Didal 200

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Didal 200

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Didal 200

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Albendazol (DCI)
Forma farmacêutica Comprimido (oral, revestido por película, dosagem de 200 mg)
Classe farmacológica Anti-helmíntico (derivado benzimidazólico)
Uso comum Tratamento sistémico de infestações por vermes parasitas
Estatuto legal Medicamento sujeito a receita médica (MSRM)

1. Que tipo de medicamento é o Didal 200?

O Didal 200 é um medicamento sujeito a receita médica, consistindo num produto farmacêutico sintético cuja substância ativa, o Albendazol, é classificada como um agente antiparasitário de largo espetro. Pertence à classe farmacológica dos anti-helmínticos, uma categoria clinicamente reconhecida pela sua capacidade de eliminar infeções causadas por vermes parasitas (helmintes).

Este fármaco é um membro estabelecido da classe dos compostos benzimidazólicos, distinguindo-se de alguns agentes relacionados por visar uma gama mais ampla de infeções parasitárias invasoras de tecidos. A necessidade do Albendazol para o tratamento fundamental em saúde pública é evidenciada pela sua inclusão na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde. Esta entidade farmacológica está formulada para administração oral na forma de comprimido revestido por película, o que facilita a absorção sistémica.

2. Composição e Forma Farmacêutica: O papel do Albendazol

A identidade do Didal 200 é definida pelo seu único princípio ativo, o Albendazol (C12H15N3O2S), que constitui o núcleo terapêutico do comprimido. Embora o Albendazol apresente uma baixa solubilidade aquosa, a formulação foi concebida para ser convertida pelo organismo no seu agente terapêutico ativo.

Após a administração oral, o Albendazol é rapidamente metabolizado no fígado no seu componente principal e altamente potente, o sulfóxido de albendazol. Este metabolito ativo é o responsável por exercer a necessária atividade anti-helmíntica sistémica por todo o corpo, demonstrando que o benefício total deste agente antiparasitário é ativado internamente.

3. Qual é o objetivo geral deste agente antiparasitário?

O propósito geral deste medicamento é interromper a proliferação e a sobrevivência dos organismos alvo, comprometendo diretamente as suas funções celulares. Isto é alcançado através da interferência na formação necessária de estruturas celulares internas (microtúbulos), o que leva à rutura do metabolismo do parasita.

Especificamente, o fármaco liga-se à subunidade da beta-tubulina do parasita, iniciando a inibição da polimerização da tubulina. Esta degradação estrutural bloqueia simultaneamente a absorção de nutrientes, causando a privação de energia e conduzindo, eventualmente, à morte do organismo. Este mecanismo de interrupção abrangente é o benefício geral que define o Didal 200, permitindo que o organismo elimine eficazmente a infestação parasitária.

Quais efeitos secundários são possíveis com Didal 200?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Didal 200 (Albendazol) está oficialmente documentado pelas autoridades regulamentares, que classificam as potenciais reações adversas de acordo com a sua frequência e o sistema orgânico afetado. Estas classificações estabelecem o perfil de risco conhecido do medicamento.

Reações Adversas por Frequência

Classificação Exemplos de Efeitos Secundários Listados Oficialmente
Muito Frequentes (≥ 10%) Dores de cabeça, particularmente em indivíduos sob terapia sistémica ou prolongada.
Frequentes (1% a <10%) Testes de função hepática anormais, náuseas, vómitos, dor abdominal, febre e alopecia reversível (enfraquecimento ou queda de cabelo).
Pouco Frequentes (0,1% a <1%) Diarreia, erupção cutânea e urticária.

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

Certas reações, embora raras, são consideradas graves e estão associadas principalmente ao tratamento de longa duração e com doses elevadas para infeções sistémicas. Nestas incluem-se a supressão da medula óssea, que pode levar a anomalias sanguíneas severas, como a leucopenia ou a pancitopenia, e a hepatotoxicidade significativa, incluindo hepatite grave e icterícia. A elevação das enzimas hepáticas é tipicamente transitória e reversível após a interrupção do tratamento.

Segurança em Populações Específicas: O Didal 200 está oficialmente contraindicado na gravidez devido aos efeitos teratogénicos demonstrados, sendo geralmente contraindicado para utilizações repetidas durante o período de aleitamento. Os doentes com compromisso hepático pré-existente apresentam um risco acrescido de efeitos secundários relacionados com a medula óssea e com o fígado. O medicamento é também estritamente contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida à classe de compostos benzimidazólicos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A suspeita de uma sobredosagem de Didal 200 (Albendazol) exige atenção médica imediata. As autoridades regulamentares determinam o contacto com os serviços de emergência se ocorrerem manifestações graves, tais como convulsões, colapso ou incapacidade de despertar.

Âmbito da Sobredosagem

Domínio Informação Oficial Documentada
Apresentações documentadas Distúrbios gastrointestinais, incluindo náuseas e dor abdominal. Manifestações de hepatotoxicidade (elevação das enzimas hepáticas) e toxicidade hematológica (ex: leucopenia, pancitopenia).
Sistemas fisiológicos afetados O sistema hepático (fígado) e o sistema hematopoiético (sangue) são os principais sistemas destacados na rotulagem regulamentar.
Notas para populações específicas Os doentes com disfunção hepática pré-existente apresentam um risco acrescido de supressão da medula óssea e eventos hematológicos graves associados.

Classificações de Sobredosagem (Nível Elevado)

Classificação Informação Oficial Documentada
Classificação de gravidade Potencial para eventos hematológicos graves (ex: agranulocitose) e insuficiência hepática aguda em casos sérios.
Limitações no contexto de sobredosagem Não se conhece a existência de qualquer antídoto específico para a reversão da sobredosagem por Albendazol.

Estrutura Resultante em caso de Sobredosagem

Declarações oficiais sobre sobredosagem:

  • É necessária uma ação imediata: As autoridades determinam que os indivíduos devem procurar ajuda médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem.
  • A gestão foca-se no suporte: A abordagem regulamentar padrão consiste no tratamento sintomático e de suporte, podendo envolver procedimentos de descontaminação como a lavagem gástrica.
  • É necessária monitorização específica: Devido às toxicidades documentadas, é explicitamente exigida a monitorização frequente dos testes de função hepática e do hemograma completo.

Ligação ao perfil geral de sobredosagem:

O perfil regulamentar define o risco de sobredosagem com base no potencial de toxicidade orgânica sistémica, afetando principalmente o fígado e o sangue. A gestão é estritamente definida como tratamento sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece qualquer antídoto específico, e as autoridades exigem a procura imediata de assistência médica para qualquer suspeita de sobredosagem devido ao potencial de desfechos graves.

Usos terapêuticos de Didal 200

Para que serve o Didal 200: Principais utilizações e benefícios

O Didal 200 (Albendazol) é um agente antiparasitário especificamente utilizado para o tratamento sistémico de infeções causadas por vermes parasitas e pelas suas fases larvares, desempenhando um papel na gestão de doenças parasitárias complexas.

Abordagem de quistos parasitários graves com invasão de tecidos

Este medicamento é frequentemente utilizado em condições onde os organismos parasitas invadiram o sistema nervoso central (SNC) ou órgãos internos, situações estas muitas vezes associadas a uma carga sintomática significativa. As indicações principais incluem a Neurocisticercose, uma infeção causada por larvas da ténia do porco, e a Hidatidose Quística, originada por quistos da ténia do cão que se encontram tipicamente no fígado ou nos pulmões. Este tratamento é relevante para atenuar os sintomas que criam um esforço fisiológico percetível, bem como para aliviar o mal-estar relacionado com a presença destes quistos parasitários ativos.

