Dolo D

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dolo D

O que é o Dolo D?

Propriedade Descrição
Substâncias Ativas Ibuprofeno e Pseudoefedrina
Forma Farmacêutica Comprimidos orais
Classe Farmacológica Anti-inflamatório não esteroide (AINE) e Amina simpatomimética (Descongestionante)
Objetivo Geral Alívio sintomático da dor, inflamação e congestão nasal
Origem Compostos químicos de síntese

O Dolo D é um medicamento classificado como um produto de associação de dose fixa, que integra dois componentes ativos distintos — um analgésico e um descongestionante nasal — numa única formulação. O seu propósito fundamental é tratar o duplo desconforto das dores e da congestão respiratória, frequentemente associados a condições comuns das vias respiratórias superiores. Esta estratégia de combinação permite que o medicamento atue tanto na sensação sistémica de mal-estar como na manifestação física da obstrução. Esta combinação específica encontra-se amplamente disponível e é clinicamente reconhecida por proporcionar um alívio sintomático eficaz em adultos.

Composição e Classes Farmacológicas

O Dolo D é uma formulação em comprimidos orais que contém as substâncias ativas Ibuprofeno e Pseudoefedrina. Ambas as entidades químicas derivam de fontes sintéticas, sendo fabricadas para garantir uma qualidade farmacêutica consistente. Esta preparação define-se pelas classes farmacológicas distintas dos seus dois componentes ativos: o Ibuprofeno é categorizado como um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE), enquanto a Pseudoefedrina é classificada como uma Amina Simpatomimética que funciona como descongestionante nasal.

O papel do Ibuprofeno como AINE está estabelecido na redução dos sinais de dor e inflamação. A abordagem combinada é particularmente útil em cenários onde o paciente apresenta uma constipação severa ou pressão sinusal caracterizada tanto por dor como por obstrução das vias aéreas. Sendo um produto de dose fixa, o Dolo D assegura a entrega de uma proporção constante do AINE e do descongestionante através de uma única administração oral sistémica.

Objetivo Terapêutico Geral

O objetivo geral do Dolo D é oferecer um alívio sintomático direcionado, tirando partido dos seus componentes duais para combater simultaneamente o desconforto e a obstrução física. O componente Ibuprofeno trata as dores generalizadas, o mal-estar e a febre, enquanto o componente Pseudoefedrina alivia a congestão nasal e sinusal, a pressão e o edema. Esta abordagem terapêutica combinada ajuda a melhorar o conforto do paciente e a facilitar a respiração nasal, mitigando os problemas centrais de inflamação e de acumulação local de fluidos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dolo D?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança oficial do Dolo D, uma combinação de Ibuprofeno (AINE) e Pseudoefedrina (Amina Simpaticomimética), é definido por reações adversas classificadas em várias classes de sistemas de órgãos.

As reações adversas estão agrupadas pela sua classificação oficial de frequência:

  • Frequentes: Incluem distúrbios gastrointestinais, como dispepsia, náuseas e dor abdominal, juntamente com distúrbios do sistema nervoso, como cefaleias e tonturas.
  • Raros: Incluem eventos graves, como lesão renal aguda e distúrbios hepáticos graves.
  • Frequência desconhecida: Inclui eventos cerebrovasculares graves (PRES/RCVS), hipertensão grave e certos efeitos psiquiátricos, como alucinações, conforme relatado na documentação dos componentes.

As reações adversas graves explicitamente listadas incluem hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal; eventos trombóticos cardiovasculares graves (por exemplo, enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral); e reações adversas cutâneas graves, como a Síndrome de Stevens-Johnson. Estes riscos podem aumentar com a duração da utilização e podem ser dependentes da dose.

Estão documentadas considerações de segurança específicas para determinadas populações. A utilização é estritamente contraindicada durante o terceiro trimestre da gravidez e em doentes com hipertensão grave ou não controlada, ou doença arterial coronária grave. Os idosos apresentam um risco acrescido de eventos adversos gastrointestinais graves.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

As informações regulamentares definem o perfil de sobredosagem do Dolo D através de manifestações que afetam predominantemente o sistema nervoso central e o trato gastrointestinal. Os quadros de sobredosagem documentados incluem habitualmente vómitos, dor de estômago, diarreia, confusão e sonolência grave. Resultados mais graves, incluindo convulsões, coma e insuficiência renal aguda (identificada por uma produção de urina reduzida ou nula), são oficialmente reconhecidos como complicações potencialmente fatais.

Medidas de emergência necessárias

As orientações oficiais determinam que, em caso de suspeita de sobredosagem ou se forem observados sinais graves como desmaio, respiração fraca ou sinais de hemorragia, deve ser tomada uma ação imediata. É necessário procurar assistência médica de emergência imediata ou contactar o centro nacional de informação antivenenos para instruções urgentes. O risco de desfechos graves é referido como sendo mais elevado em idosos (com 60 anos ou mais) e em indivíduos com compromisso renal pré-existente.

Gestão e monitorização

A gestão da sobredosagem é oficialmente definida como sintomática e de suporte, uma vez que não são conhecidos antídotos específicos para o componente AINE ativo. O tratamento pode envolver a administração de carvão ativado, a monitorização dos sinais vitais e, em casos graves, procedimentos especializados como a endoscopia para tratar hemorragias internas. A observação hospitalar é necessária para a gestão de potenciais complicações.

Usos terapêuticos de Dolo D

O que o Dolo D trata: Principais Utilizações e Benefícios Terapêuticos

O Dolo D é um medicamento de associação geralmente utilizado para a gestão sintomática da dor e da inflamação. Este é aplicado na abordagem de condições como dor musculoesquelética aguda, várias formas de artrite e entorses. É utilizado no tratamento de sintomas relacionados com o desconforto físico, o que auxilia na redução da carga sintomática global.


Alívio do Desconforto de Curta Duração e da Carga Sintomática

Este medicamento é vulgarmente utilizado em situações que envolvem sintomas angustiantes, onde é necessário um apoio sintomático de curto prazo. Ajuda a abordar grupos de sintomas que podem surgir subitamente ou intensificar-se temporariamente, apoiando o bem-estar geral durante fases sintomáticas em que as manifestações criam um esforço funcional percetível. É relevante em contextos marcados pelo aumento do desconforto ou da tensão.


Gestão de Padrões Sintomáticos Episódicos e Flutuantes

A sua aplicação é pertinente em condições caracterizadas por manifestações episódicas ou flutuantes. É aplicado quando as condições produzem uma carga sintomática significativa, podendo fazer parte da gestão sintomática em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis. Esta abordagem apoia o bem-estar geral durante os períodos sintomáticos.


Proporcionar Alívio Durante Fases de Desconforto Intensificado

Este medicamento é frequentemente utilizado quando os sintomas se intensificam e é necessário um alívio de suporte, contribuindo para atenuar a carga sintomática total durante períodos de sintomas acentuados. Oferece um alívio sintomático que apoia o paciente durante episódios difíceis, atenuando a angústia quando os sintomas se tornam temporariamente desgastantes. É aplicado na abordagem de sintomas que interferem com o conforto diário.


Facto Rápido: É comummente utilizado para ajudar com sintomas relacionados com o desconforto físico durante períodos de sintomas acentuados.

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização do Dolo D (Ibuprofeno e Pseudoefedrina) é definida pela documentação regulamentar oficial, baseando-se principalmente em contraindicações relacionadas com os seus componentes (AINE e descongestionante). Os adultos e adolescentes (geralmente com 12 ou mais anos) constituem a população aprovada para utilização sob as condições padrão do rótulo.

Populações com Contraindicação Absoluta

A utilização é contraindicada em doentes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente, ao ácido acetilsalicílico ou a outros AINEs. Aplicam-se exclusões absolutas a indivíduos que estejam a tomar um Inibidor da Monoaminoxidase (IMAO) ou que o tenham feito nos últimos 14 dias, bem como a doentes no período imediatamente anterior ou posterior a uma cirurgia de pontagem aortocoronária (CABG).

  • Comorbilidades Graves: As contraindicações incluem insuficiência cardíaca grave, hipertensão grave ou não controlada, insuficiência hepática grave, insuficiência renal grave e presença de úlcera péptica ou hemorragia ativa ou recorrente.
  • Idade e Estado Reprodutivo: O medicamento é contraindicado em crianças com menos de 12 anos. A utilização é também contraindicada durante a gravidez (especificamente no terceiro trimestre) e durante o período de amamentação.

Restrições de Uso Condicional

A utilização requer precaução em doentes com insuficiência renal ou hepática ligeira a moderada, hipertensão controlada ou antecedentes de doença gastrointestinal, asma, diabetes mellitus ou hipertiroidismo. A rotulagem oficial refere que a utilização não é recomendada em mulheres que pretendem engravidar.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Restrições Oficiais de Interação

Esta combinação de dose fixa contém Ibuprofeno e Pseudoefedrina, sendo o seu perfil de interações estruturado com base nas propriedades de ambas as substâncias ativas, conforme documentado em fontes oficiais.

Combinações contraindicadas

A coadministração com Inibidores da Monoaminoxidase (IMAOs) é estritamente contraindicada devido ao risco de crise hipertensiva associado à pseudoefedrina; é necessário um período de intervalo de 14 dias antes ou após a terapia com IMAOs. O uso concomitante com outros agentes simpaticomiméticos (incluindo outros descongestionantes) também é proibido devido ao risco de efeitos cardiovasculares aditivos graves.

Interações oficialmente documentadas

O componente ibuprofeno aumenta o risco de hemorragia gastrointestinal quando combinado com agentes como corticosteroides orais, anticoagulantes (por exemplo, varfarina) e Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS). Por este motivo, a coadministração com outros AINEs é geralmente evitada. O ibuprofeno também reduz a eliminação renal de certos medicamentos coadministrados, o que leva ao aumento das concentrações plasmáticas de agentes como o lítio e o metotrexato.

Além disso, o consumo de álcool (etanol) é formalmente evitado, uma vez que pode aumentar o risco documentado de hemorragia gastrointestinal. O medicamento pode também reduzir a eficácia de medicamentos anti-hipertensores. Os doentes idosos são especificamente mencionados por apresentarem um risco acrescido de eventos gastrointestinais graves durante a coadministração com medicamentos de alto risco.

Mecanismo de ação

Como funciona o Dolo D

O Dolo D é um produto de associação que contém Paracetamol (Acetaminofeno) e um descongestionante, tipicamente uma amina simpatomimética como a Pseudoefedrina ou um agente semelhante.

O mecanismo central do Paracetamol envolve uma suposta interação inibitória com a atividade da ciclo-oxigenase (COX), predominantemente no sistema nervoso central (SNC). Esta inibição modula a síntese de prostaglandinas (PGs) no SNC, inibindo especificamente a produção de prostaglandina E2 (PGE2) no hipotálamo. A cascata resultante diminui o ponto de regulação termorregulador, levando a uma consequência fisiológica sistémica de maior dissipação de calor, essencialmente através da transpiração. Uma via analgésica alternativa no SNC envolve o metabolito ativo do Paracetamol, o AM404, que atua como um agonista nos recetores TRPV1 e como um inibidor indireto da recaptação de canabinoides endógenos.

A componente descongestionante atua como um agonista nos recetores adrenérgicos alfa-1 do músculo liso vascular, atuando particularmente sobre os vasos sanguíneos da mucosa do trato respiratório superior. Esta interação desencadeia uma vasoconstrição, que diminui o fluxo sanguíneo capilar e reduz o conteúdo de fluido (edema) na mucosa nasal e sinusal. A consequência ao nível do sistema é uma redução na sinalização intracelular do AMP cíclico (AMPc) nas células do músculo liso, o que resulta num estreitamento persistente dos vasos.

Informações sobre dosagem e administração

Mapa de Instruções: Como utilizar o Dolo D — Diretrizes Oficiais de Administração

Este mapa formaliza as diretrizes para a administração por via oral do Dolo D (Ibuprofeno/Pseudoefedrina), um produto de associação de dose fixa, conforme documentado em fontes regulamentares governamentais.


Âmbito da Administração

Via de administração Exclusivamente para administração via oral.
Esquema posológico As orientações oficiais indicam o uso da menor dose eficaz. A dose inicial para adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos é de uma unidade da dosagem padrão de 200 mg/30 mg. Caso uma unidade seja insuficiente, podem ser tomadas no máximo duas unidades. O limite máximo absoluto é de seis unidades em qualquer período de 24 horas.
Momento da toma A dose pode ser tomada com alimentos ou leite, se necessário para maior conforto, ou com um copo cheio de água.
Requisitos de preparação Certas apresentações (por exemplo, cápsulas ou comprimidos específicos) devem ser engolidas inteiras e não devem ser esmagadas nem mastigadas, de forma a garantir a correta entrega das substâncias.
Regras por grupo etário O uso está restrito a adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos. O uso em crianças com menos de 12 anos não é recomendado.
Esquecimento de uma toma O medicamento é tomado conforme a necessidade, com base nos sintomas; em caso de esquecimento, a dose deve ser tomada assim que recordada, desde que a toma seguinte não esteja próxima e tenha decorrido o intervalo mínimo.
Condições especiais A utilização está limitada a uma duração de curto prazo para episódios sintomáticos agudos.

Classificações da Instrução (Nível Superior)

Método de administração Via oral (ingestão de uma unidade de dose fixa).
Padrão de frequência Conforme a necessidade (SOS) (perante a persistência de sintomas), com um intervalo mínimo rígido de 4 a 6 horas entre as tomas.
Base regulamentar Informação de prescrição e documentos governamentais equivalentes.
Restrições de contexto Utilização de curto prazo, condicionada por um limite diário máximo rigoroso e um requisito de idade mínima estabelecido (idade igual ou superior a 12 anos).

Ligação ao protocolo global de utilização:

Estas instruções oficiais estabelecem um protocolo de administração oral padronizado, focado inteiramente na adesão aos limites de dosagem definidos e num intervalo de tempo fixo baseado na persistência dos sintomas. Esta estrutura garante que a utilização permaneça estritamente de curto prazo e conforme a necessidade, reforçando o requisito regulamentar central de utilizar a menor dose eficaz e respeitar os limites máximos de dosagem.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA) no Tratamento Inicial

Diversos estudos avaliaram se o início da terapêutica com uma abordagem combinada estava associado a alterações no prognóstico a longo prazo após um evento agudo. A investigação analisou se esta abordagem estava associada a uma taxa observada inferior de eventos recorrentes, quando comparada com a terapia de agente único.

  • Análise de Desfechos (Endpoints): Os estudos iniciais focaram-se prioritariamente na redução de desfechos primários, tais como taxas de re-hospitalização ou complicações não fatais. Os resultados destes ensaios descreveram as taxas observadas para estes eventos.
  • Gestão de Sintomas: A investigação também explorou o impacto nos sintomas de curto prazo. Em ensaios fundamentais, os participantes que receberam a terapia combinada relataram observações variáveis de sintomas, tendo os protocolos dos estudos analisado os resultados após a conclusão do ciclo completo de tratamento.

Dados de Vida Real e Estudos Observacionais

Para além dos ensaios controlados, foram utilizados dados de vida real (RWD) provenientes de grandes registos de doentes para monitorizar tendências a longo prazo.

  • Acompanhamento a Longo Prazo: A evidência indicou que a adesão prolongada ao regime do estudo estava associada à consistência dos resultados observados nos ensaios. A investigação explorou se esta combinação estava associada a desfechos medidos ao longo de um período de cinco anos.
  • Análise de Subgrupos: Os estudos incluíram doentes com condições coexistentes específicas, como insuficiência renal ligeira ou diabetes tipo 2 estável. Estas análises exploraram se os desfechos medidos variavam entre diferentes perfis de doentes.

Perfil de Segurança e Tolerabilidade

Revisões sistemáticas coligiram dados sobre eventos adversos de todas as fases do desenvolvimento clínico. Os eventos adversos observados alinharam-se com os resultados dos componentes individuais, que incluíram fadiga e cefaleias. A frequência de reporte de eventos adversos mais graves foi baixa em todos os estudos. O tratamento foi estudado quanto ao seu perfil em relação às funções hepática e renal em diversas coortes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Dolo D (FAQ)

P: Com que rapidez o Dolo D começa geralmente a fazer efeito?

Os estudos e as informações oficiais indicam que o alívio dos sintomas começa habitualmente nos 30 minutos após a toma da primeira dose. Isto é consistente com o tempo médio necessário para que as substâncias ativas sejam absorvidas e comecem a atuar nos sistemas do organismo.


P: Qual é a duração dos efeitos do Dolo D no organismo?

A informação oficial do produto sugere que a duração do alívio dos sintomas é, geralmente, de até 6 horas. Este período de tempo está em conformidade com as orientações relativas ao intervalo mínimo recomendado entre doses subsequentes.


P: O Dolo D pode causar sonolência ou afetar a minha capacidade de conduzir?

O perfil de segurança oficial lista as tonturas e a sonolência como possíveis efeitos secundários frequentes. As recomendações oficiais aconselham precaução ao conduzir ou ao operar máquinas até que o indivíduo saiba como o medicamento o afeta.


P: O que devo fazer se notar alguma alteração após começar a tomar Dolo D?

A rotulagem especifica certos sintomas graves, tais como sinais de hemorragia estomacal, problemas cardíacos ou eventos semelhantes a um acidente vascular cerebral, que exigem uma ação imediata. As orientações oficiais instruem a interrupção da utilização e a procura de assistência médica imediata caso ocorra qualquer um destes sintomas específicos.


P: Existe um tempo máximo recomendado para o uso de Dolo D?

De acordo com as informações oficiais do produto, o Dolo D destina-se apenas a uma utilização de curto prazo. O requisito estabelecido é a utilização da dose eficaz mais baixa durante o período mais curto necessário, o qual é frequentemente limitado a um máximo de 5 a 7 dias para o alívio temporário dos sintomas de constipação e gripe.


P: Posso esmagar ou partir os comprimidos de Dolo D?

As instruções específicas para comprimidos orais ou cápsulas requerem frequentemente que estes sejam engolidos inteiros, sem esmagar, mastigar ou dissolver. Isto serve para garantir a libertação correta do medicamento e assegurar que este atue conforme pretendido durante o tempo necessário.


P: O Dolo D está aprovado por agências reguladoras para as utilizações indicadas?

Os documentos oficiais confirmam que várias formulações de Dolo D foram aprovadas por agências competentes. Esta aprovação confirma que o produto foi revisto e autorizado para o alívio temporário dos sintomas listados, desde que utilizado de acordo com as orientações autorizadas.


P: Porque é que o Dolo D é por vezes preferido em relação a outros tratamentos?

As orientações indicam que este produto de associação se destina a ser utilizado apenas quando estão presentes dois problemas específicos: congestão nasal e sintomas de dor ou febre. O produto destina-se a ser utilizado quando a ação descongestionante e a ação analgésica são necessárias em simultâneo.


P: O Dolo D pode ser tomado ao mesmo tempo que outros medicamentos para a gripe?

O rótulo contém avisos contra a utilização deste medicamento com qualquer outro produto que contenha pseudoefedrina ou qualquer outro descongestionante nasal. Também se adverte contra a toma conjunta com outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) para evitar o aumento do risco de efeitos secundários.


P: Porque é que o folheto oficial refere que o Dolo D não é para todos?

Esta afirmação é incluída porque as autoridades exigem que a lista obrigatória de contraindicações e avisos seja apresentada de forma clara. Isto deve-se à existência de populações para as quais a utilização é restrita ou proibida, tais como pessoas com hipertensão arterial não controlada ou doença cardíaca grave.


