Dofamine

Links rápidos para seções importantes

Dofamine

Forma selecionada

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dofamine

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Cloridrato de dopamina
Forma Solução estéril para infusão
Classe farmacológica Agente simpatomimético, Vasopressor
Objetivo geral Suporte circulatório imediato
Origem Derivado sintético de uma catecolamina endógena

Que Tipo de Medicamento é o Dofamine? (Identidade e Classificação)

O Dofamine é um vasopressor sintético e um agente simpatomimético utilizado em cuidados intensivos para apoiar o sistema circulatório. A substância ativa deste Medicamento Sujeito a Receita Médica é o Cloridrato de dopamina, que pertence à classe farmacológica de nível superior dos agonistas adrenérgicos. Esta classificação significa que o fármaco mimetiza as ações das hormonas naturais do sistema nervoso simpático do organismo, tal como a própria catecolamina endógena Dopamina, para exercer efeitos rápidos e significativos no sistema circulatório. A dopamina é descrita principalmente como um agente que trata a pressão arterial baixa e o débito cardíaco.

O seu uso para suporte circulatório é clinicamente reconhecido e apoiado por estudos farmacológicos. É uma entidade farmacêutica potente, identificável pela sua fórmula química C8H11NO2, e está estritamente reservada para utilização quando é necessária uma intervenção imediata e poderosa para a estabilização hemodinâmica crítica.


Composição e Forma Farmacêutica (Preparação e Entrega)

O Dofamine é consistentemente preparado como uma solução estéril ou um concentrado para solução para infusão, sendo exclusivamente um produto de substância ativa única. O fármaco é dissolvido numa base aquosa apropriada para uma administração parentérica segura através de infusão intravenosa.

Esta formulação garante um acesso rápido e direto à corrente sanguínea, o que é necessário para um agente potente que exige uma titulação constante e precisa em contextos controlados de cuidados intensivos.


Objetivo Terapêutico Geral do Dofamine (Benefício de Alto Nível)

O objetivo terapêutico geral do Dofamine é proporcionar suporte circulatório imediato durante períodos de instabilidade grave, através da regulação da pressão arterial e do reforço da função cardíaca. O fármaco atinge este objetivo através de um efeito inotrópico positivo, aumentando a força das contrações do músculo cardíaco, e atuando como um vasopressor para manter a pressão arterial necessária. A sua ação na gestão da hipotensão ocorre através da estimulação dos recetores adrenérgicos alfa e beta. Esta combinação de efeitos garante que sangue oxigenado suficiente seja entregue aos órgãos vitais durante um compromisso circulatório agudo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dofamine?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O Dofamine (cloridrato de dopamina) está associado a um perfil de segurança oficial que se foca principalmente em efeitos cardiovasculares e vasculares locais, conforme documentado na informação regulamentar de prescrição.

Classificação de Reações Adversas

As reações adversas são oficialmente categorizadas pela frequência e pelo sistema fisiológico afetado. Os efeitos comuns, reportados nas informações oficiais, incluem alterações no ritmo cardíaco, tais como taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) ou bradicardia (ritmo cardíaco lento), palpitações, dor anginosa, dor de cabeça e variações na pressão arterial (hipertensão ou hipotensão). Perturbações gastrointestinais, como náuseas e vómitos, também são listadas como comuns. Reações menos frequentes, ou pouco comuns, incluem piloereção (arrepios) e anomalias específicas no ECG.


Riscos Graves de Segurança

As preocupações de segurança mais graves documentadas referem-se ao sistema vascular e à função cardíaca. Estas incluem o potencial para arritmias ventriculares e vasoconstrição periférica e visceral grave (estreitamento dos vasos sanguíneos nas extremidades e órgãos), que podem levar à isquémia tecidular. No local da infusão, foram relatados casos de necrose local, esfacelamento e gangrena das extremidades, frequentemente associados a extravasamento ou ao uso prolongado de doses elevadas. Além disso, o Dofamine contém o excipiente metabissulfito de sódio, que acarreta um risco de reações graves de tipo alérgico em indivíduos suscetíveis.


