Colmycin

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Colmycin

Factos Rápidos: Colistina (Colmycin)

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Sulfato de Colistina (Polimixina E)
Formas Farmacêuticas Pó para solução (injeção/inalação), Via tópica, Via oftálmica
Classe Farmacológica Antibiótico da classe das Polimixinas
Uso Comum Tratamento de infeções bacterianas graves e multirresistentes
Origem Semissintético (derivado de um polipéptido natural)

Sulfato de Colistina: Definição do Fármaco e Classe Terapêutica

O Colmycin é um nome comercial frequentemente associado ao fármaco de receita médica obrigatória cujo componente ativo é o Sulfato de Colistina, um antibiótico reservado para o tratamento de infeções bacterianas graves. Este medicamento pertence à classe das polimixinas, um grupo de agentes antimicrobianos. A sua classificação reflete uma estrutura química e um mecanismo únicos, que o distinguem de muitos antibióticos comuns.

O Sulfato de Colistina é quimicamente idêntico à Polimixina E. Não é utilizado para infeções rotineiras, mas sim destinado a casos onde as bactérias desenvolveram multirresistência aos tratamentos de primeira linha. Estudos farmacológicos confirmam que os antibióticos polimixínicos, incluindo a Colistina, são estruturalmente distintos de fármacos sintéticos mais recentes. Esta diferença fundamental no modo de ação é a razão pela qual o fármaco é mantido em reserva para cenários críticos.

Origem, Composição e Formas Farmacêuticas

A Colistina é classificada como um medicamento polipéptido semissintético, o que significa que é derivado de um composto natural produzido originalmente por bactérias específicas. É um produto de substância única disponível em várias formas farmacêuticas adaptadas ao local da infeção.

Para uso sistémico (através de injeção intravenosa ou inalação), o agente ativo é frequentemente preparado como o pró-fármaco menos tóxico, o Colistimetato de sódio (CMS), que o organismo deve converter em Colistina ativa. O Sulfato de Colistina, a forma de sal direta, é tipicamente reservado para preparações tópicas ou como um pó para solução destinado a aplicações localizadas, como no tratamento de infeções pulmonares via inalatória.

Por que razão a Colistina é referida como um "Fármaco de Último Recurso"?

O propósito principal da Colistina é servir como uma linha de defesa crítica contra patógenos perigosos, levando à sua designação como fármaco de último recurso em contextos clínicos. As diretrizes médicas reconhecem amplamente que esta classificação é necessária devido à sua potente e singular ação bactericida.

O benefício do antibiótico reside na sua capacidade de destruir diretamente a estrutura da célula bacteriana. A Colistina liga-se fisicamente à superfície da membrana celular bacteriana, comprometendo eficazmente a sua integridade. Esta ação irreversível permite que o medicamento elimine com sucesso bactérias Gram-negativas multirresistentes, tais como a Acinetobacter ou a Pseudomonas, quando outros antibióticos falham, proporcionando uma opção vital, por exemplo, no tratamento de pneumonias hospitalares difíceis quando os antibióticos alternativos se revelaram ineficazes.

Quais efeitos secundários são possíveis com Colmycin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança da colistina é caracterizado por duas preocupações primárias oficialmente documentadas: os efeitos no sistema renal (nefrotoxicidade) e no sistema nervoso (neurotoxicidade). Estes são os principais efeitos adversos identificados nos documentos regulatórios oficiais, o que faz com que a utilização do medicamento seja reservada para infeções graves específicas.

Principais Reações Adversas por Sistemas de Órgãos

Os efeitos documentados mais significativos relacionam-se com as seguintes classes de sistemas de órgãos:

  • Doenças Renais e Urinárias: A nefrotoxicidade é um risco significativo, podendo levar à insuficiência renal aguda e à elevação da creatinina sérica. Este efeito é oficialmente descrito como sendo provavelmente dependente da dose.
  • Doenças do Sistema Nervoso: A neurotoxicidade pode manifestar-se como parestesias (formigueiro ou dormência), tonturas, atordoamento, dificuldade na articulação da fala e confusão mental. Em casos raros mas graves, a neurotoxicidade severa pode levar a uma paragem respiratória após um bloqueio neuromuscular.

Considerações de Segurança Graves

A documentação regulatória destaca reações adversas graves específicas. Estas incluem a necrose tubular aguda, as formas mais severas de neurotoxicidade e a diarreia associada a Clostridium difficile (DACD), que é um risco conhecido em quase todos os agentes antibacterianos.

População e Padrões de Exposição

Existem declarações de segurança para populações específicas de doentes. O risco de reações tóxicas é maior em doentes com função renal comprometida, que requerem uma gestão específica. Além disso, as informações oficiais referem que os efeitos neurológicos surgem geralmente nos primeiros quatro dias de terapia, estabelecendo um padrão de segurança específico relacionado com o tempo. A colistina é contraindicada em doentes com antecedentes de Miastenia Gravis.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

As informações regulatórias oficiais do Colmycin (Colistimetato de Sódio) definem a sobredosagem pelo seu potencial de causar nefrotoxicidade e neurotoxicidade dependentes da dose, ambas associadas a uma exposição sistémica excessiva. Os sinais iniciais documentados de uma dose excessiva incluem perturbações neurológicas transitórias, tais como parestesias (formigueiro ou dormência nas extremidades ou na zona perioral), tonturas, vertigens e dificuldade na articulação da fala.

Os desfechos mais graves e potencialmente fatais oficialmente documentados são o bloqueio neuromuscular, que se pode manifestar como fraqueza muscular generalizada e progredir para apneia ou paragem respiratória. Além disso, a sobredosagem pode levar à insuficiência renal aguda ou falência renal, frequentemente indicada pela diminuição do débito urinário e pelo aumento dos níveis de azoto ureico no sangue (BUN) e de creatinina sérica.

Devido ao risco destes desfechos severos, as diretrizes regulatórias determinam que é necessária assistência médica imediata em caso de qualquer suspeita de sobredosagem. As instruções de emergência estabelecem que o doente ou o cuidador deve contactar imediatamente o Centro de Informação Antivenenos (CIAV). Adicionalmente, a terapia deve ser interrompida de imediato se forem observados sinais de compromisso da função renal. Não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por colistina; por conseguinte, a gestão clínica limita-se ao tratamento sintomático e de suporte, incluindo a consideração de medidas de eliminação como a diálise. O risco de sobredosagem é superior em doentes com função renal comprometida devido à elevada concentração sérica resultante da ausência de redução da dose.

Usos terapêuticos de Colmycin

O que o Colmycin trata: principais utilizações e benefícios

A colistina é um antibiótico utilizado principalmente no tratamento de infeções graves causadas por bactérias que desenvolveram uma resistência generalizada a outras opções de tratamento. A sua utilização é definida pela intensidade da doença e pela resistência comprovada do agente patogénico.

Como fármaco de última instância, a colistina é commumente utilizada para o tratamento de infeções graves devido a agentes patogénicos Gram-negativos aeróbios em doentes com opções terapêuticas limitadas.

O medicamento é relevante para a gestão de agentes patogénicos com multirresistência, especificamente contra bactérias Gram-negativas perigosas, como a Acinetobacter baumannii e a Pseudomonas aeruginosa. A colistina também auxilia na gestão de sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico em casos de sépsis grave e bacteriemia, e apoia doentes que lidam com infeções pulmonares complexas, como a pneumonia hospitalar (PH) e a pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV).

O seu papel principal é fornecer um suporte que ajude a atenuar a carga sintomática global em situações agudas onde as terapias padrão falharam. É por esta razão que é aplicada em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis. Como as diretrizes médicas frequentemente enfatizam, este fármaco está reservado para situações em que a gestão clínica seria difícil de sustentar sem a sua disponibilidade.


Facto Rápido: Alívio de Sintomas em Infeções Críticas

Área de Foco Domínio de Sintomas Atenuado Benefício Principal
Doença Sistémica Febre alta e persistente; sinais de stress funcional específico de órgãos Apoia a estabilidade durante fases de maior stress fisiológico
Infeções Pulmonares Dificuldade respiratória grave; declínio respiratório devido a cargas bacterianas Apoia uma experiência mais gerível dos sintomas relacionados com o stress funcional de órgãos específicos
Agentes Patogénicos Refratários Sintomas causados por agentes patogénicos que resistiram aos antibióticos de primeira linha Fornece suporte para gerir a carga de bactérias altamente resistentes

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Colmycin?

A elegibilidade populacional para o Colmycin (Colistimetato de Sódio) é rigorosamente definida por documentos regulatórios, enfatizando a idade e as condições de saúde pré-existentes do doente. O medicamento está contraindicado em qualquer doente com historial documentado de hipersensibilidade ou alergia ao colistimetato de sódio, ao sulfato de colistina ou a qualquer componente do fármaco.

Restrições Baseadas em Condições de Saúde

A utilização é restrita e exige a maior cautela em doentes com compromisso da função renal, uma vez que o fármaco é eliminado principalmente pelos rins, sendo necessária uma redução da dose. Da mesma forma, doentes com doenças neuromusculares, como a miastenia gravis, devem utilizar o fármaco com precaução extrema devido ao risco documentado de paragem respiratória.

Idade e Estado Reprodutivo

O Colmycin está aprovado para utilização em todos os principais grupos etários, incluindo adultos, crianças e recém-nascidos. No entanto, os idosos e os lactentes com menos de um ano de idade requerem uma seleção de dose cautelosa devido às diferenças comuns na função dos órgãos relacionadas com a idade. Durante a gravidez, o fármaco tem a classificação de Categoria C; a sua utilização está restrita a situações em que o benefício potencial justifica o risco potencial para o feto. O aleitamento materno geralmente não é recomendado, dado que o fármaco é excretado no leite humano.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Colmycin com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve as interações com outros produtos medicinais, conforme documentado em fontes regulatórias governamentais oficiais. Estas informações detalham como a colistina (colistimetato de sódio) é formalmente descrita no que respeita à sua interação com outras substâncias.


Interações Documentadas e Restrições Regulatórias

O perfil de interação da colistina é fortemente influenciado pelo seu potencial de causar toxicidade aditiva, afetando particularmente os rins (nefrotoxicidade) e o sistema nervoso (neurotoxicidade).

Substância ou Classe Interativa Cuidado ou Restrição Regulatória
Produtos Potencialmente Nefrotóxicos (ex: aminoglicósidos, cefalotina sódica) Evitar o uso concomitante devido ao risco aumentado de nefrotoxicidade.
Produtos Potencialmente Neurotóxicos Evitar o uso concomitante devido ao risco de toxicidade aditiva.
Relaxantes Musculares Não Despolarizantes (ex: tubocurarina, succinilcolina) Utilizar com extrema cautela, uma vez que a colistina potencia o efeito de bloqueio neuromuscular.

Considerações sobre Interações em Populações Específicas

As informações regulatórias indicam que os riscos de interação podem ser mais elevados em certos grupos de doentes:

  • Função Renal Comprometida: Esta condição aumenta a possibilidade de ocorrência de apneia e bloqueio neuromuscular, sendo que o risco global de reações tóxicas é superior.
  • Doentes Hipovolémicos: Estes doentes apresentam um risco acrescido de nefrotoxicidade.
  • Miastenia Gravis: É necessária a maior cautela na utilização. Deve-se também ter cuidado ao realizar o tratamento conjunto com macrólidos ou fluoroquinolonas nestes doentes específicos.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Colmycin

A ação da colistina foca-se na rutura física da estrutura celular bacteriana, o que leva à morte rápida da célula e desempenha um papel secundário na neutralização de toxinas. O seu mecanismo distingue-se da maioria das outras classes de antibióticos por se basear em forças físico-químicas em vez da inibição enzimática.


Desestabilização Física da Membrana Externa

Este domínio abrange a interação molecular primária: a estrutura policatiónica do fármaco e a sua ligação à camada de Lipopolissacarídeo (LPS) com carga negativa. Esta ligação desloca competitivamente os catiões divalentes (Ca^2+, Mg^2+) que estabilizam a membrana externa bacteriana. A instabilidade resultante deste mecanismo é o passo preliminar necessário que permite a rutura final da célula bacteriana.


Rutura Irreversível e Lise Bactericida

Este domínio aborda a cascata mecânica após a ligação inicial, onde o fármaco atua como um detergente catiónico, comprometendo tanto a membrana externa como a interna. Este dano irreversível causa uma perda acentuada da integridade osmótica, resultando na fuga descontrolada de conteúdos celulares essenciais. Esta cascata produz diretamente o efeito bactericida rápido (morte celular) através da lise.


Atividade Anti-Endotoxina e Sinergia Mecânica

Este domínio final explica a consequência sistémica e o potencial sinérgico do fármaco: a molécula ativa neutraliza as endotoxinas bacterianas (Lípido A) libertadas durante a morte celular, suprimindo a capacidade da molécula de ativar vias inflamatórias. Além disso, o efeito de quebra da barreira na membrana externa cria uma sinergia mecânica ao facilitar a entrada de outros antibióticos na célula bacteriana comprometida.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Colmycin é Utilizado: Diretrizes Oficiais de Administração

O Colmycin, que contém Colistimetato de Sódio (CMS) para uso sistémico, possui protocolos de utilização estabelecidos pelas autoridades reguladoras que definem a via de administração, o cálculo da dose e as condições de entrega.

Administração e Posologia

O medicamento está oficialmente aprovado para perfusão endovenosa (EV) ou injeção intramuscular (IM) em infeções sistémicas, ou para inalação para o tratamento de infeções pulmonares. Um sal diferente, o Sulfato de Colistina, é tipicamente reservado para uso tópico. Os regimes posológicos variam consoante a região: a Agência Europeia de Medicamentos recomenda a prescrição em Unidades Internacionais (UI) (por exemplo, 9 milhões de UI para uma dose de carga em adultos gravemente enfermos), enquanto a FDA dos E.U.A. utiliza frequentemente miligramas de Atividade de Colistina Base (CBA) (por exemplo, 2,5 a 5,0 mg/kg/dia de CBA).

Via de Administração Padrão de Frequência Requisito Procedimental Chave
Endovenosa (EV) 2 a 4 vezes ao dia (a cada 6–12h) Deve ser administrado como uma perfusão lenta durante 30 a 60 minutos.
Inalação 2 a 3 vezes ao dia Requer a utilização de um dispositivo nebulizador ou inalador específico.

Ajustes de Dose e Preparação

As informações oficiais determinam que a dosagem seja calculada com base no Peso Corporal Ideal em doentes obesos. Além disso, a dose e a frequência devem ser reduzidas na presença de comprometimento renal (função renal diminuída), com esquemas posológicos específicos associados à Depuração da Creatinina (CrCl) medida no doente. O pó para injeção deve ser reconstituído com Água Estéril para Injeção ou Cloreto de Sódio a 0,9%, e as soluções devem ser utilizadas imediatamente após a preparação. A primeira dose por inalação deve ser administrada sob supervisão médica. Caso ocorra o esquecimento de uma dose, esta deve ser tomada logo que o doente se lembre, a menos que esteja próxima da hora da dose seguinte; nesse caso, a orientação é não duplicar a dose.

Evidência clínica recente

Colmycin: Evidência Clínica Recente

Resumo da Investigação

A investigação tem explorado os potenciais efeitos do Colmycin. Diversos estudos avaliaram se o fármaco teve impacto na duração e gravidade dos surtos e analisaram o seu papel na gestão dos sintomas em doentes com manifestações de intensidade ligeira a moderada. A investigação pré-clínica sugere que se pensa que o fármaco atue através da inibição de vias inflamatórias específicas.

Um estudo fundamental analisou se a medicação influenciou a duração e a gravidade dos surtos. Esta investigação, um ensaio clínico controlado e aleatorizado (RCT), focou-se em adultos com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos. A evidência disponível sugere que esta poderá ser uma opção de tratamento que tem sido estudada numa vasta gama de doentes, com a investigação a centrar-se principalmente em condições crónicas. Existem dados limitados relativamente a casos agudos.

Resultados de Estudos Específicos

Ensaio 1: Gestão de Sintomas

Os objetivos primários neste ensaio incluíram alterações nas pontuações de sintomas comunicadas pelos doentes e a frequência de surtos ao longo de um período de 12 semanas. Os participantes que receberam o fármaco em estudo foram comparados com um grupo de controlo que recebeu um placebo. O estudo reportou uma diferença entre os grupos na alteração das pontuações dos sintomas.

Ensaio 2: Segurança a Longo Prazo

Este estudo de extensão aberto investigou o perfil de segurança a longo prazo durante um período de dois anos. Os investigadores monitorizaram a ocorrência de eventos adversos e anomalias laboratoriais. O estudo também investigou a terapia combinada para determinar se esta afetava os resultados dos doentes. O estudo relatou que a taxa de eventos adversos graves não aumentou durante a duração do estudo.

Ensaio 3: Utilização como Terapia de Segunda Linha

O Colmycin foi avaliado como uma opção para aqueles que não respondem às terapias de primeira linha. Este ensaio comparativo explorou se o fármaco em estudo resultou num desfecho diferente do tratamento padrão nesta população específica de doentes. Os resultados foram mistos, com algumas métricas a mostrarem uma diferença, enquanto outras não.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Colmycin (FAQ)

P: Quanto tempo costumam durar os efeitos secundários comuns do Colmycin?

R: A informação oficial do produto indica que certos efeitos neurotóxicos, tais como formigueiro ou tonturas, surgem geralmente nos primeiros quatro dias de tratamento. No entanto, os documentos regulamentares não especificam habitualmente a duração destes efeitos secundários, sendo que a sua duração pode variar.

P: O Colmycin pode causar alterações nos padrões de sono ou nos níveis de energia?

R: Os documentos oficiais descrevem a neurotoxicidade (efeitos no sistema nervoso) como uma potencial reação adversa. Estes efeitos podem incluir confusão mental e tonturas, o que poderá influenciar indiretamente os níveis de energia ou os padrões de sono de um indivíduo. O potencial para estes efeitos é a razão pela qual o medicamento é habitualmente administrado sob vigilância médica estreita.

P: O Colmycin interage com analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno?

R: As orientações regulamentares aconselham a que se evite ou se tenha precaução extrema ao utilizar o Colmycin concomitantemente com outros produtos potencialmente nefrotóxicos. Embora nem sempre sejam listadas marcas específicas, alguns analgésicos comuns de venda livre podem aumentar o risco de efeitos secundários renais, o que constitui uma consideração de segurança fundamental para o Colmycin.

P: O Colmycin requer ajustes de dose em pessoas com compromisso hepático?

R: A informação oficial de prescrição estabelece que são necessários ajustes posológicos específicos para doentes com função renal comprometida (redução da função renal). Contudo, as diretrizes regulamentares não referem nem exigem habitualmente ajustes de dose específicos para o compromisso hepático (fígado).

P: Porque é que os documentos regulamentares contêm tantos avisos e precauções sobre o Colmycin?

R: Os extensos avisos existem porque o perfil oficial do fármaco inclui preocupações de segurança significativas. Os documentos regulamentares destacam de forma proeminente os riscos dependentes da dose de nefrotoxicidade (danos nos rins) e neurotoxicidade (efeitos no sistema nervoso), o que exige uma prescrição e monitorização cuidadosas.

P: O Colmycin acarreta risco de toxicidade para os rins ou para o fígado?

R: A informação oficial de segurança coloca uma tónica forte no risco significativo de toxicidade para o sistema renal (danos nos rins), conhecida como nefrotoxicidade. Embora o risco de toxicidade hepática não seja habitualmente realçado como uma preocupação de segurança primária nos rótulos oficiais, a função renal é o foco central das orientações regulamentares para este medicamento.

P: O Colmycin interage com medicamentos comuns para doenças crónicas, como diabetes ou colesterol elevado?

R: As fontes regulamentares advertem principalmente contra a utilização do Colmycin com outros medicamentos conhecidos por serem potencialmente nefrotóxicos ou neurotóxicos. Os medicamentos gerais para condições crónicas, como a diabetes ou o colesterol elevado, não constam habitualmente nas tabelas de interação medicamentosa, a menos que pertençam também a uma destas classes de fármacos de alto risco.

P: É normal sentir um sabor metálico ou dormência ao tomar Colmycin?

R: A documentação oficial lista a parestesia, que é o termo médico para formigueiro ou dormência, como um efeito neurotóxico documentado. Este tipo de sintoma relaciona-se com efeitos no sistema nervoso. Alterações no paladar, como um sabor metálico, também podem estar listadas entre os efeitos adversos comunicados menos comuns.

P: Como é que a segurança do Colmycin é monitorizada pelas entidades reguladoras após a aprovação?

R: A segurança pós-aprovação é monitorizada através de sistemas regulamentares estabelecidos, conhecidos como farmacovigilância. Estes sistemas, tais como o FDA Adverse Event Reporting System (FAERS), recolhem e analisam continuamente relatos de eventos adversos para compilar e analisar informações de segurança relacionadas com o perfil aprovado do fármaco.

P: Existem alimentos ou bebidas que interajam com o Colmycin?

R: Os rótulos oficiais do fármaco podem conter avisos ou instruções específicas relativas ao consumo de álcool durante o tratamento. Além disso, os documentos oficiais especificam frequentemente se o fármaco deve ser tomado com ou sem refeições para manter a absorção correta.

P: As vitaminas ou suplementos de ervas podem afetar o funcionamento do Colmycin?

R: Os documentos regulamentares aconselham precaução geral relativamente a todos os tratamentos concomitantes, particularmente aqueles que não foram revistos clinicamente. No entanto, as tabelas oficiais de interação centram-se principalmente em interações fármaco-fármaco estabelecidas e podem não listar explicitamente todos os suplementos vitamínicos ou herbáceos.

P: Que fontes médicas oficiais listam as contraindicações do Colmycin?

R: A lista completa e específica de contraindicações (razões pelas quais o fármaco não deve ser utilizado) é publicada em fontes autorizadas. Estas incluem a Informação de Prescrição da FDA nos EUA e o Resumo das Características do Medicamento (RCM) da Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

P: O Colmycin é considerado um medicamento de curto ou longo prazo?

R: As indicações regulamentares oficiais descrevem a utilização do fármaco para o tratamento de infeções bacterianas agudas, graves e multirresistentes. Esta designação sugere que o tratamento se destina geralmente a uma duração limitada e curta, em vez de uma utilização a longo prazo.

P: O Colmycin tem algum potencial de dependência ou sintomas de abstinência?

R: A documentação oficial do fármaco inclui uma secção sobre Abuso e Dependência de Fármacos ou aborda estes riscos no âmbito do perfil de reações adversas. Os documentos regulamentares não listam habitualmente a dependência ou a abstinência como uma preocupação primária para este tipo de antibiótico.

P: Qual é a função dos ingredientes inativos listados no Colmycin?

R: Os documentos oficiais listam os ingredientes inativos, ou excipientes, como parte da composição do medicamento. Estes ingredientes têm finalidades como atuar como estabilizadores para prolongar a vida útil, tamponar a solução para uma administração adequada ou garantir a forma física correta do medicamento.

P: Existem efeitos conhecidos do Colmycin na pressão arterial ou no ritmo cardíaco de uma pessoa?

R: Os documentos regulamentares listam os efeitos adversos por classe de sistemas de órgãos, incluindo as Doenças Vasculares, que abrangem efeitos na pressão arterial. Quaisquer efeitos documentados, tais como a hipotensão (pressão arterial baixa), estariam listados nas secções oficiais de reações adversas.

P: Que informação está disponível sobre o efeito do Colmycin na fertilidade?

R: Os documentos regulamentares oficiais, como o Resumo das Características do Medicamento (RCM), contêm declarações específicas sobre quaisquer efeitos conhecidos na fertilidade. Esta informação baseia-se tipicamente em estudos não clínicos sobre a reprodução e é fornecida para referência do doente.

Como Colmycin deve ser armazenado e descartado?

Armazenamento e Eliminação do Colmycin (Colistimetato de Sódio)

Os requisitos de armazenamento do Colmycin são determinados pela sua forma e devem cumprir rigorosamente a rotulagem oficial. O pó não reconstituído deve ser conservado na sua embalagem original, a uma temperatura ambiente controlada (20 °C a 25 °C) e protegido da luz. Não congele o pó.


Estabilidade e Eliminação

Uma vez misturado o pó (reconstituído), a solução permanece estável durante 7 dias quando mantida sob refrigeração (2 °C a 8 °C). O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças em todos os momentos.

A eliminação do produto não utilizado ou fora do prazo de validade deve seguir os requisitos regulamentares locais para resíduos farmacêuticos. Não elimine este medicamento através das águas residuais ou do lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Colmycin encontrado em:

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