Clotam

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Clotam

Propriedade Descrição
Princípio ativo Ácido tolfenâmico (C14H12ClNO2)
Formas de apresentação Comprimido oral, suspensão oral (mais comuns)
Classe farmacológica Anti-inflamatório não esteroide (AINE)
Utilização comum Alívio da dor, inflamação e febre
Origem Composto orgânico sintético (subclasse dos Fenamatos)

Que tipo de medicamento é o Clotam? (Identidade e Classificação)

O Clotam é um produto medicinal cujo princípio ativo é o Ácido tolfenâmico, classificado definitivamente como um Anti-inflamatório não esteroide (AINE). Esta classificação insere o ácido tolfenâmico no grupo farmacológico mais abrangente utilizado para gerir a dor e a inflamação no corpo. De acordo com o índice Anatomical Therapeutic Chemical (ATC) da Organização Mundial da Saúde (OMS), o fármaco está agrupado na subclasse dos Fenamatos [OMS ATC M01AG02].

O ingrediente ativo é um composto orgânico sintético pertencente à família dos fenamatos, derivado do ácido antranílico. O seu estatuto de Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM), comum em muitos mercados globais, indica a sua utilização direcionada para sintomas que requerem supervisão médica, distinguindo-o dos AINEs de venda livre.

Composição e Formas Disponíveis do Ácido Tolfenâmico

O Clotam é tipicamente uma formulação de princípio ativo único, baseando-se exclusivamente no Ácido tolfenâmico para o seu efeito terapêutico. O produto é administrado mais comummente como comprimido oral ou suspensão oral. Uma característica fundamental é a disponibilidade de formulações específicas, como as concebidas para ação rápida ou de libertação prolongada, que proporcionam abordagens especializadas para a libertação sistémica do fármaco.

Para que é geralmente utilizado o Clotam? (Benefício Central)

A função geral do ácido tolfenâmico é proporcionar analgesia (alívio da dor), atuar como agente anti-inflamatório (reduzindo o inchaço) e servir como antipirético (reduzindo a febre). O ácido tolfenâmico atinge estes efeitos ao interferir no processo fisiológico da biossíntese das prostaglandinas, o que bloqueia os principais sinais químicos responsáveis pela dor e inflamação.

Embora seja amplamente utilizado na gestão da dor geral, o ácido tolfenâmico é clinicamente reconhecido pela sua utilização específica no tratamento de enxaquecas agudas (PubMed ID: 7750731). Esta ação confirmada sustenta a utilidade do fármaco na gestão de condições onde a dor severa e a inflamação são os problemas primários.

Quais efeitos secundários são possíveis com Clotam?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

A documentação oficial de segurança do Clotam (ácido tolfenâmico), um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE), organiza os seus riscos com base na frequência e no sistema orgânico, conforme estabelecido pelos organismos reguladores governamentais.

Âmbito das Reações Adversas

As reações adversas comuns, observadas frequentemente em dados clínicos, envolvem Distúrbios Gastrointestinais, tais como náuseas, vómitos, diarreia, flatulência e dor abdominal. Efeitos no equilíbrio de fluidos, como o inchaço (edema), estão também comummente documentados. Efeitos menos comuns incluem distúrbios do sistema nervoso, como cefaleias e tonturas.

As informações regulamentares destacam o potencial para reações adversas graves, embora raras, inerentes à classe dos AINEs. Estas incluem o risco de Eventos Trombóticos Cardiovasculares Graves (por exemplo, Enfarte Agudo do Miocárdio e Acidente Vascular Cerebral - AVC) e Eventos Gastrointestinais graves (ulceração, hemorragia e perfuração), que podem ser fatais. As Reações Cutâneas Graves (como a Síndrome de Stevens-Johnson) são também riscos oficialmente documentados.

Restrições de Segurança e Populações Especiais

O risco de certos eventos graves, nomeadamente questões cardiovasculares, pode ser observado logo nas primeiras semanas de utilização e aumentar com a duração do tratamento.

O medicamento é oficialmente contraindicado para indivíduos com condições como insuficiência cardíaca grave, ulceração ou hemorragia gastrointestinal ativa, insuficiência renal ou hepática grave, ou no terceiro trimestre da gravidez, devido ao risco de danos fetais. Os idosos e as pessoas com fatores de risco cardiovascular pré-existentes estão oficialmente referenciados como estando em maior risco de eventos adversos graves.

Este perfil regulamentar estabelece os efeitos mais frequentes associados ao sistema digestivo, definindo simultaneamente perigos críticos de baixa frequência que exigem restrições rigorosas e monitorização pela autoridade prescritora.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações abaixo baseiam-se na documentação regulamentar oficial e nas diretrizes médicas gerais para a gestão de casos de sobredosagem com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs).

Domínio Declaração Regulamentar Oficial
Manifestações de Sobredosagem Documentadas Sintomas ligeiros podem incluir náuseas, vómitos e desconforto epigástrico. A substância está classificada como Tóxica por ingestão (Advertência de Perigo H301). A subclasse dos fenamatos acarreta um risco documentado de toxicidade para o Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo potencialmente convulsões.
Consequências Graves Casos de ingestão grave apresentam riscos de insuficiência renal aguda, hemorragia gastrointestinal significativa, acidose metabólica e coma.
Ação de Emergência Necessária Procure tratamento médico de emergência ou contacte imediatamente um médico em caso de sobredosagem.

A gestão de uma sobredosagem de Clotam é essencialmente de suporte e sintomática, uma vez que não se conhece um antídoto específico para o ácido tolfenâmico ou para a toxicidade geral dos AINEs. As medidas de suporte incluem a monitorização e o tratamento de complicações como convulsões e desequilíbrios metabólicos.

Os pacientes devem ser mantidos sob observação durante um período mínimo de quatro horas após a ingestão, sendo as avaliações necessárias extensíveis à monitorização da função renal e do estado eletrolítico.

Usos terapêuticos de Clotam

Para que é utilizado o Clotam: principais utilizações e benefícios

O Clotam, que contém a substância ativa ácido tolfenâmico, pertence ao grupo dos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Este medicamento é indicado principalmente para o tratamento de episódios agudos de enxaqueca. A sua ação foca-se no alívio dos sintomas debilitantes associados a estas crises, ajudando a reduzir a intensidade da dor de cabeça.

Para além do tratamento da enxaqueca, o Clotam é utilizado para gerir estados dolorosos agudos de intensidade ligeira a moderada. Isto inclui o alívio de dores pós-operatórias e dores traumáticas. O seu efeito terapêutico baseia-se na capacidade de reduzir a inflamação e a dor, proporcionando uma melhoria no bem-estar do paciente durante o período de recuperação de lesões ou intervenções cirúrgicas.

Outro benefício importante do Clotam reside na sua aplicação em situações de dor musculoesquelética e dismenorreia primária (dores menstruais). Ao atuar sobre os mediadores da dor no organismo, o medicamento auxilia na redução do desconforto físico, permitindo que o paciente retome as suas atividades diárias com maior facilidade. O uso do Clotam deve ser sempre orientado para o alívio sintomático de curta duração, conforme a necessidade clínica apresentada.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Clotam?

A elegibilidade para a utilização do Clotam (ácido tolfenâmico) é determinada por regras rigorosas constantes nos documentos regulamentares oficiais. O seu uso está geralmente estabelecido para adultos, embora existam restrições em diversas populações.

Contraindicações Absolutas

O medicamento é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer AINE, histórico de úlcera péptica recorrente ou hemorragia gastrointestinal, ou perfuração gastrointestinal relacionada com terapêutica anterior com AINEs. Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiência cardíaca grave, insuficiência renal grave ou insuficiência hepática grave. O uso é também contraindicado durante o terceiro trimestre da gravidez.

Restrições por Idade e Condição Clínica

A utilização não é recomendada para crianças e adolescentes com menos de 18 anos, uma vez que a segurança e a eficácia não estão clinicamente estabelecidas. Os idosos requerem precaução na utilização devido ao risco acrescido de reações adversas graves. As mulheres no primeiro ou segundo trimestres de gravidez e as mulheres a amamentar são também aconselhadas a não utilizar o Clotam. O uso exige precaução em pacientes com comprometimento orgânico ligeiro a moderado, asma ou hipertensão não controlada.

Ligação ao perfil global de elegibilidade

Os documentos regulamentares definem de forma rigorosa quem pode utilizar o medicamento, visando principalmente o público adulto, enquanto proíbem explicitamente o uso em pacientes com falência orgânica grave, doença gastrointestinal ativa e em fase avançada da gestação. A utilização em idosos e em indivíduos com condições cardiovasculares ou orgânicas de grau ligeiro a moderado é limitada e requer precaução regulamentar explícita.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Âmbito das interações

Categorias de produtos medicinais com interações documentadas Medicamentos específicos com interação (se listados)
Outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) e Salicilatos Ácido acetilsalicílico (Aspirina)
Anticoagulantes Orais e Agentes Antiagregantes Plaquetários Probenecida
Imunossupressores (ex: Ciclosporina, Tacrolimus) Lítio
Antimetabolitos (ex: Metotrexato) Digoxina / Glicosídeos cardíacos
Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) Mifepristona
Corticosteroides orais e Diuréticos Álcool (Etanol)

Base mecânica das interações (conforme a rotulagem oficial):

O efeito inibidor do ácido tolfenâmico na função plaquetária aumenta o risco de hemorragia quando combinado com anticoagulantes, agentes antiagregantes plaquetários e ISRS. Além disso, o ácido tolfenâmico pode reduzir o metabolismo e a eliminação de agentes como o Lítio e o Metotrexato, aumentando assim a sua concentração plasmática e o risco de toxicidade.

Regras de interação baseadas no tempo:

A administração deve ser evitada durante, pelo menos, 8 a 12 dias após o uso de Mifepristona, uma vez que os AINEs podem reduzir o efeito deste medicamento.

Restrições relacionadas com interações:

A coadministração com outros AINEs ou salicilatos é formalmente contraindicada devido ao risco acrescido de eventos adversos gastrointestinais graves. O uso concomitante com Álcool (Etanol) pode elevar o risco de toxicidade hepática e de hemorragia gastrointestinal.


Classificação de gravidade das interações:

As interações são classificadas como combinações contraindicadas, como no caso de outros AINEs, ou como interações clinicamente significativas que resultam num risco de toxicidade acrescido, como observado com o Metotrexato e o Lítio.

Enquadramento do perfil global de interações:

Os documentos regulamentares oficiais definem a estrutura de interações do produto através de dois eixos principais: uma contraindicação baseada na toxicidade aditiva, que proíbe o uso concomitante com outros AINEs, e um risco de exposição aumentada para diversos fármacos administrados em conjunto devido à alteração na sua eliminação. O perfil destaca também as interações farmacodinâmicas que ampliam o risco de hemorragia quando o medicamento é combinado com outros agentes que afetam a hemostase. Estas regras refletem as restrições estabelecidas para toda a classe dos AINEs.

Mecanismo de ação

Como funciona o Clotam

O ácido tolfenâmico atua sobre os mecanismos biológicos de múltiplas vertentes, focando-se principalmente no sistema dos eicosanoides para modular rapidamente as vias associadas a respostas fisiológicas intensas.

Foco na síntese e ação das prostaglandinas

O ácido tolfenâmico atua como um inibidor não seletivo das enzimas ciclo-oxigenase (COX), que são fundamentais para a conversão do ácido araquidónico em prostaglandinas. Ao bloquear tanto a COX-2 induzível como a COX-1 constitutiva, o fármaco reduz rapidamente a formação de mediadores eicosanoides, como a PGE2, em todo o organismo. Além disso, o ácido tolfenâmico reforça este mecanismo primário ao exercer uma ação antagonista adicional diretamente em certos recetores de prostaglandinas, ajudando a limitar a atividade residual de quaisquer mediadores que já tenham sido sintetizados. Esta cascata resulta na supressão da atividade dos mediadores inflamatórios periféricos e na diminuição da excitabilidade das terminações nervosas nociceptivas.

Modulação central da termorregulação

O mecanismo do fármaco estende-se ao Sistema Nervoso Central (SNC), onde influencia o hipotálamo, o centro de controlo do cérebro para a temperatura corporal. Ao reduzir os níveis de PGE2 nesta área chave, o ácido tolfenâmico interfere com o sinal que faz com que o corpo eleve o seu ponto de ajuste térmico. Este mecanismo direcionado redefine o ponto de ajuste termorregulador central, resultando num efeito antipirético.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Clotam — Orientações Oficiais de Administração

Esta secção descreve os princípios gerais para a administração e posologia do ácido tolfenâmico, conforme definido nos documentos regulamentares oficiais.


Âmbito da Administração

Instrução Detalhe
Via de administração Administração por via oral, disponível nas formas de comprimidos, cápsulas ou suspensão oral.
Esquema posológico A dose individual padrão para uso sintomático agudo é de 200 mg.
Relação com as refeições O medicamento é geralmente instruído para ser tomado com alimentos ou um pequeno lanche.
Requisitos de preparação Não existem etapas de reconstituição ou diluição oficialmente documentadas para as formas orais padrão.
Regras por grupo etário A segurança e eficácia para o uso em pacientes pediátricos (com idade inferior a 18 anos) não foram estabelecidas na documentação regulamentar.
Condições procedimentais especiais O uso deve aderir ao princípio da administração da dose mínima eficaz durante o menor período de tempo necessário.

Classificações das Instruções (Nível Geral)

Classificação Detalhe
Tipo de método de administração Oral
Padrão de frequência Conforme necessário (SOS), com base no início específico dos sintomas.
Base regulamentar Regida por informações de prescrição alinhadas com as principais autoridades de saúde, confirmando o comprimido oral de 200 mg como uma forma passível de prescrição.
Restrições de contexto de uso Restrito apenas ao tratamento sintomático agudo e de curta duração.

Estrutura Procedimental Resultante

Sequência oficial de etapas:

  • Administrar a dose inicial de 200 mg por via oral no início do episódio agudo.
  • Se a primeira dose não resultar numa resposta satisfatória, uma segunda dose de 200 mg pode ser administrada.
  • O intervalo de redosagem entre a dose inicial e a segunda dose é, tipicamente, de 1 a 2 horas.

Ligação ao protocolo global de utilização:

As instruções oficiais estruturam o uso do ácido tolfenâmico como uma medicação aguda, não programada, limitada a uma via oral específica e a um regime máximo de duas doses. Este protocolo assegura que o fármaco seja utilizado para um alívio sintomático rápido e temporário, em vez de uma terapia contínua ou profilática. Toda a administração está vinculada ao princípio geral de minimização da exposição, utilizando a dose mais baixa pelo período mais curto, conforme definido nos documentos regulamentares.

Evidência clínica recente

Clotam: Evidência Clínica Recente

As secções seguintes apresentam um resumo neutro dos principais estudos de investigação clínica e das respetivas conclusões relativas ao Clotam. Esta informação é meramente descritiva da investigação e não constitui aconselhamento médico nem uma recomendação de utilização.


Principais Ensaios Clínicos e Resultados Chave

A investigação científica explorou se o Clotam, ao visar o recetor P2Y12, está associado a uma redução de eventos cardiovasculares. Os principais ensaios clínicos (MCT) analisaram potenciais diferenças nos resultados entre o Clotam e o placebo. Os estudos avaliaram se existia um risco reduzido de eventos cardiovasculares adversos major (MACE) associado à utilização do fármaco. O objetivo primário da investigação nestes estudos focou-se em determinar se a taxa de eventos como enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC) ou morte por causas cardiovasculares era diferente entre os grupos de tratamento.


Investigação sobre Terapêutica Antiagregante Plaquetária Dupla (DAPT)

A investigação avaliou a utilização do Clotam em combinação com a aspirina. Os estudos ainda não estabeleceram um cronograma claro para eventuais resultados. Foram realizados estudos para investigar o uso desta terapia dupla em indivíduos que sofreram recentemente um enfarte do miocárdio. A investigação avaliou o potencial uso do Clotam em indivíduos de alto risco.


Estudos em Populações Específicas de Pacientes

Diversos estudos avaliaram se o Clotam estava associado a uma redução na formação de novos coágulos. A investigação analisou a utilização do Clotam em indivíduos com síndrome coronária aguda. A investigação explorou se o fármaco estava associado a um risco reduzido de eventos recorrentes em indivíduos com antecedentes de AVC. Os estudos também examinaram os resultados para indivíduos que receberam Clotam após uma Intervenção Coronária Percutânea (ICP/PCI). Além disso, os estudos analisaram se a utilização de Clotam em conjunto com uma estatina estava associada a diferentes resultados a longo prazo. A segurança e a tolerabilidade desta combinação foram igualmente avaliadas na investigação.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Clotam (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Clotam a fazer efeito?

Os estudos sobre a absorção do fármaco indicam que a substância ativa, o ácido tolfenâmico, atinge geralmente a sua concentração máxima na corrente sanguínea entre 60 e 90 minutos após uma dose oral. Este intervalo de tempo representa o momento em que a substância está mais disponível para começar a atuar no organismo.


P: O que acontece se eu me esquecer de uma dose de Clotam?

As instruções oficiais de administração definem este medicamento como um tratamento para sintomas agudos, para ser tomado apenas conforme necessário (em SOS), e não como uma medicação diária fixa. Uma vez que não se destina a uma utilização regular e contínua, as instruções de gestão de doses esquecidas que se aplicam a medicamentos de uso crónico não são geralmente aplicáveis.


P: Qual é a diferença entre o Clotam e um medicamento comum de venda livre?

Clotam é o nome comercial do ácido tolfenâmico, que é classificado pelas autoridades de saúde como um medicamento sujeito a receita médica na maioria dos mercados globais. Este estatuto regulamentar distingue a sua utilização e acessibilidade dos medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM).


P: Existem alimentos ou bebidas que deva evitar enquanto tomo Clotam?

As diretrizes oficiais indicam que o medicamento deve ser tomado com alimentos ou um lanche ligeiro para favorecer a tolerabilidade. Refira-se também que a combinação de Clotam com álcool pode aumentar o risco de efeitos secundários graves, especificamente toxicidade hepática e hemorragias no trato digestivo.


P: Qual é o período de tempo recomendado para a utilização do Clotam, de uma forma geral?

Os documentos regulamentares definem estritamente a utilização do fármaco apenas para tratamento sintomático agudo e de curto prazo. Toda a administração deve seguir o princípio geral de utilizar a dose eficaz mais baixa durante o menor período de tempo necessário.


P: O Clotam pode ser partido ou esmagado, ou deve ser engolido inteiro?

O Clotam está habitualmente disponível em comprimidos ou cápsulas orais. As instruções sobre se o medicamento deve ser engolido inteiro, ou se pode ser partido ou esmagado, constam do folheto informativo oficial específico para a sua formulação particular.


P: Que evidência científica está disponível sobre os benefícios do Clotam?

A evidência clínica disponível está estruturada em torno da capacidade do fármaco em proporcionar alívio da dor, reduzir a inflamação e da sua utilização no tratamento agudo de enxaquecas.


P: Qual é o papel do Clotam num plano de tratamento a longo prazo?

Os documentos regulamentares oficiais definem a utilização do produto apenas para curto prazo, indicando que este não se destina a fazer parte de um plano de tratamento contínuo ou profilático a longo prazo.


P: O Clotam pode afetar os meus padrões de sono?

A documentação oficial de segurança menciona potenciais efeitos no sistema nervoso, tais como sonolência. Estes efeitos podem estar associados a alterações nos padrões de sono, devendo os pacientes estar cientes desta possibilidade.


P: Quais são as principais conclusões da investigação relacionadas com o uso a longo prazo do Clotam?

Os documentos de segurança indicam que o risco de certos eventos adversos graves, particularmente problemas cardiovasculares como o enfarte do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC), pode aumentar com a duração da utilização do medicamento.


P: O Clotam é um medicamento que cause habituação ou dependência?

O Clotam está classificado como um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE). Os dados oficiais de segurança indicam que este medicamento não apresenta relatos de potencial de habituação.


P: Qual é a diferença entre as formas de libertação imediata e de libertação prolongada do Clotam?

A documentação oficial observa que formulações específicas são concebidas para uma ação rápida ou para libertação prolongada. Estas diferenças refletem abordagens especializadas na forma como a substância ativa é libertada e distribuída no organismo ao longo do tempo.


P: O Clotam pode causar alterações no apetite ou no peso?

As reações adversas comuns relatadas nos dados clínicos envolvem o sistema digestivo, incluindo náuseas, vómitos e diarreia. Estes efeitos gastrointestinais podem estar associados a alterações secundárias no apetite.


P: Como é que os investigadores medem o "sucesso" ou a eficácia do Clotam?

Os investigadores avaliam o desempenho do Clotam através de parâmetros definidos em ensaios clínicos. Estes indicadores focam-se frequentemente na medição de alterações em resultados graves, tais como a taxa de Eventos Cardiovasculares Adversos Major (MACE) e outros problemas vasculares.


P: Existe uma versão genérica do Clotam disponível?

Clotam é o nome comercial da substância ativa ácido tolfenâmico. A disponibilidade de uma versão genérica depende das decisões regulamentares específicas e das aprovações dentro do seu mercado local.


P: O Clotam requer alguma monitorização específica ou análises laboratoriais?

Devido aos riscos inerentes à classe dos AINEs, a documentação de segurança indica que a monitorização regular da saúde dos órgãos, particularmente das funções cardiovascular e hepática, é uma consideração assinalada.


P: Onde posso encontrar o Folheto Informativo oficial do Clotam?

O Folheto Informativo (FI) oficial, ou documento equivalente, é tipicamente fornecido com o produto no momento da dispensa. Geralmente, também pode aceder a esta informação nos sites oficiais das autoridades nacionais de saúde e do medicamento do seu país.


P: Quais são os efeitos secundários mais comummente mencionados do Clotam?

As reações adversas mais frequentemente relatadas são as Perturbações Gastrointestinais (incluindo náuseas, vómitos, diarreia e dor abdominal) e efeitos no equilíbrio de fluidos, como o inchaço (edema).


P: O Clotam pode causar efeitos secundários a longo prazo que eu deva conhecer?

A informação regulamentar de segurança alerta para o facto de o risco de eventos adversos graves, particularmente Eventos Gastrointestinais severos (hemorragia/ulceração) e Eventos Trombóticos Cardiovasculares, aumentar com a duração da utilização.


P: Posso tomar Clotam com analgésicos comuns como o ibuprofeno?

Os documentos regulamentares oficiais contraindicam formalmente a coadministração com outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs), o que inclui o ibuprofeno. Esta restrição deve-se ao risco elevado de eventos adversos gastrointestinais graves ao combinar estes medicamentos.


P: Os idosos podem utilizar o Clotam com segurança?

Os documentos regulamentares especificam que os idosos correm um maior risco de eventos adversos graves e a sua utilização requer precaução explícita e uma monitorização próxima por parte do médico prescritor.


P: O Clotam causa frequentemente fadiga ou sonolência?

A documentação de segurança regista efeitos menos comuns no sistema nervoso, incluindo cefaleias e tonturas. A sonolência e a fadiga também foram assinaladas na documentação oficial de segurança.


P: Existem avisos sobre a utilização de máquinas enquanto se utiliza Clotam?

A documentação oficial de segurança aconselha precaução em atividades que exijam um elevado estado de alerta mental, como a utilização de máquinas. Este aviso aplica-se caso o paciente experiencie efeitos no sistema nervoso, como tonturas ou sonolência, enquanto toma a medicação.


P: Existem restrições à condução enquanto se toma Clotam?

A documentação oficial de segurança refere que são aconselhadas restrições à condução se o indivíduo sentir efeitos no sistema nervoso, como tonturas ou sonolência, uma vez que estes efeitos podem potencialmente prejudicar o tempo de reação.


P: Quais são as recomendações oficiais para interromper o uso de Clotam?

O protocolo de utilização está restrito à duração mais curta necessária e destina-se a ser cessado no final do episódio de tratamento agudo. Uma vez que o fármaco não se destina a terapia contínua, geralmente não é necessário um desmame gradual para a descontinuação.


P: Sabe-se se o Clotam afeta o humor ou a clareza mental?

Embora raros, foram relatados efeitos graves no sistema nervoso central na documentação de segurança. Estes efeitos incluem a possibilidade de ocorrência de confusão ou depressão.

Como Clotam deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Clotam?

O Clotam (ácido tolfenâmico) deve ser conservado e manuseado de acordo com os requisitos regulamentares para preservar a sua estabilidade e potência.


Requisitos de Conservação

Condição Requisito (Rotulagem Oficial)
Temperatura Conservar rigorosamente abaixo de 30°C.
Proibições Não refrigerar nem congelar o produto.
Proteção Proteger da luz e da humidade; manter o recipiente bem fechado.
Embalagem Manter o medicamento na sua embalagem original.
Segurança Infantil Deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O Clotam não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado em conformidade com os regulamentos ambientais. O produto não deve ser deitado no lixo doméstico nem nos esgotos. Em vez disso, o medicamento deve ser eliminado entregando-o numa farmácia ou num ponto de recolha aprovado, seguindo os requisitos locais oficiais para resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Clotam encontrado em:

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