Codol

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Codol

Método de ação: Cough And Cold Preparations

Opção de tratamento:

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Codol

Propriedade Descrição
Substâncias Ativas Codeína, Sulfoguaiacol, Benzoato de Sódio
Forma Farmacêutica Xarope ou Solução
Classe Farmacológica Combinação de Antitússico e Expetorante
Objetivo Geral Alívio sintomático da tosse
Origem Sintética (químicos preparados)

Que tipo de medicamento é o Codol?

O Codol é uma formulação de três componentes, classificada como um produto combinado e um medicamento destinado à administração por via oral, posicionado primariamente como um antitússico e expetorante associados. Este agrupamento específico de componentes é clinicamente reconhecido para abordar sintomas de tosse que envolvem tanto a irritação persistente como a presença de muco espesso. O principal propósito terapêutico da formulação é proporcionar o alívio sintomático de tosses frequentemente associadas a condições respiratórias comuns. Devido à inclusão da Codeína, um analgésico opioide com eficácia comprovada na supressão da tosse, o Codol é tipicamente designado como um item controlado ou sujeito a receita médica, garantindo que a sua utilização seja gerida sob orientação profissional.

Composição e Estrutura da Formulação do Codol

A eficácia do Codol reside na sinergia específica das suas três principais substâncias ativas: Codeína, Sulfoguaiacol e Benzoato de Sódio. A Codeína funciona como o agente antitússico central, atenuando o reflexo da tosse para reduzir a frequência da tosse seca e irritativa. O Sulfoguaiacol, categorizado como um expetorante, atua localmente no trato respiratório para diminuir a viscosidade da expetoração, auxiliando na eliminação do muco. Este duplo mecanismo diferencia o Codol de tratamentos de ação única e simples. O Benzoato de Sódio é incluído como um conservante farmacêutico comum para estabilizar o veículo líquido (xarope ou solução) durante o seu período de validade. Os componentes são derivados de químicos preparados, definindo o produto como tendo uma origem sintética.

Quais efeitos secundários são possíveis com Codol?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança regulamentar oficial do Codol é definido principalmente pelas características de segurança do seu componente de codeína, abrangendo reações adversas comuns e graves classificadas pelas autoridades de saúde governamentais.

Reações Adversas Documentadas

Os efeitos secundários são categorizados por frequência e pelo sistema corporal afetado (Classe de Sistemas de Órgãos):

Categoria Efeitos Documentados
Mais Comuns Sonolência, sedação, tonturas, vertigens, náuseas, vómitos, obstipação e transpiração. Estes efeitos são oficialmente reconhecidos e classificados na rotulagem do medicamento.
Reações Adversas Graves Os riscos incluem depressão respiratória potencialmente fatal, insuficiência adrenal (com o uso a longo prazo), hipotensão grave e o potencial para dependência, abuso e uso indevido. É observado um risco de síndrome serotoninérgica quando utilizado com outros medicamentos específicos.
Sistemas Afetados Doenças do Sistema Nervoso (ex.: sedação); Doenças Gastrointestinais (ex.: obstipação); Doenças Respiratórias, Torácicas e do Mediastino (ex.: falta de ar e depressão respiratória).

Restrições de Segurança e Notas Específicas para Populações

A rotulagem oficial define restrições específicas para a utilização deste medicamento:

  • Restrição Pediátrica: O produto é contraindicado em crianças com menos de 12 anos de idade para o tratamento da tosse, devido ao risco documentado de toxicidade opioide. É também contraindicado em todos os pacientes com menos de 18 anos após amigdalectomia ou adenoidectomia.
  • Restrição na Lactação: O produto é contraindicado em mulheres a amamentar devido ao potencial da codeína e do seu metabolito ativo serem secretados no leite materno, constituindo um risco para o lactente.
  • Padrão Relacionado com o Tempo: O risco de depressão respiratória potencialmente fatal ocorre com maior frequência durante o início da terapia ou após um aumento da dose.
  • Estado do Metabolismo: O produto é contraindicado em indivíduos conhecidos por serem metabolizadores ultra-rápidos da enzima CYP2D6.

Esta estrutura autoritária assegura que os riscos são comunicados de forma clara, separando os efeitos comuns esperados das advertências regulamentares graves e das limitações de utilização.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de sobredosagem para o Codol com base nos efeitos potentes do seu componente de codeína, destacando especificamente o risco de desfechos graves e potencialmente fatais.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

A sobredosagem é documentada principalmente como causadora de depressão profunda do Sistema Nervoso Central (SNC) e respiratória. Os sinais oficialmente listados incluem miose (pupilas puntiformes), sonolência extrema ou estupor, confusão, hipotensão e flacidez dos músculos esqueléticos. Estas manifestações são explicitamente descritas como tendo o potencial de progredir para desfechos graves, tais como coma, colapso circulatório e paragem respiratória.

Medidas de Emergência Obrigatórias

A presença de qualquer suspeita de sobredosagem ou a observação de sintomas como respiração lenta ou falta de resposta exige a procura de assistência médica imediata e o contacto direto com os serviços de emergência. Esta urgência é motivada pelo risco de morte documentado a nível regulamentar. A resposta procedimental necessária, definida nos textos oficiais, inclui a administração de um antagonista opioide específico (como a naloxona) para reverter os efeitos depressivos, juntamente com tratamento sintomático e de suporte contínuo.

Risco Específico em Populações

A rotulagem oficial refere especificamente que as crianças e os metabolizadores ultra-rápidos são populações com um risco explicitamente elevado de desfechos graves ou fatais resultantes de uma sobredosagem de codeína. Este risco está oficialmente registado como exigindo uma consideração especial.

Usos terapêuticos de Codol

O que o Codol trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Codol é aplicado em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis, proporcionando um alívio de suporte para questões respiratórias agudas. Esta combinação é habitualmente utilizada em situações nas quais os doentes experienciam sintomas que se tornam mais percetíveis e requerem assistência sintomática de curta duração. Este medicamento é relevante em condições caracterizadas por períodos de agravamento de sintomas, tais como os associados à constipação comum e à bronquite aguda.

Ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, relacionados tanto com o desconforto físico como com sintomas que criam um esforço fisiológico notório. É utilizado quando grupos de sintomas provocam uma interferência percetível na estabilidade diária. O alívio sintomático oferecido ajuda a melhorar o conforto quotidiano durante os períodos de crise, especialmente quando a tosse se torna disruptiva ou desgastante.

Facto Rápido: Alívio para Sintomas de Tosse Duplos

O Codol é aplicado para uma gestão dupla, auxiliando tanto no desconforto físico provocado pela tosse como no esforço fisiológico percetível resultante da congestão torácica.

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade primária para o Codol está restrita a pacientes adultos que não apresentem contraindicações listadas. Os documentos regulamentares oficiais definem proibições absolutas em diversas categorias para mitigar riscos, principalmente devido ao componente de codeína.

Populações Contraindicadas (Não Devem Utilizar)

O uso de Codol é estritamente proibido em crianças com menos de 12 anos de idade e em qualquer paciente pediátrico (menos de 18 anos) que tenha sido submetido a amigdalectomia ou adenoidectomia. É também contraindicado para indivíduos identificados como metabolizadores ultra-rápidos da enzima CYP2D6 e para mulheres a amamentar. A inelegibilidade absoluta estende-se a pacientes com depressão respiratória significativa, asma brônquica aguda ou grave, obstrução gastrointestinal (íleo paralítico) ou uso concomitante de Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO).

Populações que Requerem Precaução

A utilização não é recomendada em adolescentes entre os 12 e os 18 anos que apresentem obesidade ou outras condições que comprometam a função respiratória. É necessária uma utilização condicionada em idosos e pacientes com insuficiência hepática ou renal grave, o que exige uma monitorização próxima. O uso prolongado durante a gravidez pode causar danos fetais, especificamente a Síndrome de Abstinência Opioide Neonatal.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar oficial do Codol, um produto de combinação que contém codeína, detalha padrões de interação específicos com diversas classes de substâncias. A coadministração com Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) é estritamente contraindicada, sendo necessária uma separação obrigatória de 14 dias após a interrupção dos IMAO antes da administração de Codol. Esta é classificada como uma restrição de interação grave.

Interações Farmacodinâmicas e Metabólicas Documentadas

Tipo de Interação Substâncias/Classe Interagentes Resultado Oficial da Interação
Depressão do SNC Álcool, Benzodiazepinas, outros Opioides, Sedativos Aumenta o risco de sedação profunda e depressão respiratória.
Metabólica (CYP2D6) Inibidores (ex.: Quinidina) Aumenta a exposição à codeína; diminui a exposição ao metabolito ativo (morfina).
Risco Serotoninérgico ISRS, ISRSN, Antidepressivos Tricíclicos Aumento do risco documentado de Síndrome Serotoninérgica.

As fontes regulamentares documentam também que a coadministração com inibidores da CYP3A4 (ex.: cetoconazol) pode aumentar a concentração plasmática da codeína, enquanto os indutores da CYP3A4 (ex.: rifampicina) podem diminuir a sua exposição. Todo o perfil de interações resulta em restrições específicas para certas populações, incluindo a contraindicação de qualquer utilização em crianças com menos de 12 anos de idade e em pacientes identificados como metabolizadores ultra-rápidos, devido ao elevado risco de efeitos adversos graves.

Mecanismo de ação

O Codol é um medicamento analgésico composto por uma combinação de substâncias ativas que atuam de forma complementar para o alívio da dor. O seu mecanismo de ação baseia-se na interferência com a transmissão e a perceção dos sinais dolorosos no organismo.

Um dos componentes principais atua ao nível do sistema nervoso central, alterando a forma como o cérebro e a espinal medula respondem à dor. Ao ligar-se a recetores específicos, esta substância ajuda a diminuir a intensidade das mensagens de dor enviadas pelo corpo. Simultaneamente, o outro componente ativo atua bloqueando a produção de certas substâncias químicas, conhecidas como prostaglandinas, que são libertadas em resposta a lesões ou doenças e que sensibilizam as terminações nervosas, causando a sensação de dor e inflamação.

Esta ação dual permite que o medicamento trate a dor através de diferentes vias biológicas. Ao reduzir a produção de mensageiros químicos na origem e ao modular a resposta do sistema nervoso, o Codol proporciona um efeito analgésico mais abrangente. A integração destes processos biológicos é fundamental para a eficácia do tratamento em quadros clínicos onde o alívio da dor é necessário.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Codol: Diretrizes Oficiais de Administração

O Codol é uma formulação oral composta por três componentes, e a sua utilização é rigorosamente definida por diretrizes regulamentares para assegurar uma administração precisa e controlada. O protocolo estabelecido dita a via, os limites de dosagem, a frequência e as restrições específicas com base nas informações oficiais de prescrição do produto, que se aplicam tipicamente a soluções orais contendo codeína.


Âmbito da Administração

  • Via de Administração: O produto está aprovado para administração por via oral, sob a forma de xarope líquido ou solução.
  • Esquema Posológico (Adultos): A dosagem é iniciada com a dose mínima eficaz dentro do intervalo padrão de 15 mg a 60 mg de codeína por dose. A ingestão diária máxima não deve exceder 360 mg de codeína num período de 24 horas.
  • Padrão de Frequência: A dosagem é administrada conforme a necessidade, tipicamente em intervalos de quatro em quatro horas.
  • Condições Relacionadas com o Tempo: A dose pode ser tomada com alimentos ou após as refeições para ajudar a minimizar um eventual desconforto gastrointestinal.
  • Duração da Utilização: O uso está limitado a um curso de curto prazo, restrito à duração mínima necessária para atingir o objetivo de utilização.

Restrições Populacionais e de Procedimento

A administração está sujeita a regras explícitas de idade e procedimentos detalhados nos documentos oficiais:

  • Restrição Pediátrica: O Codol é contraindicado em todos os pacientes com idade inferior a 12 anos.
  • Medição Rigorosa: As doses devem ser medidas utilizando um dispositivo oral calibrado fornecido com o produto, e não utensílios domésticos, para garantir que o volume correto seja administrado.
  • Interrupção do Uso: Caso exista dependência física, o produto deve ser retirado através de um regime de redução gradual, em vez de uma cessação abrupta.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Codol


Evidência para Tosse Aguda Associada a Infeções Respiratórias

A investigação que explora a forma como os sintomas evoluem ao longo do tempo na tosse aguda, como a associada à constipação comum, envolve principalmente ensaios clínicos aleatorizados (ECA) de curto prazo e revisões sistemáticas. A investigação examinou os efeitos dos componentes ativos do Codol (a codeína, classificada como antitússico, e o sulfoguaiacol, classificado como expetorante). Os resultados foram mistos nas revisões sistemáticas que examinaram a codeína quanto ao seu efeito estudado na frequência da tosse em adultos. Muitas análises de maior escala relataram que as conclusões indicavam frequentemente resultados que não eram claramente diferenciados quando a codeína era comparada com uma substância inativa (placebo) em contextos de tosse aguda. Da mesma forma, a evidência é limitada para o componente sulfoguaiacol; a investigação destaca que as alterações medidas foram frequentemente inconsistentes na medição das propriedades da expetoração em ensaios de expetorantes.

Evidência para Tipos Específicos de Tosse Crónica

O componente codeína foi estudado em algumas populações específicas com tosse crónica, incluindo indivíduos com condições como a bronquite crónica. A investigação foi realizada através de ensaios de duração intermédia e incluiu principalmente adultos. Nestes grupos específicos de pacientes, alguns estudos relatam como os sintomas evoluíram nas populações observadas, descrevendo padrões relacionados com alterações nos índices de tosse. No entanto, a base de evidência é limitada e heterogénea devido à grande variedade de causas subjacentes à tosse crónica, o que significa que as conclusões foram mistas quando aplicadas de forma generalizada.

Investigação em Populações Especiais: Crianças e Adultos

Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, particularmente no que diz respeito a crianças e adolescentes. Importantes organismos reguladores realizaram revisões extensas da evidência disponível sobre a utilização de codeína nestas populações mais jovens. Estas revisões destacam que a evidência é limitada e insuficiente para avaliar os efeitos estudados da codeína em crianças, e os reguladores focaram-se na forma como as diferenças no metabolismo neste grupo exigiram uma atenção adicional durante a avaliação regulamentar da investigação. Devido a esta incerteza, os organismos reguladores aplicaram restrições rigorosas às populações estudadas e aos contextos clínicos para produtos que contêm codeína, incluindo o Codol, em crianças e adolescentes.

Principais Limitações e Incertezas na Evidência

Um desafio primordial continua a ser a ausência de ensaios específicos para a formulação exata de três componentes utilizada no Codol. Além disso, os investigadores continuam a explorar a combinação de um antitússico e de um expetorante num único produto, uma vez que o desenho do estudo deve ter em conta que os dois componentes estão associados a resultados potencialmente diferentes. As conclusões em subgrupos são incertas e falta evidência comparativa para muitas formulações, o que significa que a investigação fornece contexto, mas não previsões individuais sobre se um paciente responderá de forma semelhante.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Codol (FAQ)


P: Com que rapidez começam geralmente os efeitos do Codol?

A informação oficial do medicamento proveniente de documentos regulamentares descreve que o início típico de ação para o componente opioide ativo (codeína) ocorre entre 15 a 30 minutos após a ingestão oral do medicamento.

P: Qual é a duração típica da ação do Codol?

A informação regulamentar cita tipicamente que a duração do efeito para o componente opioide ativo dura entre quatro a seis horas. Este período é consistente com a frequência de dosagem definida na informação aprovada do produto.

P: O Codol é igual a outros medicamentos com nomes semelhantes?

O Codol é especificamente definido como uma formulação de três componentes, o que significa que contém três ingredientes ativos distintos: Codeína, Sulfoguaiacol e Benzoato de Sódio. Outros medicamentos com nomes semelhantes podem conter apenas um ou dois destes componentes, resultando em diferentes classificações regulamentares e utilizações pretendidas.

P: O Codol pode ser tomado a longo prazo?

As diretrizes regulamentares especificam que a utilização está limitada apenas a um tratamento de curto prazo, restrito à duração mínima necessária para atingir o objetivo de utilização, conforme especificado na informação oficial do produto.

P: O Codol afeta o humor ou o estado mental?

A documentação oficial lista efeitos no sistema nervoso central (SNC) para o componente ativo codeína. Estes podem incluir sonolência, tonturas, confusão e desorientação, sendo também observado um risco de sedação profunda.

P: O que acontece se eu me esquecer de tomar o Codol à hora prevista?

As instruções regulamentares para o paciente aconselham frequentemente que, se uma dose for esquecida, a dose seguinte deve ser tomada quando necessário, de acordo com o esquema prescrito. As instruções advertem contra a toma de uma dose dupla para compensar a dose esquecida.

P: Certos alimentos ou suplementos podem afetar o funcionamento do Codol?

A informação oficial afirma que certos produtos não sujeitos a receita médica ou produtos à base de plantas, como o Hipericão, podem interagir com o fármaco. Os recursos oficiais recomendam informar um profissional de saúde sobre todos os medicamentos com e sem receita, vitaminas, suplementos nutricionais e produtos à base de plantas que estejam a ser tomados.

P: Posso tomar Codol se tiver um historial de problemas renais?

A rotulagem oficial identifica a doença renal ou a insuficiência renal grave como uma condição que requer precaução e um potencial ajuste da dose. A utilização nestas circunstâncias exige uma consideração cuidadosa.

P: O Codol interage com suplementos à base de plantas comuns, como o Hipericão?

Os recursos oficiais do medicamento listam o Hipericão como um produto à base de plantas que pode interagir com o componente ativo codeína. Esta interação pode potencialmente afetar o metabolismo e a eficácia do medicamento.

P: O Codol precisa de ser tomado com alimentos?

As diretrizes de administração oficiais referem que a dose pode ser tomada com ou após os alimentos. Isto é frequentemente mencionado para ajudar a minimizar um potencial desconforto gastrointestinal.

P: O Codol é considerado um medicamento forte?

O Codol contém Codeína, que é classificada pelos organismos reguladores como um opioide e uma substância controlada. Esta classificação, baseada nas suas propriedades químicas e no potencial de abuso e dependência, define o seu estatuto legal controlado.

P: O Codol ajuda em condições crónicas?

A documentação oficial indica que o fármaco está aprovado para o alívio sintomático da tosse aguda. Embora a investigação tenha examinado o componente codeína para alguns tipos de tosse crónica, a aprovação regulamentar é geralmente restrita à gestão de sintomas agudos de curto prazo.

P: Existem diferentes formas de Codol disponíveis (ex.: comprimido, líquido)?

O Codol é oficialmente definido como um xarope ou solução líquida. A rotulagem regulamentar especifica a via de administração aprovada do produto como uma solução oral ou xarope.

P: Para que faixa etária o Codol é geralmente aprovado?

Os regulamentos oficiais declaram que o Codol é estritamente contraindicado (não deve ser utilizado) em crianças com menos de 12 anos de idade. Portanto, a utilização geral aprovada está restrita a adolescentes com 12 ou mais anos de idade e a adultos, sujeita a condições específicas e fatores de risco.

P: Por que razão os documentos oficiais enfatizam a toma do Codol a uma determinada hora do dia?

Os documentos oficiais não enfatizam uma hora específica do dia para a administração. Eles especificam que a dosagem é administrada conforme a necessidade (PRN), tipicamente em intervalos de quatro a seis horas, conforme definido pela frequência de dosagem aprovada.

P: Qual é a diferença entre o Codol e uma versão genérica?

Uma versão genérica do Codol deve conter exatamente os mesmos ingredientes ativos, dosagem, forma farmacêutica e via de administração que o produto de marca. As agências regulamentares garantem que os produtos genéricos são farmacêutica e terapeuticamente equivalentes ao produto inovador.

P: O Codol pode afetar os resultados de testes laboratoriais?

A rotulagem oficial do medicamento observa por vezes que o componente ativo, a codeína, pode interferir com certos testes laboratoriais. Isto pode incluir os testes utilizados para a deteção de substâncias ilícitas, podendo causar resultados falso-positivos.

P: Quanto tempo permanece o Codol no corpo após a última ingestão?

A semivida de eliminação do componente ativo codeína é de aproximadamente 2,5 a 3 horas, de acordo com dados regulamentares e farmacocinéticos. Geralmente, são necessárias várias semividas para que um fármaco seja quase totalmente eliminado do corpo.

P: Existem casos documentados de sintomas de abstinência do Codol?

Os documentos regulamentares descrevem o potencial de dependência física com o uso prolongado. Descrevem a necessidade de um esquema de descontinuação gradual para mitigar os sintomas de abstinência caso a dependência física esteja presente.

P: Como se diferencia o Codol de um placebo em ensaios clínicos?

A evidência de ensaios clínicos examinou os efeitos do componente ativo codeína. Os resultados foram mistos em várias revisões sistemáticas, que frequentemente relataram resultados que não foram claramente diferenciados quando a codeína foi comparada com uma substância inativa (placebo) para a tosse aguda em adultos.

P: Os reguladores de saúde em diferentes países têm regras diferentes para o Codol?

Os organismos reguladores em todo o mundo (ex.: FDA, EMA, Health Canada) classificam e controlam o componente ativo codeína de forma diferente. Isto leva a restrições variáveis na sua utilização, estatuto de receita médica e dosagens diárias máximas, dependendo do país.

P: O Codol é comummente utilizado em combinação com outros medicamentos de receita médica?

Os avisos regulamentares oficiais focam-se em interações graves documentadas com classes específicas de medicamentos de receita médica, tais como depressores do SNC, IMAOs e ISRSs. Os documentos oficiais descrevem quais as combinações que acarretam um risco documentado, e não quais as que são prática clínica comum.

P: Os efeitos do Codol são consistentes em todos os pacientes?

As revisões regulamentares oficiais destacam que a base de evidência é limitada e heterogénea, e os investigadores observam que os resultados em subgrupos são incertos. Isto significa que não há garantia de que os efeitos sejam consistentes em toda a população de pacientes.

P: Por que razão algumas pessoas relatam não sentir qualquer efeito do Codol?

Os documentos oficiais descrevem que a codeína deve ser convertida por uma enzima hepática (CYP2D6) na sua forma ativa, a morfina. Indivíduos classificados como "metabolizadores lentos" têm uma atividade enzimática reduzida, o que resulta numa formação muito reduzida da forma ativa. Isto pode levar a um alívio insuficiente ou à ausência de efeito percebido.

P: Qual é a declaração oficial relativa ao potencial de uso indevido do Codol?

A rotulagem oficial contém um aviso proeminente afirmando que a utilização do Codol expõe os utilizadores a riscos de adição, abuso e uso indevido, que podem levar a sobredosagem e morte. A declaração oficial indica que este risco deve ser avaliado antes da administração.

P: Os adultos mais velhos reagem de forma diferente ao Codol?

A rotulagem oficial afirma que a utilização não é recomendada ou exige uma utilização condicionada para adultos mais velhos. Estes têm geralmente maior probabilidade de ter efeitos indesejados, como confusão ou sonolência, e problemas de saúde relacionados com a idade que podem afetar a ação do medicamento.

Como Codol deve ser armazenado e descartado?

Armazenamento e Segurança Obrigatórios

Devido ao seu conteúdo de codeína, a solução de Codol deve ser armazenada num local seguro e protegido para evitar a ingestão acidental e o acesso não autorizado. O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças e afastado de terceiros, uma vez que a ingestão acidental pode ser fatal. Os pacientes devem assegurar que o recipiente está bem fechado e guardado com a sua tampa de segurança bloqueada.

Requisitos Ambientais e de Estabilidade

A rotulagem oficial exige o armazenamento do produto a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre 20 °C e 25 °C. A solução deve ser protegida do calor excessivo, da humidade e da luz direta, e não deve ser congelada. O armazenamento na casa de banho é proibido devido à humidade.

Instruções Oficiais de Eliminação

O medicamento não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado prontamente. O método preferencial é a utilização de um programa de recolha de medicamentos ou de um ponto de recolha autorizado. Se tal não estiver disponível, recomenda-se misturar o medicamento com uma substância indesejável, colocá-lo num saco selado e descartá-lo no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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