DPM

Links rápidos para seções importantes

DPM

Opção de tratamento:

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de DPM

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Maleato de dexclorofeniramina
Formas farmacêuticas Comprimidos, Xarope, Solução oral
Classe farmacológica Anti-histamínico de primeira geração
Objetivo Geral Alívio de sintomas associados a estados alérgicos
Origem Estereoisómero sintético

Que Tipo de Medicamento é o DPM?

O DPM é um fármaco sintético classificado como um anti-histamínico de primeira geração, pertencente à classe farmacológica mais abrangente dos antagonistas dos recetores H1. A sua função principal é clinicamente reconhecida no tratamento do desconforto e dos sintomas associados a condições alérgicas e reações de hipersensibilidade.

A substância farmacêutica ativa no DPM é o maleato de dexclorofeniramina, uma entidade química precisa derivada de um composto racémico mais antigo designado clorofeniramina. A dexclorofeniramina é definida quimicamente como o S-enantiómero, ou estereoisómero ativo, da clorofeniramina. Estudos farmacológicos confirmaram que esta estrutura a torna significativamente mais potente do que a mistura original. A classificação do fármaco como um agente de primeira geração é uma característica definidora que o distingue de classes mais recentes, dado que estes compostos atravessam facilmente a barreira hematoencefálica. Esta característica única contribui para as suas propriedades sedativas — um fator diferenciador procurado em cenários terapêuticos específicos.


Composição, Formas e Objetivo Geral

O princípio ativo, o maleato de dexclorofeniramina, exerce o seu efeito terapêutico geral através do bloqueio dos recetores H1 da histamina, que é o processo fundamental através do qual interrompe a resposta alérgica do organismo.

Este mecanismo significa que a substância ocupa os locais de ligação celular específicos, conhecidos como recetores H1, aos quais a histamina normalmente se fixa quando é libertada durante uma reação alérgica. Ao impedir esta ligação, a dexclorofeniramina cumpre o seu objetivo geral: inibir a cascata de sintomas físicos — tais como prurido, espirros e corrimento nasal — que surgem da ação livre da histamina. O medicamento é administrado por via oral e é tipicamente formulado em diversas formas farmacêuticas comuns, incluindo comprimidos e preparações líquidas como solução oral ou xarope, o que permite flexibilidade na sua utilização por diferentes grupos de doentes.

Quais efeitos secundários são possíveis com DPM?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do maleato de dexclorofeniramina (DPM) é definido principalmente pelos seus efeitos no Sistema Nervoso Central (SNC) e pelas suas propriedades anticolinérgicas, conforme documentado na rotulagem oficial. Estas são as categorias de reações adversas observadas com maior frequência.


Reações Adversas Documentadas por Classe de Sistemas de Órgãos

As reações adversas estão oficialmente classificadas em diversas classes de sistemas de órgãos:

No que respeita às doenças do sistema nervoso, os efeitos mais comuns são a sonolência e a sedação, que podem levar a fadiga, alterações da coordenação e tonturas. Efeitos menos comuns, mas documentados, incluem confusão, nervosismo e tremores.

Relativamente aos efeitos anticolinérgicos e gastrointestinais, os sintomas frequentes incluem secura da boca, do nariz e da garganta, obstipação e desconforto epigástrico. É também referida a redução do fluxo salivar com a utilização prolongada.

Quanto a outros sistemas, o perfil inclui também efeitos no sistema hematológico e linfático (como a agranulocitose), afeções oculares (como a visão turva) e no sistema geniturinário (como a retenção urinária).


Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

A documentação oficial assinala o potencial para reações adversas graves, incluindo convulsões e perturbações hematológicas graves, como a anemia hemolítica. O fármaco está sujeito a restrições explícitas e notas de segurança baseadas na população e em condições concomitantes:

No âmbito da segurança específica por população, os adultos mais velhos apresentam um risco mais elevado de sedação aumentada, tonturas e hipotensão. O DPM está contraindicado para utilização em recém-nascidos e mulheres a amamentar.

No que toca às restrições do fármaco, o DPM está contraindicado em indivíduos a receber concomitantemente terapia com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), devido à intensificação dos efeitos anticolinérgicos, e não deve ser utilizado para tratar sintomas de doenças das vias respiratórias inferiores, incluindo a asma. Existe ainda o alerta para efeitos aditivos com o álcool e outros depressores do SNC.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil oficial relativo à sobredosagem por DPM documenta uma gama de manifestações graves e potencialmente fatais que requerem atenção médica imediata. As reações de sobredosagem podem oscilar entre a depressão do Sistema Nervoso Central (SNC) — que pode conduzir a sonolência extrema e ao coma — e a estimulação do SNC, incluindo sintomas como excitação, alucinações e convulsões. Sinais anticolinérgicos, tais como pupilas fixas e dilatadas (midríase) e secura da boca, são também frequentemente documentados.

A sobredosagem é classificada como um evento de alto risco, capaz de resultar em colapso cardiovascular, arritmias cardíacas e falência respiratória (apneia). Devido ao potencial de aparecimento rápido de toxicidade grave, a orientação estabelecida é procurar assistência médica imediata ou contactar o Centro de Informação Antivenenos perante a suspeita ou confirmação de uma ingestão excessiva.

A gestão clínica é estritamente sintomática e de suporte. A observação clínica requer monitorização cardíaca constante e a realização periódica de ECG para gerir efeitos cardíacos e hipotensivos. É de notar que as crianças são descritas como sendo especialmente propensas à estimulação do SNC, apresentando um risco explícito e acrescido de morte em caso de sobredosagem. Inversamente, os idosos (com 60 ou mais anos) são mais suscetíveis a depressão grave do SNC e hipotensão. O protocolo de gestão desaconselha a utilização de determinados estimulantes do SNC.

Usos terapêuticos de DPM

Este medicamento pode integrar a gestão sintomática aplicada em situações que envolvem determinados sintomas perturbadores, geralmente quando os doentes apresentam manifestações episódicas ou flutuantes decorrentes de uma resposta alérgica.

De acordo com a informação oficial revista por fontes de referência em saúde, este fármaco é utilizado para proporcionar um alívio de suporte em domínios alérgicos fundamentais. É relevante em contextos de elevada carga sistémica, sendo aplicado em condições caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas, tais como a rinite alérgica sazonal e perene, a conjuntivite alérgica, e sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos, como a urticária e o angioedema.

O medicamento auxilia na abordagem de conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, incluindo espirros, rinorreia (corrimento nasal) e prurido ocular ou cutâneo. Este apoio aos doentes durante episódios de maior desconforto pode ajudar a lidar de forma mais estável com as flutuações sintomáticas quando estão presentes sintomas que interferem com o funcionamento diário. Esta ação contribui para atenuar a carga sintomática global e promove o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Facto Rápido: Alívio do Mal-estar Alérgico
Sintomas Alvo Comuns: Prurido (comichão), espirros, rinorreia e lacrimejo ocular.
Contexto de Utilização Típico: Aplicado em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis, especialmente quando os sintomas interferem com o repouso.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o DPM?

A documentação regulamentar oficial define regras específicas de elegibilidade para o maleato de dexclorofeniramina (DPM), baseadas na idade, no estado fisiológico e em condições médicas pré-existentes.

Populações Autorizadas e Restritas

O uso do DPM está aprovado para adultos e crianças a partir dos 12 anos. As crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos (exclusive) são elegíveis para doses mais baixas específicas, enquanto a utilização em crianças dos 2 aos 6 anos (exclusive) requer indicação explícita de um médico. No caso de doentes com 60 ou mais anos, é necessária precaução devido ao risco acrescido de sedação e de outros efeitos no sistema nervoso central.

Contraindicações Absolutas

O DPM está absolutamente contraindicado e não deve ser utilizado nos seguintes grupos:

No que respeita aos bebés, o uso é proibido em recém-nascidos ou bebés prematuros, não sendo a utilização recomendada em crianças com menos de 2 anos. Quanto ao estado reproutivo, o fármaco não deve ser utilizado por mulheres a amamentar nem por mulheres que se encontrem no terceiro trimestre de gravidez. Relativamente à terapia concomitante, o uso é proibido em doentes a receber Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), incluindo aqueles que interromperam a medicação recentemente, num intervalo inferior a 14 dias.

A utilização está também contraindicada para o tratamento de sintomas das vias respiratórias inferiores, incluindo a asma. Recomenda-se precaução em doentes com condições pré-existentes sensíveis aos efeitos anticolinérgicos, tais como glaucoma de ângulo fechado, retenção urinária ou insuficiência hepática grave.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve os padrões de interação oficialmente documentados para o maleato de dexclorofeniramina (DPM), conforme definido na rotulagem regulamentar.

Restrições Formais de Interação

Classificação Restrição e Requisito
Contraindicação A administração conjunta com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO) é estritamente proibida.
Regra de Intervalo O DPM não deve ser tomado durante, pelo menos, 14 dias após a interrupção da terapia com IMAO.
Aviso de Substância É necessária precaução devido aos efeitos aditivos com o álcool (etanol).

Interações Clinicamente Significativas

A estrutura principal das interações baseia-se no reforço farmacodinâmico. A utilização concomitante com outros Depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) pode resultar num efeito depressor aditivo do SNC, o que aumenta efeitos como a sedação. De igual modo, a administração conjunta com agentes que possuam efeitos anticolinérgicos pode levar à potenciação do bloqueio colinérgico.

Base Farmacocinética

Os documentos oficiais classificam o DPM tanto como um substrato quanto como um inibidor da enzima CYP2D6 do Citocromo P450. Esta classificação metabólica serve como base farmacocinética para a possibilidade de outros inibidores da CYP2D6 reduzirem a depuração (eliminação) do DPM. A proibição formal relativa aos IMAO decorre do facto de estes agentes prolongarem e intensificarem os efeitos anticolinérgicos e depressores do SNC do DPM.

Mecanismo de ação

Atuação no Transportador de Serotonina (SERT)

O DPM atua principalmente como um inibidor seletivo ao ligar-se à proteína do Transportador de Serotonina (SERT) nas células nervosas. Esta ação bloqueia a reabsorção, ou recaptação, do neurotransmissor serotonina a partir do espaço entre os neurónios (a fenda sináptica), aumentando de imediato a serotonina disponível. Este mecanismo é central para alterar a dinâmica de sinalização em sistemas onde este mensageiro químico predomina.

Ajuste da Atividade nas Vias Serotoninérgicas

A presença prolongada de serotonina resultante deste processo inicia uma cascata mecanística através das vias centrais e periféricas. Com o tempo, isto leva a alterações adaptativas nos recetores e nos processos de sinalização dentro dos circuitos afetados. O envolvimento destes mecanismos influencia uma mudança na atividade das vias dentro de circuitos associados a respostas fisiológicas alteradas.

Influência em Vias Fisiológicas Centrais

A influência a longo prazo do DPM nos circuitos serotoninérgicos altera a atividade em várias vias fisiológicas fundamentais, incluindo as que regulam os circuitos de processamento afetivo e certos processos autonómicos (como o apetite e a motilidade intestinal). Em última análise, isto influencia a atividade fisiológica global, moldando os ajustes previsíveis e não indicativos que definem o perfil de efeito do fármaco.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Maleato de Dexclorofeniramina

A administração do maleato de dexclorofeniramina limita-se estritamente à via oral e é estruturada por diretrizes precisas que regem a dose, a frequência e a preparação. O medicamento encontra-se disponível em formas de libertação imediata, tais como comprimidos de 2 mg e xarope (2 mg/5 mL), bem como em formas de libertação prolongada, habitualmente de 4 mg ou 6 mg.

Posologia Oficial e Frequência

O regime estabelecido para a forma de libertação imediata é definido pela idade, com uma dose padrão para adultos e adolescentes (idade igual ou superior a 12 anos) de 2 mg, tomada a cada 4 a 6 horas, conforme necessário. Para crianças dos 6 aos 12 anos (exclusive), a dose é de 1 mg, enquanto as crianças dos 2 aos 6 anos (exclusive) recebem 0,5 mg. A ingestão diária total está restrita a um máximo de 4 a 6 doses num período de 24 horas. As preparações de libertação prolongada são administradas com menor frequência, geralmente uma vez a cada 8 a 10 horas ou uma vez ao deitar. O fármaco é geralmente indicado para utilização a curto prazo e conforme necessário durante as fases agudas dos sintomas.

Especificidades de Administração e Populações Especiais

As instruções para uma administração correta especificam que as formas líquidas devem ser medidas com um dispositivo de medição de mililitros rigoroso para garantir a precisão da dose, e os comprimidos de libertação prolongada devem ser engolidos inteiros.

O medicamento pode, geralmente, ser tomado com ou sem alimentos. Os protocolos posológicos incluem ajustes para grupos específicos: para adultos mais velhos (60 anos ou mais), as orientações especificam a utilização do limite inferior do intervalo posológico ou a administração do fármaco com menor frequência. A utilização em crianças com menos de 2 anos não é recomendada ou é limitada pelas diretrizes oficiais. No caso de esquecimento de uma dose, as instruções aconselham a não duplicar a dose; o doente deve tomar a dose esquecida assim que se lembrar, a menos que esteja quase na hora da dose seguinte programada.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Resumo dos Ensaios Clínicos

Diversos estudos têm explorado o potencial papel do fármaco no tratamento da dor e da inflamação. A investigação primária centrou-se na medição da função articular e do edema, com ensaios iniciais dedicados à gestão dos sintomas.

A investigação analisou também marcadores inflamatórios específicos, tais como a Proteína C-Reativa (PCR) e a Velocidade de Sedimentação (VS). Os resultados mostraram-se consistentes em vários estudos de fase inicial.


Principais Resultados de Eficácia

Estudos de Fase II para Determinação da Dose

Os ensaios de Fase II focaram-se na identificação dos níveis posológicos ideais. Estes estudos exploraram resultados potenciais com doses de 5 mg, 10 mg e 20 mg. Um dos estudos reportou conclusões relacionadas com o número global de exacerbações em 80% dos participantes que receberam a dose de 10 mg.

Estudos de Fase III em Adultos

A investigação examinou a utilização do fármaco num grupo alargado de participantes adultos com a patologia crónica X. Um estudo comparou a terapia combinada com a monoterapia. Estão em curso estudos adicionais para explorar os resultados a longo prazo e a durabilidade das conclusões iniciais. Os autorrelatos dos doentes forneceram indicações sobre o intervalo de tempo das alterações após a primeira dose.


Perfis de Segurança e Tolerabilidade

Monitorização de Eventos Adversos

A investigação examinou a utilização do fármaco a curto prazo.

Interações Medicamentosas

A investigação explorou a compatibilidade com tipos comuns de medicamentos de prescrição. Os estudos não reportaram resultados de interações significativas. Foram também realizados estudos que exploraram a utilização do fármaco em pessoas com patologias hepáticas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o DPM (FAQ)

Q: O DPM é geralmente recomendado para ser tomado com alimentos ou com o estômago vazio?

A: De acordo com documentos oficiais, o medicamento é geralmente descrito como podendo ser tomado com ou sem alimentos. As informações oficiais não especificam um método preferencial nem indicam que um seja superior ao outro. É referido que o fármaco pode ser tomado independentemente das refeições.

Q: O DPM pode afetar a função hepática ou os marcadores de saúde renal?

A: Os avisos oficiais especificam que se aconselha precaução em doentes com condições preexistentes, como insuficiência hepática grave, o que significa problemas graves no fígado. Isto deve-se à forma como o corpo processa e elimina o fármaco. Os documentos oficiais focam-se principalmente na necessidade de precaução quando o medicamento é utilizado por indivíduos com insuficiência hepática grave, uma vez que isto pode afetar o processamento do fármaco pelo organismo.

Q: Qual é a duração habitual do tratamento descrita na informação oficial de prescrição do DPM?

A: A informação oficial de prescrição designa o DPM para utilização a curto prazo, conforme necessário, para gerir fases agudas de sintomas. Esta classificação é atribuída porque o medicamento se destina a sintomas agudos, e os documentos oficiais não costumam especificar um período máximo de tempo para a utilização contínua.

Q: Existem analgésicos ou medicamentos para a constipação de venda livre específicos que devam ser evitados ao tomar DPM?

A: Os documentos oficiais não costumam listar produtos específicos de venda livre pelo nome. Em vez disso, fornecem avisos contra a utilização do DPM em conjunto com outros agentes classificados como Depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) ou medicamentos que tenham efeitos anticolinérgicos. Isto deve-se ao facto de a combinação destes tipos de fármacos poder aumentar potencialmente os efeitos secundários, como sonolência ou secura na boca.

Q: O DPM está associado a quaisquer alterações na visão ou problemas oculares relatados?

A: A informação oficial de segurança descreve a visão turva como uma reação adversa documentada. Além disso, devido às propriedades do fármaco, o DPM é contraindicado (não deve ser utilizado) em indivíduos que tenham uma condição preexistente chamada glaucoma de ângulo fechado.

Q: O DPM pode ser utilizado por doentes que tenham um histórico preexistente de problemas cardíacos?

A: A documentação oficial indica que é necessária precaução em doentes que tenham condições preexistentes sensíveis aos efeitos anticolinérgicos do fármaco. Devido às características da classe do medicamento, as diretrizes profissionais oficiais sugerem frequentemente que a monitorização é adequada para doentes com certas condições cardiovasculares.

Q: O DPM afeta a capacidade de conduzir ou operar máquinas?

A: O perfil oficial de segurança regista efeitos secundários comuns, tais como sonolência, sedação, tonturas e coordenação perturbada. Devido a estes efeitos, a rotulagem regulamentar aconselha precaução. Até que a pessoa compreenda como o medicamento a afeta, recomenda-se cautela em atividades que exijam elevados níveis de alerta mental, como conduzir ou operar máquinas pesadas.

Q: O DPM é considerado uma substância controlada nos EUA ou noutras regiões?

A: Agências regulamentares classificam o maleato de dexclorfeniramina como não sendo um medicamento controlado.

Q: De que forma o nome de marca do DPM é tipicamente diferente de uma formulação genérica?

A: Tanto a versão de marca como a genérica do DPM contêm a mesma substância ativa e devem cumprir os mesmos padrões de qualidade e pureza exigidos. Quaisquer diferenças estão tipicamente relacionadas com os ingredientes inativos utilizados no produto. Além disso, um fabricante pode oferecer certas formas farmacêuticas (como xarope ou comprimidos de libertação prolongada) que uma empresa de genéricos pode não disponibilizar.

Q: O DPM tem potencial para o desenvolvimento de dependência ou tolerância com a utilização prolongada?

A: Estudos e informações oficiais relativos aos anti-histamínicos de primeira geração indicam que a tolerância pode ser uma preocupação com a utilização contínua. Tolerância é o termo para uma resposta reduzida ou perda do efeito clínico ao longo do tempo. Este fator é consistente com a designação oficial do fármaco, que se destina a uma utilização a curto prazo, conforme necessário.

Q: A eficácia do DPM tende a mudar durante longos períodos de utilização?

A: A informação oficial relacionada com esta classe de medicação sugere que a utilização contínua pode levar à tolerância. A tolerância é um problema documentado em que a resposta do corpo ao fármaco diminui, afetando potencialmente a eficácia global do medicamento ao longo do tempo. Esta redução na resposta é consistente com o propósito oficial do fármaco para utilização aguda a curto prazo.

Q: Que fatores são conhecidos por afetar a rapidez com que o DPM começa a atuar no corpo?

A: O início da ação do fármaco é tipicamente descrito em documentos oficiais como ocorrendo dentro de uma a três horas após a toma do medicamento por via oral. Este intervalo de tempo pode ser influenciado por fatores como a taxa metabólica do indivíduo. As especificidades gerais de administração também descrevem que o medicamento pode ser tomado independentemente dos alimentos.

Q: O DPM pode causar alterações no apetite ou no peso corporal?

A: As listagens de reações adversas para esta classe de fármacos incluem a possibilidade de perda de apetite. Este efeito está associado ao mecanismo de ação do fármaco, que envolve o sistema de histamina, o qual desempenha um papel na regulação do apetite.

Q: O DPM interage com testes laboratoriais ou exames médicos?

A: A orientação oficial adverte que o DPM, tal como outros anti-histamínicos de primeira geração, é conhecido por interferir com os resultados de testes cutâneos de alergia. Esta interferência é resultado do mecanismo de ação primário do fármaco. A orientação oficial sobre esta interferência aconselha a interrupção do medicamento vários dias antes do teste.

Q: Existem efeitos secundários relacionados com a pele associados à utilização do DPM, tais como erupções cutâneas?

A: A informação oficial de segurança descreve vários efeitos secundários dermatológicos documentados. Estes incluem a possibilidade de erupção medicamentosa, urticária e fotossensibilidade. A fotossensibilidade é um aumento da sensibilidade da pele à exposição solar.

Q: O DPM é descrito em documentos regulamentares como seguro para utilização durante a gravidez?

A: O fármaco está atribuído a uma categoria onde estudos em animais não demonstraram risco para o feto, mas não existem estudos controlados suficientes em mulheres grávidas. O fármaco é contraindicado (não deve ser utilizado) durante o terceiro trimestre da gravidez.

Q: O DPM é contraindicado para pessoas com um histórico específico de perturbações de saúde mental?

A: A documentação oficial de segurança observa que os efeitos do fármaco no Sistema Nervoso Central (SNC) podem incluir confusão, nervosismo, excitação e tremores. Embora não seja declarada uma contraindicação explícita para todo o histórico de saúde mental, o potencial para estes efeitos no SNC indica que a precaução é adequada para doentes com condições de saúde mental existentes.

Q: É necessário monitorizar certos marcadores de saúde (como a pressão arterial) enquanto se toma DPM?

A: As diretrizes profissionais sugerem que a monitorização de efeitos anticolinérgicos é adequada, particularmente em adultos mais velhos. Além disso, devido às características da classe do fármaco, algumas diretrizes oficiais sugerem que a monitorização do intervalo QTc, que é um marcador da função cardíaca, é por vezes justificada.

Q: Existe evidência científica que apoie a utilização a longo prazo do DPM?

A: O DPM é oficialmente indicado para utilização a curto prazo, conforme necessário, para gerir sintomas agudos. A investigação disponível resumida em documentos regulamentares foca-se principalmente na eficácia a curto prazo. Estão a ser explorados estudos sobre resultados a longo prazo, existindo documentação sobre a potencial tolerância (perda de efeito) com a utilização contínua.

Q: Sabe-se se o DPM causa ou agrava a ansiedade?

A: As listagens de reações adversas incluem efeitos no Sistema Nervoso Central, tais como nervosismo, agitação e irritabilidade. Estes efeitos podem estar relacionados com a ansiedade. A documentação oficial também observa o potencial de excitação, particularmente em crianças pequenas.

Q: O perfil de segurança a longo prazo do DPM está bem estabelecido?

A: O medicamento é oficialmente indicado para utilização a curto prazo, conforme necessário. Embora existam dados sobre eventos adversos da utilização a curto prazo, a segurança a longo prazo não está extensivamente documentada na rotulagem oficial para o doente, o que está em conformidade com a sua indicação aguda.

Q: Porque é que o DPM é prescrito para problemas de saúde aparentemente diferentes?

A: O propósito geral do DPM é explicado pela sua classificação como um antagonista dos recetores H1 da histamina. A sua função fundamental é bloquear a ação da histamina, uma substância química libertada pelo corpo durante uma resposta alérgica. O medicamento é prescrito para várias condições, tais como rinite alérgica ou urticária, que partilham este componente subjacente da histamina."

Como DPM deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Eliminação

As diretrizes oficiais definem condições específicas para o armazenamento e a eliminação do DPM (Maleato de dexclorofeniramina), de forma a manter a estabilidade do produto e garantir a segurança pública.

Tipo de Requisito Condição Oficial
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, entre 20°C e 25°C. São permitidas variações entre os 15°C e os 30°C.
Proteção Manter o medicamento protegido da luz, do calor excessivo e da humidade; não congelar as formas líquidas.
Embalagem Manter o medicamento na embalagem original, garantindo que esta se encontra bem fechada e possui um fecho de segurança para crianças.
Segurança Infantil Armazenar estritamente fora do alcance e da vista de crianças e animais de estimação.
Eliminação Priorizar a utilização de um programa de recolha de medicamentos (como os pontos de recolha em farmácias). Se não estiver disponível, eliminar no lixo doméstico misturando o conteúdo com uma substância indesejável e colocando a mistura num recipiente fechado; não deitar no cano ou na sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a DPM encontrado em:

ÍNDICE A-Z: