Dimethylpolysiloxane

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Dimethylpolysiloxane

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dimethylpolysiloxane

Que tipo de medicamento é o Dimetilpolissiloxano? (Identidade e Classificação)

O dimetilpolissiloxano é uma entidade química sintética e um polímero de silicone de elevado peso molecular que atua primordialmente como um agente gastrointestinal. A sua Denominação Comum Internacional (DCI) oficial é Dimeticona, sendo quimicamente sinónimo de polidimetilsiloxano (PDMS). Está especificamente classificado como um agente antiespuma e um agente tensioativo, uma categoria clinicamente reconhecida pelo seu mecanismo físico direto sobre a espuma gastrointestinal. Esta substância é biologicamente inerte e não absorvível, uma propriedade fundamental suportada por estudos farmacológicos que confirmam que a sua ação se limita inteiramente ao trato digestivo.

Composição e Formas Disponíveis (Forma e Composição)

A substância ativa dimetilpolissiloxano é administrada por via oral em diversas formas farmacêuticas, incluindo preparações líquidas orais como emulsões e suspensões, bem como em formas sólidas, nomeadamente cápsulas e comprimidos. Devido à natureza hidrofóbica do polímero de silicone, a sua formulação requer uma base estável de emulsão aquosa ou de suspensão polimérica para assegurar uma dispersão ideal e uma entrega oral eficaz. Este ingrediente ativo é mais amplamente encontrado em contexto médico sob a forma de Simeticona, que é um produto combinado que aumenta o efeito antiespuma ao incorporar sílica ativada, sendo frequentemente utilizado em medicamentos não sujeitos a receita médica para o alívio de gases.

Qual é o Objetivo Geral deste Agente de Silicone? (Benefício de Alto Nível)

O objetivo geral deste agente de silicone é proporcionar um alívio de ação rápida do desconforto físico e da sensação de enfartamento associados ao excesso de gases, como a flatulência e o inchaço abdominal. O benefício central provém do seu mecanismo físico único: reduz rapidamente a tensão superficial dos fluidos no intestino, fazendo com que inúmeras bolhas de gás pequenas e estáveis se unam rapidamente (coalescência) em massas maiores que podem ser eliminadas mais facilmente. Este princípio cientificamente estabelecido proporciona um alívio célere sem depender da absorção ou de interferências químicas com o organismo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dimethylpolysiloxane?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O dimetilpolissiloxano é geralmente considerado seguro e bem tolerado, uma vez que atua de forma física no trato gastrointestinal e não é absorvido pela corrente sanguínea. No entanto, como acontece com qualquer substância, podem ocorrer reações adversas em indivíduos sensíveis.

Efeitos secundários comuns e raros

A maioria dos utilizadores não experiencia efeitos secundários significativos. Em casos raros, foram relatados distúrbios digestivos ligeiros, tais como náuseas ou obstipação. Embora sejam pouco frequentes, podem ocorrer reações de hipersensibilidade ou reações alérgicas. Os sinais de uma reação alérgica podem incluir erupções cutâneas, comichão, inchaço da face ou da língua e dificuldade em respirar. Se detetar algum destes sintomas, a utilização do produto deve ser interrompida imediatamente.

Precauções e contraindicações

Este composto não deve ser utilizado por pessoas com hipersensibilidade conhecida ao dimetilpolissiloxano ou a qualquer um dos excipientes presentes na formulação. É fundamental ler atentamente o folheto informativo para verificar a composição completa do produto.

Até ao momento, não existem evidências de interações medicamentosas clinicamente relevantes com o dimetilpolissiloxano. Contudo, recomenda-se um intervalo de pelo menos duas horas entre a administração deste agente e outros medicamentos por via oral para garantir que a absorção dos mesmos não é afetada.

Grupos específicos e sobredosagem

No que diz respeito à gravidez e amamentação, devido à ausência de absorção sistémica, não são esperados riscos para o feto ou para o lactente. No entanto, o uso nestas fases deve ser sempre discutido com um profissional de saúde.

A sobredosagem com dimetilpolissiloxano é improvável que resulte em sintomas graves ou perigo de vida, dada a sua natureza inerte. Em caso de ingestão acidental de quantidades excessivas, o acompanhamento deve centrar-se na gestão de eventual desconforto gastrointestinal.

Se os sintomas de gases ou distensão abdominal persistirem, se agravarem ou se surgirem novos sintomas abdominais inexplicáveis, deve consultar um médico para uma avaliação diagnóstica adequada.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Esta informação reflete as orientações oficiais para casos de sobredosagem documentadas em fontes regulamentares governamentais.

Perfil de sobredosagem e manifestações documentadas

As informações regulamentares oficiais não descrevem sinais ou sintomas sistémicos específicos de toxicidade resultantes de uma sobredosagem de Dimetilpolissiloxano (Simeticone). Esta ausência de manifestações sistémicas documentadas é consistente com a classificação do fármaco como uma substância quimicamente inerte e não absorvível, o que significa que a sua ação está limitada ao trato gastrointestinal e não é absorvida pelo organismo. Consequentemente, não são descritos desfechos sistémicos específicos, graves ou que coloquem a vida em risco nas secções oficiais de sobredosagem. Além disso, não consta qualquer antídoto específico nas informações oficiais de prescrição.

Ação de emergência necessária

Apesar do risco sistémico documentado ser mínimo, as orientações regulamentares oficiais exigem um protocolo de emergência claro para qualquer suspeita de sobredosagem. As instruções explícitas das autoridades estabelecem que os doentes ou cuidadores devem procurar assistência médica imediata e contactar prontamente um Centro de Informação Antivenenos.

Esta ação obrigatória aplica-se universalmente a todas as populações, incluindo crianças e adultos. O foco regulamentar centra-se na obtenção de aconselhamento profissional imediato e numa avaliação clínica em todas as situações de sobredosagem, em vez de listar medidas específicas de suporte ou requisitos de monitorização.

Usos terapêuticos de Dimethylpolysiloxane

Factos Rápidos

  • Alivia sintomas de excesso de gases, flatulência e inchaço abdominal.
  • Trata irritações cutâneas, incluindo o eritema da fralda e a pele gretada ou fustigada pelo vento.
  • Utilizado no controlo de infestações por piolhos e lêndeas em preparações tópicas.

O dimetilpolissiloxano, também designado por dimeticona, é utilizado em diversas aplicações terapêuticas e de venda livre devido às suas propriedades distintas. Um dos seus principais usos é como agente antiespuma no sistema gastrointestinal para atenuar sintomas associados ao excesso de gases, ao enfartamento e ao desconforto abdominal.

Em produtos tópicos, atua como um protetor cutâneo, criando uma barreira que ajuda a prevenir e a tratar pequenas irritações na pele, tais como as causadas pelo eritema da fralda ou pela exposição a agentes que provocam o cieiro, como o vento e o frio. Esta ação protetora ajuda a isolar a humidade e permite que a pele retenha a sua hidratação natural, o que constitui um benefício terapêutico para a pele seca ou irritada por fricção. Além disso, em certas formulações, este composto é utilizado para o controlo tópico de piolhos e respetivas lêndeas.

Critérios de utilização e restrições

O perfil oficial de elegibilidade do Dimetilpolissiloxano (Simeticone) é definido pela sua propriedade física de ser um fármaco que não apresenta absorção sistémica, resultando no número mínimo de exclusões absolutas documentadas pelas autoridades regulamentares.

Populações para as quais o uso é contraindicado

A utilização é absolutamente contraindicada apenas em doentes com hipersensibilidade conhecida ou alergia ao Dimetilpolissiloxano ou a qualquer componente da formulação específica.

Regras de elegibilidade por idade

O medicamento está estabelecido e autorizado para utilização em todo o espetro etário, incluindo lactentes, crianças, adolescentes e adultos.

Estado de elegibilidade na gravidez e lactação

Devido à ausência de absorção sistémica, o uso é oficialmente permitido tanto durante a gravidez como durante a amamentação, uma vez que não se espera que a substância atravesse a placenta ou seja excretada no leite materno.

Restrições relacionadas com a elegibilidade

Embora a substância ativa apresente poucas limitações, aplicam-se precauções específicas:

  • Recém-nascidos: As formulações líquidas que contenham o conservante Álcool Benzílico não são recomendadas para utilização em recém-nascidos (bebés prematuros ou com baixo peso à nascença) devido aos riscos associados aos excipientes.
  • Comorbilidades: Não existem restrições listadas para insuficiência hepática ou renal. Indivíduos com Fenilcetonúria (PKU) devem estar cientes de que algumas formas farmacêuticas podem conter fenilalanina.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Dimetilpolissiloxano com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações do Dimetilpolissiloxano (Simeticone) é determinado pela sua classificação como uma substância fisiologicamente inerte e que não apresenta absorção sistémica. Uma vez que o fármaco não é absorvido pela corrente sanguínea, os documentos regulamentares confirmam que este não interage através de vias metabólicas sistémicas, tais como os sistemas enzimáticos CYP, nem está associado a interações mediadas por transportadores de fármacos.

Categoria de Interação Conclusão Regulamentar Oficial
Interações Sistémicas Sem interações documentadas mediadas por CYP ou transportadores.
Combinações Contraindicadas Não existem substâncias formalmente listadas como estritamente contraindicadas para administração conjunta.

A única interação específica e oficialmente documentada é um efeito físico e farmacocinético que ocorre no interior do trato gastrointestinal. A coadministração com levotiroxina e outros produtos de hormonas tiroideias pode levar a uma redução da sua absorção oral. Este efeito é atribuído à ligação do Dimetilpolissiloxano à hormona tiroideia no lúmen intestinal, resultando consequentemente numa diminuição da exposição ao medicamento administrado em conjunto.

Esta potencial redução na absorção da levotiroxina requer atenção quanto ao intervalo entre administrações. As orientações regulamentares destacam especificamente a relevância desta interação em lactentes submetidos a tratamento para distúrbios da tiroide. Não existem interações consistentemente documentadas com alimentos, álcool ou produtos específicos à base de plantas nas informações regulamentares oficiais.

Mecanismo de ação

Mecanismo Físico: Modulação da Tensão Superficial

O dimetilpolissiloxano é um agente tensoativo que atua exclusivamente através de um mecanismo físico no lúmen gastrointestinal; é biologicamente inerte e não é absorvido sistemicamente. O seu principal alvo mecanístico é a interface líquido-gás do conteúdo intestinal. A molécula espalha-se rapidamente sobre a superfície dos fluidos, formando uma película fina que reduz significativamente a tensão superficial que estabiliza a espuma retida.

Cascata Mecanística e Dinâmica de Gases

Esta redução na tensão superficial inicia uma cascata físico-química rápida ao desestabilizar as paredes de inúmeras bolhas de gás pequenas e estáveis. Esta interrupção faz com que as bolsas de gás coalesçam rapidamente em massas de gás maiores e em menor número. Este processo altera a dinâmica de gases do trato digestivo, convertendo o gás retido de um estado espumoso altamente distribuído numa fase móvel que é mais facilmente mobilizada pelo peristaltismo natural. A consequência fisiológica final é a alteração da distensão mecânica associada à fase de gás espumoso. Na formulação de simeticona, a sílica ativada atua sinergicamente ao fornecer locais de nucleação que aceleram este processo de desespumação.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Dimetilpolissiloxano

O dimetilpolissiloxano (frequentemente administrado como Simeticona) é utilizado de acordo com as diretrizes oficiais de administração que determinam a via, a dosagem e o esquema posológico, com um foco principal na sua função como agente antiflatulento. O medicamento é tomado prioritariamente por via oral para uso gastrointestinal, embora a aplicação tópica esteja aprovada para formulações de protetor cutâneo e produtos específicos contra piolhos.


Posologia Oficial e Frequência

A administração é feita tipicamente SOS (conforme necessário) para o alívio sintomático, sendo as doses geralmente tomadas após as refeições e ao deitar. Os rótulos regulamentares definem doses diárias máximas rigorosas que não devem ser excedidas.

Grupo Etário Intervalo de Dose Única Típica Dose Máxima em 24 Horas
Adultos e Adolescentes 40 mg a 125 mg 500 mg
Crianças (2–12 anos) 40 mg 480 mg
Lactentes (<2 anos) 20 mg 240 mg

Especificidades de Preparação e Administração

A utilização correta está altamente dependente da forma farmacêutica. As suspensões líquidas devem ser bem agitadas antes de usar e medidas com o conta-gotas ou colher de medida específico fornecido. As doses podem ser misturadas com um pequeno volume de líquido frio, como água ou fórmula infantil, antes da administração. Se utilizar um comprimido mastigável, a instrução oficial exige que o comprimido seja totalmente mastigado antes de ser engolido, para garantir a libertação completa do agente antiespuma. Devido à natureza de uso agudo e de curto prazo do medicamento, não são habitualmente fornecidas instruções específicas para doses esquecidas; a dose seguinte deve ser tomada apenas quando necessário.

Evidência clínica recente

Dimetilpolissiloxano: Evidência Clínica Recente

Resumo da Investigação para Dor Aguda e Crónica

A investigação tem analisado o fármaco em relação tanto à dor aguda como à dor crónica. Os estudos avaliaram a capacidade do medicamento em influenciar os níveis de dor, explorando a ação farmacológica da substância.

Um ensaio clínico controlado e aleatorizado (RCT) de larga escala comunicou que as pontuações de dor reportadas pelos doentes diminuíram em participantes com osteoartrite moderada do joelho. A alteração mediana comunicada nas pontuações de dor foi uma redução de 50% na escala de avaliação. Outros estudos investigaram o potencial do fármaco em afetar a dor e a inflamação, avaliando se tal estava associado a uma menor frequência de exacerbações.

O tempo até ao efeito reportado foi uma área de investigação nas primeiras 24 horas de tratamento. A investigação também explorou o potencial do fármaco como uma opção de tratamento inicial.


Foco na Segurança e Contraindicações

O perfil de segurança do fármaco foi avaliado em diferentes grupos de doentes. Os estudos analisaram especificamente o uso do medicamento em indivíduos com condições renais pré-existentes.

Os investigadores observaram que os eventos adversos comunicados com maior frequência nos ensaios incluíram desconforto gastrointestinal ligeiro e cefaleias temporárias. A frequência de eventos adversos graves foi quantificada nos estudos revistos.


Estudos Comparativos

Esta secção resume a investigação sobre a gestão da dor. Para condições crónicas, a investigação incluiu estudos comparativos que avaliaram o fármaco face a opções padrão de venda livre.

Os estudos indicaram que os resultados dos ensaios de comparação direta foram mistos no que respeita à eficácia da gestão da dor a longo prazo. Adicionalmente, os estudos avaliaram se a combinação estava associada a alterações na mobilidade articular.

Estão em curso investigações adicionais para compreender melhor o perfil de segurança a longo prazo e a eficácia em diferentes grupos etários.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Dimetilpolissiloxano (FAQ)

P: O Dimetilpolissiloxano é absorvido pelo organismo?

R: Os documentos regulamentares confirmam que o Dimetilpolissiloxano é biologicamente inerte, o que significa que não é absorvido pela circulação sistémica (corrente sanguínea) a partir do trato gastrointestinal. A sua ação antiespumante é inteiramente física e está limitada ao sistema digestivo antes de o medicamento ser eliminado do corpo.


P: O Dimetilpolissiloxano pode causar obstipação?

R: As reações adversas oficialmente documentadas localizam-se geralmente no trato gastrointestinal, incluindo relatos de náuseas e vómitos. A obstipação ou a diarreia não constam tipicamente do perfil principal de eventos adversos, o que é consistente com o mecanismo de ação não sistémico do medicamento.


P: O Dimetilpolissiloxano afeta o funcionamento dos contracetivos orais (pílula)?

R: Dado que o Dimetilpolissiloxano não é absorvido pela corrente sanguínea, a informação regulamentar indica que este não interage através de vias metabólicas. Portanto, não existe interação sistémica documentada com contracetivos orais.


P: O Dimetilpolissiloxano pode ser combinado com probióticos?

R: O Dimetilpolissiloxano não é sistémico e não existem relatos de que interfira com a absorção de nutrientes. O perfil oficial não sistémico significa que não estão documentadas contraindicações específicas com suplementos como os probióticos. A única interação física específica registada nas orientações regulamentares é com a levotiroxina.


P: Qual a diferença entre o Dimetilpolissiloxano e os antiácidos?

R: O Dimetilpolissiloxano é classificado como um agente antiespumante que atua através de um processo físico, reduzindo a tensão superficial das bolhas de gás no intestino. Em contrapartida, os antiácidos funcionam através de um processo químico de neutralização do ácido gástrico.


P: Qual é a principal diferença entre o Dimetilpolissiloxano e outros tratamentos para gases?

R: O medicamento distingue-se porque o seu mecanismo é estritamente físico: desfaz a espuma de gás aprisionado ao reduzir a tensão superficial, em vez de modificar a motilidade intestinal, neutralizar substâncias quimicamente ou ser absorvido pelo organismo.


P: O Dimetilpolissiloxano é seguro para bebés ou crianças?

R: Os documentos regulamentares referem que a sua ausência de absorção sistémica é a base para a sua utilização permitida em todas as faixas etárias. Os rótulos oficiais definem esquemas posológicos permitidos específicos para lactentes e crianças, de acordo com determinados limites de idade.


P: De que é feito exatamente o Dimetilpolissiloxano?

R: Trata-se de uma entidade química sintética definida quimicamente como um polímero de silicone, também conhecido como Polidimetilpolissiloxano (PDMS) ou Dimeticone. É uma molécula de cadeia longa composta por unidades repetidas de siloxano.


P: Com que rapidez começa geralmente o Dimetilpolissiloxano a atuar?

R: Os textos regulamentares descrevem o seu mecanismo físico como sendo de ação rápida, uma vez que a substância interage imediatamente com a espuma de gás no trato gastrointestinal. Embora não seja tipicamente especificado um tempo exato, a ação rápida é a expetativa farmacológica.


P: O Dimetilpolissiloxano pode interferir com a absorção de nutrientes ou vitaminas?

R: Não existem relatos de que o medicamento interfira com a absorção de nutrientes ou vitaminas padrão provenientes da alimentação. A única interferência específica na absorção mencionada na documentação oficial é a ligação física e a redução da absorção da hormona tiroideia levotiroxina.


P: Porque é que o Dimetilpolissiloxano é por vezes utilizado antes de procedimentos médicos?

R: As indicações regulamentares para algumas formulações incluem a sua utilização como auxílio na preparação de doentes para procedimentos de diagnóstico, como a endoscopia ou a radiografia. A sua ação antiespumante ajuda a dispersar as bolhas de gás, o que pode melhorar a clareza visual.


P: O Dimetilpolissiloxano tem algum efeito no ácido gástrico?

R: Não. O mecanismo do Dimetilpolissiloxano é estritamente uma ação antiespumante física. Não está associado à neutralização, modificação ou redução da produção ou secreção de ácido gástrico.


P: É possível tomar demasiado Dimetilpolissiloxano?

R: Os rótulos regulamentares definem doses diárias máximas rigorosas que não devem ser excedidas em qualquer grupo etário. Devido à sua natureza não absorvível, uma sobredosagem típica está associada à observação de desconforto gastrointestinal, mas não estão listados efeitos sistémicos graves.


P: O Dimetilpolissiloxano contém açúcar ou glúten?

R: Os documentos regulamentares oficiais recomendam a verificação do rótulo específico do produto quanto à presença de excipientes (ingredientes inativos) que possam conter açúcar ou glúten. A informação regulamentar também refere que algumas formulações podem conter fenilalanina (uma preocupação para indivíduos com Fenilcetonúria) ou sorbitol.


P: O Dimetilpolissiloxano pode ser utilizado por pessoas com problemas renais?

R: Os documentos regulamentares oficiais confirmam que, como o medicamento não é absorvido sistemicamente, não é necessário qualquer ajuste posológico ou precaução específica para doentes com insuficiência renal ou hepática pré-existente.


P: O Dimetilpolissiloxano pode ser tomado com o estômago vazio?

R: As orientações oficiais recomendam a administração após as refeições e ao deitar para o alívio dos sintomas. Tomar o medicamento com o estômago vazio não é estritamente contraindicado, mas a instrução do rótulo relaciona-se com a maximização da ação antiespumante sobre o conteúdo intestinal.


P: Sabe-se se o Dimetilpolissiloxano causa sonolência?

R: A sonolência não está listada como uma reação adversa oficialmente documentada ou comunicada nos documentos regulamentares para as formulações orais. Os efeitos adversos são principalmente localizados no trato gastrointestinal devido à natureza não sistémica do medicamento.


P: Existem restrições à condução ou utilização de máquinas durante o uso de Dimetilpolissiloxano?

R: O texto regulamentar oficial confirma que o medicamento não tem qualquer efeito conhecido ou influência insignificante na capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. Isto é coerente com a sua ausência de absorção sistémica e com a ausência confirmada de efeitos no sistema nervoso central.


P: O Dimetilpolissiloxano pode ser utilizado para tratar sintomas de Síndrome do Intestino Irritável (SII)?

R: A indicação aprovada destina-se ao alívio de sintomas gastrointestinais comuns, como flatulência e inchaço, que são frequentemente sentidos por pessoas com SII. No entanto, o medicamento não está formalmente indicado como um tratamento específico ou cura para a própria patologia da SII.


P: É normal ver fragmentos de Dimetilpolissiloxano nas fezes?

R: Uma vez que o medicamento não é absorvido pelo corpo, este atravessa o trato digestivo inalterado e é excretado nas fezes. Este é o destino esperado da substância após ter exercido a sua ação antiespumante.


P: O Dimetilpolissiloxano pode ser utilizado para desconforto gástrico não relacionado com gases?

R: O uso pretendido autorizado nos documentos regulamentares é exclusivamente para o alívio de sintomas relacionados com o excesso de gases, tais como flatulência e inchaço. O uso para outros tipos de desconforto ou dor gástrica não está indicado.


P: Qual é a relação entre o Dimetilpolissiloxano e o silicone?

R: O Dimetilpolissiloxano é uma substância química sintética que é um tipo específico de silicone, definida quimicamente como um polímero de silicone. Silicone é um termo abrangente para compostos que contêm silício e oxigénio; o Dimetilpolissiloxano é a substância ativa nesta categoria de medicamentos.


P: Existem avisos oficiais sobre o uso de Dimetilpolissiloxano?

R: Os avisos oficiais indicam que os utilizadores devem interromper o uso do produto se os sintomas de gases persistirem ou piorarem, ou se surgirem sinais de uma reação alérgica grave (como erupção cutânea ou inchaço). O produto é também contraindicado em casos de obstrução ou perfuração intestinal conhecida ou suspeita.


P: Existem interações conhecidas entre o fármaco e doenças?

R: As principais restrições relativas a estados de doença são as contraindicações contra o uso em doentes com perfuração ou obstrução intestinal conhecida ou suspeita. Contudo, devido à ausência de absorção sistémica, não são necessários ajustes de dose para condições como a insuficiência hepática ou renal.


P: Para que grupo etário é o Dimetilpolissiloxano geralmente considerado apropriado?

R: Os documentos regulamentares indicam que o medicamento é permitido para uso em todos os grupos etários, incluindo lactentes, crianças, adolescentes e adultos. Estão definidos na rotulagem ajustes posológicos inferiores específicos para populações mais jovens.


P: Existem alimentos ou bebidas que devam ser evitados ao utilizar Dimetilpolissiloxano?

R: O texto regulamentar oficial confirma que não existem interações consistentemente documentadas com alimentos, álcool ou produtos específicos à base de plantas. O medicamento atua fisicamente no intestino e não interfere com processos sistémicos.


P: O Dimetilpolissiloxano é considerado uma substância química ou natural?

R: A substância é oficialmente classificada como uma entidade química sintética e um polímero de silicone de elevado peso molecular. É fabricada e não ocorre na natureza.


P: E se um doente tiver uma reação a um dos ingredientes inativos num produto com Dimetilpolissiloxano?

R: Os avisos e contraindicações oficiais abrangem a hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer um dos seus excipientes (ingredientes inativos). Riscos específicos de excipientes, como o conservante Álcool Benzílico em recém-nascidos, são também mencionados na informação regulamentar.


P: O Dimetilpolissiloxano é usado para o inchaço ou apenas para os gases?

R: A indicação terapêutica aprovada nos documentos regulamentares é para o alívio de sintomas relacionados com o excesso de gases, o que inclui explicitamente tanto a flatulência COMO a sensação de plenitude ou desconforto conhecida como inchaço.


P: Quais são as expetativas gerais de alívio ao utilizar Dimetilpolissiloxano?

R: A rotulagem oficial afirma que o objetivo geral é proporcionar um alívio de ação rápida do desconforto associado ao excesso de gases. Uma vez que a ação é física — provocando a aglutinação das bolhas — os resultados são geralmente esperados pouco tempo após a administração.

Como Dimethylpolysiloxane deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Dimetilpolissiloxano (Simeticone)

Os requisitos de conservação e eliminação do Dimetilpolissiloxano são estabelecidos por agências regulamentares para garantir a estabilidade e a segurança do produto. O medicamento deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada (tipicamente entre 20°C e 25°C).

Regras principais de conservação

O produto deve ser protegido da luz, do calor e da humidade. Para as formas líquidas, o rótulo determina que não se deve congelar. O recipiente deve ser mantido bem fechado e na sua embalagem original. Todas as formas farmacêuticas devem ser guardadas fora da vista e do alcance das crianças.

Eliminação oficial

Não deite o produto não utilizado ou fora do prazo de validade na sanita nem o verta num lava-loiça. O método preferencial para a eliminação é a utilização de um programa de recolha de medicamentos. Se esta opção não estiver disponível, o medicamento deve ser misturado com uma substância indesejável (por exemplo, terra ou borras de café) num recipiente selado antes de ser colocado no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Dimethylpolysiloxane encontrado em:

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