Dolomate

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dolomate

Dolomate: Identidade, Composição e Classe Farmacológica

O Dolomate é uma preparação comercial que contém a substância ativa Ibuprofeno (C13H18O2), uma molécula sintética classificada como um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE). O ibuprofeno pertence à classe química dos derivados do ácido propiónico. Esta substância está incluída na Lista Modelo de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde, o que confirma o seu valor terapêutico estabelecido. O produto pode ser comercializado como um medicamento de substância ativa única, contendo apenas ibuprofeno, ou potencialmente como um produto de associação que integra outro agente terapêutico, como o paracetamol.


Como Funciona o Dolomate e o seu Objetivo Terapêutico Geral

O objetivo terapêutico geral do Dolomate é proporcionar alívio da dor, reduzir a febre elevada e mitigar a inflamação. Funciona como um inibidor da ciclo-oxigenase (COX), bloqueando temporariamente a produção de prostaglandinas — os mensageiros químicos que iniciam estes sintomas desconfortáveis. Este mecanismo específico é clinicamente reconhecido por proporcionar um alívio sintomático eficaz em diversos tipos de desconforto geral. O ibuprofeno atua tanto como um composto analgésico quanto anti-inflamatório, sendo útil para o alívio geral da dor e para a redução do inchaço. A utilidade do medicamento reside na sua capacidade de interromper o ciclo de transmissão da dor, da elevação da febre e do inchaço inflamatório na sua fonte química, servindo como um tratamento sintomático fundamental.


Que Formas de Dolomate Estão Disponíveis?

O Dolomate está tipicamente disponível em diversas formas farmacêuticas comuns associadas à sua substância ativa. Estas incluem preparações orais sólidas, como o comprimido e a cápsula, e preparações orais líquidas, como a suspensão oral ou a solução. O medicamento pode também ser formulado para administração retal sob a forma de supositório. Esta variedade permite uma administração flexível entre diferentes grupos de doentes, disponibilizando múltiplas vias de administração para satisfazer diferentes necessidades.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dolomate?

Informações de Segurança e Possíveis Efeitos Adversos

O perfil de segurança do Dolomate aborda primordialmente os riscos associados à exposição física ao material, focando-se nos perigos relacionados com a inalação e o contacto direto.


Domínios Principais de Segurança

Os riscos documentados estão categorizados pelos sistemas que afetam e pela natureza da exposição.

Domínio de Segurança Descrição do Risco
Perigo de Inalação Crónica A inalação repetida ou prolongada de poeiras respiráveis pode causar danos nos pulmões e no sistema respiratório (Toxicidade em Órgãos-Alvo Específicos — Exposição Repetida). Isto inclui o risco de desenvolver uma patologia pulmonar crónica, como a silicose.
Potencial Carcinogénico O produto é classificado como um potencial carcinogéneo humano (Pode causar cancro) devido à presença de quantidades vestigiais de sílica cristalina respirável. Esta é uma classificação baseada no perigo intrínseco.
Irritação Aguda O contacto direto com o pó pode causar irritação aguda nos olhos, na pele e no revestimento dos tratos respiratório e gastrointestinal.

Restrições e Considerações Relacionadas com a Segurança

As informações de segurança descrevem restrições e condições específicas para o manuseamento e utilização seguros.

Efeitos adversos graves, tais como cancro e danos crónicos em órgãos, estão ligados especificamente à inalação prolongada ou repetida das poeiras do material. Os efeitos de irritação aguda estão associados ao contacto direto.

A utilização segura exige a adesão aos limites de exposição ocupacional para poeiras em suspensão no ar. Além disso, o material utilizado em aplicações sensíveis (como a alimentar) está sujeito a limites rigorosos de impurezas vestigiais para metais pesados, incluindo arsénio, chumbo e cádmio, para gerir potenciais riscos sistémicos.

Condições pré-existentes que afetem os olhos, a pele ou os pulmões podem ser agravadas pela exposição ao material. Esta informação reflete os perigos intrínsecos para a saúde da substância e dos seus componentes vestigiais, não fornecendo instruções de utilização ou aconselhamento clínico.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem de Dolomate (Ibuprofeno) descreve manifestações clínicas específicas e ações de emergência obrigatórias. O consumo excessivo pode apresentar-se inicialmente através de sintomas gastrointestinais, tais como náuseas, vómitos e dor abdominal, acompanhados por perturbações no Sistema Nervoso Central, incluindo sonolência, dor de cabeça severa, confusão e zumbidos nos ouvidos (tinnitus).


Consequências Graves e Ação de Emergência

A documentação regulamentar identifica o potencial para resultados graves ou que colocam a vida em risco. Estas manifestações sérias incluem o desenvolvimento de acidose metabólica, insuficiência renal aguda e hemorragia gastrointestinal grave ou perfuração. Em casos profundos, os doentes podem sofrer convulsões ou perda de consciência.

Se houver suspeita de sobredosagem, deve procurar-se assistência médica imediata ou contactar prontamente um Centro de Informação Antivenenos (CIAV). É necessária ajuda urgente perante sinais graves como dificuldade respiratória, hipotensão severa ou sinais de hemorragia interna. Os doentes idosos são considerados como tendo um risco acrescido de complicações gastrointestinais graves.

A gestão da sobredosagem é estritamente definida como tratamento sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por Ibuprofeno. A monitorização hospitalar, incluindo o acompanhamento contínuo dos sinais vitais e dos parâmetros laboratoriais, é obrigatória para gerir a toxicidade sistémica.

Usos terapêuticos de Dolomate

O que o Dolomate trata: Principais Usos e Benefícios

O Dolomate, que contém Ibuprofeno, é relevante em diversos domínios terapêuticos fundamentais. É aplicado em contextos onde é necessário um suporte sintomático adicional, oferecendo um auxílio que pode ajudar a aliviar a carga global dos sintomas. O medicamento é habitualmente utilizado para auxiliar em sintomas relacionados com desconforto físico, febre e estados inflamatórios.

Âmbito Terapêutico e Aplicações

O medicamento é frequentemente utilizado em condições caracterizadas por períodos de intensificação de sintomas, incluindo dores musculoesqueléticas decorrentes de distensões ou entorses, dores articulares relacionadas com a artrite, várias formas de cefaleias (dores de cabeça), dor dentária, e as dores gerais e piréxia associadas ao resfriado comum ou à gripe. É também comummente utilizado para gerir desconforto localizado recorrente, como as cólicas menstruais (dismenorreia). O Dolomate ajuda a abordar conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos, visando principalmente a combinação de dor, febre e inflamação. Esta ação proporciona um alívio de suporte que ajuda os doentes a lidar de forma mais constante com as flutuações dos sintomas.


Facto Rápido: O Dolomate é relevante para a gestão da Dor Articular e Muscular

O Dolomate é frequentemente utilizado quando o desconforto é originado pela inflamação, contribuindo para a gestão da carga sintomática de condições como a Artrite Reumatoide e aliviando a rigidez e o inchaço nas articulações afetadas.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Usar Dolomate? — Informação Regulamentar Oficial

Os documentos regulamentares oficiais classificam a substância Dolomita (a fonte mineral de carbonato de cálcio e magnésio) como Geralmente Reconhecida como Segura (estatuto GRAS) para uma finalidade altamente restrita: reforçar o conteúdo mineral de águas purificadas engarrafadas. Este estatuto estabelece fronteiras rigorosas para a sua utilização comercial, atuando como a principal restrição de elegibilidade.


Âmbito de Elegibilidade

Classificação Declaração de Uso (Estatuto Regulamentar)
Populações para as quais o uso é permitido Destina-se exclusivamente à utilização como substituto de sais de cálcio e magnésio com estatuto GRAS em bebidas de água purificada engarrafada, para melhorar o sabor e o teor mineral.
Regras de elegibilidade por idade Não se destina à utilização em fórmulas para lactentes (fórmulas infantis). Não existem outras regras específicas por idade oficialmente documentadas para este contexto de utilização.
Populações para as quais o uso é contraindicado Não estão listadas contraindicações farmacológicas formais, uma vez que possui o estatuto de ingrediente alimentar.
Utilização Restrita ou Limitada Não se destina a produtos sob a jurisdição governamental agrícola ou a qualquer utilização que exija uma revisão regulamentar adicional para além do estatuto GRAS.

Resumo Regulamentar

O perfil de elegibilidade da Dolomita é definido pelo seu contexto regulamentar enquanto ingrediente de grau alimentar, e não como um fármaco terapêutico aprovado. A classificação de segurança limita a sua utilização à aplicação definida em águas engarrafadas, sendo este o único padrão oficial de elegibilidade fornecido pelas entidades reguladoras. Os regulamentos excluem explicitamente a sua utilização em determinados produtos comerciais e populações, estabelecendo quem não pode utilizar a substância nesse contexto específico. Esta estrutura dita quem pode e quem não pode utilizar a substância com base no tipo de produto e no grupo de consumidores, e não em contraindicações médicas.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

A utilização de Dolomate deve ser gerida cuidadosamente em conjunto com outros medicamentos e produtos, devido à possibilidade de alterações na sua concentração no organismo ou de efeitos aditivos em determinados sistemas.

Medicamentos que Afetam os Níveis de Dolomate

A administração conjunta com inibidores enzimáticos fortes, tais como medicamentos específicos antifúngicos ou antivirais, pode aumentar significativamente o nível de Dolomate no corpo. Inversamente, os medicamentos classificados como indutores enzimáticos fortes, que incluem certos fármacos para convulsões ou o produto fitoterapêutico Erva de São João, podem reduzir substancialmente os níveis de Dolomate. É necessário um período específico de eliminação (washout) de 14 dias ao transitar de determinados indutores enzimáticos fortes antes de iniciar o Dolomate. Além disso, alguns fármacos que afetam os sistemas de transporte do organismo, conhecidos como inibidores da P-gp, podem também aumentar a quantidade de Dolomate absorvida.

Interações Farmacodinâmicas e de Segurança

O uso de Dolomate é restrito com certos medicamentos que também afetam a atividade elétrica do coração, especificamente aqueles que prolongam o intervalo QTc, devido ao risco aumentado de efeitos combinados. Os medicamentos que provocam depressão do Sistema Nervoso Central (SNC), como analgésicos ou sedativos, devem ser utilizados com precaução, uma vez que o uso combinado pode potenciar estes efeitos. O consumo de álcool é desencorajado por este motivo.

Mecanismo de ação

O Dolomate, uma fonte de carbonato de cálcio e magnésio, sofre uma dissociação química no ambiente ácido do trato gastrointestinal superior. Esta dissolução liberta catiões de cálcio (Ca^2+) e magnésio (Mg^2+). Os principais alvos biológicos são os reservatórios sistémicos e celulares que necessitam destes catiões divalentes. O magnésio atua como um cofator essencial para mais de 300 sistemas enzimáticos, incluindo os que regulam a hidrólise do ATP e a síntese de ácidos nucleicos.

A modulação ao nível sistémico pelo magnésio absorvido envolve a sua atuação como um antagonista fisiológico do cálcio ao ligar-se a locais no canal do recetor N-metil-D-aspartato (NMDA). Nestes locais, atua como um inibidor não-competitivo para regular o fluxo iónico e a excitabilidade neuronal. O magnésio também influencia a atividade dos canais de cálcio dependentes de voltagem e dos canais de potássio, modificando o fluxo iónico transmembranar. Consequentemente, estas interações modulam a contratilidade do músculo liso e a transmissão neuromuscular, levando a consequências fisiológicas sistémicas que envolvem primordialmente os tecidos cardíaco e vascular.

Informações sobre dosagem e administração

A administração de Dolomate (Ibuprofeno) deve seguir rigorosamente as diretrizes oficiais estabelecidas pelas entidades reguladoras, utilizando a dose eficaz mais baixa durante o período de tempo mais curto necessário para o controlo dos sintomas.

Vias de Administração e Dosagem Padrão

Via de Administração Dosagem Típica em Adultos Dose Diária Máxima
Oral (Comprimidos, Cápsulas, Suspensões) 200 mg a 400 mg a cada 4 ou 6 horas para sintomas agudos. 3200 mg (Com receita médica) / 1200 mg (Sem receita médica)
Endovenosa (EV) (Solução para perfusão) 400 mg a 800 mg a cada 6 horas. 3200 mg

Condições de Utilização e Populações Especiais

Frequência e Duração da Toma

O intervalo entre as doses por via oral deve ser mantido num mínimo de 4 a 6 horas. Para utilização sem receita médica, o medicamento não deve ser tomado por mais de 10 dias para a dor ou 3 dias para a febre, exceto sob orientação de um profissional de saúde. Em caso de utilização crónica, a resposta terapêutica é frequentemente observada após duas semanas de tratamento.

Contexto da Ingestão

As formas orais de Dolomate podem ser administradas com alimentos ou leite se o utilizador sentir desconforto gastrointestinal, uma vez que esta prática altera minimamente a extensão da absorção do fármaco.

Regras Específicas por População

A dosagem para idosos deve ser iniciada com a dose eficaz mais baixa, devido à maior sensibilidade deste grupo aos efeitos adversos. A dosagem oral pediátrica para crianças com idade igual ou superior a 6 meses baseia-se geralmente no peso corporal (mg/kg). A formulação endovenosa deve ser administrada exclusivamente por profissionais de saúde qualificados, através de uma perfusão com duração de pelo menos 30 minutos, em ambiente clínico adequado.

Evidência clínica recente

A investigação sobre o Dolomate baseia-se extensivamente em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e em revisões sistemáticas para avaliar a sua utilização clínica. No que respeita ao desconforto físico agudo e de curta duração, como dores de cabeça ou dor pós-operatória, os ensaios analisaram resultados relacionados com as pontuações de dor comunicadas pelos doentes e a necessidade de analgésicos suplementares (medicação de resgate). A investigação descreveu medições que indicam que o aumento da dose além de um determinado ponto não resultou numa alteração proporcional nos resultados medidos, um padrão conhecido como teto analgésico.

No contexto da febre, a base de investigação tem sido avaliada através de ECCA que se focaram prioritariamente em doentes pediátricos. Os estudos analisaram resultados associados à temperatura corporal elevada, medindo a variação da temperatura em relação ao ponto inicial. Da mesma forma, para a dor articular crónica e inflamação, como a osteoartrite, os estudos monitorizaram estas condições utilizando escalas funcionais especializadas, como o Índice WOMAC, para documentar alterações no funcionamento físico e no desconforto percebido.

Uma limitação fundamental em toda a investigação é a duração do acompanhamento. A maioria dos ensaios de eficácia para condições crónicas apresenta períodos de intervenção relativamente curtos, abrangendo semanas a alguns meses. Consequentemente, a investigação que explora padrões de sintomas a longo prazo é escassa e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Para a utilização pediátrica, embora a base de evidência tenha sido avaliada, foi assinalada como uma lacuna na investigação a necessidade de estudos a longo prazo mais rigorosamente concebidos, centrados no perfil completo em crianças.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Dolomate

O que é o Dolomate e para que é utilizado?

O Dolomate é um medicamento indicado para o tratamento de curto prazo de dores agudas de intensidade ligeira a moderada. É frequentemente utilizado em situações como dores de dentes, dores musculares ou dores menstruais, proporcionando alívio através da sua ação analgésica e anti-inflamatória.

Como deve ser tomado este medicamento?

A administração do Dolomate deve seguir rigorosamente as indicações do médico ou do farmacêutico. Geralmente, o comprimido deve ser tomado com um copo de água, preferencialmente durante ou após as refeições para minimizar possíveis efeitos gastrointestinais. Não se deve exceder a dose recomendada nem prolongar o tratamento além do tempo prescrito.

Quais são as precauções mais importantes?

Antes de iniciar o tratamento com Dolomate, é essencial informar o profissional de saúde sobre quaisquer problemas cardíacos, renais ou hepáticos preexistentes. O uso deste medicamento deve ser feito com cautela em doentes com histórico de úlceras gástricas ou problemas de coagulação. É fundamental não combinar este fármaco com outros anti-inflamatórios não esteroides (AINE) sem supervisão médica.

O Dolomate pode ser utilizado durante a gravidez ou amamentação?

O uso de Dolomate não é recomendado durante a gravidez, especialmente no último trimestre, devido ao risco de complicações para o desenvolvimento fetal e para o processo de parto. Da mesma forma, durante o período de amamentação, deve consultar-se um médico para avaliar se a utilização é segura ou se deve ser interrompida.

O que fazer em caso de esquecimento de uma dose?

Caso se esqueça de tomar uma dose, deve tomá-la assim que se lembrar, a menos que esteja quase na hora da dose seguinte. Nunca se deve duplicar a dose para compensar a que foi esquecida, mantendo-se o intervalo regular entre as administrações restantes.

Quais são os efeitos secundários possíveis?

Como todos os medicamentos, o Dolomate pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. Os efeitos mais comuns incluem desconforto gástrico, náuseas ou tonturas. No caso de surgirem reações alérgicas, como erupções cutâneas ou dificuldade respiratória, deve interromper-se o tratamento de imediato e procurar assistência médica.

Como Dolomate deve ser armazenado e descartado?

Instruções de Conservação e Eliminação

Os documentos regulamentares oficiais definem requisitos específicos para a conservação e eliminação do Dolomate (Ibuprofeno), com o intuito de preservar a sua qualidade.


Condições de Conservação

Temperatura e Ambiente: Conserve o medicamento a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 20°C e os 25°C. O produto deve ser protegido da humidade e do calor excessivo.

Manuseamento e Embalagem: Mantenha o medicamento na sua embalagem original e assegure-se de que o recipiente permanece bem fechado. A forma em suspensão oral não deve ser congelada.

Segurança das Crianças: O Dolomate deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças em todos os momentos.


Regras de Eliminação

Medicamentos Não Utilizados: Elimine o Dolomate não utilizado ou fora do prazo de validade através de um programa de recolha de medicamentos autorizado, como os pontos de recolha disponíveis em farmácias. Não deite o medicamento na sanita nem o verta num cano, a menos que tal seja explicitamente indicado no rótulo do produto.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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