Dimenol

Links rápidos para seções importantes

Dimenol

Método de ação: Antiemetic

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dimenol

Propriedade Descrição
Substância ativa Dimenidrinato
Forma Comprimido, Solução, Supositório
Classe farmacológica Anti-histamínico H1 de primeira geração, Agente antiemético
Objetivo Geral Alívio de náuseas, vómitos e tonturas
Origem Composto sintético

O Dimenol é um nome comercial amplamente reconhecido para a substância ativa dimenidrinato, que é quimicamente classificada como um anti-histamínico H1 de primeira geração e um potente agente antiemético. O dimenidrinato é um composto sintético único por se tratar de uma substância combinada: um sal equimolar composto por difenidramina, que proporciona o efeito terapêutico, e por 8-cloroteofilina, que ajuda a estabilizar a molécula. Esta composição é clinicamente reconhecida pelos seus efeitos direcionados ao sistema nervoso central.

Identidade, Formas e Objetivo Geral

Este medicamento é habitualmente fornecido em diversas formas farmacêuticas, mais frequentemente como comprimido oral ou solução oral líquida. A disponibilidade destas formas, incluindo supositórios especializados para administração rectal, oferece flexibilidade quando a ingestão por via oral é difícil. O componente difenidramina está confirmado como atuando como antiemético devido ao seu efeito nas vias do sistema nervoso central.

A função primária do dimenidrinato é gerir sintomas de náuseas, prevenir vómitos e mitigar tonturas associadas a distúrbios do movimento e do equilíbrio. A sua utilidade geral baseia-se na capacidade de reduzir a atividade no aparelho vestibular (o centro de equilíbrio do ouvido interno) e no centro do vómito no cérebro. O dimenidrinato é frequentemente utilizado para prevenir e tratar o enjoo de movimento, o que realça o seu papel na estabilização da resposta do corpo ao movimento e na inibição do reflexo que desencadeia o vómito.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dimenol?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

Como todos os medicamentos, o Dimenol pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A compreensão destes riscos e o seguimento das orientações de segurança são fundamentais para garantir o uso adequado do tratamento.

Efeitos secundários comuns

Os efeitos secundários comunicados com maior frequência são geralmente de natureza ligeira a moderada. Estes podem incluir distúrbios gastrointestinais, tais como náuseas, desconforto abdominal ou alterações temporárias no trânsito intestinal. Alguns utilizadores também referiram dores de cabeça ou tonturas ligeiras, especialmente durante as fases iniciais do tratamento.

Reações adversas graves

Embora raras, podem ocorrer reações graves que requerem atenção médica imediata. Deve-se interromper a utilização do medicamento e contactar um profissional de saúde se surgirem sinais de uma reação alérgica grave, incluindo erupções cutâneas, comichão intensa, inchaço da face, lábios ou língua, ou dificuldade em respirar.

Precauções e contraindicações

O uso de Dimenol deve ser abordado com cautela em indivíduos com historial de doenças hepáticas ou renais pré-existentes. Não é recomendado para pessoas com hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes da formulação.

Mulheres grávidas ou em período de amamentação devem consultar um médico antes de iniciar o tratamento, uma vez que a segurança nestes grupos específicos não foi totalmente estabelecida. Além disso, é importante informar o seu médico sobre todos os outros medicamentos, suplementos ou produtos fitoterápicos que esteja a tomar para evitar possíveis interações medicamentosas.

Recomendações de armazenamento

Para manter a eficácia e segurança do produto, o Dimenol deve ser guardado na sua embalagem original, ao abrigo da luz e da humidade, e a uma temperatura controlada. Deve ser mantido fora do alcance e da vista das crianças. Não utilize o medicamento após o prazo de validade indicado na embalagem.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem com Dimenol (dimenidrinato) está documentada oficialmente como apresentando uma vasta gama de sinais, que afetam essencialmente o Sistema Nervoso Central e o Sistema Cardiovascular. As manifestações clínicas são consistentes com um síndroma anticolinérgico, incluindo sinais como midríase (pupilas dilatadas), boca seca, retenção urinária e vermelhidão da pele (rubor). Os efeitos no sistema nervoso central variam entre sonolência, confusão e delírio, podendo chegar à agitação e alucinações.

