial é a interrupção imediata do fármaco.

Os documentos regulamentares definem o perfil de sobredosagem principalmente através dos riscos de Ergotismo e do subsequente vasoespasmmo potencialmente fatal. Estes documentos listam explicitamente as complicações isquémicas resultantes como o risco central e estabelecem gatilhos obrigatórios e claros, tais como a perda de consciência ou uma convulsão, que exigem o contacto imediato com os serviços de emergência.

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Usos terapêuticos de Эрготамина тартрат

Indicações e Benefícios do Tartarato de Ergotamina: Principais Usos

De acordo com a literatura clínica de referência, este medicamento é indicado como terapia para tratar ou prevenir cefaleias vasculares. Isto significa que o fármaco é habitualmente aplicado em contextos clínicos para o alívio sintomático de cefaleias vasculares de intensidade moderada a grave, o que inclui crises de enxaqueca e cefaleias em salvas. É considerado relevante em cenários clínicos onde a gestão de apoio aos sintomas é complexa. A sua aplicação foca-se em conjuntos de sintomas caracterizados por dor de cabeça intensa e latejante, frequentemente acompanhada por um desconforto debilitante associado. O benefício terapêutico apoia o doente durante episódios de maior mal-estar, auxiliando a lidar com crises difíceis de forma mais estável e podendo ajudar na manutenção da estabilidade funcional.


Aplicações Principais e Benefícios

O Tartarato de Ergotamina é também aplicado na área da obstetrícia para condições caracterizadas pela falta de tónus muscular uterino adequado (atonia ou hipotonia) após o parto ou após um aborto espontâneo. Esta aplicação terapêutica é pertinente em situações clínicas onde possa existir o risco de hemorragia excessiva ou persistente. O benefício principal reside no apoio à gestão deste desconforto sintomático, proporcionando uma assistência que ajuda a atenuar a carga global de sintomas e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas, sendo relevante em contextos que envolvem um elevado esforço sistémico durante a fase imediata do pós-parto.

Facto Rápido: Domínio dos Sintomas
Alívio de Dores Latejantes Graves e Fraqueza Uterina Pós-Parto
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Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização de Tartarato de Ergotamina é rigorosamente definida pelos documentos regulamentares oficiais, devido principalmente às potentes propriedades vasoconstritoras do fármaco e às suas capacidades de estimulação uterina.

Populações e Condições Contraindicadas

As contraindicações regulamentares absolutas proíbem o uso deste medicamento em diversos grupos de doentes, incluindo aqueles com Doença Vascular Periférica (DVP), Doença Coronária (DC), hipertensão não controlada ou antecedentes de acidente vascular cerebral (AVC). O fármaco é igualmente contraindicado para indivíduos com compromisso grave da função hepática (doença do fígado) ou compromisso da função renal (doença dos rins). Além disso, o uso é proibido em doentes com sépsis (infeção grave do sangue) ou naqueles com hipersensibilidade conhecida à ergotamina ou a qualquer componente da formulação.

Idade e Estado Fisiológico

Estado Classificação Oficial de Elegibilidade
Gravidez Contraindicado devido ao risco de danos fetais e ao efeito oxitócico.
Lactação/Amamentação Contraindicado; deve ser tomada a decisão de interromper o aleitamento ou suspender o fármaco.
Uso Pediátrico A segurança e a eficácia não estão estabelecidas em crianças e adolescentes.
Uso Geriátrico Não existem dados suficientes disponíveis para estabelecer diretrizes específicas.

Restrições de Elegibilidade

O uso está oficialmente restrito ao tratamento agudo de condições e não é recomendado para a administração diária crónica, de forma a mitigar o risco de complicações como alterações fibróticas e cefaleias por uso excessivo de medicação. O medicamento é também estritamente contraindicado se for coadministrado com outros vasoconstritores ou com certos inibidores potentes do CYP3A4, tais como antibióticos macrólidos ou inibidores da protease.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Tartarato de Ergotamina é definido oficialmente pela sua via metabólica principal e pelos seus potentes efeitos vasoconstritores, resultando em várias restrições regulamentares formais.

