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Dicyclomine

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Dicyclomine

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Método de ação: Analgesic, Antispasmodic

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Dicyclomine

O que é a Diciclomina?

A diciclomina, também conhecida como dicicloverina, é um medicamento que pertence à classe dos anticolinérgicos e antiespasmódicos. A sua função principal consiste em aliviar os espasmos musculares no trato gastrointestinal, sendo habitualmente prescrita para o tratamento de condições funcionais do intestino, como a síndrome do cólon irritável.

Este medicamento atua através do relaxamento dos músculos lisos do estômago e dos intestinos. Ao bloquear a ação de certas substâncias naturais no organismo, a diciclomina ajuda a reduzir a motilidade intestinal excessiva e as contrações musculares involuntárias que causam dor abdominal, cólicas e desconforto.

A diciclomina está disponível em diversas formas farmacêuticas, incluindo comprimidos, cápsulas e solução oral, permitindo uma administração ajustada às necessidades de cada paciente. Por ser um medicamento que atua no sistema nervoso para modelar a resposta muscular, o seu uso deve ser devidamente acompanhado por um profissional de saúde, garantindo que a sua aplicação é adequada aos sintomas apresentados e ao quadro clínico geral do indivíduo.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Dicyclomine?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança da diciclomina

O perfil de segurança da diciclomina é caracterizado, em grande parte, pela sua atividade anticolinérgica, que tem impacto em vários sistemas do organismo. Os efeitos adversos comunicados com maior frequência são sintomas anticolinérgicos periféricos.


Reações Adversas Documentadas

Categoria Reações Comuns (>5%) Reações Menos Comuns / Significativas
Gerais Tonturas, Boca Seca, Visão Turva, Sonolência, Astenia (Fraqueza) Fadiga, Cefaleia (Dor de Cabeça), Diminuição da Transpiração, Febre, Mal-estar, Reações de Hipersensibilidade
Gastrointestinais Náuseas, Obstipação Vómitos, Distensão Abdominal, Dispepsia, Anorexia, Íleo Paralítico, Megacólon Tóxico
Sistema Nervoso Nervosismo Confusão, Desorientação, Amnésia, Alucinações, Psicose, Ataxia, Coma, Disartria
Cardiovasculares Palpitações Taquiarritmia, Bradicardia Transitória, Exacerbação de Doença Cardíaca
Oculares Visão Turva Cicloplegia (Perda de Acomodação), Midiríase (Dilatação da Pupila), Aumento da Pressão Ocular

Segurança Grave e Contraindicações

As reações adversas graves relatadas incluem psicose aguda, sintomas respiratórios graves (especialmente em lactentes), megacólon tóxico (em doentes com colite ulcerosa grave ou disenteria por Salmonella) e instabilidade cardiovascular significativa.

As contraindicações restringem o uso de diciclomina em: lactentes com menos de 6 meses de idade (devido ao risco de dificuldade respiratória grave e morte), mulheres a amamentar, estado cardiovascular instável em hemorragia aguda, glaucoma, doenças obstrutivas (gastrointestinais ou uropatia obstrutiva), miastenia gravis e colite ulcerosa grave.

Notas de Segurança: Devido ao risco de prostração pelo calor (febre e golpe de calor) resultante da diminuição da transpiração, o uso em temperaturas ambientais elevadas requer cautela. O medicamento pode comprometer as capacidades necessárias para tarefas que exijam alerta mental, como conduzir veículos motorizados ou operar máquinas.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

As informações regulamentares oficiais descrevem a sobredosagem de diciclomina como uma intensificação aguda dos efeitos anticolinérgicos do fármaco, que se pode manifestar através de sintomas sistémicos e neurológicos graves.

Ação de Emergência Obrigatória

Se houver suspeita de sobredosagem, a norma regulamentar determina que se deve procurar assistência médica de emergência imediatamente ou contactar um centro de informação antivenenos sem demora. Esta instrução é obrigatória devido ao potencial para complicações graves.

Manifestações Documentadas e Resultados Graves

Sistema Sinais e Resultados Documentados
Geral Cefaleia, náuseas, vómitos, tonturas
Neurológico Estimulação do sistema nervoso central (SNC), levando a estados de excitação
Muscular Potencial para ação semelhante ao curare, resultando em fraqueza muscular e paralisia
Autonómico Visão turva, pupilas dilatadas, boca seca e dificuldade em engolir

Tratamento Oficial e Antídoto

A gestão da sobredosagem de diciclomina inclui passos procedimentais específicos documentados nas informações de prescrição, tais como a lavagem gástrica e a administração de carvão ativado. Se for considerado necessário pelos profissionais de saúde, pode ser utilizado um agente colinérgico parentérico adequado como antídoto para contrariar os efeitos da sobredosagem anticolinérgica.

