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Epileptal

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Epileptal

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Método de ação: Anticonvulsant, Antiepileptic

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Epileptal

Propriedade Descrição
Princípio ativo Levetiracetam
Forma Comprimido (libertação imediata/prolongada), Solução oral, Solução intravenosa
Classe farmacológica Fármaco Antiepiléptico (FAE) / Anticonvulsivante de Segunda Geração
Finalidade geral Estabilização neurológica
Origem Composto sintético

Que Tipo de Medicamento é o Epileptal (Levetiracetam)?

O Epileptal é um medicamento sujeito a receita médica que contém o princípio ativo Levetiracetam, quimicamente definido como o S-enantiómero de alpha -etil-2-oxo-1-pirrolidina-acetamida. Está formalmente categorizado como um fármaco antiepiléptico (FAE), pertencente à classe química das pirrolidinas e reconhecido como um anticonvulsivante de segunda geração. Esta classificação confirma a sua função terapêutica: trata-se de um agente fundamental utilizado para gerir e reduzir a ocorrência de eventos elétricos súbitos e anormais no cérebro. Estudos farmacológicos têm apoiado consistentemente a sua utilidade no controlo da hiperexcitabilidade neuronal, um mecanismo clinicamente reconhecido para a redução da frequência de descargas neurológicas indesejadas. Isto significa que o medicamento está cientificamente comprovado na ajuda à estabilização da atividade nervosa, prevenindo a sobrestimulação cerebral.

Composição e Origem: O Levetiracetam é um Composto Sintético?

O Levetiracetam é um composto sintético, derivado como um análogo químico da substância piracetam. Enquanto produto de substância única, o Epileptal contém apenas o Levetiracetam como o seu componente farmacologicamente ativo. Este princípio ativo é incorporado em diferentes preparações farmacêuticas: é utilizado numa matriz sólida para as formas em comprimido e suspendido num veículo líquido aquoso, que inclui vários excipientes inativos, para as soluções líquidas. A disponibilidade de múltiplos formatos, incluindo uma solução líquida oral e uma solução intravenosa (IV), facilita a administração através da via oral principal para a gestão rotineira ou da via intravenosa, que é utilizada quando um doente não pode tomar medicação por via oral ou quando um efeito rápido é clinicamente necessário.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Epileptal?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Esta secção descreve as reações adversas e as características de segurança do Levetiracetam (Epileptal), conforme documentado oficialmente na rotulagem regulamentar das autoridades governamentais.

Reações Adversas Classificadas Oficialmente

As reações adversas são formalmente categorizadas pela sua frequência de ocorrência e pelo sistema fisiológico afetado.

Classificação Exemplos de Reações
Muito Frequentes Sonolência, astenia, tonturas
Frequentes Cefaleias, infeção (ex.: nasofaringite), agressividade, irritabilidade, fadiga, vómitos, diarreia, diminuição do apetite
Raros Lesão renal aguda, diminuição da contagem de células sanguíneas (ex.: neutropenia, pancitopenia)

As reações estão agrupadas em Classes de Sistemas de Órgãos, incluindo Doenças do Sistema Nervoso (sonolência, tonturas) e Perturbações Psiquiátricas (agressividade, ideação e comportamento suicida).

Considerações de Segurança Graves

A rotulagem oficial observa o potencial para várias reações adversas graves. Estas incluem a Ideação e Comportamento Suicida, e reações cutâneas graves e raras, tais como a Síndrome de Stevens-Johnson (SJS), a Necrólise Epidérmica Tóxica (TEN) e a Reação a Fármaco com Eosinofilia e Sintomas Sistémicos (DRESS).

Padrões de Segurança Contextuais

Algumas reações comuns, como a astenia e as tonturas, estão documentadas como ocorrendo predominantemente durante as primeiras semanas de tratamento. Além disso, aplicam-se considerações de segurança específicas a certas populações: são habitualmente necessários ajustes posológicos para indivíduos com insuficiência renal, e foram comunicadas alterações comportamentais com maior frequência em doentes pediátricos do que em adultos.