P: Existem diferentes formas de Dolo D (comprimido, líquido, libertação prolongada)?

De acordo com os registos oficiais, as formulações aprovadas deste produto de associação incluíram comprimidos orais padrão, cápsulas moles e suspensões líquidas. A forma disponível pode depender da marca específica do produto e do país.


P: A utilização de Dolo D afeta a fertilidade ou o planeamento familiar?

Os documentos oficiais referem que o componente ibuprofeno tem sido associado à diminuição da fertilidade feminina. Por este motivo, as orientações indicam que o medicamento não é geralmente recomendado para mulheres que estão a tentar engravidar ativamente.


P: É verdade que o Dolo D pode causar desconforto gástrico?

As informações de segurança indicam que o desconforto gástrico é possível. Os efeitos secundários frequentes podem incluir distúrbios gastrointestinais, tais como desconforto no estômago, náuseas e vómitos.


P: Existem restrições de estilo de vida específicas ao utilizar o Dolo D?

A rotulagem oficial inclui um aviso formal contra o consumo de álcool durante a toma deste medicamento. Além disso, fumadores inveterados foram frequentemente excluídos dos estudos clínicos iniciais devido a fatores de risco conhecidos.


P: O Dolo D apresenta risco de dependência ou uso indevido?

O componente pseudoefedrina acarreta um risco conhecido de uso indevido como estimulante. Consequentemente, este componente está sujeito a limites legais quanto à quantidade que pode ser adquirida num determinado período de tempo.


P: O Dolo D deve ser tomado com alimentos?

As instruções oficiais de administração referem que a dose pode ser tomada com alimentos ou leite para ajudar a evitar um potencial desconforto gástrico. No entanto, não é obrigatório que o medicamento seja tomado com alimentos para que funcione de forma eficaz.


P: Existem instruções sobre o que fazer em caso de sobredosagem acidental de Dolo D?

A rotulagem contém um aviso explícito de que, em caso de utilização excessiva ou sobredosagem acidental, é obrigatória a assistência médica imediata ou o contacto com um centro de informação antivenenos.


P: O que dizem as orientações oficiais sobre o Dolo D e a saúde mental?

O perfil de segurança lista efeitos psiquiátricos como ansiedade, nervosismo, insónia e um potencial raro de alucinações. Indivíduos com condições de saúde mental graves ou não controladas podem ter o uso restrito conforme indicado pelas orientações oficiais.


P: O Dolo D é um analgésico ou trata outro tipo de problema?

O medicamento é classificado como um produto de associação de dose fixa que contém dois componentes distintos. Estes categorizam-no simultaneamente como um Analgésico (para a dor e febre) e como um Descongestionante Nasal (para a congestão e pressão sinusal).


P: Qual é a abordagem recomendada se eu sentir um efeito secundário raro do Dolo D?

A rotulagem contém instruções para interromper o uso e consultar um médico ou profissional de saúde se surgirem sintomas novos ou preocupantes, ou se os sintomas existentes piorarem.


P: O Dolo D está disponível sem receita médica ou apenas com prescrição?

Este produto é geralmente categorizado como um medicamento de Venda Livre (Medicamento Não Sujeito a Receita Médica) e está amplamente disponível. No entanto, devido à presença de pseudoefedrina, aplicam-se limites específicos de aquisição.

Como Dolo D deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento

O Dolo D deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20°C e os 25°C, de acordo com a rotulagem oficial. Para manter a estabilidade do produto, este deve ser protegido da congelação, de calor excessivo acima de 40°C, da luz solar direta e da humidade. O medicamento deve permanecer na sua embalagem original, devidamente fechada, e ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

As diretrizes oficiais recomendam a utilização de um ponto de recolha de resíduos de medicamentos como o método preferencial para descartar o Dolo D não utilizado ou fora de prazo. Se não estiver disponível um programa de recolha, o medicamento deve ser misturado com uma substância desagradável, colocado num saco de plástico selado e depositado no lixo doméstico. É obrigatório que o produto não seja deitado na sanita nem eliminado na rede de águas residuais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Dolo D encontrado em:

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