Codelasa

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Codelasa

Método de ação: Antitussive, Antitussive Opioid

Opção de tratamento: Allergy, Cough, Cold

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Codelasa

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substâncias Ativas Codeína, Clorfeniramina
Formas Farmacêuticas Solução oral (suspensão), Comprimido de libertação prolongada
Classe Farmacológica Combinação de antitússico opioide e antagonista dos recetores H1
Uso Geral Alívio da tosse persistente e sintomas de constipação ou alergia
Origem Sintética/Derivada (a codeína é um derivado opioide)

Codelasa: Um Antitússico Opioide de Associação

O Codelasa é um medicamento de associação prescrito para o alívio sintomático de quadros respiratórios. A preparação contém dois componentes ativos distintos: a Codeína, que atua como antitússico opioide, e a Clorfeniramina, um anti-histamínico de primeira geração. Esta formulação é classificada farmacologicamente como uma combinação de um antitússico opioide e um antagonista dos recetores H1, sendo a sua utilização tipicamente limitada a grupos de doentes adultos. A formulação é clinicamente reconhecida pela sua eficácia na gestão de sintomas em que a tosse persistente ocorre em simultâneo com manifestações alérgicas, tais como espirros e corrimento nasal, uma característica corroborada por estudos farmacológicos.

Composição e Formas Farmacêuticas

O Codelasa utiliza os efeitos terapêuticos conjuntos da Codeína e da Clorfeniramina, sendo habitualmente fornecido para a via oral em formas farmacêuticas específicas, tais como o comprimido de libertação prolongada ou a solução oral (suspensão). O comprimido de libertação prolongada é uma característica fundamental, desenvolvido para proporcionar um alívio sintomático prolongado quando comparado com produtos de libertação imediata.

O principal objetivo geral do Codelasa é a gestão de sintomas duplos. O componente de Codeína aborda a intensidade da tosse ao atuar no centro medular da tosse no cérebro, enquanto o componente de Clorfeniramina alivia os sintomas alérgicos subjacentes ao bloquear os efeitos da histamina. O design da formulação garante que o medicamento neutralize simultaneamente o reflexo da tosse e a irritação secundária que contribui para a persistência da mesma.

Quais efeitos secundários são possíveis com Codelasa?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

A documentação regulamentar do Codelasa, um medicamento de associação que contém Codeína e Clorfeniramina, classifica as possíveis reações adversas e descreve diversos riscos graves de segurança e considerações específicas para determinados grupos populacionais.

Reações Adversas Documentadas Oficialmente

As informações oficiais classificam uma série de efeitos fisiológicos como Reações Adversas Comuns. Estes efeitos, reportados com frequência, envolvem principalmente o Sistema Nervoso e o Sistema Gastrointestinal.

Classe de Sistemas de Órgãos Reações Adversas Comuns
Sistema Nervoso Sonolência, sedação, tonturas, cefaleias, confusão, agitação, nervosismo, insónia
Gastrointestinal Náuseas, vómitos, obstipação, dor abdominal, distensão abdominal, boca seca
Outros Visão turva, sensação de cabeça leve, sudação, distúrbios visuais

Riscos Graves de Segurança e Restrições

O risco mais grave documentado é a Depressão Respiratória Potencialmente Fatal, um efeito relacionado com a dose que exige monitorização rigorosa, particularmente durante o início da terapêutica. Sendo um produto que contém um opioide, o Codelasa acarreta riscos de Adição, Abuso e Uso Indevido. A utilização concomitante com outros depressores do Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo o álcool, pode resultar em sedação profunda, coma e morte.

As restrições de segurança e contraindicações estão explicitamente definidas:

  • Doentes Pediátricos: O medicamento é contraindicado em crianças com menos de 12 anos de idade. É igualmente contraindicado para a gestão da dor pós-operatória em todos os doentes pediátricos submetidos a tonsillectomia (remoção das amígdalas) e/ou adenoidectomia.
  • Outras Contraindicações: O uso é proibido em doentes com diagnóstico ou suspeita de íleo paralítico ou obstrução gastrointestinal, e naqueles com asma brônquica grave.
  • Gravidez e Aleitamento: A utilização durante a gravidez pode resultar na Síndrome de Abstinência Opioide Neonatal. O aleitamento não é recomendado devido ao risco de problemas respiratórios potencialmente fatais no lactente.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A sobredosagem com Codelasa, uma combinação de um opioide (codeína) e um anti-histamínico (clorfeniramina), apresenta um perfil de toxicidade dupla com desfechos potencialmente fatais. Os documentos regulamentares definem a sobredosagem através de efeitos graves nos sistemas Nervoso Central, Respiratório e Cardiovascular. A depressão respiratória com risco de vida ou fatal é um risco especificamente documentado, podendo resultar da componente opioide.

Aspeto da Classificação Declaração Regulamentar Oficial
Classificação de Gravidade A sobredosagem acarreta um risco de depressão respiratória potencialmente fatal e subsequente morte.
Antídoto de Emergência A Naloxona é o medicamento documentado utilizado para reverter os efeitos depressores da componente opioide.

Manifestações Documentadas de Sobredosagem

Os sintomas e sinais clínicos podem incluir sonolência profunda, coma, respiração superficial e pupilas puntiformes devido à toxicidade do opioide. Simultaneamente, a componente anti-histamínica pode causar convulsões, hiperpirexia (febre muito elevada), confusão e pupilas dilatadas. A ingestão acidental de apenas uma única dose, especialmente por crianças, pode resultar numa sobredosagem fatal.

Necessidade de Intervenção de Emergência

Deve procurar-se assistência médica imediata assim que se saiba ou suspeite de uma sobredosagem. É necessária ajuda urgente se a pessoa apresentar sinais como dificuldade em respirar, incapacidade de acordar ou de responder, colapso ou uma convulsão. A gestão clínica envolve medidas de suporte, tais como assistência respiratória, monitorização cardíaca e a administração do antagonista opioide Naloxona.

Usos terapêuticos de Codelasa

Indicações do Codelasa: Principais Usos e Benefícios

O Codelasa é habitualmente utilizado em contextos onde é adequado um apoio sintomático de curta duração, ajudando a mitigar os sintomas que provocam um esforço fisiológico percetível durante doenças temporárias. O medicamento é frequentemente utilizado para auxiliar na gestão dos sintomas relacionados com a tosse e a congestão associadas a episódios respiratórios agudos.

Este medicamento é relevante para condições caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas, especificamente na abordagem ao desconforto físico provocado pela tosse e aos sintomas resultantes do esforço fisiológico acrescido devido à acumulação de muco.

É geralmente indicado para tratar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores, tais como os que acompanham a constipação comum ou a bronquite aguda.

Quando os sintomas se intensificam, o medicamento auxilia na manutenção da estabilidade funcional, apoiando o doente durante episódios difíceis e contribuindo para a melhoria do seu conforto geral.

Facto Rápido: Alívio para a Tosse Perturbadora e Congestão

Critérios de utilização e restrições

Regras de Elegibilidade Populacional

A utilização do Codelasa está estritamente definida por regras regulamentares de elegibilidade, limitando a sua indicação padrão a doentes adultos com 18 ou mais anos de idade. A segurança e a eficácia do medicamento não foram estabelecidas para doentes pediátricos com idade inferior a 18 anos.

Contraindicações Absolutas

Este medicamento não pode ser utilizado em todas as crianças com menos de 12 anos de idade, devido ao risco grave de problemas respiratórios. É também estritamente contraindicado para doentes pediátricos com menos de 18 anos que tenham sido submetidos a amigdalectomia ou adenoidectomia. O uso é proibido em doentes com depressão respiratória significativa, asma brônquica aguda ou grave, obstrução gastrointestinal conhecida (por exemplo, íleo paralítico) ou naqueles que estejam a receber terapia com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), ou nos 14 dias após a interrupção da mesma.

Utilização Restrita e Condicional

O uso não é recomendado para mulheres a amamentar, devido ao risco de o fármaco passar para o lactente. Deve ser evitado em mulheres grávidas, uma vez que o uso prolongado pode levar à Síndrome de Abstinência de Opioides Neonatal. É necessária precaução em adultos mais velhos e doentes com compromisso hepático ou renal grave. Aplicam-se também restrições a adolescentes (12–18 anos) com condições que aumentem o risco de problemas respiratórios, tais como doença pulmonar grave.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A informação regulamentar oficial identifica diversas categorias de medicamentos e produtos que interagem com o Codelasa, afetando principalmente a função do sistema nervoso central ou as vias metabólicas.

Categorias de Interação e Restrições

Categoria Classificação da Interação Restrição Necessária
Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAOs) Contraindicado Não deve ser utilizado simultaneamente ou nos 14 dias após a interrupção do IMAO.
Depressores do SNC (ex: álcool, benzodiazepinas) Risco Grave/Potencialmente Fatal O uso concomitante pode resultar em sedação profunda e depressão respiratória; o uso é reservado para situações em que as alternativas são inadequadas.
Inibidores da CYP2D6 (ex: quinidina) Clinicamente Significativo Pode diminuir a formação do metabolito ativo, a morfina, o que pode reduzir a eficácia.
Fármacos Serotoninérgicos (ex: ISRS, ISRN) Clinicamente Significativo Pode aumentar o risco de Síndrome Serotoninérgica.
Opioides Agonistas/Antagonistas Mistos Evitar a Utilização Pode reduzir o efeito pretendido do fármaco ou precipitar sintomas de abstinência.

A base mecanística para as interações mais graves é o efeito aditivo no sistema nervoso central, o qual aumenta severamente o risco de depressão respiratória. As interações metabólicas que envolvem os sistemas enzimáticos CYP450 2D6 e 3A4 afetam a conversão do fármaco no seu metabolito ativo, alterando assim o seu efeito clínico global. Esta informação estabelece requisitos específicos para a coadministração ou dita a exclusão absoluta de certas combinações.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Codelasa

A ação do Codelasa resulta da interação de dois componentes principais, mecanisticamente distintos, que visam tanto o controlo central do reflexo da tosse como os estímulos periféricos que o desencadeiam.


Regulação Central do Limiar da Tosse

Este domínio abrange o mecanismo do componente opioide que, após a sua bioativação pela enzima CYP2D6, atua como um agonista nos recetores opioides mu (mu-OR) localizados no centro medular da tosse, no tronco cerebral. Esta ativação dirigida do sistema de neurotransmissores eleva o limiar da tosse, resultando numa diminuição fisiológica da sensibilidade do reflexo da mesma.


Modulação Periférica da Via da Histamina

Este domínio é definido pelo componente antialérgico, que atua como um antagonista competitivo nos recetores H1 da histamina nos tecidos periféricos. O bloqueio deste recetor limita os efeitos subsequentes da histamina, tais como o aumento da permeabilidade capilar e a hipersegreção glandular. Este mecanismo resulta numa redução do inchaço da mucosa mediado pelos recetores H1 e da produção de fluidos.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Codelasa: Princípios Oficiais de Administração

A administração do Codelasa (Codeína/Clorfeniramina) rege-se por protocolos fixos de elevado rigor para esta formulação de associação. A via aprovada para este medicamento é exclusivamente a via oral.


Posologia Padrão e Frequência

O Codelasa é habitualmente disponibilizado sob a forma de comprimido de libertação prolongada ou suspensão oral de libertação prolongada. O regime posológico padrão para adultos no caso do comprimido de libertação prolongada é de um comprimido a cada 12 horas, conforme necessário para o alívio dos sintomas.

Este esquema estabelece uma utilização fracionada em intervalos fixos. A posologia prescrita não deve ser ajustada pelo utilizador, e a utilização máxima recomendada não deve exceder as duas doses (ou o equivalente em suspensão líquida) num período de 24 horas. O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos.


Requisitos de Administração e Duração do Tratamento

A utilização correta está condicionada por regras de procedimento específicas. No caso da suspensão líquida, o frasco deve ser bem agitado antes da medição e as doses devem ser medidas recorrendo a um dispositivo de medição rigoroso em mililitros, de modo a prevenir erros de dosagem.

A administração está estritamente limitada a adultos com 18 ou mais anos de idade, sendo o medicamento contraindicado em crianças com menos de 12 anos. O tratamento global deve ter a duração mais curta possível, compatível com a necessidade sintomática. Caso a tosse não responda ao tratamento, as diretrizes determinam uma reavaliação clínica do doente num prazo de cinco dias, em vez de se aumentar a dose ou a frequência das tomas.

Evidência clínica recente

Evidência para o Alívio de Sintomas em Constipações Agudas e Doenças Respiratórias Superiores

A investigação tem explorado este medicamento em estudos centrados nos padrões de sintomas associados à constipação comum e a alergias respiratórias superiores. Estes ensaios utilizam principalmente ensaios clínicos aleatorizados controlados (ECAC) de curta duração para avaliar o medicamento face a um tratamento inativo (placebo) ou face aos seus componentes isolados. Os estudos monitorizaram essencialmente os resultados relacionados com o desconforto físico e os resultados relatados pelos próprios doentes sobre a perceção desse desconforto, tais como a frequência e a gravidade da tosse.

As revisões sistemáticas descrevem os padrões observados ao analisar a componente antitússica (codeína). Estas revisões salientaram que os dados mostram padrões relacionados com uma eficácia limitada ou inconsistente da componente codeína quando comparada com um placebo, sendo que os resultados foram mistos em alguns estudos. A evidência disponível até à data contribui para a compreensão dos padrões de sintomas, mas a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.


Investigação sobre o Acompanhamento e a Duração do Efeito

A investigação clínica focada nesta combinação foi aplicada em estudos que analisaram padrões de sintomas agudos ou episódicos, consistentes com a natureza de uma constipação ou de um surto alérgico. Consequentemente, as durações do acompanhamento foram limitadas, com a maioria dos períodos de observação a estender-se apenas até alguns dias. Isto significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, uma vez que o medicamento foi estudado para uma utilização de curta duração. Foram realizados estudos farmacocinéticos (PK) em voluntários adultos saudáveis para documentar o perfil de libertação observado da formulação de libertação prolongada ao longo de um período típico de 12 a 24 horas.


Evidência em Populações Adultas Específicas

O Codelasa foi avaliado na população adulta geral com idade igual ou superior a 18 anos. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas. Decisões regulamentares importantes determinaram que a utilização seja restrita a adultos, o que significa que a base de evidência anterior para grupos não adultos já não é aplicável. Foram observados adultos mais velhos nalguns ensaios gerais com adultos, embora não estejam totalmente estabelecidos estudos dedicados de larga escala focados exclusivamente na população geriátrica. A evidência disponível é limitada e as conclusões relativas a subgrupos não estão totalmente estabelecidas.


Lacunas na Investigação e Resultados Inconsistentes Documentados

A certeza global da evidência permanece baixo em certos aspetos, particularmente no que diz respeito à ação antitússica da codeína. Uma limitação fundamental da investigação é a informação limitada sobre resultados a longo prazo e sobre a durabilidade da resposta. A evidência destaca o que é conhecido — e o que permanece incerto.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Codelasa (FAQ)

P: Quanto tempo demora o Codelasa a começar a fazer efeito?

Estudos sobre a formulação de libertação prolongada mostram que os dois componentes ativos atingem a sua concentração máxima no organismo em tempos diferentes. O componente codeína pode atingir níveis de pico em cerca de 2 horas, enquanto o componente clorfeniramina pode demorar mais tempo, tipicamente entre 3 a 7 horas.

P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Codelasa?

Se se lembrar de uma dose esquecida pouco tempo depois, as orientações regulamentares referem frequentemente que esta pode ser administrada. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, a orientação oficial indica que a dose esquecida é normalmente saltada, seguindo-se o padrão de dosagem regular. Os rótulos regulamentares proíbem a toma de uma dose dupla ou extra.

P: O Codelasa é considerado um medicamento "forte"?

Devido ao seu componente codeína, o Codelasa é classificado como uma substância controlada de Categoria III pela Drug Enforcement Administration (DEA). A classificação de Categoria III significa que o fármaco contém um opioide e tem um potencial de abuso reconhecido, conforme definido pelos organismos reguladores.

P: O Codelasa pode ser utilizado por pessoas com mais de 65 anos?

O Codelasa foi avaliado na população adulta geral, que inclui alguns adultos mais velhos. As orientações oficiais observam que os idosos têm frequentemente funções renal, hepática ou cardíaca mais lentas. Por este motivo, as recomendações oficiais especificam frequentemente o início do tratamento no limite inferior do intervalo de dosagem para esta população.

P: O Codelasa afeta a minha capacidade de conduzir ou operar máquinas?

Os avisos regulamentares indicam que este medicamento pode causar efeitos secundários como sonolência, tonturas e visão turva. Os doentes são aconselhados a evitar tarefas perigosas que exijam alerta mental total, como conduzir um automóvel ou operar máquinas pesadas, até compreenderem como o Codelasa os afeta.

P: O Codelasa curará a minha condição ou apenas gerirá os sintomas?

O medicamento está oficialmente aprovado para o alívio temporário da tosse e dos sintomas respiratórios superiores. De acordo com os documentos regulamentares, o Codelasa destina-se à gestão de sintomas e não cura a constipação ou a condição alérgica subjacente.

P: O Codelasa pode ser tomado por alguém com problemas renais?

O uso deste medicamento requer precaução específica em doentes com compromisso renal grave. A informação regulamentar indica que o fármaco pode ser eliminado do organismo mais lentamente, levando potencialmente a um aumento dos efeitos. O uso neste grupo de doentes requer a supervisão de um profissional de saúde.

P: O Codelasa interage com analgésicos de venda livre?

O rótulo oficial detalha avisos específicos contra a coadministração com outros depressores do sistema nervoso central (SNC), mas analgésicos comuns de venda livre, como o paracetamol ou o ibuprofeno, não estão listados como interações proibidas. Os doentes são geralmente aconselhados a rever todos os medicamentos e suplementos com um profissional de saúde.

P: Os efeitos secundários do Codelasa são permanentes?

A rotulagem oficial lista reações adversas comuns, como sonolência e náuseas, que são geralmente temporárias. No entanto, existem também riscos graves e potencialmente fatais, como a depressão respiratória, que podem potencialmente levar a danos permanentes. O rótulo não classifica todos os efeitos secundários como temporários ou permanentes.

P: O que acontece se eu tomar Codelasa por mais tempo do que o recomendado?

Os avisos oficiais afirmam que tomar o medicamento por mais tempo do que o indicado aumenta o risco de desenvolver dependência física, tolerância e o potencial para adição, abuso e uso indevido. A duração do tratamento deve ser mantida pelo período mais curto possível, consistente com as necessidades sintomáticas.

P: Quanto tempo permanece o Codelasa no organismo?

O tempo que os componentes do fármaco permanecem no corpo varia. O componente codeína tem uma semivida reportada de aproximadamente 3 horas. O componente clorfeniramina tem uma semivida de eliminação mais longa que pode variar, situando-se geralmente entre as 14 e as 24 horas em adultos.

P: O Codelasa é uma substância controlada?

Sim. O Codelasa é uma substância controlada de Categoria III devido ao seu conteúdo de codeína. Isto indica que é um medicamento sujeito a receita médica com potencial reconhecido para abuso e dependência.

P: Posso utilizar Codelasa se tiver doença hepática?

Recomenda-se precaução para doentes com compromisso hepático grave. A informação oficial indica que o uso cauteloso é necessário porque os efeitos do medicamento podem ser aumentados como resultado de um processamento mais lento pelo fígado.

P: O Codelasa tem risco de reações alérgicas?

O rótulo oficial lista a hipersensibilidade conhecida ou suspeita à codeína, à clorfeniramina ou a qualquer um dos componentes do medicamento como uma contraindicação. Isto significa que o medicamento é contraindicado, ou proibido, em indivíduos com uma alergia conhecida aos seus ingredientes.

P: Existem diferentes dosagens de Codelasa disponíveis?

Os documentos regulamentares confirmam que o Codelasa é fornecido em diferentes dosagens e formas. Estas incluem comprimidos de libertação prolongada e várias dosagens de uma suspensão oral de libertação prolongada.

P: O Codelasa interage com suplementos à base de plantas como a Erva de São João?

O rótulo oficial do medicamento adverte para interações com certas categorias de medicamentos, especificamente inibidores da CYP2D6 e fármacos serotoninérgicos. Embora a Erva de São João não seja explicitamente nomeada, pode enquadrar-se nestas categorias. Os doentes são aconselhados a rever todos os suplementos à base de plantas com um profissional de saúde para identificar potenciais sobreposições com estas categorias de interação.

P: Como posso saber se o Codelasa está a funcionar para mim?

A informação de aconselhamento ao doente recomenda contactar um profissional de saúde se a tosse não melhorar ou se os sintomas piorarem após um curto período, tipicamente definido como cinco dias de tratamento. A melhoria é geralmente medida por uma redução na gravidade e frequência da tosse e sintomas relacionados.

P: O Codelasa requer análises ao sangue ou outra monitorização?

O rótulo oficial não especifica análises ao sangue de rotina para todos os doentes. No entanto, a documentação regulamentar aconselha que um profissional de saúde deve monitorizar o progresso de um doente durante o tratamento para garantir que o medicamento está a funcionar corretamente e para verificar a existência de reações adversas, particularmente quando o tratamento se inicia.

P: O Codelasa é um medicamento novo ou já estabelecido?

Os produtos combinados que contêm codeína e clorfeniramina estão estabelecidos no mercado dos EUA há muitos anos, com a aprovação regulamentar inicial a datar de 1985.

P: Homens e mulheres podem tomar Codelasa para as mesmas condições?

A indicação oficial para o medicamento é para a população adulta geral, independentemente do sexo. No entanto, são fornecidos avisos específicos relativos ao potencial reprodutivo, incluindo uma potencial diminuição da fertilidade, o que se aplica tanto a homens como a mulheres.

P: Quais são os ingredientes inativos no Codelasa?

A rotulagem oficial lista todos os ingredientes inativos. Estes componentes podem diferir ligeiramente dependendo da forma farmacêutica específica (comprimido versus líquido) e do fabricante.

P: Posso parar de tomar Codelasa de repente?

A informação oficial de aconselhamento ao doente afirma que interromper abruptamente o Codelasa não é recomendado se este tiver sido utilizado por um período prolongado. Isto deve-se ao facto de a cessação abrupta poder causar sintomas de abstinência desconfortáveis. O rótulo regulamentar indica que um profissional de saúde é responsável por criar um plano para a redução gradual da dose.

P: O Codelasa só está disponível mediante receita médica?

Sim, o Codelasa é classificado como um medicamento sujeito a receita médica porque contém um opioide e está escalonado como uma substância controlada.

P: Qual é a experiência das pessoas que tomaram Codelasa?

Os dados dos ensaios clínicos listam as reações adversas mais comuns comunicadas pelos doentes. Estas incluem efeitos no sistema nervoso central, como sonolência e tonturas, e problemas gastrointestinais, como náuseas, vómitos e obstipação.

P: Porque é que algumas pessoas param de tomar Codelasa?

De acordo com dados de ensaios clínicos, as razões mais comuns pelas quais os doentes descontinuaram o medicamento foram reações adversas. Estas incluíram principalmente problemas comuns como sonolência e náuseas/vómitos, bem como instâncias em que o medicamento carecia do efeito terapêutico desejado.

P: O Codelasa é utilizado para outros fins além do principal?

O medicamento é oficialmente indicado apenas para o alívio temporário da tosse e dos sintomas respiratórios superiores associados à constipação comum ou alergia em adultos com 18 ou mais anos de idade. Os documentos regulamentares não apoiam outras utilizações.

Como Codelasa deve ser armazenado e descartado?

O Codelasa deve ser armazenado e eliminado de acordo com normas regulamentares rigorosas, devido à presença de codeína na sua composição.

Condições Oficiais de Armazenamento

Requisito Norma Regulamentar Específica
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada (entre 20 °C e 25 °C); evitar o calor excessivo.
Proteção Manter na embalagem original, bem fechada e resistente à luz. Não congelar as formulações líquidas.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças e guardar num local seguro (por exemplo, um armário fechado à chave).

Instruções de Eliminação

As orientações oficiais privilegiam a utilização de programas de retoma de medicamentos ou locais de recolha autorizados (como as farmácias) para o Codelasa não utilizado ou fora de prazo. Caso estes programas não estejam disponíveis, deve misturar-se o medicamento com uma substância indesejável, fechá-lo hermeticamente num saco ou recipiente e colocá-lo no lixo doméstico. Não se deve eliminar o medicamento através da canalização ou da sanita, a menos que tal seja explicitamente indicado na rotulagem regulamentar.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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