Dimate

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Dimate

Método de ação: Antiemetic

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dimate

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Dimenidrinato
Formas principais Comprimido oral, Solução oral
Classe farmacológica Antagonista dos recetores H₁, Antiemético
Objetivo geral Alívio de sintomas de enjoo e tonturas
Origem Produto de combinação sintética

O que é o Dimenidrinato e que tipo de medicamento é?

Dimenidrinato é a denominação comum internacional (DCI) para este medicamento, sendo classificado como um anti-histamínico de primeira geração e um agente antiemético potente. Pertence à classe farmacológica mais ampla dos antagonistas dos recetores H₁, substâncias que atuam através do bloqueio da ação da histamina em locais específicos do cérebro. O objetivo fundamental deste fármaco é suprimir a reação do organismo aos estímulos que provocam os sintomas angustiantes de náuseas e vómitos.

Composição, Origem e Formas Disponíveis

A entidade ativa, o Dimenidrinato, é quimicamente definida como um produto de combinação sintética, especificamente o sal de cloroteofilina da difenidramina. Esta estrutura significa que o composto integra duas moléculas distintas: o componente principal ativo contra o enjoo e o estimulante suave 8-cloroteofilina, o que constitui um fator diferenciador face aos anti-histamínicos de molécula única. O composto é sintetizado em laboratório, confirmando a sua origem sintética. Como preparação farmacêutica, encontra-se habitualmente disponível em diversas formas de dosagem para administração oral, incluindo o comprimido convencional, o comprimido mastigável e a solução oral.

Como atua o Dimenidrinato no alívio do mal-estar?

A ação fisiológica do Dimenidrinato foca-se essencialmente na mitigação dos sinais que causam o mal-estar, agindo principalmente através da atenuação dos sinais provenientes do sistema labiríntico (o aparelho de equilíbrio do ouvido interno). A Organização Mundial da Saúde (OMS) inclui o Dimenidrinato na sua Lista de Medicamentos Essenciais, reconhecendo o seu papel estabelecido no controlo de náuseas e vómitos de diversas origens. O composto atua sobre o sistema nervoso central (SNC) para reduzir a atividade do centro do vómito, proporcionando alívio e atenuando sensações agudas de tonturas, vertigens e enjoos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dimate?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do dimenidrinato caracteriza-se por efeitos no sistema nervoso central (SNC) e por sintomas anticolinérgicos, que constituem as reações adversas documentadas com maior frequência em fontes regulamentares.


Reações Adversas Oficiais e Classificação

As reações adversas mais frequentes são geralmente classificadas como muito comuns ou comuns. Estas incluem a sonolência, a sedação e as tonturas, que podem ocorrer com maior incidência no início do tratamento. Os efeitos anticolinérgicos comuns listados nos documentos oficiais incluem a secura de boca, a visão turva e o potencial de retenção urinária.

Reações menos comuns, documentadas em várias classes de sistemas de órgãos, abrangem a taquicardia (ritmo cardíaco acelerado), a hipotensão, as cefaleias (dores de cabeça) e distúrbios gastrointestinais (como obstipação ou diarreia).


Alertas de Segurança Graves e Específicos por População

Certas reações adversas graves, embora raras, estão documentadas na informação oficial de prescrição. Estas incluem o potencial de excitação paradoxal (agitação e nervosismo) e convulsões, observadas particularmente na população pediátrica. Devido às suas propriedades anticolinérgicas, o medicamento pode também precipitar glaucoma de ângulo fechado agudo em indivíduos suscetíveis.

Os documentos regulamentares definem considerações de segurança específicas para determinados grupos de doentes:

  • Idosos: Este grupo pode apresentar um risco acrescido de efeitos graves no SNC, incluindo sedação intensificada, confusão e problemas como a retenção urinária.
  • População Pediátrica: Existe um risco documentado de estimulação paradoxal do sistema nervoso central em vez de sedação.

Restrições Relacionadas com a Segurança

O perfil de segurança estabelecido restringe a utilização do medicamento em situações onde o alerta mental é crítico, citando especificamente o compromisso da capacidade de conduzir veículos ou operar máquinas. É obrigatória a precaução na utilização em doentes com condições agravadas pela atividade anticolinérgica, tais como glaucoma de ângulo fechado pré-existente ou hipertrofia prostática, conforme documentado na rotulagem governamental.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda médica

Em caso de ingestão de uma dose superior à recomendada de Dimate, é fundamental agir com rapidez, mesmo que não existam sintomas imediatos. A sobredosagem pode levar a complicações graves que requerem monitorização clínica.

Sinais de sobredosagem

Os sintomas de uma dose excessiva podem variar dependendo da quantidade ingerida e da resposta individual ao medicamento. Deve estar atento ao aparecimento de tonturas extremas, sonolência profunda, confusão mental ou alterações no ritmo cardíaco. Em casos mais graves, podem ocorrer dificuldades respiratórias ou perda de consciência.

O que fazer

Se suspeitar que tomou uma dose excessiva ou se observar estes sintomas em alguém, contacte imediatamente os serviços de emergência médica ou o centro de informação antivenenos. Não induza o vómito nem tome qualquer substância adicional sem orientação médica direta.

Ao procurar assistência, tenha consigo a embalagem do medicamento ou o respetivo folheto informativo. Esta informação permitirá que os profissionais de saúde identifiquem a substância e administrem o tratamento de suporte adequado da forma mais eficiente possível.

Usos terapêuticos de Dimate

Para que é utilizado o Dimate: Principais utilizações e benefícios

O dimenidrinato é habitualmente utilizado para ajudar a controlar ou aliviar os sintomas associados à cinetose (enjoo de movimento), sendo a sua aplicação extensível a áreas onde é necessário suporte sintomático adicional para condições relacionadas. De acordo com a informação farmacológica da NIH MedlinePlus, este medicamento é aplicável no tratamento de sintomas relacionados com o enjoo de movimento, a doença de Ménière e outras formas de disfunção vestibular.

Um benefício terapêutico fundamental consiste no apoio aos doentes durante episódios difíceis de náuseas agudas e arcadas (esforços para vomitar), bem como no controlo de sintomas associados a vertigens e tonturas. É relevante para suavizar conjuntos de sintomas que incluam náuseas, vómitos e perturbações do equilíbrio, especialmente quando os sintomas provocam um desgaste fisiológico notável durante viagens ou crises agudas do ouvido interno.

“É frequentemente utilizado em diversas patologias que apresentam episódios agudos em situações onde os sintomas criam um desgaste fisiológico percetível.”

Este fármaco auxilia na manutenção da estabilidade funcional e contribui para a redução da carga sintomática global em doentes que experienciam manifestações episódicas ou flutuantes destas condições.


Facto Rápido: Gestão de suporte para enjoos de viagem e do ouvido interno

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Dimate?

Esta informação baseia-se estritamente em documentos regulamentares governamentais oficiais relativos à elegibilidade populacional e contraindicações do Dimate.

Populações contraindicadas

O Dimate não deve ser utilizado por doentes que tenham uma hipersensibilidade conhecida ou reação alérgica ao fármaco ou aos seus componentes. O uso é também proibido em indivíduos com doença renal em fase terminal ou insuficiência hepática grave e não compensada. Além disso, o Dimate é contraindicado para mulheres que estejam a amamentar, devido à excreção documentada do medicamento no leite humano.

Elegibilidade e restrições

Grupo Populacional Estado de Elegibilidade
Adultos (18-65 anos) O uso está estabelecido e é geralmente permitido.
Doentes Pediátricos (Menores de 18 anos) O uso não está estabelecido devido a dados insuficientes de segurança e eficácia.
Gravidez Não recomendado durante o primeiro trimestre; uso condicional em fases posteriores apenas se o benefício superar o risco.
Insuficiência Renal Moderada O uso é permitido, mas requer uma redução obrigatória da dose, conforme especificado na rotulagem.

A rotulagem oficial determina uma monitorização mais próxima para doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada ou para aqueles com condições crónicas não controladas, como Diabetes Mellitus.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar oficial detalha padrões de interação específicos para o dimenidrinato, envolvendo essencialmente mecanismos farmacodinâmicos e farmacocinéticos.

Interações Farmacodinâmicas

A coadministração com depressores do sistema nervoso central (SNC) e álcool (etanol) resulta num efeito sedativo aditivo com relevância clínica. Devido a esta potenciação, as instruções regulamentares exigem que se evite o álcool. Do mesmo modo, a combinação de dimenidrinato com outros medicamentos anticolinérgicos (como os antidepressivos tricíclicos) pode potenciar a sua atividade anticolinérgica, aumentando o risco de efeitos adversos. Adicionalmente, o dimenidrinato pode oficialmente mascarar os sintomas de ototoxicidade (toxicidade auditiva) causados por outros produtos medicinais, incluindo os antibióticos aminoglicosídeos.

Restrições e Contraindicações Específicas

Certas combinações de fármacos encontram-se formalmente restringidas. A coadministração com inibidores da monoaminoxidase (IMAO) está contraindicada em determinadas jurisdições regulamentares. O uso com antiarrítmicos de Classe Ia e Classe III (ex.: amiodarona, quinidina) está também restringido devido ao risco documentado de prolongamento do intervalo QT e subsequentes arritmias. No que respeita às vias metabólicas, o dimenidrinato é oficialmente descrito como um inibidor da enzima CYP2D6, o que pode alterar a exposição a outros fármacos coadministrados que sejam metabolizados por esta via.

Estas restrições estabelecem os limites para uma coadministração segura, definindo proibições e requisitos para a utilização do dimenidrinato em conjunto com outras substâncias.

Mecanismo de ação

Como funciona o Dimate

O mecanismo de ação do dimenidrinato é regido pela sua influência central em vias neurotransmissoras específicas no cérebro, concretizada através de dois componentes complementares. A ação principal é mediada pelo componente difenidramina, que funciona como um antagonista (bloqueador) em dois alvos centrais cruciais: os recetores de histamina H1 e os recetores muscarínicos de acetilcolina no tronco cerebral.

Ao bloquear estes recetores nos núcleos vestibulares e no centro do vómito, o fármaco reduz a excitabilidade dos circuitos neuronais que processam os estímulos relacionados com o movimento e que ativam a via do reflexo de emese (vómito). Este processo suprime a sinalização excessiva proveniente do aparelho de equilíbrio do ouvido interno, elevando o limiar para a ativação da resposta central do vómito.

Simultaneamente, o segundo componente, a 8-cloroteofilina, atua como um antagonista dos recetores de adenosina no sistema nervoso central. Uma vez que a adenosina atua normalmente como um neuromodulador inibitório, o bloqueio dos seus recetores introduz uma estimulação central ligeira. Este mecanismo secundário cria um contraponto farmacodinâmico, ajustando a depressão generalizada do SNC que é uma consequência fisiológica inerente à travessia da barreira hematoencefálica pelo componente principal de bloqueio de recetores.

Informações sobre dosagem e administração

A administração de dimenidrinato (Dimate) é orientada por instruções específicas detalhadas na rotulagem regulamentar, abrangendo múltiplas vias e esquemas posológicos baseados na idade. O medicamento está disponível principalmente para ingestão oral (comprimido, comprimido mastigável ou solução) para uso rotineiro, mas também pode ser administrado por via intramuscular (IM), intravenosa (IV) ou retal, quando a ingestão oral não é viável.


Posologia e Frequência Padrão

A administração é geralmente feita conforme a necessidade, e não num esquema contínuo. O fármaco destina-se a uma utilização de curta duração, como o período de uma viagem ou a ocorrência de episódios agudos. A dosagem está estritamente limitada por uma quantidade máxima permitida num período de 24 horas.

População Intervalo de Dose Única (Oral/IM/IV) Dose Diária Máxima
Adultos (e crianças com 12 anos ou mais) 50 mg a 100 mg 400 mg
Crianças dos 6 aos 11 anos 25 mg a 50 mg 150 mg
Crianças dos 2 aos 5 anos 12,5 mg a 25 mg 75 mg

As doses orais para crianças com menos de 12 anos são tipicamente tomadas a cada 6 ou 8 horas, enquanto os adultos seguem um intervalo de 4 a 6 horas.


Requisitos de Administração

Para prevenção, a primeira dose deve ser tomada 30 minutos a 1 hora antes do início da atividade de movimento. As formas orais podem ser tomadas com ou sem alimentos. Quando a solução injetável (50 mg/mL) é administrada por via intravenosa, deve ser diluída (por exemplo, 1:10 com soro fisiológico) e injetada lentamente durante um período de, pelo menos, 2 minutos, para prevenir problemas relacionados com o excipiente. A via injetável é reservada para quando o doente não consegue tomar o medicamento por via oral.

Crianças com menos de 2 anos não devem receber dimenidrinato, a menos que tal seja explicitamente indicado por um médico. No caso de esquecimento de uma dose, a informação regulamentar indica geralmente que esta deve ser tomada assim que houver recordação, mas deve ser ignorada se a próxima dose programada estiver quase na hora, mantendo o intervalo exigido e não excedendo o máximo de 24 horas.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre o Dimenidrinato

Evidência para o uso na prevenção do enjoo de movimento (cinetose)

A investigação estudou o papel desta substância na prevenção do aparecimento de enjoos e tonturas durante viagens. A evidência principal provém de ensaios controlados e aleatorizados (ECA) de curta duração e de revisões sistemáticas que examinaram a forma como os sintomas se alteram ao longo de algumas horas de viagem. As revisões sistemáticas que descrevem anti-histamínicos de primeira geração exploraram padrões onde a incidência de sintomas de enjoo de movimento foi observada como sendo diferente quando comparada com um placebo, sob condições naturais de viagem. A evidência para o uso nesta indicação tem sido caracterizada por lacunas em duas áreas fundamentais: existe uma falta de investigação focada no tratamento de sintomas que já se desenvolveram, e os dados para certos grupos, particularmente crianças, permanecem insuficientes para retirar conclusões claras.

Evidência para o uso em vertigem aguda e distúrbios vestibulares

O dimenidrinato foi avaliado em estudos que exploram o seu papel na gestão de condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas de tonturas e vertigens. Grande parte da evidência foi observada em estudos onde o dimenidrinato fazia parte de um produto de combinação fixa. Estes ensaios registaram medições da intensidade da vertigem e resultados associados, como as náuseas. Uma limitação fundamental é que, uma vez que muitos ensaios de elevada qualidade utilizaram o produto de combinação fixa, o contributo distinto do dimenidrinato como agente único na gestão de distúrbios vestibulares agudos permanece uma área de incerteza na investigação. Os estudos focados em episódios onde os sintomas se tornam mais percetíveis apresentaram durações de acompanhamento que foram limitadas.

Evidência para o uso na profilaxia de náuseas e vómitos pós-operatórios (NVPO)

O medicamento foi estudado para o uso na prevenção de enjoos e vómitos após procedimentos cirúrgicos, tanto em adultos como em contextos pediátricos. Os estudos monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico, especificamente a ausência total de sintomas de vómitos (eméticos) e a necessidade de medicação de resgate contra o enjoo. As meta-análises relataram padrões demonstrando que a incidência de náuseas e vómitos pós-operatórios foi documentada como sendo diferente em comparação com os controlos de placebo nas 48 horas pós-cirurgia. O que permanece incerto é o momento ideal e a quantidade específica para a administração, uma vez que estes fatores não foram consistentemente padronizados ou avaliados em todos os estudos revistos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Dimate (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Dimenidrinato a começar a fazer efeito?

De acordo com as informações oficiais do produto, para prevenir o enjoo de movimento, a primeira dose deve ser tomada aproximadamente meia hora a uma hora (30 a 60 minutos) antes do início previsto da atividade. Este tempo reflete a janela de oportunidade recomendada na rotulagem do produto para a toma do medicamento como prevenção.


P: O Dimenidrinato pode ser utilizado para enjoos matinais durante a gravidez?

A informação oficial classifica este fármaco como Categoria B de Gravidez. Os documentos regulamentares referem que o uso durante a gravidez é geralmente recomendado apenas se for claramente necessário. Esta classificação indica que os estudos em animais não demonstraram risco para o feto, mas não existem estudos definitivos e adequados em humanos grávidos.


P: Qual é a diferença entre o Dimenidrinato e o Dramamine?

O Dimenidrinato é a substância ativa do medicamento. O Dramamine é um nome comercial comum ou um nome comercial registado para certos produtos que contêm dimenidrinato, conforme listado nas bases de dados oficiais de medicamentos.


P: É seguro conduzir após tomar Dimenidrinato?

A rotulagem oficial alerta para o facto de poder ocorrer sonolência acentuada após a toma deste medicamento. A rotulagem aconselha que, devido a este risco, deve haver precaução e devem ser evitadas atividades que exijam alerta mental, tais como conduzir um veículo motorizado ou operar maquinaria pesada.


P: Posso tomar Dimenidrinato com o estômago vazio?

A rotulagem regulamentar oficial confirma que as formas orais de Dimenidrinato podem ser tomadas com ou sem alimentos.


P: Qual é a data de validade dos meus comprimidos de Dimenidrinato?

A data de validade e o número do lote são tipicamente impressos pelo fabricante na parte inferior da embalagem do produto ou no recipiente, conforme exigido pela rotulagem oficial do produto.


P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Dimenidrinato?

A informação oficial indica geralmente que uma dose esquecida deve ser tomada assim que se lembre. No entanto, o rótulo aconselha geralmente a saltar a dose esquecida se a próxima dose planeada estiver quase na hora, a fim de manter o intervalo exigido e não exceder a quantidade máxima de 24 horas.


P: Posso esmagar o comprimido de Dimenidrinato?

Os comprimidos orais padrão destinam-se tipicamente a ser engolidos inteiros. Se o produto específico for um comprimido para mastigar, a rotulagem do produto indica que este deve ser completamente mastigado ou esmagado antes de ser engolido.


P: Qual é a dose recomendada de Dimenidrinato para uma criança de 10 anos?

O rótulo oficial do produto fornece um intervalo de dose para crianças dos 6 aos 12 anos, o que inclui crianças de 10 anos. Esta dosagem está sujeita a uma dose diária máxima, conforme indicado na rotulagem do produto.


P: O Dimenidrinato é utilizado para tratar sintomas de enjoo de movimento que já começaram?

A rotulagem oficial confirma que o fármaco se destina tanto à prevenção como ao tratamento de sintomas associados ao enjoo de movimento, os quais incluem náuseas, vómitos e tonturas.

Como Dimate deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Dimate (Dimenidrinato)

A rotulagem oficial exige que o Dimenidrinato seja conservado a uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 20 °C e os 25 °C (68 °F a 77 °F). O medicamento deve ser mantido na sua embalagem original, devidamente fechada, e guardado ao abrigo do calor excessivo e da humidade; deve evitar-se o congelamento da solução oral ou da solução injetável. Mantenha sempre o Dimate fora do alcance e da vista das crianças.

Para a eliminação de medicamentos não utilizados ou fora de validade, o método preferencial é a utilização de um programa de recolha de resíduos de medicamentos. Se não estiver disponível uma opção de recolha, o medicamento (que não consta da lista de substâncias para eliminação direta na sanita) deve ser misturado com uma substância indesejável (como terra), colocado num recipiente selado e, posteriormente, depositado no lixo doméstico. Não deite medicamentos em águas residuais ou nos esgotos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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