Restrições de Segurança e Populações Especiais

Os documentos regulamentares estipulam que o Dofamine está contraindicado em doentes com feocromocitoma (um tumor da glândula suprarrenal) ou taquiarritmias não corrigidas. Uma restrição de segurança fundamental determina que o baixo volume sanguíneo (hipovolemia) deve ser corrigido antes da administração para prevenir uma vasoconstrição grave. Relativamente a grupos específicos, a segurança e eficácia em doentes pediátricos não foram estabelecidas, e existem notas oficiais sobre o potencial de hipotensão acentuada após a interrupção abrupta da infusão.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações abaixo resumem as manifestações oficialmente documentadas e as ações de emergência necessárias em caso de sobredosagem de Dofamine (cloridrato de dopamina), conforme detalhado em fontes oficiais.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

A sobredosagem é evidenciada principalmente pelo exagero descontrolado dos efeitos do fármaco. Os sinais oficialmente documentados incluem uma elevação grave e excessiva da pressão arterial (hipertensão) e perturbações cardíacas, tais como taquiarritmias ou o desenvolvimento de novas disritmias.

Riscos e Consequências Graves

As complicações graves documentadas incluem casos raros de arritmias ventriculares fatais. Um risco fundamental é a necrose e o esfacelamento dos tecidos devido à vasoconstrição local, caso a infusão saia da veia (extravasamento). Foi também relatada gangrena das extremidades após infusões prolongadas ou com doses elevadas.


Ações de Emergência Necessárias

A ação imediata para a sobredosagem sistémica, indicada pela pressão arterial excessiva, consiste em reduzir ou interromper temporariamente a infusão. Esta medida é rapidamente eficaz devido à curta duração de ação do fármaco. Para lesões nos tecidos locais resultantes de extravasamento, o procedimento oficial exige a infiltração imediata de um agente bloqueador alfa-adrenérgico (como o mesilato de fentolamina) na área afetada para prevenir a morte dos tecidos.

Monitorização e Considerações Especiais

É necessária uma monitorização constante, com atenção a sinais como a diminuição do fluxo urinário estabelecido ou o aumento da taquicardia. Recomenda-se também uma vigilância apertada em doentes com insuficiência renal e hepática, uma vez que a eliminação do fármaco pode estar diminuída.

Usos terapêuticos de Dofamine

Factos Rápidos

  • Suporte do Equilíbrio Hemodinâmico: Utilizado em contextos de cuidados agudos para ajudar a abordar o fluxo sanguíneo insuficiente e a pressão arterial baixa.
  • Suporte Cardíaco: Pode ser utilizado para apoiar a gestão do baixo débito cardíaco.
  • Perfusão de Órgãos: É administrado para apoiar a manutenção de um fluxo sanguíneo adequado para órgãos vitais, tais como os rins.

O que o Dofamine trata: principais utilizações e benefícios

O Dofamine é um composto administrado em contextos médicos específicos para ajudar a abordar desequilíbrios hemodinâmicos, que se referem ao fluxo de sangue através dos órgãos e tecidos. Está indicado para a gestão de suporte de certas formas de choque, incluindo as relacionadas com enfarte do miocárdio (ataque cardíaco), trauma e septicémia. É uma opção de tratamento utilizada para ajudar a manter a pressão arterial quando esta é considerada demasiado baixa (hipotensão).

O composto pode ser utilizado para apoiar o fluxo sanguíneo para órgãos vitais, que pode ser afetado por diversas condições agudas, tais como cirurgias de coração aberto ou insuficiência renal. Ao influenciar a função do coração e a tensão nos vasos sanguíneos, o Dofamine destina-se a ajudar a restaurar um estado circulatório mais equilibrado. Enquanto agente terapêutico, a sua utilização é geralmente reservada para doentes em cuidados intensivos que requerem monitorização médica e suporte cuidadosos.

Para contexto adicional sobre a utilização deste composto na prática clínica, consulte a orientação oficial.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade e Contraindicações

A documentação regulamentar oficial define grupos populacionais específicos que podem e que não podem utilizar o Dofamine (cloridrato de dopamina injetável).

Proibições Absolutas

O Dofamine está contraindicado e não deve ser utilizado em doentes com diagnóstico de feocromocitoma, que é um tumor da glândula suprarrenal. Da mesma forma, a sua utilização é proibida em indivíduos que apresentem fibrilhação ventricular ou taquiarritmias que não tenham sido previamente corrigidas. Adicionalmente, o fármaco não deve ser administrado a doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes presentes na formulação.

Utilização Restrita ou Condicional

A administração do medicamento está sujeita a condições específicas ou requer precaução acrescida em diversas populações. No caso de doentes pediátricos, a segurança e a eficácia do Dofamine ainda não foram estabelecidas, de acordo com as informações oficiais. Relativamente à gravidez, o fármaco é classificado na Categoria C de risco, o que significa que a sua utilização só se justifica quando o benefício potencial para a mãe ultrapassa claramente o risco potencial para o feto.

Existem também requisitos relacionados com o estado fisiológico do doente; antes e durante a utilização, é obrigatório identificar e corrigir condições subjacentes tais como a hipovolemia (baixo volume sanguíneo), a acidose e a hipóxia. No que diz respeito à utilização prévia de outros medicamentos, os doentes que tenham tomado inibidores da MAO nas últimas duas a três semanas requerem uma redução substancial na dosagem inicial de Dofamine. De uma forma geral, a utilização estabelecida destina-se primordialmente à população adulta que apresente quadros clínicos de choque.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil de interação do Dofamine (cloridrato de dopamina) é estritamente definido com base nos efeitos farmacocinéticos e farmacodinâmicos documentados com classes de fármacos e substâncias específicas.

Restrições e Proibições Obrigatórias

A coadministração com Anestésicos de Hidrocarbonetos Halogenados (como o Ciclopropano) está oficialmente restringida, uma vez que estes agentes podem sensibilizar o miocárdio, o que acarreta um risco documentado de arritmias ventriculares graves e hipertensão. O Dofamine também não deve ser misturado com soluções alcalinas (como o Bicarbonato de Sódio), dado que o fármaco é inativado nestas preparações.

Interações Farmacodinâmicas e Metabólicas

Os Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) prolongam e potenciam significativamente o efeito do Dofamine devido à inibição da sua depuração metabólica. É necessário um ajuste obrigatório da dose caso tenham sido administrados IMAO nas duas a três semanas anteriores ao uso de Dofamine.

Os Antidepressivos Tricíclicos (ATC) e outros Vasopressores, como a Ocitocina, podem levar a hipertensão persistente grave devido à potenciação aditiva da resposta pressora do fármaco. Por outro lado, os Agentes Bloqueadores Alfa e Beta-adrenérgicos antagonizam os efeitos do Dofamine na vasoconstrição periférica e na função cardíaca, respetivamente.

Finalmente, o Haloperidol e outros medicamentos relacionados suprimem a vasodilatação dopaminérgica que ocorre em taxas de infusão mais baixas.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Dofamine: Mecanismo de Ação

O Dofamine (cloridrato de dopamina) é um agente sintético que exerce o seu efeito através do agonismo dependente da concentração de múltiplos sistemas de recetores periféricos. O seu mecanismo envolve a ativação sequencial de vias dopaminérgicas e adrenérgicas para alcançar uma resposta cardiovascular equilibrada.

Modulação da Contractilidade do Miocárdio (Agonismo beta1)

Este mecanismo abrange a estimulação direta dos recetores beta1-adrenérgicos nas células do miocárdio. A ativação aumenta os níveis intracelulares de AMPc e de cálcio. O aumento resultante do AMPc promove a entrada de iões de cálcio (Ca^2+), o que aumenta a força de cada contração do músculo cardíaco. Esta ação produz um efeito inotrópico positivo, aumentando o volume de sangue ejetado em cada batimento (volume sistólico).

Modulação Sequencial do Tónus Vascular (Agonismo D1 e alfa1)

Em concentrações mais baixas, o Dofamine atua nos recetores D1 nas artérias renais e mesentéricas, provocando o relaxamento do músculo liso, o que resulta numa vasodilatação localizada e num aumento do fluxo sanguíneo para estes leitos vasculares. Em concentrações mais elevadas, o fármaco atua sobre os recetores alfa1 para desencadear uma vasoconstrição generalizada, resultando num aumento da resistência vascular sistémica. Este domínio proporciona um controlo dinâmico sobre a resistência periférica e o fluxo sanguíneo.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Dofamine

O Dofamine (Cloridrato de Dopamina injetável) é administrado estritamente como um procedimento médico de alta complexidade através de infusão intravenosa contínua. Devido à necessidade de controlo e monitorização precisos, o medicamento está reservado para utilização num contexto de cuidados intensivos controlados, como uma Unidade de Cuidados Intensivos. A administração requer que a solução seja infundida numa veia de grande calibre, utilizando uma bomba de infusão especializada para regular a velocidade de perfusão.

Regras de Preparação e Solução

O concentrado estéril deve ser diluído antes da administração com soluções aprovadas, que incluem o Cloreto de Sódio a 0,9% para injetáveis ou a Glucose (Dextrose) a 5% para injetáveis. Uma instrução procedimental fundamental consiste em não misturar o Dofamine com substâncias alcalinas, tais como o bicarbonato de sódio, uma vez que isto causa a inativação do fármaco.

Protocolo Oficial de Dosagem

O protocolo de dosagem estabelecido exige que a infusão comece com uma taxa inicial baixa, tanto para adultos como para doentes pediátricos, variando geralmente entre 2 a 5 mcg/kg/minuto. A dose é depois sujeita a uma titulação (ajuste) contínua em pequenos incrementos, frequentemente de 5 a 10 mcg/kg/minuto, para manter a resposta fisiológica pretendida. Os documentos oficiais especificam uma taxa máxima de 50 mcg/kg/minuto que não deve ser excedida.

Ajustes Procedimentais e Populacionais

As orientações clínicas determinam que condições subjacentes, especificamente a hipovolemia e a hipóxia, devem ser corrigidas antes de se iniciar a infusão de Dofamine. Existe uma regra específica para doentes que tomam inibidores da MAO: a dose inicial deve ser significativamente reduzida para um décimo (1/10) da taxa habitual. Quando a terapia termina, a taxa de infusão deve ser reduzida gradualmente antes da interrupção total.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação e Visão Geral dos Estudos sobre o Dofamine

O Dofamine (cloridrato de dopamina) foi objeto de investigação em estudos que analisaram parâmetros circulatórios agudos em situações médicas críticas. O corpo de investigação consiste prioritariamente em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e revisões sistemáticas realizados em contextos de cuidados agudos, avaliando o fármaco face a outros medicamentos vasopressores. Esta evidência contribui para a compreensão dos padrões de sintomas observados até ao momento em grupos específicos de doentes que experienciam instabilidade grave.

Evidência de Estudos em Síndromes de Choque

A investigação mais intensiva sobre o Dofamine foi avaliada em doentes com choque circulatório, tais como o choque séptico (relacionado com infeção) e o choque cardiogénico (associado a patologias cardíacas). A investigação estudou o seu impacto em resultados vitais através da monitorização do esforço ou stresse fisiológico.

