Clor

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Clor

Esta secção fundamental fornece uma visão geral da identidade e do objetivo geral do medicamento Clor, que contém a substância ativa Claritromicina.

Propriedade Descrição
Substância Ativa Claritromicina
Formas Farmacêuticas Comprimidos (revestidos, libertação prolongada), Grânulos para suspensão, Injeção
Classe Farmacológica Antibiótico Macrólido (Semissintético de 14 membros)
Objetivo Geral Antibacteriano / Anti-infecioso
Origem Semissintética

Que Tipo de Medicamento é o Clor (Claritromicina)?

O Clor é um agente antibacteriano de ação sistémica cuja substância ativa é a Claritromicina, um composto desenvolvido para combater infeções bacterianas em todo o organismo. A Claritromicina é estritamente classificada como um antibiótico macrólido semissintético de 14 membros. Esta classificação coloca-o dentro de um grupo definido de medicamentos anti-infeciosos que são clinicamente reconhecidos pelo seu espetro de atividade único.

A estrutura química da Claritromicina é um derivado do antibiótico de origem natural Eritromicina. Esta modificação estrutural torna a Claritromicina significativamente mais estável em meio ácido do que o seu composto de origem, contribuindo para uma melhor absorção quando administrada por via oral. Dados técnicos confirmam a sua designação como um anti-infecioso macrólido, indicando a sua utilização direcionada contra agentes patogénicos bacterianos suscetíveis a esta classe química. Como uma ferramenta poderosa no combate às bactérias, o Clor é um produto de substância única e está disponível apenas mediante receita médica.


Composição, Formas e Objetivo Geral

A composição base do Clor contém apenas a substância ativa Claritromicina, juntamente com os excipientes farmacêuticos necessários para a sua estabilidade e administração. O seu objetivo principal é atuar como um composto anti-infecioso eficaz, interrompendo o crescimento e a propagação de bactérias suscetíveis.

Para abranger várias necessidades clínicas e perfis de doentes, a Claritromicina está disponível em múltiplas formas farmacêuticas: isto inclui comprimidos revestidos por película padrão, comprimidos de libertação prolongada especializados para uma toma mais conveniente, grânulos para preparação de suspensão oral (frequentemente direcionados para doentes pediátricos) e soluções estéreis para injeção intravenosa. O fármaco atua ligando-se à subunidade ribossomal 50S no interior das células bacterianas, o que impede as bactérias de sintetizarem as proteínas essenciais necessárias para a sua replicação e sobrevivência. Estudos farmacológicos confirmam que este mecanismo suprime eficazmente o crescimento bacteriano e permite que o corpo elimine a infeção.

Quais efeitos secundários são possíveis com Clor?

O perfil de segurança do Clor (Claritromicina) baseia-se em classificações oficiais documentadas por fontes regulamentares, estando organizado por frequência e pelo sistema de órgãos afetado.

Classificações das Reações Adversas

Classificação Exemplos de Reações
Frequentes (1/100 a < 1/10) Diarreia, Náuseas, Vómitos, Dor Abdominal, Disgeusia (alteração do paladar), Cefaleia (dor de cabeça), Insónia.
Pouco Frequentes Hipersensibilidade, Eosinofilia, Palpitações, Prolongamento do intervalo QT, Icterícia.
Frequência Desconhecida Insuficiência Hepática, Convulsões, Reação Anafilática, Torsades de Pointes, Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), Insuficiência Renal.

Os eventos adversos estão formalmente agrupados por Classes de Sistemas de Órgãos, incluindo Doenças Gastrointestinais, Doenças do Sistema Nervoso, Doenças Hepatobiliares (fígado) e Doenças Cardíacas.

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

As informações oficiais do medicamento especificam reações adversas raras, mas potencialmente fatais. Estas incluem arritmias cardíacas graves, como o prolongamento do intervalo QT e Torsades de Pointes, que podem ser fatais. Foi também reportada hepatotoxicidade grave que pode levar a insuficiência hepática. O fármaco está associado a reações cutâneas graves, como a Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), Necrólise Epidérmica Tóxica (NET) ou Reação a Fármacos com Eosinofilia e Sintomas Sistémicos (DRESS), bem como a diarreia associada a Clostridium difficile (DACD).

A utilização de claritromicina é estritamente contraindicada em doentes com antecedentes de prolongamento do intervalo QT ou com hipocaliemia ou hipomagnesemia (níveis baixos de potássio ou magnésio no sangue) pré-existentes e não corrigidas. É igualmente contraindicada em indivíduos que apresentem simultaneamente insuficiência hepática grave e insuficiência renal. Um padrão de segurança a longo prazo demonstrou um aumento do risco de mortalidade por todas as causas em doentes com Doença Arterial Coronária, observado um ano ou mais após o término do tratamento. A utilização durante a gravidez pode causar toxicidade embriofetal e deve ser evitada, a menos que não exista outra terapia alternativa que seja considerada adequada.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Esta secção descreve as manifestações clínicas e as ações de emergência documentadas oficialmente em caso de sobredosagem de Clor (Claritromicina), baseando-se estritamente nas informações regulamentares oficiais.


Manifestações Clínicas Documentadas

Está formalmente documentado que a sobredosagem envolve sintomas gastrointestinais específicos, incluindo habitualmente dor abdominal intensa, náuseas, vómitos e diarreia. São também referidas manifestações que afetam o sistema nervoso, tais como confusão e sonolência. Além disso, foi descrita oficialmente a ocorrência de perda de audição transitória em casos que envolvem exposições a doses elevadas de Claritromicina.


Ações de Emergência Obrigatórias e Resultados Graves

As diretrizes regulamentares determinam a necessidade de assistência médica de emergência imediata se a sobredosagem conduzir a resultados graves, tais como colapso, convulsões ou dificuldade respiratória persistente. Contacte imediatamente os serviços de emergência (112) ou o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) se a pessoa afetada estiver inconsciente ou apresentar estes sinais graves. É também necessária uma avaliação médica urgente perante sintomas sugestivos de um evento vascular grave, incluindo dor no peito súbita ou fala arrastada.


Riscos Específicos em Determinadas Populações

Existe uma advertência regulamentar específica relativa ao potencial aumento do risco a longo prazo de problemas cardíacos ou morte em doentes com doença coronária estabelecida. Não existe um antídoto específico consistentemente documentado para a sobredosagem de Claritromicina; o tratamento foca-se geralmente nos cuidados de suporte para os sintomas apresentados.

Usos terapêuticos de Clor

O que o Clor trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Clor, que contém o agente anti-infecioso Claritromicina, é aplicado em áreas onde é necessário apoio sintomático adicional para gerir infeções bacterianas, de acordo com as informações oficiais de referência para este fármaco.

O medicamento é habitualmente utilizado para auxiliar na gestão sintomática de infeções que afetam as vias respiratórias, tais como a pneumonia adquirida na comunidade e exacerbações bacterianas agudas da bronquite crónica, bem como infeções que provocam dor localizada nos ouvidos e seios nasais, como a otite média aguda e a sinusite maxilar aguda. Desempenha também um papel especializado na terapia combinada para o H. pylori e é utilizado na gestão desta bactéria em situações onde o objetivo é a prevenção da recorrência de úlcera duodenal. É considerado relevante como alternativa quando um doente tem uma alergia conhecida à penicilina.

“É relevante para atenuar conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou perturbadores, contribuindo para um melhor conforto durante períodos de sintomas acentuados.”

É utilizado em situações que envolvem certos sintomas angustiantes, como febre, tosse persistente e inflamação, proporcionando um alívio de apoio quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras e com a estabilidade funcional.


Quadro Informativo: Apoio para Sintomas Relacionados com Infeção

O Clor é comummente utilizado em condições que apresentam episódios agudos onde os sintomas estão relacionados com um desequilíbrio sistémico (como a febre) e estados inflamatórios ou irritativos (como a congestão dolorosa dos seios nasais ou da garganta), oferecendo um alívio sintomático que ajuda os doentes a lidar de forma mais constante com as flutuações dos sintomas.

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização de Clor (Claritromicina) é definida de forma rigorosa pelas autoridades regulamentares, que descrevem as populações autorizadas, as populações com restrições e aquelas para as quais o uso é proibido.

Populações com Contraindicações Absolutas

O uso de Clor é proibido em doentes que apresentem hipersensibilidade conhecida à Claritromicina, à Eritromicina ou a qualquer outro antibiótico macrólido. É também contraindicado para indivíduos com antecedentes de prolongamento do intervalo QT ou arritmias cardíacas ventriculares. Doentes com insuficiência hepática grave combinada com insuficiência renal não devem utilizar o medicamento, assim como aqueles com histórico de icterícia colestática ou disfunção hepática associada ao uso prévio de Claritromicina. O uso concomitante é proibido com certos medicamentos, incluindo lovastatina, simvastatina, ergotamina, pimozida, cisaprida ou lurasidona.

Elegibilidade por Idade e Condição Médica

Relativamente à idade, os comprimidos de Clor são indicados para adultos e crianças a partir dos 12 anos, enquanto a suspensão oral é utilizada em crianças entre os 6 meses e os 12 anos. A segurança e a eficácia não estão estabelecidas em bebés com menos de 6 meses.

No que respeita à função dos órgãos, doentes com insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 30 mL/min) são elegíveis apenas se a dose for reduzida para metade. Recomenda-se precaução em doentes que apresentem apenas compromisso da função hepática.

Quanto à gravidez e aleitamento, o uso durante a gestação geralmente não é recomendado, a menos que o benefício supere o risco. O uso em mulheres a amamentar deve ser evitado, uma vez que o medicamento passa para o leite materno.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Clor, que contém Claritromicina, estabelece restrições obrigatórias e requisitos de administração baseados em interações medicamentosas documentadas. As interações farmacocinéticas devem-se principalmente à classificação da Claritromicina como um inibidor da enzima CYP3A4 e do transportador de efluxo glicoproteína-P (P-gp). Este mecanismo documentado leva a uma redução da eliminação e a um aumento das concentrações plasmáticas de inúmeros medicamentos administrados em simultâneo.

Restrições Regulamentares Formais

A coadministração é contraindicada com diversos medicamentos devido ao elevado risco de toxicidade grave ou eventos adversos. Estes incluem a Lovastatina e a Simvastatina (risco de rabdomiólise), a Pimozida (risco de prolongamento do intervalo QT), a Ergotamina e a Di-hidroergotamina (risco de ergotismo agudo), o Ticagrelor e a Ranolazina. A contraindicação com a Colchicina é específica para doentes com insuficiência hepática ou renal pré-existente.

Estão também documentadas interações farmacodinâmicas, tais como um efeito aditivo com outros fármacos que prolongam o intervalo QT, bem como o potencial para hipoglicemia grave quando o medicamento é coadministrado com certos agentes hipoglicemiantes orais ou insulina. Existe uma regra de tempo obrigatória que exige que os comprimidos de Claritromicina sejam administrados com, pelo menos, 4 horas de intervalo da Zidovudina, para evitar a redução da absorção desta última. Relativamente à formulação em comprimidos de libertação prolongada, observa-se um aumento da absorção (AUC) quando tomados com alimentos, sendo esta uma restrição de interação específica documentada na rotulagem regulamentar.

Mecanismo de ação

Como o Clor Atua

O mecanismo da Claritromicina atua como um inibidor ao ligar-se seletivamente à subunidade ribossómica 50S bacteriana, especificamente ao ARN ribossómico 23S. Esta interação molecular bloqueia fisicamente o túnel de saída de péptidos, o que impede o processo de translocação e interrompe a síntese de proteínas necessárias para a continuação do ciclo de vida bacteriano. Este domínio molecular primário resulta num efeito bacteriostático, que é a consequência funcional da inibição da replicação celular.

Este mecanismo é reforçado pelo seu derivado ativo, a 14-hidroxiclaritromicina, que mantém a capacidade de inibir a síntese ribossómica. Esta via metabólica resulta numa atividade sinérgica entre o composto original e o metabolito, contribuindo para a magnitude global do efeito farmacodinâmico do medicamento.

No entanto, o mecanismo é condicionado por contra-adaptações bacterianas, tais como a expressão de bombas de efluxo (que expelem ativamente o fármaco) ou enzimas que causam metilação ribossómica (o que diminui a afinidade de ligação no local alvo). Estes fatores limitam diretamente a eficácia do bloqueio ribossómico, podendo levar a uma falha fisiológica na inibição do crescimento bacteriano em estirpes resistentes.

Informações sobre dosagem e administração

Princípios de Administração e Dosagem

O Clor, que contém a substância ativa Claritromicina, é administrado através de duas vias aprovadas: a via oral e a perfusão intravenosa (IV). As formas orais incluem comprimidos de libertação imediata, comprimidos de libertação prolongada e uma suspensão reconstituída a partir de grânulos. A formulação intravenosa está restrita a contextos especializados e deve ser administrada obrigatoriamente como uma perfusão lenta ao longo de 60 minutos; estipula-se explicitamente que esta não deve ser administrada por bólus ou injeção intramuscular.


Dosagem e Esquema Temporal

A dosagem padrão para adultos, no caso dos comprimidos de libertação imediata, é geralmente de 250 mg a 500 mg, tomados duas vezes ao dia. O comprimido de libertação prolongada, concebido para uma utilização única diária, é prescrito numa dose total de 1000 mg. A duração do ciclo de tratamento para a maioria das aplicações varia entre 7 a 14 dias, embora tipos específicos de infeção possam exigir um mínimo de 10 dias.

Condições de Administração

As condições de ingestão variam consoante a formulação: os comprimidos de libertação imediata e a suspensão oral podem ser tomados com ou sem alimentos. No entanto, os comprimidos de libertação prolongada devem obrigatoriamente ser tomados com alimentos e exige-se que sejam engolidos inteiros, sem serem esmagados ou mastigados, de modo a manter o seu mecanismo de libertação controlada.

Utilização em Populações Específicas

Para doentes pediátricos com mais de seis meses de idade, a suspensão oral é a forma padrão, sendo a dosagem calculada com base no peso corporal. As diretrizes oficiais determinam também uma modificação crucial da dose para adultos com insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 30 mL/min); nesta população, a dosagem diária total deve ser reduzida em 50%.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Panorama Geral dos Estudos sobre Clor (Claritromicina)

Evidência para Condições Envolvendo Sintomas Agudos das Vias Respiratórias

A investigação sobre o uso de Clor na gestão de condições agudas das vias respiratórias, como a Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) e as Exacerbações Bacterianas Agudas de Bronquite Crónica, envolve principalmente Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e meta-análises abrangentes. Estes estudos foram realizados durante períodos de maior atividade sintomática para examinar o uso de Clor em complemento aos cuidados padrão. Os investigadores monitorizaram uma série de resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, tais como resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas, a forma como sintomas como a febre e a tosse foram monitorizados durante o período do estudo e a taxa de hospitalização. O que permanece incerto é a influência total da evolução dos padrões de resistência antimicrobiana na consistência dos resultados.


Evidência para Regimes de Múltiplos Fármacos na Gestão de H. pylori

O Clor foi avaliado em regimes de múltiplos fármacos — frequentemente designados como "terapia tripla" — para visar a bactéria H. pylori, um fator relevante para a monitorização da recorrência da úlcera duodenal. A base de evidência consiste maioritariamente em ECCA que examinaram especificamente as taxas de erradicação microbiológica da bactéria. Os principais resultados medidos incluíram as taxas de erradicação microbiológica e a subsequente monitorização da recorrência da úlcera duodenal. A principal limitação é a taxa de resistência à claritromicina, que tem aumentado rapidamente a nível global, o que significa que os resultados descrevem padrões de grupo e não resultados individuais, podendo variar consoante a localização geográfica.


Investigação a Longo Prazo e Intervalos de Seguimento

A maioria dos ensaios clínicos para o Clor foca-se na avaliação de alterações episódicas ou agudas e na investigação que explora alterações sintomáticas de curto prazo ao longo do tratamento, que dura tipicamente entre 5 a 14 dias. A exceção é a investigação sobre o H. pylori, onde os estudos incluíram frequentemente um seguimento a longo prazo para monitorizar a recorrência da úlcera duodenal. Para a maioria das outras infeções, os resultados a longo prazo não estão bem caracterizados na investigação e existe informação limitada relativamente ao risco de recorrência tardia para além dos intervalos de tempo definidos.


Incertezas Científicas e Lacunas na Investigação

Os estudos demonstram que a consistência dos resultados da investigação é desafiada pela variação global e pelo aumento da resistência antimicrobiana aos macrólidos. Esta resistência pode levar a resultados mistos quando o fármaco é avaliado em diferentes regiões geográficas. Além disso, existe uma lacuna de evidência comparativa em algumas áreas ao tentar comparar diretamente o Clor com as classes de antibióticos mais recentes disponíveis. Os resultados em subgrupos são incertos quando populações específicas não foram o foco de ensaios dedicados de larga escala.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Clor (FAQ)

P: Que condições ou sintomas específicos estão aprovados para tratamento com Clor?

R: Os documentos regulamentares oficiais confirmam que o Clor está aprovado para tratar infeções bacterianas específicas, incluindo certos tipos de pneumonia, bronquite e infeções dos seios perinasais, da pele e da garganta. O fármaco é também utilizado em conjunto com outros medicamentos como parte de um regime para tratar e eliminar a bactéria H. pylori.

P: O Clor destina-se geralmente a curar uma condição ou a ajudar a gerir sintomas?

R: O mecanismo de ação descrito nos documentos oficiais classifica a substância ativa do Clor como um agente bacteriostático. Isto significa que o fármaco atua principalmente ao travar o crescimento e a replicação de bactérias suscetíveis.

P: Com que rapidez é que o Clor começa tipicamente a atuar após o início do tratamento?

R: Estudos que examinam a farmacocinética do fármaco indicam que as concentrações máximas no sangue são geralmente atingidas aproximadamente 2 a 3 horas após a toma de uma dose oral. No entanto, são normalmente necessários 3 a 4 dias de toma consistente para que o medicamento atinja níveis estáveis e contínuos no organismo, o que é designado como estado de equilíbrio (steady state).

P: O Clor é uma substância controlada?

R: O Clor é um medicamento sujeito a receita médica que pertence à classe dos antibióticos macrólidos. De acordo com as classificações regulamentares, não está listado como uma substância controlada nos sistemas de classificação oficiais de controlo de substâncias.

P: O Clor causa efeitos secundários a longo prazo de acordo com os documentos oficiais?

R: Os documentos oficiais de segurança especificam um risco a longo prazo para uma determinada população de doentes. Foi observado um padrão que mostra um aumento do risco de mortalidade por todas as causas em doentes com Doença Coronária (DC) estabelecida, um ano ou mais após terem concluído o tratamento.

P: O Clor contém avisos sobre alterações mentais ou de humor?

R: A informação regulamentar refere que o fármaco pode ter potenciais efeitos no Sistema Nervoso, incluindo tonturas, confusão e desorientação. Se estes sintomas forem sentidos, são classificados como potenciais efeitos secundários.

P: Qual é a informação sobre o consumo de álcool durante a toma de Clor?

R: A informação oficial de prescrição não lista uma contraindicação formal específica ou um aviso de interação entre o Clor e o consumo moderado de álcool. Isto é geralmente consistente com a manutenção de uma dieta e hábitos normais, a menos que orientações específicas sejam fornecidas por um profissional de saúde.

P: O Clor pode interagir com analgésicos comuns de venda livre?

R: Não existe uma interação farmacocinética formal registada com todos os analgésicos de venda livre. No entanto, o Clor contém avisos sobre uma potencial disfunção hepática. O potencial para avisos relacionados com o fígado em ambas as categorias de medicamentos é um fator observado nos documentos de segurança.

P: Os adultos mais velhos ou a população idosa podem geralmente utilizar Clor?

R: O Clor é utilizado na população idosa, mas os documentos regulamentares incluem avisos específicos. A informação oficial de prescrição indica que os doentes mais velhos podem ser mais suscetíveis a certos efeitos, tais como alterações no intervalo QT associadas ao fármaco, que é uma preocupação relacionada com o ritmo cardíaco.

P: Qual é a principal diferença entre o Clor e outros medicamentos semelhantes da mesma classe?

R: A diferença fundamental descrita nos documentos regulamentares relaciona-se com o processo metabólico do fármaco. O ingrediente ativo do Clor é classificado como um inibidor potente da enzima CYP3A4, o que é um fator relevante que pode aumentar significativamente a concentração de muitos medicamentos prescritos administrados em simultâneo.

P: O Clor interage com medicamentos contracetivos?

R: Fontes autorizadas de saúde pública e regulamentares indicam que, geralmente, não se espera que o Clor interfira com a eficácia de formas hormonais de contraceção.

P: O Clor tem um efeito conhecido na capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

R: A informação oficial de segurança refere que efeitos secundários como tonturas, confusão e desorientação têm o potencial de afetar a capacidade de uma pessoa conduzir ou utilizar máquinas com segurança.

P: Que informação existe sobre a interrupção do uso de Clor?

R: A orientação regulamentar afirma que a conclusão do curso completo da terapia prescrita é altamente recomendada para reduzir o risco de resistência antimicrobiana. As informações oficiais indicam que a cessação imediata do fármaco é necessária se ocorrerem reações graves, tais como hipersensibilidade ou lesão hepática.

P: Qual é a relação geral entre a idade do doente e o risco de efeitos secundários com o Clor?

R: Dados regulamentares indicam especificamente que os doentes idosos podem exibir uma maior suscetibilidade a efeitos associados ao fármaco no intervalo QT. Isto significa que a idade é um fator que pode influenciar o risco de certos efeitos secundários graves.

P: A informação oficial menciona restrições a bebidas comuns como café ou sumo ao tomar Clor?

R: A informação oficial de prescrição não lista quaisquer restrições ao consumo de bebidas comuns, como café ou sumo, o que é consistente com a manutenção de uma dieta normal.

P: Qual é a relevância da consistência do horário ao tomar Clor para o plano de tratamento global?

R: Os dados farmacocinéticos utilizados para estabelecer a dosagem baseiam-se em intervalos regulares (por exemplo, a cada 12 horas) e demonstram que níveis estáveis do fármaco (estado de equilíbrio) são alcançados ao fim de alguns dias. Estes dados sugerem que a manutenção de um horário regular apoia a obtenção e manutenção dos níveis terapêuticos estáveis desejados para o fármaco.

P: Existe a possibilidade de desenvolver tolerância ao Clor ao longo do tempo?

R: A informação regulamentar oficial aborda o risco de as bactérias desenvolverem resistência (resistência antimicrobiana) ao fármaco se a terapia for interrompida precocemente. No entanto, os documentos oficiais não discutem o desenvolvimento de uma tolerância individual do doente aos efeitos do fármaco ao longo do tempo.

P: O ingrediente ativo do Clor está disponível numa formulação genérica?

R: Sim, o ingrediente ativo do Clor, a Claritromicina, está disponível sob a forma de múltiplos produtos genéricos que foram aprovados pelas autoridades regulamentares após a expiração das proteções de patente originais.

P: Os ensaios clínicos para o Clor ainda estão a decorrer ou a aceitar participantes?

R: A investigação sobre a substância ativa do fármaco é contínua. Os registos nacionais de ensaios clínicos listam estudos em curso que estão a examinar o uso do fármaco para condições que vão além das suas indicações aprovadas atuais.

Como Clor deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Clor (Claritromicina)

A conservação do Clor é determinada por normas regulamentares para garantir a estabilidade do produto, com regras específicas que dependem da formulação.

Os comprimidos e os grânulos não preparados devem ser mantidos a uma temperatura ambiente controlada (geralmente entre 20°C e 25°C), protegidos da luz e da humidade excessiva. No caso da suspensão oral após a preparação, esta não deve ser refrigerada nem congelada e deve ser obrigatoriamente eliminada após 14 dias.

Todas as formas farmacêuticas devem permanecer na embalagem original, devidamente fechada, e estritamente fora da vista e do alcance das crianças.

As instruções de eliminação determinam que o Clor não utilizado ou fora do prazo de validade não deve ser colocado no lixo doméstico nem despejado nos esgotos. O produto deve ser eliminado através de um programa de recolha de medicamentos autorizado ou em conformidade com as regulamentações locais em vigor.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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