Depatec

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Depatec

O que é o Depatec?

O Depatec é um medicamento sujeito a receita médica cujo princípio ativo é o Ácido Valproico ou um dos seus sais derivados. É classificado fundamentalmente como um Fármaco Antiepilético (FAE), sendo também amplamente reconhecido como um anticonvulsivante, e atua simultaneamente como um Estabilizador de Humor.


Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Ácido Valproico, Valproato de Sódio, Divalproato de Sódio
Formas Cápsulas orais, comprimidos (de libertação prolongada ou modificada), xarope, solução intravenosa
Classe farmacológica Anticonvulsivante, Fármaco Antiepilético, Estabilizador de Humor
Origem Composto sintético; derivado de um ácido gordo

Identidade, Composição e Finalidade

O Depatec é um produto de agente único que fornece a substância ativa Ácido Valproico, quimicamente derivada de um ácido gordo ([2-propylpentanoic acid, PubChem]). Esta substância pode ser administrada sob a forma de ácido livre ou através dos seus sais quimicamente relacionados, o Valproato de Sódio ou o Divalproato de Sódio (valproato semissódico). Estes derivados são utilizados para melhorar as propriedades do medicamento, tais como a absorção e a tolerabilidade no organismo, distinguindo-se estas formulações com base nos seus perfis de libertação.

O Depatec é clinicamente reconhecido pela sua atividade de largo espetro, proporcionando um efeito estabilizador em diversos estados neurológicos. A finalidade do medicamento é estabilizar a atividade elétrica no sistema nervoso central, reduzindo assim a excitabilidade das células nervosas. Este efeito é alcançado, principalmente, através do reforço dos efeitos do GABA (ácido gama-aminobutírico), que atua como o principal neurotransmissor inibitório ou calmante do cérebro, um mecanismo fundamentado por estudos farmacológicos ([NIH/National Library of Medicine]). Esta ação de largo espetro confirmada significa que este medicamento é uma opção terapêutica versátil para a gestão de diversos tipos de instabilidade neurológica, e a sua disponibilidade em formas como o xarope destina-se especificamente a doentes pediátricos ou a indivíduos que tenham dificuldade em ingerir formulações orais sólidas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Depatec?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Como todos os medicamentos, o Depatec pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A monitorização clínica regular é essencial para garantir a segurança do tratamento e minimizar riscos potenciais.

Efeitos secundários comuns e graves

Os efeitos secundários comunicados com maior frequência incluem distúrbios gastrointestinais, como náuseas, vómitos e dores abdominais, que ocorrem frequentemente no início do tratamento. Podem também verificar-se alterações no peso, sonolência ou tremores finos das mãos.

Em casos mais graves, o medicamento pode afetar a função hepática ou pancreática. É fundamental contactar imediatamente um médico se surgirem sinais como fadiga extrema, perda de apetite, dor abdominal superior intensa, icterícia (coloração amarelada da pele ou dos olhos) ou urina escura.

Riscos durante a gravidez

O Depatec apresenta riscos significativos se for utilizado durante a gravidez. A exposição ao valproato de sódio no útero pode causar malformações congénitas graves e problemas no desenvolvimento neurológico da criança. As mulheres em idade fértil devem utilizar métodos contracetivos eficazes durante todo o tratamento e discutir detalhadamente o plano terapêutico com o médico especialista.

Precauções e avisos

O tratamento não deve ser interrompido abruptamente sem supervisão médica, pois a cessação súbita pode levar ao aumento da frequência de convulsões ou ao agravamento da condição clínica. Deve ser prestada atenção especial a alterações de humor ou comportamentos invulgares, incluindo pensamentos de autoflagelação.

Antes de iniciar o tratamento, é necessário realizar análises ao sangue para avaliar a função do fígado e os níveis de coagulação, devendo estes exames ser repetidos periodicamente conforme indicação médica.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem com Depatec (valproato de sódio) é uma emergência médica que requer atenção imediata. Esta situação, que pode ser fatal, caracteriza-se tipicamente por uma depressão acentuada do sistema nervoso central (SNC), que pode variar entre sonolência e confusão até ao coma profundo, sendo frequentemente acompanhada por depressão respiratória e hipotensão.

Sintomas de sobredosagem documentados

A apresentação clínica pode envolver diversos sistemas fisiológicos, com manifestações principais que incluem:

  • SNC: Coma, hipotonia muscular, midríase e letargia profunda.
  • Cardiovascular: Hipotensão, assistolia e anomalias eletrocardiográficas, tais como o alargamento do complexo QRS e o prolongamento do intervalo QT.
  • Metabólico: Acidose metabólica, hipernatremia e hipotermia.
  • Outros Riscos: A gravidade da intoxicação pode ser significativamente aumentada quando o Depatec é tomado em combinação com outras substâncias, particularmente outros anticonvulsivantes.

Ação de emergência necessária

Caso se suspeite de uma sobredosagem, deve procurar-se assistência médica especializada de imediato. A resposta oficial consiste na transferência imediata do doente para um ambiente hospitalar especializado para gestão intensiva. O tratamento é maioritariamente sintomático e de suporte, focando-se na manutenção dos sinais vitais, de uma função respiratória e cardiovascular adequada e do débito urinário.

Os procedimentos podem envolver o uso de carvão ativado ou lavagem gástrica, se realizados pouco tempo após a ingestão. Em casos graves, podem ser necessários métodos para aumentar a eliminação do fármaco, como a hemodiálise ou a hemoperfusão, devido à natureza potencialmente severa e prolongada da toxicidade, que pode envolver uma apresentação tardia dos sintomas.

Usos terapêuticos de Depatec

Para que serve o Depatec: principais utilizações e benefícios

O Depatec é geralmente utilizado em três domínios terapêuticos principais, nos quais os sintomas geram um esforço fisiológico percetível. O benefício sintomático global contribui para aliviar a carga total de sintomas associada a estas condições, o que é consistente com as informações constantes na rotulagem oficial deste tipo de formulações. Este medicamento é habitualmente aplicado na gestão sintomática de três patologias principais: diversos tipos de crises de epilepsia (incluindo crises tónico-clónicas generalizadas e crises de ausência), perturbação bipolar (episódios maníacos agudos e mistos) e no suporte preventivo de enxaquecas recorrentes.

O medicamento ajuda a tratar sintomas de atividade neurológica aumentada, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional tanto em crises tónico-clónicas generalizadas como em crises de ausência. Na psiquiatria, é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis para moderar manifestações como o humor anormalmente elevado ou irritável e a hiperatividade.

“O medicamento apoia os doentes durante episódios difíceis, atenuando o mal-estar e ajudando a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas se tornam mais evidentes.”

No caso das enxaquecas recorrentes, o Depatec é relevante para o suporte profilático ao ajudar a gerir a frequência e a intensidade dos episódios incapacitantes, contribuindo assim para um maior conforto durante os períodos de exacerbação dos sintomas.


Facto Rápido: Estabilização e Controlo
O Depatec é amplamente utilizado para fornecer suporte funcional em condições que envolvem uma combinação de sintomas de atividade neurológica aumentada, flutuações extremas de humor e padrões de dor de cabeça recorrentes e incapacitantes.

Critérios de utilização e restrições

Com base nas informações regulamentares, a elegibilidade para a utilização de Depatec é estritamente definida por condições médicas específicas, idade e estado reprodutivo.

Populações para as quais o uso é contraindicado

O uso é absolutamente proibido em doentes com:

  • Doença Hepática: Disfunção hepática significativa ou doença hepática ativa.
  • Distúrbios do Ciclo da Ureia (DCU): Doentes com um DCU conhecido devido ao risco de encefalopatia hiperamonémica potencialmente fatal.
  • Distúrbios Mitocondriais: Doentes com distúrbios mitocondriais conhecidos ou suspeitos causados por mutações na polimerase gama do ADN mitocondrial (POLG), especialmente em crianças com menos de dois anos de idade.
  • Hipersensibilidade: Alergia conhecida ao medicamento ou aos seus componentes.
  • Gravidez/Enxaqueca: Mulheres grávidas e mulheres com potencial para engravidar que não utilizem métodos contracetivos eficazes, quando o medicamento é prescrito para a profilaxia da enxaqueca.

Elegibilidade condicional e relacionada com a idade

  • Crianças com menos de dois anos: O uso não é, geralmente, recomendado devido a um risco consideravelmente aumentado de toxicidade hepática fatal.
  • Mulheres com potencial para engravidar: O uso é restrito e permitido apenas se outros tratamentos forem considerados inaceitáveis ou ineficazes, e se a doente estiver inscrita num Programa de Prevenção da Gravidez oficial, utilizando métodos contracetivos eficazes.
  • Adultos mais velhos: O uso requer precaução devido a uma maior probabilidade de aumento da sonolência e à diminuição da função renal.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Depatec (Ácido Valproico/Valproato de Sódio) está documentado em fontes oficiais, incidindo principalmente em alterações na concentração dos fármacos (farmacocinética) e em efeitos clínicos aditivos (farmacodinâmica).

Combinações formalmente contraindicadas

Existem proibições específicas devido a riscos de interação graves:

  • Doença hepática ou disfunção hepática significativa: Proibido devido ao risco de toxicidade hepática grave (hepatotoxicidade).
  • Distúrbios do Ciclo da Ureia (DCU) conhecidos: Contraindicado devido ao risco de desencadear encefalopatia hiperamonémica.

Interações farmacocinéticas documentadas

O Depatec é um inibidor metabólico que pode aumentar a concentração de certos medicamentos administrados em simultâneo, como a lamotrigina e a fenitoína (através do aumento da fração livre do fármaco). Inversamente, a eliminação do próprio Depatec pode ser significativamente aumentada por outros medicamentos.

Tipo de Interação Substâncias Interagentes (Exemplos)
Diminuição dos níveis de Valproato Antibióticos Carbapenémicos (meropenem, ertapenem); Antiepiléticos indutores enzimáticos (fenitoína, carbamazepina)
Aumento dos níveis do outro medicamento Lamotrigina, fenobarbital, aspirina (ácido acetilsalicílico)

Interações farmacodinâmicas e outras interações

O Depatec pode potenciar os efeitos de outros depressores do sistema nervoso central, incluindo antipsicóticos e benzodiazepinas. A coadministração com topiramato está especificamente associada a um risco acrescido de hiperamonemia e encefalopatia, de acordo com os avisos de segurança. O consumo de álcool não é, geralmente, recomendado durante o tratamento.

Mecanismo de ação

Como funciona o Depatec

O Depatec atua como um inibidor da desacetilase de histonas (HDAC), focando-se essencialmente nas enzimas de Classe I e Classe II deste grupo. Esta interação é caracterizada como uma inibição do tipo alostérico, na qual o Depatec se liga ao local ativo da enzima, impedindo que os grupos acetilo sejam removidos das proteínas histonas centrais. A consequência direta deste processo de inibição é o aumento da acetilação das histonas no interior do núcleo celular.

Este estado elevado de acetilação altera a configuração da estrutura da cromatina, tornando-a mais relaxada e num estado transcricionalmente permissivo. Em resultado desta modificação molecular, ocorre uma alteração na transcrição de genes específicos. Este fenómeno inclui a regulação positiva de genes ligados à paragem do ciclo celular e à via intrínseca da apoptose — o processo de morte celular programada — como acontece com o gene p21. Em simultâneo, a transcrição de genes associados à proliferação e à sobrevivência celular é reprimida.

A consequência intracelular final é a perturbação da cinética do ciclo celular e a indução da morte celular programada nas células visadas. Ao nível do sistema, esta ação farmacodinâmica modula os mecanismos de sobrevivência e proliferação celular nos compartimentos dos tecidos onde o fármaco se concentra.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração

O Depatec é geralmente administrado por via oral, estando disponível em diversas formas que incluem cápsulas, xarope, comprimidos de libertação retardada e comprimidos de libertação prolongada (ER). A perfusão intravenosa (IV) de valproato de sódio é uma alternativa oficial utilizada como substituto temporário quando a administração por via oral não é viável. A via IV está oficialmente restrita a um período não superior a 14 dias consecutivos e deve ser administrada através de uma perfusão de 60 minutos, com uma taxa que habitualmente não excede os 20 mg/min.


Regras de Dosagem e Frequência

A dosagem oficial segue esquemas padronizados que são ajustados com base na indicação específica, no peso do doente e na formulação. Para distúrbios convulsivos, a dose inicial habitual é de 10 a 15 mg/kg/dia, sendo aumentada em incrementos de 5 a 10 mg/kg/semana até um máximo de 60 mg/kg/dia. A dose diária total é estruturada de acordo com a formulação: as formas padrão e de libertação retardada que excedam os 250 mg/dia devem ser administradas em doses divididas, enquanto os comprimidos de libertação prolongada (ER) são administrados uma vez ao dia.


Regras de Procedimento e Populações Específicas

O manuseamento físico das formas orais constitui uma restrição fundamental da administração: os comprimidos de libertação retardada e de libertação prolongada (ER) devem ser engolidos inteiros e não devem ser esmagados nem mastigados, para preservar as suas propriedades de libertação. O medicamento pode ser tomado com alimentos para minimizar eventual desconforto gastrointestinal. Estão oficialmente registados ajustes posológicos para determinados grupos; por exemplo, os adultos seniores requerem uma dose inicial reduzida e uma taxa de titulação mais lenta. No caso de esquecimento de uma dose, as orientações regulamentares indicam explicitamente que não se deve duplicar a dose seguinte para compensar.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Composto X e Condição A: Dados de Eficácia

A investigação tem explorado os potenciais efeitos do Composto X nos resultados de saúde em doentes com a Condição A. A investigação inicial envolveu estudos abertos de menor dimensão, seguidos de vários ensaios clínicos aleatorizados e controlados por placebo (RCTs).

Um ensaio de larga escala investigou alterações na gravidade dos sintomas ao longo de um período de 6 meses. O critério de avaliação primário (uma pontuação composta de sintomas) revelou uma diferença entre o grupo do Composto X e o grupo do placebo.

Esta evidência contribui para a compreensão do Composto X no contexto da Condição A moderada, mas não substitui a consulta com um profissional de saúde.

Os estudos também analisaram diferenças na qualidade de vida reportada pelos doentes entre o Composto X e o tratamento padrão anterior (Placebo C). Os resultados de um ensaio de fase 3 indicaram que os participantes que receberam o Composto X reportaram pontuações de qualidade de vida diferentes em comparação com os que receberam o Placebo C.


Terapia de Combinação

A investigação avaliou se a combinação do Composto X e do Medicamento B afetava a gravidade das exacerbações, com resultados que exploraram o início dos efeitos medidos entre os dois grupos.

Uma meta-análise de três estudos, envolvendo 1.500 participantes, examinou o impacto a longo prazo da terapia de combinação. A análise comparou as taxas de recorrência, encontrando uma diferença entre o grupo da combinação e o grupo do Composto X isolado durante um período de acompanhamento de dois anos.


Segurança e Tolerabilidade

A investigação documentou as taxas de eventos adversos na maioria dos grupos de doentes adultos estudados. Os efeitos secundários mais frequentemente comunicados incluíram dor de cabeça ligeira e náuseas temporárias.

Dosagem: Os protocolos dos estudos clínicos envolveram geralmente o início com uma dose baixa e o seu aumento gradual.

Os estudos de investigação excluíram geralmente doentes com insuficiência hepática grave e existem dados limitados relativamente à utilização nesta população.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Depatec (FAQ)

P: É normal sentir cansaço ao iniciar o Depatec? R: Sim. De acordo com a informação oficial do medicamento, a sonolência (também conhecida como somnolência) está listada como uma reação adversa comum associada a este fármaco. Este efeito pode ser mais percetível no início do tratamento.

P: O Depatec é o mesmo tipo de medicamento que [nome de fármaco semelhante]? R: A informação regulamentar classifica este medicamento como um anticonvulsivante, um fármaco antiepilético e um estabilizador de humor. Esta classificação abrangente significa que partilha categorias farmacológicas com outros medicamentos utilizados para condições semelhantes.

P: O Depatec interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno? R: Os documentos oficiais de rotulagem referem que a aspirina (ácido acetilsalicílico) é uma substância que pode interagir com este medicamento, aumentando potencialmente o nível do ingrediente ativo no organismo. Relativamente a analgésicos de venda livre específicos que não contêm aspirina, como o ibuprofeno, a informação não é explicitamente detalhada nos resumos regulamentares revistos.

P: Existem alimentos ou bebidas específicos que deva evitar enquanto tomo Depatec? R: Os avisos regulamentares indicam que o consumo de álcool não é, geralmente, aconselhado durante o tratamento, pois pode potenciar os efeitos depressores do sistema nervoso central. Os documentos regulamentares não determinam a exclusão de alimentos específicos.

P: Quanto tempo é que o Depatec permanece tipicamente no organismo? R: A informação regulamentar sobre a cinética do medicamento mostra que o tempo necessário para a eliminação do fármaco pode variar. A meia-vida de eliminação é geralmente reportada entre 9 a 16 horas em adultos em monoterapia. Diferentes formulações, como os comprimidos de libertação prolongada, são concebidas para distribuir o medicamento por um período mais longo.

P: O que devo fazer se sentir uma erupção cutânea invulgar enquanto tomo Depatec? R: Os documentos regulamentares descrevem o risco de reações alérgicas graves, como a síndrome DRESS (Erupção Medicamentosa com Eosinofilia e Sintomas Sistémicos), que inclui erupção cutânea e febre. Os avisos regulamentares aconselham que a descontinuação do fármaco é frequentemente necessária nestes casos.

P: Existe muita investigação sobre a eficácia do Depatec em adultos mais velhos? R: A informação regulamentar refere que os adultos mais velhos requerem tipicamente uma abordagem mais conservadora ao iniciar e ajustar a dose. Esta consideração é necessária devido a uma maior probabilidade de ocorrência de certas reações adversas, como a sonolência.

P: O Depatec pode causar tonturas ou vertigens? R: Sim, as tonturas estão listadas como uma reação adversa comum na informação oficial de segurança. Uma vez que este efeito secundário pode ocorrer, os avisos regulamentares aconselham precaução ao realizar atividades que exijam um estado de alerta mental total.

P: É verdade que o Depatec pode causar alterações de humor? R: Embora o medicamento esteja classificado como um estabilizador de humor, as listas regulamentares de reações adversas também incluem alterações emocionais, como labilidade (mudanças rápidas de humor) e depressão. Os avisos oficiais aconselham também a monitorização de um risco acrescido de pensamentos ou comportamentos suicidas.

P: Posso conduzir ou operar máquinas enquanto tomo Depatec? R: Os avisos regulamentares aconselham precaução relativamente ao envolvimento em atividades perigosas, como conduzir ou operar máquinas. Isto deve-se ao potencial de efeitos secundários comuns, como sonolência e tonturas; os doentes devem estar cientes de como o medicamento os afeta antes de realizarem tais tarefas.

P: O Depatec interage com pílulas contracetivas? R: A informação oficial sobre interações medicamentosas refere que certos contracetivos hormonais que contenham estrogénio podem potencialmente diminuir o nível da substância ativa no organismo. As orientações regulamentares indicam que, quando estes medicamentos são utilizados em conjunto, os níveis do fármaco podem necessitar de monitorização.

P: O Depatec pode ser esmagado ou dividido? R: Para formulações específicas, nomeadamente comprimidos de libertação retardada e de libertação prolongada, os documentos regulamentares estabelecem estritamente que devem ser engolidos inteiros. Estas formas não devem ser esmagadas nem mastigadas, pois tal pode afetar a libertação controlada do medicamento no organismo.

P: Homens ou mulheres que estejam a tentar conceber podem tomar Depatec? R: Os avisos regulamentares oficiais enfatizam um risco elevado de malformações congénitas graves e problemas de desenvolvimento neurológico em bebés expostos durante a gravidez. Por conseguinte, a utilização em mulheres com potencial para engravidar está restrita a casos em que outros tratamentos sejam inaceitáveis ou ineficazes, sendo obrigatória a utilização de contraceção eficaz.

P: Qual é a classificação oficial do Depatec (ex.: inibidor, agonista)? R: A classificação oficial do medicamento, conforme definida pelas agências regulamentares, é a de um fármaco antiepilético (AED). O fármaco é quimicamente conhecido como um derivado de ácido gordo.

P: O Depatec pode interagir com medicamentos para a constipação e gripe? R: Os documentos oficiais de interação listam substâncias específicas, como a aspirina e outros depressores do sistema nervoso central, como fármacos que interagem. Uma vez que algumas preparações de venda livre para a constipação e gripe podem conter estes componentes, a orientação regulamentar exige precaução.

P: O Depatec é seguro para mães que amamentam? R: A informação regulamentar oficial refere que a substância ativa passa para o leite materno. Por conseguinte, a decisão relativa à continuação ou descontinuação da amamentação ou da medicação requer o equilíbrio entre a importância do medicamento para a mãe e o risco potencial para o lactente.

P: Qual é a diferença entre a marca original e a versão genérica do Depatec? R: Os documentos regulamentares definem as substâncias ativas (Ácido Valproico, Valproato de Sódio e Divalproato de Sódio) e as formas e dosagens disponíveis. Tanto a marca original como as versões genéricas terapeuticamente equivalentes contêm as mesmas substâncias ativas.

P: O Depatec pode ser interrompido subitamente ou requer um desmame gradual? R: Os avisos regulamentares oficiais aconselham que os fármacos antiepiléticos não devem, geralmente, ser interrompidos de forma súbita. A interrupção abrupta da terapia acarreta o risco de aumentar potencialmente a frequência das convulsões.

P: É comum o Depatec causar mal-estar estomacal? R: Sim, os sintomas gastrointestinais estão listados como muito comuns. Os documentos regulamentares classificam efeitos como náuseas, vómitos, dor abdominal e diarreia como reações adversas muito comuns ou comuns associadas ao medicamento.

P: O Depatec afeta os padrões de sono? R: De acordo com a secção de reações adversas do róulo oficial, os efeitos secundários incluem tanto sonolência como insónia (incapacidade de dormir), indicando que o medicamento pode influenciar os padrões de sono.

P: Existem avisos especiais para pessoas que iniciam o Depatec? R: Sim, os documentos regulamentares oficiais contêm Advertências de destaque (Boxed Warnings) que alertam os doentes para o risco de lesões hepáticas graves e potencialmente fatais (hepatotoxicidade). Este risco é mais elevado durante os primeiros seis meses de utilização, sendo necessária uma monitorização rigorosa da função hepática quando o tratamento é iniciado.

Como Depatec deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Depatec

Os requisitos de conservação e eliminação do Depatec são rigorosamente definidos pelas informações regulamentares para manter a estabilidade e a eficácia do medicamento.


Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar abaixo de uma temperatura específica, como 25°C, salvo indicação em contrário. Não congelar.
Proteção Manter o medicamento na embalagem original (ex.: blíster, caixa) para o proteger da luz e da humidade.
Acesso Manter o Depatec fora da vista e do alcance das crianças.
Estabilidade O medicamento tem um prazo de validade definido. Se for aberto ou misturado, poderá ter um período de utilização mais curto, devendo qualquer porção não utilizada ser eliminada imediatamente.

Instruções de Eliminação

Não deite o Depatec no lixo doméstico nem o verta no cano ou na sanita. Todos os medicamentos não utilizados, fora do prazo de validade ou sobrantes, bem como os materiais residuais, devem ser eliminados de acordo com os regulamentos locais, geralmente através da devolução numa farmácia ou num programa autorizado de recolha de medicamentos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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