No que diz respeito à sobrevivência e mortalidade, os estudos monitorizaram resultados relacionados com a sobrevivência global, geralmente acompanhada aos 28 dias após o tratamento, e resultados no momento da alta hospitalar. Os ensaios avaliaram o Dofamine face a outros agentes vasopressores, e os dados revelam padrões relacionados com a sobrevivência e parâmetros hemodinâmicos.

Os dados relativos à mortalidade global aos 28 dias demonstram que a qualidade da evidência varia entre os diversos estudos, metanálises e grandes ECCA. A investigação destaca que, quando o Dofamine foi avaliado juntamente com outros agentes vasopressores, os estudos reportaram que o fármaco foi associado à observação de arritmias cardíacas (batimentos cardíacos irregulares) nas populações observadas. Além disso, uma análise importante dos dados foi associada a uma observação de padrões relacionados com a sobrevivência no subgrupo específico de doentes com choque cardiogénico, quando avaliado face a um vasopressor diferente no mesmo ensaio.

Evidência para Suporte Hemodinâmico e Perfusão de Órgãos

O Dofamine foi alvo de investigação centrada em parâmetros hemodinâmicos agudos em condições marcadas por desequilíbrios sistémicos ou funcionais, tais como a hipotensão (pressão arterial baixa) e condições associadas a episódios agudos ou disruptivos. Estes estudos examinaram parâmetros hemodinâmicos fundamentais em doentes que receberam Dofamine, tais como a Pressão Arterial Média e o Débito Cardíaco.

O que permanece incerto na investigação sobre o Dofamine

O panorama global da evidência sobre o Dofamine destaca várias áreas onde a certeza permanece baixa ou onde é necessária investigação adicional. Verifica-se uma falta de evidência comparativa para muitos cenários clínicos específicos quando se avalia o Dofamine face a tratamentos alternativos modernos. Adicionalmente, a observação documentada de que o Dofamine foi associado à ocorrência de arritmias cardíacas em ensaios comparativos significa que os resultados obtidos em subgrupos específicos permanecem incertos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre o Dofamine (FAQ)

Qual é a diferença entre o Dofamine genérico e o de marca?

A informação oficial do produto centra-se na substância ativa, o cloridrato de dopamina. Este ingrediente ativo é constante, independentemente de o produto ser rotulado como uma marca ou como uma versão genérica. O medicamento é definido e aprovado com base nesta substância ativa específica.

O Dofamine contém outros ingredientes ativos além da substância farmacêutica principal?

O Dofamine é definido como um produto de ingrediente único, contendo apenas cloridrato de dopamina como princípio ativo. No entanto, a solução contém outras substâncias inativas, denominadas excipientes, como o metabissulfito de sódio. As informações de segurança incluem um aviso sobre este excipiente, devido ao potencial para reações de tipo alérgico em indivíduos suscetíveis.

Se o Dofamine estiver a funcionar, que alterações gerais se devem esperar observar?

O Dofamine é utilizado em contextos de cuidados críticos, onde os seus efeitos são continuamente monitorizados por equipas médicas. As respostas fisiológicas associadas ao uso do fármaco podem incluir alterações observadas como o aumento do fluxo urinário, a perda de palidez e um aumento da temperatura das extremidades (dedos dos pés). Estes sinais são geralmente interpretados como indicadores de uma melhoria do fluxo sanguíneo para órgãos vitais.

O Dofamine é algo que requeira uma utilização a longo prazo?

A informação de prescrição indica que o Dofamine se destina ao suporte circulatório imediato durante situações médicas agudas e críticas, como o choque. O seu uso está definido para a estabilização nestes contextos de cuidados críticos de curta duração, sendo administrado como uma perfusão intravenosa contínua.

Existem alimentos ou bebidas específicos que interajam com o Dofamine?