Os documentos regulamentares enfatizam que o medicamento não deve ser interrompido bruscamente, uma vez que tal aumenta o risco de um incremento na frequência das crises convulsivas.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar para a sobredosagem de Epileptal (Levetiracetam) define os sinais clínicos específicos e a resposta de emergência necessária. Qualquer suspeita de sobredosagem exige assistência médica imediata. Os doentes ou cuidadores devem seguir as orientações oficiais de contactar imediatamente o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) ou o serviço de urgência de um hospital. As manifestações associadas à exposição excessiva envolvem principalmente o Sistema Nervoso Central (SNC):

Manifestações Documentadas
Sonolência, agitação, hostilidade
Ataxia (dificuldade na coordenação de movimentos), convulsões

Os desfechos graves listados nos documentos regulamentares incluem o coma e a depressão respiratória, que são classificados como complicações potencialmente fatais. Este espetro de risco exige uma intervenção de emergência imediata.

Gestão e Considerações sobre a Sobredosagem

Os documentos oficiais referem que não se conhece um antídoto específico para a exposição excessiva ao Levetiracetam. Por conseguinte, a gestão foca-se na prestação de tratamento sintomático e de suporte. As opções de procedimento mencionadas na rotulagem regulamentar incluem a lavagem gástrica, que pode ser considerada pouco depois de uma ingestão aguda recente para remover o fármaco não absorvido. Uma consideração fundamental é que o Levetiracetam é dialisável; pode ser removido da corrente sanguínea através de hemodiálise. Este procedimento pode ser utilizado em casos de sobredosagem grave, particularmente em doentes com função renal comprometida.

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Usos terapêuticos de Epileptal

O que o Epileptal trata: principais utilizações e benefícios

Este medicamento é habitualmente utilizado para ajudar a gerir as crises associadas à epilepsia, que constitui o seu principal domínio terapêutico. O Epileptal é relevante para atenuar sintomas de atividade neurológica aumentada que sejam recorrentes e que interfiram com as atividades da vida quotidiana. É aplicado em diversos contextos, variando desde a monoterapia inicial até à sua utilização como terapêutica adjuvante de suporte em bebés, crianças e adultos.

Gestão da atividade convulsiva e estabilidade

O tratamento é utilizado em condições que apresentam manifestações agudas ou episódicas, incluindo padrões de sintomas característicos de crises de início parcial, os movimentos súbitos das crises mioclónicas e as crises tónico-clónicas generalizadas primárias. O Epileptal é vulgarmente utilizado para ajudar com padrões de sintomas característicos de crises de início parcial (eventos focais). Aplicado em domínios onde é necessário suporte sintomático adicional, este tratamento auxilia na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas criam uma tensão fisiológica percetível.

Benefício terapêutico

Aborda aglomerados de sintomas que se podem tornar intensos ou disruptivos em condições que envolvam manifestações episódicas ou flutuantes, oferecendo um alívio sintomático que ajuda os doentes a lidar de forma mais constante com as flutuações dos sintomas. O tratamento proporciona um alívio de suporte quando os sintomas se tornam temporariamente avassaladores, contribuindo para atenuar a carga sintomática global.


Facto rápido: Alívio para Sintomas Neurológicos Recorrentes O principal benefício reside na gestão de sintomas de atividade neurológica aumentada, podendo auxiliar na gestão da frequência e intensidade de eventos convulsivos disruptivos, além de apoiar o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Epileptal?

Os critérios regulamentares oficiais para a utilização de Epileptal (Levetiracetam) são definidos pela idade, pelo tipo específico de crise e pelo estado fisiológico, particularmente a função renal.

Elegibilidade Populacional e Idade

Classificação Grupo Populacional/Etário Contexto da Restrição (Rotulagem Oficial)
Contraindicado Doentes com hipersensibilidade conhecida ao Levetiracetam ou a qualquer derivado da pirrolidona. Contraindicação absoluta de utilização.
Utilização Estabelecida Adultos e adolescentes (com idade ≥ 16 anos) para monoterapia de crises de início focal. Aprovado como tratamento inicial.
Utilização Estabelecida Lactentes a partir de 1 mês de idade para terapêutica adjuvante de crises de início focal. A idade mínima varia consoante a indicação específica.
Não Recomendado Lactentes com menos de 1 mês na maioria das indicações. A segurança e eficácia não foram formalmente estabelecidas.