Tipo de Interação Exemplos de Substâncias ou Condições de Interação
Farmacocinética: Contraindicado Inibidores potentes do CYP3A4, incluindo antibióticos macrólidos (ex.: eritromicina), antifúngicos azólicos (ex.: cetoconazol) e inibidores da protease do VIH (ex.: ritonavir). A utilização conjunta é proibida devido ao aumento significativo das concentrações plasmáticas e ao elevado risco de toxicidade aguda pela ergotamina (ergotismo).
Farmacodinâmica: Contraindicado Triptanos (agonistas 5-HT1) e outros vasoconstritores ou simpaticomiméticos. Proibido devido ao risco de vasoespasmo aditivo, elevação extrema da pressão arterial e isquémia.
Restrição dependente da Depuração Compromisso da função hepática e compromisso da função renal. Contraindicado devido ao risco de acumulação sistémica e toxicidade por ergotamina decorrentes de falhas no metabolismo e na eliminação (depuração) do fármaco.

A coadministração de ergotamina e triptanos deve ser separada por um intervalo obrigatório de 24 horas. Para além de produtos medicinais, o consumo de sumo de toranja é oficialmente desaconselhado, uma vez que é um inibidor conhecido do CYP3A4, o que pode aumentar a exposição ao fármaco. Os beta-bloqueadores podem também potenciar oficialmente a ação vasoconstritora da ergotamina.

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Mecanismo de ação

Modulação da Atividade dos Recetores para Regulação da Dinâmica Vascular

O mecanismo central do Tartarato de Ergotamina envolve uma ação agonista direta em múltiplos recetores de monoaminas, principalmente nos recetores de serotonina (5-HT1B) e nos recetores alfa-adrenérgicos (alfa1) presentes no músculo liso dos vasos sanguíneos extracerebrais. A ativação destes alvos biológicos inicia uma cascata vasoconstritora, estreitando diretamente estes vasos sanguíneos. Este processo modula a atividade dentro das vias reguladoras do tónus vascular.

Supressão da Sinalização Neurogénica

Ocorre uma ação complementar através do agonismo do recetor 5-HT1D nas terminações nervosas sensoriais, particularmente naquelas pertencentes ao sistema trigeminal. Este mecanismo inibe eficazmente a libertação de neuropeptídeos pró-inflamatórios, como o CGRP, resultando na modulação de processos desencadeados pela hiperatividade nervosa localizada. Esta supressão resulta numa alteração da atividade dos mediadores nos tecidos circundantes.

Manutenção do Perfil Fisiológico

O mecanismo é caracterizado pela afinidade não seletiva do fármaco e pela sua ligação persistente aos alvos biológicos, o que resulta numa duração prolongada da ativação dos recetores. Adicionalmente, as suas interações com os recetores alfa1 e a inibição do transportador de noradrenalina contribuem para a contração sustentada do músculo liso e para a modulação da dinâmica vascular sistémica.

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Informações sobre dosagem e administração

O tartarato de ergotamina destina-se exclusivamente ao uso agudo intermitente, sendo estritamente proibida a sua administração diária crónica. A administração oficial está estruturada em torno de uma utilização rápida sob necessidade, com a dosagem a ser iniciada ao primeiro sinal de um episódio.

Vias de Administração e Dosagem

O medicamento está oficialmente disponível para utilização através das vias sublingual, oral e retal, utilizando frequentemente produtos de combinação fixa. A dose inicial típica para um episódio agudo é de 2 mg de tartarato de ergotamina. Doses subsequentes (geralmente de 1 mg a 2 mg) podem ser repetidas após intervalos de 30 minutos para as formas orais ou sublinguais, ou de 1 hora para as formas retais, estritamente conforme necessário.

Aplicam-se restrições rigorosas à quantidade total administrada. A dose total não deve exceder 6 mg em qualquer período de 24 horas, nem ultrapassar os 10 mg num período de sete dias, independentemente da via de administração utilizada.

Condições de Procedimento e Restrições

São obrigatórios métodos de administração específicos para certas formas farmacêuticas. O comprimido sublingual deve ser colocado debaixo da língua e deve permitir-se que se dissolva completamente; este não deve ser mastigado nem engolido. Adicionalmente, a rotulagem regulamentar aconselha os doentes a evitarem o consumo de toranja ou de sumo de toranja enquanto o medicamento estiver a ser utilizado. As informações oficiais de prescrição não estabelecem regimes de dosagem padronizados para as populações pediátrica ou geriátrica, e o uso é restrito na presença de compromisso da função hepática ou renal.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Tartarato de Ergotamina

Evidência para Utilização em Cefaleias Vasculares Agudas

A investigação que explora o uso do Tartarato de Ergotamina em condições associadas a episódios agudos ou disruptivos, como ataques de enxaqueca e cefaleias em salvas, inclui Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e estudos comparativos. Os estudos analisaram resultados relacionados com o desconforto físico, medindo especificamente a alteração na intensidade da dor de cabeça e o mal-estar físico associado em curtos intervalos em populações adultas. A investigação indica, até ao momento, que alguns ensaios, envolvendo primordialmente avaliações de curto prazo, descreveram padrões observados na alteração de curto prazo do desconforto físico. No entanto, certos ensaios controlados observaram que os resultados relativos à dor não apresentaram padrões claramente distintos dos do placebo. A qualidade da evidência varia entre os estudos. O que permanece incerto é o perfil completo da evidência científica comparado com os tratamentos agudos atuais. A evidência é limitada porque grande parte do corpo de investigação provém de estudos realizados antes da utilização generalizada dos atuais critérios de classificação padronizada de cefaleias. Além disso, existe informação limitada quanto aos resultados a longo prazo.


Evidência para Utilização na Atonia Uterina Pós-parto

O corpo de investigação que examina o uso do Tartarato de Ergotamina em condições caracterizadas por tónus muscular uterino insuficiente (atonicidade) após o parto inclui dados clínicos históricos e Ensaios Clínicos Controlados. A investigação foi avaliada em contextos focados em resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional. Especificamente, os estudos monitorizaram resultados que refletem o esforço fisiológico, medindo a alteração no tónus uterino e o volume da perda de sangue. Falta evidência comparativa específica para o Tartarato de Ergotamina face aos medicamentos de primeira linha contemporâneos utilizados para este fim. Muitos estudos relevantes observados estão associados aos seus derivados relacionados, como a ergometrina. A investigação fornece contexto, mas não previsões individuais, e os dados para certos grupos permanecem insuficientes.


O Panorama da Investigação: Consistência e Incerteza

A qualidade global da evidência varia entre os estudos, resultando num panorama de investigação complexo. A investigação descreve um fundamento histórico, mas as conclusões foram mistas em várias comparações diretas modernas. Muitos dos ensaios clínicos apresentam dimensões de amostra modestas e as durações de acompanhamento foram limitadas. As conclusões foram mistas e o grau de certeza permanece baixo na base de investigação disponível.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Tartarato de Ergotamina (FAQ)

P: Quanto tempo após a toma o Tartarato de Ergotamina começa a fazer efeito?

As diretrizes oficiais de dosagem indicam que as doses subsequentes, se necessário, podem ser repetidas após intervalos de 30 minutos para formas orais ou sublinguais, ou de 1 hora para formas retais, até que o episódio agudo seja aliviado. Estes intervalos de redosagem refletem a janela de tempo necessária para avaliar a resposta inicial ao medicamento.

P: O que fazer se houver um esquecimento de uma dose de Tartarato de Ergotamina?

Caso uma dose seja esquecida durante um episódio de enxaqueca, ela deve geralmente ser tomada assim que for lembrada, a menos que esteja próxima da hora da próxima dose permitida. É fundamental nunca exceder os limites de dose máxima estabelecidos, uma vez que o medicamento se destina apenas ao uso agudo e intermitente.

P: O Tartarato de Ergotamina pode causar dormência nas extremidades?

Informações de segurança indicam que foram relatados sintomas como dormência, formigueiro, sensação de frio ou palidez nos dedos das mãos e dos pés. Estes sinais são indicadores de um efeito secundário grave denominado isquémia vascular periférica ou ergotismo, que envolve o estreitamento severo dos vasos sanguíneos.

P: O Tartarato de Ergotamina afeta a capacidade de conduzir?

Efeitos secundários como tonturas, fraqueza e sonolência grave podem afetar o alerta mental. Os utilizadores devem estar cientes destes potenciais efeitos antes de conduzir veículos ou operar maquinaria. Recomenda-se precaução em atividades que exijam foco mental total.

P: Como deve ser armazenado o Tartarato de Ergotamina?

O medicamento deve ser conservado num recipiente bem fechado, à temperatura ambiente controlada, tipicamente entre 20°C e 25°C. É importante manter o produto afastado do calor, da luz e da humidade, pois condições inadequadas de armazenamento podem afetar a estabilidade da substância.

P: Qual a diferença entre o Tartarato de Ergotamina e os analgésicos comuns?

Este medicamento é um agente específico que atua através do estreitamento dos vasos sanguíneos na cabeça para tratar dores de cabeça vasculares, como enxaquecas. Este fármaco não está indicado para dores de cabeça comuns causadas por contração muscular, conhecidas como cefaleias de tensão, podendo não ser eficaz nestes casos.

P: Qual é a diferença entre o Tartarato de Ergotamina e os triptanos?

O tartarato de ergotamina é classificado como um agente não seletivo, o que significa que ativa uma ampla gama de recetores, incluindo os de serotonina, dopamina e noradrenalina. Em comparação, os triptanos possuem uma afinidade mais seletiva, visando principalmente recetores específicos de serotonina 5-HT1. Ambas as classes não devem ser utilizadas em conjunto.

P: O Tartarato de Ergotamina é utilizado em ginecologia ou obstetrícia?

O fármaco é classificado como um estimulante da musculatura uterina devido à sua ação oxitócica, que provoca a contração do útero. Embora historicamente tenha sido utilizado para prevenir hemorragias pós-parto, é atualmente estritamente contraindicado durante a gravidez devido aos seus efeitos potentes no feto e no útero.

P: Com que alimentos ou bebidas o Tartarato de Ergotamina é incompatível?

Aconselha-se especificamente evitar o consumo de toranja ou do seu sumo, pois podem interferir com a degradação do fármaco no organismo, aumentando o risco de toxicidade. O uso de nicotina também é geralmente desaconselhado durante o tratamento.

P: Porque é que este medicamento é por vezes combinado com cafeína?

O fármaco é frequentemente encontrado em combinações fixas com cafeína. A cafeína é adicionada porque se acredita que ajuda a acelerar e a aumentar a absorção da ergotamina pelo organismo, o que pode ser benéfico no tratamento de episódios agudos de enxaqueca.

P: Em que tipos de dor de cabeça o Tartarato de Ergotamina é ineficaz?

O medicamento é indicado especificamente para dores de cabeça vasculares, como enxaquecas e cefaleias em salvas. É considerado ineficaz contra dores de cabeça comuns provocadas por contração muscular, como as cefaleias de tensão.

P: O Tartarato de Ergotamina pode interagir com suplementos de ervas?

É necessário informar os profissionais de saúde sobre todos os suplementos herbáceos utilizados. Certos produtos à base de ervas podem interagir com a via metabólica do fármaco, aumentando potencialmente o risco de reações adversas.

P: É necessário interromper o uso de forma gradual?

Como o medicamento se destina ao uso agudo, a maioria dos casos não requer uma redução gradual. No entanto, se houver um uso prolongado e contínuo, a redução gradual da dose pode ser necessária sob supervisão para gerir o risco de cefaleia de ressalto.

P: Que efeitos secundários raros podem ocorrer com o uso a longo prazo?

Em casos de utilização contínua e prolongada, existem relatos raros de complicações fibróticas. Estas incluem o espessamento de tecidos nas válvulas cardíacas ou nos tecidos que envolvem os pulmões e o abdómen.

P: Este medicamento afeta o fígado ou os rins?

O uso deste fármaco é contraindicado em doentes com insuficiência hepática ou renal grave. Como estes órgãos são essenciais para processar e eliminar o medicamento, a sua deficiência pode levar à acumulação da substância e a toxicidade no organismo.

P: Existe risco de síndrome de abstinência?

Sim, a utilização em doses elevadas ou por períodos prolongados pode resultar em sintomas de abstinência após a interrupção. Isto manifesta-se commumente através de cefaleias de ressalto ou dores de cabeça por uso excessivo de medicação.

P: O Tartarato de Ergotamina era mais utilizado no passado?

Este fármaco foi um tratamento fundamental para enxaquecas durante décadas. O seu uso tornou-se mais restrito devido ao surgimento de novas classes de medicamentos específicos, como os triptanos, e a uma maior consciencialização sobre os seus potenciais efeitos secundários graves.

P: Qual o risco de desenvolver dor de cabeça por uso excessivo de medicação?

O risco de desenvolver cefaleia por uso excessivo de medicação está associado à utilização frequente ou em doses elevadas, uma vez que o fármaco não é indicado para administração diária crónica. Existem limites estritos de dosagem para mitigar este risco.

P: Há quanto tempo este medicamento é utilizado na medicina?

A ergotamina foi isolada pela primeira vez em 1918 a partir do fungo ergot. Tem uma longa história clínica, tendo sido introduzida especificamente para o tratamento agudo da enxaqueca em meados da década de 1920.

P: Porque existem restrições de dosagem tão rigorosas?

As limitações de dose máxima diária e semanal são obrigatórias para minimizar o risco de toxicidade aguda e eventos graves, especialmente a vasoconstrição arterial intensa que pode levar à isquémia vascular periférica.

P: Este fármaco pode afetar o sono ou o humor?

Sim, os dados sobre o medicamento listam possíveis efeitos no sistema nervoso, incluindo inquietação e dificuldade em adormecer (insónia) como parte do perfil de efeitos secundários.

P: O Tartarato de Ergotamina serve para prevenir enxaquecas?

Não. O medicamento destina-se apenas ao tratamento agudo de crises de enxaqueca já iniciadas. Não está aprovado para uso profilático ou preventivo a longo prazo, devendo ser utilizado apenas em episódios intermitentes.

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Como Эрготамина тартрат deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Eliminação

As informações regulamentares oficiais especificam regras rigorosas de ambiente e manuseamento para manter a qualidade e a segurança do Tartarato de Ergotamina.

Requisito Especificação
Temperatura Conservar os comprimidos à Temperatura Ambiente Controlada (20°C–25°C).
Proteção Manter afastado do calor, da luz e da humidade. Não conservar na casa de banho.
Manuseamento Manter o recipiente bem fechado e guardar o medicamento numa área segura, inacessível às crianças.
Eliminação O método preferencial para a eliminação é a utilização de programas de retoma de medicamentos ou envelopes de devolução por correio. Se estas opções não estiverem disponíveis, misture o medicamento (sem o esmagar) com uma substância indesejável (por exemplo, terra) num saco selado antes de o colocar no lixo doméstico.
Ambiente A substância não deve entrar nos esgotos e a eliminação institucional pode exigir a classificação como resíduo perigoso, seguindo as regulamentações locais e federais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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