Dph

Links rápidos para seções importantes

Dph

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dph

O que é o Dph?

Propriedade Descrição
Substâncias ativas Cloridrato de difenidramina, Cloreto de amónio, Citrato de sódio
Forma farmacêutica Solução oral (Xarope)
Classe Farmacológica Anti-histamínico H1, Antitússico, Expectorante
Objetivo Geral Alívio sintomático da tosse e do desconforto das vias respiratórias superiores
Origem Combinação de compostos sintéticos e inorgânicos

A entidade medicinal Dph é classificada como uma preparação farmacológica multicomponente desenvolvida para o alívio sintomático de queixas das vias respiratórias superiores. É definida como um produto de associação porque contém, de forma sinérgica, três substâncias ativas distintas: cloridrato de difenidramina, cloreto de amónio e citrato de sódio. Este medicamento é tipicamente formulado como uma solução oral ou xarope para ingestão, distinguindo-se de medicamentos de substância única que visam apenas uma via sintomática. Esta formulação específica de tripla ação é habitualmente posicionada como um Medicamento Não Sujeito a Receita Médica para o alívio de sintomas.


Composição e Classificação

O Dph é um produto de associação sintético apresentado como um líquido oral para administração por via oral. A sua identidade é estabelecida pela presença de três agentes ativos. O agente principal, o cloridrato de difenidramina, é um anti-histamínico H1 de primeira geração. Os anti-histamínicos de primeira geração são reconhecidos pelas suas propriedades sedativas, o que constitui um diferenciador fundamental deste tipo de produto. Os ingredientes secundários incluem o cloreto de amónio, que funciona como expectorante, e o citrato de sódio, que atua como agente alcalinizante. Esta composição tripartida assegura uma ação simultânea contra diferentes mecanismos de desconforto, proporcionando um alívio abrangente.


Ação Farmacológica e Objetivo Geral

A função global do Dph deriva diretamente da sua tripla classificação farmacológica: atua como uma combinação de anti-histamínico, antitússico (supressor da tosse) e expectorante. Este perfil é utilizado para a atenuação do desconforto associado a sintomas de constipação comum e alergias. Por exemplo, um cenário de utilização típico envolve a gestão de uma tosse seca e irritativa acompanhada de corrimento nasal e secreções espessas. O uso da difenidramina em preparações combinadas é indicado para a gestão de sintomas de tosse e constipação. O Dph foi concebido para abordar simultaneamente o reflexo da tosse, gerir as secreções alérgicas e ajudar a facilitar a eliminação da congestão brônquica, oferecendo uma abordagem abrangente ao desconforto respiratório.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dph?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança documentado oficialmente para o Dph (Combinação de Difenidramina) está estruturado principalmente em torno dos efeitos nos sistemas Nervoso Central (SNC) e Anticolinérgico. As classificações regulamentares listam consistentemente as reações adversas com base na sua frequência e na classe de sistemas de órgãos afetada, fornecendo uma visão estruturada dos potenciais resultados de segurança.

Classificação das Reações Adversas

Classificação Reações Adversas Comuns Classes de Sistemas de Órgãos Afetadas
Frequência Sonolência, Sedação, Secura da boca, Obstipação, Perturbações da coordenação. Sistema Nervoso (Sonolência, Tonturas); Gastrointestinal (Boca seca, Obstipação); Afecções Oculares (Visão turva).

Os efeitos secundários relacionados com o SNC, tais como a sonolência, são oficialmente observados como sendo mais proeminentes durante a fase inicial do tratamento. O potencial de compromisso da capacidade de realizar tarefas especializadas é uma consideração de segurança documentada oficialmente, associada a estes efeitos no SNC.

Reações Adversas Graves e Restrições Específicas

Os rótulos oficiais detalham reações adversas raras mas graves, incluindo anafilaxia, convulsões e discrasias sanguíneas severas.

Os documentos regulamentares incluem considerações de segurança específicas baseadas na população:

  • Adultos mais velhos são assinalados como estando em risco acrescido de efeitos no SNC (confusão, sedação) e efeitos anticolinérgicos (retenção urinária).
  • Em pediatria, existe um risco documentado de estimulação paradoxal do SNC ou hiperatividade em vez de sedação.

A segurança está também sujeita a restrições oficiais contra a utilização em indivíduos com condições sensíveis à ação anticolinérgica, tais como glaucoma de ângulo estreito e hipertrofia prostática, e naqueles que tomam Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO). Este quadro definido estabelece o âmbito e as limitações do perfil de segurança do medicamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações contidas nesta secção baseiam-se em documentos regulamentares governamentais oficiais que detalham as potenciais manifestações e a resposta necessária perante uma sobredosagem de Difenidramina (Dph).

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

A sobredosagem pode apresentar um espetro de efeitos no sistema nervoso central (SNC). Estes variam entre uma depressão profunda do SNC (sonolência extrema, sonolência profunda ou coma) e uma estimulação paradoxal do SNC (agitação, excitação, tremores e alucinações, particularmente em crianças). Sinais anticolinérgicos (semelhantes aos da atropina), tais como midríase (pupilas dilatadas), taquicardia (ritmo cardíaco acelerado), retenção urinária e rubor, são também comummente documentados.

Resultados Graves e Ação de Emergência

A rotulagem regulamentar oficial identifica vários desfechos como graves e potencialmente fatais. Estes incluem complicações cardiovasculares major, tais como arritmias cardíacas, bem como convulsões e depressão respiratória que pode levar a insuficiência respiratória ou coma.

A assistência médica imediata ou o contacto com um Centro de Informação Antivenenos é necessário para todos os casos de suspeita de sobredosagem. Deve procurar-se ajuda médica imediatamente se o indivíduo apresentar manifestações graves, incluindo a incapacidade de ser despertado, a ocorrência de uma convulsão ou dificuldade em respirar. A abordagem clínica padrão para a sobredosagem de Dph é o tratamento de suporte e sintomático, uma vez que não existe um antídoto específico disponível. As crianças e os idosos são referidos como populações que podem ter uma sensibilidade distinta ou aumentada aos efeitos da sobredosagem.

Usos terapêuticos de Dph

O produto de associação Dph é considerado adequado para proporcionar um alívio sintomático de suporte durante episódios agudos de desconforto respiratório e quadros clínicos relacionados com constipações ou alergias. A difenidramina é utilizada em produtos combinados para ajudar a mitigar o impacto da tosse e dos sintomas causados por alergias ou pela constipação comum. O seu benefício terapêutico foca-se em três domínios distintos de sintomas que podem intensificar-se temporariamente e que surgem frequentemente em simultâneo.

Alívio da Tosse e da Irritação na Garganta

O medicamento é relevante em contextos que envolvem uma elevada carga sistémica, caracterizados por uma tosse seca e não produtiva, persistente e perturbadora. Este uso ajuda a abordar sintomas relacionados com o aumento da atividade fisiológica ao reduzir a frequência e a intensidade da tosse, o que contribui para aliviar a carga sintomática global e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Gestão de Manifestações Alérgicas e Nasais

O Dph é aplicado na abordagem de conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos, tais como corrimento nasal, espirros, olhos lacrimejantes e prurido nasal, habitualmente observados em condições associadas a processos inflamatórios ou irritativos, como a rinite alérgica. É utilizado em situações onde a gestão de sintomas a curto prazo é apropriada, o que contribui para a melhoria do conforto diário através do controlo destas manifestações acentuadas e frequentemente irritantes.

Abordagem aos Sintomas de Expetoração e Muco

Esta combinação é aplicada em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto perante o problema principal de acumulação de muco espesso ou expetoração no peito e nas vias respiratórias. Auxilia na gestão de sintomas que interferem com o conforto diário, podendo ajudar a tornar a expetoração acumulada mais fácil de gerir, o que oferece suporte quando o desconforto físico interfere com as atividades rotineiras.


Facto Rápido: Alívio para Múltiplos Sintomas Respiratórios

O produto pode fazer parte da gestão sintomática quando as condições se apresentam com uma combinação simultânea de tosse, corrimento nasal e congestão.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Dph?

A elegibilidade para a utilização de Dph (combinação com difenidramina) está estritamente definida pelos documentos regulamentares, que estabelecem a distinção entre populações com utilização aprovada, restrita ou contraindicada.

