Elora

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Elora

Factos Rápidos

Característica Descrição
Substância Ativa Desloratadina (DCI)
Forma Comprimido, Comprimido Orodispersível, Solução Oral
Classe Farmacológica Anti-histamínico de segunda geração
Objetivo Geral Alívio de condições alérgicas
Origem Sintética (Metabolito Ativo)

Que tipo de medicamento é o Elora?

O Elora é um produto medicinal que contém a substância ativa desloratadina, a qual é classificada como um anti-histamínico de segunda geração moderno e um potente antagonista dos recetores H1 da histamina. A função fundamental do fármaco é proporcionar uma ação antialérgica contínua contra os sintomas decorrentes de condições alérgicas comuns. Estudos farmacológicos reconheceram clinicamente a desloratadina pela sua eficácia sustentada no alívio do desconforto alérgico geral.

Este medicamento pertence ao subgrupo dos anti-histamínicos tricíclicos e define-se pela sua ação seletiva. As suas propriedades químicas limitam a sua capacidade de penetrar a barreira hematoencefálica, o que faz com que, geralmente, não seja sedante para a maioria dos indivíduos, sendo este um fator diferenciador fundamental face aos tratamentos mais antigos.


Desloratadina: Composição e Origem

O núcleo da eficácia do Elora é a desloratadina, que é derivada sinteticamente e atua como o principal metabolito ativo do composto precursor loratadina. Esta estrutura significa que o composto está prontamente disponível para entrar em ação após a absorção, proporcionando um efeito terapêutico potente e previsível.

A desloratadina é fornecida para administração oral em diversas formas farmacêuticas, incluindo o comprimido revestido por película, o comprimido orodispersível de dissolução rápida e uma solução oral líquida (xarope), consistindo cada uma no composto ativo combinado com uma base ou veículo farmacêutico apropriado. A forma líquida torna esta formulação particularmente versátil para grupos de doentes, como crianças mais jovens, que possam ter dificuldade em engolir comprimidos.


Objetivo Geral: Ação Antialérgica Direcionada

O benefício geral do Elora baseia-se no seu papel como antagonista H1 periférico seletivo, que é o mecanismo utilizado para interromper a resposta alérgica do organismo. Ao competir com a substância natural histamina e bloquear a sua ligação aos respetivos recetores, o medicamento previne o início das reações inflamatórias que causam os sintomas. Esta intervenção direcionada proporciona um alívio sistémico e sustentado do desconforto generalizado associado a condições alérgicas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Elora?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

Esta secção detalha os efeitos adversos e as características de segurança oficialmente documentados para a desloratadina (Elora), baseando-se estritamente na rotulagem regulamentar do produto.

Reações Adversas Oficialmente Documentadas

Os efeitos adversos são categorizados pela frequência da sua ocorrência e pela Classe de Sistemas de Órgãos (SOC) afetada:

Frequência Reações Adversas Frequentes (Adultos/Adolescentes) Classe de Sistemas de Órgãos (SOC) Reações Adversas Muito Raras
Frequentes Cefaleia, Fadiga, Boca seca Doenças cardíacas Taquicardia, Palpitações
Afeções hepatobiliares Aumento das enzimas hepáticas, Hepatite, Icterícia
Doenças do sistema nervoso Convulsões, Tonturas, Sonolência, Insónia
Frequência desconhecida Prolongamento do intervalo QT, Comportamento anormal, Agressividade, Aumento de peso Sistema imunitário Reações de hipersensibilidade, Anafilaxia, Angioedema

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

Certas reações, embora raras ou com uma frequência desconhecida (o que significa que não podem ser estimadas a partir dos dados disponíveis), são documentadas devido à sua gravidade. Estas incluem reações potencialmente fatais, como a anafilaxia, e efeitos graves como o prolongamento do intervalo QT e a hepatite.

Considerações de Segurança Específicas para Certas Populações:

As reações adversas notificadas em crianças (6 a 23 meses) incluíram diarreia, febre e insónia. No que respeita à insuficiência hepática ou renal, a desloratadina deve ser utilizada com precaução em doentes com insuficiência renal grave ou insuficiência hepática grave. Adicionalmente, recomenda-se precaução em doentes com um historial pessoal ou familiar de convulsões.

Notas de Segurança Gerais

A rotulagem regulamentar indica que os doentes devem ser aconselhados a evitar atividades que exijam alerta mental, tais como operar máquinas complexas, até que tenham estabelecido a sua resposta individual ao produto, devido ao potencial de sonolência.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

As informações seguintes derivam exclusivamente de documentos regulamentares governamentais que descrevem o perfil de sobredosagem e as ações de emergência para a desloratadina (Elora).


Âmbito da Sobredosagem

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Apresentações de sobredosagem documentadas O perfil de eventos adversos associado à sobredosagem é semelhante ao observado com doses terapêuticas, mas a magnitude dos efeitos pode ser superior.
Sistemas fisiológicos afetados Relatórios pós-comercialização mencionam convulsões (neurológico) e prolongamento do intervalo QT, arritmia e bradicardia (cardíaco).
Fatores relacionados com a dose ou exposição Não foram observados efeitos clinicamente relevantes em ensaios quando os indivíduos foram expostos a doses até 45 mg.
Notas para populações específicas O perfil de eventos adversos na população pediátrica associado à sobredosagem é semelhante, mas a magnitude dos efeitos pode ser superior.
Declarações de resposta de emergência Recomenda-se tratamento sintomático e de suporte. Devem ser consideradas medidas padrão para a remoção da substância ativa não absorvida.
Quando é necessária ajuda médica imediata Contacte o seu médico ou procure assistência médica imediatamente se tiver sido tomada uma dose excessiva.

Classificações de Sobredosagem

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Classificação de gravidade A sobredosagem pode levar a eventos com uma magnitude superior aos efeitos terapêuticos, incluindo relatórios pós-comercialização graves.
Base regulamentar A informação deriva de fontes autoritárias como o Resumo das Características do Medicamento e a informação oficial de prescrição.
Restrições no contexto de sobredosagem A desloratadina não é eliminada por hemodiálise; desconhece-se se a eliminação por diálise peritoneal é possível.

Ligação ao Perfil Geral de Sobredosagem

Os documentos regulamentares estabelecem que, embora os efeitos da sobredosagem sejam tipicamente semelhantes aos eventos adversos conhecidos, o potencial para o aumento da gravidade e resultados graves específicos, como eventos neurológicos ou cardíacos, exige que os indivíduos procurem assistência médica imediatamente em caso de suspeita de sobredosagem. Além disso, as orientações oficiais direcionam o tratamento para os cuidados sintomáticos e de suporte, uma vez que os procedimentos de eliminação mecânica, como a hemodiálise, são referidos como ineficazes.

Usos terapêuticos de Elora

O que o Elora trata: principais utilizações e benefícios

O Elora (desloratadina) pode contribuir para o alívio sintomático sistémico em condições geralmente desencadeadas por respostas imunitárias alérgicas, e pode apoiar os doentes na gestão de sintomas perturbadores e persistentes. Este fármaco é comummente utilizado em diversas áreas terapêuticas onde é necessário suporte sintomático adicional.

Este medicamento é aplicável em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou perturbadores, sendo frequentemente utilizado para auxiliar em condições como a rinite alérgica (sazonal e perene) e a urticária idiopática crónica.

Domínios Sintomáticos

Este suporte terapêutico pode auxiliar no conjunto de sintomas que criam um esforço fisiológico percetível, principalmente ao ajudar a abordar os espirros, o corrimento nasal, o prurido nasal e os olhos vermelhos e lacrimejantes associados a alergias respiratórias. Para manifestações cutâneas, é habitualmente utilizado para ajudar com os sintomas, muitas vezes disruptivos, de prurido generalizado e o aparecimento de urticária. Quando aplicado na abordagem destas manifestações, o medicamento pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional e contribuir para a redução da carga sintomática global quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras e o bem-estar geral.


Facto Rápido: Gestão de Suporte para Desconforto Dérmico e Respiratório

Foco do Domínio Principais Sintomas Aliviados Contexto de Utilização
Sistema Dérmico Prurido, Urticária/Pápulas Reações cutâneas recorrentes ou crónicas
Sistema Respiratório Espirros, Rinorreia Exposição a alergénios sazonal ou durante todo o ano

Critérios de utilização e restrições

Perfil de Elegibilidade: Quem Pode e Não Pode Utilizar o Cloridrato de Alosetron

O cloridrato de alosetron está aprovado para utilização exclusiva em mulheres com Síndrome do Intestino Irritável com predominância de diarreia (SII-D) grave que não tenham respondido adequadamente à terapêutica convencional. Os documentos regulamentares oficiais estabelecem limitações rigorosas sobre quem pode iniciar e manter o tratamento.


Populações e Condições Contraindicadas

O medicamento não deve ser utilizado (está contraindicado) em doentes com historial de diversos distúrbios gastrointestinais e vasculares específicos, uma vez que estas condições estão associadas a um risco acrescido de complicações graves. Estas proibições incluem:

  • Obstipação Atual ou Crónica: Incluindo historial de complicações como impactação fecal ou perfuração.
  • Distúrbios Intestinais Graves: Tais como obstrução intestinal, colite isquémica, doença de Crohn, colite ulcerosa ou diverticulite.
  • Condições Circulatórias ou de Coagulação: Tais como compromisso da circulação intestinal ou estados de hipercoagulabilidade.
  • Insuficiência Hepática Grave.
  • Utilização Concomitante de Fluvoxamina.

Restrições de Idade e Género

A utilização não está estabelecida em doentes pediátricos (crianças e adolescentes). O fármaco não é recomendado para homens, uma vez que os benefícios clínicos não foram confirmados nesta população, nem é recomendado para doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada, onde se exige precaução. Os doentes idosos (com 65 anos ou mais) devem também ser tratados com precaução devido ao risco aumentado de complicações resultantes da obstipação.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações do Elora (sistema transdérmico de estradiol) é definido principalmente pelo seu metabolismo através do sistema enzimático do citocromo P450 3A4 (CYP3A4).

Categorias de Medicamentos Interagentes e Produtos Específicos

Mecanismo de Interação Categorias de Produtos Exemplos Específicos
Diminuição dos Níveis de Estrogénio Indutores da Enzima CYP3A4 Fenitoína, rifampicina, carbamazepina, fenobarbital, dexametasona e preparações de Erva de S. João.
Aumento dos Níveis de Estrogénio Inibidores da Enzima CYP3A4 Cetoconazol, eritromicina, claritromicina, itraconazol, ritonavir e sumo de toranja.
Outras Interações Anti-estrogénios, Antifibrinolíticos Inibidores da aromatase (ex.: anastrozol), raloxifeno, tamoxifeno, fezolinetant, ácido tranexâmico.

Implicações das Interações

A administração conjunta com indutores do CYP3A4 pode acelerar a degradação do adesivo de estradiol, o que pode reduzir as concentrações plasmáticas de estrogénio. Esta redução pode levar a uma diminuição dos efeitos terapêuticos pretendidos do medicamento ou causar alterações no perfil de hemorragia uterina. Inversamente, a administração concomitante com inibidores do CYP3A4 pode abrandar o metabolismo do estradiol, aumentando potencialmente as concentrações plasmáticas e resultando num risco elevado de efeitos adversos.

Estão documentadas interações farmacodinâmicas ou clínicas específicas com produtos anti-estrogénios, como os inibidores da aromatase e os SERMs (moduladores seletivos dos recetores de estrogénio), que não se destinam a ser utilizados com a terapêutica estrogénica. Além disso, este medicamento pode interferir com os resultados de certos testes laboratoriais, sendo necessário que os profissionais de saúde e o pessoal laboratorial sejam notificados sobre a sua utilização.

Mecanismo de ação

Bloqueio Direto dos Recetores H1 Periféricos

O mecanismo principal envolve o antagonismo seletivo e o agonismo inverso no recetor H1 da histamina. A desloratadina liga-se a este recetor com elevada afinidade, impedindo que o mediador natural, a histamina, ative o recetor. Esta ação suprime a sinalização que conduz aos efeitos fisiológicos da libertação de histamina, tais como a estimulação dos nervos sensoriais e o aumento da permeabilidade vascular.

Modulação da Cascata da Via Inflamatória

Para além do bloqueio H1, a desloratadina modula a cascata inflamatória subsequente. Isto envolve efeitos inibitórios não-H1 que limitam a libertação de mediadores pró-inflamatórios adicionais, incluindo citocinas específicas (por exemplo, IL-4, IL-6) a partir de células como os mastócitos. Este mecanismo atenua a resposta biológica global através da redução do recrutamento e ativação de células inflamatórias nos tecidos afetados.

Atividade Negligenciável no Sistema Nervoso Central (SNC)

A estrutura química da molécula limita a sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica. Isto significa que o mecanismo de ação está restringido principalmente aos recetores H1 periféricos, resultando numa interação mínima com os recetores H1 localizados no SNC. Esta especificidade define a ação fisiológica periférica, resultando numa interação negligenciável com as vias centrais.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração do Elora

A utilização correta do Elora é estritamente definida por documentos regulamentares, que detalham os métodos, horários e condições específicas de administração. As instruções seguintes baseiam-se na mecânica de utilização descrita na informação oficial do produto, sem referência a fins terapêuticos ou segurança.

Âmbito da Administração Instruções Oficiais de Rotulagem
Via de Administração Dependendo da formulação específica, o Elora é administrado por via Oral, Transdérmica, Perfusão Intravenosa ou Injeção Subcutânea.
Esquema Posológico A dosagem pode ser diária (ex.: 345 mg uma vez ao dia), cíclica (ex.: uma vez a cada três semanas) ou envolver um esquema de escalonamento com doses iniciais mais baixas seguidas de doses de manutenção em dias específicos.
Momento em Relação às Refeições Formulações específicas exigem a ingestão com alimentos (ex.: para garantir a absorção adequada), enquanto outras podem ser tomadas independentemente das refeições.
Requisitos de Preparação Concentrados líquidos para perfusão devem frequentemente ser diluídos numa solução específica (ex.: solução injetável de Dextrose a 5%) antes da administração.
Condições Procedimentais Especiais Os comprimidos devem ser engolidos inteiros, sem esmagar, partir ou mastigar. Pode ser necessária medicação de pré-tratamento (ex.: corticosteroides) antes das doses iniciais para reduzir o risco de reação.
Regras para Idade/População As doses podem exigir redução ou modificação para doentes com insuficiência hepática ou renal moderada a grave, conforme explicitamente indicado na informação de prescrição.

Estas diretrizes oficiais de administração estabelecem a estrutura procedimental obrigatória para a utilização do medicamento. Definem a quantidade precisa da dose, o calendário necessário e as instruções de manuseamento específicas necessárias para administrar o fármaco de acordo com as normas regulamentares.

Evidência clínica recente

Evidências da Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Elora

Evidências para a Utilização em Rinite Alérgica (Sazonal e Perene)

A investigação que analisa o uso do Elora (desloratadina) em alergias respiratórias sazonais e perenes foca-se principalmente em Ensaios Clínicos Aleatorizados e Controlados. Estes estudos de curta duração, que comparam o composto com uma substância inativa (placebo) ou com outros compostos ativos em investigação, foram utilizados em pesquisas que exploram a evolução dos sintomas ao longo do tempo. Os principais parâmetros monitorizados nestes ensaios foram os resultados comunicados pelos doentes, que descrevem a perceção de desconforto relacionada com espirros, corrimento ou prurido nasal, e olhos lacrimejantes ou irritados.

Os estudos descreveram os padrões observados nas pontuações de sintomas durante o curto período do estudo, que foi tipicamente entre duas a seis semanas. A investigação também monitorizou o efeito medido ao longo do intervalo de dosagem de 24 horas. As evidências centrais relativas aos resultados medidos baseiam-se em períodos de estudo curtos (ex.: 2 a 4 semanas). Faltam evidências comparativas para uma afirmação definitiva e consistente de que o efeito medido seja diferente de todos os outros anti-histamínicos de segunda geração.

Evidências para a Utilização em Urticária Idiopática Crónica

A base de evidências para o Elora em condições caracterizadas por manifestações flutuantes, como a urticária idiopática crónica, também depende fortemente de Ensaios Clínicos Aleatorizados e Controlados. A investigação examinou a gravidade dos sintomas cutâneos, focando-se em resultados associados a estados inflamatórios ou irritativos, tais como o número e o tamanho das pápulas e a intensidade do prurido. A investigação mediu igualmente resultados relacionados com o funcionamento diário ou nível de atividade, examinando a interferência dos sintomas no sono e na rotina diária.

O Que Ainda Permanece Incerto Sobre o Elora

A investigação contextualiza as evidências conhecidas, mas também destaca o que ainda é incerto ou onde os dados permanecem insuficientes. Os resultados a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, uma vez que as durações de acompanhamento foram limitadas na maioria dos ensaios clínicos aleatorizados de referência. Por conseguinte, a investigação que explora os padrões de longo prazo observados durante o uso contínuo ao longo de muitos meses ou anos continua a ser uma área onde os dados ainda estão a surgir e a certeza permanece baixa. As conclusões em subgrupos são incertas quanto à abordagem de investigação mais adequada para pessoas cujos sintomas são gravemente difíceis de gerir (refratários).

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Elora (FAQ)

P: O que devo fazer se me esquecer de tomar o Elora no horário previsto?

R: As instruções oficiais para o doente descrevem o procedimento para uma dose esquecida. Geralmente, a dose em falta deve ser tomada assim que se lembrar. Se estiver quase na hora da dose seguinte, a dose esquecida é habitualmente saltada, continuando-se com o esquema regular. A informação do produto especifica que não deve ser utilizada uma quantidade dupla para compensar uma dose esquecida.

P: O Elora pode causar aumento ou perda de peso?

R: A informação oficial do produto regista o "aumento de peso" como uma reação adversa. No entanto, a frequência desta ocorrência é listada como "desconhecida", o que significa que não existem dados suficientes nos estudos disponíveis para estimar com fiabilidade a frequência com que ocorre na população em geral. A perda de peso não é mencionada na rotulagem regulamentar do produto.

P: Quanto tempo demora normalmente a notar-se uma diferença após tomar o Elora?

R: Estudos farmacocinéticos indicam que a substância ativa, a desloratadina, é bem absorvida após a toma. Esta atinge a sua concentração máxima na corrente sanguínea aproximadamente três horas após ser ingerida. Esta medição da concentração plasmática fornece o contexto relativo ao início potencial da presença sistémica do medicamento no organismo.

P: Terei de tomar o Elora para sempre?

R: A duração da utilização descrita na informação oficial do produto depende da condição para a qual o medicamento está a ser utilizado. Para condições contínuas ou crónicas, a informação oficial indica que o tratamento pode ser contínuo. Para problemas de curta duração, como alergias sazonais, a utilização pode ser limitada apenas ao período de exposição.

P: O Elora pode ser tomado com analgésicos comuns como o ibuprofeno ou o paracetamol?

R: Estudos regulamentares oficiais analisaram potenciais interações entre a desloratadina e analgésicos comuns. De acordo com estes dados, não foram encontradas interações clinicamente significativas ou notáveis com analgésicos comuns como o paracetamol ou o ibuprofeno.

P: O Elora interage com o álcool?

R: Os documentos regulamentares afirmam que a desloratadina não demonstrou aumentar os efeitos do álcool nem potenciar o compromisso do desempenho que pode ser causado pelo consumo de álcool. A documentação oficial do Elora refere que a sua utilização não demonstrou aumentar os efeitos das bebidas alcoólicas.

P: O Elora é seguro para utilizar durante a gravidez?

R: Os dados relativos à utilização de desloratadina durante a gravidez são insuficientes para uma declaração de segurança definitiva. A desloratadina foi observada em estudos com animais. Por este motivo, a informação regulamentar oficial descreve a utilização de desloratadina durante a gravidez como não aconselhada.

P: O que significa se o Elora tiver um "Boxed Warning" (Aviso de Caixa)?