Os desfechos graves constituem risco de vida e podem incluir convulsões, coma e eventos cardiovasculares perigosos, tais como arritmias, alargamento do complexo QRS e colapso cardiovascular. Os documentos regulamentares exigem que os doentes procurem assistência médica imediata perante estes sintomas graves. O contacto urgente com o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) ou com o número de emergência local (112) é obrigatório, particularmente se a pessoa tiver desmaiado, sofrido uma convulsão ou se não for possível despertá-la.

A estratégia oficial de gestão é definida como tratamento sintomático e de suporte. As medidas de suporte documentadas incluem a lavagem gástrica ou o uso de carvão ativado para reduzir a absorção, bem como medidas especializadas como o diazepam por via parentérica para as convulsões. É necessária monitorização hospitalar, incluindo especificamente a verificação dos sinais vitais e a monitorização obrigatória por Eletrocardiograma (ECG). As informações oficiais referem ainda que as crianças podem ter maior propensão para convulsões e agitação, enquanto os idosos são mais suscetíveis a estados de confusão.

Usos terapêuticos de Dimenol

De acordo com a informação disponível, o Dimenol (dimenidrinato) é habitualmente utilizado para o apoio sintomático em diversas áreas que envolvem o desconforto induzido pelo movimento e perturbações do equilíbrio.

O Dimenol é frequentemente utilizado para auxiliar na gestão sintomática da cinetose, uma condição em que sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico — como náuseas angustiantes, episódios de vómitos e uma sensação geral de tonturas — são desencadeados por deslocações. O medicamento é também considerado relevante em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, tais como o apoio em distúrbios vestibulares (problemas no ouvido interno) e sensações associadas de vertigem (rotação). O foco terapêutico inclui a cinetose, a vertigem, as náuseas e os vómitos.

Este medicamento apoia a gestão de sintomas nestas áreas fundamentais. Proporciona um alívio de suporte que ajuda os pacientes a lidar de forma mais estável com episódios difíceis e contribui para uma melhoria do conforto diário durante os períodos sintomáticos. É frequentemente aplicado durante fases em que os sintomas se tornam mais percetíveis, como na gestão de náuseas pós-operatórias ou episódicas.

“É relevante porque ajuda a atenuar a carga sintomática global e auxilia na manutenção da estabilidade funcional durante episódios de maior desconforto.”


Facto Rápido: Alívio para Cinetose e Vertigens

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Dimenol?

A elegibilidade para a utilização do Dimenol é definida rigorosamente por documentos regulamentares com base na idade, condições médicas subjacentes e estado fisiológico.

O medicamento é contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao dimenidrinato ou aos seus componentes, incluindo a difenidramina. A inelegibilidade absoluta aplica-se também a doentes com Glaucoma de Ângulo Fechado e àqueles que estejam a tomar outros medicamentos que contenham difenidramina.

Grupo Populacional Estatuto Regulamentar
Crianças com menos de 2 anos Contraindicado (Não utilizar)
Adultos e crianças (2+ anos) Aprovado (Uso normal com dosagem por idade)
Idosos (65+ anos) Utilizar com precaução (Maior sensibilidade/risco)

O uso é restrito e exige cautela em doentes com certas condições preexistentes. Estas incluem a Hiperplasia Benigna da Próstata e outras formas de Obstrução Urinária, Perturbações Convulsivas e Insuficiência Hepática significativa.

Para mulheres grávidas, o Dimenol está categorizado de forma a que o seu uso seja recomendado apenas se claramente necessário. No caso de mães que amamentam, sabe-se que o fármaco é excretado no leite materno, exigindo uma decisão no sentido de interromper a amamentação ou suspender o medicamento, conforme aconselhado nas informações regulamentares.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais descrevem várias classes de substâncias que interagem com o Dimenol (dimenidrinato), principalmente através de efeitos aditivos e de vias metabólicas.

