Epigen intim

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Epigen intim

Forma selecionada

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Epigen intim

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Ácido Glicirrizínico (Forma ativada)
Forma Spray Íntimo (solução em aerossol) ou Gel de Higiene Íntima
Classe farmacológica Agente Antiviral, Imunomodulador, Agente de Higiene Local
Uso comum Higiene íntima geral e suporte do conforto
Origem Derivado de origem natural (Extrato de raiz de alcaçuz)

O que é o Epigen intim e qual a sua Classificação Primária?

O EPIGEN intim é uma preparação tópica especializada de Ácido Glicirrizínico destinada ao uso externo nas mucosas íntimas. É classificado como um produto médico de base natural com uma dupla função, sendo reconhecido como Agente Antiviral e Agente de Higiene Local. A formulação é clinicamente reconhecida pelas suas propriedades imunomoduladoras, fundamentadas em estudos farmacológicos. Esta classificação especializada distingue o produto dos cuidados de higiene cosmética comuns, permitindo-lhe oferecer tanto uma limpeza rotineira como uma ação de suporte direcionada. A sua aplicação está estritamente restrita à via tópica, assegurando uma ação focada no local de utilização.


Composição, Origem e Formas Disponíveis

O principal componente ativo do EPIGEN intim é o Ácido Glicirrizínico na sua forma ativada, um derivado padronizado extraído do extrato de raiz de alcaçuz, confirmando assim a sua origem natural. Esta preparação consiste num produto combinado que integra uma matriz de ácidos orgânicos, incluindo o Ácido Lático, o Ácido Málico e o Ácido Fumárico. Uma característica diferenciadora fundamental é a sua composição sem sabão e sem corantes, visando minimizar o risco de irritação. O EPIGEN intim está disponível em dois formatos principais de aplicação externa: um Spray Íntimo (solução em aerossol) e um Gel de Higiene Íntima, oferecendo opções flexíveis para a manutenção diária ou cuidados de suporte, adequadas tanto para mulheres como para homens.


Qual é o Objetivo Geral do Epigen intim?

O objetivo geral do EPIGEN intim é promover uma higiene íntima abrangente e um conforto persistente. O mecanismo da formulação proporciona uma ação protetora direcionada, ao desencorajar a multiplicação local de certos microrganismos, enquanto os componentes de ácidos orgânicos apoiam ativamente a microflora natural da zona. Esta combinação de ações fisiológicas auxilia na manutenção da saúde e integridade das mucosas íntimas, ajudando-as a permanecerem resilientes perante fatores externos e suavizando desconfortos comuns, tais como a irritação generalizada que pode surgir após a utilização de agentes químicos agressivos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Epigen intim?

Efeitos Secundários Possíveis e Informação de Segurança

O perfil de segurança do EPIGEN intim, uma preparação tópica contendo Ácido Glicirrizínico, é definido pela ocorrência de reações locais no local de aplicação. Isto reflete a ação local pretendida pelo produto e a sua absorção sistémica mínima, baseando-se nas avaliações gerais de segurança para o uso tópico deste princípio ativo.


Listagem Oficial de Reações Adversas

As principais reações adversas oficialmente associadas à aplicação tópica de Ácido Glicirrizínico enquadram-se nas categorias gerais de reações cutâneas e dos tecidos locais. Estas são, por norma, ligeiras e localizadas.

Classificação Reação Adversa Classe de Sistemas de Órgãos
Frequência Desconhecida (A frequência não está definida na rotulagem oficial) N/A
Comum/Esperada Irritação Cutânea local, Vermelhidão (Eritema), Prurido (Comichão) Afeções cutâneas e tecidos subcutâneos
Restrição de Segurança Hipersensibilidade ou Alergia a qualquer componente Doenças do sistema imunitário

Reações Adversas Graves e Segurança Sistémica

Não estão documentadas reações adversas sistémicas graves (tais como hipertensão arterial ou hipocalemia) para a via de administração tópica em fontes oficiais. Estes efeitos sistémicos graves estão associados exclusivamente ao consumo oral de doses elevadas de compostos derivados do alcaçuz e não são relevantes para a aplicação local do EPIGEN intim.


Considerações de Segurança para Populações Especiais

Os documentos oficiais para a preparação tópica não citam atualmente avisos de segurança específicos para o uso em populações especiais, incluindo grávidas, mulheres em período de amamentação, idosos ou doentes com insuficiência hepática ou renal. A principal limitação de segurança permanece a existência de uma alergia conhecida a qualquer um dos componentes do produto.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial para a sobredosagem de Epigen intim foca-se no potencial de efeitos sistémicos graves associados à exposição excessiva ao seu ingrediente ativo, o Ácido Glicirrizínico. Embora o produto se destine a uso tópico, o uso indevido massivo ou a ingestão acidental de doses elevadas pode levar a uma síndrome toxicológica reconhecida chamada pseudo-hiperaldosteronismo.

As manifestações clínicas documentadas mais graves incluem o desequilíbrio eletrolítico crítico, especificamente a hipocaliemia (níveis anormalmente baixos de potássio no sangue) e a hipertensão (pressão arterial elevada) com retenção de sódio e água. Este desequilíbrio pode evoluir para desfechos cardiovasculares potencialmente fatais, incluindo arritmias ventriculares, prolongamento do intervalo QTc e o risco de morte cardíaca súbita.

Os documentos oficiais referem que indivíduos com antecedentes de hipertensão arterial ou doença renal podem apresentar um risco acrescido. É necessária assistência médica imediata ao observar quaisquer sintomas graves, tais como fraqueza muscular ou batimentos cardíacos irregulares. Contacte imediatamente os serviços de emergência se estiverem presentes sinais de risco de vida.

A gestão consiste num tratamento sintomático e de suporte, envolvendo a interrupção da utilização do produto e medidas como a reposição de potássio para estabilizar o doente. Não se conhece nenhum antídoto específico para esta condição.

Usos terapêuticos de Epigen intim

Para que é utilizado o Epigen intim: principais utilizações e benefícios

Esta preparação é considerada relevante em áreas onde é necessário um suporte sintomático adicional, abordando condições associadas ao Vírus do Papiloma Humano (HPV), incluindo Verrugas Anogenitais e Lesões Cervicais de Baixo Grau (CIN 1). Por exemplo, evidência científica sugere que este ingrediente pode ser relevante para suavizar a manifestação clínica das lesões de HPV. O produto oferece um benefício de suporte que ajuda a aliviar o impacto global destas manifestações persistentes e pode auxiliar na gestão de padrões de sintomas recorrentes.

É frequentemente utilizado em condições que apresentam manifestações recorrentes ou episódicas de Candidíase Vulvovaginal e Vaginose Bacteriana, a par da Vaginite Não Específica geral. O produto ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se disruptivos, tais como o prurido (comichão), a sensação de ardor, a secura da mucosa e o odor desagradável. “Proporciona um alívio de suporte que ajuda os pacientes a lidar de forma mais equilibrada com as flutuações dos sintomas.” O Epigen intim é também aplicado em contextos clínicos que envolvem cuidados pós-procedimento após tratamentos como a criodestruição, e como higiene protetora diária tanto para mulheres como para homens. Este uso contribui para a manutenção de uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais percetíveis e ajuda a melhorar o conforto quotidiano durante os períodos sintomáticos.


Facto Rápido: Relevante para suavizar o Desconforto Localizado


Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar Epigen intim — informações regulamentares oficiais

Esta secção define a elegibilidade e a não elegibilidade oficial da população para o Epigen intim, baseando-se estritamente na documentação regulamentar governamental para esta classe de produtos tópicos.

Categoria Estatuto Regulamentar Oficial
Populações para as quais o uso é permitido Mulheres Adultas e Homens Adultos são as populações estabelecidas para a utilização tópica desta preparação.
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com hipersensibilidade conhecida ou alergia à substância ativa, o Ácido Glicirrizínico, ou a qualquer outro componente da formulação em spray ou gel.
Regras de elegibilidade relacionadas com a idade A utilização está estabelecida para adultos (18 anos ou mais). A utilização autónoma em doentes pediátricos (crianças) não está, geralmente, estabelecida e é restrita, exigindo que o uso seja feito sob a orientação e supervisão de um médico.
Elegibilidade na gravidez e lactação A preparação é designada em alguns documentos regulamentares como aprovada para utilização durante todos os períodos de gravidez e lactação, confirmando a elegibilidade para estes estados fisiológicos.
Restrições relacionadas com a elegibilidade Pode ser necessária uma utilização condicional para certos doentes imunocomprometidos, uma vez que os dados de segurança abrangentes não estão totalmente estabelecidos para este grupo populacional específico.