Considerações Específicas para Populações

O medicamento é contraindicado e não deve ser administrado a lactentes com menos de 6 meses de idade. Os registos regulamentares documentam que o uso nesta população foi associado a eventos graves, incluindo sintomas respiratórios, convulsões e morte.

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Usos terapêuticos de Dicyclomine

Para que serve a diciclomina: principais utilizações e benefícios

A diciclomina é habitualmente utilizada em condições que se manifestam através de episódios agudos, principalmente nos distúrbios funcionais do intestino e na síndrome do cólon irritável.

Este medicamento é aplicado na abordagem de sintomas relacionados com o desconforto físico e manifestações que criam uma tensão fisiológica percetível no trato digestivo. É relevante para atenuar grupos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, tais como cólicas abdominais dolorosas, alterações da motilidade e outros sintomas associados ao stresse funcional de órgãos específicos.

Esta terapêutica ajuda a tratar sintomas que interferem com o funcionamento diário, sendo geralmente relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é considerada adequada. Proporciona um alívio de suporte que ajuda os pacientes a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas durante episódios de maior desconforto. Em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis, o tratamento pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional.

“Contribui para a melhoria do conforto durante períodos de intensificação dos sintomas.”

Facto em destaque: Apoio em caso de Cólicas Abdominais Dolorosas

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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar a diciclomina?

Esta secção resume o perfil de elegibilidade oficial para a diciclomina, com base na informação disponibilizada nos documentos regulamentares governamentais. Os critérios definem populações específicas para as quais o medicamento é estritamente contraindicado (não deve ser utilizado) e grupos para os quais o uso é restrito ou exige precaução.


Populações Contraindicadas (Não Deve Utilizar)

A diciclomina é estritamente contraindicada nas seguintes populações e condições:

  • Idade e Estado Fisiológico: Lactentes com menos de seis meses de idade e mulheres que se encontrem a amamentar.
  • Doenças Obstrutivas: Doentes com patologia obstrutiva do trato gastrointestinal (por exemplo, íleo paralítico, megacólon tóxico) ou do trato urinário (uropatia obstrutiva).
  • Condições Específicas: Indivíduos com colite ulcerosa grave, esofagite de refluxo, miastenia gravis, glaucoma ou estado cardiovascular instável em situações de hemorragia aguda.

Utilização Restrita e Considerações Especiais

Embora não constituam uma contraindicação absoluta, o uso deste fármaco exige precaução especial nos seguintes grupos, conforme documentado na rotulagem oficial:

  • Uso Pediátrico: De um modo geral, a segurança e a eficácia não foram estabelecidas em doentes pediátricos.
  • Uso Geriátrico: A utilização em idosos requer cautela devido a uma maior suscetibilidade a efeitos adversos e à possibilidade de diminuição da função renal ou hepática.
  • Estado Clínico: Doentes com condições como hipertrofia prostática, neuropatia autonómica, colite ulcerosa ligeira a moderada, doença hepática ou renal e doença coronária devem utilizar este medicamento com precaução.
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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As informações regulamentares oficiais sobre as interações da diciclomina baseiam-se em efeitos farmacodinâmicos aditivos e na influência do fármaco no trânsito gastrointestinal (GI). As classificações que se seguem refletem os padrões de interação e as restrições documentadas pelas autoridades de saúde.


Combinações Contraindicadas

A administração concomitante com Pramlintida é classificada como contraindicada, uma vez que a inibição sinérgica da motilidade GI aumenta significativamente o risco de obstipação grave ou íleo paralítico. Da mesma forma, as formulações orais sólidas de Cloreto de Potássio estão contraindicadas devido ao risco de lesões ulcerosas gastrointestinais causadas pelo retardamento do trânsito.


Interações Farmacodinâmicas Documentadas

O padrão de interação mais comum envolve efeitos aditivos. A combinação de diciclomina com outros Agentes Anticolinérgicos (como certos antidepressivos ou anti-histamínicos) pode elevar o risco de efeitos secundários anticolinérgicos. A administração com Depressores do SNC (incluindo álcool e analgésicos narcóticos) pode resultar em potenciação, levando a um aumento da sonolência ou tonturas.


Limitações de Exposição e Tempo

A diciclomina pode afetar a absorção gastrointestinal de outros medicamentos, aumentando potencialmente os níveis séricos de certos fármacos, como a Digoxina. Por outro lado, os Antiácidos podem interferir com a própria absorção da diciclomina. Existem também restrições de procedimento que exigem a interrupção do fármaco antes de um teste de diagnóstico de Secretina, de modo a evitar o antagonismo dos resultados do teste, sendo necessário um intervalo de tempo específico entre ambos.

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Mecanismo de ação

Como funciona a diciclomina

A função principal da diciclomina é exercida através do antagonismo competitivo da acetilcolina nos recetores muscarínicos (especificamente nos subtipos M1 a M5). Este bloqueio ocorre predominantemente nas células do músculo liso do trato gastrointestinal.

Ao ocupar os locais dos recetores, a diciclomina impede a ligação da acetilcolina endógena, inibindo assim a cascata normal de transdução de sinais que inicia a contração muscular e a secreção glandular. Esta interrupção da sinalização colinérgica leva diretamente a uma diminuição na frequência e na amplitude das contrações do músculo liso. Além disso, a diciclomina possui um efeito secundário de relaxamento direto e não específico sobre as fibras musculares lisas, que atua de forma independente do bloqueio dos recetores muscarínicos. O resultado desta dupla ação farmacodinâmica é uma modulação significativa do tónus muscular visceral e uma redução na motilidade e na atividade secretora em todo o sistema digestivo.

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Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar a diciclomina

Esta informação detalha as instruções oficiais para a administração da diciclomina, baseando-se estritamente na rotulagem regulamentar obrigatória. Não inclui utilizações terapêuticas, informações de segurança ou aconselhamento médico geral.


Administração e Posologia

Âmbito da Administração Detalhes
Vias de Administração Via oral (cápsulas, comprimidos, xarope/solução) e apenas injeção intramuscular (IM). As injeções por via intravenosa (IV) e subcutânea (SC) são proibidas.
Dosagem em Adultos A dose inicial por via oral é de 20 mg, quatro vezes ao dia. Pode ser aumentada até um máximo de 40 mg, quatro vezes ao dia.
Limite de Duração IM A injeção IM é recomendada por um período não superior a 1 ou 2 dias. Os pacientes devem transitar para a forma oral o mais brevemente possível.

Regras de Preparação e Procedimento

Requisito de Procedimento Instrução
Preparação da Solução Oral O xarope ou solução oral deve ser diluído com um volume igual de água imediatamente antes da administração.
Procedimento de Injeção IM Deve-se aspirar com a seringa antes da injeção para evitar a entrada num vaso sanguíneo.
Interrupção do Tratamento Se o fármaco não for eficaz após 2 semanas de terapêutica, ou se os efeitos secundários impedirem que o paciente tolere pelo menos 80 mg por dia, o medicamento deve ser interrompido.

Regras Específicas para Populações

  • Lactentes: O uso é contraindicado em bebés com idade inferior a 6 meses.
  • Mães a amamentar: O uso é contraindicado em mulheres que estejam a amamentar.

Nota: Este texto constitui um resumo descritivo das instruções regulamentares oficiais e não substitui a orientação de um profissional de saúde.

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Evidência clínica recente

A diciclomina é um agente antiespasmódico estudado principalmente pelo seu papel na gestão dos sintomas da Síndrome do Intestino Irritável (SII), especificamente na dor abdominal e nos espasmos relacionados com perturbações gastrointestinais funcionais.

Eficácia na Síndrome do Intestino Irritável (SII)

A evidência clínica, que inclui ensaios controlados mais antigos, sugere que a diciclomina pode oferecer benefícios em determinados sintomas da SII quando comparada com o placebo. Um estudo fundamental em doentes com perturbações intestinais funcionais relatou que a maioria dos indivíduos que receberam diciclomina apresentou uma resposta clínica favorável ao longo de um período de duas semanas, o que incluiu uma melhoria do estado global, diminuição da dor abdominal e melhores hábitos intestinais, em comparação com o grupo placebo.

Os agentes antiespasmódicos, como classe, são geralmente considerados nas diretrizes médicas para o tratamento farmacológico dos sintomas da SII, particularmente para a dor e o inchaço abdominal. No entanto, revisões sistemáticas abrangentes observam frequentemente que a evidência global que sustenta o uso da diciclomina, quando comparada com outros antiespasmódicos ou agentes mais recentes, é limitada, com algumas diretrizes a avaliar a qualidade da evidência como muito baixa.

Considerações da Investigação Clínica

A investigação indica que a diciclomina é rapidamente absorvida após a administração oral, atingindo concentrações máximas habitualmente num intervalo de 60 a 90 minutos. Contudo, a utilização da diciclomina em ensaios tem sido associada a uma elevada incidência de efeitos adversos ligados às suas propriedades anticolinérgicas, tais como boca seca, tonturas e visão turva. Estes efeitos podem ser dependentes da dose e podem, por vezes, limitar o seu uso nos cuidados ao doente. Além disso, existe atualmente uma carência de evidência mais recente que compare a eficácia e a segurança da diciclomina com outras opções terapêuticas, o que sublinha a necessidade de estudos comparativos adicionais.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Diciclomina (FAQ)


P: Para que é utilizada a Diciclomina?

De acordo com as informações oficiais do produto, a Diciclomina é indicada para tratar os sintomas da Síndrome do Intestino Irritável (SII). É um tipo de medicamento conhecido como antiespasmódico, que atua relaxando os músculos do estômago e dos intestinos. Esta ação destina-se a ajudar a reduzir os espasmos musculares, as cólicas e a dor abdominal associados à SII.

P: Como é que a Diciclomina atua para aliviar os sintomas?

As informações oficiais indicam que a Diciclomina pertence a uma classe de medicamentos chamados anticolinérgicos (também conhecidos como antiespasmódicos). É descrita como atuando diretamente no músculo liso que reveste o trato gastrointestinal para aliviar os espasmos. Este relaxamento é a forma como o fármaco se destina a atenuar a dor e as cólicas frequentemente sentidas na SII.

P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Diciclomina?

Os documentos regulamentares sugerem geralmente que, se uma dose for esquecida, esta pode ser tomada assim que se lembrar, a menos que esteja quase na hora da próxima dose programada. Se a dose seguinte estiver prestes a ser tomada, a dose esquecida deve ser totalmente ignorada. Os documentos regulamentares estipulam que os utilizadores devem evitar tomar duas doses ao mesmo tempo para compensar uma dose esquecida.

P: Posso parar de tomar Diciclomina subitamente?

As informações oficiais não fornecem instruções específicas para a interrupção abrupta. A Diciclomina é frequentemente prescrita para ser utilizada conforme necessário para os sintomas da SII. No entanto, a informação oficial do produto sugere que os utilizadores devem consultar um profissional de saúde antes de efetuarem qualquer alteração ao seu regime de medicação prescrito.

P: A Diciclomina é segura para utilizar durante a gravidez?

As informações oficiais do produto indicam que a Diciclomina apenas deve ser utilizada durante a gravidez se for claramente necessária e se um prestador de cuidados de saúde determinar que os benefícios potenciais justificam os riscos. Os documentos regulamentares recomendam que a sua utilização seja gerida por um profissional de saúde, devido à necessidade de uma ponderação cuidadosa durante a gravidez.

P: É seguro utilizar Diciclomina durante a amamentação?

De acordo com fontes oficiais, sabe-se que a Diciclomina é excretada no leite materno humano e acarreta um risco potencial para o lactente. Por conseguinte, a sua utilização não é geralmente recomendada durante a amamentação. Recomenda-se a consulta de um profissional de saúde para avaliar os riscos face à necessidade do tratamento.

P: A Diciclomina pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

Os avisos regulamentares indicam que a Diciclomina pode causar efeitos secundários como tonturas, sonolência, visão turva e atordoamento. Estes efeitos têm o potencial de prejudicar o desempenho de atividades que exijam alerta mental, como conduzir ou operar máquinas. As informações de segurança oficiais recomendam precaução até que os efeitos da medicação sejam conhecidos.

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Como Dicyclomine deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar a diciclomina

A diciclomina deve ser conservada a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20 °C e os 25 °C. O medicamento pode tolerar variações temporárias de temperatura entre os 15 °C e os 30 °C. É fundamental proteger a diciclomina da congelação e do calor excessivo para garantir a manutenção da sua estabilidade.

Quanto à eliminação, a diciclomina não consta na lista de medicamentos que podem ser deitados na sanita. A forma mais segura de eliminar medicamentos não utilizados ou fora de validade é através de um programa de retoma de medicamentos ou entregando-os num ponto de recolha apropriado. Caso estas opções não estejam disponíveis, o medicamento deve ser misturado com uma substância desagradável, como terra ou borras de café usadas, colocado num saco de plástico selado e, posteriormente, deitado no lixo doméstico. Nunca deve esmagar os comprimidos nem deitá-los na sanita, a menos que existam instruções específicas do fabricante para o fazer.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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