Devit-3

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Devit-3

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Devit-3

O Devit-3 é um medicamento que contém colecalciferol, vulgarmente conhecido como vitamina D3. Esta substância desempenha um papel fundamental no equilíbrio do cálcio e do fósforo no organismo, sendo essencial para o desenvolvimento e a manutenção da integridade estrutural dos ossos e dos dentes.

Este medicamento é utilizado principalmente para a prevenção e o tratamento da deficiência de vitamina D. Em adultos e idosos, o Devit-3 ajuda a garantir que o corpo absorve uma quantidade adequada de cálcio a partir da dieta, o que é crucial para prevenir a perda de densidade óssea e reduzir o risco de fraturas. Em crianças, a administração deste suplemento é frequentemente indicada para apoiar o crescimento ósseo saudável e prevenir o raquitismo.

A vitamina D3 presente no Devit-3 funciona de forma idêntica à vitamina D produzida naturalmente pela pele quando exposta à luz solar. Por este motivo, o medicamento é frequentemente prescrito a indivíduos que têm exposição solar limitada ou cujas necessidades nutricionais não são supridas apenas através da alimentação. O seu uso deve ser sempre orientado por um profissional de saúde, de forma a assegurar que os níveis vitamínicos permanecem dentro dos parâmetros terapêuticos recomendados.

Quais efeitos secundários são possíveis com Devit-3?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Devit-3 (colecalciferol) caracteriza-se essencialmente pelo risco de toxicidade por Vitamina D, que causa níveis elevados de cálcio no sangue (hipercalcemia) e na urina (hipercalciúria). Estas condições constituem a base das restrições oficiais e dos requisitos de monitorização.

Reações Adversas e Frequência

As reações adversas são classificadas por frequência, conforme documentado em fontes regulamentares:

Classificação Reações Adversas (por sistema de órgãos)
Pouco frequentes Hipercalcemia (Doenças do metabolismo e da nutrição), Hipercalciúria (Doenças renais e urinárias)
Raros Prurido (comichão), Erupção cutânea, Urticária (Doenças da pele e tecidos subcutâneos)
Frequência desconhecida Náuseas, vómitos, obstipação, dor abdominal (Doenças gastrointestinais); Cefaleias, sonolência (Doenças do sistema nervoso); Insuficiência renal aguda, nefrocalcinose, poliúria (Doenças renais e urinárias)

Reações Adversas Graves

O risco de segurança mais relevante do ponto de vista clínico é a progressão de níveis elevados de cálcio para uma hipercalcemia grave, que pode levar a complicações potencialmente fatais, incluindo insuficiência renal aguda e arritmias cardíacas. A nefrocalcinose (calcificação do tecido renal) está também documentada como um risco associado à ingestão excessiva crónica.

Restrições de Segurança e Monitorização

  • Contraindicações: O medicamento é estritamente contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes com Hipercalcemia, Hipercalciúria, Nefrolitíase (cálculos renais) ou insuficiência renal grave pré-existentes.
  • Requisitos de Monitorização: Os doentes que recebem doses elevadas ou terapia de longa duração devem submeter-se a monitorização regular dos níveis de cálcio sérico e cálcio urinário para prevenir a toxicidade.

Notas de Segurança para Populações Específicas

  • Gravidez e Amamentação: Devem evitar-se doses elevadas de vitamina D devido ao risco documentado de danos fetais decorrentes de hipercalcemia prolongada, a qual pode afetar o desenvolvimento da criança. A Vitamina D passa para o leite materno.
  • Insuficiência Renal: Requer precaução extrema ou que se evite a sua utilização, uma vez que o metabolismo normal do colecalciferol está comprometido, aumentando o risco de toxicidade.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A ingestão de uma dose de Devit-3 superior à recomendada pode conduzir a uma acumulação excessiva de vitamina D no organismo. Esta situação, conhecida como hipervitaminose D, pode causar níveis elevados de cálcio no sangue, o que pode ter consequências graves para a saúde se não for tratada prontamente.

Sintomas de sobredosagem

Os sinais de que poderá ter tomado uma quantidade excessiva deste medicamento incluem frequentemente fadiga invulgar, perda de apetite, sede excessiva e um aumento na frequência da micção. Podem também ocorrer perturbações digestivas, como náuseas, vómitos, obstipação ou dores abdominais. Em casos mais graves ou de exposição prolongada a doses elevadas, podem surgir tonturas, confusão mental ou dores ósseas.

Procedimentos em caso de emergência

Se suspeitar que tomou uma dose excessiva de Devit-3, ou se outra pessoa tiver ingerido acidentalmente o medicamento, deve interromper imediatamente a sua utilização e contactar um médico ou dirigir-se ao serviço de urgência hospitalar mais próximo. É fundamental levar a embalagem do medicamento consigo para que os profissionais de saúde possam identificar a substância e a dosagem exata.

O tratamento da sobredosagem foca-se geralmente na interrupção do suplemento, numa hidratação adequada e, em certos casos, na monitorização dos níveis de cálcio e da função renal. Não tente induzir o vómito ou administrar qualquer outro tratamento caseiro sem orientação médica direta.

Usos terapêuticos de Devit-3

O que o Devit-3 trata: principais utilizações e benefícios

O objetivo do Devit-3 é fornecer ao organismo Colecalciferol (Vitamina D3) para tratar o desequilíbrio sistémico relacionado com deficiências vitamínicas e gerir condições associadas, apoiando o equilíbrio mineral em todo o sistema. O papel terapêutico desta preparação é reconhecido pela sua relevância na gestão de condições relacionadas com a carência de Vitamina D e no apoio à saúde óssea.

Este medicamento é vulgarmente utilizado para gerir condições associadas a episódios agudos ou disruptivos, incluindo o Raquitismo em crianças e a Osteomalácia em adultos, sendo também aplicado como terapia adjuvante na Osteoporose. Estas utilizações enquadram-se nas indicações principais para a gestão da deficiência clínica de Vitamina D e podem auxiliar na abordagem de distúrbios ósseos e sintomas musculoesqueléticos associados.

O benefício terapêutico foca-se no apoio à melhoria da força muscular e no alívio do desconforto crónico, o que ajuda os pacientes a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais evidentes. Isto é relevante para a gestão de conjuntos de sintomas que incluem dor óssea difusa, sensibilidade e sintomas de aumento da atividade neurológica ou muscular.

“Esta preparação desempenha um papel na gestão de condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados, oferecendo um suporte de alívio quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.”

Facto Rápido: Gestão de Suporte para Sintomas Musculoesqueléticos

O Devit-3 é habitualmente utilizado em adultos mais velhos e em indivíduos com síndromes de malabsorção para ajudar a apoiar a integridade óssea, podendo fazer parte da gestão sintomática em situações que envolvam alterações agudas ou episódicas (como a fragilidade óssea), contribuindo para atenuar a carga sistémica relacionada com o equilíbrio do cálcio e do fosfato.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Devit-3?

A elegibilidade da população para a utilização de Devit-3 (Colecalciferol) é estritamente definida pelas autoridades reguladoras com base no estado mineral existente do doente e na sua função orgânica.

Contraindicações Absolutas

O uso deste medicamento é absolutamente contraindicado (proibido) em indivíduos com certas condições pré-existentes. Estas incluem a hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou aos excipientes, bem como desequilíbrios metabólicos tais como a Hipervitaminose D, a Hipercalcemia (níveis elevados de cálcio no sangue) e a Hipercalciúria (níveis elevados de cálcio na urina). Além disso, doentes diagnosticados com Insuficiência Renal Grave ou com tendência para a Nefrolitíase (pedras nos rins) não devem utilizar este medicamento.

Restrições e Uso Condicional

O uso está geralmente estabelecido para Adultos. No entanto, a utilização em certos grupos etários e estados clínicos é restrita ou requer precaução especial. As formulações de elevada concentração não são recomendadas para crianças com menos de 12 anos de idade, nem para utilização durante a gravidez e a lactação. Doentes com insuficiência renal ligeira a moderada ou condições como a sarcoidose necessitam de uma monitorização rigorosa dos níveis de cálcio no sangue enquanto estiverem a tomar Devit-3.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Devit-3 (Colecalciferol) documenta padrões oficialmente confirmados em que o seu efeito ou a sua concentração plasmática podem ser alterados pela coadministração com outras substâncias, conforme classificado pelas autoridades regulamentares.

Interações Farmacocinéticas (Redução da Exposição)

  • Indutores Enzimáticos: Antiepiléticos específicos (como a Fenitoína e a Carbamazepina) e a Rifampicina estão documentados como agentes que aumentam o metabolismo do Colecalciferol, resultando em concentrações plasmáticas reduzidas.
  • Glicocorticosteroides: O uso prolongado destes agentes pode reduzir a eficácia do Colecalciferol ao interferir com a absorção e ao aumentar a sua degradação.
  • Interferência na Absorção: Agentes que prejudicam a absorção de gorduras — tais como os sequestrantes de ácidos biliares (ex: Colestiramina), o inibidor da lipase Orlistat e o Óleo mineral — reduzem significativamente a absorção de Colecalciferol. Os documentos regulamentares exigem uma separação obrigatória da administração destas substâncias para evitar a perda de exposição ao fármaco.

Interações Farmacodinâmicas (Risco de Toxicidade)

  • Contraindicação Oficial: A coadministração com outros análogos da Vitamina D em doses elevadas (ex: Calcitriol) é formalmente restringida devido ao risco grave de acumulação de Vitamina D e consequente hipercalcemia.
  • Efeitos Aditivos: Existe um risco farmacodinâmico com os diuréticos tiazídicos e com produtos de cálcio em doses elevadas, que partilham um efeito aditivo na regulação do cálcio, aumentando o risco de hipercalcemia.
  • Glicósidos Cardíacos: A combinação de Colecalciferol com digitálicos acarreta um risco acrescido de arritmias cardíacas, uma vez que a hipercalcemia sensibiliza o músculo cardíaco a estes fármacos.

Mecanismo de ação

Como funciona o Devit-3

O mecanismo do Devit-3 (Colecalciferol) baseia-se no seu estado como uma pró-hormona inativa que deve ser metabolizada na hormona esteroide ativa, o Calcitriol, antes de poder exercer os seus efeitos nas suas vias biológicas alvo.

Ativação da Pró-hormona e Conversão Sistémica

O funcionamento do fármaco começa com uma conversão enzimática necessária em duas etapas, ocorrendo no fígado e nos rins. Esta cascata metabólica gera a hormona ativa, o Calcitriol, que é então libertada a nível sistémico. Este processo envolve um intervalo de regulação intrínseco, que modula a quantidade de agonista do VDR gerada dentro da via sistémica.

Ação Genómica e Agonismo do Recetor

A ação molecular central envolve o Calcitriol atuar como um agonista total para o Recetor nuclear da Vitamina D (VDR). Ao ligar-se a este alvo, o complexo atua como um fator de transcrição, modulando a expressão de genes específicos. Esta ação regula a síntese das proteínas que facilitam a absorção intestinal de cálcio e fosfato.

Regulação Homeostática do Equilíbrio Mineral

As alterações genéticas e moleculares iniciadas pelo agonismo do VDR traduzem-se no efeito fisiológico sistémico de uma absorção mineral reforçada. Este mecanismo influencia diretamente a via da homeostase do cálcio e do fosfato através do intestino, rim e osso. A estabilização resultante dos níveis de minerais em circulação fornece os substratos minerais necessários para o processo biológico de mineralização esquelética.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Devit-3 é Utilizado: Diretrizes Oficiais de Administração

O Devit-3, que contém Colecalciferol (Vitamina D3), é administrado por via oral sob a forma de solução, gotas ou cápsulas. A sua utilização segue um protocolo normalizado: uma Fase de Correção inicial de dose elevada, seguida de uma Fase de Manutenção de longa duração com uma dose mais baixa.

Padrões Oficiais de Dosagem e Frequência

A dosagem é tipicamente dividida com base no objetivo clínico. Para a correção inicial da deficiência, o regime comum para adultos envolve 50.000 UI uma vez por semana durante 6 a 8 semanas. Alternativamente, pode ser utilizada uma dose diária de até 4.000 UI por um período de curto prazo semelhante. Assim que os níveis estiverem estabilizados, a dose é reduzida para um regime de manutenção a longo prazo de 1.000–2.000 UI por dia, ou uma dose intermitente equivalente, como 50.000 UI por mês.

Requisitos Contextuais de Administração

As instruções oficiais requerem que o medicamento seja tomado com a refeição principal do dia para potenciar a absorção do Colecalciferol, que é lipossolúvel. As cápsulas e os comprimidos devem ser engolidos inteiros. A solução oral pode ser misturada com uma pequena quantidade de comida ou líquido para consumo imediato.

Restrições Específicas por População

Os documentos regulamentares estabelecem restrições para grupos específicos. As cápsulas de elevada dosagem (por exemplo, 50.000 UI) não são recomendadas para utilização em crianças com menos de 12 anos. Além disso, o Colecalciferol não deve ser utilizado em casos de insuficiência renal grave. Após a correção inicial, os níveis séricos de Vitamina D devem ser monitorizados aproximadamente três a quatro meses após o início da fase de manutenção.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Devit-3 (Colecalciferol)


Evidência para a Prevenção e Correção da Deficiência de Vitamina D

A evidência relativa ao Colecalciferol na abordagem de níveis baixos de Vitamina D provém principalmente de revisões sistemáticas e meta-análises. Esta investigação focou-se em medições analisadas do biomarcador principal: os níveis séricos de 25-hidroxivitamina D (25(OH)D). Os estudos exploraram estes resultados em vários grupos, incluindo adultos, crianças e indivíduos com problemas de má absorção. Os estudos descrevem como a substância foi observada em relação a vários padrões no estado do biomarcador medido em diversos grupos. A investigação também descreve como estas alterações se relacionam com medições do equilíbrio de cálcio e fosfato, que são resultados relacionados com desequilíbrios sistémicos ou funcionais.

O que permanece incerto é o valor de referência ideal que define um nível suficiente de 25(OH)D para todos, uma vez que este continua a ser um ponto de discussão científica. Além disso, a investigação sugere que a resposta à substância pode variar entre diferentes populações.


Investigação em Doenças Ósseas: Raquitismo e Osteomalácia

O Colecalciferol foi estudado para utilização em condições associadas a episódios agudos ou disruptivos, tais como o Raquitismo em crianças e a Osteomalácia em adultos. Para o Raquitismo, a evidência baseia-se amplamente em ensaios controlados que examinaram resultados relacionados com o desequilíbrio funcional, especificamente medições da mineralização esquelética através de imagens de raios-X e medições de parâmetros de crescimento. Para a Osteomalácia, a investigação explorou resultados comunicados pelos doentes que descrevem o desconforto percecionado, como dor e sensibilidade óssea.

Evidência como Apoio Complementar na Osteoporose

O Colecalciferol foi avaliado em investigação que explora a sua utilização como gestão de apoio na Osteoporose, particularmente em adultos mais velhos. A evidência neste contexto deriva principalmente de ensaios controlados aleatorizados de longa duração e de meta-análises. Os estudos monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico, tais como a incidência de diferentes tipos de fraturas e medições da Densidade Mineral Óssea (DMO). Os resultados relacionados com as medições da incidência de fraturas têm sido relatados como mistos e não foram observados de forma consistente em populações de estudo que já apresentavam níveis iniciais adequados de 25(OH)D. A evidência é também limitada para resultados a longo prazo no risco de fratura em indivíduos que não apresentam deficiência de Vitamina D.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Devit-3 (FAQ)


P: O Devit-3 é igual aos produtos de "Vitamina D" que se encontram em lojas de produtos naturais?

O Devit-3 é o nome comercial de um medicamento que contém a substância ativa Colecalciferol, conhecida quimicamente como Vitamina D₃. De acordo com as informações oficiais do produto, o Devit-3 é geralmente classificado como um medicamento sujeito a receita médica, muitas vezes devido à concentração da sua formulação. Isto distingue habitualmente o produto dos suplementos de Vitamina D de baixa dosagem disponíveis para venda livre em lojas de produtos naturais.


P: Porque é que o meu médico lhe chama Devit-3 em vez de apenas Vitamina D?

Devit-3 é o nome comercial escolhido pelo fabricante para o produto. Os profissionais de saúde podem referir-se ao medicamento por este nome em vez do nome genérico, que é Colecalciferol, ou do termo comum Vitamina D₃. Os três termos referem-se à mesma substância ativa presente no medicamento.


P: Se eu me esquecer de tomar o Devit-3 um dia, isso é importante?

Os documentos regulamentares incluem orientações sobre o que fazer caso uma utilização planeada do medicamento seja esquecida. Para um regime padrão, a instrução habitual é continuar com a próxima utilização programada. Instruções específicas relativas a doses esquecidas constam das informações completas do produto.


P: Existem avisos oficiais sobre conduzir ou utilizar máquinas enquanto utilizo Devit-3?

Os documentos regulamentares oficiais não incluem avisos específicos que proíbam a condução ou a operação de máquinas pesadas. No entanto, as informações oficiais do produto referem que efeitos adversos como a sonolência ou dores de cabeça podem potencialmente afetar a concentração.


P: Preciso de fazer exames especiais antes de iniciar o Devit-3?

As diretrizes oficiais exigem a verificação de condições pré-existentes que constituem contraindicações absolutas para o medicamento. Estas condições incluem a hipercalcemia (nível elevado de cálcio no sangue) e a hipercalciúria (nível elevado de cálcio na urina), o que pode exigir análises específicas ao sangue ou à urina antes de iniciar a utilização.


P: O que devo fazer se achar que estou a ter uma reação negativa ao Devit-3?

Os documentos regulamentares indicam que, se ocorrer uma suspeita de reação negativa, deve ser procurada orientação junto de um profissional de saúde. Além disso, os doentes são incentivados a comunicar quaisquer reações adversas observadas à autoridade nacional do medicamento competente.


P: O que dizem as orientações oficiais sobre interromper o Devit-3?

As orientações oficiais sobre a interrupção do medicamento estão frequentemente relacionadas com os resultados da monitorização obrigatória. Os documentos regulamentares aconselham que a descontinuação pode ser necessária se os níveis de cálcio monitorizados no sangue ou na urina se tornarem demasiado elevados. Qualquer decisão relativa à interrupção é geralmente determinada por um profissional de saúde.


P: Existem suplementos comuns que possam interagir com o Devit-3?

Os documentos oficiais detalham interações específicas com certas substâncias comummente disponíveis como suplementos. Estas incluem o óleo mineral, que pode reduzir a absorção do medicamento. Existe também um risco acrescido de níveis elevados de cálcio (hipercalcemia) se o Devit-3 for tomado juntamente com produtos de cálcio em doses elevadas, devido a um efeito aditivo.


P: O Devit-3 pode afetar o meu sono?

As reações adversas listadas nos documentos oficiais incluem efeitos no sistema nervoso, como a sonolência, que é o termo para a vontade de dormir ou torpor. Este efeito está listado com uma frequência que é atualmente desconhecida nas populações estudadas.


P: O que acontece se uma criança utilizar acidentalmente o Devit-3?

O risco mais grave de utilizar uma quantidade excessiva da substância é a toxicidade por Vitamina D. Esta toxicidade pode levar a uma hipercalcemia grave (cálcio elevado no sangue) e a complicações associadas. No caso de utilização superior à quantidade recomendada, a orientação regulamentar recomenda a procura imediata de orientação profissional.


P: De que forma o Devit-3 é diferente de outros medicamentos usados para deficiências vitamínicas?

O Devit-3 (Colecalciferol) pertence à classe das vitaminas lipossolúveis e funciona como uma pró-hormona inativa. Isto significa que o corpo deve metabolizá-lo para uma hormona ativa. A sua função específica é regular o metabolismo do cálcio e do fosfato para manter a integridade óssea e do esqueleto.


P: Se eu tomar outros medicamentos com receita médica, posso continuar a usar Devit-3?

Os documentos regulamentares listam explicitamente várias classes de medicamentos sujeitos a receita médica que podem interagir com o Devit-3. Estes incluem certos antiepiléticos, glucocorticosteroides e medicamentos para condições cardíacas e da tensão arterial, tais como glicosídeos cardíacos e diuréticos tiazídicos. Estas interações podem alterar os níveis do medicamento ou aumentar o risco de cálcio elevado.


P: Qual é o perfil de segurança a longo prazo do Devit-3?

O perfil de segurança a longo prazo centra-se principalmente no risco de toxicidade por Vitamina D que resulta em hipercalcemia (cálcio elevado no sangue). Devido a este risco, os requisitos oficiais de segurança exigem a monitorização regular dos níveis de cálcio sérico e de cálcio urinário para indivíduos em terapia de manutenção a longo prazo.


P: Quais são os ingredientes do Devit-3 além da componente ativa?

Além da substância ativa Colecalciferol, o medicamento contém ingredientes inativos, denominados excipientes. Como o Devit-3 é frequentemente formulado como uma solução oral, contém tipicamente um veículo oleoso ou uma base aquosa. A lista completa de todos os ingredientes inativos está detalhada no rótulo oficial do produto.


P: Que nível de Vitamina D no sangue é considerado um alvo normal ao usar Devit-3?

O nível utilizado para monitorizar a eficácia do medicamento é o biomarcador 25-hidroxivitamina D sérica (25(OH)D). A evidência de investigação nota que o valor de referência ideal para o que define um nível suficiente em todos os indivíduos continua a ser um ponto de discussão científica.


P: As pessoas com problemas hepáticos precisam de ter cautela com o Devit-3?

O mecanismo de ação do fármaco exige uma conversão metabólica necessária em duas etapas para a sua forma ativa, que começa no fígado e é concluída nos rins. Devido a este via metabólica, os doentes com compromisso hepático ou renal existente poderão necessitar de uma revisão da sua monitorização.


P: A investigação sobre o Devit-3 é considerada sólida?

A evidência para o Devit-3 provém principalmente de metodologias de investigação robustas, incluindo revisões sistemáticas e meta-análises, que analisam o biomarcador da Vitamina D. Embora estes métodos forneçam dados abrangentes sobre a correção da deficiência, os resultados relativos a certos desfechos a longo prazo, como a incidência de fraturas em todas as populações estudadas, têm sido relatados como mistos.


P: O Devit-3 ajuda na saúde geral ou apenas em condições específicas?

O propósito geral oficial do Devit-3 é regular o metabolismo do cálcio e do fosfato em todo o corpo, o que é vital para a integridade do esqueleto. O seu uso clínico está definido para condições específicas, incluindo a prevenção e correção da deficiência de Vitamina D e como apoio em doenças ósseas como o Raquitismo e a Osteomalácia.


P: O Devit-3 pode interagir com chás de ervas ou suplementos?

Apenas alguns suplementos específicos estão oficialmente documentados como tendo interação, como o óleo mineral e produtos de cálcio em doses elevadas. As informações oficiais não detalham interações com chás de ervas ou outros suplementos gerais. No entanto, substâncias conhecidas por interferir com a absorção de gorduras podem potencialmente ter impacto no medicamento.

Como Devit-3 deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Proteção

O Devit-3 deve ser conservado sob condições específicas para manter a sua estabilidade. O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Condições de Conservação:

  • Conservar a uma temperatura inferior a 25 °C.
  • Manter o medicamento na embalagem de origem.
  • É essencial proteger o produto da luz e mantê-lo seco e afastado da humidade.

Manuseamento e Eliminação

Para garantir um manuseamento adequado, o medicamento deve permanecer no seu recipiente original selado. No caso de formulações como gotas orais, o frasco deve ser mantido bem fechado após a utilização.

Instruções de Eliminação:

  • Não deite fora quaisquer medicamentos não utilizados através da canalização ou do lixo doméstico, pois tal pode contaminar o ambiente.
  • A eliminação de conteúdos não utilizados ou fora do prazo de validade, bem como da embalagem, deve ser feita de acordo com todos os regulamentos locais, regionais ou nacionais aplicáveis.
  • Consulte um farmacêutico para obter instruções sobre como eliminar corretamente os medicamentos de que já não necessita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Devit-3 encontrado em:

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