Covir

Links rápidos para seções importantes

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Covir

O que é o Covir? Visão Geral do Medicamento Antiviral

Propriedade Descrição
Princípio ativo Aciclovir (Aciclovirum)
Forma Comprimido, Cápsula, Suspensão, Creme, Pomada, Solução Injetável
Classe farmacológica Medicamento Antiviral (Agente anti-herpético)
Uso comum Gestão de infeções por Herpes Simplex e Varicela Zoster
Origem Composto Sintético (Análogo de nucleosídeo de purina)

Que Tipo de Medicamento é o Covir (Aciclovir)?

O Covir é uma preparação farmacêutica especializada classificada como um Medicamento Antiviral, especificamente designado como um agente anti-herpético. O seu único componente ativo é o Aciclovir (Aciclovirum), tratando-se de um produto monocomponente utilizado para a gestão de certas infeções virais. O Aciclovir está incluído na Lista Modelo de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde.

Quimicamente, o Aciclovir é um composto sintético derivado de um análogo de nucleosídeo de purina, com a sua estrutura detalhada catalogada pela Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA. O propósito geral do medicamento é permitir o abrandamento da replicação viral, auxiliando o organismo a conter e a minimizar a gravidade de uma infeção ativa, particularmente as causadas pelo vírus Herpes simplex (HSV) e pelo vírus Varicela zoster (VZV). Este composto é clinicamente reconhecido como a base da terapia anti-herpética.


Composição e Formas Disponíveis do Covir

O Covir é fabricado em múltiplas formas farmacêuticas, incluindo preparações orais como comprimidos, cápsulas e suspensão oral, bem como preparações locais especializadas como creme tópico e pomada oftalmológica. A composição combina o princípio ativo, Aciclovir, com uma base ou veículo adequado — como bases aquosas ou de emulsão lipídica — necessários para a estabilização da forma farmacêutica. Um fator diferenciador do Aciclovir é a sua disponibilidade como uma suspensão oral adaptada para uso pediátrico, a par das várias formas para adultos.

Esta variedade de formas facilita duas vias de administração principais: o uso sistémico através de métodos orais ou intravenosos para gestão interna, e o uso tópico para o tratamento de surtos localizados na pele ou membranas mucosas. Esta flexibilidade permite que o medicamento seja administrado de forma eficaz tanto para infeções profundas como para manifestações superficiais e localizadas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Covir?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Covir (Aciclovir) é categorizado com base na frequência com que as reações adversas são reportadas na utilização clínica, conforme estabelecido nos documentos regulamentares oficiais. Estes efeitos são formalmente mapeados por Classes de Sistemas de Órgãos para identificar os sistemas do organismo afetados.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Classificação Exemplos de Reações Documentadas
Frequentes (afetam 1 a 10 utilizadores em 100) Dores de cabeça (cefaleias), tonturas, náuseas, vómitos, diarreia, dores abdominais, erupções cutâneas e fadiga.
Pouco Frequentes Urticária e perda de cabelo difusa acelerada (relação incerta).
Raros ou Muito Raros Anafilaxia, aumentos reversíveis das enzimas hepáticas, insuficiência renal aguda e sintomas neurológicos graves.

As reações adversas graves, embora raras, envolvem sistemas orgânicos principais. As reações documentadas mais sérias incluem a insuficiência renal aguda e eventos neurológicos graves, tais como confusão, convulsões e encefalopatia. Estes efeitos neurológicos são geralmente descritos como reversíveis e estão frequentemente associados a fatores subjacentes, particularmente ao compromisso renal existente.

Considerações de Segurança para Populações Específicas

O perfil regulamentar especifica considerações de segurança para certos grupos de doentes. Os idosos podem apresentar uma sensibilidade acrescida aos efeitos no sistema nervoso central devido a alterações na função renal relacionadas com a idade. Para todos os doentes com função renal comprometida, a eliminação do fármaco pode estar reduzida, aumentando potencialmente o risco de efeitos adversos. Adicionalmente, recomenda-se cautela em doentes com anomalias neurológicas subjacentes ou disfunções hepáticas graves.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem com Aciclovir (Covir) é caracterizada por perfis de toxicidade documentados que afetam o sistema nervoso central (SNC) e o sistema renal, com base na rotulagem regulamentar oficial.