Os perfis de interação detalham outros medicamentos e soluções alcalinas que não devem ser misturados com o Dofamine. A informação oficial não lista interações específicas com alimentos ou bebidas comuns que afetem o uso do medicamento.

Existem classificações de segurança diferentes para o uso de Dofamine durante a gravidez ou amamentação?

Para a gravidez, o Dofamine está classificado na Categoria C, o que significa que o seu uso é indicado apenas quando o benefício potencial é considerado superior ao risco potencial para o feto. Relativamente à amamentação, não existe informação disponível sobre a sua presença no leite humano ou sobre os seus efeitos no lactente.

Os documentos oficiais mencionam algum potencial de dependência ou privação com o Dofamine?

Não existe menção ao potencial de dependência com o Dofamine. No entanto, a descontinuação exige um protocolo rigoroso onde a taxa de perfusão é reduzida gradualmente. A interrupção abrupta está associada ao risco de hipotensão acentuada (pressão arterial baixa).

O que deve ser feito se for encontrada uma embalagem de Dofamine fora do prazo de validade?

O medicamento é fornecido como uma solução estéril para utilização única. Qualquer porção não utilizada do produto e os materiais residuais devem ser imediatamente eliminados. A eliminação deve seguir os requisitos regulamentares locais e é proibido o despejo da solução em canos ou águas residuais.

É importante tomar o Dofamine à mesma hora todos os dias?

O Dofamine é administrado como uma perfusão intravenosa contínua em ambiente hospitalar, e não como uma dose programada para ser tomada em casa. A taxa de perfusão é continuamente ajustada pelos profissionais de saúde com base nas necessidades fisiológicas imediatas do doente, pelo que o conceito de horário fixo diário não se aplica.

Existem restrições quanto a conduzir ou operar máquinas enquanto se utiliza Dofamine?

O Dofamine deve ser administrado estritamente por perfusão intravenosa contínua num ambiente de cuidados críticos controlado, como uma Unidade de Cuidados Intensivos. Devido à condição médica do doente e ao contexto hospitalar da sua utilização, a capacidade de conduzir ou operar máquinas durante a terapia não é aplicável.

O medicamento apresenta-se em mais do que uma forma (ex: comprimido, líquido, injeção)?

A forma farmacêutica oficial do Dofamine é exclusivamente uma solução estéril ou um concentrado para solução para perfusão. O medicamento é preparado apenas para administração intravenosa e não está disponível em formas orais como comprimidos, cápsulas ou qualquer outra variante.

Como Dofamine deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Dofamine

A conservação e a eliminação do Dofamine (cloridrato de dopamina) são rigorosamente regidas por requisitos regulamentares para garantir a sua estabilidade e prevenir a contaminação ambiental.

Condições Oficiais de Conservação

Para assegurar a integridade do medicamento, devem ser respeitadas condições específicas de armazenamento. O produto deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, entre os 20°C e os 25°C (68°F a 77°F), e não deve ser congelado. É obrigatório manter o medicamento na embalagem exterior original para garantir a proteção necessária contra a luz.

Relativamente à verificação de integridade, a solução não deve ser utilizada se apresentar uma coloração alterada, especificamente se estiver mais escura do que uma tonalidade ligeiramente amarelada, ou se contiver partículas em suspensão. Como medida de segurança fundamental, o medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Manuseamento e Eliminação

O medicamento é fornecido exclusivamente para utilização única. Qualquer porção não utilizada da solução que permaneça no frasco ou na ampola após a abertura deve ser imediatamente eliminada.

No que respeita à estabilidade após a preparação, a solução diluída é tipicamente estável por um período de 24 horas, desde que mantida a temperaturas que não excedam os 25°C. Quanto às regras de eliminação, todo o produto não utilizado e os respetivos materiais residuais devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais vigentes. As diretrizes oficiais proíbem estritamente o esvaziamento da solução em canos, esgotos ou águas residuais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Dofamine encontrado em:

ÍNDICE A-Z: