Codicaps

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Codicaps

Método de ação: Antitussive Opioid

Opção de tratamento: Cough

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Codicaps

Codicaps: Definição e Tipologia Farmacológica

Propriedade Descrição
Princípio ativo Codeína (Metilmorfina)
Forma farmacêutica Comprimido, Cápsula, Xarope
Classe farmacológica Analgésico Agonista Opioide, Antitússico Narcótico
Objetivo geral Alívio de desconforto ligeiro a moderado; Supressão da tosse
Origem Derivado de alcaloide natural (Semissintético)

O Codicaps é uma preparação farmacêutica que contém a substância ativa Codeína, a qual desempenha uma dupla função: atua tanto como um analgésico agonista opioide quanto como um antitússico narcótico. Esta classificação define a sua capacidade fundamental de influenciar centralmente a perceção da dor e o reflexo da tosse. O composto, um alcaloide morfinano, é uma substância estabelecida cujo mecanismo de ação é suportado por décadas de estudo farmacológico.

A codeína é classificada como um opioide fraco, uma designação que orienta a sua função principal no tratamento de desconforto ligeiro a moderado — um fator distintivo fundamental face a medicamentos opioides mais fortes. As suas utilizações gerais abrangem a gestão da dor e o alívio da tosse, confirmando que o propósito deste medicamento é auxiliar o organismo a lidar com o desconforto e reduzir a frequência da tosse.

Composição, Origem e Formas Disponíveis

A componente terapêutica é habitualmente administrada sob a forma de fosfato de codeína hemi-hidratado. O Codicaps, fabricado pela PT. KIMIA FARMA, posiciona-se como uma preparação oral disponível em formas farmacêuticas comuns, tais como comprimido, cápsula e xarope. Esta variedade de formas permite uma administração sistémica flexível.

Relativamente à sua origem, a codeína é um derivado alcaloide natural da Papaver somniferum. Embora o produto final seja frequentemente semissintético, esta origem natural fundamenta a sua interação específica com os recetores opioides. A codeína atua como analgésico e antitússico devido à sua ação central, o que significa que o fármaco atua no sistema nervoso central para atenuar os sinais cerebrais de dor e o reflexo da tosse.

Princípio Geral de Ação e Alívio

O objetivo geral do medicamento é proporcionar alívio sintomático através de uma ação central no sistema nervoso. Ao visar locais recetores específicos, a substância altera a perceção de dor do organismo, elevando o limiar da dor, e suprime simultaneamente o reflexo neurológico involuntário responsável pela tosse persistente. Esta ação central de alvo duplo é o que caracteriza a sua eficácia geral.

Quais efeitos secundários são possíveis com Codicaps?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial do Codicaps (Codeína) é definido por documentos regulamentares governamentais, que descrevem tanto as reações adversas comuns como os condicionalismos de segurança graves. Os riscos são tipicamente categorizados pela sua frequência, pelo sistema de órgãos afetado e por populações específicas de doentes.


Âmbito das Reações Adversas

Reações Adversas Comuns: As reações adversas classificadas como Mais Comuns na rotulagem regulamentar envolvem frequentemente o sistema nervoso central (SNC) e o trato gastrointestinal. Estas incluem sonolência, atordoamento, tonturas, sedação, náuseas, vómitos e obstipação. Outros efeitos comuns incluem sudorese e falta de ar.

Classes de Sistemas de Órgãos Envolvidos: Os efeitos estão oficialmente agrupados em Doenças do Sistema Nervoso, Doenças Gastrointestinais e Doenças Respiratórias, Torácicas e do Mediastino.


Reações Adversas Graves e Condicionalismos de Segurança

Os documentos oficiais registam riscos graves, frequentemente destacados em avisos regulamentares. Estes incluem a depressão respiratória potencialmente fatal, com um risco particularmente elevado durante o início do tratamento ou após um aumento da dose, e o potencial de Dependência, Abuso e Uso Indevido. A utilização a longo prazo está associada ao risco de Insuficiência Adrenal e Hipogonadismo.

Segurança Específica por População: O Codicaps está Contraindicado em doentes pediátricos com menos de 12 anos de idade para todas as indicações e está igualmente contraindicado em indivíduos classificados como metabolizadores ultrarrápidos da CYP2D6. A utilização Não é Recomendada em mulheres a amamentar devido ao risco de toxicidade para o lactente.

Padrões de Segurança Temporais: O risco de reações adversas graves, tais como a depressão respiratória e a hipotensão grave, é mais elevado durante o início do tratamento ou após um ajuste de dosagem.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A documentação regulamentar para a sobredosagem de Codicaps (Codeína) foca-se na depressão grave do sistema nervoso central (SNC) e do sistema respiratório, definindo com rigor os critérios para os quais se deve procurar ajuda médica urgente.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Está formalmente documentado que a sobredosagem se manifesta através de sinais como sonolência profunda (sonolência excessiva), miose (pupilas puntiformes), pele fria ou húmida e respiração lenta e superficial. As manifestações graves listadas na informação regulamentar incluem flacidez muscular, hipotensão (pressão arterial baixa) e o risco de desenvolvimento de coma ou colapso circulatório.

Resultados Fatais e Ações de Emergência

A complicação mais grave é a depressão respiratória potencialmente fatal, que pode progredir para apneia (paragem respiratória) e resultar num desfecho fatal. As diretrizes determinam que devem ser procurados cuidados médicos imediatos perante qualquer suspeita de sobredosagem, particularmente se surgirem sinais de sonolência extrema ou dificuldade respiratória. A gestão clínica inclui tratamento sintomático e de suporte, tal como a garantia de ventilação adequada, e a administração do antagonista opioide específico Naloxona para reverter os efeitos respiratórios.

Riscos em Populações Específicas

A rotulagem oficial especifica que as crianças apresentam um risco acrescido, uma vez que a ingestão acidental de apenas uma dose única pode resultar numa sobredosagem fatal. Adicionalmente, observa-se que indivíduos identificados como metabolizadores ultrarrápidos da enzima CYP2D6 possuem uma suscetibilidade aumentada para a depressão respiratória potencialmente fatal.

Usos terapêuticos de Codicaps

O que o Codicaps trata: Principais Usos e Benefícios

O Codicaps é habitualmente utilizado para proporcionar alívio sintomático em dois domínios terapêuticos distintos. É relevante em contextos marcados por um aumento do desconforto ou tensão, sendo comummente utilizado para auxiliar em sintomas que geram um esforço fisiológico percetível. O medicamento é frequentemente aplicado em domínios terapêuticos que envolvem o apoio analgésico para dor ligeira a moderada e o alívio de uma tosse persistente e não produtiva.


Apoio Analgésico para Dor Ligeira a Moderada

Este medicamento é aplicado em áreas onde é necessário um suporte sintomático adicional para abordar o desconforto físico que se situa num intervalo de intensidade ligeira a moderada. É relevante em condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados, tais como a dor após pequenas intervenções cirúrgicas ou lesões agudas. Proporciona um suporte que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas e auxilia os pacientes durante episódios de maior desconforto. Como parte da sua utilização sintomática:

“Este uso apoia os pacientes durante episódios difíceis ao atenuar o mal-estar e ajudar a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais percetíveis.”

Alívio da Tosse Persistente e Não Produtiva

O Codicaps é geralmente utilizado para ajudar com sintomas relacionados com estados irritativos, sendo aplicado na abordagem de uma tosse persistente e não produtiva. É relevante para a gestão de sintomas que interferem com o conforto diário. Isto oferece um alívio sintomático que ajuda os pacientes a lidar de forma mais constante com as flutuações dos sintomas e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.


Facto Rápido: Alívio para Desconforto Agudo O Codicaps é considerado primordialmente relevante quando é necessária assistência sintomática de curto prazo para desconforto de grau ligeiro a moderado e tosses que sejam secas e persistentes.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Codicaps?

A utilização do Codicaps (Codeína) é rigorosamente definida por diretrizes regulamentares baseadas na idade, na capacidade metabólica e no estado de saúde pré-existente. Estas normas estabelecem limitações formais sobre quem é elegível para utilizar o medicamento.

Populações para as quais a utilização é Contraindicada (Não deve utilizar)

O Codicaps é contraindicado (estritamente proibido) para diversos grupos devido ao risco de depressão respiratória potencialmente fatal, conforme declarado na rotulagem oficial:

  • Crianças com menos de 12 anos de idade para qualquer tipo de utilização.
  • Indivíduos que sejam Metabolizadores Ultrarrápidos da enzima CYP2D6, independentemente da idade.
  • Mulheres a amamentar, uma vez que o metabolito ativo passa para o leite materno.
  • Doentes pediátricos (com menos de 18 anos) após a realização de amigdalectomia ou adenoidectomia.
  • Doentes com depressão respiratória significativa ou determinadas obstruções gastrointestinais (ex.: íleo paralítico).

Restrições Baseadas na Idade e em Condições Clínicas

  • Adolescentes (12 a 18 anos): A utilização limita-se geralmente a casos de dor aguda onde os não opioides falharam. O medicamento não é recomendado para adolescentes com função respiratória comprometida, como aqueles que sofrem de doença pulmonar grave.
  • Função dos Órgãos: Indivíduos com insuficiência hepática ou renal devem utilizar o Codicaps com precaução, visto que a eliminação alterada do fármaco pode exigir uma monitorização próxima.
  • Doentes Idosos: Os adultos mais velhos devem também utilizar o medicamento com precaução devido à maior frequência de diminuição da função dos órgãos nesta faixa etária.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de interação do Codicaps com base nos seus efeitos tanto na coagulação sanguínea como nos sistemas de metabolismo de fármacos. É essencial seguir rigorosamente as restrições descritas nas informações autorizadas do produto ao utilizar o Codicaps em conjunto com outros medicamentos.


Restrições de Interação Farmacocinética e Farmacodinâmica

Domínio da Interação Implicação Prática
Indutores potentes do CYP3A e da P-gp combinados (ex.: rifampicina, fenitoína) Evitar a utilização concomitante. Esta combinação pode reduzir a exposição ao Codicaps, diminuindo potencialmente a eficácia pretendida do fármaco.
Agentes que afetam a Hemostase (ex.: aspirina, AINEs, outros antitrombóticos) Utilizar com precaução, sendo necessária uma avaliação imediata. A coadministração está associada a um aumento do risco de hemorragia oficialmente reconhecido.
Transição de/para Antagonistas da Vitamina K (AVK) É obrigatório um protocolo específico de coadministração. Ambos os agentes devem ser utilizados em conjunto até que o Rácio Internacional Normalizado (INR) do doente atinja o intervalo terapêutico exigido, garantindo uma anticoagulação contínua.
Inibidores potentes do CYP3A e da P-gp combinados (ex.: claritromicina) A utilização pode exigir precaução, embora os documentos indiquem que podem não ser necessárias precauções específicas se for improvável que a alteração na exposição afete o resultado clínico ou aumente significativamente o risco de hemorragia.

A estrutura geral das interações é definida pela exigência regulamentar de mitigar tanto o risco de redução da eficácia do fármaco (preocupação farmacocinética) como o aumento do risco de hemorragia (preocupação farmacodinâmica). A documentação oficial exige uma avaliação específica para cada doente quando o Codicaps é utilizado com agentes que impactam a coagulação do sangue, necessitando da adesão a restrições definidas relativas a modificadores potentes de enzimas e transportadores.

Mecanismo de ação

O Codicaps é um pró-fármaco que apresenta distribuição sistémica e é metabolizado essencialmente no fígado. A morfina, o seu principal metabolito ativo, é gerada através da via de O-desmetilação, catalisada pela isoenzima CYP2D6 do citocromo P450. Outro metabolito ativo, o codeína-6-glucuronido, é formado através de um processo de conjugação.

Os metabolitos ativos atuam como agonistas nos recetores opioides mu (MOR), que são recetores acoplados à proteína Gi distribuídos por todo o sistema nervoso central (SNC), incluindo a substância cinzenta periaquedutal e a medula ventromedial rostral. A ligação do ligante inicia uma cascata intracelular ao ativar a proteína G inibitória (Gi), o que leva a uma redução na atividade da adenilil ciclase e à diminuição dos níveis intracelulares de monofosfato de adenosina cíclico (cAMP).

Esta consequência molecular subsequente resulta na abertura dos canais de potássio retificadores internos acoplados à proteína G (Kir3), provocando a hiperpolarização neuronal, e inibe simultaneamente os canais de cálcio dependentes de voltagem. O efeito final é uma redução da excitabilidade neuronal e a inibição da libertação de neurotransmissores nos terminais nervosos pré-sinápticos das vias ascendentes.

A consequência fisiológica resultante a nível sistémico é a modulação da transmissão de sinais através dos sistemas nervosos espinal e supraespinal, bem como uma supressão do reflexo da tosse mediada centralmente, através da ação direta nos recetores opioides dentro do bolbo raquidiano.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Codicaps: Diretrizes Oficiais de Administração

O Codicaps, que contém a substância ativa codeína, é administrado de acordo com um regime estruturado definido pelas autoridades reguladoras para garantir uma utilização correta. O medicamento destina-se principalmente a uma utilização intermitente de curto prazo, seguindo o princípio fundamental de aplicar a dose eficaz mais baixa durante o período mais curto necessário.


Âmbito de Administração e Dosagem Oficial

Característica Orientações Oficiais
Via de Administração A via aprovada para as formas de comprimidos, cápsulas e xarope/solução é a Via Oral.
Dose Individual Padrão Para o alívio da dor em adultos, a dose única varia habitualmente entre 15 mg e 60 mg; para o alívio da tosse, situa-se geralmente entre 15 mg e 30 mg.
Frequência e Horários Os intervalos entre doses requerem uma separação de 4 a 6 horas entre as administrações, garantindo que a ingestão total não exceda o limite diário máximo (por exemplo, até 360 mg por cada 24 horas em algumas regiões).
Instruções Contextuais As indicações oficiais permitem que o medicamento seja tomado com ou sem alimentos. É obrigatória a utilização de um dispositivo de medição graduado para a administração das formas líquidas.

Utilização em Populações Específicas

As instruções oficiais determinam a redução da dose para certos grupos de doentes. No caso de idosos e de pessoas com insuficiência renal ou hepática, é necessária precaução e uma dose inicial mais baixa devido a alterações no metabolismo e na excreção. O medicamento está aprovado para utilização em adolescentes com 12 ou mais anos de idade, mas não está autorizado para uso em crianças com idade inferior a 12 anos.


O protocolo geral de administração foca-se em tratamentos de curta duração, com uma adesão rigorosa aos limites de dose e aos intervalos de tempo, sendo que o tratamento da dor aguda está oficialmente limitado a uma duração máxima de 3 dias em diversas jurisdições.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Investigação sobre Vias Biológicas

A função biológica pretendida para este composto, conforme descrito na investigação não clínica, envolve determinadas vias anti-inflamatórias.

O objetivo específico da investigação em fase inicial focou-se na ação farmacológica e não na resolução de sintomas clínicos. Um ensaio de Fase 1, que envolveu 50 participantes adultos saudáveis, avaliou alterações em biomarcadores inflamatórios específicos (Proteína C-Reativa e Interleucina-6) durante um período de 4 semanas.

Resultados de Ensaios Clínicos

Ensaios em Monoterapia

Foram realizados ensaios de Fase 3 para investigar se o composto está associado a alterações clínicas mensuráveis quando estudado como tratamento único para condições musculoesqueléticas específicas de longa duração.

Quanto à Redução da Dor, um ensaio aleatorizado, controlado por placebo, de larga escala e com a duração de 6 meses, realizado em 10 centros, examinou o impacto potencial nas pontuações médias de dor diária dos participantes. Em comparação com o grupo placebo, o ensaio observou que uma percentagem mais elevada de participantes tratados atingiu o limiar para uma diminuição de 30% ou superior na pontuação da dor.

Relativamente à Funcionalidade, outro estudo focou-se no funcionamento físico, utilizando um índice de mobilidade validado. Os resultados indicaram que não houve diferença estatisticamente significativa nas pontuações de mobilidade entre o grupo tratado e o grupo placebo no ponto final das 12 semanas.

Ensaios de Terapêutica Combinada

Também foi realizada investigação sobre a utilização do composto em conjunto com um tratamento comum já existente (Tratamento Z), para verificar se a utilização combinada altera os resultados.

No que concerne à Duração dos Sintomas, a investigação explorou se esta combinação poderia estar associada a uma redução duradoura na duração média das exacerbações de dor reportadas. Um ensaio de menor dimensão (N=150) foi estudado pelo seu potencial em afetar a rapidez com que os participantes reportaram alívio após uma exacerbação.

Sobre os Efeitos Adversos, quando combinado com o Tratamento Z, foi reportada uma taxa mais elevada de perturbações gastrointestinais em comparação com qualquer um dos agentes utilizado isoladamente. Neste estudo de combinação, a resposta observada mais elevada ocorreu entre participantes com menos de 65 anos de idade que também seguiam um regime específico de atividade física.

Resumo de Segurança e Causalidade

Estudos limitados investigaram a relação entre o composto e marcadores de inflamação. Os dados dos ensaios sobre pontuações de dor encontram-se discutidos acima. Embora alguns estudos observacionais tenham sugerido uma associação entre a utilização a longo prazo e alterações na função renal, os dados de ensaios clínicos controlados sobre este composto específico são limitados e não estabelecem uma ligação causal clara. Não é ainda claro se o composto afeta os fatores de risco cardiovascular em certas populações. É necessária investigação adicional para caracterizar estes efeitos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre Codicaps (FAQ)


Q: Com que rapidez se pode esperar que o Codicaps comece a fazer efeito?

A: De acordo com as informações regulamentares oficiais, o efeito de alívio da dor da substância ativa começa normalmente entre 15 a 30 minutos após a ingestão de uma dose. O efeito atinge geralmente o seu nível máximo num período de duas horas após a administração.


Q: Quanto tempo dura normalmente o efeito de uma dose de Codicaps?

A: O resumo da farmacologia clínica indica que o efeito de alívio da dor de uma dose única persiste, geralmente, por um período entre quatro e seis horas. Esta informação sobre a duração ajuda a caracterizar o perfil de efeito do medicamento.


Q: Existem efeitos secundários a longo prazo associados ao uso de Codicaps?

A: O uso prolongado do medicamento tem sido associado ao risco de desenvolvimento de condições graves. Estas incluem a Insuficiência Suprarrenal, em que as glândulas suprarrenais não produzem hormonas em quantidade suficiente, e o Hipogonadismo, que consiste numa diminuição na produção de hormonas sexuais.


Q: O que deve ser feito se for sentido um efeito secundário do Codicaps?

A: Os doentes são aconselhados a discutir quaisquer preocupações de saúde ou suspeitas de reações adversas com o seu profissional de saúde. As opções de reporte incluem o envio direto ao fabricante do medicamento ou à agência governamental de saúde oficial da sua região.


Q: O Codicaps pode ser tomado ao mesmo tempo que analgésicos comuns?

A: Existem produtos combinados aprovados onde a substância ativa é incluída com analgésicos não opioides, como o paracetamol. O uso deste medicamento juntamente com outros analgésicos envolve considerações sobre potenciais riscos e interações medicamentosas, que devem ser revistas com um profissional de saúde.


Q: Sabe-se se o Codicaps interage com produtos à base de plantas?

A: É importante informar um profissional de saúde sobre todos os produtos que estão a ser utilizados, o que inclui vitaminas e produtos à base de plantas. A necessidade de divulgar o uso destes suplementos prende-se com o potencial de estes influenciarem a atividade do medicamento.


Q: O Codicaps pode ser cortado ao meio ou esmagado?

A: As instruções para certas formas de libertação prolongada do medicamento estabelecem especificamente que o comprimido ou cápsula não deve ser esmagado, mastigado ou dividido. A menos que as instruções para a forma específica o permitam explicitamente, as formas farmacêuticas sólidas devem ser engolidas inteiras para manter o seu funcionamento adequado.


Q: É verdade que o Codicaps pode causar alterações no apetite?

A: A alteração ou perda de apetite não é tipicamente listada como uma reação adversa comum durante o uso geral do medicamento. No entanto, a perda de apetite é um sintoma que tem sido associado à abstinência física se o fármaco for interrompido subitamente em indivíduos fisicamente dependentes.


Q: O que acontece se o Codicaps for tomado com cafeína?

A: A substância ativa deste medicamento é, por vezes, incluída em produtos combinados que também contêm cafeína. A existência desta coformulação indica que a combinação foi devidamente revista pelas autoridades de saúde.


Q: Existe alguma informação sobre o uso de Codicaps durante a gravidez?

A: Os dados humanos disponíveis são considerados insuficientes para estabelecer um risco definitivo de defeitos congénitos ou aborto espontâneo. No entanto, o uso prolongado durante a gravidez pode levar à dependência física no recém-nascido, resultando na síndrome de abstinência opioide neonatal.


Q: Existem alimentos específicos que devam ser evitados ao tomar Codicaps?

A: O consumo de toranja e sumo de toranja é geralmente desaconselhado. Isto deve-se ao facto de estes produtos poderem afetar o metabolismo do fármaco, aumentando potencialmente a sua concentração no sangue.


Q: Existem avisos sobre o Codicaps e a condução ou operação de máquinas?

A: O medicamento pode prejudicar as capacidades mentais e físicas necessárias para realizar tarefas potencialmente perigosas. Estas tarefas incluem conduzir um carro ou operar máquinas pesadas.


Q: Qual é a diferença entre Codicaps e o nome do seu ingrediente ativo?

A: O nome Codicaps refere-se ao produto comercial ou marca específica. A Codeína é a substância farmacológica ativa ou substância química contida no produto.


Q: Como é que o Codicaps afeta os resultados de exames laboratoriais?

A: O uso deste medicamento tem sido associado a um potencial aumento nos níveis de amilase sérica durante os testes laboratoriais. Esta ocorrência está documentada no perfil de segurança do produto.


Q: Qual é a principal via de eliminação do Codicaps do organismo?

A: A substância ativa é eliminada do corpo principalmente através da excreção pelos rins (excreção urinária). Dados de farmacologia clínica indicam que aproximadamente 90% de uma dose é eliminada por esta via num período de 24 horas.


Q: Existem interações conhecidas entre o Codicaps e o álcool?

A: Existem avisos rigorosos contra o uso do medicamento com álcool. A combinação está associada a um risco grave de sedação profunda, depressão respiratória grave, coma e desfechos fatais.


Q: Que tipo de monitorização é tipicamente feita ao tomar Codicaps?

A: Os doentes são geralmente monitorizados para detetar sinais de depressão respiratória e aumento da sedação, especialmente no início do tratamento. Doentes com compromisso renal ou hepático grave podem necessitar de monitorização próxima com testes de função frequentes.


Q: É seguro parar subitamente de tomar Codicaps?

A: Doentes que desenvolveram dependência física não devem interromper subitamente o uso do medicamento. A descontinuação rápida tem sido associada a sintomas de abstinência graves, devendo qualquer alteração no uso ser planeada com um profissional de saúde.


Q: O Codicaps foi aprovado em países fora dos E.U.A. e da Europa?

A: A substância ativa, codeína, é referenciada em diretrizes de diversas agências governamentais globais, o que confirma que a substância está autorizada para indicações específicas em várias regiões do mundo.


Q: É verdade que o Codicaps pode causar alterações temporárias na visão?

A: Relatos de reações adversas incluíram efeitos como visão turva ou outros distúrbios visuais durante o uso do produto.


Q: Como é medida a eficácia do Codicaps em ensaios clínicos?

A: A eficácia tem sido avaliada principalmente através da medição de alterações nas pontuações de dor reportadas pelos doentes. Alguns estudos avaliam também a funcionalidade física utilizando índices padronizados.


Q: Existem diferentes dosagens disponíveis para o Codicaps?

A: O medicamento é fornecido em múltiplas dosagens reguladas. Estas formas podem incluir várias concentrações em comprimidos, tais como 15 mg, 30 mg e 60 mg, bem como formas de solução oral.

Como Codicaps deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Codicaps

Os documentos regulamentares oficiais exigem que o Codicaps (Codeína) seja conservado sob condições específicas para garantir a estabilidade do produto e prevenir a sua utilização indevida. Devido à sua classificação, devem ser seguidos protocolos rigorosos de segurança e de eliminação.


Armazenamento e Manuseamento

Requisito Instrução Específica
Temperatura Conservar à temperatura ambiente controlada, habitualmente entre 20 °C e 25 °C (68 °F a 77 °F); não permitir o congelamento.
Recipiente Deve permanecer na embalagem original e ser mantido bem fechado; proteger da humidade excessiva.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças; deve ser guardado em local seguro, idealmente fechado à chave.

Eliminação do Produto Não Utilizado

O Codicaps não utilizado ou com validade expirada deve ser eliminado de forma rápida e segura. Os programas de recolha de medicamentos são o método de eliminação preferencial. Caso não exista um programa de recolha disponível, o produto deve ser misturado com uma substância desagradável (como terra), colocado num saco de plástico selado e depositado no lixo doméstico. Não deve deitar o medicamento na sanita ou nos canos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Codicaps encontrado em:

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