Manifestações Documentadas e Resultados Graves

As manifestações de sobredosagem incluem sinais neurológicos como confusão, agitação, alucinações, sonolência, dor de cabeça, tremores, ataxia e disartria. Sintomas gastrointestinais, como náuseas e vómitos, também podem ocorrer, principalmente após sobredosagens orais repetidas ao longo de vários dias. Os resultados graves ou potencialmente fatais formalmente documentados na rotulagem regulamentar incluem a insuficiência renal aguda, identificada por elevações da creatinina sérica e do azoto ureico no sangue (BUN). A sobredosagem também pode levar a eventos neurológicos graves, incluindo convulsões, encefalopatia e coma.

Ações de Emergência Obrigatórias

É necessária atenção médica imediata perante o aparecimento de quaisquer manifestações neurológicas ou renais graves. A gestão baseia-se em cuidados sintomáticos e de suporte, uma vez que não se conhece nenhum antídoto farmacológico específico. A hemodiálise é apresentada como uma opção de gestão processual que pode ser considerada para aumentar significativamente a remoção do Aciclovir em casos sintomáticos. Os doentes devem ser monitorizados de perto quanto a sinais de toxicidade.

Considerações Populacionais

Os doentes idosos e indivíduos com compromisso renal pré-existente apresentam um risco acrescido de desenvolver toxicidade neurológica após uma sobredosagem. Os efeitos neurológicos são geralmente documentados como reversíveis após a descontinuação do medicamento.

Usos terapêuticos de Covir

Para que serve o Covir — Principais Utilizações e Benefícios

O Covir (Aciclovir) é um medicamento antiviral utilizado em áreas terapêuticas que envolvem infeções causadas pelo vírus Herpes simplex (HSV) e pelo vírus Varicela zoster (VZV). O seu objetivo é oferecer um alívio de suporte e auxiliar na gestão a longo prazo da atividade viral. O medicamento é habitualmente utilizado para tratar o desconforto sintomático e apoiar a cicatrização de lesões, sendo esta uma área terapêutica fundamental assinalada na visão geral de informação farmacológica.

É aplicado em contextos clínicos marcados pelo aumento do desconforto do doente devido ao herpes labial, herpes genital e à erupção cutânea dolorosa da zona (Herpes zoster). Pode também ser utilizado na gestão da varicela em grupos de risco específicos e em certos tipos de herpes ocular. Esta utilização pode auxiliar na abordagem ao conjunto de sintomas que surgem subitamente e que podem interferir visivelmente com a estabilidade do quotidiano. Para doentes que experienciam recorrências frequentes, o Covir é considerado relevante em contextos onde é necessário apoio adicional para a redução da frequência dos surtos ao longo do tempo.


Facto Rápido: Relevante para o Alívio da Dor Localizada e Ardor

O Covir é frequentemente utilizado para ajudar a gerir sintomas relacionados com a elevada atividade fisiológica nas vias nervosas e na pele afetadas, proporcionando um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.

Critérios de utilização e restrições

Âmbito de Elegibilidade

Populações para as quais o uso é contraindicado: O Covir é estritamente proibido para indivíduos com hipersensibilidade (reação alérgica) conhecida ou documentada ao aciclovir, ao valaciclovir ou a qualquer componente da formulação. Esta representa a única exclusão absoluta declarada na rotulagem regulamentar oficial.

Regras de elegibilidade relacionadas com a idade: O uso está estabelecido para a população adulta em geral. Para crianças e adolescentes, o uso é geralmente permitido, embora a idade mínima de elegibilidade varie consoante a forma farmacêutica e a indicação do medicamento. Os adultos mais velhos requerem uma consideração especial, uma vez que o declínio da função renal associado à idade necessita, frequentemente, de uma revisão do regime de utilização.

Regras de elegibilidade específicas por condição clínica: A restrição mais significativa está ligada à função renal. Dado que os rins eliminam o medicamento, os doentes com função renal comprometida devem ter a sua dosagem ajustada. Os doentes que recebam doses elevadas, particularmente por via intravenosa, devem manter uma hidratação adequada para evitar complicações renais. O uso é geralmente permitido em doentes imunocomprometidos, tais como indivíduos com VIH.

Estatuto de elegibilidade na gravidez e lactação: O uso durante a gravidez está oficialmente condicionado e apenas deve ocorrer se o potencial benefício médico justificar o risco potencial. O aciclovir é excretado no leite materno humano, o que significa que se recomenda precaução para mulheres que amamentam.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Covir (Aciclovir) é definido principalmente pelo seu mecanismo de eliminação e pelo potencial de efeitos aditivos, conforme documentado em fontes regulamentares oficiais.


Interações Farmacocinéticas Documentadas

Tipo de Interação Medicamentos Interagentes Resultado Oficial da Interação
Competição pela Eliminação Renal Probenecida, Cimetidina, Micofenolato de Mofertilo Aumento da exposição plasmática ao Aciclovir (AUC); redução da depuração renal
Inibição do Metabolismo Teofilina Aumento da concentração plasmática de Teofilina (AUC) em aproximadamente 50%

A coadministração com medicamentos que competem pela secreção tubular renal ativa, como a Probenecida e a Cimetidina, resulta numa redução da depuração e na elevação dos níveis plasmáticos de Aciclovir. Este perfil farmacocinético cria um Risco de Interação Específico para Grupos Populacionais, nomeadamente doentes idosos e aqueles com compromisso renal, nos quais o potencial para efeitos neurológicos é maior devido às elevadas concentrações esperadas do fármaco.


Interações Farmacodinâmicas e com Substâncias

Tipo de Interação Substâncias Interagentes Declaração Regulamentar Oficial
Toxicidade Aditiva Outros medicamentos nefrotóxicos Aumento do risco de compromisso renal
Relato Específico Zidovudina Um relato de caso isolado refere a associação com fadiga extrema

Não estão estabelecidos padrões de interação específicos e formalmente documentados com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas/suplementos nos principais documentos regulamentares. A documentação oficial não lista quaisquer requisitos obrigatórios de separação temporal das tomas.

Mecanismo de ação

Ativação Enzimática Específica e Seletividade Viral

O mecanismo de ação do Covir (Aciclovir) caracteriza-se pela sua dependência da Timidina Quinase Viral (vTK), uma enzima sintetizada quase exclusivamente pelo vírus alvo no interior de uma célula infetada. Esta enzima desencadeia a etapa de fosforilação inicial e essencial, convertendo o fármaco inativo na sua forma ativa, o Trifosfato de Aciclovir (ACV-TP). Este processo de ativação limita a produção do metabolito ativo primordialmente às células infetadas, conferindo ao mecanismo seletividade celular.


Inibição da Polimerase do ADN e Terminação da Cadeia

Uma vez formado, o metabolito ativo ACV-TP atua diretamente sobre a Polimerase do ADN Viral, a enzima crítica para a síntese do genoma viral. O ACV-TP atua como um inibidor competitivo e, após a sua incorporação na cadeia de ADN viral em crescimento, funciona como um terminador de cadeia. Esta ação interrompe imediata e permanentemente o Ciclo de Replicação do ADN Viral, levando diretamente a uma redução fisiológica da carga viral e à limitação da proliferação do vírus.


Restrições do Mecanismo e Latência

A atividade do mecanismo é restringida pela necessidade de replicação viral ativa e de enzimas virais funcionais. O medicamento é ineficaz contra o vírus latente (dormente) porque os alvos necessários, como a Polimerase do ADN Viral, estão inativos nestas fases. Além disso, mutações na enzima vTK podem impedir a ativação do fármaco, representando o principal mecanismo de resistência que pode reduzir a atividade do mecanismo.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Covir (Aciclovir) — Orientações Oficiais de Administração

A utilização correta do Covir (aciclovir) é determinada por vias, doses e esquemas específicos estabelecidos nas informações de prescrição regulamentares. O cumprimento destas instruções é necessário para o uso pretendido do medicamento.


Âmbito e Calendarização da Administração

Detalhe da Administração Instrução Regulamentar Oficial
Via de Administração Oral (comprimido, cápsula, suspensão), Perfusão Intravenosa (IV) e Tópica (creme ou pomada oftalmológica).
Frequência de Toma Tipicamente cinco vezes ao dia (omitindo a dose noturna) para tratamento oral agudo, ou duas vezes ao dia para regimes orais de supressão a longo prazo. As perfusões IV são geralmente administradas a cada oito horas.
Toma com Alimentos As formulações orais podem ser tomadas com ou sem alimentos.
Início do Tratamento O tratamento deve ser iniciado o mais precocemente possível, preferencialmente durante o período prodrómico ou nas primeiras 24 a 72 horas após o aparecimento da erupção, dependendo da infeção.

Condições Especiais e Ajustes de Dose

  1. Hidratação: Deve ser mantida uma hidratação adequada, especialmente em terapias orais de doses elevadas e durante a administração intravenosa.

  2. Perfusão IV: A dose intravenosa necessária deve ser administrada por perfusão intravenosa lenta durante um período de, pelo menos, uma hora; não deve ser administrada por injeção rápida, nem por via intramuscular (IM) ou subcutânea (SubQ).

  3. Compromisso Renal: A dosagem e a frequência devem ser ajustadas com base na depuração da creatinina (CrCl) em doentes com função renal reduzida, incluindo idosos, conforme especificado nas tabelas de dosagem oficiais.

  4. Duração do Tratamento: A duração do tratamento agudo é fixa (por exemplo, 5 a 10 dias para a maioria das infeções). A terapia supressiva crónica requer uma interrupção periódica (por exemplo, a cada seis a doze meses) para reavaliação por um profissional de saúde.

Estas instruções oficiais de administração definem o regime preciso (dose, tempo, método) sob o qual o medicamento deve ser utilizado, garantindo uma aplicação consistente de acordo com as normas aprovadas pelas entidades competentes.

Evidência clínica recente

Evidência Científica: Visão Geral dos Estudos sobre o Covir (Aciclovir)

Esta secção resume a investigação oficial realizada sobre o Covir (Aciclovir), incluindo os tipos de estudos clínicos efetuados, os resultados medidos e as limitações observadas na evidência existente. Foca-se apenas no registo da investigação e não fornece aconselhamento clínico ou terapêutico.


Panorama da Evidência: Investigação na Gestão da Zona (Herpes Zoster)

A investigação que analisou o uso do Covir para a zona envolveu principalmente Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) de curta duração. Estes estudos incluíram sobretudo adultos imunocompetentes e foram utilizados em investigação que explorou a forma como os sintomas mudam ao longo do tempo. Os investigadores monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico, tais como a duração da dor aguda e o tempo necessário para a cicatrização das lesões cutâneas. A investigação monitorizou resultados relacionados com o desenvolvimento de neuralgia pós-herpética (NPH) a longo prazo.

Os estudos descreveram padrões observados nas medições relacionadas com a taxa de cicatrização da erupção cutânea e a duração da dor aguda quando a investigação foi explorada. No entanto, a evidência permanece limitada e heterogénea relativamente à influência na incidência ou duração da NPH. Os resultados a longo prazo não estão totalmente estabelecidos nesta área.


Panorama da Evidência: Investigação no Herpes Simplex Agudo e Supressivo

Para a gestão do Herpes Genital frequentemente recorrente, a evidência baseia-se em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados de longa duração que estudaram o uso diário contínuo durante períodos de seis meses a um ano. Os dados mostram padrões relacionados com uma alteração no número de surtos anuais nas populações observadas em comparação com os grupos de controlo. No entanto, a investigação descreve consistentemente a conclusão de que o medicamento não elimina o vírus latente.

Para o tratamento de surtos localizados como o herpes labial (Herpes Simplex Labialis), estudos de curta duração exploraram formulações orais e tópicas. Os estudos descreveram padrões observados nas medições que mostram uma alteração no tempo até a lesão se resolver em comparação com o placebo, quando o tratamento tópico foi aplicado muito precocemente. As conclusões das formulações tópicas foram limitadas por durações de acompanhamento curtas.


Panorama da Evidência: Investigação na Varicela

A investigação para o tratamento da varicela envolveu principalmente Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados de curta duração em crianças e adolescentes saudáveis. Os investigadores focaram-se em resultados objetivos, tais como a duração da febre e o tempo até que a formação de novas lesões abrandasse. As conclusões observadas em crianças saudáveis e de baixo risco são frequentemente caracterizadas como modestas, e a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Covir (FAQ)


P: O Covir interage com analgésicos comuns, como o ibuprofeno?

As verificações regulamentares oficiais sobre combinações comuns de medicamentos não relatam uma interação entre a substância ativa, o Aciclovir, e analgésicos comuns, como o ibuprofeno. No entanto, os doentes são geralmente aconselhados a informar um profissional de saúde sobre todos os produtos que estejam a utilizar.


P: Tomar vitaminas ou suplementos pode afetar a forma como o Covir atua?

De acordo com a informação oficial do produto, não existem padrões de interação especificamente documentados com produtos à base de plantas ou suplementos nos documentos regulamentares fundamentais. Isto indica que uma alteração do efeito devido a estes produtos não é uma preocupação oficialmente registada.


P: O álcool deve ser evitado completamente durante a utilização de Covir?

Os documentos regulamentares fundamentais referem que não existem padrões de interação com o álcool especificamente documentados. Isto significa que não existe um aviso oficial obrigatório para evitar completamente o álcool com base numa interação conhecida com o fármaco.


P: Que tipo de alimentos ou bebidas devem exigir cuidados ao tomar Covir?

As diretrizes oficiais de administração indicam que as formas orais de Covir podem ser tomadas com ou sem alimentos. Além disso, as fontes regulamentares indicam que não existem padrões de interação especificamente documentados com alimentos ou bebidas.


P: Existem interações conhecidas entre o Covir e os contracetivos orais?

As verificações regulamentares oficiais sobre contracetivos orais comuns, tais como os que contêm etinilestradiol e noretisterona, não relatam uma interação conhecida com a substância ativa, o Aciclovir. As revisões regulamentares sugerem que o efeito do contracetivo oral não é, habitualmente, alterado.


P: Os estudos de investigação sobre o Covir são contínuos ou já foram concluídos?

A investigação clínica que envolve a substância ativa, o Aciclovir, é contínua. Estão atualmente em curso estudos que investigam a sua utilização em várias populações de doentes e contextos de infeção, o que é uma prática comum para medicamentos estabelecidos.


P: Foram realizados ensaios clínicos importantes sobre o Covir recentemente?

Sim, estão em curso ou planeados novos ensaios, e estudos anteriores têm sido utilizados para apoiar aprovações de medicamentos relacionados ou para investigar a utilização em grupos específicos de doentes de alto risco. Esta investigação contínua sustenta a compreensão a longo prazo do fármaco.


P: O Covir está disponível sem receita médica?

Embora as formas orais (comprimidos, cápsulas) do Covir estejam tipicamente disponíveis apenas mediante receita médica, a forma em creme tópico, utilizada para o tratamento de herpes labial, pode frequentemente ser adquirida sem receita médica em muitas regiões.


P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Covir?

A informação oficial do produto descreve que, se uma dose for esquecida, a abordagem recomendada é tomá-la assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da próxima dose programada, as instruções indicam que se deve saltar a dose esquecida e continuar com o esquema regular.


P: Com que rapidez é que o Covir começa habitualmente a atuar após a primeira dose?

Após a utilização oral, a substância ativa é absorvida rapidamente. Atinge habitualmente a sua concentração máxima na corrente sanguínea num período de, aproximadamente, uma a duas horas após a toma. Esta concentração é a mais elevada no organismo para atingir o local da infeção.


P: Quanto tempo dura o efeito de uma dose de Covir?

A semivida média do fármaco é de aproximadamente 2,5 a 3 horas em indivíduos com função renal normal. A semivida é o tempo que o organismo demora a eliminar metade da dose, o que ajuda a determinar a frequência de toma necessária.


P: O Covir afeta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

As informações oficiais de prescrição referem que a utilização de Covir pode ocasionalmente estar associada a efeitos secundários como sonolência ou somnolência (sensação de sono), particularmente em doentes com função renal reduzida. Os doentes são informados de que pode ser necessária precaução ao conduzir ou utilizar máquinas devido a este potencial efeito.


P: Existe uma versão genérica do Covir disponível?

Sim, a substância ativa do Covir, o Aciclovir, está amplamente disponível como medicamento genérico. Isto significa que tanto as versões de marca como as genéricas do fármaco estão comummente disponíveis.


P: Quanto tempo após a interrupção do Covir é que os efeitos secundários costumam desaparecer?

Embora nem todos os efeitos secundários tenham um tempo de resolução fixo, os efeitos secundários neurológicos graves documentados são geralmente descritos nos documentos regulamentares como reversíveis após a interrupção do tratamento. Relativamente aos efeitos secundários comuns, o padrão observado é que estes diminuem geralmente após a conclusão do ciclo de tratamento.


P: Porque é que o Covir é por vezes administrado como parte de uma terapia combinada?

A substância ativa está a ser investigada em investigação clínica contínua quanto à sua potencial utilização em combinação com outros tratamentos. Isto inclui protocolos de tratamento para condições como a reativação viral em contextos hospitalares ou tipos específicos de cancro.


P: O Covir pode interferir com análises ao sangue de rotina?

O perfil de segurança refere que podem ocorrer elevações reversíveis das enzimas hepáticas como um efeito secundário raro do Covir. Esta alteração pode ser detetada durante análises ao sangue de rotina que monitorizam a função hepática.


P: As pessoas sentem habitualmente efeitos secundários no início ou após utilizarem o Covir durante algum tempo?

Os padrões regulamentares para muitos medicamentos indicam que certos efeitos secundários comuns podem ser mais evidentes no início do tratamento e podem tornar-se menos percetíveis com a utilização continuada.


P: O Covir é utilizado para tratar outras condições além das principais listadas?

Sim, além das indicações comuns como o Herpes Simplex e a Varicela Zoster (zona/varicela), as indicações oficiais também incluem o tratamento de formas graves de infeção, como a Encefalite por Herpes Simplex, e a utilização em grupos específicos de doentes de alto risco.


P: O que significa o facto de o Covir ter um "perfil de risco-benefício"?

O perfil de risco-benefício é um conceito que serve de base a todas as aprovações regulamentares. É estabelecido pesando todas as utilizações aprovadas (os benefícios) face a todos os efeitos secundários e avisos conhecidos (os riscos), tais como a utilização condicionada em populações específicas de doentes, como na gravidez.

Como Covir deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Covir?

As agências regulamentares definem normas rigorosas para a conservação e eliminação do Covir (Aciclovir), com o objetivo de manter a integridade do produto e garantir a segurança.

Requisitos Oficiais de Conservação

O Covir deve ser mantido na sua embalagem original, bem fechada, e conservado a uma temperatura ambiente controlada (geralmente entre os 20°C e os 25°C). O produto tem de estar protegido da luz e da humidade. É proibido o armazenamento em locais com calor excessivo ou humidade, como a casa de banho ou o interior de um automóvel. Além disso, o medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças e as tampas de segurança devem estar devidamente fechadas.

Instruções Oficiais de Eliminação

O Covir não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais e as diretrizes estabelecidas, como os programas nacionais de recolha de medicamentos. É explicitamente proibido deitar este produto no sistema de águas residuais ou no lixo doméstico comum, a menos que siga instruções governamentais específicas para a eliminação doméstica.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Covir encontrado em:

ÍNDICE A-Z: