Egen

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Egen

O que é o Egen? Definição da Entidade Sulfato de Gentamicina

Propriedade Descrição
Princípio ativo Sulfato de gentamicina
Formas farmacêuticas Solução, Creme, Pomada, Gotas
Classe farmacológica Antibiótico Aminoglicosídeo
Objetivo geral Eliminação de infeções bacterianas suscetíveis
Origem Semissintética (derivada de Micromonospora purpurea)

A preparação medicinal Egen é uma entidade farmacêutica potente, de venda exclusiva mediante receita médica, que contém o princípio ativo Sulfato de gentamicina. Pertence à classe dos antibióticos aminoglicosídeos, a qual a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece na sua Lista de Medicamentos Essenciais desde 1977. O sulfato de gentamicina é um fármaco anti-infecioso utilizado pelas suas poderosas propriedades como agente bactericida, o que significa que atua através da eliminação direta de organismos bacterianos suscetíveis.


Que Tipo de Medicamento é o Egen (Gentamicina)?

O Egen é um antibiótico aminoglicosídeo, uma classe específica de fármaco anti-infecioso utilizado para eliminar agentes patogénicos bacterianos através de um mecanismo de eliminação direta.

A classe farmacológica oficial do componente ativo, a Gentamicina, define a sua função terapêutica primária. Enquanto fármaco anti-infecioso, é clinicamente reconhecido por ser particularmente eficaz contra diversas bactérias Gram-negativas. Estudos farmacológicos confirmam que esta classificação o distingue de antibióticos que inibem a formação da parede celular bacteriana. A substância do fármaco é semissintética, tendo sido originalmente isolada a partir da bactéria Micromonospora purpurea.


Composição e Objetivo Geral do Sulfato de Gentamicina

O Egen é um produto de princípio ativo único, disponível em múltiplas formas, incluindo soluções injetáveis, gotas e pomadas oftálmicas, e cremes ou pomadas tópicas.

Este agente ativo único é formulado para se adequar a vários métodos de administração. As formas destinadas à via parentérica (injeção) utilizam geralmente uma base aquosa para a distribuição sistémica através da corrente sanguínea. Inversamente, as preparações para a via tópica/ocular utilizam uma base de carácter emoliente ou creme para administração local na pele ou na superfície ocular. O objetivo geral deste antibiótico é proporcionar uma intervenção terapêutica decisiva contra infeções causadas por agentes patogénicos suscetíveis, tal como o tratamento de uma infeção bacteriana cutânea aguda e localizada.

Quais efeitos secundários são possíveis com Egen?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança: Egen

Nota sobre Dados Regulamentares: O perfil de segurança completo e finalizado do Egen, incluindo as reações adversas específicas classificadas por frequência e as restrições formais, depende das informações de prescrição oficiais emitidas pelas autoridades de saúde governamentais. Os dados específicos sobre a incidência de reações adversas não se encontram disponíveis através de pesquisas regulamentares gerais.

Abrangência das Reações Adversas

Categoria Base Regulamentar para Inclusão
Categorias Principais de Reações Adversas As reações adversas observadas em ensaios clínicos e na vigilância pós-comercialização são formalmente classificadas por frequência (ex.: Muito Frequentes, Frequentes, Pouco Frequentes) de acordo com as diretrizes internacionais de harmonização.
Classes de Sistemas de Órgãos Envolvidos As reações adversas são agrupadas pela classe de sistemas de órgãos ou sistema corporal que afetam (ex.: Doenças Gastrointestinais, Doenças do Sistema Nervoso) para fornecer uma visão estruturada de todos os potenciais riscos conhecidos.
Reações Adversas Graves O rótulo oficial documenta todos os eventos adversos que cumprem os critérios regulamentares de gravidade, tais como os que colocam a vida em risco ou requerem hospitalização, para garantir a sensibilização imediata do doente.

Classificações de Segurança (Nível Geral)

Elemento de Classificação Descrição Regulamentar
Considerações de Segurança Específicas para Populações Quaisquer diferenças conhecidas na segurança para grupos específicos de doentes (ex.: doentes com compromisso renal grave, uso pediátrico) são declaradas explicitamente como parte formal das informações de prescrição.
Restrições ou Limitações de Segurança Inclui todas as Contraindicações (situações em que o fármaco nunca deve ser utilizado) e as Advertências e Precauções Especiais de Utilização obrigatórias que definem as condições para uma administração segura.

Estrutura de Segurança Resultante

As informações de segurança oficiais estruturam a compreensão dos riscos através de um enquadramento regulamentar de reações adversas conhecidas e verificadas e da sua probabilidade documentada. Esta classificação inclui o agrupamento formal de eventos pelo sistema afetado, delineando claramente as limitações de segurança estabelecidas do fármaco e as precauções necessárias, conforme avaliado e aprovado pelas autoridades governamentais. Este enquadramento assegura uma comunicação abrangente do perfil de risco do medicamento ao público e aos profissionais de saúde.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de sobredosagem do Egen (sulfato de gentamicina) focando-se em duas toxicidades principais resultantes da acumulação excessiva do fármaco: a nefrotoxicidade (danos renais) e a ototoxicidade (danos no oitavo par de nervos cranianos, afetando o equilíbrio e a audição). O risco de toxicidade está documentado como aumentando quando as concentrações séricas elevadas e sustentadas excedem os limiares regulamentares especificados (por exemplo, níveis de pico acima de 12 mu g/mL ou níveis de vale acima de 2 mu g/mL).

Manifestações Documentadas e Medidas de Emergência

Resultado da Sobredosagem Manifestação Documentada Medida Obrigatória
Nefrotoxicidade Creatinina sérica elevada, proteinúria, redução do débito urinário. Interrupção do medicamento e monitorização da função renal.
Ototoxicidade Acufenos (zumbidos), vertigens, perda de audição (potencialmente irreversível). Interrupção do medicamento e monitorização da audição e do equilíbrio.
Risco de Vida Paralisia respiratória devido a bloqueio neuromuscular. Procurar assistência médica imediata; pode ser necessária respiração artificial.

Em casos de acumulação grave ou sobredosagem, o protocolo oficial de gestão clínica inclui procedimentos específicos. A hemodiálise está documentada como uma medida que pode auxiliar na remoção do fármaco do organismo. Para o bloqueio neuromuscular, é especificada a administração de cloreto de cálcio. O risco de sobredosagem está documentado como sendo superior em populações com compromisso renal, em idosos e em indivíduos com mutações específicas no ADN mitocondrial.

Usos terapêuticos de Egen

O que o Egen trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Egen, que contém sulfato de gentamicina, é comummente utilizado em contextos onde é necessário suporte sintomático adicional para combater patógenos bacterianos graves. A gentamicina é considerada relevante para o tratamento de infeções graves, incluindo septicémia bacteriana (infeção do sangue), meningite e infeções agudas dos pulmões, trato urinário, ossos e tecidos moles.

O foco terapêutico primário envolve a intervenção contra agentes bacterianos suscetíveis em condições caracterizadas por períodos de agravamento dos sintomas. O fármaco desempenha um papel na gestão de problemas bacterianos profundos e críticos, bem como de infeções agudas localizadas dos olhos (tais como conjuntivite e queratite) e da pele (incluindo o impetigo e a foliculite).

Ao tratar estas infeções, o Egen é aplicado em situações que visam ajudar a aliviar sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico (como febre alta e inflamação) e estados inflamatórios ou irritativos (tais como vermelhidão e corrimento purulento nos olhos ou na pele). A sua utilização apoia o doente durante episódios difíceis, atenuando o mal-estar e auxiliando na manutenção da estabilidade funcional.

Facto Rápido: Alívio de Sintomas Sistémicos Graves
O Egen é aplicado quando as infeções bacterianas agudas resultam em sintomas graves que geram um esforço fisiológico percetível, sendo frequentemente utilizado para apoiar o doente durante períodos de maior sobrecarga orgânica em contexto hospitalar.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e não pode utilizar o Egen?

Esta secção descreve a elegibilidade e não elegibilidade oficial para a utilização do Egen, conforme definido pelas autoridades reguladoras governamentais. Estes critérios determinam quem pode receber a prescrição do medicamento com segurança.

Quem não deve utilizar o Egen (Contraindicações)

O medicamento é contraindicado e não deve ser utilizado em doentes com hipersensibilidade conhecida (alergia) à substância ativa ou a qualquer um dos seus componentes. Adicionalmente, o uso é estritamente proibido em doentes diagnosticados com compromisso hepático grave ou insuficiência hepática aguda, bem como naqueles com certas outras condições de exclusão absoluta, tais como hipertensão grave não controlada.

Utilização em Populações Específicas

O uso em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos não é geralmente recomendado, uma vez que a segurança e a eficácia do Egen não foram estabelecidas nesta faixa etária.

Relativamente à gravidez e amamentação, o Egen não é recomendado ou é contraindicado durante a gestação, devendo as mulheres interromper a amamentação durante o tratamento, conforme definido na rotulagem oficial.

No que respeita à função orgânica, doentes com compromisso renal moderado ou compromisso hepático ligeiro a moderado podem necessitar de um uso restrito, o que frequentemente envolve uma monitorização cautelosa ou um ajuste obrigatório da dose.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As informações regulamentares oficiais para o Egen (Sulfato de gentamicina) definem as potenciais interações principalmente pelo risco de toxicidade orgânica aditiva e pelos efeitos na função muscular.

Categorias de Interação Farmacodinâmica Documentadas

O padrão de interação mais significativo é a evicção do uso concomitante ou sequencial com medicamentos que apresentem riscos semelhantes para os rins ou para o ouvido interno.

Risco de Interação Descrição da Classe/Substância Interatuante
Nefrotoxicidade Aditiva Outros fármacos potencialmente tóxicos para os rins, incluindo a Vancomicina, a Ciclosporina e algumas Cefalosporinas.
Ototoxicidade Aditiva Diuréticos potentes (ex.: Furosemida) e outros fármacos tóxicos para o ouvido, incluindo outros aminoglicosídeos e a Cisplatina.
Potenciação Neuromuscular Agentes bloqueadores neuromusculares (relaxantes musculares), devido ao risco aumentado de bloqueio e potencial paralisia respiratória.

Outras Restrições Físicas e de Exposição

Estão também documentadas interações específicas relacionadas com a exposição ao fármaco e com a sua administração. Em recém-nascidos, a coadministração com Indometacina pode aumentar as concentrações plasmáticas de Egen. Além disso, a injeção de Egen não deve ser misturada com fármacos do tipo penicilina ou cefalosporina na mesma solução, requerendo uma perfusão separada devido à inativação físico-química. Indivíduos com compromisso renal ou de idade avançada são oficialmente assinalados como estando em risco acrescido de toxicidade relacionada com interações.

Mecanismo de ação

Como funciona o Egen

Alvo Molecular e Bloqueio Ribossómico

A ação inicial do fármaco envolve a sua ligação específica à subunidade ribossómica 30S da bactéria. Esta interação ocorre na região de descodificação do ARN ribossómico 16S. Ao ocupar este local, a molécula inibe a montagem de proteínas bacterianas essenciais, bloqueando, desta forma, toda a via de síntese proteica bacteriana.


Cascata Mecanística que Conduz à Rutura Celular

Este bloqueio inicia uma cascata onde o erro molecular primário — a leitura incorreta do codão — faz com que a célula produza proteínas estruturais defeituosas e não funcionais. A incorporação subsequente destes componentes defeituosos na parede celular leva à rutura da integridade da membrana celular, que é a causa direta do efeito fisiológico bactericida (morte das bactérias).


Limitações e Especificidade de Ação

O mecanismo do Egen está fisiologicamente condicionado pelo seu requisito de absorção: a molécula necessita de um sistema de transporte ativo dependente de oxigénio para entrar na célula bacteriana. Esta necessidade limita o mecanismo, resultando na inatividade contra bactérias anaeróbias e na suscetibilidade a mecanismos de resistência que alteram o alvo do fármaco ou os canais de absorção.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Egen (Sulfato de Gentamicina) é Utilizado

A utilização do Egen depende significativamente do local da infeção e é estritamente regulada pelas informações de prescrição oficiais, que detalham a via de administração, os cálculos de dose e a frequência adequados. O Egen é disponibilizado em formulações concebidas para uso sistémico, através de perfusão intravenosa (IV) ou injeção intramuscular (IM), ou para uso localizado, como creme tópico, pomada ou solução oftálmica.

Doseamento Sistémico e Administração

O doseamento sistémico para adultos com função renal normal baseia-se no peso corporal, com uma dose convencional de 3 mg/kg/dia administrada em três doses iguais e divididas, de oito em oito horas (q8h). Para o tratamento inicial de infeções que coloquem a vida em risco, a dose pode ser temporariamente aumentada até aos 5 mg/kg/dia.

Restrição na Administração Requisito
Preparação IV Deve ser diluído em soro fisiológico estéril ou solução de dextrose a 5%.
Tempo de Perfusão A perfusão deve ocorrer ao longo de 30 a 120 minutos.
Mistura Não deve ser misturado fisicamente com outros fármacos.

Ajustes e Duração

As instruções oficiais determinam ajustes específicos para certas populações. A dosagem deve ser modificada em doentes com compromisso renal (problemas nos rins), geralmente através do aumento do intervalo entre as doses para evitar a acumulação do fármaco. As doses pediátricas e neonatais são também determinadas com base em mg/kg, de acordo com a idade e o peso. A duração habitual do tratamento sistémico é de sete a dez dias, embora possam ser necessários períodos mais longos em infeções complexas.

Utilização Tópica

Para infeções cutâneas localizadas, aplica-se uma pequena quantidade de creme ou pomada a 0,1% na área afetada, três a quatro vezes por dia. Em condições como o impetigo, o rótulo oficial sugere que as crostas devem ser removidas antes da aplicação para maximizar o contacto com o fármaco.

Evidência clínica recente

Egen: Evidência Clínica Recente


Evidência em Infeções Sistémicas

A investigação sobre a Gentamicina injetável, utilizada em contextos clínicos onde as infeções exigem antibioterapia sistémica (tais como septicémia ou infeções graves do trato urinário), tem sido conduzida através de Ensaios Clínicos Controlados Aleatorizados (ECA) e Revisões Sistemáticas. Os estudos analisaram prioritariamente resultados relacionados com a Cura Microbiológica (eliminação do agente patogénico) e as taxas de Sobrevivência/Mortalidade em Adultos, tipicamente quando a Gentamicina foi administrada como parte de um regime terapêutico combinado. Os resultados descrevem padrões observados nestes estudos relativos à resposta clínica. No entanto, algumas revisões sistemáticas relatam resultados mistos ao avaliar um benefício superior na sobrevivência em casos de sépsis generalizada em comparação com o uso de agentes antibióticos únicos e diferentes.


Evidência em Infeções Localizadas e Oculares

A investigação que sustenta a Gentamicina tópica (cremes, gotas) para condições localizadas como conjuntivite bacteriana e infeções cutâneas baseia-se em ECA comparativos e Meta-análises. Estes estudos exploraram a resposta ao tratamento, monitorizando resultados associados a estados inflamatórios ou irritativos, tais como a Resolução Clínica de sinais locais e a Erradicação Microbiológica do agente patogénico. Foram observados padrões clínicos específicos em estudos de infeções localizadas tanto em adultos como em crianças. A investigação mais antiga neste domínio inclui frequentemente desenhos de estudo que podem limitar a certeza dos resultados quando comparados com os ensaios modernos.


Evidência em Populações Específicas e Lacunas na Investigação

A Gentamicina foi avaliada em grupos específicos de doentes, incluindo recém-nascidos e lactentes jovens com sépsis suspeita ou confirmada. Os estudos neste grupo monitorizaram o sucesso do tratamento e a mortalidade ao longo de intervalos curtos e definidos (por exemplo, uma a duas semanas). As revisões sistemáticas observam que os resultados dos subgrupos são incertos devido à heterogeneidade nos regimes antibióticos e ao número limitado de ensaios comparativos nesta população.

Em todas as indicações, as avaliações de resultados após um curso terapêutico curto típico (sete a catorze dias) são frequentemente reportadas a curto prazo. Os resultados a longo prazo não estão bem caracterizados e existe informação limitada relativa à manutenção do estado microbiológico a longo prazo ou à recuperação funcional para além da fase aguda. Falta também evidência comparativa para determinados critérios de avaliação clínica entre diferentes estratégias de tratamento.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Egen (FAQ)


P: Com que rapidez o Egen começa a fazer efeito após a administração?

De acordo com os documentos regulamentares oficiais, quando o Egen é administrado por injeção ou perfusão, as concentrações máximas na corrente sanguínea são geralmente atingidas num período de 30 a 60 minutos. Estes níveis terapêuticos são habitualmente mensuráveis durante aproximadamente 6 a 8 horas. Esta informação farmacocinética relaciona-se com a rapidez com que o fármaco fica disponível no organismo.

P: Quais são os efeitos secundários mais comuns relatados com o Egen?

A informação oficial do produto indica que os efeitos secundários comuns para a forma injetável podem incluir febre, dor de cabeça e problemas gastrointestinais como náuseas e vómitos. Quando o Egen é utilizado como creme ou pomada tópica, os doentes referem frequentemente irritação localizada, sensação de queimadura ou picadas no local da aplicação.

P: O Egen pode ser tomado com analgésicos comuns, como o ibuprofeno?

As informações regulamentares aconselham precaução relativamente ao uso de Egen com certos medicamentos que também possam acarretar um risco de toxicidade renal. Isto pode incluir alguns analgésicos, como os Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs). As informações sugerem que os doentes podem beneficiar da discussão de todos os analgésicos com um profissional de saúde para rever os potenciais riscos.

P: Existem suplementos ou vitaminas que não devam ser tomados com o Egen?

As informações regulamentares destinadas ao doente destacam que os doentes são habitualmente aconselhados a informar um profissional de saúde sobre todas as vitaminas, suplementos nutricionais e produtos à base de ervas que estejam a tomar. Isto é necessário porque o Egen pode potencialmente interagir com a forma como outras substâncias são processadas pelo organismo.

P: O Egen é seguro para utilização por idosos?

Os avisos oficiais referem que os adultos mais velhos podem ter um risco acrescido de toxicidades específicas, tais como perda de audição ou danos renais. A documentação oficial indica que os doentes idosos podem necessitar de uma monitorização cuidadosa, uma vez que podem ser necessários ajustes na dose devido a potenciais alterações na função renal relacionadas com a idade.

P: Quanto tempo é que o Egen permanece no organismo?

Em indivíduos com função renal normal, o tempo que demora a eliminar metade do fármaco (a semivida sérica) é de aproximadamente 5,5 horas. A informação oficial estabelece que a eliminação do organismo é significativamente mais lenta em doentes com qualquer grau de compromisso da função renal.

P: Quais são os efeitos secundários graves, embora raros, do Egen?

Os documentos regulamentares incluem avisos sérios para potenciais reações adversas. Estas incluem danos nos nervos (neurotoxicidade), problemas de audição e equilíbrio (ototoxicity) e lesões nos rins (nefrotoxicidade). Os documentos regulamentares referem ainda a possibilidade de reações alérgicas graves.

P: Que tipo de experiências de doentes são relatadas com o Egen?

Os relatórios nos documentos regulamentares detalham experiências gerais, incluindo efeitos comuns como dor de cabeça, cansaço e perturbações gástricas ou náuseas. A informação oficial indica que é necessária uma monitorização cuidadosa devido ao potencial de toxicidades graves nos nervos e órgãos.

P: O Egen interage com remédios à base de ervas, como a Erva de São João?

A informação regulamentar ao doente aconselha a que estes sejam geralmente instruídos a informar um profissional de saúde sobre todos os produtos à base de ervas que consomem. Este passo é crucial porque as orientações regulamentares reconhecem o potencial de interações fármaco-erva que podem afetar a segurança ou a eficácia do Egen.

P: É normal sentir algum cansaço ao iniciar o Egen?

A fadiga ou uma sensação geral de cansaço é um efeito secundário relatado do Egen. Se os doentes sentirem alterações significativas ou incomodativas nos seus níveis de energia ou letargia, são aconselhados a consultar um profissional de saúde.

P: O que acontece se eu me esquecer de uma dose de Egen?

As instruções oficiais ao doente, habitualmente para formas tópicas, recomendam a aplicação da dose esquecida assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte programada, a dose esquecida deve ser saltada na totalidade e as instruções oficiais especificam que não deve ser tomada uma dose dupla.

P: Preciso de tomar o Egen com alimentos?

A forma injetável do Egen é administrada por um profissional de saúde diretamente na corrente sanguínea ou no músculo. De acordo com a informação disponível ao doente, não existem restrições dietéticas específicas ou requisitos para evitar certos alimentos enquanto estiver a receber este medicamento.

P: O Egen é conhecido por causar alterações de peso?

A perda de peso está listada como uma reação adversa relatada na informação oficial do produto Egen. Os doentes são aconselhados a que qualquer alteração de peso súbita, significativa ou inexplicável seja revista por um profissional de saúde.

P: O Egen pode causar tonturas ou afetar a minha capacidade de conduzir?

Os avisos oficiais indicam que o Egen pode causar tonturas, uma sensação de rotação (vertigem) ou problemas de equilíbrio, que são sinais de neurotoxicidade. Devido a estes potenciais efeitos, a informação regulamentar desaconselha a condução ou a utilização de máquinas pesadas até que o indivíduo saiba como o medicamento o afeta.

P: Existem versões genéricas do Egen disponíveis?

Sim, a informação oficial do produto confirma que a substância ativa, o sulfato de gentamicina, está amplamente disponível. É frequentemente fabricada e fornecida sob várias formulações genéricas, tanto para injeção como para uso tópico.

P: É seguro tomar o Egen se já estiver a tomar outro medicamento de uso prolongado?

Os documentos regulamentares aconselham a que o Egen seja utilizado com precaução se estiver a tomar outros medicamentos de longo prazo. Isto é especialmente verdade para fármacos conhecidos por afetarem os rins, o ouvido interno ou a função muscular, devido ao risco reconhecido de toxicidade cumulativa.

P: É comum ter náuseas ao iniciar o Egen?

As náuseas são um efeito secundário relatado da forma injetável do Egen. Embora este seja um efeito comum, a informação oficial ao doente sugere que habitualmente não requer atenção médica imediata. Se as náuseas forem graves, persistentes ou muito incomodativas, os doentes são aconselhados a consultar um profissional de saúde.

P: Qual é a investigação ou evidência que sustenta a eficácia do Egen?

Os documentos regulamentares baseiam a aprovação do Egen na evidência da sua forte atividade contra certos organismos suscetíveis, especialmente bactérias Gram-negativas. A informação oficial detalha o mecanismo de ação do fármaco e a sua sensibilidade comprovada contra várias estirpes bacterianas em testes laboratoriais.

Como Egen deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Egen

As instruções oficiais de conservação e eliminação do Egen (sulfato de gentamicina) seguem rigorosamente as normas regulamentares para manter a estabilidade e a segurança do produto.

Requisitos de Conservação

Condição Determinação Regulamentar
Temperatura Conservar a maioria das formas farmacêuticas a uma temperatura ambiente controlada (20 °C a 25 °C) e não congelar.
Proteção Manter o produto no seu recipiente original bem fechado, protegido da luz direta e da humidade excessiva.
Segurança Manter o produto fora da vista e do alcance das crianças.
Estabilidade As preparações oftálmicas estéreis têm frequentemente um limite de eliminação após a abertura (ex.: 28 dias), independentemente da quantidade de produto restante no recipiente.

Eliminação

O Egen não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais. As normas estabelecem explicitamente que o produto não deve ser colocado no lixo doméstico nem despejado em águas residuais, de forma a prevenir a contaminação ambiental.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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