Interações Farmacodinâmicas

A administração conjunta com as seguintes classes de fármacos está sujeita a restrições regulamentares significativas devido à ampliação dos seus efeitos:

  • Depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) e Álcool: Estas combinações resultam numa depressão aditiva do SNC, aumentando o risco de sonolência e de compromisso da coordenação motora.
  • Agentes Anticolinérgicos: O uso concomitante com medicamentos que possuam atividade anticolinérgica (por exemplo, certos antidepressivos ou anti-histamínicos) pode levar a efeitos anticolinérgicos aditivos.
  • Medicamentos Ototóxicos: O Dimenol pode mascarar os sintomas de ototoxicidade (danos no ouvido interno) causados por determinados medicamentos, tais como os antibióticos aminoglicosídeos. Esta é uma limitação procedimental crítica para evitar a ocultação de danos progressivos.

Interações Farmacocinéticas e Metabólicas

  • Inibidores da CYP2D6: Uma vez que o componente ativo do Dimenol é metabolizado principalmente através da CYP2D6, a administração conjunta com inibidores fortes desta enzima pode alterar os níveis do fármaco e requer precaução.
  • Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO): Os documentos regulamentares indicam que os IMAO podem prolongar e intensificar os efeitos anticolinérgicos do Dimenol, sendo necessário evitar o uso simultâneo ou num período de 14 dias após a interrupção do IMAO.

Restrições de Contexto e Populações

As informações oficiais advertem que os doentes idosos são mais suscetíveis aos efeitos adversos (por exemplo, confusão, quedas) resultantes das interações do Dimenol, especialmente quando combinado com outros medicamentos que interagem entre si. A formulação injetável está contraindicada em recém-nascidos.

Mecanismo de ação

Supressão Central da Sinalização Vestibular e Colinérgica

O mecanismo do Dimenol inicia-se com a difenidramina, o seu componente principal, que bloqueia os recetores de histamina H1 (H1) e os recetores muscarínicos de acetilcolina (mAChR) nos núcleos vestibulares do cérebro. Este duplo antagonismo atenua a transmissão de sinais do sistema de equilíbrio do ouvido interno para o centro do vómito no cérebro, suprimindo, desta forma, a via reflexa que processa o excesso de estímulos vestibulares.

Modulação do Alerta no SNC e Sedação

O segundo componente, a 8-cloroteofilina, funciona como um antagonista dos recetores de adenosina em todo o Sistema Nervoso Central (SNC). Ao bloquear a sinalização inibidora da adenosina, este componente desencadeia um mecanismo de alerta no SNC que se opõe à depressão do sistema nervoso central resultante do antagonismo H1 da difenidramina.

Cascata Mecanística Integrada de Duplo Componente

A ação combinada constitui um mecanismo integrado no qual o componente primário assegura a supressão da sinalização vestibular-autonómica e o componente secundário fornece a modulação do SNC necessária para regular as vias de alerta central. Este mecanismo integrado resulta na modulação simultânea tanto da sinalização vestibular-autonómica como das vias de ativação central.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Dimenol: Diretrizes Oficiais de Administração

A administração de Dimenol (dimenidrinato) é regida por diretrizes regulamentares específicas relativas à via, frequência e preparação da forma farmacêutica. O medicamento está oficialmente disponível para utilização através de consumo oral (comprimidos ou solução), injeção intramuscular (IM), injeção intravenosa (IV) e administração rectal via supositórios.

Para a utilização oral em adultos, a dose padrão indicada varia habitualmente entre 50 mg e 100 mg. Este regime posológico de libertação imediata está estruturado para ser repetido a cada 4 a 6 horas, conforme necessário, embora a dose total num período de 24 horas não deva exceder os 400 mg. Quando o medicamento é utilizado para fins preventivos, a primeira dose deve ser administrada 30 minutos a 1 hora antes da exposição prevista (como o início de uma viagem). As formas orais podem ser tomadas com ou sem alimentos.

Vias Parentéricas e Regras Populacionais

A via parentérica (IM ou IV) é geralmente reservada para situações em que a administração oral é impraticável, como em casos de náuseas graves. A preparação intravenosa exige que a solução concentrada seja diluída antes da utilização, frequentemente através da mistura com 10 mL de Cloreto de Sódio a 0,9%. Esta dose diluída deve depois ser administrada lentamente durante, pelo menos, 2 minutos.

Para os doentes pediátricos, os documentos regulamentares especificam que a administração deve aderir a critérios inferiores, específicos para o peso ou idade, exigindo ajustes na dose em relação ao regime de adultos. As informações oficiais indicam igualmente que doentes com insuficiência renal podem necessitar de uma redução na sua dose estabelecida.

Evidência clínica recente

Visão Geral da Evidência Científica: O que os Estudos Analisaram

Esta secção resume a base de investigação oficial para o Dimenol (dimenidrinato), detalhando os tipos de estudos realizados, as condições analisadas e as populações que participaram nos ensaios clínicos. Esta informação fornece um contexto científico, mas não constitui aconselhamento médico nem recomendações de tratamento.


Evidência Científica na Prevenção do Enjoo de Movimento

A investigação explorou este composto em estudos que avaliaram o enjoo de movimento (cinetose), uma condição caracterizada por manifestações flutuantes ou episódicas de náuseas, vómitos e tonturas causadas pelo movimento. Esta investigação foi realizada principalmente através de Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA), concebidos para avaliar o composto face a um placebo ou outros tratamentos ativos em populações suscetíveis, incluindo adultos e, em certos casos, crianças.

Os investigadores monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico, tais como a proporção de participantes que não apresentaram sintomas e pontuações relativas à gravidade dos sintomas durante um estímulo de movimento. A evidência descreve essencialmente o aparecimento agudo de sintomas, em vez dos efeitos quando os sintomas já estão estabelecidos. A duração do acompanhamento foi, por norma, limitada ao período de exposição ao movimento. A evidência é limitada e heterogénea, existindo dados insuficientes quanto a resultados a longo prazo.

Evidência Científica na Prevenção de Náuseas e Vómitos Pós-Operatórios (NVPO)

Estudos também analisaram o composto em ensaios que avaliaram o seu uso em contexto cirúrgico para náuseas e vómitos pós-operatórios. A investigação foi conduzida através de ECAs e subsequentes metanálises, envolvendo diversos grupos de adultos e crianças submetidos a diferentes procedimentos cirúrgicos.

A investigação focou-se em resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas. Os ensaios monitorizaram a percentagem de doentes que não reportaram náuseas ou vómitos pós-operatórios durante o período de recuperação de curto a médio prazo. Uma limitação central desta investigação é a informação restrita disponível para analisar o estudo da administração repetida ou os padrões medidos em relação a doses subsequentes. Além disso, a certeza permanece baixa quanto a um regime de administração consistente em todos os tipos de procedimentos cirúrgicos.

Evidência Científica na Vertigem Aguda e Náuseas Associadas

Este composto foi avaliado em estudos que exploraram condições que envolvem períodos de agravamento de sintomas, especificamente os padrões de sintomas agudos de vertigem (uma sensação de rotação) e as náuseas acompanhantes. Esta investigação assumiu frequentemente a forma de Ensaios Clínicos Aleatorizados realizados em contextos de cuidados agudos com doentes adultos.

Os estudos exploraram resultados que captam fases de atividade sintomática elevada, medindo a alteração nas pontuações de intensidade subjetiva, tanto para a sensação de rotação como para as náuseas, num intervalo de observação muito curto. A evidência para este contexto agudo é geralmente limitada. A duração do acompanhamento foi restrita, com os estudos a focarem-se fortemente em alterações de sintomas imediatas e de muito curto prazo, em vez de padrões de estabilidade funcional em períodos prolongados.


