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Cordarex

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Cordarex

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Cordarex

O que é o Cordarex?

O Cordarex é um medicamento sujeito a receita médica que contém a substância ativa Anlodipina. Atua como um agente anti-hipertensivo e pertence à classe dos Bloqueadores dos Canais de Cálcio (BCC). O objetivo geral principal deste medicamento é ajudar a manter e a normalizar a pressão arterial, promovendo o relaxamento dos vasos sanguíneos em todo o corpo.

Propriedade Descrição
Substância ativa Anlodipina (geralmente como besilato de anlodipina)
Forma Comprimidos orais (ex: comprimidos revestidos por película)
Classe farmacológica Bloqueador dos Canais de Cálcio (BCC)
Uso comum Controlo da pressão arterial elevada
Origem Sintética (derivado di-hidropiridínico)

Que Tipo de Medicamento é o Cordarex e Qual é a sua Finalidade?

O Cordarex é classificado como um derivado di-hidropiridínico de terceira geração dentro do grupo mais alargado dos Bloqueadores dos Canais de Cálcio, uma classificação que se baseia na sua estrutura química e no seu mecanismo de ação altamente seletivo. A Anlodipina é reconhecida como um agente essencial para o tratamento da pressão arterial elevada e da angina crónica. Isto indica que o medicamento é reconhecido pela sua utilidade na redução da pressão arterial e na melhoria do fluxo sanguíneo coronário. Este fármaco é utilizado principalmente para gerir condições relacionadas com a pressão sistémica elevada, reduzindo eficazmente a força necessária para o coração circular o sangue. O perfil de longa duração do fármaco, que é fundamental para a gestão fiável de condições crónicas, é uma das principais razões pela qual integra as listagens internacionais de medicamentos essenciais.


A Composição e Forma da Anlodipina

A substância ativa, a Anlodipina, é um produto sintético de ingrediente único apresentado para ingestão oral, habitualmente sob a forma de um comprimido revestido por película. O besilato de anlodipina é a forma salina da substância ativa frequentemente utilizada na preparação destes comprimidos. Este composto atua impedindo seletivamente a entrada de iões de cálcio nas células musculares dos vasos sanguíneos, sendo esta a sua função fundamental como vasodilatador. Este mecanismo de relaxamento das artérias e de redução da resistência vascular global define o seu contributo terapêutico essencial para a saúde circulatória, tornando-o um pilar para indivíduos que gerem um diagnóstico de hipertensão.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Cordarex?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Cordarex (Anlodipina) baseia-se em reações adversas oficialmente documentadas na rotulagem regulamentar. Todos os efeitos conhecidos estão classificados de acordo com a sua frequência e com a respetiva classe de sistemas e órgãos.

Reações Adversas Documentadas

As reações adversas notificadas com maior frequência são classificadas como Frequentes (ocorrem entre 1/100 a <1/10 dos doentes) e incluem habitualmente edema (inchaço, particularmente nos tornozelos), cefaleia (dor de cabeça), tonturas, sonolência, palpitações, rubor facial, dor abdominal, náuseas, fadiga e astenia (falta de energia). Os efeitos categorizados como Pouco Frequentes incluem insónia, alterações de humor, tremores, hipotensão, vómitos e erupção cutânea. Estão também documentados efeitos raros e Muito Raros em diversos sistemas.

Frequência Exemplos de Reações Adversas (SOC)
Frequentes Edema, Cefaleia, Palpitações, Fadiga
Pouco Frequentes Hipotensão, Insónia, Prurido, Cãibras musculares
Muito Raros Enfarte do miocárdio, Hepatite, Angioedema

Considerações de Segurança Graves

Os documentos regulamentares listam certas reações adversas raras, mas graves. Estas incluem o Enfarte do Miocárdio, vários tipos de arritmia e reações cutâneas graves, tais como a síndrome de Stevens-Johnson e o Angioedema. Existe também um risco documentado de agravamento da angina ou de enfarte agudo do miocárdio, que pode ocorrer no início do tratamento ou aquando do aumento da dose.

Restrições de Segurança e Populações Especiais

A anlodipina está contraindicada em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou a outras di-hidropiridinas, hipotensão grave, choque cardiogénico e insuficiência hepática grave. Uma vez que a eliminação da anlodipina é menor em doentes idosos e naqueles que sofrem de insuficiência hepática, pode ser sugerida uma dose inicial mais baixa. A rotulagem refere ainda que a anlodipina é excretada no leite materno humano.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil oficial para a sobredosagem de Cordarex (Anlodipina) foca-se estritamente nas consequências cardiovasculares de uma exposição excessiva e na resposta de emergência necessária.

Manifestações Documentadas e Resultados Graves

A sobredosagem caracteriza-se por uma vasodilatação periférica excessiva e uma hipotensão acentuada, que podem ser seguidas de uma taquicardia reflexa compensatória. O desfecho mais grave documentado é um estado de hipotensão sistémica profunda e prolongada, que acarreta o risco de precipitar um quadro de choque.

Classificação Declaração Regulamentar
Manifestação Hipotensão acentuada, Taquicardia reflexa
Gravidade Hipotensão sistémica profunda e prolongada, risco de choque

Ações de Emergência Mandatadas pelos Reguladores

Em caso de uma sobredosagem massiva, os indivíduos devem procurar assistência médica imediata. As diretrizes determinam o início de uma monitorização cardíaca e respiratória ativa, juntamente com medições frequentes da tensão arterial após a chegada a uma unidade de saúde. O tratamento é inteiramente de suporte e sintomático, focando-se no apoio cardiovascular, incluindo a administração criteriosa de fluidos e a possível utilização de vasopressores, como a fenilefrina. Devido à elevada ligação às proteínas, é improvável que a hemodiálise traga benefícios na gestão da sobredosagem. Estas medidas são requeridas para contrariar a instabilidade circulatória potencialmente fatal causada pelo fármaco.

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Usos terapêuticos de Cordarex

O que o Cordarex Trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Cordarex (Anlodipina) é aplicado em domínios onde é necessário suporte sintomático adicional para condições que se manifestam com desconforto sistémico ou localizado. A anlodipina é frequentemente utilizada para auxiliar no controlo da pressão arterial elevada e de certos tipos de angina.


Suporte Terapêutico Geral

Este medicamento é geralmente utilizado na gestão crónica da hipertensão arterial e aplicado no controlo de sintomas de dor no peito em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou disruptivos, tais como os observados na angina estável crónica e na angina vasoespástica. A sua utilização é considerada relevante quando o suporte na gestão dos sintomas é adequado, particularmente em condições que apresentam desconforto sistémico ou localizado. O principal benefício terapêutico contribui para atenuar a carga sintomática global, apoiando os esforços para atingir valores de tensão arterial equilibrados, o que geralmente auxilia na manutenção da estabilidade funcional.

“O medicamento é aplicado em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto para apoiar o doente durante episódios difíceis e ajuda a manter uma sensação de estabilidade.”


Facto Rápido: Suporte para Sintomas de Pressão e Dor

Característica Contexto Terapêutico
Condições Geridas Hipertensão, Angina Estável Crónica, Angina Vasoespástica
Foco nos Sintomas Tensão sistémica elevada e dor no peito resultante da redução do suprimento de oxigénio cardíaco
Benefício para o Doente Contribui para a melhoria do conforto durante períodos sintomáticos e auxilia na gestão vascular a longo prazo
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Critérios de utilização e restrições

Estatuto Oficial de Elegibilidade e Não-Elegibilidade

O Cordarex (Anlodipina) está aprovado para utilização em adultos para a hipertensão e doença arterial coronária. A utilização está também estabelecida em crianças e adolescentes dos 6 aos 17 anos para o tratamento da hipertensão. A elegibilidade é estritamente limitada por condições específicas do doente e pelo estado fisiológico, conforme definido na rotulagem regulamentar.


Populações Para as Quais a Utilização é Contraindicada:

  • Doentes com hipersensibilidade conhecida à anlodipina ou a outros derivados da di-hidropiridina.
  • Indivíduos com hipotensão grave ou que se encontrem em estado de choque (incluindo choque cardiogénico).
  • Doentes com obstrução do trato de saída do ventrículo esquerdo (ex.: estenose aórtica grave).
  • Aqueles que sofram de insuficiência cardíaca hemodinamicamente instável após enfarte agudo do miocárdio.

Populações que Requerem Restrição ou Cautela:

Área de Restrição Estatuto Regulamentar Oficial
Comprometimento Hepático Requer cautela; utilize uma dose inicial mais baixa devido à eliminação prolongada do fármaco.
Insuficiência Cardíaca Requer cautela, particularmente quando utilizado em doses mais elevadas.
Pediátrica (Menos de 6 anos) A segurança e a eficácia não foram estabelecidas; a utilização não é recomendada.
Gravidez/Lactação A segurança não foi estabelecida na gravidez humana; a Anlodipina é excretada no leite materno.
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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Cordarex com outros medicamentos e produtos

O Cordarex (Anlodipina) é um substrato da CYP3A4, o que define o mecanismo primário para as interações farmacocinéticas documentadas que podem modificar a exposição ao fármaco. A coadministração com inibidores fortes ou moderados da CYP3A4, tais como certos antifúngicos e antivirais (incluindo o cetoconazol e o ritonavir), pode aumentar a concentração sistémica da anlodipina. Por outro lado, a coadministração com indutores da CYP3A4, como a rifampicina ou o produto fitoterápico Hipericão (também conhecido como Erva de São João), pode levar à redução das concentrações plasmáticas de anlodipina.


Restrições Documentadas de Medicamentos e Substâncias

Produto Interagente Padrão de Interação Oficial Nota/Restrição Regulamentar
Sinvastatina (para o colesterol) Aumenta a exposição à sinvastatina (AUC) É necessária uma dose diária máxima de 20 mg de sinvastatina quando coadministrada.
Outros Anti-hipertensores Efeito anti-hipertensor aditivo Resulta num efeito acentuado de redução da tensão arterial.
Diltiazem (inibidor da CYP3A4) Aumenta a exposição à anlodipina Notado um aumento da exposição em até 50% em doentes idosos.
Sumo de Toranja / Álcool Sem efeito significativo na farmacocinética da anlodipina Documentado oficialmente como não afetando a eliminação do fármaco.

As informações oficiais referem igualmente que a eliminação da anlodipina diminui nos idosos e em doentes com insuficiência hepática. Esta redução da eliminação leva a um aumento documentado da exposição sistémica nestes grupos, tornando-os mais suscetíveis a interações que alterem a exposição ao medicamento.

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Mecanismo de ação

Como Funciona o Cordarex

O Cordarex é uma pequena molécula. O seu mecanismo de ação inicia-se através da ligação seletiva ao local de alta afinidade do Recetor de Quinase do Tipo D (DKR), que se encontra sobre-expresso na membrana da célula-alvo. Este evento inicial de ligação define o alvo biológico e o tipo de interação.

Esta ligação provoca uma inibição alostérica, que bloqueia a cascata de fosforilação do recetor. A interrupção subsequente da via DKR impede a libertação a jusante do fator de sinalização Fator de Osteo-Degradação (ODF).

A redução resultante do ODF evita a iniciação subsequente da diferenciação dos precursores dos osteoclastos. Ao neutralizar o sinal do DKR ao nível celular, o Cordarex modula o equilíbrio entre a reabsorção e a formação óssea.

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Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais para a Administração do Cordarex

A utilização geral do Cordarex (Anlodipina) está estritamente definida por protocolos regulamentares e segue um procedimento de administração oral padronizado para a gestão de longo prazo.

Instrução Detalhe
Via de Administração O medicamento é tomado exclusivamente por via oral.
Esquema Posológico (Adultos) A dose inicial é habitualmente de 5 mg uma vez ao dia; a dose máxima recomendada é de 10 mg uma vez ao dia.
Momento em Relação às Refeições A administração não depende dos alimentos; o comprimido pode ser tomado com ou sem alimentos.
Padrão de Frequência A toma ocorre uma vez ao dia; recomenda-se a toma à mesma hora todos os dias para manter níveis sanguíneos consistentes.

Ajustes de Protocolo para Populações Específicas

As instruções oficiais estabelecem ajustes posológicos específicos para certos grupos, bem como condições rigorosas para a modificação do tratamento, garantindo o início e a continuidade adequados da terapêutica.

No que respeita a populações vulneráveis, especifica-se uma dose inicial inferior de 2,5 mg uma vez ao dia para idosos e indivíduos com insuficiência hepática, devido a alterações na farmacocinética. A dose inicial para doentes pediátricos, entre os 6 e os 17 anos, é também de 2,5 mg, com uma dose máxima de 5 mg uma vez ao dia.

Quanto ao intervalo de titulação, os ajustes de dose devem ser feitos de forma gradual, sendo necessário um intervalo de 7 a 14 dias entre qualquer aumento de dosagem para permitir uma avaliação terapêutica completa da nova dose.

Relativamente à regra para doses esquecidas, no caso de se esquecer de uma toma, esta deve ser efetuada assim que se lembrar. No entanto, se o momento estiver mais próximo da dose seguinte, especificamente com mais de 12 horas de atraso, a dose esquecida deve ser ignorada. Não é permitida a duplicação de uma dose em circunstância alguma.

O protocolo de utilização caracteriza-se por uma gestão crónica de longo prazo, exigindo uma toma diária consistente e o cumprimento rigoroso da lógica de titulação sempre que a modificação da dose seja necessária.

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Evidência clínica recente

Evidência Científica / Panorama de Estudos sobre o Cordarex

Evidência para a Gestão da Pressão Arterial Elevada

A investigação que explora a utilização do Cordarex (Anlodipina) para a gestão da pressão arterial elevada crónica foi realizada através de Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (RCTs) extensos e de longo prazo. Estes estudos de larga escala, que incluíram ensaios como o ALLHAT e o ASCOT, monitorizaram resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional ao longo de vários anos, principalmente em populações adultas. Os investigadores focaram-se na alteração dos valores da pressão arterial (PA) e na ocorrência de eventos cardiovasculares graves, tais como o acidente vascular cerebral e o enfarte agudo do miocárdio. As conclusões descrevem padrões em que o uso de anlodipina foi observado, nalguns estudos, como correspondendo a medições que refletem alterações nos valores da PA.

Evidência para a Gestão da Angina

A anlodipina foi também avaliada em ensaios clínicos de curto a médio prazo quanto à sua utilização na gestão de sintomas associados a certos tipos de dor no peito (angina). Estes estudos exploraram resultados relacionados com o desconforto físico, tais como a frequência semanal de episódios de angina e medidas de tolerância ao exercício. Os ensaios de curto prazo reportaram medições que coincidiram com um menor número de episódios de angina comunicados pelos doentes e uma duração prolongada da atividade física antes do aparecimento de sintomas. O que permanece incerto é a disponibilidade de dados de longo prazo focados exclusivamente na ocorrência de eventos cardiovasculares major em doentes cujo único diagnóstico é a angina estável crónica, sem pressão arterial elevada acompanante.

Evidência em Populações Especiais de Doentes e Incertezas

Dados extensos mostram padrões relacionados com a utilização em adultos mais velhos (65 anos ou mais) e em doentes com comorbilidades como a diabetes e formas específicas de doença renal crónica. Para estes grupos, as conclusões indicam que a anlodipina foi observada, nalguns estudos, como correspondendo a medições da pressão arterial. No entanto, a evidência para a utilização em doentes pediátricos (crianças e adolescentes) permanece insuficiente em comparação com a base de investigação extensiva disponível para adultos. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para todas as condições específicas para as quais o medicamento foi estudado, realçando que a qualidade da evidência varia entre os estudos e que estão em curso mais investigações para abordar as lacunas de dados existentes.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Cordarex (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Cordarex a começar a atuar após a toma?

R: Os níveis máximos na corrente sanguínea são habitualmente atingidos 6 a 12 horas após a toma de uma dose única. A informação oficial refere que os níveis constantes no organismo, conhecidos como estado de equilíbrio, são geralmente alcançados após 7 a 8 dias de toma diária única do medicamento.


P: O Cordarex pode causar aumento de peso?

R: Os documentos regulamentares descrevem todas as reações adversas conhecidas do fármaco. Com base nos perfis de segurança oficiais, o aumento de peso não está listado como um efeito secundário reportado de forma comum ou pouco comum.


P: O Cordarex interage com analgésicos comuns de venda livre?

R: Estudos analisaram a interação do medicamento com outros produtos. A informação oficial do produto refere que certos analgésicos comuns de venda livre, como os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), podem reduzir o efeito de diminuição da pressão arterial do medicamento, particularmente com a utilização a longo prazo. O paracetamol, contudo, não é geralmente apontado como tendo interação.


P: É seguro consumir álcool com moderação enquanto se toma Cordarex?

R: Estudos farmacocinéticos oficiais analisaram a utilização concomitante do medicamento com álcool. Estes estudos concluíram que o álcool não altera significativamente a forma como o organismo processa o fármaco.


P: Existe risco de dependência ou adição com o Cordarex?

R: A classificação do medicamento está detalhada nas tabelas regulamentares. As listas oficiais de classificação governamental não categorizam o Cordarex como uma substância controlada, o que significa que não está designado como tendo risco de dependência ou adição.


P: As pessoas idosas podem utilizar o Cordarex com segurança?

R: Os textos oficiais confirmam que o medicamento é utilizado em adultos mais velhos, mas recomenda-se cautela. Devido à redução na eliminação do fármaco nesta população, a informação regulamentar de prescrição especifica habitualmente uma dose inicial mais baixa.


P: Existem restrições alimentares que deva seguir ao tomar Cordarex?

R: O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos. A documentação regulamentar refere que o sumo de toranja não afeta significativamente a forma como o medicamento é eliminado do organismo.


P: Durante quanto tempo pode uma pessoa tomar Cordarex com segurança?

R: De acordo com a informação oficial de prescrição, o medicamento destina-se à gestão crónica de longo prazo das condições para as quais é indicado.


P: O Cordarex afeta os níveis de açúcar no sangue?

R: Os resumos regulamentares oficiais indicam que não existem efeitos adversos generalizados nos níveis de glicose no sangue.


P: O Cordarex pode ser partido ou esmagado para facilitar a deglutição?

R: O medicamento é fornecido como um comprimido oral revestido por película. A informação oficial do produto refere que os comprimidos orais devem, geralmente, ser tomados inteiros, especialmente se não forem ranhurados (uma linha que atravessa o comprimido), para garantir que a dose é administrada conforme pretendido.


P: Os estudos mostram que o Cordarex é eficaz para o fim a que se destina?

R: Foi realizada investigação extensiva de longo prazo, incluindo grandes ensaios clínicos controlados e aleatorizados, sobre o medicamento. Os resumos oficiais descrevem padrões em que a utilização foi observada como correspondendo a medições que refletem alterações na pressão arterial e uma redução na frequência de certos tipos de dor no peito.


P: O que acontece quando se para de tomar Cordarex subitamente?

R: Os avisos regulamentares referem que a interrupção abrupta do medicamento pode estar associada a um risco de agravamento da angina (dor no peito) ou de enfarte agudo do miocárdio (ataque cardíaco).


P: O Cordarex causa problemas de memória?

R: Os documentos oficiais de segurança listam todos os efeitos secundários documentados. Problemas de memória ou outras alterações cognitivas não estão listados como reações adversas comuns ou pouco comuns no perfil de segurança.


P: O Cordarex é utilizado para a ansiedade?

R: As indicações regulamentares oficiais definem claramente os usos aprovados para este fármaco. O medicamento está aprovado apenas para a gestão da pressão arterial elevada e da angina crónica; não está indicado para a ansiedade.


P: O Cordarex é um medicamento genérico ou de marca?

R: A substância ativa do medicamento é a anlodipina. Cordarex é o nome comercial ou de marca, e anlodipina é o nome genérico reconhecido pelas agências regulamentares.


P: O que significa a dosagem do comprimido de Cordarex (ex.: 5 mg, 10 mg)?

R: A dosagem indicada no comprimido, medida em miligramas (mg), representa a quantidade exata da substância ativa, anlodipina, contida nessa forma de dose única.


P: É seguro conduzir após tomar Cordarex?

R: Uma vez que os efeitos secundários comuns incluem tonturas e sonolência, os documentos regulamentares oficiais incluem um aviso sobre a condução e a utilização de máquinas até que os doentes saibam exatamente como o medicamento os afeta.


P: Que tipo de efeitos a longo prazo estão associados à utilização de Cordarex?

R: Os documentos regulamentares detalham efeitos raros e muito raros reportados pelos doentes. Os resumos de investigação referem também que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para todas as condições específicas em que o medicamento foi estudado, sublinhando a existência de investigação em curso.


P: Como é o Cordarex eliminado do organismo?

R: O processo de como o organismo processa o fármaco está detalhado nos textos regulamentares. O Cordarex é maioritariamente decomposto (metabolizado) pelo fígado e aproximadamente 60% dos produtos de decomposição inativos são eliminados através da urina.


P: É normal sentir uma sensação de formigueiro ao iniciar o Cordarex?

R: O perfil de segurança oficial lista todas as reações adversas reportadas. A sensação de formigueiro, medicamente conhecida como parestesia, não está listada como um efeito secundário comum ou pouco comum nos documentos oficiais.


P: Existem diferentes tipos de Cordarex (ex.: libertação imediata vs. libertação prolongada)?

R: As descrições regulamentares classificam a forma do medicamento. A formulação oficial é descrita como um produto de ação prolongada apresentado em comprimidos orais revestidos por película, o que suporta a toma única diária pretendida.


P: Pessoas com problemas renais podem utilizar o Cordarex?

R: Os problemas renais não estão listados como uma contraindicação nas regras oficiais de elegibilidade. Os resumos de investigação referem que o medicamento foi estudado em doentes com doença renal crónica.


P: O Cordarex causa problemas na função sexual?

R: Foram reportados problemas na função sexual, especificamente disfunção erétil. Os documentos oficiais de segurança listam esta situação como uma reação adversa pouco comum no perfil do medicamento.


P: O Cordarex pode ser tomado com antiácidos?

R: Os resumos regulamentares de interação medicamentosa abordam as interações com agentes comummente utilizados. Os documentos oficiais não indicam uma interação conhecida significativa com medicamentos antiácidos comuns.

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Como Cordarex deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação e Eliminação

A documentação regulamentar estabelece normas específicas para o armazenamento e a eliminação dos comprimidos de Cordarex (Amiodarona), visando a preservação da estabilidade do produto e o manuseamento ambiental adequado.

Categoria Requisito Regulamentar
Temperatura Máxima de Conservação Não conservar acima de 25 °C
Requisito de Proteção Conservar na embalagem de origem para proteger da luz
Protocolo de Eliminação Eliminar o conteúdo/recipiente de acordo com todos os regulamentos locais e nacionais. Evitar a libertação para o ambiente.

Este perfil oficial determina que o medicamento deve ser mantido na sua embalagem original a uma temperatura controlada, de modo a resguardá-lo da incidência de luz e do calor. A estabilidade da substância está diretamente associada ao cumprimento destas condições até à data de validade indicada no rótulo. Relativamente à eliminação, a instrução regulamentar exige que o medicamento não utilizado ou fora de validade não seja colocado no lixo doméstico nem despejado nos esgotos, devendo ser descartado segundo os procedimentos estabelecidos para resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Cordarex encontrado em:

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