R: Um "Boxed Warning" é o tipo mais grave de alerta de segurança exigido pela U.S. Food and Drug Administration (FDA) para ser exibido com destaque no rótulo de um medicamento. O seu objetivo é chamar a atenção para uma reação adversa grave e possivelmente fatal. A informação oficial de prescrição do Elora (desloratadina) não contém atualmente um "Boxed Warning" da FDA.

P: O Elora interage com vitaminas ou suplementos comuns, como a Vitamina D?

R: A informação do produto lista interações com certos produtos à base de plantas que podem afetar as enzimas hepáticas, como a Erva de S. João (hipericão). No entanto, não foram encontradas interações clinicamente significativas entre a desloratadina e suplementos comuns, como a Vitamina D, em estudos de interação oficiais.

P: Posso tomar Elora se tiver uma doença hepática?

R: A documentação oficial refere que a precaução é uma consideração necessária para doentes com insuficiência hepática grave (função hepática diminuída). As recomendações farmacocinéticas descrevem que um regime posológico modificado ou reduzido pode ser aplicável em adultos com compromisso hepático.

P: Quanto tempo permanece o Elora no corpo após a última utilização?

R: Os dados farmacocinéticos relatados nos documentos regulamentares indicam que a semivida de eliminação da desloratadina é de aproximadamente 27 horas na maioria dos indivíduos. Esta duração representa o tempo necessário para que metade do composto seja eliminado do organismo. Esta semivida pode ser mais longa em populações específicas de doentes.

P: É necessária receita médica para o Elora?

R: A classificação regulamentar da desloratadina varia internacionalmente. Em certos países ou regiões (como na União Europeia), dosagens ou formulações específicas do medicamento podem estar disponíveis sem receita médica (MNSRM). Em outras regiões, é necessária uma prescrição médica para a sua dispensa.

P: O Elora está aprovado em países fora dos EUA?

R: Sim, a substância ativa, desloratadina, foi autorizada para utilização por inúmeras autoridades de saúde internacionais de relevo. Estas incluem a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e agências governamentais em países como o Canadá e o Japão.

P: Posso utilizar o Elora se estiver a amamentar?

R: A informação oficial do produto refere que se sabe que a desloratadina é excretada no leite materno humano. A orientação regulamentar descreve que a utilização deste medicamento não é, geralmente, aconselhada para mulheres que estejam a amamentar.

P: O Elora afeta a pressão arterial?

R: Não é habitualmente relatado qualquer efeito direto na pressão arterial com o Elora (desloratadina) quando utilizado isoladamente. No entanto, a sua utilização foi estudada em produtos de associação com descongestionantes, e estes produtos combinados podem estar associados a um aumento da pressão arterial.

P: Existem mudanças específicas no estilo de vida recomendadas ao utilizar o Elora?

R: A informação oficial de aconselhamento ao doente descreve que atividades que exijam alerta mental, como conduzir ou operar maquinaria complexa, devem ser evitadas até que o indivíduo saiba como o medicamento o afeta. Isto deve-se ao potencial de efeitos adversos como a sonolência.

P: E se o Elora não parecer estar a ajudar após algumas semanas?

R: A orientação regulamentar descreve que a falta de melhoria dos sintomas ou o seu agravamento após um determinado período é um sinal para rever a situação com um profissional de saúde. O conselho oficial observa que isto pode indicar que o medicamento não está a funcionar como esperado.

Como Elora deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Elora (Desloratadina)

Os requisitos oficiais de conservação do Elora garantem a estabilidade e a eficácia do medicamento.

Requisitos de Conservação

O medicamento deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada, habitualmente entre os 20 °C e os 25 °C. O produto deve ser mantido na sua embalagem original ou blister e ser protegido da humidade excessiva e da luz. É fundamental não congelar o medicamento, especialmente no caso da solução líquida. Como regra de segurança obrigatória, o produto deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O Elora não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado através de um sistema de recolha de medicamentos (como os pontos de recolha nas farmácias) ou misturando-o com uma substância pouco atrativa, colocando-o num saco selado e deitando-o no lixo doméstico. Não elimine o medicamento na sanita nem no lavatório.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Elora encontrado em:

ÍNDICE A-Z: