Dilantin

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Dilantin

Método de ação: Antiepileptic

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Dilantin

Visão Geral do Dilantin: Identidade e Finalidade


Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Fenitoína sódica
Formas Farmacêuticas Via oral (Cápsulas, suspensão, comprimidos mastigáveis)
Classe Farmacológica Anticonvulsivante / Fármaco antiepilético (DAE)
Uso Comum Controlo de crises tónico-clónicas e crises parciais complexas
Origem Sintética (produzida quimicamente)

O que é exatamente o Dilantin (Fenitoína)?

O Dilantin é a marca comercial do medicamento genérico de prescrição conhecido como fenitoína sódica, classificado como um fármaco anticonvulsivante e antiepilético (DAE). Trata-se de um composto sintético bem estabelecido, fabricado quimicamente em vez de ser derivado diretamente de fontes naturais. Enquanto DAE de primeira geração, o seu componente central, a fenitoína, é o princípio ativo responsável pelos seus efeitos terapêuticos. O medicamento pertence à classe das hidantoínas, uma classificação reconhecida clinicamente há décadas na área dos cuidados neurológicos. Esta classificação confirma que o medicamento atua na interrupção ou prevenção de convulsões. O nome de marca Dilantin é amplamente reconhecido, embora o seu homólogo genérico, a fenitoína sódica, seja a designação química oficial.


Qual o tipo de fármaco e qual o seu objetivo?

O Dilantin é utilizado primordialmente para o controlo e prevenção a longo prazo de certos tipos de crises, tais como crises tónico-clónicas generalizadas e crises parciais complexas, regulando a atividade elétrica no cérebro. Atua através da atenuação da atividade elétrica excessiva que pode desencadear uma crise, um princípio fundamentado por estudos farmacológicos que demonstram a sua capacidade de estabilizar as membranas das células nervosas. O principal objetivo geral do Dilantin é proporcionar estabilidade a longo prazo a indivíduos que gerem distúrbios convulsivos crónicos. Isto significa que o fármaco se destina a ajudar os doentes a manterem um estado de saúde consistente e a evitar crises recorrentes. Está disponível em diversas formas para administração oral, incluindo cápsulas, suspensão oral (líquida) e, por vezes, comprimidos mastigáveis, oferecendo diferentes opções para a ingestão por parte do doente.

Quais efeitos secundários são possíveis com Dilantin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança do Dilantin (Fenitoína)

Âmbito das Reações Adversas

Reações Adversas Comuns Relacionadas com a Dose: ocorrem frequentemente quando os níveis no sangue (séricos) estão acima do intervalo terapêutico e incluem efeitos no Sistema Nervoso Central (SNC), tais como nistagmo (movimentos oculares involuntários), ataxia (dificuldades na coordenação), discurso arrastado, confusão mental e sonolência. Outro efeito documentado é a hiperplasia gengival (crescimento excessivo do tecido das gengivas).

Reações Adversas Graves e Clinicamente Significativas: as reações relatadas incluem condições dermatológicas graves, especificamente a Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e a Necrólise Epidérmica Tóxica (NET), bem como a reação sistémica DRESS (Reação Medicamentosa com Eosinofilia e Sintomas Sistémicos), que pode ser fatal. O fármaco está associado a casos raros mas graves de hepatotoxicidade aguda (lesão no fígado) e a complicações hematológicas fatais (ex: anemia aplástica, agranulocitose). Inclui também um alerta para o aumento do risco de pensamentos ou comportamentos suicidas (ideação suicida) associado aos fármacos antiepiléticos (DAE).

Classificações e Restrições de Segurança

Considerações de Segurança para Populações Específicas: aplicam-se a mulheres grávidas, devido ao risco de malformações congénitas e de distúrbios hemorrágicos no recém-nascido; e a doentes idosos ou com insuficiência hepática ou renal ou hipoalbuminemia, que podem exibir sinais precoces de toxicidade devido a alterações na eliminação do fármaco. Existe um risco acrescido de reações cutâneas graves em doentes de ascendência asiática que possuam o alelo HLA-B15:02*.

Restrições Relacionadas com a Segurança: a fenitoína é contraindicada em doentes com hipersensibilidade prévia ao fármaco ou a outras hidantoínas, ou naqueles com certas condições cardíacas preexistentes (ex: bradicardia sinusal, bloqueio cardíaco). A interrupção abrupta pode precipitar o estado de mal epilético; por isso, a dosagem deve ser reduzida gradualmente. Caso surjam manchas na pele ou sinais de hipersensibilidade sistémica (DRESS), o medicamento deve ser imediatamente avaliado e, habitualmente, descontinuado.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A sobredosagem de Dilantin (fenitoína) está documentada oficialmente como um risco grave que afeta primordialmente o Sistema Nervoso Central (SNC) e o Sistema Cardiovascular. As manifestações iniciais de toxicidade incluem frequentemente sinais de depressão do SNC relacionados com a dose, tais como o nistagmo (movimentos involuntários dos olhos), a ataxia (instabilidade na marcha ou falta de equilíbrio), a disartria (discurso arrastado ou impercetível) e a confusão mental. À medida que a intoxicação progride, estes sinais documentados podem evoluir para situações potencialmente fatais. Os quadros mais graves listados na documentação oficial incluem o coma, a depressão ou paragem respiratória, a hipotensão grave e arritmias cardíacas sérias, tais como a fibrilhação ventricular e a assistolia.

É obrigatório que seja procurada assistência médica imediata perante qualquer suspeita ou confirmação de sobredosagem aguda. Esta ação urgente é necessária porque não se conhece um antídoto específico para a fenitoína. Consequentemente, o tratamento é estritamente sintomático e de suporte, focando-se na manutenção da estabilidade das funções respiratória e circulatória. A gestão desta condição exige a monitorização contínua por eletrocardiograma (ECG) e a determinação em série dos níveis séricos de fenitoína para orientar as intervenções de suporte. As informações oficiais de segurança sublinham que o risco de sobredosagem é superior em doentes idosos e que a interpretação dos níveis séricos totais é complexa em casos de insuficiência hepática ou renal coexistente.

Usos terapêuticos de Dilantin

O que o Dilantin Trata: Principais Usos e Benefícios

Esta medicação é habitualmente utilizada em áreas terapêuticas que abrangem condições caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas e no controlo de crises agudas. O Dilantin é relevante para o alívio de sintomas associados a quadros clínicos que envolvem manifestações episódicas ou flutuantes, tais como as crises tónico-clónicas generalizadas, as crises parciais complexas e o estado de mal epilético. Estas condições apresentam-se com sintomas de atividade neurológica ou muscular aumentada, resultando frequentemente em movimentos convulsivos e no comprometimento do estado de consciência. De acordo com a informação oficial de prescrição, o principal benefício é que o tratamento auxilia na manutenção da estabilidade funcional, através da atenuação da carga sintomática global associada a estas alterações episódicas.


Facto Rápido: Alívio em Episódios Convulsivos

Domínio Benefício
Gestão Crónica Ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais percetíveis.
Episódios Agudos Fornece assistência sintomática adicional durante manifestações convulsivas contínuas.
Uso Profilático Pode integrar a gestão sintomática para abordar riscos potenciais após neurocirurgia ou traumatismo grave.

“O objetivo é proporcionar um alívio de suporte quando os sintomas se tornam momentaneamente avassaladores, de modo a apoiar o doente durante episódios difíceis.”

Critérios de utilização e restrições

O perfil regulatório oficial do Dilantin (fenitoína) define rigorosamente quem pode ou não utilizar o medicamento, baseando-se no estado de saúde e na idade do doente.

Contraindicações Absolutas

O medicamento não deve ser utilizado em doentes com antecedentes de hipersensibilidade à fenitoína ou a outras hidantoínas. O uso é também estritamente proibido em indivíduos com condições cardíacas preexistentes específicas, incluindo bradicardia sinusal, bloqueio sinoatrial, bloqueio AV (auriculoventricular) de segundo ou terceiro grau e síndrome de Adams-Stokes. A coadministração com delavirdina é, adicionalmente, contraindicada.

Uso Restrito e Condicional

O uso é condicional em doentes com insuficiência hepática ou renal, devido à necessidade de monitorização específica da concentração do fármaco não ligado às proteínas. Deve também ser exercida cautela em doentes com porfiria. O uso está estabelecido tanto para doentes adultos como pediátricos; contudo, os doentes geriátricos podem necessitar de doses mais baixas devido à diminuição da depuração do fármaco. A utilização durante a gravidez é restrita devido ao potencial documentado de danos fetais, e o uso durante a lactação exige que se ponderem os benefícios potenciais face aos riscos para o lactente.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Dilantin com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações do Dilantin (fenitoína) é definido primordialmente por padrões documentados que alteram a exposição plasmática do fármaco, afetando tanto a própria fenitoína como os medicamentos administrados em simultâneo.


Classificações de Interação

Classificação Interação Documentada
Contraindicação Formal A coadministração com Delavirdina é formalmente contraindicada devido ao risco de falência virológica.
Modificação da Exposição Interações clinicamente significativas que exigem monitorização devido à alteração dos níveis plasmáticos do fármaco.

O perfil regulatório do Dilantin destaca o seu papel como um indutor enzimático através da sua influência nas enzimas hepáticas do citocromo P450 (CYP), particularmente a CYP2C9 e a CYP2C19. Como indutor, o Dilantin pode diminuir as concentrações no plasma e reduzir potencialmente a eficácia de numerosos fármacos coadministrados, incluindo contracetivos orais hormonais e alguns anticoagulantes.

Inversamente, diversos medicamentos e substâncias estão documentados por elevar ou reduzir a concentração do próprio Dilantin. Por exemplo, a ingestão aguda de álcool (etanol) e certos inibidores da CYP (ex: Amiodarona, Fluconazol) estão associados a um aumento dos níveis de fenitoína. Já o consumo crónico de álcool e indutores fortes da CYP (ex: Carbamazepina, Rifampicina) estão associados a uma diminuição desses níveis.

Existem também restrições de procedimento definidas: as fórmulas de nutrição entérica requerem um intervalo de tempo específico em relação à administração do medicamento para mitigar a redução da sua absorção. Além disso, doentes com insuficiência hepática podem ser mais suscetíveis a níveis elevados de fenitoína resultantes de interações que modifiquem a exposição ao fármaco.

Mecanismo de ação

Modulação dos Canais de Sódio Dependentes de Voltagem

O Dilantin (fenitoína) atua através da alteração específica do comportamento elétrico das células nervosas, um processo que se baseia em dois domínios de ação interligados. A intervenção do fármaco atenua a hiperatividade ao nível molecular, contribuindo para uma redução da excitabilidade elétrica generalizada.

O seu mecanismo compreende a interação da substância com o seu alvo biológico principal: os canais de sódio neuronais dependentes de voltagem. O Dilantin funciona como um bloqueador que se liga preferencialmente a estes canais e estabiliza o seu estado inativo, limitando o influxo massivo de iões de sódio (Na+). Esta ação modula diretamente a excitabilidade da membrana, influenciando a dinâmica elétrica do neurónio.

Supressão da Propagação de Sinais de Alta Frequência

Este domínio descreve a consequência fisiológica resultante do bloqueio molecular, que consiste numa limitação dependente da frequência da despolarização neuronal repetitiva. Ao impedir que o canal recupere rapidamente e dispare de novo, o Dilantin suprime os disparos repetitivos de alta frequência (HFRF). Esta atenuação fisiológica limita a capacidade de um centro nervoso hiperexcitável de sustentar ou propagar a sua atividade elétrica, resultando numa redução da sincronização elétrica global do sistema nervoso central (SNC).

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Dilantin

A administração de Dilantin (fenitoína) é determinada pelo estado clínico do doente, utilizando vias e esquemas posológicos específicos, conforme delineado nas informações oficiais de prescrição.


Princípios de Administração e Posologia

Aspeto do Uso Princípio de Administração
Via de Administração Principalmente Oral para a gestão de crises a longo prazo e Intravenosa (IV) para intervenção aguda e rápida, como no estado de mal epilético. A via Intramuscular (IM) é, geralmente, desaconselhada.
Padrão Posológico A terapia começa frequentemente com uma dose de carga mais elevada para atingir rapidamente níveis terapêuticos estáveis, seguida de uma dose de manutenção consistente e mais baixa.
Frequência O regime oral padrão consiste tipicamente em doses divididas duas a quatro vezes ao dia. Contudo, para manutenção, a cápsula de libertação prolongada pode ser tomada uma vez por dia em doentes cujas crises já estejam bem controladas.
Ajustes de Dose Devido ao longo período que o fármaco demora a atingir níveis estáveis, recomenda-se oficialmente que as alterações na dose sejam espaçadas por, pelo menos, 7 a 10 dias.

Regras de Administração por Forma Farmacêutica

A administração IV requer um controlo processual rigoroso: a injeção deve ser administrada lentamente, tipicamente não excedendo 50 mg por minuto em adultos, e deve ser apenas diluída em Soro Fisiológico (cloreto de sódio a 0,9%) para evitar a precipitação. Para uso oral, as cápsulas de libertação prolongada devem ser engolidas inteiras para preservar as suas propriedades de libertação, não devendo ser esmagadas nem abertas. A suspensão oral exige que o frasco seja agitado vigorosamente antes da medição para garantir que é administrada a quantidade correta do medicamento.

A dosagem é individualizada com base na monitorização da concentração sanguínea, sendo utilizadas diretrizes específicas de mg/kg para doentes pediátricos.

Evidência clínica recente

Dilantin: Evidência Clínica Recente


Evidência na Gestão Crónica de Crises

O Dilantin (fenitoína) foi avaliado em investigações que exploraram resultados relacionados com crises tónico-clónicas generalizadas e crises parciais complexas. Os estudos monitorizaram populações de adultos e crianças recorrendo a Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) e Revisões Sistemáticas. Os principais resultados acompanhados foram o tempo até ser atingida uma remissão comprovada sem ocorrência de crises e a duração até ser reportada a descontinuação do tratamento. Os achados observados nos diversos ensaios foram mistos e a evidência é frequentemente descrita como tendo um nível de certeza moderado quando sintetizada em revisões científicas revistas por pares.

Evidência na Gestão de Crises Agudas

O medicamento foi observado em ensaios controlados focados na situação urgente e crítica de Estado de Mal Epilético Estabelecido, que envolve atividade convulsiva contínua e prolongada em populações adultas e pediátricas. A investigação mediu primordialmente a resolução da atividade convulsiva comprovada dentro de um intervalo de tempo rigoroso. Os estudos descrevem padrões observados quando o medicamento foi avaliado como uma opção secundária nestes contextos de emergência.

Evidência na Profilaxia de Crises

A investigação explorou resultados relacionados com a prevenção de atividade convulsiva precoce que pode ocorrer pouco depois de um traumatismo cranioencefálico (TCE) grave ou de neurocirurgia. Estes ensaios monitorizaram principalmente a incidência de crises pós-traumáticas precoces (na primeira semana). No entanto, a evidência nesta área é descrita como limitada e a certeza permanece baixa em revisões de síntese, devido a resultados inconsistentes e a um foco primário apenas em resultados de curto prazo.

Lacunas e Limitações da Investigação

O panorama da investigação destaca várias áreas onde os dados para certos grupos permanecem insuficientes, nomeadamente em adultos mais velhos e em comorbilidades específicas. Além disso, a evidência comparativa é limitada para algumas alternativas utilizadas em contextos agudos, o que significa que a investigação continua em curso. Para a gestão crónica, os resultados em subgrupos são incertos para tipos específicos de crises e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos além dos períodos iniciais de estudo.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Dilantin (FAQ)

P: Para que serve o Dilantin?

R: De acordo com as informações oficiais do produto, o Dilantin (fenitoína) é um fármaco antiepilético utilizado principalmente para o controlo de certos tipos de crises, especificamente crises tónico-clónicas (grande mal) e crises parciais complexas (psicomotoras). Está também indicado para a prevenção e controlo de crises que podem ocorrer durante ou após neurocirurgia. O medicamento atua estabilizando a atividade elétrica no cérebro para ajudar a reduzir a ocorrência e a gravidade destas crises.

P: Quanto tempo demora o Dilantin a fazer efeito?

R: Os documentos regulamentares indicam que a ação do Dilantin pode iniciar-se de forma relativamente rápida, mas atingir o nível ideal e estável de medicação no organismo, conhecido como "estado de equilíbrio" (steady state), requer um período de tempo. A monitorização dos níveis do fármaco, frequentemente através de análises ao sangue, é tipicamente necessária para ajudar os profissionais de saúde a determinar a dose terapêutica ideal para o controlo das crises. O tempo até se observar um efeito terapêutico estável e completo varia de indivíduo para indivíduo.

P: É seguro utilizar Dilantin durante a gravidez?

R: A informação oficial de prescrição contém avisos relativos ao uso de Dilantin durante a gravidez, uma vez que o fármaco tem o potencial de causar danos ao feto. Os profissionais de saúde devem ponderar cuidadosamente os potenciais riscos e benefícios do uso de Dilantin ao tratar uma doente grávida com um distúrbio convulsivo. É importante que as doentes que estejam grávidas ou planeiem engravidar tenham uma discussão abrangente com o seu médico.

P: Posso consumir álcool enquanto tomo Dilantin?

R: As informações oficiais de segurança indicam que o consumo de bebidas alcoólicas deve ser evitado ou limitado durante o tratamento com Dilantin. O álcool pode alterar a forma como o fármaco atua no organismo ou aumentar potencialmente o risco de certos efeitos secundários. A consulta com um profissional de saúde é essencial para obter orientação sobre o consumo de álcool durante o tratamento com este medicamento.

P: O que acontece se eu me esquecer de tomar uma dose de Dilantin?

R: A rotulagem regulamentar sugere geralmente que, se uma toma for esquecida, deve ser efetuada assim que o doente se lembrar. No entanto, se estiver próximo da hora da toma seguinte, a orientação regulamentar é tipicamente saltar a dose esquecida e continuar com o horário habitual. A toma de uma dose dupla para compensar uma dose esquecida é desaconselhada, pois pode aumentar os níveis do fármaco e o risco de efeitos adversos.

P: O Dilantin afeta as pílulas contracetivas?

R: A informação regulamentar indica que o Dilantin pode reduzir a eficácia de certos contracetivos hormonais, incluindo várias pílulas contracetivas. Isto significa que os indivíduos que tomam ambos os medicamentos podem ter um risco acrescido de gravidez indesejada. É importante discutir potenciais interações com um profissional de saúde para determinar se são necessários métodos contracetivos não hormonais alternativos ou adicionais.

P: O Dilantin está disponível como medicamento genérico?

R: Segundo fontes regulamentares, a substância ativa do Dilantin é a fenitoína, que está disponível em várias formulações genéricas. Tanto o produto de marca como as versões genéricas contêm o mesmo composto medicinal ativo. Um farmacêutico ou profissional de saúde pode oferecer informações sobre a disponibilidade e a utilização adequada de produtos de fenitoína genérica.

P: É seguro parar de tomar Dilantin de repente?

R: A rotulagem oficial indica que a interrupção abrupta do Dilantin deve ser evitada. Descontinuar subitamente a medicação, mesmo por um curto período de tempo, pode aumentar a frequência e a gravidade das crises, podendo levar ao estado de mal epilético. Quando o tratamento precisa de ser interrompido, os documentos regulamentares especificam que a dosagem deve ser reduzida gradualmente sob a supervisão de um profissional qualificado.

Como Dilantin deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento e Ambientais

As cápsulas orais e os comprimidos mastigáveis (Infatabs) de Dilantin devem ser armazenados a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20 °C e os 25 °C, conforme definido na rotulagem oficial. As cápsulas devem ser mantidas em recipientes bem fechados, resistentes à luz e protegidas da humidade. Relativamente à formulação em suspensão oral, esta deve ser protegida da luz e não pode, em circunstância alguma, ser congelada.

Protocolos de Manuseamento e Eliminação

Todas as formas de Dilantin devem ser mantidas fora do alcance e da vista das crianças. Por motivos de estabilidade e eficácia, os medicamentos fora de prazo ou não utilizados não devem ser guardados. Para uma eliminação adequada, os consumidores são instruídos a solicitar orientação ao seu profissional de saúde ou farmacêutico sobre como descartar o produto, de acordo com as regulamentações locais e nacionais em vigor.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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