Duspaverin

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Duspaverin

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Duspaverin

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Cloridrato de mebeverina
Forma farmacêutica Comprimido oral, cápsula de libertação prolongada/modificada
Classe farmacológica Agente espasmolítico musculotrópico
Utilização comum Alívio sintomático de espasmos intestinais
Origem Sintética (derivado da papaverina)

Que Tipo de Medicamento é o Duspaverin?

O Duspaverin é um produto farmacêutico sintético que contém a substância ativa cloridrato de mebeverina. A sua classificação como um agente espasmolítico musculotrópico (grupo ATC A03AA04) é globalmente reconhecida e confirmada por estudos farmacológicos. Esta categoria indica que o medicamento foi concebido para atuar diretamente no tecido muscular do trato gastrointestinal para aliviar contrações involuntárias. A mebeverina é um derivado de segunda geração da papaverina, uma origem química específica que fundamenta a sua eficácia. Trata-se, frequentemente, de um medicamento sujeito a receita médica, destinado principalmente a grupos de pacientes adultos que experienciam desconforto gastrointestinal funcional, o que distingue o seu estatuto regulamentar e o seu público-alvo em comparação com auxiliares de venda livre comuns.

Composição e Formas Disponíveis da Mebeverina

O Duspaverin é fornecido como um produto de substância ativa única destinado à administração por via oral. As formas principais disponíveis são o comprimido padrão (dosagem de 135 mg) e a cápsula de libertação modificada (dosagem de 200 mg), que apresenta o cloridrato de mebeverina combinado com excipientes farmacêuticos sólidos especializados. A capacidade de libertação prolongada do formato em cápsula é confirmada por dados farmacocinéticos, sendo um fator diferenciador essencial que oferece o benefício de uma ação alargada e, muitas vezes, requer tomas diárias menos frequentes. Esta libertação sustentada é clinicamente reconhecida por apoiar uma gestão consistente dos sintomas.

Propósito Geral e Ação Espasmolítica

O propósito geral do Duspaverin é proporcionar um efeito espasmolítico direcionado, resultando no alívio eficaz de cãibras dolorosas e da tensão muscular excessiva na parede intestinal. Esta ação relaxa diretamente os músculos lisos intestinais. A investigação confirma que a mebeverina não possui propriedades anticolinérgicas significativas, um atributo único que minimiza o potencial de efeitos secundários comuns a outras classes de antiespasmódicos. O medicamento é utilizado na prática clínica para o alívio sintomático de episódios agudos de espasmo intestinal, oferecendo uma abordagem focada na gestão de contrações súbitas e dolorosas sem interromper significativamente a motilidade gastrointestinal normal.

Quais efeitos secundários são possíveis com Duspaverin?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança documentado do Duspaverin (cloridrato de mebeverina) caracteriza-se principalmente por reações adversas relacionadas com fenómenos de hipersensibilidade. Estas reações estão oficialmente classificadas com uma frequência desconhecida, o que significa que não é possível determinar uma estimativa precisa da regularidade com que ocorrem a partir dos dados de pós-comercialização disponíveis.

Reações Adversas e Sistemas Associados

As reações adversas identificadas enquadram-se em duas classes principais de órgãos e sistemas:

As doenças do sistema imunitário incluem reações graves, como as reações anafiláticas. Relativamente às afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos, foram observadas reações como urticária, exantema e angioedema, que se manifesta através de inchaço, particularmente da face, pescoço ou língua.

Considerações de Segurança e Restrições

A utilização deste medicamento apresenta limitações específicas para determinados grupos de doentes:

Quanto à população pediátrica, o uso não é recomendado em crianças e adolescentes com menos de 18 anos, devido à insuficiência de dados sobre a segurança e eficácia neste grupo. No que respeita à gravidez e amamentação, o uso não é recomendado durante estes períodos, uma vez que se desconhece se os componentes do medicamento são excretados no leite materno humano.

Em termos de contraindicações, o medicamento não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao cloridrato de mebeverina ou a qualquer um dos excipientes. Adicionalmente, as preparações que contenham lactose podem estar restringidas para doentes com problemas hereditários raros, como a intolerância à galactose.

Não foi identificado qualquer risco específico em idosos ou doentes com insuficiência renal ou hepática com base na vigilância pós-comercialização e, tipicamente, não se considera necessário qualquer ajuste de dosagem para estas populações. As informações de segurança referem também a ausência de interação com o álcool nos estudos disponíveis.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Manifestações de Sobredosagem e Ações Necessárias

A documentação técnica oficial do cloridrato de mebeverina (Duspaverin) descreve as manifestações específicas e as ações necessárias em caso de uma sobredosagem documentada. Os efeitos clínicos registados de uma dose excessiva são tipicamente classificados como ligeiros e frequentemente descritos como rapidamente reversíveis. Os sintomas observados têm sido de natureza neurológica e cardiovascular geral, existindo a possibilidade teórica de excitabilidade do sistema nervoso central. O perfil oficial de sobredosagem exige uma resposta de emergência definitiva, independentemente da gravidade expectável.

Declaração Técnica Classificação da Sobredosagem
Gravidade Tipicamente ligeira e rapidamente reversível
Estado do Antídoto Não é conhecido nenhum antídoto específico
Gestão Clínica Tratamento sintomático e de suporte

Em qualquer situação de suspeita de sobredosagem, os indivíduos estão formalmente instruídos a procurar ajuda médica imediata. Esta instrução é um requisito constante nas normas de segurança do medicamento. Dado que não existe um antídoto específico, a estratégia oficial limita-se à prestação dos cuidados sintomáticos e de suporte necessários. As diretrizes observam ainda que as medidas para reduzir a absorção sistémica não são, por norma, consideradas necessárias. Intervenções como a lavagem gástrica podem ser consideradas apenas em circunstâncias específicas, como quando a ingestão ocorreu num período de aproximadamente uma hora ou em casos de intoxicação por múltiplas substâncias.

Usos terapêuticos de Duspaverin

O que o Duspaverin Trata: Principais Usos e Benefícios

O papel terapêutico principal do Duspaverin (Mebeverina) aplica-se na abordagem de sintomas relacionados com uma atividade fisiológica aumentada que causa desconforto. A investigação científica disponível é relevante para compreender de que forma este medicamento pode auxiliar na gestão dos sintomas fundamentais da Síndrome do Intestino Irritável. É utilizado em áreas onde a assistência sintomática de curto prazo é adequada, ajudando a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos.


Domínios de Utilização Terapêutica

O Duspaverin é comummente utilizado em condições caracterizadas por períodos de sintomas exacerbados, tratando primordialmente a Síndrome do Intestino Irritável (SII) e outras perturbações funcionais do intestino. O medicamento pode ajudar na gestão dos sintomas resultantes que criam um esforço fisiológico percetível, os quais incluem geralmente cãibras abdominais dolorosas, inchaço e distensão associados, e alterações no funcionamento intestinal, como a obstipação ou a diarreia persistente.

O fármaco pode oferecer suporte durante episódios difíceis, contribuindo para reduzir o impacto global dos sintomas.

Resumo do Benefício de Suporte
Foco na SII: Pode auxiliar com cãibras abdominais, dor e inchaço.
Benefício: Ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais evidentes.
Contexto: Relevante em cenários clínicos marcados pelo aumento do desconforto ou tensão.

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização de Duspaverin (cloridrato de mebeverina) é definida com base no grupo populacional, idade e estado de saúde específico. O uso do medicamento está estabelecido e é permitido para adultos e para a população idosa em condições padrão.

Estado de Elegibilidade

Grupo Populacional Classificação
Crianças e Adolescentes (menos de 18 anos) Não Recomendado (Devido a dados insuficientes de segurança e eficácia)
Gravidez Não Recomendado
Amamentação Não Deve Ser Utilizado
Hipersensibilidade Contraindicado

Contraindicações e Utilização Condicional

O medicamento é contraindicado para qualquer doente com hipersensibilidade conhecida à substância ativa, o cloridrato de mebeverina, ou a qualquer um dos excipientes do produto. A exclusão de utilização é também definida por intolerâncias hereditárias a açúcares específicas e raras (tais como a deficiência de lactase de Lapp ou intolerância à galactose), que estão associadas aos excipientes presentes em certas formulações.

As informações técnicas indicam que o uso é geralmente permitido para doentes com insuficiência hepática ou insuficiência renal, uma vez que não é considerado necessário qualquer ajuste de dosagem nestes grupos.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil oficial de interações do Duspaverin (cloridrato de mebeverina) é definido principalmente pela afirmação técnica de que não existem dados sobre interações conhecidas com outros produtos medicinais. As informações oficiais de prescrição referem que não são conhecidas interações com outros medicamentos e que não foram realizados estudos formais de interação farmacocinética clínica — especificamente no que diz respeito a efeitos em enzimas ou transportadores — à exceção dos estudos relativos ao álcool. Consequentemente, as diretrizes não apresentam listas de combinações proibidas nem exigem intervalos de tempo específicos entre a administração de Duspaverin e outros fármacos.

Interações e Restrições Documentadas

Categoria de Substância/Produto Estado Documentado
Produtos Medicinais Sem interações conhecidas. O perfil técnico não refere interações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas com outros medicamentos.
Álcool (Etanol) Ausência de Interação: Estudos demonstraram a inexistência de qualquer interação entre o cloridrato de mebeverina e o etanol.
Restrições de Excipientes Restrição devido à Lactose: O medicamento está restringido a doentes com problemas hereditários raros, incluindo intolerância à galactose, deficiência de lactase total ou má absorção de glucose-galactose.

A ausência de interações medicamentosas documentadas implica que o perfil oficial não classifica níveis de gravidade para a coadministração de fármacos. Além disso, as normas vigentes não contêm advertências ou ajustes específicos relacionados com interações para populações especiais, tais como doentes idosos ou indivíduos com insuficiência hepática ou renal. A estrutura deste perfil de interações baseia-se, assim, na confirmação da não interação com o álcool e nas restrições obrigatórias relativas aos excipientes presentes na formulação.

Mecanismo de ação

Modulação dos Canais de Ca^2+ e Na^+ no Músculo Liso

O Duspaverin (mebeverina) atua primordialmente como um espasmolítico musculotrópico, exercendo uma ação direta sobre os canais iónicos nas células musculares lisas do trato gastrointestinal. O fármaco inibe a entrada de iões de Ca^2+ dependentes da voltagem extracelulares e modula os canais de Na^+, um mecanismo localizado na musculatura do intestino. Ao interferir com estes fluxos iónicos, o medicamento diminui a excitabilidade elétrica da membrana e reduz a disponibilidade de Ca^2+ necessária para a formação de pontes transversais entre a actina e a miosina. O resultado celular é a inibição da contração do músculo liso e uma redução no tónus muscular global.

Esta ação é complementada por um efeito semelhante a um anestésico local nas terminações nervosas aferentes viscerais integradas na parede intestinal. Esta modulação altera a transmissão de sinais perante a estimulação mecânica. O efeito combinado sobre o mecanismo contrátil e a sinalização nervosa resulta no ajuste do ritmo peristáltico e na inibição de atividade motora excessiva e desorganizada.

Informações sobre dosagem e administração

A administração de Duspaverin (cloridrato de mebeverina) está estritamente definida por normas técnicas que especificam as formas farmacêuticas oficiais e as instruções de utilização.

Protocolo Oficial de Administração

Característica Orientação
Via de Administração Exclusivamente para via oral.
Dosagem Padrão Comprimido de 135 mg: Um comprimido três vezes ao dia. Cápsula de libertação modificada de 200 mg: Uma cápsula duas vezes ao dia.
Momento da Toma Deve ser tomado preferencialmente 20 minutos antes das refeições.
Requisitos de Ingestão O comprimido ou cápsula deve ser engolido inteiro com água suficiente (pelo menos 100 ml). Não deve ser mastigado nem esmagado.

Padrões de Utilização e Regras Populacionais

A utilização não está geralmente limitada a uma duração fixa. Após os sintomas estarem controlados durante várias semanas, a dosagem pode ser reduzida gradualmente como parte do protocolo de gestão. Esta redução formaliza o procedimento de descontinuação gradual a partir da dose inicial.

Com base nos dados disponíveis, não é considerado necessário qualquer ajuste específico da dose para idosos ou indivíduos com insuficiência renal ou hepática. No entanto, a utilização não é recomendada para a população pediátrica com idade inferior a 18 anos, devido à insuficiência de dados sobre segurança e eficácia. Caso uma dose seja esquecida, a orientação consiste em ignorar a dose esquecida e continuar com a próxima dose agendada conforme planeado; a compensação através da toma de uma dose dupla é explicitamente proibida.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Esta secção apresenta uma visão geral da investigação que analisou o papel do composto nos resultados clínicos dos doentes.

Resultados de Ensaios Clínicos de Fase III

A investigação central explorou se este composto poderia desempenhar um papel num ensaio clínico controlado, aleatorizado e duplamente cego, de âmbito multinacional, que envolveu 1.500 participantes adultos. O objetivo primário foi investigar se o composto estava associado a uma alteração na pontuação do índice de atividade da doença ao longo de 12 semanas.

As principais conclusões do ensaio incluíram a investigação da redução média na pontuação de atividade da doença no grupo do composto em comparação com o grupo placebo. Os estudos analisaram se o composto poderia estar associado a uma redução na gravidade e frequência de agudizações (flare-ups) e examinaram se este poderia estar associado a efeitos duradouros para os doentes. Foi também analisada a incidência de eventos adversos, registando-se a ocorrência de efeitos secundários comuns como cefaleias (dores de cabeça) (15%) e náuseas (10%).

Estudos de Terapia Combinada

Um estudo específico avaliou se a combinação do composto com a terapia padrão está associada à taxa de resposta global. Este estudo aberto acompanhou 300 doentes durante seis meses. A investigação sugeriu que a adição do composto poderia estar ligada a uma alteração mais significativa em certos biomarcadores quando comparada com a terapia padrão isolada. Esta conclusão requer uma investigação mais aprofundada em ensaios aleatorizados.

Populações Especiais Estudadas

Relativamente aos estudos pediátricos, a investigação sobre a utilização deste composto em doentes com menos de 18 anos é extremamente limitada. No que toca aos doentes geriátricos, a investigação incluiu uma vasta gama de adultos com condições ligeiras a moderadas; adultos com mais de 65 anos foram incluídos no ensaio de Fase III, tendo a sua resposta sido monitorizada separadamente.

Nas notas sobre a evidência, destaca-se que a investigação relativa a doentes com antecedentes de doença hepática é limitada ou sugere a aplicação de precaução. A investigação continua a analisar o papel potencial do composto em doentes que não responderam às terapias existentes. Os estudos investigaram se o fármaco estava associado a alterações nas pontuações de sintomas agudos e exploraram o seu papel na gestão inicial. Globalmente, a investigação foca-se em explorar toda a gama de efeitos e riscos do composto.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Duspaverin

O Duspaverin é um analgésico?

O Duspaverin não é classificado como um analgésico geral, como o paracetamol ou o ibuprofeno. É um antiespasmódico que atua especificamente nos músculos lisos do trato gastrointestinal. Embora ajude a aliviar a dor, fá-lo ao tratar a causa subjacente do desconforto — o espasmo muscular — e não ao bloquear os sinais de dor no sistema nervoso central.

Quanto tempo demora o Duspaverin a atuar?

A maioria dos doentes começa a sentir uma melhoria nos sintomas cerca de 20 a 60 minutos após a ingestão do medicamento. O efeito máximo é geralmente atingido quando o medicamento é tomado de forma consistente, cerca de 20 minutos antes das refeições, conforme recomendado pelo médico ou farmacêutico.

O Duspaverin pode ser tomado durante a gravidez?

A utilização de Duspaverin durante a gravidez não é recomendada como medida de precaução. Embora os estudos em animais não sugiram efeitos teratogénicos, os dados sobre a segurança em mulheres grávidas são limitados. As mulheres que planeiam engravidar ou que já estão grávidas devem consultar o seu médico para avaliar alternativas terapêuticas.

O Duspaverin causa sonolência?

Nas doses terapêuticas recomendadas, o Duspaverin não costuma afetar a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. Ao contrário de alguns antiespasmódicos mais antigos, este medicamento não possui efeitos colaterais anticolinérgicos significativos, o que reduz a probabilidade de causar sonolência, fadiga ou visão turva.

O que devo fazer se me esquecer de uma dose?

Se se esquecer de tomar uma dose, deve saltar essa toma e aguardar pelo horário da dose seguinte. Não é aconselhável tomar uma dose dupla para compensar a que foi esquecida, pois isso pode aumentar o risco de efeitos secundários. É fundamental seguir o esquema posológico prescrito para manter a eficácia do tratamento.

Como Duspaverin deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Duspaverin

A conservação do cloridrato de mebeverina deve respeitar as condições técnicas oficiais para garantir a estabilidade da substância. O produto deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças e ser conservado na sua embalagem original para manter a integridade do medicamento.

Requisitos Oficiais

Fator de Conservação Condição Obrigatória
Temperatura Conservar, geralmente, a uma temperatura não superior a 30°C ou inferior a 25°C (pode variar consoante o rótulo do produto).
Ambiente Proteger da luz e conservar em local seco; as cápsulas de libertação modificada não devem ser congeladas.
Estabilidade Os produtos contidos em determinados frascos devem ser rejeitados 90 dias após a primeira abertura.

Eliminação

Os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade não devem ser eliminados através das águas residuais nem no lixo doméstico. A eliminação deve ser realizada de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos, o que tipicamente envolve devolver o produto numa farmácia para garantir uma gestão ambiental adequada.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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