Ergometrine

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Ergometrine

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Ergometrine

Definição de Ergometrina: Um Agente Uterotónico da Classe dos Alcaloides do Ergot

A ergometrina (sinónimo DCI ergonovina) é um medicamento específico classificado como um agente ocitocitócico e pertence à classe farmacológica dos alcaloides do ergot. Esta classificação define a função central deste fármaco como um potente medicamento uterotónico, caracterizado pela sua capacidade intrínseca de estimular, de forma vigorosa e consistente, o músculo liso do útero. Quimicamente, a substância é derivada do ácido lisérgico; o seu perfil único como agonista parcial em vários recetores diferencia o seu mecanismo de outros uterotónicos, resultando num efeito contrátil sustentado reconhecido.

Composição, Origem e Formas de Preparação

O princípio ativo utilizado em preparações farmacêuticas controladas é o maleato de ergometrina, a forma de sal estável estabelecida para administração terapêutica. A molécula base da ergometrina é obtida naturalmente a partir do fungo do ergot (Claviceps purpurea), uma origem que confere ao fármaco a sua estrutura química definidora. O produto é processado sob condições controladas para manter uma pureza padronizada, sendo, por isso, classificado como um composto derivado ou semissintético. O medicamento é preparado sob a forma de solução injetável estéril, para um efeito rápido, e em comprimidos, permitindo uma versatilidade de administração através das vias intramuscular, intravenosa ou oral.

O Objetivo Geral da Ergometrina

O propósito geral da ergometrina utiliza diretamente a sua ação potente para assegurar um aperto forte e sustentado da musculatura uterina. Ao desencadear esta contração uterina pronunciada e duradoura, o fármaco auxilia fisicamente na compressão e no fecho dos vasos sanguíneos abertos que permanecem expostos, uma ação clinicamente reconhecida pela sua importância crítica na gestão de hemorragias excessivas. Esta compressão física vigorosa constitui o benefício terapêutico fundamental do fármaco, apoiando o processo biológico essencial de limitar perdas de sangue significativas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Ergometrine?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança da ergometrina está documentado com base em classificações de frequência e no envolvimento de sistemas do organismo, fundamentando-se estritamente em documentos regulamentares oficiais.

Reações Adversas

As reações adversas são classificadas de acordo com a sua frequência e a classe de sistemas de órgãos afetada.

Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10):

  • Dor de cabeça (cefaleia)
  • Náuseas
  • Vómitos
  • Hipertensão (pressão arterial elevada)

Pouco Frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100):

  • Tonturas
  • Dor abdominal
  • Bradicardia (batimento cardíaco lento)

Raras (≥ 1/10 000 a < 1/1000):

  • Arteriospasmo coronário (espasmo das artérias do coração)

Muito Raras (< 1/10 000):

  • Anafilaxia (reação alérgica grave)

Informações de Segurança Graves

Os documentos regulamentares oficiais destacam o potencial para a ocorrência de reações adversas graves, as quais incluem:

  • Hipertensão Grave (pressão arterial muito elevada), que pode levar a um acidente vascular cerebral (AVC).
  • Enfarte do Miocárdio (ataque cardíaco).
  • Ergotismo, uma condição causada por vasoconstrição prolongada ou excessiva, que pode potencialmente levar a gangrena.
  • Convulsões.

Restrições de Segurança e Contraindicações

O medicamento é estritamente contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes com hipertensão grave, pré-eclâmpsia, eclâmpsia ou doença vascular oclusiva. É igualmente contraindicado durante a primeira e a segunda fases do trabalho de parto. Existem advertências específicas para o uso combinado com inibidores potentes da enzima CYP3A4 (como certos inibidores da protease do VIH ou antifúngicos azóis), uma vez que tal pode aumentar significativamente o risco de toxicidade pelo ergot.

Além disso, a administração intravenosa rápida de ergometrina está associada a um risco acrescido de hipertensão grave e a efeitos gastrointestinais mais frequentes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações regulamentares oficiais enfatizam que a suspeita de uma sobredosagem de ergometrina (ergonovina) exige uma avaliação e tratamento imediatos, devido ao potencial de efeitos graves que podem colocar a vida em risco. Deve procurar-se ajuda médica urgente de imediato.

As manifestações de sobredosagem, conforme documentado nas informações de prescrição oficiais, envolvem principalmente os sistemas cardiovascular e nervoso central. Os sintomas registados incluem náuseas, vómitos, dor abdominal intensa, dormência, formigueiro (parestesias), extremidades frias e uma subida na pressão arterial, por vezes seguida de hipotensão.

Desfechos Graves e Risco de Vida

Estão documentadas manifestações graves, tais como convulsões, perda de consciência e coma. O potente efeito vasoconritor do fármaco cria um risco de hipertensão grave, arteriospasmo coronário e gangrena das extremidades. Foi reportada a administração acidental da dose de adulto a recém-nascidos, com desfechos fatais e sintomas associados como depressão respiratória e cianose (coloração azulada da pele).

A gestão da sobredosagem é estritamente sintomática e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico. Os procedimentos documentados para o controlo clínico incluem o uso de vasodilatadores para tratar o vasoespasmo grave e de agentes anticonvulsivantes para controlar as convulsões. Em casos de sobredosagem por via oral recente, pode ser considerado o uso de lavagem gástrica ou carvão ativado.

Usos terapêuticos de Ergometrine

O que a Ergometrina Trata: Principais Usos e Benefícios

A ergometrina é habitualmente utilizada em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, utilizando principalmente a sua função de suporte na gestão de uma atividade fisiológica aumentada. Este domínio terapêutico aplica-se em áreas onde é necessário apoio sintomático adicional para controlar a hemorragia uterina excessiva que pode ocorrer após o parto (hemorragia pós-parto) ou na sequência de um procedimento de aborto. Este medicamento é considerado relevante para a prevenção ou tratamento desta condição grave, a qual está associada a um stress fisiológico acrescido.

O fármaco auxilia na obtenção da hemostase ao ajudar a travar a perda de sangue crítica, proporcionando um suporte que alivia a carga sintomática global associada ao stress fisiológico agudo. A ergometrina também apoia a paciente durante episódios difíceis, auxiliando o processo fisiológico de involução uterina, sendo aplicada na abordagem de sintomas hemorrágicos em casos de aborto incompleto ou de subinvolução. Fora do âmbito da obstetrícia, é relevante quando a gestão de sintomas a curto prazo é adequada num contexto de diagnóstico, auxiliando no processo especializado de diagnóstico da Angina de Prinzmetal (Angina de Variante).

Facto Rápido: Alívio para a Hemorragia Excessiva e Tónus Uterino Inadequado

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade da População e Contraindicações

O perfil regulamentar oficial da ergometrina define rigorosamente as populações de doentes que podem e não podem utilizar o medicamento. O uso é, geralmente, permitido apenas em mulheres adultas após a expulsão completa da placenta ou durante cuidados pós-aborto para a gestão de hemorragia uterina. O uso antes da expulsão da placenta é contraindicado.


Proibições Absolutas (Contraindicações)

A ergometrina é contraindicada (proibida) em doentes com hipersensibilidade conhecida aos alcaloides do ergot e naqueles com condições graves pré-existentes, incluindo hipertensão, pré-eclâmpsia/eclâmpsia (toxémia), doença cardíaca grave ou doença vascular oclusiva. O medicamento também não deve ser utilizado em casos de insuficiência hepática ou renal grave, ou durante quadros de sépsis grave ou persistente.


Idade e Estado Reprodutivo

A ergometrina é contraindicada durante a gravidez devido à sua potente atividade uterotónica. O uso repetido é também contraindicado durante a amamentação. A segurança e eficácia não foram estabelecidas em doentes pediátricos. Para adultos idosos, recomenda-se uma seleção de dose e utilização cautelosas, refletindo a maior frequência de diminuição da função orgânica nesta população.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil regulamentar oficial da ergometrina foca-se em interações que alteram significativamente a sua concentração plasmática ou que potenciam os seus efeitos farmacológicos, conforme descrito na rotulagem governamental.

Combinações Contraindicadas e de Alto Risco

A coadministração com inibidores potentes da CYP3A4 é formalmente contraindicada devido à via metabólica do fármaco. Estes inibidores, que incluem inibidores específicos da protease do VIH, antibióticos macrólidos (como a eritromicina) e antifúngicos azóis, aumentam significativamente a concentração sérica da ergometrina. Esta exposição elevada acarreta um risco documentado de toxicidade grave pelo ergot, caracterizada por vasoespasmo periférico.

Interações Farmacodinâmicas

A ação potente deste medicamento exige precaução com produtos coadministrados que partilhem efeitos semelhantes. A rotulagem indica um risco de vasoconstrição aditivo com outros alcaloides ou derivados do ergot e com triptanos (por exemplo, sumatriptano). Da mesma forma, os simpaticomiméticos e os bloqueadores beta podem potenciar a ação vasopressora, aumentando o risco de hipertensão grave. O efeito uterotónico é potenciado pelas prostaglandinas e seus análogos (como a ocitocina), uma interação farmacodinâmica documentada. Inversamente, os anestésicos por inalação (como o halotano) podem diminuir o efeito uterotónico.

Modificação da Exposição

Além dos inibidores da CYP3A4, está documentado que os indutores da CYP3A4 (por exemplo, rifampicina) reduzem a exposição plasmática da ergometrina, diminuindo potencialmente a sua eficácia clínica. A rotulagem refere ainda que o sumo de toranja pode atuar como um inibidor mais fraco da CYP3A4, com potencial para aumentar a exposição à ergometrina. As restrições são definidas pela proibição ou pela necessidade de evitar a combinação, uma vez que não são indicados requisitos obrigatórios de separação temporal nas rotulagens oficiais.

Mecanismo de ação

A ergometrina, um alcaloide do ergot, atua como um agonista parcial em recetores específicos acoplados à proteína G, presentes nas células do músculo liso uterino. Os principais alvos biológicos envolvidos são os recetores serotoninérgicos 5-HT 2A e os recetores alfa1-adrenérgicos.

A interação da ergometrina com estes recetores inicia uma cascata intracelular que leva ao aumento dos níveis de cálcio citosólico nas células miometriais (células do músculo uterino). Este evento bioquímico resulta num aumento prolongado da atividade contrátil do útero, caracterizado por períodos de contração sustentada e pela elevação do tónus muscular.

Esta modulação fisiológica ao nível do sistema tem um impacto seletivo em toda a musculatura uterina, incluindo o segmento inferior do útero. O tónus miometrial elevado e sustentado que daí resulta é a consequência fisiológica fundamental que estimula e facilita o processo de involução uterina.

Informações sobre dosagem e administração

Vias de Administração e Esquema Posológico

A ergometrina (maleato de metilergonovina) é administrada de acordo com um protocolo altamente estruturado que envolve duas fases principais: uma injeção inicial para um efeito imediato e um regime oral de curta duração para continuidade. O medicamento está oficialmente disponível como solução injetável e em comprimidos.

Vias de Administração e Formas

Via de Administração Forma Padrão Contexto de Utilização Principal
Injeção Intramuscular (IM) Solução de 0,2 mg Dose inicial de rotina
Injeção Intravenosa (IV) Solução de 0,2 mg Restrita a situações de emergência
Via Oral Comprimido de 0,2 mg Continuação da terapia após a fase aguda

Protocolo de Utilização Oficial e Dosagem

A utilização da injeção está estritamente condicionada ao momento clínico, sendo tipicamente administrada imediatamente após o nascimento do bebé ou a expulsão da placenta. A dose inicial padrão é de 0,2 mg (ou 200 microgramas) por via IM. Esta dose pode ser repetida, se necessário, em intervalos de 2 a 4 horas, até um máximo de cinco doses por via parenteral.

A administração intravenosa, quando necessária, deve ser executada lentamente — num período não inferior a 60 segundos — e é frequentemente realizada após diluição. Após a fase aguda, o tratamento continua com a forma oral, tipicamente com uma dose de 0,2 mg, três ou quatro vezes ao dia. A duração total deste regime oral está limitada a um máximo de uma semana.

Para populações específicas, a seleção da dose para adultos idosos deve ser cautelosa, iniciando-se frequentemente no limite inferior do intervalo estabelecido. As informações oficiais indicam que a segurança e a eficácia não foram estabelecidas para o uso pediátrico.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação: Visão Geral dos Estudos sobre a Ergometrina

Evidência na Prevenção da Hemorragia Excessiva Após o Parto (HPP)

A ergometrina foi estudada na sua utilização em investigações que exploram a forma como os sintomas evoluem ao longo do tempo em relação a hemorragias graves que podem ocorrer imediatamente após o parto. Os investigadores realizaram diversos Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e Revisões Sistemáticas para investigar a sua utilização proativa durante o parto. Estes estudos mediram resultados como o volume de perda de sangue, avaliaram o tónus do útero e monitorizaram a taxa de intervenções médicas adicionais necessárias. As populações incluíram mulheres submetidas a parto vaginal ou a cesariana.

Os estudos reportaram padrões relacionados com as medições do tónus uterino após a administração. Os ensaios monitorizaram e reportaram medições de perda de sangue nas populações observadas que receberam o fármaco em comparação com outros grupos. Os estudos monitorizaram e documentaram a taxa de intervenções médicas adicionais necessárias nas populações observadas. Apesar do volume de investigação, certos aspetos permanecem incertos. A dose específica e o método de administração do medicamento variaram entre os diferentes estudos. Além disso, os períodos de acompanhamento foram limitados e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos.

Evidência no Tratamento da Hemorragia Pós-Parto (HPP) Ativa

A ergometrina também foi avaliada em estudos realizados durante períodos de elevada atividade sintomática, especificamente em mulheres que já apresentavam hemorragia grave e ativa devido a uma contração uterina deficiente (atonia) após o parto. A investigação inclui ECA e Estudos Observacionais. Os estudos exploraram os resultados focando-se na documentação do estado de hemorragia ativa e no tempo observado até ser alcançada a hemostase (interrupção do fluxo sanguíneo). Os dados revelam padrões relacionados com a utilização do fármaco em contextos de hemorragia, com estudos a reportar observações relativas ao tempo monitorizado até que o estado de hemorragia ativa se alterasse após a administração. Uma limitação fundamental reside no facto de as restrições éticas limitarem a realização de ensaios controlados por placebo para tratamento ativo.

Aspetos Incertos na Investigação sobre a Ergometrina

Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, especialmente para subgrupos específicos de mulheres de alto risco. Existe uma reconhecida heterogeneidade (variabilidade) na forma como os estudos foram conduzidos, incluindo as doses específicas utilizadas e a forma como os resultados, como a perda de sangue, foram medidos. Em alguns contextos, verifica-se uma falta de evidência comparativa. A investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante, uma vez que os resultados dos estudos refletem as condições específicas sob as quais foram realizados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Ergometrina (FAQ)

P: Para que é utilizado o maleato de ergometrina imediatamente após o parto?

Os documentos regulamentares indicam que a ergometrina é utilizada principalmente após o nascimento para controlar ou prevenir a hemorragia pós-parto (HPP). A HPP caracteriza-se por uma perda de sangue excessiva após o parto. O medicamento ajuda ao promover uma contração firme do útero, o que comprime os vasos sanguíneos e auxilia na gestão da hemorragia. As informações oficiais do produto confirmam a sua função na gestão aguda após o parto ou em casos de aborto.

P: A ergometrina existe apenas na forma de injeção?

A ergometrina está disponível como solução injetável, que é a sua forma mais comum e de ação imediata, especialmente em contextos de cuidados urgentes. No entanto, as informações regulamentares indicam que algumas formulações podem também estar disponíveis em comprimidos, dependendo do produto específico e da região geográfica. A escolha da formulação adequada é uma decisão tomada pelo profissional de saúde prescritor.

P: A ergometrina é utilizada durante o trabalho de parto ou apenas depois?

De acordo com as informações oficiais do produto, a ergometrina habitualmente não é administrada durante a primeira ou segunda fases do trabalho de parto. A sua utilização principal ocorre imediatamente após a saída do bebé (a terceira fase do trabalho de parto) ou após um aborto. Este momento de administração deve-se à ação pretendida do fármaco de contrair o útero para ajudar a prevenir ou tratar a hemorragia pós-parto.

P: Com que rapidez começa a ergometrina a fazer efeito?

Quando administrada por via intravenosa (na veia), a ergometrina começa a atuar muito rapidamente, geralmente no espaço de um minuto. Quando administrada por via intramuscular (no músculo), o efeito é também célere, iniciando-se habitualmente entre 2 a 5 minutos. As informações oficiais indicam que este início de ação rápido justifica a sua utilização prevista no controlo da hemorragia pós-parto.

P: Pode a ergometrina ser utilizada se eu tiver tensão arterial alta (hipertensão)?

Os documentos regulamentares listam a tensão arterial elevada preexistente, ou hipertensão, como um fator importante que deve ser considerado antes da utilização da ergometrina. Uma vez que a ergometrina pode causar a constrição dos vasos sanguíneos, poderá elevar ainda mais a tensão arterial. Devido a este risco, as informações oficiais do produto classificam a hipertensão grave ou não controlada como uma condição onde o medicamento é, geralmente, contraindicado.

P: Qual é a utilização específica da ergometrina em casos de aborto incompleto?

A ergometrina é utilizada após um aborto incompleto para ajudar o útero a expelir totalmente quaisquer restos do produto da conceção. Ao provocar contrações uterinas fortes, o fármaco visa auxiliar na limpeza do útero e ajudar a controlar a hemorragia associada. Esta aplicação está especificamente documentada nas informações regulamentares oficiais do medicamento.

P: A ergometrina causa cólicas uterinas ou dor?

Como o principal objetivo da ergometrina é provocar contrações fortes e vigorosas do útero, a ocorrência de cólicas e dor é um efeito muito comum. Estas cólicas são uma manifestação frequente da ação do fármaco para contrair o útero e controlar a hemorragia. Os documentos regulamentares listam a dor abdominal e as contrações uterinas como efeitos comuns sentidos pela doente.

P: É seguro amamentar após receber ergometrina?

Segundo as informações oficiais do produto, sabe-se que uma pequena quantidade de ergometrina passa para o leite materno. Embora os seus potenciais efeitos no lactente sejam geralmente considerados baixos quando utilizada de forma aguda, as fontes regulamentares sugerem uma abordagem de precaução. A decisão de amamentar é tomada pelo profissional de saúde, que considera as necessidades da mãe e a potencial exposição do lactente.

Como Ergometrine deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar a Ergometrina

O armazenamento da ergometrina é definido por requisitos regulamentares rigorosos relativos à temperatura e à sensibilidade à luz.

Requisito de Armazenamento Condição Oficial
Temperatura Conservar a solução injetável no frigorífico, habitualmente entre 2°C e 8°C. Não congelar.
Proteção Manter o produto na embalagem de origem e proteger da luz em todos os momentos, uma vez que a substância ativa escurece com a exposição.
Verificação de Estabilidade Não utilizar a injeção se esta apresentar alterações na cor ou contiver partículas em suspensão; a descoloração indica a deterioração do fármaco.
Segurança Infantil Armazenar o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Nota de Manuseamento Armazenar a solução injetável separadamente de medicamentos destinados a uso neonatal para evitar possíveis confusões.

Instruções para Eliminação

A ergometrina não utilizada ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminada de acordo com os regulamentos locais para resíduos farmacêuticos. O produto não deve ser depositado no lixo doméstico nem vertido em águas residuais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Ergometrine encontrado em:

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