Ligação ao perfil de elegibilidade global:

A documentação regulamentar define a elegibilidade ao estabelecer os adultos como a principal população elegível e ao declarar explicitamente a contraindicação absoluta de hipersensibilidade conhecida. Além disso, designa mulheres grávidas e lactantes como elegíveis para utilização, enquanto coloca os grupos pediátricos e imunocomprometidos sob utilização condicional devido a limitações nos dados estabelecidos.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção detalha o perfil de interações oficialmente documentado para o Epigen intim (preparação tópica de Ácido Glicirrizínico), o qual é definido primariamente pela sua administração externa e localizada, bem como pela sua absorção sistémica negligenciável.

Padrões de Interação Documentados

O dado mais relevante é a existência de uma interação farmacodinâmica de natureza aditiva documentada com os Corticosteroides Tópicos. Quando o Epigen intim é administrado em conjunto com esta classe de medicamentos anti-inflamatórios, existe o potencial para um reforço da resposta biológica local no local de aplicação.


Interações Farmacocinéticas e Sistémicas

A baixa exposição sistémica do produto é o fator crítico que estrutura o seu perfil global de interações. As interações habitualmente associadas ao Ácido Glicirrizínico por via oral em doses elevadas — como as que envolvem enzimas de metabolização sistémica (ex.: CYP450) ou transportadores de fármacos — não são classificadas como clinicamente relevantes para a formulação tópica.

Tipo de Interação Estatuto Regulamentar para Uso Tópico
Contraindicações Formais Nenhuma formalmente documentada
Farmacocinética Sistémica (CYP) Sem relevância clínica
Alimentos, Álcool ou Suplementos Sem interações oficialmente documentadas
Requisitos de Temporização Nenhum formalmente documentado

Não estão estipuladas na informação oficial do produto restrições obrigatórias ou regras de intervalo temporal para a coadministração com medicamentos sistémicos, confirmando que os riscos associados à exposição sistémica não se aplicam ao uso local desta preparação íntima.

Mecanismo de ação

Como funciona o Epigen intim: Mecanismo de Ação

O Epigen intim atua através da atividade molecular do Ácido Glicirrizínico Ativado (AGA), que interage com alvos específicos ao nível celular e tecidual, complementada por efeitos na química do microambiente local.

Bloqueio da Montagem e Replicação de Agentes Patogénicos

Este mecanismo envolve a inibição direta por parte do AGA de cinases virais e proteínas específicas necessárias a certos agentes patogénicos (vírus) para completarem com sucesso o seu ciclo de replicação. Ao acionar mecanismos que modificam estas etapas moleculares iniciais, o produto restringe a saída bem-sucedida e a subsequente propagação de partículas virais na zona de aplicação.

Modulação da Sinalização Inflamatória Local

O AGA também ativa mecanismos que influenciam os processos inflamatórios através da inibição da enzima do hospedeiro 11-beta-hidroxiesteroide desidrogenase tipo 2 (11-beta-HSD2). Esta ação potencia temporariamente os efeitos do cortisol endógeno local, o qual influencia a concentração de mediadores pró-inflamatórios. Isto resulta numa redução da dilatação capilar local e da libertação de mediadores pelos mastócitos e macrófagos, influenciando o estado resultante de excitabilidade dos tecidos locais e a dinâmica de fluidos.

Otimização da Química da Superfície Mucosa

A formulação inclui componentes como o Ácido Lático para influenciar a velocidade das reações bioquímicas em vias específicas. Isto é aplicado para restaurar e manter um pH ácido fisiológico na superfície da mucosa íntima, o que promove a retenção da estrutura e função normal das células epiteliais e reforça a integridade bioquímica da camada epitelial local.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Epigen intim é Utilizado: Orientações Oficiais de Administração

O Epigen intim é uma preparação tópica utilizada de acordo com os princípios estabelecidos para as formulações tópicas de Ácido Glicirrizínico. A administração está estritamente limitada à zona íntima externa e às membranas mucosas, conforme detalhado na documentação técnica para produtos de uso não sistémico. O produto encontra-se disponível como Spray Íntimo (solução em aerossol contendo 0,1% de Ácido Glicirrizínico) e como Gel de Higiene Íntima.


Padrões Oficiais de Utilização

A utilização do Epigen intim é regida pelo objetivo da aplicação, estabelecendo dois padrões principais de frequência.

Contexto de Utilização Padrão de Frequência Padrão de Duração
Cuidados de Suporte Várias vezes ao dia (geralmente 2 a 5 aplicações por dia). Ciclo de curta duração (normalmente 1 a 2 semanas).
Manutenção/Higiene Uma vez ao dia ou como parte de uma rotina regular de limpeza. Longo prazo (utilização contínua).

Requisitos de Administração

A via de administração é primariamente Tópica, mas a forma em spray também permite o uso Intravaginal. Para a aplicação interna, o Spray Íntimo requer o encaixe de um dispositivo aplicador específico para garantir a entrega adequada do produto na superfície da mucosa pretendida. Durante a administração, o recipiente deve ser mantido na vertical. Uma instrução central para todo o uso tópico é a limitação da administração a membranas mucosas íntegras; o produto não deve ser aplicado em pele que apresente feridas, fissuras ou danos graves.

Estas instruções oficiais definem a abordagem padronizada, determinando tanto a frequência necessária para diferentes contextos de utilização como as técnicas específicas necessárias para a aplicação correta das formulações em spray e gel.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos


Resumo das Principais Conclusões da Investigação

Foram realizados estudos para explorar a utilização deste tratamento em relação a sintomas crónicos e o seu uso como terapêutica adjuvante. A investigação analisou se o tratamento estava associado a alterações na duração e na gravidade das exacerbações da doença.

Os estudos centraram-se principalmente em doentes adultos (18–65 anos) com um diagnóstico de atividade de doença do tipo surto-remissão moderada a grave. Os critérios de exclusão incluíram frequentemente a gravidez ativa e a insuficiência renal grave.

A maioria dos ensaios clínicos determinantes foi realizada durante um período de 12 meses, com um número menor de estudos observacionais a estender-se até aos 3 anos.

Os estudos indicaram que os eventos observados com maior frequência foram distúrbios gastrointestinais ligeiros e irritação local temporária no local de administração.


Marcadores Clínicos e Biológicos

A investigação analisou o papel desta terapia combinada, incluindo comparações com monoterapias. Os estudos investigaram se o fármaco estava associado a uma alteração na frequência de hospitalizações.

Os estudos analisaram se existia uma associação entre o tratamento e alterações em determinadas medições laboratoriais.

Vários ensaios utilizaram dados de Ressonância Magnética (RM) para avaliar a atividade da doença. Estes estudos avaliaram se a combinação de terapias estava associada a alterações no número total de lesões e no volume das lesões durante o período do ensaio.

Os dados de longo prazo reportaram uma associação com alterações na progressão da doença.


Subpopulações Específicas e Considerações

A investigação também examinou a utilização do fármaco em doentes cuja condição não tinha respondido ao tratamento padrão. Os estudos avaliaram a saúde cardiovascular dos doentes, observando especificamente a hipertensão não controlada nas suas conclusões.

Os estudos analisaram a falta de dados relativos à utilização deste tratamento em doentes com mais de 75 anos, uma vez que este grupo demográfico foi frequentemente sub-representado nos ensaios de fase III.

Os estudos não incluíram doentes com menos de 18 anos, e não existem dados disponíveis sobre a segurança e eficácia para este grupo etário.

Os estudos exploraram potenciais interações com analgésicos comuns e corticosteroides orais comuns. Os resultados foram variáveis nos estudos que exploraram potenciais interações.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Epigen intim (FAQ)


P: O Epigen intim afeta a fertilidade?

R: As revisões de segurança regulamentares oficiais para a substância ativa, derivados do Ácido Glicirrizínico, indicam geralmente a ausência de riscos específicos de toxicidade reprodutiva ou de desenvolvimento quando o produto é utilizado dentro dos parâmetros estabelecidos. Além disso, as informações oficiais do produto designam a preparação como aceitável para utilização durante todos os períodos de gravidez e lactação, refletindo a ação localizada do produto.


P: O que acontece se o Epigen intim for utilizado com mais frequência do que o descrito nas instruções?

R: O perfil de segurança oficial para este produto tópico não documenta riscos graves de segurança associados ao facto de se exceder a frequência de aplicação recomendada. É importante saber que reações adversas sistémicas graves, tais como hipertensão arterial e potássio baixo (hipocaliemia), estão apenas associadas ao consumo oral excessivo de Ácido Glicirrizínico, o que não constitui um risco relevante para a utilização tópica correta.


P: Existem efeitos secundários conhecidos a longo prazo devido ao uso regular de Epigen intim?

R: Os efeitos secundários conhecidos e documentados para esta preparação tópica são temporários e localizados, apresentando-se habitualmente como irritação cutânea, vermelhidão ou prurido (comichão) no local de aplicação. Os documentos regulamentares indicam que não estão documentadas reações adversas sistémicas graves para o produto tópico, mesmo com uma utilização a longo prazo. Estes efeitos graves estão apenas associados ao consumo de doses elevadas da substância ativa por via oral.


P: O Epigen intim interage com a pílula contracetiva?

R: Os documentos regulamentares confirmam que o risco de interações habitualmente associadas a fármacos de absorção sistémica, tais como os que afetam as enzimas que metabolizam os medicamentos (CYP450), não são considerados clinicamente relevantes para esta preparação tópica. Não estão estipuladas restrições obrigatórias ou requisitos de intervalo para a administração conjunta de medicamentos sistémicos, incluindo contracetivos orais, na rotulagem oficial.


P: O que diz o folheto informativo sobre a sobredosagem de Epigen intim?

R: As informações formais sobre sobredosagem para o produto tópico não são tipicamente detalhadas devido ao seu baixo perfil de risco resultante da fraca absorção cutânea. A toxicidade grave, especificamente a hipertensão arterial ou o excesso de mineralocorticoides, é um risco conhecido apenas quando o Ácido Glicirrizínico é consumido excessivamente por via oral, o que não é aplicável à aplicação tópica deste produto.


P: Posso utilizar o Epigen intim se tiver uma alergia conhecida a ingredientes semelhantes?

R: A preparação é absolutamente contraindicada para indivíduos com uma hipersensibilidade ou alergia conhecida à substância ativa, o Ácido Glicirrizínico, ou a qualquer outro componente utilizado na formulação do spray ou do gel. Isto significa que a utilização não é recomendada.


P: O Epigen intim interage com analgésicos comuns de venda livre?

R: Os documentos regulamentares oficiais não especificam quaisquer restrições obrigatórias ou requisitos de intervalo para a administração conjunta de medicamentos sistémicos, incluindo analgésicos comuns de venda livre, com este produto tópico. Isto reflete a exposição sistémica mínima do produto.


P: O Epigen intim causa secura na pele?

R: As avaliações de segurança regulamentares oficiais listam a irritação cutânea local, a vermelhidão e o prurido como reações esperadas para este produto tópico. Embora a secura da pele não esteja explicitamente listada, estas reações locais comuns são aspetos frequentes de uma irritação cutânea local generalizada.


P: O Epigen intim tem data de validade?

R: As diretrizes regulamentares exigem que todos os medicamentos, incluindo as preparações tópicas, tenham um prazo de validade determinado pelo fabricante. A data de validade impressa na embalagem representa o fim do período durante o qual o fabricante garante a estabilidade e a eficácia do produto quando armazenado corretamente.


P: Existem considerações especiais para o uso de Epigen intim em tempo quente?

R: As instruções de armazenamento regulamentares exigem que o produto seja mantido sob condições específicas, tipicamente num intervalo de temperatura, e protegido do calor e da luz solar direta. Manter estas condições ajuda a garantir a qualidade e a estabilidade do produto conforme pretendido pelo fabricante.


P: Porque é que algumas pessoas dizem que o Epigen intim ajuda no desconforto?

R: As informações oficiais do produto referem que o seu objetivo geral é promover um conforto prolongado e suavizar desconfortos comuns. Isto é apoiado pelo mecanismo de ação do produto, que inclui a influência na sinalização inflamatória local e a restauração de um pH ácido fisiológico na superfície da mucosa.


P: Tem havido investigação sobre o Epigen intim fora do seu país de origem?

R: As autoridades de saúde governamentais baseiam-se frequentemente em investigação médica resumida a nível global. Os resumos de evidência, tais como os publicados pelos National Institutes of Health (NIH), incluem e avaliam frequentemente estudos clínicos e biológicos realizados internacionalmente, sugerindo uma base ampla de investigação para produtos que contêm esta substância ativa.


P: A dieta influencia a eficácia do Epigen intim?

R: A rotulagem oficial para esta preparação tópica confirma que não existem interações oficialmente documentadas ou clinicamente relevantes com alimentos, álcool ou suplementos. A ação localizada do produto significa que este não é significativamente afetado por fatores sistémicos como a dieta.


P: Existem alimentos ou bebidas a evitar durante a utilização de Epigen intim?

R: Não, a rotulagem regulamentar oficial afirma que não existem interações oficialmente documentadas com alimentos, álcool ou suplementos. Não estão estipuladas restrições dietéticas obrigatórias para o uso tópico deste produto.


P: Qual é o nível de evidência científica que apoia o uso de Epigen intim?

R: A aceitação regulamentar deste produto baseia-se num corpo de evidência científica que inclui ensaios fundamentais, comparações com monoterapias e estudos observacionais de longo prazo. Este é o tipo de evidência necessário para estabelecer o perfil funcional e de segurança de uma preparação médica.


P: O que devo fazer se engolir acidentalmente uma pequena quantidade de Epigen intim?

R: A rotulagem oficial restringe a utilização desta preparação estritamente à via tópica (uso externo). No caso de ingestão acidental, a documentação regulamentar oficial sugere que se procure orientação junto de um profissional de saúde.


P: O Epigen intim precisa de ser guardado no frigorífico?

R: As condições de armazenamento oficiais para a substância ativa ou soluções tópicas semelhantes exigem tipicamente que o produto seja armazenado à temperatura ambiente, num local seco e bem ventilado, e protegido do ar e da luz direta. O produto deve ser mantido sob as condições específicas indicadas no seu rótulo.


P: Porque é que é descrito como tendo propriedades antivirais 'não específicas'?

R: O mecanismo de ação descreve que o componente ativo modifica passos moleculares iniciais necessários para a replicação de agentes patogénicos (vírus). Uma vez que estes passos moleculares são partilhados por uma variedade de agentes patogénicos, a ação pode ser descrita como 'não específica' em termos do espetro de microrganismos que influencia.


P: Existe um tempo máximo de utilização contínua para o Epigen intim?

R: A documentação oficial descreve um padrão de utilização para manutenção e higiene que pode envolver uma utilização contínua a longo prazo. Não está estipulada uma duração máxima formal na rotulagem oficial para este contexto de manutenção contínua.


P: Qual é o prazo de validade do Epigen intim após a abertura da embalagem?

R: O fabricante estabelece um prazo de validade 'após abertura', que é o tempo após a abertura durante o qual o produto permanece estável e eficaz. Este período deve ser confirmado na embalagem do produto.

Como Epigen intim deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar Epigen intim

Estas informações detalham os requisitos de conservação, estabilidade, manuseamento e eliminação, conforme estabelecido nos documentos regulamentares oficiais.

Requisito Instruções
Temperatura de Conservação Conservar no frigorífico (entre 2 °C a 8 °C). Não congelar.
Proteção Proteger da luz; não guardar sob luz solar direta. Manter o medicamento fora do alcance e da vista das crianças.
Manuseamento Não agitar o frasco. Não utilizar se o líquido apresentar alteração de cor, aspeto turvo ou se contiver partículas.
Prazo de Validade (em uso) Os frascos de utilização única devem ser eliminados imediatamente após uma utilização. Os frascos multidose devem ser eliminados 21 dias após a primeira perfuração, mesmo que ainda reste medicamento.
Eliminação Eliminar agulhas e seringas usadas imediatamente após o uso num recipiente para objetos cortantes e perfurantes dedicado e resistente à perfuração.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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