Restrições Baseadas em Condições Clínicas

A utilização de Epileptal é condicional em doentes com compromisso da função renal, uma vez que os rins eliminam o medicamento. A elegibilidade requer uma redução individualizada da dose com base no grau de insuficiência renal (ex.: doença renal grave ou em fase terminal) para manter uma utilização segura. A utilização em idosos (com idade ≥ 65 anos) é permitida, mas exige precaução devido à probabilidade de declínio da função renal associado à idade. No contexto de insuficiência hepática grave, a elegibilidade é restrita, recomendando-se uma redução da dose se a condição hepática grave for acompanhada de compromisso renal. Relativamente à gravidez e amamentação, a utilização apenas é permitida se a avaliação oficial de risco-benefício determinar que o benefício potencial justifica o risco potencial para o feto ou para o lactente.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Levetiracetam (Epileptal) documenta um baixo potencial de interações farmacocinéticas metabólicas, uma vez que o fármaco é maioritariamente eliminado por hidrólise enzimática e excreção renal, e não através do principal sistema enzimático do fígado, o Citocromo P450. Isto significa que, geralmente, o Levetiracetam não altera as concentrações plasmáticas de muitos medicamentos administrados concomitantemente, incluindo contracetivos orais, Digoxina e Varfarina.

Contudo, outras substâncias podem afetar a exposição do próprio organismo ao Levetiracetam. A coadministração com medicamentos antiepiléticos indutores enzimáticos, como a Carbamazepina, está documentada como aumentando a eliminação aparente do Levetiracetam, levando a uma redução da concentração do fármaco. Inversamente, a coadministração de Probenecida documenta uma diminuição da eliminação renal do principal metabolito inativo do fármaco (ucb L057), sem afetar a eliminação da substância ativa original.

Existe uma restrição temporal específica para o laxante osmótico Macrogol que, devido a relatos de redução de eficácia, não deve ser tomado por via oral durante uma hora antes e uma hora depois da administração de Levetiracetam. Além disso, embora a extensão da absorção não seja alterada pelos alimentos, a rotulagem oficial desaconselha a combinação de Levetiracetam com álcool, visto que a coadministração pode aumentar o risco de efeitos secundários no Sistema Nervoso Central, como a sonolência. Refira-se que a eliminação está dependente da função renal, o que constitui uma consideração documentada para populações com compromisso da função renal.

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Mecanismo de ação

O Epileptal atua através da modulação de dois alvos moleculares principais que são fundamentais para a regulação da excitabilidade neuronal. A sua ação inicial envolve uma ligação de elevada afinidade à glicoproteína 2A das vesículas sinápticas (SV2A), uma proteína transmembranar que se encontra nas terminações pré-sinápticas. Pensa-se que este tipo de interação limite a mobilidade e a libertação subsequente de vesículas de neurotransmissores sinápticos.

Simultaneamente, o composto atua nos canais de sódio (Na^+) dependentes da voltagem. O Epileptal estabiliza o canal no seu estado inativado, uma modulação de via que restringe o início e a propagação de descargas neuronais repetitivas de alta frequência. Esta cascata mecanística dupla — que reduz a libertação de neurotransmissores através da SV2A e inibe a despolarização sustentada através do bloqueio dos canais de Na^+ — culmina na consequência fisiológica sistémica de uma atividade elétrica estabilizada no sistema nervoso central (SNC). A ação global mantém um equilíbrio regulado entre a neurotransmissão excitatória e a inibitória.

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Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração: Epileptal

A utilização de Epileptal requer uma adesão rigorosa ao esquema posológico e ao plano de titulação prescritos. Este medicamento é administrado por via oral, uma vez por dia, e pode ser tomado com ou sem alimentos. Os doentes devem engolir os comprimidos inteiros com líquidos; os comprimidos não devem ser esmagados nem mastigados.

Protocolo de Dosagem e Titulação (Adultos)

O tratamento deve ser iniciado com uma dose baixa e aumentado gradualmente ao longo de um período mínimo de 10 semanas, de acordo com o seguinte cronograma, concebido para minimizar riscos:

Intervalo de Semanas Dose (Uma vez por dia)
Semanas 1–2 12,5 mg
Semanas 3–4 25 mg
Semanas 5–6 50 mg
Semanas 7–8 100 mg
Semanas 9–10 150 mg
Semana 11 e seguintes 200 mg (Manutenção Recomendada)

A dose pode ser aumentada acima dos 200 mg através de incrementos de 50 mg, uma vez por dia, a cada duas semanas, até uma dose máxima diária de 400 mg.


Condições Especiais de Administração

  • Preparação: Se um doente não conseguir engolir o comprimido inteiro, este pode ser triturado e misturado com 25 mL de água num copo e tomado imediatamente por via oral ou administrado através de uma sonda nasogástrica.
  • Insuficiência Hepática: Para doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada, a dose máxima recomendada é de 200 mg, uma vez por dia.
  • Dose Esquecida: No caso de se esquecer de uma dose, deve tomar uma dose única assim que se lembrar. Se estiver quase na hora da próxima dose programada, deve saltar a dose esquecida e continuar o esquema regular. Não deve tomar uma dose dupla para compensar uma dose esquecida. Se falhar mais do que uma dose, deve consultar um profissional de saúde.
  • Descontinuação: Ao interromper o Epileptal, a dose deve ser reduzida gradualmente ao longo de um período de, pelo menos, duas semanas, para evitar efeitos de descontinuação.
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Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos recentes têm reforçado o papel de fármacos antiepiléticos no controlo de crises focais e generalizadas, focando-se na eficácia a longo prazo e na tolerabilidade dos tratamentos. A evidência atual sublinha que a gestão da epilepsia beneficia significativamente de abordagens personalizadas, onde a monitorização da concentração plasmática do medicamento ajuda a otimizar os resultados terapêuticos e a minimizar efeitos secundários.

Investigações em contextos reais de prática clínica demonstram que a adesão rigorosa ao tratamento é um fator determinante para a redução da frequência de crises. Dados observacionais indicam que doentes que mantêm regimes de toma consistentes apresentam uma melhoria substancial na qualidade de vida e uma redução nas taxas de hospitalização relacionadas com eventos convulsivos. Além disso, a análise de subgrupos sugere que fatores como a idade, o peso e a função renal devem ser considerados para ajustar as dosagens de forma segura.

A evidência também destaca a importância de avaliar as comorbilidades associadas, como a ansiedade e a depressão, que são frequentes em doentes com epilepsia refratária. Estudos recentes mostram que o controlo eficaz das crises através de medicação adequada pode ter um impacto positivo indireto na saúde mental dos pacientes. O foco da investigação atual continua a ser a identificação de biomarcadores que permitam prever a resposta individual a cada fármaco, garantindo que o tratamento seja o mais preciso possível.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Epileptal (FAQ)


P: Com que rapidez se pode esperar que o Epileptal comece a atuar?

De acordo com as informações oficiais sobre o produto para a forma de libertação imediata, o medicamento atinge a sua concentração máxima no organismo cerca de uma hora após uma dose oral. As concentrações em estado de equilíbrio, onde a ingestão do fármaco se equilibra com a eliminação, são geralmente observadas após cerca de dois dias de administração consistente.


P: É normal sentir algum cansaço ao iniciar o Epileptal?

Os documentos oficiais descrevem a sonolência e a fadiga como efeitos secundários muito comuns. Os estudos demonstram que estes efeitos estão documentados como ocorrendo predominantemente durante as primeiras semanas de tratamento, indicando que se trata de uma ocorrência comum durante o período inicial da terapêutica.


P: Existem alimentos ou bebidas a evitar durante a utilização de Epileptal?

Tomar o medicamento com alimentos não altera a quantidade de fármaco absorvida pelo organismo. No entanto, a rotulagem oficial desaconselha a combinação do medicamento com álcool. Isto deve-se ao facto de o consumo de álcool poder aumentar o risco de efeitos secundários no sistema nervoso central, como tonturas e sonolência.


P: O Epileptal é seguro para utilizar durante a gravidez?

A utilização durante a gravidez é ponderada. Os documentos regulamentares oficiais referem que o medicamento apenas é permitido se uma avaliação de risco-benefício determinar que o benefício potencial para a mãe justifica o risco potencial para o feto. Esta avaliação deve ser realizada numa base individualizada.


P: O Epileptal é seguro para ser utilizado por crianças?

O medicamento está aprovado para utilização adjuvante em bebés a partir de 1 mês de idade para tipos específicos de crises. No entanto, os documentos regulamentares observam que foram comunicadas anomalias comportamentais e sintomas psicóticos com maior frequência em crianças e adolescentes do que em adultos.


P: A toma de Epileptal afeta a minha capacidade de conduzir?

A rotulagem oficial contém um aviso de que a operação de máquinas ou a condução devem ser evitadas até que o indivíduo compreenda como o medicamento o afeta, devido ao risco de sonolência e tonturas. Esta precaução baseia-se no potencial de os efeitos secundários comuns prejudicarem o estado de alerta.


P: O que acontece se falhar uma dose de Epileptal?

As informações oficiais indicam que, se falhar mais do que uma dose, deve ser consultado um profissional de saúde. Isto deve-se ao facto de a interrupção súbita do medicamento ou a falha de múltiplas doses aumentar o potencial de efeitos de privação, incluindo um aumento da frequência de crises.


P: Quanto tempo permanece o Epileptal no sistema após a sua interrupção?

O tempo necessário para que metade do medicamento seja eliminado, conhecido como semivida, é de aproximadamente 7 horas em adultos. A eliminação pode demorar mais tempo em doentes idosos ou em indivíduos com função renal comprometida.


P: O Epileptal tem efeito na função renal ou hepática?

O medicamento é eliminado principalmente pelos rins e os documentos regulamentares registam um risco raro de lesão renal aguda. Embora sejam necessários ajustes na dose para indivíduos com compromisso renal pré-existente, o fármaco não requer tipicamente ajuste posológico apenas por compromisso hepático ligeiro a moderado.


P: Existem vitaminas ou suplementos específicos que interajam com o Epileptal?

Não existem interações formais listadas com a maioria das vitaminas comuns. No entanto, suplementos ou produtos fitoterápicos que causem sedação devem ser utilizados com cautela. Recomenda-se a consulta de um profissional de saúde antes de combinar o medicamento com qualquer novo produto, uma vez que interações específicas não foram totalmente estudadas.


P: O Epileptal pode causar problemas de concentração?

Embora a dificuldade de concentração nem sempre esteja listada como um efeito secundário direto, os documentos oficiais confirmam reações adversas comuns como sonolência, fadiga e dificuldades de coordenação. Estes tipos de efeitos secundários podem levar indiretamente a problemas de atenção e concentração.


P: E se o Epileptal parecer não estar a funcionar no meu caso?

A eficácia do medicamento é avaliada através de um processo de ajuste gradual até à dose diária máxima estabelecida nos documentos oficiais. A persistência de crises na dose máxima estabelecida pode indicar a necessidade de reavaliar o plano de tratamento.


P: O Epileptal tem de ser tomado para sempre?

O Epileptal é prescrito para gerir os sintomas neurológicos de condições crónicas como a epilepsia. Por esta razão, as informações oficiais indicam que o medicamento faz tipicamente parte de um plano de tratamento a longo prazo.


P: Existem efeitos secundários de longo prazo associados ao Epileptal?

O perfil de segurança está bem documentado a partir de ensaios de curto prazo. No entanto, os dados regulamentares observam que os períodos de acompanhamento nos estudos aleatorizados mais definitivos foram limitados. Consequentemente, as informações relativas aos riscos a longo prazo permanecem sujeitas a recolha de dados adicionais.


P: O Epileptal pode causar aumento ou perda de peso?

A análise dos dados de ensaios clínicos sugere que o tratamento não está associado a alterações significativas no peso corporal. O fármaco é frequentemente considerado neutro em termos de peso com base nestes estudos.


P: Que tipo de alterações mentais ou efeitos secundários no humor estão associados ao Epileptal?

Os avisos oficiais referem o potencial para efeitos secundários psiquiátricos. Estas anomalias comportamentais podem incluir agressividade, irritabilidade, depressão, ansiedade, hostilidade e, em casos raros, sintomas psicóticos ou ideação e comportamento suicida.


P: Porque é que o Epileptal é por vezes comparado com outros medicamentos para a epilepsia?

O Epileptal é classificado quimicamente como um fármaco antiepilético de segunda geração. É frequentemente comparado com medicamentos mais antigos porque possui um mecanismo de ação único e um perfil de interação medicamentosa distinto, particularmente a sua baixa dependência do principal sistema enzimático hepático.


P: Existe uma versão genérica de Epileptal disponível?

Sim, a substância ativa contida no medicamento é o Levetiracetam, que está disponível sob a forma genérica aprovada.


P: Como é que o Epileptal afeta a qualidade do sono?

O efeito mais comum no ciclo do sono é a sonolência ou a fadiga, que é uma reação adversa que ocorre frequentemente no início do tratamento.


P: Os estudos mostram que o Epileptal é eficaz para todos os tipos de crises?

Estudos e aprovações regulamentares apoiam a sua eficácia na gestão de crises de início parcial, crises mioclónicas e crises tónico-clónicas generalizadas primárias. O medicamento não está aprovado para todos os tipos de crises conhecidos.


P: Onde posso encontrar informações oficiais e fiáveis sobre o Epileptal?

Informações oficiais fiáveis podem ser encontradas em documentos emitidos por entidades governamentais e agências reguladoras de saúde, bem como em guias para doentes publicados por institutos nacionais de saúde.


P: É necessário fazer análises ao sangue enquanto se toma Epileptal?

O medicamento pode, raramente, causar anomalias hematológicas, que são alterações nas contagens de células sanguíneas. Consequentemente, pode ser realizada uma monitorização, como análises ao sangue, para verificar a existência destas alterações.


P: É seguro utilizar produtos fitoterápicos enquanto se toma Epileptal?

As orientações regulamentares sugerem cautela antes de combinar o medicamento com quaisquer produtos fitoterápicos, uma vez que o potencial de interações entre o fármaco e produtos à base de plantas não regulamentados não foi totalmente estabelecido.


P: Qual é a diferença entre as formas de libertação imediata e de libertação prolongada do Epileptal?

A forma de libertação imediata é absorvida rapidamente e pode ser tomada com maior frequência. A forma de libertação prolongada é tipicamente tomada uma vez por dia e é concebida para libertar o medicamento lentamente, ajudando a manter níveis de medicação mais constantes durante um período mais longo.


P: O Epileptal pode afetar o ritmo cardíaco ou a tensão arterial?

A reação adversa cardiovascular mais comum comunicada na documentação oficial é um aumento da tensão arterial diastólica. Este efeito foi especificamente observado em estudos que envolveram bebés e crianças.


P: Porque é que algumas pessoas precisam de tomar vários medicamentos para as crises em vez de apenas Epileptal?

O medicamento está aprovado como uma terapia adjuvante para certos tipos de crises. Isto significa que é destinado a ser utilizado com outros medicamentos para crises, a fim de obter o melhor controlo possível das mesmas.


P: Qual é o risco de dependência ou vício com o Epileptal?

O medicamento não está classificado como uma substância controlada e os estudos sugerem que não acarreta risco de dependência ou vício.

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Como Epileptal deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Epileptal (Levetiracetam)

Esta secção descreve as regras obrigatórias para a conservação e eliminação do Levetiracetam, conforme documentado na rotulagem regulamentar oficial.

Requisitos de Conservação

O medicamento deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 20°C e os 25°C. A conservação deve ser feita longe do calor excessivo, da luz e da humidade.

Todas as formas do produto devem ser mantidas na embalagem original e com a tampa bem fechada. O medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças e as tampas de segurança devem estar devidamente fechadas.

As soluções intravenosas diluídas devem ser utilizadas ou rejeitadas num prazo de quatro horas quando conservadas à temperatura ambiente controlada.

Instruções de Eliminação

A eliminação deve seguir a hierarquia regulamentar oficial. O método preferencial consiste na utilização de um programa de recolha de medicamentos, como os pontos de recolha em farmácias. Caso este não esteja disponível, o medicamento fora de validade ou não utilizado deve ser misturado com uma substância indesejável, selado num recipiente e colocado no lixo doméstico. O produto intravenoso não utilizado deve ser eliminado imediatamente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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Equivalente a Epileptal encontrado em:

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