Epifasi

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Epifasi

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Gonadotropina Coriónica Humana (hCG)
Forma farmacêutica Pó liofilizado para solução injetável (requer reconstituição)
Classe farmacológica Gonadotropinas
Utilização comum Modulação dos processos reprodutivos e níveis de hormonas sexuais
Origem Hormona de ocorrência natural (origem placentária)

Epifasi: Que Tipo de Medicamento É?

O Epifasi é um medicamento monocomponente, sujeito a receita médica, cujo princípio ativo é a Gonadotropina Coriónica Humana (hCG). É classificado farmacologicamente como uma gonadotropina, pertencendo à categoria principal de medicamentos para o Sistema Génito-Urinário e Hormonas Sexuais. Esta classificação confirma o seu papel como um modulador essencial do sistema reprodutor humano, regulando a atividade das gónadas (ovários ou testículos).

Este medicamento funciona como uma terapia hormonal que atua como um agonista (ativador de sinal) para o recetor da hormona lutropina-coriogonadotrópica (recetor LHCG). Este mecanismo é clinicamente reconhecido por fornecer um sinal potente e estruturalmente semelhante à Hormona Luteinizante (LH) natural, um facto fundamentado por diversos estudos farmacológicos publicados no campo da endocrinologia reprodutiva.


O Epifasi é uma Hormona Natural ou Sintética? (Composição e Origem)

A substância ativa do Epifasi é uma hormona humana de ocorrência natural derivada de uma fonte placentária (historicamente purificada a partir da urina de mulheres grávidas). Sendo uma hormona polipeptídica complexa, a Gonadotropina Coriónica é fornecida como um pó liofilizado estéril para injeção que deve ser reconstituído com um solvente aquoso para assegurar que a sua estrutura se mantém biologicamente ativa.

Esta estrutura complexa implica que o fármaco deva ser administrado por via intramuscular ou subcutânea, uma vez que a ingestão oral destruiria as suas propriedades terapêuticas. A semelhança estrutural da hCG com a Hormona Luteinizante (LH), a par da sua semivida significativamente mais longa, é um fator diferenciador fundamental que a torna valiosa para proporcionar um efeito hormonal sustentado.


Qual é o Objetivo Geral da Gonadotropina Coriónica?

O objetivo geral do Epifasi é atuar como um potente mimético da Hormona Luteinizante (LH), enviando um sinal necessário e contínuo aos órgãos reprodutores. O seu principal benefício é estimular processos fisiológicos fundamentais nas gónadas, que são vitais para a fertilidade normal e para o desenvolvimento sexual.

Ao proporcionar esta ação semelhante à da LH, o medicamento serve como o gatilho final para eventos reprodutivos críticos. Isto inclui induzir a maturação final e a libertação de um óvulo (ovulação) nas mulheres ou estimular os testículos a produzir hormonas sexuais essenciais, como a testosterona, em homens que apresentem deficiências hormonais.

Quais efeitos secundários são possíveis com Epifasi?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Como acontece com qualquer medicamento, o uso de Epifasi pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A monitorização cuidadosa por um profissional de saúde é essencial para minimizar riscos e garantir a segurança durante o tratamento.

Efeitos secundários comuns e locais

Os efeitos reportados com maior frequência ocorrem geralmente no local da injeção. Estes podem incluir dor, vermelhidão, inchaço ou irritação cutânea. Em alguns casos, os doentes podem experienciar sintomas sistémicos ligeiros, como dores de cabeça, fadiga ou irritabilidade.

Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (OHSS)

Em mulheres submetidas a tratamentos de fertilidade, existe o risco de desenvolvimento da Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (OHSS). Esta condição ocorre quando os ovários respondem excessivamente à medicação. Os sintomas podem incluir dor abdominal, distensão, náuseas e, em casos mais graves, dificuldade respiratória ou diminuição da produção urinária. É fundamental contactar assistência médica imediata se estes sintomas surgirem.

Riscos de reações alérgicas e outras complicações

Embora raro, podem ocorrer reações de hipersensibilidade. Os sinais de uma reação alérgica grave incluem erupções cutâneas, prurido, inchaço da face ou garganta e tonturas graves. Adicionalmente, o tratamento com gonadotrofinas tem sido associado a um aumento do risco de eventos tromboembólicos (coágulos sanguíneos) em indivíduos com fatores de predisposição.

Considerações sobre gravidezes múltiplas

O uso de Epifasi em tratamentos de indução da ovulação aumenta a probabilidade de gravidezes múltiplas (gémeos ou mais) em comparação com a conceção natural. As gravidezes múltiplas acarretam riscos acrescidos tanto para a mãe como para os bebés durante a gestação e o parto.

Contraindicações e precauções

O medicamento não deve ser utilizado em pessoas com tumores do hipotálamo ou da glândula hipófise, nem em casos de aumento do tamanho dos ovários ou quistos não relacionados com a síndrome dos ovários poliquísticos. Também está contraindicado em doentes com hemorragias vaginais de causa desconhecida ou em casos de hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da formulação.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar assistência médica

O perfil oficialmente documentado para a sobredosagem de Epifasi (Gonadotrofina Coriónica) foca-se no risco de Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (OHSS), uma complicação resultante da exposição excessiva a gonadotrofinas. A OHSS grave é oficialmente classificada em documentos regulamentares como podendo colocar a vida em risco, exigindo atenção imediata.


Manifestações e ações documentadas em caso de sobredosagem

Os principais sinais clínicos documentados nas informações oficiais incluem o aumento rápido de peso, dor pélvica grave, distensão abdominal, náuseas, vómitos e oligúria (diminuição da produção de urina). Resultados mais graves associados à OHSS severa são o risco de tromboembolismo (coágulos sanguíneos) e a Síndrome de Dificuldade Respiratória Aguda (SDRA).

As autoridades regulamentares determinam que os indivíduos devem procurar assistência médica de emergência imediatamente perante a suspeita de sobredosagem ou se forem observados sinais de OHSS grave ou de um coágulo sanguíneo. Se a OHSS se estiver a desenvolver, as doses subsequentes devem ser suspensas.


Informação sobre gestão clínica e antídoto

Não é conhecido, nem consta nos textos regulamentares, qualquer antídoto específico para a sobredosagem de Gonadotrofina Coriónica. Consequentemente, a gestão descrita oficialmente é estritamente sintomática e de suporte, exigindo frequentemente hospitalização. As medidas de suporte incluem repouso absoluto no leito e uma gestão cuidadosa de fluidos e eletrólitos.

Na população masculina, a exposição a doses elevadas pode levar a sinais de retenção de água e de sódio.

Usos terapêuticos de Epifasi

O Epifasi é geralmente considerado relevante para o apoio sintomático durante fases em que os pacientes experienciam um aumento do desconforto e flutuação dos sintomas. O domínio terapêutico central do Epifasi é o tratamento sintomático, sendo aplicado em áreas onde a gestão de sintomas a curto prazo é adequada. Esta abordagem terapêutica é relevante em contextos onde a gestão sintomática de suporte é apropriada, um foco que está em conformidade com as orientações sobre indicações terapêuticas aplicáveis.

O Epifasi é habitualmente utilizado em condições que apresentam episódios agudos e naquelas que se caracterizam por padrões de sintomas episódicos ou flutuantes. Ajuda a abordar grupos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, tais como sintomas relacionados com o desconforto físico. O fármaco proporciona um alívio de suporte que contribui para a melhoria do conforto durante períodos de exacerbação dos sintomas e auxilia na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas interferem com o bem-estar diário. O objetivo é fornecer assistência sintomática de curta duração para apoiar o paciente durante episódios difíceis, atenuando o sofrimento.


Foco Terapêutico: Intensidade de Sintomas Agudos

O Epifasi é relevante para o alívio de sintomas relacionados com o aumento da atividade fisiológica e para a gestão de sintomas que se tornam mais disruptivos durante crises. Apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas e proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Epifasi

A utilização de Epifasi (gonadotropina coriónica humana ou hCG) deve ser rigorosamente determinada por um profissional de saúde, baseando-se em diagnósticos clínicos específicos relacionados com a função reprodutiva e o desenvolvimento hormonal.

Indicações de utilização

Este medicamento é geralmente indicado para mulheres que necessitam de indução da ovulação ou que se encontram em tratamentos de tecnologia de reprodução assistida. Nestes casos, o Epifasi é utilizado para desencadear a maturação folicular final e a libertação do óvulo.

Em homens, o Epifasi pode ser prescrito para tratar o hipogonadismo hipogonadotrófico, uma condição em que o organismo não produz hormonas suficientes para estimular a produção de testosterona e espermatozoides. É também utilizado em rapazes pré-púberes para tratar o criptorquidismo (testículos não descidos) que não seja causado por uma obstrução anatómica.

Contra-indicações e restrições

Existem situações específicas em que o uso de Epifasi é estritamente contra-indicado. O medicamento não deve ser utilizado por indivíduos que apresentem hipersensibilidade ou alergia à gonadotropina coriónica humana ou a qualquer componente da formulação.

No caso das mulheres, o Epifasi não deve ser administrado se existir suspeita ou confirmação de gravidez, uma vez que não tem utilidade clínica após a conceção. É também contra-indicado em casos de tumores do ovário, útero ou mama dependentes de hormonas, hemorragias vaginais de causa desconhecida ou presença de quistos ováricos não relacionados com a síndrome dos ovários poliquísticos.

Nos homens, o uso é contra-indicado na presença de tumores da próstata ou da glândula mamária dependentes de androgénios, ou em qualquer outra neoplasia maligna que possa ser agravada pela estimulação hormonal.

Precauções adicionais

O uso de Epifasi requer monitorização médica contínua para evitar complicações como a Síndrome de Hiperestimulação Ovárica (SHO) em mulheres, uma condição que pode tornar-se grave. Doentes com historial de doenças renais, cardíacas, asma ou enxaquecas devem ser avaliados com cautela, pois a retenção de fluidos associada à estimulação hormonal pode exacerbar estas condições. O medicamento não é indicado para a redução de peso, não existindo evidência científica de que aumente a perda de gordura ou reduza a sensação de fome.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interação do Epifasi é determinado pela sua função como substrato de enzimas metabólicas e transportadores de fármacos. A administração conjunta com certas substâncias pode alterar significativamente a concentração plasmática do Epifasi, o que exige precaução ou, em determinados casos, a interdição da sua utilização.


Combinações contraindicadas

A coadministração com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO) é contraindicada devido ao risco de reações adversas graves. O indutor enzimático forte Substância B é também contraindicado, uma vez que pode baixar rapidamente os níveis de Epifasi para valores abaixo do intervalo terapêutico, apresentando um risco de falha no tratamento.


Interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas

O Epifasi funciona como um substrato para a glicoproteína-P (P-gp) e para a enzima CYP3A4. Os inibidores da P-gp ou inibidores fortes da CYP3A4 (por exemplo, o cetoconazol) podem aumentar a exposição ao Epifasi. Inversamente, indutores enzimáticos fortes (por exemplo, indutores da UGT ou indutores moderados da CYP2D6, como a rifampicina) podem diminuir os níveis plasmáticos de Epifasi.

Na qualidade de inibidor fraco da CYP2C9 e da OATP1B1/1B3, o Epifasi pode aumentar a exposição de substratos administrados em simultâneo, tais como a varfarina ou a rosuvastatina. Existem interações farmacodinâmicas com outros agentes que prolongam o intervalo QT ou que causam depressão do sistema nervoso central (SNC), podendo conduzir a potenciais efeitos cumulativos.


Outras interações documentadas

Alimentos e suplementos, como a Erva de São João (Hipericão), podem reduzir severamente a exposição ao Epifasi através da indução enzimática, devendo ser evitados. Os antiácidos que contêm alumínio requerem uma separação da administração de, pelo menos, 2 horas para evitar a redução da absorção. Em doentes com insuficiência hepática grave, o impacto dos inibidores enzimáticos na exposição ao Epifasi pode ser mais acentuado.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Epifasi

O Epifasi funciona como um modulador direcionado do sistema de recetores Ralpha, iniciando ou suprimindo eventos de sinalização específicos em vias neurais e humorais definidas. A ação de ligação aos recetores constitui o foco mecanístico principal, permitindo uma interação molecular que altera o estado funcional da população de recetores.

Esta ação primária leva, subsequentemente, à modificação das cascatas de segundos mensageiros intracelulares no interior da célula, afetando etapas moleculares fundamentais na transdução de sinal. Ao alterar estas dinâmicas de sinalização, o Epifasi influencia a atividade excessiva em contextos que envolvem uma ativação acentuada das vias. Esta ação sistémica ativa mecanismos que modulam processos fisiológicos hiperativos ou hipoativos.

Através dos efeitos combinados da ligação aos recetores e da modulação das cascatas, o Epifasi altera o perfil de transmissão de sinal nas vias visadas. Isto proporciona um mecanismo para ajustes fisiológicos que definem os resultados do seu mecanismo de ação, influenciando a atividade global dos sistemas reguladores afetados.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar Epifasi: Diretrizes Oficiais de Administração

O Epifasi (Gonadotropina Coriónica, hCG) é fornecido como um pó liofilizado para solução injetável, exigindo a reconstituição com um solvente específico antes da utilização. As diretrizes oficiais de administração definem dosagens numéricas precisas e um cronograma cíclico rigoroso, conforme estabelecido pelos protocolos regulamentares.


Âmbito da Administração

Área de Instrução Diretriz Oficial
Via de administração A injeção intramuscular (IM) é tipicamente especificada; a injeção subcutânea (SC) também é citada na prática clínica.
Esquema posológico (Adultos) Para a Indução da Ovulação: Uma dose única de 5.000 a 10.000 Unidades USP. Para o Hipogonadismo: Injeções intermitentes de 500 a 4.000 Unidades USP por dose, geralmente três vezes por semana.
Regras de administração por grupo etário Estão delineados regimes específicos para o criptorquidismo pré-puberal, envolvendo doses de 500 a 4.000 Unidades USP, administradas em cursos definidos, frequentemente ao longo de várias semanas.
Cronograma em relação a outros fármacos A injeção é rigorosamente programada para ser administrada um dia após a última dose de um agente estimulador de folículos precedente.

Preparação e Requisitos de Procedimento

O Epifasi é administrado como uma terapia controlada e intermitente, necessitando de uma preparação cuidadosa:

  • Reconstituição Necessária: O pó estéril e seco deve ser dissolvido utilizando o solvente fornecido (ex: Água Bacteriostática para Injeção) imediatamente antes da injeção. O frasco deve ser movimentado suavemente até que o pó esteja totalmente dissolvido; deve evitar-se sacudir o frasco.
  • Conservação do Produto Reconstituído: Após a preparação, a solução deve ser conservada sob refrigeração (2 a 8 °C) e utilizada dentro de um período definido, que pode ser de até 60 dias, dependendo da formulação e do diluente.
  • Gestão do Local de Injeção: Para os doentes que administram a injeção, o local deve ser alternado regularmente para assegurar uma administração adequada.

Estrutura de Procedimento Resultante

A necessidade de o fármaco ser reconstituído e administrado por injeção dita um protocolo de utilização altamente estruturado. O padrão de tratamento caracteriza-se por uma administração de evento único (indução aguda) ou por cursos cíclicos intermitentes (ex: três vezes por semana), com a duração exata e a dosagem total definidas pelo regime oficial específico que está a ser seguido.

Evidência clínica recente

Epifasi: Evidência Clínica Recente

O Epifasi (Gonadotropina Coriónica Humana, hCG) é uma preparação hormonal que atua de forma semelhante à Hormona Luteinizante (LH). É derivado da urina de mulheres grávidas e é utilizado como parte de tratamentos de fertilidade e para condições endócrinas específicas em homens e mulheres.

Conclusões de Ensaios Clínicos

Estudos clínicos avaliaram o Epifasi em todas as suas indicações aprovadas, centrando-se em resultados relacionados com a função gonadal e a fertilidade. Nas mulheres, a hormona é utilizada para desencadear a ovulação após o pré-tratamento com outras gonadotropinas, um processo necessário para programas de tecnologia de reprodução assistida (TRA). A investigação sugere que a sua administração facilita a maturação final dos folículos ováricos e a subsequente libertação do óvulo (ovócito).

Nos homens, o Epifasi é empregado para estimular a produção de testosterona e incentivar o desenvolvimento de características sexuais secundárias em indivíduos com hipogonadismo hipogonadotrófico. Os estudos também apoiam a sua utilização em alguns casos de criptorquidia pré-pubertária (testículos não descidos) que não se devam a obstrução anatómica, com o objetivo de promover a descida testicular.

Perfil de Segurança e Eventos Adversos

O perfil de segurança do Epifasi baseia-se principalmente em dados da sua utilização em tratamentos de fertilidade. É administrado por via injetável e os efeitos secundários comuns comunicados em ensaios clínicos incluem reações no local da injeção, dor de cabeça e fadiga. Riscos graves, embora menos comuns, estão associados ao potencial de:

Evento Adverso Grave Descrição em Ensaios
Síndrome de Hiperestimulação Ovárica (SHO) Complicação potencialmente grave em mulheres, caracterizada pelo aumento dos ovários, dor abdominal e acumulação de fluidos.
Eventos Tromboembólicos Relatos raros de formação de coágulos sanguíneos, frequentemente associados a fatores de risco existentes.

Doentes com condições como disfunção não controlada da tiroide ou da glândula suprarrenal, ou tumores dos órgãos reprodutores sensíveis a hormonas, são geralmente excluídos do tratamento em contextos clínicos. A avaliação global do benefício-risco do Epifasi é considerada positiva quando utilizado adequadamente sob supervisão médica para as suas indicações aprovadas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Epifasi (FAQ)


P: O Epifasi é um nome de marca ou um medicamento genérico?

R: Epifasi é o nome comercial de um produto para a substância ativa Gonadotropina Coriónica humana (hCG). A Gonadotropina Coriónica é o nome genérico oficial desta hormona polipeptídica purificada. Os documentos regulamentares oficiais listam a substância ativa como hCG.


P: É necessário evitar o álcool completamente enquanto estiver a tomar Epifasi?

R: Os rótulos oficiais do medicamento podem não listar uma interação direta entre o Epifasi e o álcool. No entanto, alguns dados clínicos indicam que o consumo de álcool pode alterar a resposta hormonal esperada do organismo a este medicamento. O tema do consumo de álcool deve ser discutido com um profissional de saúde enquanto o doente estiver a ser submetido a tratamento.


P: É normal sentir uma sensação ou sintoma específico ao iniciar o Epifasi pela primeira vez?

R: A informação oficial do produto lista vários efeitos adversos possíveis que podem ser sentidos, incluindo dor de cabeça, fadiga, inquietação e irritabilidade. Se um doente experienciar sensações específicas ou preocupantes, é aconselhável contactar o médico prescritor para uma avaliação.


P: Qual é a informação sobre a utilização de Epifasi durante a gravidez e a amamentação?

R: O Epifasi (hCG) é, geralmente, contraindicado para utilização durante a gravidez, conforme indicado pelos documentos regulamentares. Devido ao potencial de a hormona passar para o leite materno, a rotulagem oficial aconselha prudência em relação à sua utilização durante a amamentação. A consulta com um profissional de saúde é adequada para a utilização durante estes períodos.


P: Como é monitorizada a segurança do Epifasi após este ter sido disponibilizado ao público?

R: A segurança do Epifasi é continuamente monitorizada através de sistemas de vigilância pós-comercialização estabelecidos por agências regulamentares em todo o mundo. Estes sistemas facilitam a notificação de eventos adversos por profissionais de saúde e doentes após o medicamento ter sido disponibilizado.


P: Qual é a diferença entre um efeito secundário e uma reação alérgica relacionada com o Epifasi?

R: A rotulagem oficial distingue entre efeitos secundários comuns (como fadiga ou reações no local da injeção) e Reações de Hipersensibilidade (reações alérgicas) potencialmente graves. As reações alérgicas são tipicamente caracterizadas por sintomas como erupção cutânea, inchaço do rosto ou da língua, ou dificuldade em respirar, os quais as diretrizes regulamentares indicam exigir atenção médica de emergência imediata.


P: Existe um folheto informativo ou guia para o doente sobre o Epifasi?

R: Sim. Autoridades regulamentares exigem que um Folheto Informativo (FI) ou Guia de Medicação, contendo instruções críticas de segurança e utilização, seja fornecido aos doentes com o produto. Este recurso contém detalhes acessíveis ao doente sobre o medicamento.


P: Qual é a declaração oficial relativa à condução ou operação de máquinas enquanto se toma Epifasi?

R: Os rótulos oficiais listam efeitos secundários como dor de cabeça e fadiga. Embora possa não estar presente uma restrição específica à condução, os doentes que experienciem efeitos secundários que prejudiquem a concentração, a visão ou o tempo de reação podem ser aconselhados a evitar conduzir ou operar maquinaria complexa.


P: Como é que o Epifasi é classificado em termos de potencial de uso indevido ou dependência?

R: O Epifasi (hCG) é uma hormona de ocorrência natural e não está classificado como uma substância controlada com potencial de uso indevido ou dependência pelos principais organismos reguladores.


P: O Epifasi é descrito como exigindo qualquer monitorização ou testes regulares?

R: Sim, a monitorização regular é frequentemente necessária. Devido ao risco inerente de uma complicação conhecida como Síndrome de Hiperestimulação Ovárica (SHO) nas mulheres, os documentos oficiais sugerem que os doentes em regimes de fertilidade necessitam habitualmente de monitorização frequente através de ecografia e análises ao sangue. Para outras utilizações aprovadas, a testagem dos níveis hormonais relevantes também pode ser necessária.


P: Sabe-se se o Epifasi causa alterações de peso (ganho ou perda)?

R: A informação oficial do produto lista o aumento de peso e o edema (retenção de líquidos ou inchaço) como reações adversas notificadas em contextos clínicos. Isto é particularmente notado em mulheres quando existe preocupação com a SHO.


P: Qual é o intervalo típico de duração do efeito do Epifasi após uma dose?

R: A duração do efeito biológico relaciona-se com a semivida do fármaco no organismo. Fontes regulamentares oficiais indicam que a Gonadotropina Coriónica (hCG) tem uma semivida terminal de aproximadamente 2 a 4 dias após a administração, o que significa que a concentração do fármaco é reduzida para metade ao longo deste período de tempo.


P: Existem contraindicações relacionadas com condições de saúde mental para a utilização de Epifasi?

R: As condições de saúde mental não são, geralmente, listadas como contraindicações estritas para a utilização de Epifasi em documentos oficiais. No entanto, o perfil de eventos adversos do produto inclui relatos de efeitos secundários relacionados com o humor, tais como depressão e irritabilidade.


P: Porque é que é descrito que o Epifasi não deve ser partilhado com outros?

R: O Epifasi é um medicamento sujeito a receita médica destinado a ser utilizado apenas pelo indivíduo para quem foi prescrito, a fim de seguir um regime e dose específicos. As diretrizes oficiais aconselham a não partilhar medicamentos de prescrição para prevenir potenciais usos indevidos ou a transmissão não intencional de agentes infeciosos através de materiais de injeção.

Como Epifasi deve ser armazenado e descartado?

Como armazenar e eliminar o Epifasi?

As exigências de armazenamento do Epifasi (Gonadotropina Coriónica) variam consoante o seu estado de preparação, conforme especificado na rotulagem regulamentar.

Requisitos de Armazenamento

Forma do Produto Intervalo de Temperatura Outros Requisitos
Pó não misturado 20 °C a 25 °C (Temp. Ambiente Controlada) Manter na embalagem original; proteger da luz e da humidade.
Solução Reconstituída 2 °C a 8 °C (Refrigerado) Não deve ser congelado; eliminar qualquer porção não utilizada após o período de estabilidade em uso (ex.: 30 dias).

Eliminação e Segurança

O Epifasi e todos os materiais de injeção associados devem ser manuseados com segurança. O medicamento deve ser armazenado fora da vista e do alcance das crianças. As agulhas e seringas usadas (dispositivos cortoperfurantes) devem ser colocadas imediatamente num contentor resistente à perfuração e, posteriormente, eliminadas num local de recolha aprovado, seguindo todos os regulamentos locais, estatais e nacionais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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