Dipentum

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Dipentum

Método de ação: Anti-Inflammatory

Opção de tratamento: Colitis, Colitis,Ulcerative

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dipentum

Que tipo de medicamento é a Olsalazina (Dipentum)?

O medicamento conhecido pelo nome comercial Dipentum contém a substância ativa olsalazina sódica e está classificado como um aminossalicilato especializado ou um derivado do ácido 5-aminossalicílico (5-ASA). Esta classificação insere-o no grupo dos agentes anti-inflamatórios intestinais, especificamente indicados para condições crónicas que afetam a parte inferior do trato gastrointestinal. O Dipentum é um medicamento sujeito a receita médica, concebido para libertar o seu componente terapêutico diretamente no local afetado pela doença. A sua categoria farmacêutica confirma a sua função principal como um agente anti-inflamatório de ação localizada, clinicamente reconhecido por atenuar a irritação da mucosa e o inchaço no cólon.


Composição e Sistema de Libertação Direcionada ao Cólon

A olsalazina é uma molécula sintética, identificada quimicamente como um composto de tipo azo, que funciona como um pró-fármaco após a administração por via oral. Isto significa que o composto é farmacologicamente inativo quando ingerido, necessitando de uma conversão específica dentro do organismo para libertar o seu componente terapêutico. A molécula possui uma estrutura única que liga duas unidades da substância ativa, a mesalazina (ácido 5-aminossalicílico ou 5-ASA), distinguindo-a das formas de mesalazina de unidade simples.

Esta ligação garante que o fármaco passe em grande parte sem ser absorvido pelo trato digestivo superior, alcançando uma libertação direcionada ao cólon, onde as bactérias locais quebram a referida ligação química. Este sistema de libertação assegura que o 5-ASA ativo seja libertado diretamente sobre a superfície inflamada, minimizando a exposição sistémica e maximizando as concentrações terapêuticas localizadas. A utilização desta estratégia de pró-fármaco garante que o medicamento se concentre no local da inflamação para ajudar a aliviar os sintomas relacionados com o inchaço intestinal crónico.


Formas Disponíveis e Formulação Base

O Dipentum é formulado como um produto de substância ativa única e está disponível para administração oral em cápsulas duras de gelatina ou comprimidos. O medicamento contém olsalazina sódica, juntamente com excipientes farmacêuticos sólidos necessários para a estrutura do produto, tais como o estearato de magnésio e a gelatina. Esta forma oral estabelecida e conveniente facilita a utilização consistente e a longo prazo por indivíduos que gerem a inflamação gastrointestinal crónica, particularmente em doentes que possam necessitar de uma alternativa aos aminossalicilatos mais antigos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dipentum?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Dipentum (olsalazina) baseia-se nas classificações regulamentares oficiais, que organizam os potenciais eventos adversos de acordo com a sua frequência e o sistema corporal afetado.


Frequência das Reações Adversas

As reações adversas observadas com maior frequência estão predominantemente relacionadas com o sistema gastrointestinal, o que é consistente com a libertação do fármaco direcionada ao cólon. Estas categorias de frequência refletem os relatórios oficiais:

  • Muito Frequentes (Afetam ≥ 1 em cada 10 doentes): Diarreia e dor abdominal/cólicas.
  • Frequentes (Afetam ≥ 1 em cada 100 a < 1 em cada 10 doentes): Dor de cabeça, náuseas, vómitos, indigestão (dispepsia), flatulência, erupção cutânea e fadiga/mal-estar.

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

Os documentos oficiais destacam eventos adversos graves específicos, que são geralmente raros, incluindo a Síndrome de Intolerância Aguda (diarreia com sangue grave, febre, cólicas e erupção cutânea) e potenciais efeitos em órgãos principais, tais como hepatotoxicidade grave (danos no fígado), nefrite intersticial (inflamação nos rins) e certas discrasias sanguíneas raras.

Existem restrições de segurança específicas para determinadas populações. É aconselhada cautela e monitorização em doentes com insuficiência renal ou hepática pré-existente de grau ligeiro a moderado. Geralmente, a utilização não é recomendada em doentes com insuficiência grave. Além disso, o aparecimento de diarreia grave está frequentemente documentado como ocorrendo no início do tratamento ou durante um aumento da dose, o que poderá exigir uma revisão da continuidade da utilização do medicamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Esta secção reflete as descrições oficiais relativas à sobredosagem com olsalazina sódica e as ações de emergência obrigatórias.

Âmbito da Sobredosagem

Manifestações de Sobredosagem Documentadas:

Os sintomas primários de sobredosagem relatados nos documentos oficiais são gastrointestinais: náuseas, vómitos, diarreia e dor abdominal. Num caso documentado de ingestão aguda massiva, observou-se a alteração metabólica de hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue). A intoxicação grave pode estar associada a sinais de toxicidade por salicilatos, incluindo dor de cabeça, tonturas, confusão, convulsões e respiração rápida ou superficial.

Notas sobre Populações Específicas:

Não existem diferenças específicas baseadas na população documentadas explicitamente nas secções oficiais sobre sobredosagem para doentes idosos ou pediátricos.

Protocolos de Resposta de Emergência:

O tratamento sintomático e de suporte é a abordagem de gestão médica oficialmente exigida. As informações oficiais declaram explicitamente que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem com olsalazina. É necessária uma observação e monitorização rigorosas para tratar potenciais complicações, tais como a desidratação e o desequilíbrio eletrolítico, resultantes da perda grave de fluidos gastrointestinais.

Quando é Necessária Ajuda Médica Imediata:

Procure assistência médica imediata para qualquer evento de sobredosagem suspeito ou confirmado. O contacto com um Centro de Informação Antivenenos (CIAV) é uma ação obrigatória para obter orientação especializada.

Classificações de Sobredosagem (Nível Geral)

Classificação de Gravidade:

O risco de gravidade relaciona-se com o potencial para distúrbios significativos de fluidos e eletrólitos que requerem monitorização médica urgente.

Ligação ao Perfil Geral de Sobredosagem:

Os documentos oficiais definem o perfil de sobredosagem da olsalazina com base em manifestações gastrointestinais agudas e na necessidade de cuidados de suporte rigorosos. Uma vez que não se conhece um antídoto específico, as orientações determinam que deve ser procurada intervenção médica externa imediata para gerir os sintomas, tratar os riscos metabólicos documentados e fornecer a monitorização médica necessária, exatamente como descrito pelas autoridades de saúde.

Usos terapêuticos de Dipentum

Para que serve o Dipentum: Principais Utilizações e Benefícios

O Dipentum (olsalazina) é um medicamento sujeito a receita médica, utilizado para auxiliar no controlo de uma condição inflamatória crónica específica do intestino. A utilização estabelecida do medicamento destina-se a apoiar a manutenção da remissão da colite ulcerosa em doentes adultos que são intolerantes à sulfassalazina. A colite ulcerosa caracteriza-se por períodos recorrentes de inflamação no intestino grosso.

O benefício essencial para o doente é a contribuição para a gestão sustentada dos sintomas associados aos surtos de colite ulcerosa. Esta abordagem ajuda os doentes a permanecerem num estado de remissão.

Estas informações estão em conformidade com a designação regulamentar oficial:

“...pode auxiliar no controlo da atividade da doença e dos sintomas.”

Facto Rápido: Alívio da Inflamação e dos Surtos

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Dipentum (Olsalazina Sódica)?

As informações oficiais definem rigorosamente a população elegível para a utilização do Dipentum, um aminossalicilato. O medicamento é indicado exclusivamente para doentes adultos para a manutenção da remissão da colite ulcerosa. A utilização não está estabelecida na população pediátrica.


Inelegibilidade Absoluta (Contraindicações)

Classificação Populações com Contraindicação de Uso
Hipersensibilidade Doentes com alergia conhecida ou suspeita a salicilatos, aminossalicilatos (incluindo a mesalamina) ou a qualquer um dos excipientes do produto.

Utilização Condicional e Restrições

A elegibilidade exige cautela especial e monitorização em diversos grupos, conforme detalhado nas informações de prescrição:

  • Função dos Órgãos: Doentes com insuficiência renal ou insuficiência hepática conhecidas devem ser avaliados e monitorizados cuidadosamente. A terapêutica deve ser interrompida se a função renal se deteriorar durante o tratamento.
  • Idade e Dados: A segurança e a eficácia não foram estabelecidas em doentes pediátricos (menos de 18 anos). É aconselhada cautela em doentes geriátricos devido a dados insuficientes.
  • Estado Reprodutivo: O uso durante a gravidez é condicional, sendo administrado apenas se o benefício justificar o risco. O medicamento não é recomendado para utilização por mulheres que estejam a amamentar.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Dipentum (olsalazina sódica) estrutura-se em torno de interações farmacodinâmicas que afetam o risco e a toxicidade de medicamentos administrados em simultâneo, conforme documentado nas informações oficiais de prescrição.

I. Interações Farmacodinâmicas Clinicamente Significativas

A administração conjunta de olsalazina com medicamentos tiopurínicos, tais como a Azatioprina ou a 6-Mercaptopurina, está associada a um risco acrescido de mielotoxicidade grave (supressão da medula óssea). Este resultado está oficialmente ligado à inibição documentada da enzima tiopurina metiltransferase (TPMT) pela olsalazina.

Devido à excreção renal do seu metabolito ativo, a mesalamina, a coadministração com outros agentes nefrotóxicos, incluindo Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs), está associada a um risco acrescido de nefrotoxicidade. A natureza de salicilato do metabolito significa que a administração concomitante com anticoagulantes, como a Varfarina, pode potencialmente resultar num risco acrescido de hemorragia.

II. Condicionalismos de Administração e Prazos

As informações regulamentares estipulam que o Dipentum deve ser tomado com alimentos. Adicionalmente, aplica-se uma restrição temporal específica em relação à vacinação: recomenda-se que os salicilatos não sejam administrados durante as seis semanas seguintes à vacina contra a Varicela, devido ao possível risco de síndrome de Reye. Os riscos devem também ser avaliados aquando da coadministração com fármacos nefrotóxicos em doentes com insuficiência renal conhecida.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Dipentum

A olsalazina funciona como um pró-fármaco inativo que requer a clivagem enzimática pela azorredutase da microflora colónica para libertar o seu componente ativo, a Mesalamina (5-ASA). Este processo dependente de microrganismos limita a libertação da 5-ASA principalmente ao trato gastrointestinal inferior, resultando em concentrações locais elevadas à superfície da mucosa. A Mesalamina libertada exerce a sua ação farmacodinâmica através de múltiplos alvos intracelulares.

Atua como um inibidor na via do Metabolismo do Ácido Araquidónico, suprimindo a atividade da Cicloxigenase (COX) e da Lipoxigenase (LOX). Esta ação reduz a síntese de mensageiros pró-inflamatórios, como as prostaglandinas e os leucotrienos, diminuindo assim a concentração destes mediadores e os processos fisiológicos locais associados ao edema. Além disso, a Mesalamina é um modulador a montante, regulando negativamente o Fator nuclear kappa B (NF-kappaB) e ativando o PPAR-gama. Este mecanismo influencia a expressão genética, resultando na supressão da produção de mensageiros celulares inflamatórios fundamentais.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Dipentum

Esta secção descreve as instruções oficiais, baseadas nas informações de prescrição, para a administração do Dipentum (olsalazina sódica), centrando-se exclusivamente nos padrões de utilização estabelecidos pelas autoridades reguladoras.


Visão Geral da Administração

Característica Orientação Oficial de Utilização
Via de Administração O medicamento é de administração oral exclusiva, apresentando-se geralmente em cápsula ou comprimido.
Regime Posológico (Manutenção) A dose padrão para adultos em terapêutica de manutenção é de um total de 1 grama (1.000 mg) por dia.
Frequência e Horários A dose diária total deve ser dividida em 500 mg tomados duas vezes por dia (b.i.d.) em intervalos regulares e consistentes.
Momento com as Refeições As cápsulas ou comprimidos devem ser ingeridos com alimentos ou ao terminar uma refeição

Procedimentos e Restrições de Utilização

O protocolo de utilização estabelecido define o Dipentum como um tratamento de manutenção a longo prazo. As cápsulas devem ser engolidas inteiras e não devem ser partidas nem esmagadas.

As informações oficiais fornecem orientações específicas para a adesão ao tratamento:

  • Regra de Dose Esquecida: No caso de se esquecer de uma dose, os doentes são instruídos a tomá-la assim que possível; no entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, a dose esquecida deve ser ignorada para evitar duplicar a dose.
  • Avaliação Pré-tratamento: Antes de iniciar a terapêutica, e periodicamente durante a mesma, a função renal deve ser avaliada. Adicionalmente, os doentes devem beber uma quantidade adequada de líquidos durante todo o curso do tratamento.
  • Utilização Pediátrica: A segurança e a eficácia para a utilização em crianças e adolescentes não foram estabelecidas.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação para a Manutenção da Remissão da Colite Ulcerosa

A investigação sobre o Dipentum (olsalazina) centrou-se primordialmente na sua utilização em fase de manutenção, explorando padrões observados em doentes adultos com colite ulcerosa (CU) estável. O principal modelo de investigação utilizado foi o Ensaio Clínico Controlado e Aleatorizado (ECA), no qual os doentes foram designados para receber olsalazina ou um placebo. Estes ensaios mediram resultados relacionados com a estabilidade funcional e alterações episódicas, tais como as taxas de recaída, ao longo do período de estudo. Os estudos reportaram padrões observados nas taxas de recaída para os grupos da olsalazina versus placebo. Ensaios de comparador ativo contra a sulfasalazina também exploraram taxas de recaída medidas, as quais variaram entre os estudos quando comparadas com o comparador ativo. Os resultados endoscópicos e sintomáticos foram monitorizados como indicadores associados a estados inflamatórios.

Investigação em Doença Ativa e Populações Especiais

A investigação também analisou a olsalazina durante períodos de maior atividade sintomática em doentes com CU ativa ligeira a moderada, principalmente através de ensaios clínicos aleatorizados de curta duração ao longo de algumas semanas. A principal investigação que explora padrões de manutenção envolveu períodos de acompanhamento limitados a 6 a 12 meses, o que significa que os resultados a longo prazo não estão bem caracterizados por ensaios controlados. A investigação descreve especificamente padrões observados em adultos intolerantes à sulfasalazina. Na população pediátrica, a evidência permanece limitada e os padrões de melhoria clínica observados variaram quando comparados com a sulfasalazina.

Lacunas na Evidência e Incertezas da Investigação

Diversas áreas permanecem incertas. Carece de evidência comparativa uma avaliação abrangente face a todos os outros sistemas de libertação de 5-ASA. Além disso, os dados revelam padrões relacionados com a variabilidade em ensaios que comparam a olsalazina com a sulfasalazina para manutenção, indicando que a certeza permanece baixa relativamente aos achados comparativos. A investigação disponibiliza estudos que descrevem alterações monitorizadas durante o período do estudo, mas não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante aos padrões de grupo observados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Dipentum (FAQ)

P: Como é que o Dipentum se compara, de uma forma geral, a medicamentos semelhantes para controlar a inflamação?

O Dipentum é descrito em documentos oficiais como um pró-fármaco, que é um medicamento que se torna ativo apenas após ser processado quimicamente no organismo. Este mecanismo assegura que o componente ativo, a mesalamina, seja libertado diretamente no cólon. Os documentos regulamentares contêm comparações da quantidade de mesalamina fornecida desta forma face à quantidade libertada pela sulfasalazina, um medicamento relacionado.

P: O Dipentum pode ser utilizado por pessoas grávidas?

As informações oficiais indicam que a utilização deste medicamento durante a gravidez é condicional. As informações de prescrição estipulam que o fármaco é administrado quando se considera que o benefício potencial para a doente justifica o possível risco para o feto.

P: Os doentes idosos podem utilizar o Dipentum com segurança?

A informação oficial recomenda precaução quando o medicamento é utilizado em doentes geriátricos. Esta população pode apresentar um risco acrescido de discrasias sanguíneas, que são condições que afetam o sangue. Por este motivo, poderá ser necessária a monitorização do hemograma completo e da contagem de plaquetas.

P: É necessário realizar análises ao sangue de rotina enquanto estiver a tomar Dipentum?

Sim, a monitorização de rotina é exigida de acordo com as orientações oficiais. Antes de iniciar o tratamento e periodicamente durante a sua utilização, são habitualmente solicitadas análises ao sangue para avaliar o funcionamento dos rins e do fígado. Além disso, devido ao potencial de discrasias sanguíneas (distúrbios do sangue), pode ser aconselhada a monitorização regular das células sanguíneas para certos grupos de doentes, como os idosos.

P: O Dipentum é utilizado para todos os tipos de doença inflamatória intestinal?

Os documentos regulamentares especificam que o Dipentum é indicado apenas para a manutenção da remissão da colite ulcerosa. Atualmente, não está indicado para utilização noutros tipos de doença inflamatória intestinal.

P: Quanto tempo demora normalmente a sentir algum efeito do Dipentum?

Como pró-fármaco, o medicamento tem primeiro de viajar até ao cólon para ser ativado por bactérias locais antes que o componente ativo alcance o local de ação. Estudos sobre o mecanismo do fármaco mostram que o componente ativo é libertado e detetável na corrente sanguínea, tipicamente, entre quatro a oito horas após a toma da cápsula.

P: É normal sentir tonturas ou atordoamento após tomar Dipentum?

Tonturas e atordoamento estão listados como reações adversas documentadas nas informações oficiais de prescrição. Estes encontram-se entre os muitos efeitos possíveis associados ao medicamento. Recomenda-se a discussão de reações novas ou inesperadas com um profissional de saúde.

P: O Dipentum pode afetar os resultados de certos testes laboratoriais?

Sim, as informações oficiais de prescrição incluem uma secção específica que detalha o potencial de o medicamento interferir com os resultados de certos testes laboratoriais. Os documentos regulamentares aconselham que os doentes informem os profissionais de laboratório de que estão a tomar este medicamento.

P: Existe uma versão genérica do Dipentum disponível?

Sim, o nome genérico da substância ativa do Dipentum é olsalazina sódica. A informação regulamentar confirma a disponibilidade de produtos que contêm este componente genérico.

P: O Dipentum contém sulfa?

O fármaco é classificado como um aminossalicilato, o qual não é uma sulfonamida (medicamento de tipo sulfa). No entanto, a documentação oficial observa uma possível sensibilidade cruzada em doentes. Isto significa que indivíduos que tenham tido uma reação de hipersensibilidade ao medicamento de tipo sulfa relacionado, a sulfasalazina, podem potencialmente ter uma reação semelhante à olsalazina.

P: O Dipentum é conhecido por causar sensibilidade ao sol?

Sim, as informações oficiais de prescrição mencionam um risco de fotossensibilidade, que é um aumento da sensibilidade à luz solar. Refere-se que isto pode potencialmente levar a certas reações cutâneas, podendo ser discutidas medidas de proteção adequadas com um profissional de saúde.

P: O Dipentum pode afetar a fertilidade em homens ou mulheres?

Foram realizados estudos de toxicologia não clínica, que envolvem animais de laboratório, para investigar esta questão. A evidência destes estudos em animais não indicou que a olsalazina influenciasse a fertilidade em ratos machos ou fêmeas.

P: O Dipentum está associado a quaisquer alterações de humor ou efeitos secundários na saúde mental?

Sim, as informações oficiais de segurança documentam reações adversas psiquiátricas. Os efeitos secundários relatados incluem depressão, bem como outras condições como oscilações de humor e psicose.

P: O Dipentum interage com medicamentos comuns para a constipação ou gripe?

O medicamento tem interações documentadas com Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs), aumentando o risco de efeitos secundários renais. Uma vez que muitos medicamentos comuns para a constipação ou gripe contêm AINEs, recomenda-se cautela regulamentar quanto à administração conjunta.

P: Existem relatos de que o Dipentum cause queda de cabelo?

A queda de cabelo ou o enfraquecimento do cabelo foram relatados como efeitos secundários documentados do medicamento. Esta informação está incluída na documentação regulamentar oficial de reações adversas.

Como Dipentum deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Dipentum?

O Dipentum (olsalazina sódica) deve ser conservado sob condições regulamentares específicas para manter a sua estabilidade e eficácia.

Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar a Temperatura Ambiente Controlada (15 °C a 30 °C). Não congelar nem refrigerar.
Proteção Manter o produto num recipiente bem fechado e proteger da luz e da humidade.
Segurança Infantil Manter o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O Dipentum não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado de acordo com as diretrizes governamentais oficiais. O método preferencial consiste na utilização de um programa de retoma de medicamentos comunitário ou num ponto de recolha autorizado. Em alternativa, as instruções oficiais preveem que o medicamento possa ser misturado com uma substância indesejável (como terra) e colocado num recipiente selado antes de ser descartado no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Dipentum encontrado em:

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