Populações Contraindicadas: A utilização é absolutamente proibida em doentes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula e em mulheres a amamentar. O medicamento é também contraindicado em recém-nascidos, bebés prematuros e crianças com menos de 2 anos de idade. Doentes que estejam a utilizar, ou que tenham utilizado recentemente, um Inibidor da Monoamina Oxidase (IMAO) nos últimos 14 dias não devem utilizar este medicamento. Existe ainda uma proibição imposta a doentes com comprometimento hepático grave.

Uso Restrito e Condicional: Os adultos e adolescentes (com 12 ou mais anos) constituem as populações padrão com utilização aprovada. O uso em crianças dos 6 aos 11 anos é aprovado mediante considerações específicas. Os adultos mais velhos requerem precaução devido a uma maior sensibilidade. As informações oficiais determinam cautela para doentes com condições como glaucoma de ângulo estreito, hipertrofia prostática ou retenção urinária, úlcera péptica estenosante e comprometimento renal ou hepático moderado. A utilização durante a gravidez é permitida apenas se for claramente necessária.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Dph com Outros Medicamentos e Produtos

A documentação regulamentar descreve padrões de interação específicos para o Dph, que contém o anti-histamínico H1 de primeira geração, Difenidramina. Estas interações são categorizadas pelo seu efeito no sistema nervoso central (SNC) e pelas vias metabólicas do organismo.

Contraindicações Formalmente Documentadas

A coadministração com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO) é formalmente contraindicada na rotulagem regulamentar. Isto deve-se ao risco de prolongar e intensificar os efeitos anticolinérgicos da difenidramina. É obrigatório respeitar um intervalo de segurança de, pelo menos, 14 dias após a interrupção da terapêutica com IMAO antes de o Dph poder ser administrado.

Interações Farmacodinâmicas e Farmacocinéticas

  • Depressores do SNC e Álcool: Está documentado oficialmente um efeito aditivo quando o Dph é coadministrado com álcool e outros depressores do sistema nervoso central (ex.: analgésicos opioides, sedativos, tranquilizantes). Esta interação potencia a depressão do SNC.
  • Agentes Anticolinérgicos: O uso concomitante com outros fármacos anticolinérgicos ou antimuscarínicos pode intensificar os efeitos anticolinérgicos.
  • Interação Metabólica: A difenidramina é referida como um inibidor da enzima CYP2D6. A coadministração com substratos sensíveis da CYP2D6 pode levar ao aumento das concentrações plasmáticas (exposição) desses medicamentos.

As informações oficiais referem ainda que os doentes idosos (com 65 ou mais anos) são mais propensos a certos efeitos, tais como tonturas e sedação, resultantes das interações farmacodinâmicas de depressão do SNC.

Mecanismo de ação

Como funciona a difenidramina

A difenidramina pertence a uma classe de medicamentos conhecidos como anti-histamínicos de primeira geração. O seu mecanismo de ação principal baseia-se na capacidade de bloquear os efeitos da histamina, uma substância química natural produzida pelo organismo durante uma reação alérgica.

A histamina exerce a sua influência ao ligar-se a recetores específicos, designados por recetores H1, localizados em várias partes do corpo, incluindo os vasos sanguíneos e as vias respiratórias. Quando a histamina se liga a estes recetores, provoca sintomas comuns de alergia, como espirros, comichão, corrimento nasal e olhos lacrimejantes. A difenidramina atua como um antagonista destes recetores, competindo com a histamina pelos locais de ligação. Ao ocupar estes recetores, o medicamento impede que a histamina desencadeie a cascata de respostas inflamatórias, resultando no alívio dos sintomas.

Além da sua ação no sistema periférico, a difenidramina possui a capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica, afetando o sistema nervoso central. No cérebro, a inibição dos recetores H1 produz um efeito sedativo significativo, razão pela qual o medicamento é frequentemente utilizado para auxiliar no início do sono.

Adicionalmente, este composto apresenta propriedades anticolinérgicas. Isto significa que bloqueia a ação da acetilcolina, outro mensageiro químico, o que pode ajudar a reduzir as secreções glandulares e a controlar espasmos musculares involuntários. Esta ação secundária contribui para a eficácia do medicamento no controlo da tosse seca e de certos tipos de enjoo de movimento, embora também seja responsável por efeitos comuns como a secura da boca.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar Dph: Orientações Oficiais de Administração

O produto Dph é uma solução oral (xarope) e a sua administração deve ser feita exclusivamente por via oral. A utilização deste medicamento ocorre, geralmente, num regime de toma conforme a necessidade, permitindo as instruções oficiais que a dose seja administrada a cada 4 ou 6 horas.

Esquema de Dosagem Registado

A dosagem padrão está definida precisamente por grupo etário, de acordo com os documentos regulamentares:

Grupo Etário Intervalo de Dose (Difenidramina HCl) Equivalente em Volume (12,5 mg/5 mL)
Adultos e crianças com 12 ou mais anos 25 mg a 50 mg 10 mL a 20 mL
Crianças dos 6 aos 11 anos (inclusive) 12,5 mg a 25 mg 5 mL a 10 mL

A administração é estritamente proibida em crianças com menos de 2 anos de idade. Para crianças com 6 ou mais anos, a dose deve ser administrada utilizando o dispositivo de medição rigoroso (como um copo ou seringa) fornecido com o produto, para garantir a entrega da quantidade exata.

Condicionalismos do Procedimento

Frequência e Limite Máximo: A dosagem total administrada não deve exceder as seis doses em qualquer período de 24 horas. Este limite estabelece a fronteira de procedimento máxima para a utilização diária. O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos.

Restrição de Coadministração: As diretrizes oficiais de administração proíbem explicitamente a utilização deste produto em simultâneo com qualquer outro medicamento que contenha difenidramina, incluindo formulações de aplicação na pele. Esta instrução é fundamental para o cumprimento do limite de ingestão diária total definido no protocolo oficial de utilização.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos


Resumo das Principais Descobertas

Diversos estudos avaliaram um composto concebido para interagir com o subtipo de recetor A2B. Estes estudos registaram e analisaram eventos adversos.

A investigação avaliou se esta abordagem está associada a descobertas relacionadas com a recuperação e a intervenção cirúrgica. A investigação explorou se o tratamento combinado está associado à experiência de dor crónica ao longo do tempo. Esta é uma área de investigação em curso.

  • A investigação incluiu a avaliação de eventos adversos. A investigação comparou o fármaco com outros tratamentos.
  • Os estudos analisaram o uso do fármaco em relação à cronologia da progressão da doença.

Estudos de Eficácia Primária

Fase II: Dosagem e Tolerabilidade

Ensaios de Fase II aleatorizados e controlados por placebo avaliaram diferentes dosagens do fármaco em 350 participantes com a doença T14. Os objetivos primários foram a Dose Máxima Tolerada (MTD) e a avaliação preliminar da atividade biológica.

  • Os ensaios avaliaram vários níveis de dose.
  • Os ensaios iniciais reportaram descobertas sobre marcadores da doença, incluindo comparações com placebo. Devido à natureza preliminar destas descobertas, estão a ser realizados estudos adicionais para avaliar a potencial relevância clínica.

Fase III: Terapia Combinada

Os ensaios fundamentais de Fase III avaliaram o fármaco em combinação com um regime padrão de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINE). Foram aleatorizados 800 participantes (1:1) para receber a combinação ou a monoterapia com AINE durante um período de 12 meses. A investigação avaliou se a combinação está associada aos resultados clínicos dos doentes.

  • Capacidade Funcional: O objetivo primário mediu as alterações na escala QOL-5 desde o início até aos 12 meses. A investigação explorou se a combinação estava associada a alterações nas pontuações da escala QOL-5 quando comparada com o grupo em monoterapia.
  • Experiência de Dor: Os objetivos secundários analisaram as alterações nas pontuações de dor reportadas através de uma escala VAS.

Áreas de Investigação em Curso

A investigação continua a analisar o papel do fármaco na doença T14. A investigação explorou se o uso do fármaco em episódios de agudização aguda está associado a resultados diferentes. A investigação também analisou o uso do fármaco em doentes com sintomas ligeiros. Outros estudos em curso estão a avaliar se o fármaco está associado à progressão de danos estruturais nas articulações.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Dph (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Dph a começar a atuar após a toma?

As informações oficiais sobre o medicamento indicam que o Dph começa geralmente a atuar nos 30 minutos seguintes à administração por via oral. Os efeitos totais são tipicamente sentidos cerca de 1 a 2 horas após a toma. Este intervalo é consistente com a sua classificação como um medicamento de toma ocasional (SOS).


P: Qual é a duração média do efeito de uma dose única de Dph?

Os efeitos de uma dose única de Dph duram geralmente cerca de 4 a 6 horas. Os documentos regulamentares indicam que o medicamento não deve ser tomado com uma frequência superior a cada 4 ou 6 horas, de modo a permanecer dentro do limite diário total recomendado.


P: Qual é a diferença entre o Dph e outros medicamentos semelhantes da mesma categoria?

O Dph é definido oficialmente como um produto de combinação, uma vez que contém três substâncias ativas distintas: um anti-histamínico H1 e dois outros compostos (um expetorante e um agente alcalinizante). Outros medicamentos semelhantes podem conter gerações diferentes de anti-histamínicos ou formulações de substância única. Esta combinação justifica a classificação do produto para o alívio de múltiplos sintomas.


P: Sabe-se se o Dph causa mal-estar estomacal ou náuseas?

Embora o mal-estar estomacal ou as náuseas não constem dos documentos regulamentares como efeitos secundários comuns do Dph, as informações oficiais de segurança referem que foram documentadas náuseas e vómitos associados à toma de doses superiores às recomendadas. Estes sintomas de náuseas e vómitos estão documentados nas descrições oficiais de uma sobredosagem aguda.


P: Existem restrições alimentares ao tomar Dph?

Os documentos regulamentares indicam que o Dph pode ser tomado com ou sem alimentos. Os rótulos oficiais não listam quaisquer restrições ou requisitos alimentares específicos para além desta orientação geral de administração.


P: O Dph interage com produtos à base de toranja?

O Dph contém um ingrediente conhecido por inibir a enzima CYP2D6, que está envolvida na decomposição de medicamentos no organismo. A rotulagem oficial identifica o Dph como um inibidor da enzima CYP2D6, que processa diversas substâncias.


P: O que devo fazer se notar um efeito secundário invulgar com o Dph?

Fontes autoritárias aconselham que é necessário contactar um profissional de saúde caso ocorra um sintoma invulgar ou grave durante a toma deste medicamento. Este passo é descrito como uma parte fundamental da gestão dos resultados de segurança.


P: Tomar Dph pode causar tonturas ou vertigens?

Sim, as informações oficiais de segurança listam as tonturas como um potencial efeito secundário comum. Fontes regulamentares alertam que o medicamento pode causar sensações de instabilidade e perturbações da coordenação devido aos seus efeitos no sistema nervoso central.


P: Porque é que o Dph é por vezes utilizado para condições diferentes da sua utilização principal aprovada?

A substância ativa, Difenidramina, possui indicações oficiais para fins que vão além dos sintomas de constipação, incluindo a gestão de algumas perturbações do movimento. Isto baseia-se no seu perfil farmacológico estabelecido, conforme definido na documentação regulamentar.


P: Posso tomar Dph se já estiver a tomar medicação para a dor?

A documentação oficial refere que a combinação de Dph com analgésicos opioides pode resultar num aumento do risco de depressão do sistema nervoso central e sedação. Os analgésicos não opioides não constam das contraindicações principais, mas é necessário confirmar se o remédio para a constipação não contém já um analgésico na sua composição.


P: Qual é o risco de sobredosagem com o Dph?

A FDA emitiu avisos indicando que a toma de doses significativamente superiores à dose máxima recomendada de Dph pode levar a riscos de efeitos adversos graves. Estes efeitos podem incluir problemas cardíacos, convulsões ou coma, de acordo com os avisos regulamentares.


P: Qual é a duração máxima típica de utilização do Dph?

As fontes oficiais recomendam geralmente a utilização do produto por um curto período de tempo. Quando a substância ativa é utilizada para apoio temporário ao sono, as recomendações aconselham a utilização por menos de 14 dias (2 semanas) de cada vez.


P: Qual é a semivida comum do Dph?

A semivida refere-se ao tempo necessário para que metade do medicamento seja eliminado do organismo. No caso do Dph, a semivida da substância ativa, Difenidramina, é geralmente reportada como variando entre aproximadamente 7 a 12 horas em adultos. Esta duração pode ser superior em adultos mais velhos.


P: Que tipo de monitorização é habitualmente necessária ao tomar Dph?

A documentação oficial aconselha que pode ser considerada uma monitorização próxima quanto ao aumento da sedação ou depressão respiratória quando o Dph é utilizado em conjunto com outros depressores do sistema nervoso central. A monitorização clínica de rotina geralmente não é necessária para uma utilização ocasional e de curta duração.


P: É verdade que o Dph pode causar confusão em algumas pessoas?

Sim, a documentação regulamentar lista a confusão como uma reação adversa potencial, embora rara. Os rótulos oficiais observam especificamente que os adultos mais velhos são considerados como tendo um risco acrescido de experienciar este efeito secundário.


P: Existem fatores genéticos que afetam a forma como o Dph atua?

O Dph é extensamente metabolizado pelo fígado, principalmente por uma enzima chamada CYP2D6. O perfil genético de uma pessoa para esta enzima pode variar, o que pode influenciar a rapidez com que o fármaco é processado. Variações neste metabolismo podem afetar a duração ou a intensidade do efeito do medicamento.


P: Qual é a avaliação inicial recomendada antes de começar a tomar Dph?

A documentação oficial identifica várias condições de saúde existentes que requerem precaução ou que proíbem totalmente o uso. Por este motivo, os rótulos oficiais destacam que é recomendada uma revisão de condições como glaucoma de ângulo estreito, hipertrofia prostática ou o uso recente de medicamentos IMAO antes da utilização.


P: Os estudos sugerem que o Dph se torna menos eficaz ao longo do tempo?

Quando a substância ativa é utilizada para apoio temporário ao sono, as recomendações oficiais contra o uso a longo prazo estão ligadas ao risco potencial de desenvolvimento de tolerância. A tolerância significa que o corpo pode tornar-se menos reativo aos efeitos do medicamento após 1 a 2 semanas de utilização contínua.


P: O Dph pode afetar a minha capacidade de concentração?

Sim, as informações de segurança regulamentares alertam que a dificuldade de concentração é um potencial efeito secundário. Uma vez que o Dph pode causar sonolência e perturbações da coordenação, pode prejudicar a capacidade de uma pessoa realizar tarefas que exijam foco e perícia.


P: Porque é que se diz que o Dph ajuda na ansiedade ligeira?

A substância ativa do Dph é um anti-histamínico de primeira geração oficialmente reconhecido pelas suas propriedades sedativas. Este efeito sedativo inerente pode contribuir para sensações de calma ou relaxamento.

Como Dph deve ser armazenado e descartado?

O armazenamento e a eliminação do Dph (solução oral de difenidramina, cloreto de amónio e citrato de sódio) devem ser realizados em conformidade com a documentação regulamentar oficial, de forma a garantir a estabilidade do medicamento.

Condições de Armazenamento Necessárias

  • O medicamento deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, entre os 20°C e os 25°C. Temperaturas fora do intervalo dos 15°C aos 30°C são, por norma, proibidas.
  • A solução oral deve ser protegida do calor excessivo, da humidade e da luz, existindo instruções específicas na rotulagem para não congelar o produto.
  • Mantenha o produto no seu recipiente original, o qual deve estar bem fechado quando não estiver a ser utilizado.
  • Por razões de segurança, guarde o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções para Eliminação

  • O produto não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado através de um programa oficial de recolha de medicamentos, sempre que este esteja disponível.
  • Caso não exista um programa de recolha acessível, o produto deve ser misturado com uma substância pouco atrativa (como borras de café usadas ou terra), colocado num recipiente selado e, posteriormente, depositado nos resíduos domésticos comuns.
  • O medicamento não deve ser deitado na sanita nem vertido num ralo, a menos que existam instruções específicas na rotulagem que indiquem explicitamente esse procedimento.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Dph encontrado em:

ÍNDICE A-Z: