Delvosteron

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Delvosteron

O que é o Delvosteron? (Visão Geral)

Propriedade Descrição
Substância Ativa Proligestona
Forma Suspensão Aquosa Injetável
Classe Farmacológica Progestagénio Sintético
Titular da Autorização Intervet International / MSD Animal Health
Estatuto Medicamento Veterinário Sujeito a Receita Médica

O Delvosteron é uma marca amplamente reconhecida de um medicamento hormonal injetável utilizado exclusivamente na prática veterinária, servindo principalmente para a gestão dos ciclos reprodutivos de cadelas e gatas. A sua substância ativa é a proligestona, uma versão sintética da hormona natural progesterona. Sendo um medicamento sujeito a receita médica, a sua administração é efetuada por um médico veterinário para garantir a escolha do momento e da dosagem adequados.


Que Tipo de Composto é o Delvosteron?

A substância ativa proligestona é classificada como um progestagénio sintético, um composto desenvolvido para mimetizar a ação da progesterona natural do organismo. Estudos farmacológicos confirmam que esta configuração molecular específica permite que o Delvosteron seja administrado em diferentes fases do ciclo estral do animal com riscos minimizados em comparação com alguns progestagénios mais antigos. Esta diferença estrutural é um fator de diferenciação fundamental que fundamenta a sua utilização na gestão reprodutiva veterinária.


Para que é Utilizado o Delvosteron na Medicina Veterinária?

O objetivo terapêutico geral do Delvosteron é a gestão e supressão do ciclo estral (cio ou estro) em pequenos animais de companhia, como cães e gatos. É uma ferramenta essencial utilizada pelos médicos veterinários para oferecer aos proprietários uma opção não cirúrgica de controlo reprodutivo, através do adiamento ou da supressão total do cio. Adicionalmente, é frequentemente empregue no tratamento de condições como a pseudogestação (falsa gravidez) e certos tipos de problemas dermatológicos de origem hormonal, proporcionando alívio de sintomas associados a desequilíbrios hormonais.

Quais efeitos secundários são possíveis com Delvosteron?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Delvosteron (proligestona) está documentado oficialmente pelas autoridades reguladoras, descrevendo os tipos e a frequência das possíveis reações adversas.

Reações Adversas Oficiais e Agrupamentos Sistémicos

Os dados regulamentares categorizam os eventos adversos em classes de sistemas de órgãos, incluindo reações no local de injeção, alterações metabólicas e efeitos no sistema reprodutor. Os efeitos observados listados nos documentos regulamentares incluem uma breve reação de dor imediatamente após a administração, bem como reações locais, tais como um ligeiro adelgaçamento da pele, descoloração e perda de pelo (alopécia), que são classificadas como ocorrendo muito ocasionalmente.

Alterações metabólicas, tais como o aumento transitório do apetite, letargia e ganho de peso, são também observadas em alguns animais.

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

Reações adversas graves específicas estão documentadas na rotulagem oficial, centrando-se principalmente no sistema reprodutor. Estas incluem o potencial desenvolvimento de piometra (infeção uterina) e hiperplasia endometrial cística. O potencial para uma reação alérgica sistémica ou anafilática está também documentado como ocorrendo muito ocasionalmente.

As notas de segurança especificam contraindicações e a necessidade de precaução. O produto não deve ser administrado na presença de patologia uterina existente ou de insuficiência hepática. Além disso, a sua utilização não é recomendada durante a totalidade ou parte da gestação. São também assinaladas considerações específicas para animais com condições pré-existentes, como diabetes mellitus, e para cadelas previamente tratadas com outros progestagénios de depósito.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A secção relativa à sobredosagem e quando procurar ajuda para o Delvosteron detalha as manifestações oficialmente documentadas e as respostas de emergência obrigatórias para casos de excesso da substância ativa proligestona, conforme estabelecido na rotulagem regulamentar.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Os documentos regulamentares oficiais definem a consequência principal de uma sobredosagem de Delvosteron como um efeito hormonal funcional. O único sinal clínico conhecido, documentado nas informações oficiais de prescrição, é um atraso no período previsto para o regresso a um ciclo estral normal. Este desfecho reflete a ação prolongada do progestagénio sintético após a administração de uma dose que exceda a recomendação terapêutica. Não existem efeitos tóxicos sistémicos agudos, graves ou que coloquem a vida em risco (tais como crises cardiovasculares ou neurológicas) listados nas secções de sobredosagem regulamentares para este medicamento veterinário.

Medidas de Emergência e Tratamento

As informações oficiais de prescrição especificam a ação necessária em caso de sobredosagem. As orientações governamentais estabelecem que, se a sobredosagem for reconhecida, o tratamento é sintomático. Esta instrução regulamentar orienta os cuidados para a gestão dos sinais clínicos à medida que estes surgem.

Fundamentalmente, o perfil oficial de sobredosagem esclarece as limitações de uma intervenção imediata ao declarar explicitamente que não é recomendado qualquer tratamento específico ou antídoto para a sobredosagem por proligestona. A inexistência de um agente neutralizador específico significa que a gestão baseia-se na instituição de um tratamento sintomático e de suporte para abordar quaisquer alterações clínicas resultantes, exatamente como descrito pelas autoridades reguladoras.

Usos terapêuticos de Delvosteron

Factos Rápidos

  • Pode auxiliar no controlo temporário ou permanente do ciclo reprodutivo em cadelas e gatas.
  • Pode ser administrado para ajudar a prevenir os sinais clínicos associados à pseudogestação em cadelas.
  • Pode ser adequado para apoiar a gestão da dermatite miliar felina em gatos.
  • Utilizado em furas para o controlo de períodos prolongados de estro (cio).

O que o Delvosteron trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Delvosteron (proligestona) é um medicamento utilizado na prática veterinária para uma variedade de indicações em cadelas, gatas e furas. As suas utilizações focam-se principalmente no apoio à gestão do ciclo reprodutivo e de certas condições relacionadas.

Nas cadelas e gatas, é adequado para utilização no adiamento ou supressão do ciclo estral (cio). Isto oferece uma opção para a gestão reprodutiva temporária nestas espécies. O produto é também utilizado para ajudar a aliviar os sinais de nervosismo e a lactação que estão associados à pseudogestação (falsa gravidez) em cadelas.

Para os gatos, o Delvosteron pode ser incluído como uma medida de apoio na gestão da dermatite miliar felina (eczema miliar).

Nas furas, o fármaco é adequado para administração de modo a ajudar a prevenir complicações que podem surgir de períodos prolongados de estro, tais como potenciais infeções uterinas e a supressão da medula óssea. Esta utilização apoia a saúde geral da fura quando o ciclo de cio é persistente.

Para informações detalhadas sobre as indicações específicas aprovadas e a utilização correta, os médicos veterinários e os detentores de animais podem consultar o Resumo das Características do Medicamento (RCM) oficial das autoridades reguladoras de saúde.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Delvosteron?

O Delvosteron (proligestona) está oficialmente indicado para utilização exclusiva em fêmeas de cães, gatos e furões, conforme definido nos documentos regulamentares governamentais. A elegibilidade para a sua utilização é determinada estritamente pelo estado reprodutivo, idade e historial de saúde do animal, estabelecendo limites claros para o seu uso.

Populações que Não Devem Utilizar (Contraindicações)

A utilização deste medicamento é formalmente contraindicada e proibida em diversas situações fundamentais. O produto não deve ser administrado a animais grávidas sob circunstância alguma. Além disso, a sua utilização é proibida em cadelas que estejam em estro (cio) há três dias ou mais. A rotulagem regulamentar também proíbe o uso em cadelas que já tenham sido tratadas para o episódio atual de pseudogestação com outros estrogénios ou progestagénios.

Restrições de Elegibilidade e Precauções

Aplicam-se restrições populacionais específicas a certos grupos etários e condições clínicas. O medicamento não é geralmente aconselhado para cadelas antes do seu primeiro estro (pré-puberdade), e a utilização no primeiro estro não é normalmente recomendada. O Delvosteron deve ser utilizado com precaução em animais diabéticos, uma vez que as orientações regulamentares exigem uma monitorização cuidadosa dos níveis de glicémia após a administração. Caso ocorra uma recorrência de pseudogestação após uma segunda dose, não é oficialmente recomendado qualquer tratamento hormonal adicional.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As informações regulamentares oficiais relativas ao Delvosteron (proligestona) detalham condicionantes de interação específicas no que respeita à administração concomitante de outros produtos medicinais, focando-se principalmente em agentes hormonais, metabólicos e de suporte.

Restrições de Interação Documentadas

O produto está sujeito a uma restrição por contraindicação relativamente à terapia hormonal simultânea. É oficialmente proibida a coadministração com estrogénios ou outros progestagénios caso estas substâncias tenham sido utilizadas para tratar o episódio atual de pseudogestação (falsa gravidez) em cadelas.

Considerações Metabólicas e Farmacodinâmicas

Está documentada uma interação metabólica específica referente à utilização de insulina. A administração de Delvosteron pode levar a um aumento das necessidades de insulina em animais diabéticos. Este é um cenário oficial de precaução na utilização, que exige uma observação cuidadosa dos níveis de glicémia no animal durante um período definido após a aplicação da dose.

Adicionalmente, existe uma condicionante farmacodinâmica relativa aos glucocorticoides. O perfil oficial do produto sugere que a coadministração de glucocorticoides pode ser necessária se um animal que receba Delvosteron para o adiamento permanente do cio for, posteriormente, sujeito a um fator de stresse fisiológico significativo, como traumatismo grave, stresse intenso ou cirurgia de grande porte.

Mecanismo de ação

Mecanismo de Ação do Delvosteron

O Delvosteron contém a substância ativa proligestona, uma hormona sintética que pertence ao grupo dos progestagénios. Esta substância atua mimetizando os efeitos da progesterona natural no organismo do animal, intervindo diretamente na regulação do ciclo reprodutivo.

A proligestona funciona através da supressão da libertação das hormonas gonadotróficas pela glândula pituitária. Ao inibir a secreção destas hormonas, o medicamento impede o desenvolvimento dos folículos nos ovários e, consequentemente, evita a ocorrência do estro (cio). Esta ação bloqueia as alterações hormonais e comportamentais típicas do ciclo reprodutivo, permitindo o controlo ou o adiamento da fertilidade em fêmeas de várias espécies, como cadelas e gatas.

Além da supressão do ciclo, o Delvosteron induz alterações no revestimento do útero e no muco cervical, criando um ambiente que não é favorável à progressão do ciclo estral. A formulação de libertação prolongada permite que a substância ativa seja absorvida gradualmente a partir do local da injeção, mantendo níveis hormonais eficazes durante um período alargado para assegurar a interrupção contínua da atividade reprodutiva conforme planeado pelo médico veterinário.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Delvosteron

O Delvosteron é um medicamento de uso veterinário que se apresenta como uma suspensão aquosa injetável, contendo 100 mg/ml de proligestona. A sua administração está estritamente limitada à via subcutânea (sob a pele) em cães, gatos e furões, conforme as informações oficiais de prescrição.

A administração adequada requer a observância de passos procedimentais específicos. O frasco deve ser bem agitado antes da utilização para garantir que a suspensão se apresente uniforme. A injeção deve ser aplicada com equipamento estéril e colocada em áreas anatómicas específicas, tais como o pescoço ou a face interna da coxa. As orientações de procedimento especificam que o produto não deve ser depositado por via intradérmica ou em tecido cicatricial, devendo o local da injeção ser massajado após a aplicação para auxiliar na dispersão do produto.

O regime de dosagem depende do ciclo e é invariável. Por exemplo, em cadelas submetidas ao adiamento permanente do ciclo estral, a administração segue um esquema estruturado de várias fases: as duas primeiras injeções são aplicadas com 3 meses de intervalo, a terceira é administrada 4 meses depois e as injeções de manutenção subsequentes são aplicadas em intervalos regulares de 5 meses. Para a supressão de um cio já existente, administra-se uma única injeção no início do pró-estro. Para condições como a dermatite miliar felina, uma dose de 1,5 ml pode ser repetida 14 dias mais tarde, sendo que a manutenção é, por vezes, necessária em intervalos de 4 meses. Estas instruções oficiais definem a preparação necessária, a técnica de aplicação e os intervalos de tempo precisos para a utilização pretendida do medicamento.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Delvosteron


Evidência na Gestão do Ciclo Estral em Cães e Gatos

A investigação analisou a proligestona com o intuito de explorar o adiamento temporário e a supressão completa do estro (comumente conhecido como cio ou chamamento). A investigação tem assumido principalmente a forma de ensaios clínicos de campo em diversos contextos veterinários, a par de estudos clínicos não comparativos.

Os investigadores analisaram alterações nos resultados relacionados com o desconforto físico e sinais comportamentais do estro. Monitorizaram também a duração do período de repouso ovárico induzido artificialmente e o intervalo de tempo até que o próximo ciclo estral regressasse naturalmente após a administração. Para cães, estudos de longo prazo que exploraram a utilização de duração prolongada descreveram padrões em que o intervalo entre a última injeção e o regresso do cio foi observado, em alguns estudos, como estando num intervalo de 6 a 7 meses.


Evidência na Gestão de Condições Reprodutivas Específicas

A investigação explorou a aplicação do produto em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas ligadas a alterações hormonais, tais como a pseudogestação (falsa gravidez) em cadelas e complicações decorrentes do estro prolongado em furões.

Investigação sobre Pseudogestação em Cadelas

Os resultados de ensaios clínicos foram avaliados em cadelas que apresentavam sinais evidentes de pseudogestação. Os estudos focaram-se em resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, analisando alterações tanto nas manifestações comportamentais (como nervosismo e comportamentos de nidificação) quanto nos sinais físicos (como a lactação). Os resultados que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade são avaliados com base na avaliação clínica e subjetiva dos sinais, o que constitui uma limitação fundamental da investigação.

Investigação sobre o Estro Prolongado em Furões

Estudos comparativos analisaram a duração do anestro induzido e o potencial para prevenir certos resultados através da monitorização do esforço fisiológico ou stresse que pode estar associado ao estro prolongado. A investigação comparativa explorou padrões na duração média do repouso ovárico, que foi de aproximadamente 99 dias num estudo.


O Que Ainda É Incerto Sobre o Delvosteron

A evidência destaca o que é conhecido — e o que ainda é incerto. Escasseia evidência comparativa para certas utilizações, uma vez que poucos ensaios controlados e aleatorizados de larga escala, que comparem a proligestona com placebo ou com a gestão veterinária padrão não hormonal, se encontram detalhados publicamente. Existe informação limitada sobre resultados a longo prazo relativos aos efeitos da administração repetida ao longo de muitos ciclos reprodutivos, incluindo a consistência do regresso à fertilidade.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Delvosteron (FAQ)


P: Quais são os efeitos secundários comunicados mais comuns associados ao Delvosteron?

De acordo com a literatura oficial sobre reações adversas, alguns dos efeitos mais frequentemente relatados incluem uma sensação temporária de letargia (prostração). O aumento transitório do apetite, associado ao ganho de peso, é também um efeito comummente comunicado.

P: O aumento de peso ou do apetite são expectativas frequentes ao utilizar o Delvosteron?

A informação regulamentar indica que pode ser observado um aumento passageiro do apetite durante a utilização do produto. Segundo os relatórios oficiais de reações adversas, este aumento do apetite está associado ao potencial de ganho de peso em alguns animais.

P: Existem efeitos secundários documentados que sejam raros mas graves?

A lista oficial de reações adversas documenta vários efeitos graves associados ao medicamento. Estes incluem o desenvolvimento de alterações uterinas (como a piometra) e certas doenças das glândulas mamárias. Adicionalmente, em casos muito raros, pode ocorrer uma reação alérgica súbita e grave, denominada reação anafilática sistémica.

P: O Delvosteron costuma causar reações locais no local da injeção?

As informações oficiais do produto indicam que pode ser notada alguma dor imediatamente após a injeção. Além disso, os documentos regulamentares referem que podem desenvolver-se ocasionalmente reações locais ligeiras, que podem incluir alterações temporárias na pele, como adelgaçamento, descoloração e perda de pelo no local da injeção.

P: O Delvosteron é classificado como uma opção de tratamento a curto ou a longo prazo?

Segundo as diretrizes oficiais de utilização, o Delvosteron é utilizado tanto para necessidades de curto como de longo prazo. Isto inclui injeções únicas para a supressão temporária do ciclo, bem como injeções repetidas administradas durante um período prolongado para o adiamento permanente dos ciclos.

P: Que informação existe sobre os efeitos do Delvosteron na função hepática?

As orientações oficiais sobre a elegibilidade são específicas quanto à função hepática. Os documentos regulamentares declaram que o Delvosteron é contraindicado em qualquer animal com historial de doença hepática. O termo 'contraindicado' descreve condições em que o produto, por norma, não deve ser administrado.

P: Quais são as contraindicações para o uso de Delvosteron, baseadas no historial do animal?

Os documentos regulamentares estabelecem que um historial de doença do trato reprodutor, doença mamária ou doença hepática representa uma contraindicação para a utilização. O medicamento é também contraindicado quando outros tratamentos hormonais já tenham sido utilizados para gerir o episódio atual de pseudogestação.

P: Animais com historial de certos tipos de tumores podem utilizar o Delvosteron?

Os avisos oficiais estabelecem que o uso é contraindicado se existir qualquer historial de doença mamária ou do trato reprodutor. Esta informação baseia-se nas diretrizes oficiais de utilização e elegibilidade.

P: O Delvosteron é adequado para animais que se pretenda que venham a conceber no futuro?

A orientação oficial aconselha que a utilização deste medicamento não é recomendada para animais destinados à reprodução futura. Isto deve-se à ação pretendida do fármaco de supressão do ciclo.

P: Qual é o tempo previsto para se começarem a notar os efeitos do Delvosteron?

A informação oficial descreve o cronograma típico quando o produto é utilizado para a supressão do ciclo. Nestes casos, os sinais visíveis do cio, tais como o inchaço vulvar ou hemorragia, regridem geralmente por completo num prazo de 5 dias após a administração da dose.

P: Que informação existe sobre o regresso ao estado normal após a interrupção do Delvosteron?

A literatura clínica oficial indica que o regresso ao ciclo estral pré-tratamento é muito variável. Dependendo da fase do ciclo em que o medicamento foi administrado pela primeira vez, o regresso ao estado normal pode potencialmente ser retomado após dias, semanas ou meses.

P: Existem grupos etários específicos ou populações para os quais o Delvosteron não é habitualmente aconselhado?

As informações oficiais de prescrição indicam que o medicamento não é geralmente aconselhado para utilização antes de o animal ter tido o seu primeiro estro (ciclo de cio).

P: Existem estudos que analisem o perfil de segurança a longo prazo do Delvosteron?

Embora não sejam referenciados estudos específicos nos resumos gerais, o rótulo regulamentar descreve regimes de dosagem para o adiamento permanente do cio. Também especifica reações adversas associadas ao uso prolongado, tais como alterações uterinas e doenças das glândulas mamárias, sugerindo que a segurança foi examinada neste contexto.

P: O Delvosteron pode afetar os resultados de análises ao sangue ou testes laboratoriais?

Os avisos oficiais confirmam que o medicamento pode afetar certos valores laboratoriais. O rótulo regulamentar aconselha especificamente que, em animais diabéticos, é indicada a observação cuidadosa dos níveis de insulina no sangue e de açúcar na urina após a dosagem, devido a uma possível interação.

P: Quais são os sinais documentados de que o medicamento pode não estar a funcionar como esperado?

Os avisos oficiais documentam sinais de que o produto pode não estar a funcionar conforme pretendido. Estes sinais incluem uma duração do adiamento mais curta do que o antecipado, ou a falha na regressão total dos sinais físicos do cio (como o inchaço vulvar) nos cinco dias seguintes a uma injeção de supressão.

P: É normal sentir letargia temporária ou alterações nos níveis de energia após uma administração?

Os relatórios regulamentares de reações adversas referem que pode ser observada uma sensação temporária de letargia (prostração ou diminuição de energia) em alguns animais tratados com o produto. Este é um efeito relatado reconhecido, mas não grave.

P: Como é descrita a segurança do Delvosteron para uso durante a gestação ou lactação?

Os documentos regulamentares oficiais estabelecem que a utilização do medicamento não é recomendada durante a gestação. Além disso, as instruções de manuseamento especificam que a administração do produto por pessoas que estejam grávidas ou a tentar engravidar deve ser evitada devido a preocupações de segurança.

P: Existe risco de desenvolver uma intolerância temporária ou alergia ao Delvosteron?

Os documentos regulamentares reconhecem o risco de desenvolvimento de uma intolerância temporária ou alergia. A informação do produto refere que, em casos muito raros, pode ocorrer uma reação alérgica localizada ou sistémica (em todo o corpo), conhecida como reação anafilática.

P: Quais são os ingredientes do Delvosteron além da componente farmacêutica ativa?

O rótulo oficial descreve o Delvosteron como uma suspensão injetável estéril, aquosa (à base de água), de cor branca a esbranquiçada. O ingrediente ativo é a Proligestona. Embora a lista completa de componentes inativos não seja fornecida nos resumos gerais, os documentos regulamentares confirmam a sua forma farmacêutica como uma suspensão especializada.

Como Delvosteron deve ser armazenado e descartado?

A conservação e a eliminação do Delvosteron (proligestona, suspensão injetável) devem seguir rigorosamente os requisitos regulamentares para manter a integridade e a segurança do produto.

Condições Oficiais de Armazenamento

Item Requisito
Temperatura Conservar abaixo de 25 °C; não refrigerar nem congelar.
Proteção Manter o frasco dentro da cartonagem exterior para proteger o conteúdo da luz.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Eliminação

O prazo de validade do produto fechado é, geralmente, de 3 anos. Após a primeira abertura do frasco, o medicamento deve ser utilizado de imediato e qualquer produto restante deve ser eliminado. O Delvosteron não utilizado e os materiais de desperdício devem ser eliminados de acordo com os regulamentos locais, com a restrição explícita de que o produto não deve contaminar cursos de água.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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