Colifarm

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Colifarm

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Flumequina
Forma Pó solúvel em água / Solução oral
Classe farmacológica Antibiótico da classe das quinolonas
Objetivo geral Erradicação de infeções bacterianas
Origem Sintética

O que é o Colifarm e qual a sua Identidade Farmacológica?

O Colifarm é um produto farmacêutico que contém o componente terapêutico ativo Flumequina, a qual é fundamentalmente classificada como um antibiótico quimioterápico sintético. Esta substância pertence à classe das quinolonas, uma família de agentes fabricados especificamente para travar a proliferação bacteriana. A Flumequina não ocorre naturalmente; trata-se de um composto meticulosamente sintetizado, identificado historicamente entre as quinolonas de primeira geração. A sua estrutura confere-lhe uma ação antibacteriana focada e potente contra organismos suscetíveis, estabelecendo o seu papel como um agente essencial em contexto terapêutico.

Composição, Forma e Objetivo Geral

O Colifarm é fornecido como um produto de substância única, estando habitualmente disponível em formas adequadas para administração oral, tais como um pó solúvel em água ou uma solução oral. Estes tipos de preparação facilitam a administração do medicamento por via oral. A substância ativa Flumequina possui reconhecimento clínico para a sua utilização no tratamento de infeções. A sua aplicação moderna primordial e estabelecida concentra-se na medicina veterinária, onde é amplamente utilizada para abordar desafios bacterianos em animais de produção. O seu objetivo geral é a erradicação abrangente da doença bacteriana ativa, particularmente daquelas localizadas no trato gastrointestinal.

Como a Flumequina Elimina as Bactérias (Conceito Geral do Mecanismo)

A função da Flumequina é definitivamente bactericida, o que significa que procura e elimina ativamente as bactérias suscetíveis, em vez de apenas suspender o seu crescimento. Este efeito potente é alcançado através da interrupção direta de processos vitais da célula bacteriana. Especificamente, a substância interfere com a síntese de ADN das bactérias e impede as etapas críticas da replicação do material genético, assegurando, em última análise, o colapso total e a morte do organismo infecioso. Este mecanismo sustenta a utilidade do fármaco na eliminação rápida da fonte primária de uma infeção bacteriana.

Quais efeitos secundários são possíveis com Colifarm?

Mapa de Segurança: Efeitos Secundários Possíveis e Informação de Segurança do Colifarm

Nota sobre o Estatuto Regulamentar: Não se encontram publicadas bulas oficiais ou Resumos das Características do Medicamento (RCM) por parte das principais autoridades reguladoras de saúde humana (como a EMA ou a FDA) que detalhem um perfil de segurança para um produto farmacêutico de uso humano com o nome "Colifarm".


Âmbito das Reações Adversas

Categoria Estatuto Regulamentar para Uso Humano Informação Contextual
Principais Reações Adversas Não documentadas oficialmente para uso farmacêutico humano. O nome está associado a uma pré-mistura medicamentosa veterinária que contém o antibiótico quinolona Flumequina.
Classificação de Frequência Não aplicável / Não documentada. A Flumequina, enquanto antibiótico da classe das quinolonas, pertence a um grupo de medicamentos associados a efeitos adversos pouco comuns, mas graves e potencialmente permanentes, que envolvem os sistemas musculoesquelético e nervoso.
Reações Adversas Graves Nenhuma documentada para um medicamento humano chamado "Colifarm". No contexto de antibióticos quinolonas relacionados para uso humano, os efeitos graves incluem lesões nos tendões (tendinite, rutura tendinosa), neuropatia periférica e efeitos psiquiátricos (ex.: ansiedade, depressão, confusão).
Segurança em Populações Específicas Não documentada para um medicamento humano. Para antibióticos quinolonas relacionados, é aconselhada precaução em idosos, indivíduos com insuficiência renal, recetores de transplantes de órgãos e doentes a receber corticosteroides, devido ao risco acrescido de danos nos tendões.

Classificações de Segurança (Nível Geral)

Área de Classificação Base Regulamentar / Documentação
Enquadramento de Frequência Regulamentar Não estabelecido.
Base Regulamentar Inexistência de rótulo de segurança para medicamento humano publicado pela FDA ou EMA.
Notas de Segurança no Contexto de Uso Não estabelecidas para uso humano. O uso de antibióticos quinolonas relacionados deve cumprir as políticas antimicrobianas oficiais para gerir o risco de promoção de resistência bacteriana.

Estrutura de Segurança Resultante

Resumo de segurança regulamentar:

  • Não foi publicado qualquer resumo de segurança oficial que detalhe efeitos secundários comuns ou raros para um produto denominado Colifarm pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA ou pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) para administração humana.
  • O composto Flumequina, princípio ativo presente num produto veterinário com este nome, é um antibiótico da classe das quinolonas.
  • A informação de segurança relativa à classe das quinolonas sublinha o potencial para reações adversas graves, incapacitantes e potencialmente permanentes que afetam os tendões, articulações, músculos e o sistema nervoso, conforme assinalado em comunicações reguladoras autoritárias.

Ligação ao perfil de segurança global:

A inexistência de um perfil de segurança formal para o Colifarm em humanos significa que não existe uma base documentada para avaliar o seu risco intrínseco de efeitos secundários para o homem. O foco regulamentar deve deslocar-se para a classe de segurança do seu princípio ativo, a Flumequina, que pertence às quinolonas; esta classe acarreta restrições e avisos oficiais substanciais relativos a efeitos musculoesqueléticos e neurológicos de longa duração. Isto exige que a compreensão da segurança seja derivada dos riscos documentados para antibióticos da classe das quinolonas relacionados utilizados em humanos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar assistência médica

A sobredosagem com este medicamento, o Colistimetato de Sódio, está explicitamente associada, na rotulagem regulamentar oficial, a três consequências graves principais: insuficiência renal, fraqueza muscular e apneia (interrupção da respiração).

É necessária assistência médica urgente e imediata se houver suspeita de sobredosagem ou se ocorrer qualquer uma destas manifestações, particularmente a apneia, uma vez que se trata de um evento potencialmente fatal. Deve procurar-se assistência médica imediata mesmo que os sintomas sejam ligeiros ou pouco claros.

Apresentação da Sobredosagem (segundo a rotulagem) Sistema Fisiológico Afetado
Insuficiência Renal Rins (Sistema Renal)
Fraqueza Muscular Sistema Muscular
Apneia (Interrupção da Respiração) Sistema Respiratório

Os documentos oficiais sublinham que o risco de apneia e de bloqueio neuromuscular é superior em doentes que apresentem função renal comprometida. Por este motivo, os avisos regulamentares enfatizam que a dosagem diária máxima (que não deve exceder 5 mg/kg/dia de atividade de colistina base em indivíduos com função renal normal) deve ser rigorosamente respeitada. Ultrapassar este limite constitui um fator de risco para complicações por sobredosagem. O perfil de sobredosagem é, portanto, definido pelo potencial de neurotoxicidade, que pode levar à fraqueza muscular e interrupção respiratória, e de nefrotoxicidade, que pode causar danos nos órgãos.

Usos terapêuticos de Colifarm

O que o Colifarm trata: principais utilizações e benefícios

O Colifarm é aplicado na abordagem de estados marcados por um aumento do stresse fisiológico devido a infeções bacterianas do trato digestivo. É utilizado primordialmente para gerir doenças entéricas agudas em gado, incluindo condições que envolvem processos inflamatórios ou irritativos, tais como certas infeções entéricas agudas, que se manifestam através de sintomas que criam uma sobrecarga fisiológica percetível, como a diarreia acentuada. O medicamento é habitualmente utilizado em infeções suscetíveis numa ampla variedade de espécies.

Este produto é também frequentemente utilizado para auxiliar em sintomas relacionados com desequilíbrios sistémicos, como aqueles que interferem com o funcionamento diário do sistema respiratório em populações animais. Esta aplicação é relevante em contextos que envolvem uma carga sistémica elevada devido a processos infeciosos, exigindo uma gestão sintomática de suporte.

O Colifarm é igualmente utilizado de forma comum para ajudar perante desafios bacterianos em peixes de aquicultura e outras espécies que necessitem de medicação em massa, especialmente quando as condições estão associadas a episódios agudos ou disruptivos causados por microrganismos alvo. Nestes cenários, o fármaco proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras e auxilia na manutenção da estabilidade funcional.


Facto Rápido: Suporte Sintomático
Foco de Utilização Principal Condições que apresentam desconforto sistémico ou localizado devido a infeção bacteriana
Gestão de Sintomas Ajuda a abordar conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos, como a diarreia e sinais respiratórios
Benefício Primário Oferece um suporte que auxilia a aliviar a carga global dos sintomas

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Colifarm?

O perfil regulamentar oficial do Colifarm (Flumequina) define rigorosamente a sua elegibilidade com base na sua aplicação como antibiótico da classe das quinolonas em medicina veterinária.


Âmbito de Elegibilidade

Populações para as quais o uso é permitido (conforme a rotulagem):

A utilização está autorizada em animais de produção específicos designados para tratamento, o que inclui habitualmente vitelos, suínos, aves de capoeira (não poedeiras) e peixes de aquacultura.

Populações para as quais o uso é contraindicado:

Galinhas poedeiras que produzam ovos para consumo humano. Esta é uma proibição absoluta estabelecida para evitar que resíduos do fármaco entrem na cadeia alimentar humana. Da mesma forma, o uso é contraindicado em qualquer animal com hipersensibilidade conhecida à Flumequina ou à classe de antibióticos das quinolonas.

Idade e Estado Fisiológico:

A rotulagem regulamentar não especifica uma restrição de idade mínima como contraindicação formal para as espécies aprovadas. De igual modo, o estado de elegibilidade durante a gestação e a lactação é formalmente definido como "Não aplicável" na documentação do produto. Não estão listadas restrições explícitas relacionadas com a função de órgãos, tais como insuficiência hepática ou renal grave, na qualidade de contraindicações formais.

Restrições relacionadas com a elegibilidade:

A elegibilidade está sujeita à aprovação regulamentar específica de cada país. O uso é restrito ou proibido em regiões onde a autorização de introdução no mercado não foi concedida, sendo que todos os animais tratados devem cumprir os intervalos de segurança regulamentares obrigatórios.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interação do Colifarm, fundamentado em documentos regulamentares oficiais, aborda potenciais alterações na exposição ao fármaco e nos seus efeitos farmacodinâmicos quando coadministrado com outras substâncias. Esta informação define rigorosamente os condicionalismos e requisitos obrigatórios para a sua utilização.


Categorias de Interações Documentadas

Classificação Resumo do Impacto
Combinações Contraindicadas A coadministração de produtos medicinais específicos é proibida devido ao risco documentado de eventos adversos graves, como sucede com inibidores potentes da enzima CYP3A4 (por exemplo, certas estatinas ou antiarrítmicos).
Modificadores Farmacocinéticos Agentes que alteram significativamente a AUC ou a Cmax do Colifarm através da modulação da enzima CYP3A4 ou de efeitos em transportadores (P-gp, OATP). Isto inclui indutores como a Erva de São João e medicamentos específicos para o VIH.
Adições Farmacodinâmicas Interações que resultam num efeito aditivo, como o aumento do risco de prolongamento do intervalo QTc quando combinado com outros agentes que prolongam o intervalo QT.
Agentes de Ligação Física Produtos que contenham catiões metálicos (por exemplo, antiácidos ou sais de ferro) que quelam fisicamente com o Colifarm no trato gastrointestinal, levando a uma redução significativa da absorção e eficácia.

Restrições Relacionadas com Interações

A rotulagem oficial exige um intervalo de tempo de, pelo menos, duas horas entre a administração de Colifarm e quaisquer produtos que contenham catiões metálicos, de modo a prevenir a redução da exposição sistémica. Além disso, a combinação com a Colchicina está especificamente contraindicada em doentes com insuficiência renal ou hepática pré-existente. Os documentos regulamentares determinam que todas as substâncias oficialmente designadas como contraindicadas devem ser evitadas.

Mecanismo de ação

Alinhamento com o Mecanismo Genético Bacteriano

O mecanismo da Flumequina foca-se na inibição seletiva de duas enzimas bacterianas essenciais: a DNA Girase (Topoisomerase II) e a Topoisomerase IV. Esta ação é altamente específica para o mecanismo genético das bactérias suscetíveis, envolvendo uma interação inibitória que impede as enzimas de manterem a estrutura tridimensional correta do cromossoma bacteriano. Este passo molecular inicial estabelece a inibição da função do ADN bacteriano.


Iniciação da Cascata Bactericida Letal

Ao bloquear a função destas enzimas, a Flumequina inicia uma cascata mecanística irreversível que leva à acumulação de numerosas quebras de cadeia dupla no ADN dentro do genoma bacteriano. Este dano extenso e não resolvido desencadeia uma falha celular catastrófica que culmina na lise — a destruição física completa da célula bacteriana. O efeito fisiológico resultante é a destruição da população bacteriana devido a esta consequência bactericida.


Compreender as Limitações Mecanísticas

O mecanismo do fármaco pode ser funcionalmente condicionado por contramecanismos bacterianos, principalmente a mutação do local alvo e a ativação de bombas de efluxo. Enquanto a mutação reduz diretamente a afinidade de ligação do fármaco às enzimas, as bombas de efluxo expulsam ativamente o fármaco da célula; ambos os processos impedem que a Flumequina atinja a concentração necessária para induzir a cascata letal.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Colifarm

A utilização do Colifarm (Flumequina) é definida por padrões de administração específicos, estabelecidos em documentos regulamentares oficiais. Esta secção descreve os princípios gerais que regem o seu uso, evitando estritamente detalhes sobre efeitos terapêuticos, segurança ou mecanismos de ação.


Âmbito da Administração

A principal via de administração é a oral, especificamente através de água de bebida medicada ou misturada em alimentos líquidos ou leite. A dose diária total necessária é calculada com base no peso corporal (p.c.) dos animais, com um intervalo posológico diário típico de 10 mg a 20 mg de Flumequina por cada kg de peso corporal. Esta quantidade diária pode ser administrada numa toma única diária ou dividida num esquema de duas tomas por dia, dependendo do regime específico e da espécie.


Condicionalismos de Tempo e Procedimento

O tratamento é descrito como um ciclo curto e finito, com uma duração habitual de 3 a 5 dias consecutivos. A utilização correta exige que o produto, quer se apresente em pó ou solução, seja dissolvido em água potável fresca imediatamente antes da administração. O líquido medicado resultante deve ser consumido dentro de uma janela de estabilidade de 12 a 24 horas, após a qual qualquer porção não utilizada deve ser eliminada para manter a potência da substância.

Instruções especializadas regem a utilização do produto em certas populações, como a restrição da administração a vitelos, cordeiros e cabritos pré-ruminantes. Além disso, as diretrizes oficiais estabelecem que o produto não deve ser misturado com outros medicamentos veterinários na mesma solução, uma vez que tal pode comprometer a estabilidade do princípio ativo.


Resumo do Protocolo de Utilização

O protocolo oficial estrutura a utilização do Colifarm como um tratamento oral diário de curto prazo, onde o foco procedimental reside na entrega rigorosa da dose prescrita em mg/kg ao longo da duração definida do ciclo. O cumprimento das regras de preparação e dos limites de tempo de consumo assegura a aplicação padronizada do medicamento, conforme exigido pelas autoridades reguladoras.

Evidência clínica recente

Evidência Científica e Panorama de Estudos do Colifarm

A base de investigação para o Colifarm (flumequina) estabelece-se primordialmente no domínio da medicina veterinária, onde a substância foi estudada face a desafios bacterianos em animais destinados à produção alimentar. A estrutura da evidência disponível foca-se intensamente na farmacocinética (PK) — que descreve a forma como o fármaco percorre o organismo — e em estudos de depleção de resíduos, que monitorizam a presença do composto nos tecidos comestíveis ao longo do tempo.


Investigação sobre Infeções Bacterianas Agudas em Pecuária

Esta secção sintetiza a estrutura da investigação regulamentar e dos estudos controlados que analisaram o comportamento do composto ativo em suínos, frangos de carne e perus, para patologias caracterizadas por uma elevada carga bacteriana no trato digestivo. Os estudos avaliaram as concentrações de curto prazo do fármaco no plasma e nos tecidos alvo, bem como marcadores clínicos, incluindo indicadores de sobrevivência, que foram observados durante o período de estudo.

Os dados para certos grupos permanecem insuficientes no que respeita à consistência das concentrações atingidas em todos os tecidos medidos ao longo de todo o estudo. Além disso, os estudos relatam a evolução dos sintomas nas populações observadas, mas a variabilidade inerente na ingestão do medicamento quando administrado através da água de bebida foi associada a uma exposição irregular entre os animais estudados.

Investigação sobre Desafios Bacterianos em Peixes de Aquacultura

Estudos controlados em populações de peixes analisaram indicadores de sobrevivência, taxas de eliminação microbiológica e impacto ambiental. Os resultados foram mistos no que diz respeito aos padrões de crescimento; a investigação realizada em tanques laboratoriais altamente controlados reportou, por vezes, padrões diferentes comparativamente aos dados obtidos em sistemas de tanques de maiores dimensões. A qualidade da evidência varia entre os diversos estudos.

O que ainda é Incerto na Evidência Científica

Este resumo final sintetiza as principais lacunas de evidência e as limitações observadas na literatura científica. Verifica-se uma falta de evidência comparativa quanto aos resultados clínicos deste composto face a antibióticos mais recentes da mesma classe em ensaios diretos (head-to-head). O nível de certeza permanece baixo quanto ao significado clínico dos rácios PK/PD reduzidos que foram observados nalguns estudos em perus. A investigação fornece contexto, mas não previsões individuais sobre a forma como um animal irá responder ou eliminar os resíduos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Colifarm (FAQ)


P: Qual é a duração habitual do efeito de uma dose de Colifarm?

A substância ativa do Colifarm, a Flumequina, é monitorizada pelas entidades reguladoras nos animais tratados. Os documentos oficiais indicam que a sua semivida de eliminação é, geralmente, de cerca de 5 a 6 horas. A semivida refere-se ao tempo necessário para que a concentração da substância no organismo se reduza para metade.


P: Existem restrições de idade para a utilização do Colifarm?

De acordo com as informações oficiais do produto, este medicamento veterinário está autorizado apenas para espécies de produção específicas, tais como vitelos, suínos, aves de capoeira e peixes de aquacultura. O uso está especificamente restringido a vitelos, cordeiros e cabritos pré-ruminantes, sendo proibido em galinhas poedeiras que produzam ovos para consumo humano.


P: Que tipo de evidência sustenta as utilizações do Colifarm?

A evidência regulamentar que apoia o uso da substância ativa (Flumequina) baseia-se em estudos realizados em animais de produção. Esta evidência inclui dados farmacocinéticos (PK), que acompanham o percurso do fármaco no organismo do animal, e estudos de depleção de resíduos, que monitorizam a sua presença nos tecidos comestíveis ao longo do tempo.


P: O Colifarm é um medicamento sujeito a receita médica?

Na maioria das jurisdições regulamentares internacionais, a substância ativa Flumequina, na sua forma veterinária autorizada, é classificada como um Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM). Esta classificação reflete o seu estatuto legal, exigindo autorização profissional para a sua distribuição e utilização.


P: As pessoas precisam normalmente de tomar o Colifarm durante muito tempo?

Os documentos oficiais definem o uso autorizado do Colifarm (Flumequina) em animais como um tratamento de curta duração e finito. Os regimes terapêuticos duram habitualmente entre 3 a 5 dias consecutivos para gerir os desafios bacterianos específicos para os quais foi concebido.


P: Porque existem diferentes dosagens de Colifarm disponíveis?

O produto é fabricado em diferentes dosagens (concentrações) para permitir a preparação rigorosa e precisa da dose prescrita. A disponibilidade de várias concentrações visa apoiar a administração correta da dose calculada.


P: O Colifarm exige alguma consideração especial em relação à dieta?

A informação regulamentar indica que a administração deve ser separada de produtos que contenham catiões metálicos (como certos suplementos minerais ou sais de ferro) por um intervalo de tempo especificado, a fim de evitar a redução da absorção. Em animais monogástricos, alguns documentos referem que a ingestão de alimentos pode diminuir a eficácia global do fármaco.


P: É normal sentir um ligeiro desconforto gástrico ao iniciar o Colifarm?

A substância ativa do Colifarm pertence à classe de antibióticos das quinolonas. Em estudos com animais, os efeitos adversos relatados para esta classe incluem potenciais perturbações gastrointestinais, tais como vómitos, diarreia e colite. Não foram publicados dados específicos de segurança humana para este produto pelas principais entidades reguladoras de saúde.


P: Porque é que alguns folhetos informativos dizem que o Colifarm pode ser usado para mais do que uma patologia?

A substância ativa Flumequina é indicada em medicina veterinária para o tratamento de diversas infeções entéricas causadas por bactérias suscetíveis. Este amplo espectro de utilização abrange múltiplas condições caracterizadas por uma elevada carga bacteriana, tais como infeções relacionadas com E. coli (colibacilose) e Salmonella (salmonelose).


P: Porque é que alguns utilizadores relatam não ter sentido qualquer efeito com o Colifarm?

Documentos de investigação veterinária identificaram que o método de administração (através da água de bebida) pode resultar numa exposição variável à substância ativa. Esta variabilidade na exposição entre os animais tratados pode estar associada a resultados inconsistentes.


P: O que é a semivida do Colifarm, descrita em termos simples?

A semivida refere-se ao tempo que o organismo demora a eliminar metade da dose administrada. No caso da substância ativa Flumequina em animais tratados, a semivida é consistentemente reportada em documentos oficiais como sendo de aproximadamente 5 a 6 horas.


P: É verdade que o Colifarm pode afetar a função hepática?

Os documentos regulamentares relativos a interações medicamentosas indicam uma restrição específica quanto ao uso em indivíduos com compromisso renal ou hepático (fígado) pré-existente, particularmente em combinação com a Colchicina. Isto demonstra que os documentos regulamentares preveem limitações relacionadas com a insuficiência hepática prévia.


P: Existem alimentos específicos que devam ser evitados durante o uso de Colifarm?

Informações regulamentares indicam que produtos que contenham catiões metálicos, como sais de ferro ou alguns antiácidos, requerem um intervalo de tempo específico de separação do Colifarm para evitar a redução da absorção. Estes catiões metálicos podem ligar-se ao medicamento e reduzir significativamente a quantidade absorvida.


P: O Colifarm é um medicamento que cura uma doença ou apenas gere os sintomas?

A substância ativa Flumequina é classificada como definitivamente bactericida, o que significa que foi concebida para matar ativamente as bactérias suscetíveis. O seu objetivo geral é a erradicação completa da doença bacteriana, e não apenas a gestão dos sintomas.


P: Os estudos sugerem que o Colifarm é eficaz para uma vasta gama de doentes?

O âmbito oficial dos estudos para este produto foca-se exclusivamente na sua eficácia em animais de produção específicos (ex.: vitelos, suínos, aves, peixes) autorizados para tratamento.


P: Quais são as condições legais para a venda do Colifarm?

A venda e utilização do produto estão estritamente ligadas à aprovação regulamentar de cada país para uso veterinário. Além disso, todos os animais tratados devem cumprir um intervalo de segurança obrigatório e legalmente definido antes que os seus produtos (carne, ovos) possam entrar na cadeia alimentar humana.

Como Colifarm deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Proceder à Eliminação do Colifarm (Solução Oral de Flumequina)

O armazenamento e a eliminação do Colifarm devem cumprir diretrizes regulamentares rigorosas para manter a integridade do produto e a segurança ambiental. O medicamento deve ser conservado a uma temperatura igual ou inferior a 25°C e não deve ser congelado. Mantenha a solução no seu recipiente original e assegure-se de que o frasco se encontra bem fechado.


Estabilidade e Segurança Infantil

O prazo de validade do produto é de 3 anos enquanto fechado, sendo este período reduzido para 3 meses após a primeira abertura, desde que sejam mantidas as condições de armazenamento corretas. O medicamento deve ser sempre mantido fora da vista e do alcance das crianças.


Requisitos de Eliminação

Qualquer produto não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais. A rotulagem oficial determina que o produto não deve contaminar tanques, cursos de água ou valas.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Colifarm encontrado em:

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