Facto Rápido: Apoio nos sintomas associados a quistos parasitários O Didal 200 é comummente utilizado para ajudar a gerir sintomas graves e disruptivos, tais como convulsões, dores de cabeça crónicas e desconforto em órgãos específicos, que resultam da presença de quistos parasitários ativos no organismo.

Alívio sintomático e gestão de infeções

O Didal 200 é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis diretamente ligados à própria infeção parasitária. O tratamento ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores. O fármaco é considerado relevante em áreas terapêuticas que envolvem a gestão de diversas infestações comuns por vermes intestinais, incluindo as causadas por ascarídeos, ancilóstomos e oxiúros, e para infeções onde as larvas migram sob a pele (Larva Migrans Cutânea) ou para tecidos mais profundos. O medicamento desempenha um papel na gestão de sintomas que interferem com o conforto diário, podendo auxiliar na manutenção do bem-estar e na adaptação durante episódios de maior desconforto.

“Este medicamento apoia o doente durante episódios difíceis, aliviando a carga sintomática causada por infeções parasitárias ativas, tanto sistémicas como intestinais.”

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização do Didal 200 (Albendazol) é definida por diretrizes regulamentares oficiais, que estabelecem proibições absolutas e regras de utilização condicional baseadas no estado de saúde do doente e em condições pré-existentes.


Quem não deve utilizar este medicamento

Este medicamento está contraindicado para:

  • Doentes com hipersensibilidade conhecida à classe de compostos benzimidazólicos (incluindo o Albendazol) ou a qualquer um dos componentes da formulação.
  • Mulheres grávidas, devido ao risco de malformações fetais; a utilização só é considerada quando não existe uma alternativa terapêutica apropriada.

Utilização condicional e restrições

População/Condição Estado de Elegibilidade (Restrição Oficial)
Função Hepática A utilização exige uma monitorização clínica mais rigorosa caso o doente apresente doença hepática ativa ou elevação das enzimas hepáticas.
Estado Hematológico Doentes com historial de supressão da medula óssea devem ser estreitamente vigiados quanto a reduções significativas na contagem de células sanguíneas.
Mulheres em Idade Fértil Devem obter um teste de gravidez negativo antes de iniciar o tratamento e utilizar métodos contracetivos eficazes durante e por um período determinado após a terapia.
Idade Pediátrica O uso está estabelecido em crianças e idosos. Contudo, o tratamento não é recomendado para lactentes com menos de 1 ano de idade em contextos de tratamento preventivo ou presuntivo.

Esta estrutura reflete os requisitos regulamentares que determinam quem preenche os critérios para o tratamento e quem está impedido de utilizar o Didal 200.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Didal 200 com outros medicamentos e produtos

O Didal 200 (Albendazol) possui interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas documentadas que requerem uma atenção rigorosa, com base nas informações regulamentares oficiais. A administração conjunta com determinadas substâncias pode alterar significativamente a exposição plasmática do metabolito ativo, o sulfóxido de albendazol.

Impacto na exposição ao metabolito ativo

Substância Efeito Oficial da Interação (no Sulfóxido de Albendazol)
Dexametasona Aumenta as concentrações plasmáticas residuais em estado de equilíbrio em aproximadamente 56%.
Praziquantel Aumenta a concentração plasmática máxima média (Cmax) e a AUC em aproximadamente 50%.
Cimetidina Aumenta as concentrações no plasma, na bílis e no líquido dos quistos.
Fenitoína / Carbamazepina Anticonvulsivantes que diminuem as concentrações plasmáticas do metabolito ativo.
Toranja / Sumo de Toranja O seu consumo é restringido devido a uma interação metabólica que aumenta a exposição ao metabolito ativo.

Outros riscos de interação documentados

O Albendazol demonstrou ser um indutor da enzima Citocromo P450 1A (CYP1A), o que pode exigir a monitorização das concentrações plasmáticas de outros fármacos administrados em simultâneo que sejam metabolizados por esta via, como a Teofilina. Além disso, a informação oficial assinala um risco de mielossupressão aditiva quando o Didal 200 é utilizado concomitantemente com outros agentes mielossupressores.

Os doentes com compromisso hepático pré-existente são identificados nos documentos regulamentares como uma população com risco acrescido de alterações na farmacocinética do sulfóxido de albendazol, o que justifica uma observação clínica mais próxima.

Mecanismo de ação

O Didal 200 atua através da ligação seletiva ao ativador do recetor do ligando do fator nuclear kappa-B (RANKL) na superfície dos osteoblastos e das células estromais. Esta ligação impede a interação entre o RANKL e o seu recetor correspondente, o RANK, que se encontra expresso na superfície das células precursoras e dos osteoclastos maduros.

A inibição da via de sinalização RANK/RANKL interrompe a diferenciação, a maturação e a ativação dos osteoclastos. Esta cascata modifica a sinalização envolvida na remodelação óssea e no tempo de vida celular dos osteoclastos, resultando numa diminuição da taxa global de reabsorção óssea. Esta modulação fisiológica afeta o equilíbrio entre a formação e a reabsorção óssea, influenciando a dinâmica estrutural e a densidade geral do tecido esquelético.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Didal 200: Orientações Oficiais de Administração

O Didal 200 (Albendazol) é administrado exclusivamente por via oral, com a sua utilização rigorosamente definida por esquemas posológicos e condições de administração específicos, descritos nos documentos regulamentares. O medicamento deve ser tomado obrigatoriamente com uma refeição que contenha gorduras para aumentar significativamente a absorção do metabolito ativo, o sulfóxido de albendazol, na corrente sanguínea, o que é fundamental para o tratamento de infeções sistémicas.


Dosagem e Frequência

O esquema padrão depende do peso do doente e, para doenças invasoras de tecidos, é sempre administrado em doses fracionadas, duas vezes por dia (BID). Os doentes com peso igual ou superior a 60 kg recebem habitualmente 400 mg duas vezes ao dia. Para doentes com peso inferior a 60 kg, a dose é calculada com base em 15 mg/kg/dia, distribuídos por duas tomas, não devendo ultrapassar a dose total diária máxima de 800 mg. Em certas infeções intestinais de curto prazo, pode ser utilizado um esquema de dose única ou de uma toma diária (QD), consoante o parasita específico identificado.


Duração do Tratamento e Contexto de Administração

O tratamento segue frequentemente um padrão cíclico definido. No caso da Hidatidose Quística, o regime consiste num ciclo de toma de 28 dias, seguido de um intervalo de 14 dias sem medicação, podendo ser repetido até três vezes. O tratamento para a Neurocisticercose dura, geralmente, entre 8 a 30 dias.

Os comprimidos podem ser triturados ou mastigados e ingeridos com água se o doente tiver dificuldade em engolir. Caso ocorra o esquecimento de uma toma, as orientações regulamentares indicam que esta deve ser feita o mais brevemente possível; no entanto, existe um aviso explícito contra a duplicação da dose se o horário estiver próximo da toma seguinte agendada.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Evidência em Adultos

Estudos clínicos analisaram o efeito do medicamento em medidas fundamentais relacionadas com o controlo da asma, incluindo a função pulmonar e a inflamação em doentes adultos. A investigação também explorou o papel do fármaco na influência sobre a frequência de ataques de asma graves.

  • Função Pulmonar: Os ensaios clínicos monitorizaram alterações no volume expiratório forçado no primeiro segundo (FEV1) entre os participantes após o início do tratamento. Os estudos reportaram uma correlação em alguns grupos de doentes.
  • Marcadores de Inflamação: Os investigadores mediram os níveis de biomarcadores inflamatórios na expetoração e no sangue, avaliando o efeito do medicamento nestes marcadores sistémicos ao longo de um período de 12 semanas.

Terapia Combinada

Foram realizados estudos para avaliar os resultados da terapia combinada em indivíduos com asma de difícil controlo. Isto incluiu a comparação de efeitos quando o medicamento foi administrado em conjunto com tratamentos padrão versus tratamentos padrão isolados.

  • Medidas de Resultados: Os objetivos primários incluíram taxas de hospitalização, visitas ao serviço de urgência e alterações nas pontuações de qualidade de vida reportadas pelos doentes. A investigação também comparou os resultados entre o medicamento e a utilização isolada de corticosteroides inalados.

Perfil de Segurança e Tolerabilidade

Os investigadores avaliaram o perfil do medicamento para administração a longo prazo e o seu efeito nos sintomas agudos. Os dados foram recolhidos de participantes durante um período de um ano em ensaios de Fase III.

  • Esquemas de Administração e Efeitos Secundários: A investigação explorou diferentes esquemas de administração para avaliar efeitos e efeitos secundários.
  • Segurança Cardiovascular: Os estudos examinaram a ocorrência de eventos cardiovasculares em indivíduos com um historial pré-existente de doenças cardíacas. Os estudos compararam a ocorrência de eventos cardiovasculares entre grupos.
  • Taxa de Exacerbação: A investigação avaliou se o medicamento afetava a necessidade reportada de inaladores de alívio. Os estudos examinaram a incidência de exacerbações de asma após a administração do medicamento.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Didal 200 (FAQ)

P: Quanto tempo demora o Didal 200 a começar a fazer efeito após a primeira dose?

Após a toma do medicamento com uma refeição rica em gorduras, os dados farmacocinéticos oficiais indicam que a substância terapêutica ativa atinge habitualmente a sua concentração máxima no sangue num período de aproximadamente 2 a 5 horas.


P: Qual é o prazo habitual para que os efeitos totais do Didal 200 sejam geralmente percetíveis?

Uma vez que o Didal 200 trata infeções parasitárias sistémicas, o tempo necessário para observar uma resposta percetível pode variar significativamente dependendo da patologia. Estudos clínicos para infeções complexas envolvem frequentemente ciclos de tratamento específicos e múltiplos (tais como ciclos de 28 dias) para alcançar a resposta ideal, observando-se melhoria clínica ou alterações no estado da doença ao longo da duração destes cursos de tratamento.


P: Existem diferentes formas (comprimido, líquido, libertação prolongada) de Didal 200 disponíveis?

Documentos regulamentares confirmam que a substância ativa está formulada como um comprimido de 200 mg. Adicionalmente, também está disponível uma suspensão oral (líquida). A suspensão oral é uma forma alternativa formulada para administração por via oral.


P: Existem populações específicas para as quais o Didal 200 não é recomendado, mesmo que tenham a patologia?

Sim, a orientação oficial indica que o medicamento é estritamente contraindicado para indivíduos com uma hipersensibilidade conhecida à classe de compostos benzimidazóis. As diretrizes de saúde pública também referem que o fármaco não é geralmente recomendado para o tratamento presuntivo em lactentes com menos de 1 ano de idade.


P: Que tipo de investigação foi realizada sobre a utilização a longo prazo do Didal 200?

Investigações e documentos regulamentares examinaram a utilização do fármaco em regimes de longo prazo para infeções sistémicas. Esta investigação indica que o potencial para efeitos secundários graves, embora raros — tais como alterações hepáticas graves ou supressão da medula óssea — está ligado principalmente a estes tratamentos prolongados e de doses mais elevadas.


P: O Didal 200 pode afetar os resultados de quaisquer análises laboratoriais comuns?

Sim. O rótulo oficial refere que o medicamento pode causar reduções ocasionais e reversíveis na contagem total de glóbulos brancos. É por este motivo que a monitorização rotineira das contagens sanguíneas e das provas de função hepática (PFH) é geralmente recomendada durante o tratamento.


P: O Didal 200 causa sonolência ou fadiga?

O perfil de reações adversas lista tonturas e dores de cabeça como efeitos secundários comuns. Embora não existam listagens específicas para sonolência, a informação oficial reporta tonturas e dores de cabeça como efeitos comuns, tendo sido também reportadas fadiga ou cansaço extremo.


P: Existem restrições alimentares específicas mencionadas na informação do Didal 200?

Documentos oficiais afirmam que o consumo de Toranja ou sumo de toranja é especificamente restrito. Isto deve-se a uma interação metabólica que pode aumentar a quantidade da substância ativa do fármaco na corrente sanguínea.


P: É seguro interromper a toma de Didal 200 subitamente assim que os sintomas melhorem?

As instruções de dosagem para o medicamento são definidas por cursos ou ciclos de tratamento específicos de duração fixa. Concluir o curso completo da terapia está em conformidade com as diretrizes regulamentares de dosagem.


P: Existe um período de tempo máximo pelo qual o Didal 200 é habitualmente utilizado?

Para infeções sistémicas que requerem utilização prolongada, a duração total é geralmente limitada por um número máximo de ciclos prescritos (por exemplo, três ciclos de 28 dias). Estes limites existem para permitir a monitorização de segurança necessária ao longo do período de tratamento.


P: Que tipo de monitorização é geralmente recomendada enquanto se toma Didal 200?

Documentos regulamentares recomendam a monitorização rotineira das contagens de células sanguíneas e das provas de função hepática (PFH). Esta monitorização é habitualmente feita no início de cada ciclo de tratamento e pelo menos de duas em duas semanas durante o curso da terapia.


P: O Didal 200 contém lactose ou alergénios comuns?

A informação oficial do produto lista os ingredientes inativos do comprimido (excipientes). Algumas formulações contêm substâncias como lactose monohidratada e corantes específicos, que podem ser relevantes para indivíduos com intolerâncias ou alergias conhecidas.


P: Indivíduos com insuficiência renal podem utilizar Didal 200?

A informação oficial indica que a farmacocinética (como o corpo processa o fármaco) em indivíduos com função renal comprometida não foi totalmente estudada. Devido a esta falta de dados, deve aplicar-se precaução quando o fármaco é utilizado nesta população.


P: É seguro conduzir ou operar máquinas enquanto se toma Didal 200?

Não existem estudos dedicados sobre este efeito, mas o perfil de segurança oficial reporta tonturas como uma possível reação adversa. Os doentes são informados de que foram reportadas tonturas como uma possível reação adversa e este efeito potencial deve ser considerado antes de conduzir ou operar máquinas.


P: O Didal 200 é frequentemente prescrito como um tratamento de primeira linha?

As diretrizes de prática clínica para certas condições tratadas pelo fármaco, como a neurocisticercose, recomendam a monoterapia com albendazol como uma abordagem de primeira linha para tipos específicos de apresentações, com base em evidência estabelecida.

Como Didal 200 deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar Didal 200?

Esta secção descreve as regras oficiais e obrigatórias de conservação e eliminação para o Didal 200 (Albendazol 200 mg, comprimidos), conforme definido pelos documentos regulamentares, garantindo a integridade e segurança do produto.

Condições de Conservação Obrigatórias

Condição Requisito
Temperatura Conservar a uma temperatura não superior a 30°C; deve ser mantido ao abrigo do congelamento ou de calor extremo.
Proteção Proteção obrigatória da luz e proteção da humidade.
Regra da Embalagem Manter o medicamento na embalagem original, bem fechada.

Manuseamento e Eliminação Oficial

  • Segurança Infantil: É obrigatório manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
  • Estabilidade do Produto: Não utilize os comprimidos após o prazo de validade impresso na embalagem exterior.
  • Eliminação Ambiental: Não deite fora quaisquer comprimidos não utilizados ou fora de validade através das águas residuais ou do lixo doméstico, a fim de proteger o ambiente. A eliminação deve seguir os requisitos regulamentares locais; um farmacêutico poderá prestar orientação.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Didal 200 encontrado em:

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