Estrutura da Evidência e Principais Limitações

A investigação que explora alterações de sintomas a curto prazo representa a maioria dos dados disponíveis. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Existe evidência na população pediátrica (crianças), mas os dados para estes grupos permanecem insuficientes quando comparados com as coortes de adultos. Verifica-se uma falta de evidência comparativa em muitas áreas, e a informação limitada sobre resultados a longo prazo significa que a certeza permanece baixa quanto a padrões de duração prolongada. A investigação disponível fornece contexto sobre padrões de grupo, mas não oferece previsões individuais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Dimenol (FAQ)

P: O Dimenol é considerado um medicamento sujeito a receita médica ou de venda livre?

O Dimenol (dimenidrinato) está amplamente disponível para compra como um medicamento não sujeito a receita médica (MNSRM) para a prevenção e tratamento do enjoo de movimento. No entanto, os registos regulamentares oficiais mostram que o fármaco também está disponível em formas sujeitas a receita médica, tais como soluções injetáveis, que são tipicamente reservadas para utilização em contextos clínicos.

P: Com que rapidez se pode esperar, geralmente, que o Dimenol comece a fazer efeito?

As diretrizes oficiais descrevem a administração para uso profilático como a toma da forma oral de Dimenol 30 minutos a 1 hora antes da exposição ao movimento, como o início de uma viagem. Este tempo profilático sugere o período necessário para que o fármaco atinja os níveis pretendidos para evitar o desenvolvimento de sintomas.

P: O Dimenol é o mesmo tipo de medicação que outros fármacos utilizados para condições semelhantes?

O Dimenol é categorizado como um anti-histamínico H1 de primeira geração que também exibe efeitos antieméticos (contra as náuseas) e anticolinérgicos. Outros medicamentos utilizados para condições semelhantes podem pertencer a classes farmacológicas diferentes e operar através de mecanismos distintos.

P: O Dimenol pode ser tomado com analgésicos comuns, como o ibuprofeno ou o paracetamol?

Os documentos regulamentares advertem que o Dimenol pode ter efeitos sedativos aditivos quando tomado com outros depressores do SNC (Sistema Nervoso Central). Embora não existam avisos regulamentares explícitos contra o uso simples de ibuprofeno ou paracetamol isolados, a informação regulamentar indica precaução relativamente a analgésicos combinados que contenham outros ingredientes sedativos.

P: Existe uma lista de alimentos ou bebidas específicos a evitar durante a utilização de Dimenol?

A principal restrição detalhada na documentação oficial é o aviso contra o consumo de álcool, uma vez que este potencia os efeitos sedativos do Dimenol. Além do álcool, o folheto do produto indica geralmente que a forma oral do medicamento pode ser tomada com ou sem alimentos.

P: O Dimenol pode afetar os resultados de quaisquer exames laboratoriais padrão?

O Dimenol é um anti-histamínico e as informações oficiais indicam que pode interferir com testes cutâneos de alergia. Para evitar resultados falsos negativos, a rotulagem oficial indica que a medicação é habitualmente interrompida vários dias antes da realização de tais testes para evitar interferências.

P: Existem documentos oficiais que descrevam o potencial do Dimenol para uso indevido, dependência ou adição?

Documentos regulamentares e revisões de saúde pública reconhecem relatos documentados de uso indevido ou abuso, envolvendo principalmente doses elevadas tomadas intencionalmente para induzir efeitos psicotrópicos, como alucinações. Isto levanta preocupações sobre o potencial de dependência do fármaco.

P: Tomar Dimenol torna a pessoa mais sensível à luz solar?

O perfil de segurança oficial da substância ativa do Dimenol lista a fotossensibilidade como uma possível reação adversa. A fotossensibilidade descreve a reação mais rápida da pele à luz solar, podendo levar ao aparecimento de erupções cutâneas ou queimaduras solares.

P: O Dimenol é conhecido por causar quaisquer reações cutâneas ou erupções?

Sim, a documentação de segurança do Dimenol lista tanto a erupção medicamentosa generalizada como a urticária como reações adversas documentadas. Adicionalmente, foram relatados eventos raros e graves de hipersensibilidade, como o choque anafilático.

P: O Dimenol pode causar alterações no apetite ou no peso?

Os relatórios de reações adversas incluídos nos documentos oficiais listam a anorexia, ou perda de apetite, como um efeito documentado categorizado no Sistema Gastrointestinal.

P: O medicamento foi concebido para uso a curto ou a longo prazo?

O Dimenol está formalmente indicado para a prevenção e tratamento de sintomas agudos associados ao enjoo de movimento e à vertigem. A base de investigação clínica do fármaco está focada principalmente em resultados a curto prazo, alinhando-se com a sua utilização para alívio episódico.

P: Existem interações conhecidas entre o Dimenol e a cafeína?

Embora um aviso de interação explícito para a cafeína não seja geralmente detalhado, um dos dois componentes do Dimenol é um estimulante do SNC quimicamente relacionado com a cafeína. Isto sugere que os efeitos estimulantes da cafeína podem potencialmente opor-se aos efeitos sedativos primários do fármaco.

P: Quais são os sinais documentados de tomar demasiado Dimenol?

Os documentos oficiais sobre sobredosagem descrevem uma vasta gama de efeitos, variando da depressão do SNC (sonolência ou coma) à estimulação do SNC (convulsões ou alucinações). Outros sinais incluem sintomas atropínicos, tais como boca extremamente seca e pupilas dilatadas.

P: O Dimenol pode ser partido, esmagado ou mastigado?

As instruções regulamentares para o consumidor, especificamente para a forma de comprimido mastigável do fármaco, indicam que este se destina a ser completamente mastigado antes de ser engolido. Para outras formas, como comprimidos de libertação imediata, a informação regulamentar recomenda seguir as instruções específicas na embalagem ou consultar um profissional de saúde.

P: Que informações de aconselhamento ao doente são obrigatórias para o Dimenol?

Os avisos oficiais referem que o Dimenol pode causar sonolência e que os seus efeitos são potenciados pelo álcool e outros depressores do SNC. Portanto, os avisos oficiais afirmam que o fármaco pode prejudicar a capacidade de conduzir veículos ou de operar máquinas pesadas em segurança.

P: Existem fatores genéticos conhecidos que possam influenciar o efeito do Dimenol?

O fármaco é metabolizado pela enzima hepática CYP2D6, conforme descrito nos resumos farmacocinéticos regulamentares. Variações na atividade desta enzima, que podem ser afetadas por fatores genéticos, podem influenciar a forma como o organismo processa a medicação.

P: Existem diferentes nomes comerciais para o medicamento Dimenol?

Sim, Dimenol é um nome comercial para a substância ativa Dimenidrinato. O dimenidrinato é comercializado globalmente sob vários nomes de marcas bem conhecidos, incluindo Dramamine e Gravol.

P: O Dimenol está relacionado com quaisquer substâncias controladas?

Classificações oficiais de organismos reguladores confirmam que o dimenidrinato não está classificado como uma substância controlada nos termos da lei.

Como Dimenol deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Dimenol?

As orientações regulamentares oficiais especificam que os comprimidos de Dimenol (dimenidrinato) devem ser conservados a uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 20 e os 25 C. O medicamento deve ser mantido na sua embalagem original, bem fechada, e protegido da humidade excessiva e do calor. A solução injetável também requer conservação a temperatura ambiente controlada, mas deve ser obrigatoriamente protegida da luz.

Para garantir a segurança, todas as formas do medicamento devem ser guardadas num local seguro, fora da vista e do alcance das crianças e dos animais de estimação.

A eliminação do Dimenol que já não é necessário deve ser feita através de um programa de recolha de medicamentos autorizado. Se tal programa não estiver disponível, o medicamento deve ser misturado com uma substância indesejável (como terra ou borras de café), selado num saco ou recipiente e colocado no lixo doméstico. É fundamental não deitar este medicamento na sanita ou no esgoto, a menos que tal seja explicitamente indicado pelas diretrizes oficiais de eliminação.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Dimenol encontrado em:

ÍNDICE A-Z: