DAC

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DAC

Método de ação: Alkylating, Antitumour, Cytostatic

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de DAC

O que é o DAC? Definição e Classificação

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Dacarbazina
Forma Pó liofilizado para solução injetável
Classe Farmacológica Agente Antineoplásico, Agente Alquilante
Objetivo Geral Controlo sistémico da proliferação celular anómala
Origem Análogo Sintético, Derivado da Triazena

Que Tipo de Medicamento é o DAC (Dacarbazina)?

O DAC é o nome comercial do agente antineoplásico sintético Dacarbazina, classificado farmacologicamente como um agente alquilante e um derivado da triazena. Este medicamento atua como um pró-fármaco, o que significa que o composto administrado requer uma ativação metabólica no interior do organismo para se tornar totalmente eficaz. A Dacarbazina funciona essencialmente danificando o ADN das células, especificamente através da inibição da síntese do ADN. Estudos farmacológicos extensos sustentam este mecanismo de ação fundamental, confirmando o seu papel na interrupção do ciclo de proliferação das células cancerígenas.

A Dacarbazina é um produto de substância única e um análogo sintético considerado um Medicamento Essencial, o que sublinha a sua importância clínica. A sua classificação como agente alquilante define o seu papel único como um agente causador de danos no ADN, concebido fundamentalmente para interferir com o material genético de células que se dividem rapidamente.


Composição e Forma de Administração

O DAC é fornecido como um pó liofilizado estéril num frasco para injetável, uma forma que exige uma preparação cuidadosa antes de poder ser administrado. Dado que é mal absorvido pelo trato digestivo, o pó deve ser precisamente dissolvido, ou reconstituído, numa solução aquosa estéril adequada para entrega clínica.

A via de administração exclusiva para este medicamento é a parentérica, especificamente através de injeção ou infusão intravenosa (IV) em ambiente clínico. Esta forma assegura que a dose total e precisa de Dacarbazina é entregue de forma rápida e direta na circulação sistémica, permitindo a biodisponibilidade elevada e completa necessária para o efeito citotóxico sistémico pretendido.


Objetivo Geral de um Agente Alquilante

O objetivo geral da Dacarbazina, enquanto agente alquilante, é exercer um efeito inibitório profundo na proliferação de células malignas por todo o corpo. Esta ação envolve o metabolito ativo, que modifica quimicamente e cria ligações cruzadas no ADN das células em divisão rápida. Este mecanismo é clinicamente reconhecido como eficaz para o controlo de fases avançadas de doenças onde é necessária uma intervenção sistémica rápida contra a replicação celular.

Ao criar danos irreparáveis e ao perturbar o código genético da célula, o DAC bloqueia eficazmente a replicação das células anómalas e força-as a entrar em apoptose (morte celular programada). Esta interferência dirigida ao ciclo celular serve o objetivo primordial de controlar e reduzir a carga sistémica do crescimento celular agressivo, o que constitui um cenário de utilização típico para esta classe de medicamentos.

Quais efeitos secundários são possíveis com DAC?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do daclizumab é definido primordialmente pelo risco documentado de reações adversas graves, por vezes fatais, conforme destacado nos avisos regulamentares oficiais.

Reações Adversas Graves e Clinicamente Significativas

Os riscos de segurança mais graves incluem a lesão hepática grave, que se pode manifestar como hepatite autoimune e, em certos casos, levar a insuficiência hepática ou morte. Este risco está documentado tanto durante o tratamento como até seis meses após a última dose.

Outro domínio de segurança relevante envolve distúrbios imunomediados graves que afetam múltiplos sistemas de órgãos. Estas condições, que podem ocorrer durante o tratamento e após a sua descontinuação, incluem reações cutâneas graves (como a dermatite esfoliativa), colite e distúrbios inflamatórios do sistema nervoso central (como encefalite ou meningoencefalite).

Estão também oficialmente registadas reações adversas psiquiátricas graves, incluindo o aparecimento ou agravamento de depressão e casos de ideação ou comportamento suicida.

Restrições de Segurança e Monitorização

O medicamento está contraindicado em doentes com doença hepática pré-existente ou compromisso hepático, como a elevação das enzimas hepáticas (ALT ou AST 2 vezes acima do Limite Superior do Normal - LSN), e em doentes com antecedentes de hipersensibilidade aos componentes do fármaco.

Devido à gravidade dos riscos, as autoridades regulamentares exigiram medidas de segurança rigorosas. Estas incluem a monitorização mensal obrigatória das transaminases séricas (ALT e AST) e da bilirrubina total, tanto durante a duração do tratamento como durante os seis meses após a dose final. Este medicamento é, geralmente, reservado para doentes que tenham tido uma resposta inadequada ou que não tolerem terapias alternativas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem de DAC e Quando Procurar Ajuda

A dactinomicina (DAC) é um agente quimioterápico potente e uma sobredosagem pode levar a complicações graves e potencialmente fatais devido à sua elevada toxicidade. Dado que a DAC é administrada por via intravenosa em contexto clínico, uma sobredosagem acidental é geralmente gerida por profissionais de saúde; contudo, é fundamental que os doentes estejam conscientes dos efeitos tóxicos graves.

Sinais e Sintomas de Sobredosagem

Os sintomas após uma sobredosagem de DAC são primordialmente uma exacerbação dos seus efeitos secundários graves conhecidos, afetando particularmente as células de divisão rápida. Estes podem incluir:

  • Mielossupressão Grave: Contagens de células sanguíneas profundamente baixas, que podem levar a infeções graves (febre, calafrios, dor de garganta), hemorragias significativas (hematomas invulgares, fezes pretas ou tipo alcatrão, sangue na urina ou nas fezes) e anemia grave (fadiga extrema, palidez).
  • Toxicidade Gastrointestinal: Náuseas e vómitos graves, diarreia persistente e úlceras dolorosas na boca e na garganta (mucosites/glossites).
  • Toxicidade Hepática: Sinais de disfunção hepática, que podem incluir o amarelecimento da pele ou dos olhos (icterícia) e dor na parte superior direita do abdómen.

Quando Procurar Assistência Médica de Emergência

A sobredosagem de DAC é uma emergência médica. Uma vez que a DAC é apenas administrada por profissionais de saúde, o risco de sobredosagem é gerido prioritariamente no ambiente clínico. No entanto, se um doente tiver tido alta e apresentar quaisquer sintomas graves ou invulgares, ou se um cuidador suspeitar de um erro na administração, deve contactar imediatamente o Centro de Informação Antivenenos ou procurar ajuda médica de emergência (por exemplo, ligar para o 112 ou para os serviços de emergência locais).

O tratamento para a sobredosagem de DAC é de suporte, centrando-se na gestão dos efeitos graves na medula óssea, no fígado e no trato gastrointestinal, podendo envolver transfusões de sangue ou medicação antiemética.

Usos terapêuticos de DAC

O que o DAC trata: Principais Utilizações e Benefícios

A Dacarbazina é aplicada prioritariamente em regimes terapêuticos para cancros altamente agressivos e avançados. Este medicamento é utilizado na gestão do melanoma maligno metastático e pode integrar estratégias de terapêutica combinada para o Linfoma de Hodgkin. É geralmente considerada relevante em condições que envolvem malignidade celular disseminada.


Âmbito Terapêutico e Benefício para o Doente

O medicamento desempenha um papel na gestão de condições caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas e faz parte da estratégia terapêutica para neoplasias malignas agressivas, incluindo o melanoma metastático, o Linfoma de Hodgkin e determinados sarcomas das partes moles. O propósito terapêutico principal foca-se no controlo da condição agressiva subjacente, o que contribui indiretamente para o conforto do doente ao reduzir a carga sintomática global.

Este benefício paliativo pode auxiliar no alívio de manifestações comuns da patologia maligna avançada, tais como a febre persistente, a fadiga oncológica profunda e a dor causada por massas tumorais. O DAC é frequentemente utilizado em áreas onde é necessário suporte sintomático adicional. Isto proporciona um apoio que ajuda a atenuar a carga total de sintomas e contribui para uma melhoria do conforto diário durante os períodos sintomáticos.


Facto Rápido: Alívio da Sobrecarga Sistémica O medicamento é aplicado para gerir conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, ajudando os doentes a lidar de forma mais estável com manifestações como a fadiga e a febre causadas pela doença avançada.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar DAC (Dacarbazina) — Informação Regulamentar Oficial

A elegibilidade para o tratamento com dacarbazina é estritamente definida por documentos regulamentares, que estabelecem critérios claros de utilização e proibições absolutas.

Âmbito de Elegibilidade

Populações para as quais a utilização é permitida:

  • Doentes adultos com melanoma maligno metastático.
  • Doentes adultos com Linfoma de Hodgkin e certos sarcomas dos tecidos moles avançados.

Populações para as quais a utilização é contraindicada:

  • Doentes com hipersensibilidade conhecida à dacarbazina.
  • Mulheres grávidas ou a amamentar.
  • Doentes com doenças hepáticas graves (compromisso hepático grave).
  • Doentes com doenças renais graves (compromisso renal grave).
  • Doentes com leucopenia e/ou trombocitopenia graves pré-existentes (mielossupressão grave).

Regras de elegibilidade relacionadas com a idade:

  • A utilização em crianças e adolescentes com menos de 15 anos de idade não está estabelecida e não é recomendada pelas entidades reguladoras.

Restrições relacionadas com a elegibilidade:

  • Mulheres com potencial reprodutivo devem utilizar contraceção eficaz durante o tratamento e nos seis meses seguintes ao seu término. Os homens devem também utilizar contraceção durante os três meses após a dose final.

Ligação ao perfil global de elegibilidade

Os documentos regulamentares definem que a dacarbazina é geralmente reservada para as populações adultas aprovadas que cumpram os critérios necessários de função orgânica e hematológica. A elegibilidade é restringida com base na rotulagem oficial, que proíbe a utilização durante a gravidez, lactação e em casos de compromisso orgânico grave.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve o perfil de interações oficialmente documentado para a Dacarbazina (DAC), baseando-se estritamente na informação regulamentar de prescrição.


Restrições e Avisos Oficiais de Interação

Classificação Produto/Categoria que Interage Declaração Regulamentar
Contraindicado Vacinas Vivas/Vivas Atenuadas Devem ser evitadas devido ao risco documentado de infeção generalizada grave ou fatal em doentes imunocomprometidos.
Intervalo Necessário Fotemustina A administração de DAC deve ser separada deste medicamento por pelo menos uma semana, a fim de atenuar o risco de toxicidade pulmonar aguda grave.

Interações Farmacológicas Documentadas

A administração conjunta de DAC com certos medicamentos pode resultar em toxicidades aditivas documentadas ou em alterações na forma como a DAC é processada pelo organismo.

  • Toxicidades Aditivas: A utilização de DAC juntamente com outros agentes antineoplásicos, radioterapia ou outros depressores da medula óssea está documentada como causa de um risco aditivo de mielossupressão (redução das contagens sanguíneas) e de um aumento da toxicidade hepática.
  • Imunossupressores: O uso concomitante com agentes como a Ciclosporina ou o Tacrolimus pode resultar numa imunossupressão excessiva e no potencial de linfoproliferação.
  • Alteração da Exposição: A administração de Interleucina-2 (IL-2) está oficialmente assinalada por alterar a farmacocinética da DAC, resultando num aumento da depuração (clearance) e do volume de distribuição.
  • Efeitos Enzimáticos: Refere-se que a DAC inibe a Xantina Oxidase, o que pode, teoricamente, potenciar a atividade de inibidores coadministrados, como o Alopurinol.

Notas sobre Interações em Populações Específicas

A informação regulamentar indica que a eliminação da DAC é prolongada em doentes que apresentem, simultaneamente, compromisso renal e hepático. No entanto, não existem atualmente diretrizes validadas para o ajuste da dose nesta população específica.

Mecanismo de ação

Ativação do Pró-fármaco e Alvo Final

A dacarbazina é um pró-fármaco que requer uma conversão metabólica obrigatória, realizada principalmente pelas enzimas hepáticas P450, para gerar o ião diazónio de metilo, altamente reativo. Esta transformação é a primeira etapa crítica, dando origem ao agente ativo final que ataca quimicamente o material genético da célula.


Alquilação e Interrupção da Integridade do ADN

A espécie ativada funciona como um agente alquilante, ligando-se covalentemente aos resíduos de guanina no ADN para formar aduções estáveis e ligações cruzadas. Esta modificação química obstrui fisicamente as enzimas necessárias para a síntese do ADN, resultando numa profunda instabilidade genómica e interferindo com a replicação em células de divisão rápida.


Paragem do Ciclo Celular e Indução da Apoptose

Os danos irreparáveis no ADN ativam os pontos de controlo do ciclo celular (por exemplo, paragem em G2/M) que, quando sobrecarregados, ativam a via intrínseca da apoptose. Este processo controlado e sistemático conduz à eliminação programada das células danificadas, sendo esta a consequência fisiológica responsável pela modulação da dinâmica das populações celulares caracterizadas por uma divisão rápida.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais para a Administração da Dacarbazina

A dacarbazina é uma terapia especializada cuja utilização é estritamente regulada por instruções normativas precisas, que incluem o contexto da administração, a via de entrega e o cronograma dos ciclos terapêuticos.


Âmbito da Administração

Característica Diretriz
Via de Administração Exclusivamente por via intravenosa (IV), através de injeção ou perfusão.
Esquema Posológico (Regimes) Definido pela indicação clínica em ciclos intermitentes: Por exemplo, 250 mg/m² diariamente durante cinco dias com repetição a cada três semanas, ou 375 mg/m² no 1.º dia com repetição a cada 15 dias (regime de Hodgkin).
Relação com as Refeições Pode ser recomendado o jejum (restrição da ingestão oral) durante as 4 a 6 horas que antecedem a administração.
Requisitos de Preparação O pó liofilizado deve ser reconstituído e pode ser posteriormente diluído com cloreto de sódio a 0,9% ou glicose a 5%.
Regras por Faixa Etária Geralmente, não é necessário um ajuste específico da dose em adultos mais velhos apenas com base na idade. A utilização pediátrica não é, por norma, recomendada.
Condições Procedimentais Especiais Deve ser administrada sob a supervisão de um médico especialista; as soluções devem estar protegidas da luz durante todo o processo de perfusão.

Estrutura do Procedimento e Protocolo de Utilização

Sequência oficial de etapas (Requisitos Principais):

  • Verificação da função renal do doente para determinar se é necessária uma redução percentual fixa na dose.
  • Reconstituição e diluição da solução de acordo com os requisitos de concentração específicos, garantindo que a solução final se mantém protegida da luz.
  • Administração por via intravenosa, respeitando rigorosamente a taxa de perfusão exigida: injeção intravenosa lenta (para doses menores) ou perfusão entre 15 a 30 minutos (para doses maiores).

As instruções oficiais estabelecem um quadro normativo preciso e vinculativo que define a dacarbazina como uma terapia intravenosa cíclica, de administração hospitalar e sob supervisão especializada. Estas regras determinam os passos exatos de preparação, o tempo de perfusão e os cálculos de dosagem necessários para a entrega correta do fármaco, incluindo as modificações necessárias em caso de compromisso renal.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos recentes e dados de vida real têm demonstrado consistentemente a elevada eficácia do daclatasvir no tratamento da hepatite C crónica. A evidência principal foca-se na sua utilização em combinação com outros antivirais de ação direta, especificamente o sofosbuvir, revelando taxas de resposta virológica sustentada (RVS) que frequentemente excedem os 90% após 12 semanas de tratamento. Esta combinação provou ser eficaz numa vasta gama de genótipos do vírus e em diversos perfis de doentes, incluindo aqueles que não responderam a tratamentos anteriores.

Investigações realizadas em contexto hospitalar e programas de acesso universal em Portugal confirmam os resultados observados em ensaios controlados. Os dados indicam que a terapêutica é eficaz mesmo em subgrupos de doentes considerados historicamente mais difíceis de tratar, como pessoas com cirrose hepática ou com coinfecção por VIH. Nestes casos, embora a presença de cirrose avançada possa exigir um acompanhamento mais rigoroso, as taxas de cura mantêm-se significativamente elevadas quando comparadas com as terapias baseadas em interferão.

Além da eficácia, a evidência clínica destaca o perfil de segurança favorável do daclatasvir. Os estudos reportam uma baixa incidência de efeitos adversos graves e uma taxa reduzida de descontinuação do tratamento por intolerância. Em populações específicas, como doentes transplantados hepáticos, o daclatasvir demonstrou ser uma opção terapêutica viável, com um impacto positivo na recuperação clínica e na eliminação da carga viral, consolidando o seu papel como um componente essencial nos regimes de tratamento atuais para a hepatite C.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o DAC (FAQ)


P: O DAC interage com o álcool e qual é a gravidade do risco?

R: As informações oficiais do produto aconselham a que produtos hepatotóxicos (que podem danificar o fígado) e o álcool sejam evitados durante a realização de quimioterapia. Isto deve-se ao potencial aumento do risco de toxicidade hepática, que é um efeito secundário grave deste tratamento.


P: O DAC pode ser triturado ou partido se alguém tiver dificuldade em engolir comprimidos?

R: Não, este medicamento não está disponível sob a forma de comprimido ou pílula. É fornecido como um pó que deve ser precisamente reconstituído e administrado exclusivamente por via intravenosa (IV) (injeção ou perfusão) num contexto clínico. Não está aprovado nem formulado para ser tomado por via oral.


P: O DAC acumula-se no organismo ao longo do tempo?

R: A informação regulamentar indica que a terapia a longo prazo com este tipo de medicamento pode causar toxicidade cumulativa na medula óssea (efeitos na produção de células sanguíneas). Esta possível depressão da medula óssea requer uma monitorização cuidadosa das contagens sanguíneas ao longo dos ciclos de tratamento.


P: Tomar DAC pode causar tonturas ou sensação de cabeça leve?

R: Os relatórios oficiais mostram que sentir tonturas ou a sensação de cabeça leve foi documentado como uma reação adversa ocasional em alguns doentes. Os doentes que sintam isto são habitualmente aconselhados a reportar o sintoma à sua equipa de saúde, uma vez que pode, por vezes, indicar uma reação imediata ou um problema subjacente.


P: É normal ter um ligeiro mal-estar estomacal ao iniciar o DAC?

R: Sim, os efeitos secundários comuns incluem frequentemente náuseas e vómitos, especialmente durante os dois primeiros dias após a administração. A informação oficial sugere que estes efeitos digestivos diminuem tipicamente após o primeiro ou segundo dia do ciclo de tratamento.


P: Porque é que algumas pessoas dizem que o DAC as deixou cansadas?

R: O cansaço, ou fadiga, é relatado como um sintoma comum associado ao tratamento. Além disso, a fadiga também pode ser um sinal de uma contagem baixa de glóbulos vermelhos (anemia), que é uma toxicidade comum que a equipa de saúde do doente monitoriza ao longo da terapia.


P: O DAC é considerado um tratamento de longa ou curta duração?

R: Este medicamento é administrado em ciclos intermitentes, não como um tratamento diário contínuo. A duração total da terapia não é fixa e é decidida individualmente pelo especialista assistente com base na doença específica, na forma como o doente responde e na sua capacidade de tolerar o medicamento.


P: Os efeitos secundários iniciais do DAC são temporários?

R: Para efeitos secundários comuns, como o mal-estar estomacal (náuseas e vómitos), as informações de segurança oficiais indicam que estes são mais proeminentes com a primeira dose e espera-se geralmente que diminuam após o primeiro ou segundo dia de tratamento.


P: O DAC causa alterações no humor ou ansiedade?

R: Embora raro, as informações de segurança oficiais destacam o risco de reações adversas psiquiátricas graves, incluindo depressão nova ou agravada e, em instâncias raras, ideação ou comportamento suicida. Outras perturbações do sistema nervoso menos graves, como confusão, também estão documentadas.


P: O DAC pode causar sensibilidade da pele ao sol?

R: Sim, a fotossensibilidade está listada como um efeito secundário pouco comum deste medicamento. Fotossensibilidade significa uma sensibilidade aumentada ou invulgar à luz solar. Devido a este risco, são frequentemente recomendadas pela equipa de saúde medidas de proteção contra a exposição solar.


P: Quanto tempo se costuma permanecer em tratamento com DAC?

R: Como tratamento oncológico, a duração da terapia depende inteiramente da eficácia no doente individual (quão bem o tratamento funciona) e da tolerabilidade. O especialista assistente determina a duração total; não é uma duração padronizada ou fixa para todos os doentes.


P: Existe risco de ganho ou perda de peso enquanto se toma DAC?

R: A perda de apetite (anorexia) e a subsequente perda de peso são efeitos secundários muito comuns relatados durante o tratamento. Quaisquer alterações significativas no apetite ou no peso são tipicamente documentadas e revistas pela equipa de saúde do doente.


P: São necessárias análises ao sangue regulares enquanto se está a tomar DAC?

R: Sim, é necessária a monitorização frequente e obrigatória das suas contagens sanguíneas ao longo da terapia. Isto inclui a monitorização de glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas, além da monitorização regular da função hepática e renal.


P: Existem efeitos a longo prazo conhecidos por tomar DAC durante muitos anos?

R: Os avisos oficiais referem que, como o medicamento é um agente alquilante, existe um risco reconhecido e retardado de neoplasias secundárias (outros tipos de cancro) que podem surgir meses ou anos após o tratamento. Isto inclui o potencial para certos tipos de leucemia.


P: As dores de cabeça são um efeito secundário comum relatado com o DAC?

R: As dores de cabeça estão documentadas como uma potencial reação adversa. A informação oficial de prescrição pode classificá-las como raras, embora possam ainda assim ocorrer. Os doentes que sintam dores de cabeça devem discutir o assunto com a sua equipa de saúde.

Como DAC deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar a Dacarbazina (DAC)

A conservação e a eliminação da dacarbazina (DAC) devem cumprir rigorosamente os requisitos regulamentares, concebidos para manter a estabilidade do produto e garantir o manuseamento seguro deste agente citotóxico.


Requisitos de Conservação

Estado do Produto Temperatura e Proteção Necessária
Pó não reconstituído Conservar no frigorífico (2°C a 8°C) e proteger da luz.
Solução reconstituída Estável até 72 horas a 4°C ou 8 horas à temperatura ambiente, devendo permanecer protegida da luz.

Manuseamento e Eliminação

A DAC é classificada como um agente citotóxico, o que exige um manuseamento especializado por pessoal qualificado e a adesão aos procedimentos oficiais para fármacos anticancerígenos. O produto não utilizado e os materiais contaminados não devem ser eliminados no lixo doméstico ou em águas residuais. O produto deve também ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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