Cipla-Simvastatin

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Cipla-Simvastatin

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Cipla-Simvastatin

O Cipla-Simvastatina é um medicamento sujeito a receita médica que pertence à classe de fármacos conhecidos como estatinas (inibidores da redutase HMG-CoA). Este medicamento é utilizado principalmente para ajudar a reduzir os níveis elevados de colesterol total, o colesterol de lipoproteínas de baixa densidade (LDL ou colesterol «mau») e as substâncias gordurosas denominadas triglicéridos no sangue.

Além de regular os níveis de lípidos, o Cipla-Simvastatina é prescrito para aumentar os níveis de colesterol de lipoproteínas de alta densidade (HDL ou colesterol «bom»). Ao controlar estas substâncias, o medicamento desempenha um papel importante na prevenção de doenças cardiovasculares, ajudando a diminuir o risco de ataques cardíacos, acidentes vasculares cerebrais e a necessidade de procedimentos cirúrgicos para melhorar o fluxo sanguíneo em doentes com doença coronária ou outros fatores de risco elevados.

O Cipla-Simvastatina deve ser utilizado como um complemento a uma dieta adequada e a outras modificações no estilo de vida, como o exercício físico e a redução de peso, quando estas medidas isoladas não são suficientes para controlar os níveis de colesterol. O tratamento contínuo é fundamental, uma vez que o medicamento atua na regulação da produção de colesterol pelo fígado, ajudando a manter a saúde cardiovascular a longo prazo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Cipla-Simvastatin?

Os documentos regulamentares oficiais classificam o perfil de segurança da simvastatina (a substância ativa do Cipla-Simvastatina) através do agrupamento das reações adversas em classes de sistemas de órgãos e pela sua frequência de ocorrência, baseando-se estritamente em dados clínicos e de pós-comercialização documentados.


Frequência Documentada de Reações Adversas

As reações adversas classificadas como Frequentes (podem afetar até 1 em cada 10 pessoas) envolvem geralmente o Sistema Gastrointestinal, incluindo sintomas como obstipação, flatulência, dor abdominal e náuseas. Estão também documentados como frequentes os efeitos no Sistema Musculoesquelético, como a mialgia (dor muscular).

As reações classificadas como Raras (podem afetar até 1 em cada 1.000 pessoas) encontram-se documentadas em diversos sistemas, abrangendo Doenças Hepatobiliares (ex.: hepatite e icterícia) e Doenças do Sistema Nervoso (ex.: dores de cabeça e neuropatia periférica).

As reações cuja frequência é classificada como Desconhecida incluem perturbações do Sistema Reprodutor (ex.: disfunção erétil) e certas Perturbações Psiquiátricas (ex.: depressão e distúrbios do sono).


Reações Adversas Graves e Condicionalismos de Segurança

Certas reações graves são especificamente destacadas na rotulagem oficial. As principais preocupações de segurança graves estão associadas ao Sistema Musculoesquelético, nomeadamente a miopatia e a sua forma severa, a rabdomiólise. O risco destes efeitos musculares graves está explicitamente documentado como sendo dependente da dose.

Existem condicionalismos de segurança para populações específicas. O medicamento é contraindicado para utilização em indivíduos com doença hepática ativa ou elevação persistente das enzimas hepáticas. Além disso, o risco de miopatia é superior quando a simvastatina é utilizada concomitantemente com determinados medicamentos, especificamente inibidores potentes da enzima CYP3A4.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A documentação regulamentar oficial da simvastatina (a substância ativa do Cipla-Simvastatina) fornece orientações específicas sobre a sobredosagem e as ações de emergência necessárias.


Apresentação Documentada de Sobredosagem

Na literatura regulamentar, foram reportados alguns casos de sobredosagem aguda com simvastatina. Nestas instâncias, a dose máxima documentada foi de 3,6 g. As informações oficiais indicam que, em todos os casos relatados, os doentes recuperaram sem sequelas, o que significa que não foram atribuídos de forma definitiva ao evento de sobredosagem aguda quaisquer sintomas específicos, persistentes ou que colocassem a vida em risco. Não existe uma síndrome clínica específica ou um conjunto definido de sintomas formalmente documentado na secção de sobredosagem das informações de prescrição regulamentares.


Ações de Emergência e Gestão Oficial

As diretrizes regulamentares estabelecem que devem ser tomadas medidas de suporte em caso de sobredosagem. Este requisito define a condição sob a qual deve ser procurada ajuda médica urgente. Se houver suspeita de sobredosagem, é necessário contactar os serviços de emergência para que se possa iniciar a monitorização profissional e os cuidados de suporte, conforme determinado pelas autoridades regulamentares.

Não existe um antídoto químico específico conhecido ou listado nos documentos oficiais para a sobredosagem com simvastatina. Adicionalmente, a rotulagem oficial informa que, até ao momento, não se conhece a dialisabilidade da simvastatina e dos seus metabolitos em seres humanos.

Usos terapêuticos de Cipla-Simvastatin

O Cipla-Simvastatina é indicado principalmente para adultos para ajudar a gerir níveis elevados de colesterol e triglicéridos no sangue. Esta opção terapêutica atua na redução do colesterol de lipoproteínas de baixa densidade (LDL), frequentemente reconhecido como um fator de risco para condições cardiovasculares. O objetivo principal da utilização deste medicamento é contribuir para a redução do risco de eventos cardiovasculares graves.

Este medicamento é utilizado em cenários clínicos que incluem doentes com doença coronária estabelecida, bem como indivíduos com elevado risco de sofrer tais complicações devido a condições como a diabetes. As principais utilizações terapêuticas abrangem a hipercolesterolemia primária e a redução da morbilidade cardiovascular em doentes de alto risco.

É importante notar que o Cipla-Simvastatina é um componente de um plano de tratamento mais abrangente, que incorpora ajustes dietéticos saudáveis para o coração e a prática regular de atividade física. Para obter uma lista completa das utilizações aprovadas e diretrizes, deve consultar-se a documentação oficial e as orientações de saúde sobre a Simvastatina.

Facto Rápido: Alívio para o Colesterol LDL Elevado

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade para o Cipla-Simvastatina (Simvastatina)

As diretrizes regulamentares oficiais definem populações específicas que são elegíveis, restritas ou proibidas de utilizar a simvastatina.


Populações com Utilização Proibida (Contraindicada)

Contraindicação População
Doença Hepática Ativa Doentes com doença hepática ativa ou com elevações das enzimas hepáticas persistentes e não explicadas não devem utilizar este medicamento.
Estado Fisiológico A utilização é contraindicada em mulheres grávidas e mulheres que possam engravidar, e não é recomendada durante o período de amamentação.
Interações Medicamentosas O uso é contraindicado em doentes que tomem concomitantemente certos inibidores potentes da CYP3A4 (ex.: itraconazol, claritromicina, inibidores da protease do VIH) devido ao elevado risco de miopatia.

Restrições de Idade e de Condição Médica

Tipo de Restrição Resumo da Regra
Adultos A utilização está estabelecida sob as condições padrão descritas na rotulagem.
Pediatria O uso é restrito a crianças com 10 ou mais anos de idade para o tratamento da Hipercolesterolemia Familiar Heterozigótica (HeFH); a utilização não está estabelecida em crianças com menos de 10 anos.
Comprometimento Orgânico Doentes com comprometimento renal grave requerem precaução e uma dosagem máxima reduzida.

Estas regras de elegibilidade definem rigorosamente os grupos de doentes para os quais o medicamento é permitido, restrito ou proibido, baseando-se exclusivamente na rotulagem oficial governamental.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interação do Cipla-Simvastatina, que contém simvastatina, é definido principalmente por interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas documentadas na rotulagem regulamentar. O mecanismo central envolve o metabolismo da forma ácida da simvastatina pela enzima CYP3A4 e a sua captação através do transportador OATP1B1. A inibição de qualquer uma destas vias leva a um aumento da exposição sistémica ao medicamento ativo.

Contraindicações e Restrições Formais

A coadministração com vários medicamentos é formalmente contraindicada devido ao elevado risco de efeitos adversos graves resultantes deste aumento da exposição. Isto inclui inibidores potentes da CYP3A4 (tais como antifúngicos azólicos e certos antibióticos macrólidos), ciclosporina, danazol e genfibrozil.

As interações que alteram a exposição ao fármaco também exigem restrições obrigatórias na dose. Por exemplo, a dose diária máxima de simvastatina é restrita a 10 mg quando coadministrada com verapamil ou diltiazem, e a 20 mg quando coadministrada com amiodarona ou amlodipina.

Outras Interações Documentadas

Tipo de Interação Substância/Classe Interagente Restrição Regulamentar
Farmacodinâmica Niacina (doses modificadoras de lípidos), Fibratos Risco aditivo documentado de miopatia.
Substância Sumo de Toranja É necessário evitar o consumo de grandes quantidades.
Temporal Sequestradores de ácidos biliares A administração deve ser separada por, pelo menos, 2 a 4 horas.

A simvastatina pode também potenciar o efeito dos anticoagulantes cumarínicos, exigindo uma monitorização mais frequente do Índice Internacional Normalizado (INR). Notas específicas para certas populações incluem um risco oficialmente reconhecido de miopatia mais elevado em doentes chineses quando coadministrada com doses elevadas de niacina.

Mecanismo de ação

Mecanismo de Ação Molecular

A simvastatina é metabolizada na sua forma ácida ativa, que atua como um mimetizador estrutural para inibir de forma competitiva a enzima redutase da HMG-CoA no fígado. Este bloqueio molecular controla a etapa limitante da via do mevalonato, restringindo significativamente a produção interna e endógena de colesterol pelos hepatócitos (células do fígado). O défice de colesterol intracelular resultante desencadeia um mecanismo de retroação compensatório, que aumenta a expressão e a atividade dos recetores de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) na superfície das células hepáticas.

Esta maior atividade dos recetores força o fígado a remover sistematicamente as partículas de colesterol LDL (LDL-C) do plasma em circulação, o que resulta numa depuração lipídica sistémica. Além desta ação primária, o mecanismo do fármaco também contribui para efeitos pleiotrópicos ao afetar intermediários isoprenoides, o que modula a função endotelial e influencia fatores inflamatórios e hemostáticos sistémicos.

Informações sobre dosagem e administração

Instruções de Utilização: Como utilizar Cipla-Simvastatina — Diretrizes de Administração Oficiais

O Cipla-Simvastatina está aprovado para administração por via oral sob a forma de comprimido ou, em certas regiões, como suspensão oral. O protocolo de utilização correta é estritamente definido por documentos regulamentares oficiais para uniformizar o tratamento.


Âmbito da Administração

Característica Diretrizes Baseadas em Documentos Regulamentares Oficiais
Via de administração Exclusivamente para administração por via oral.
Esquema posológico A dose para adultos situa-se geralmente entre 20 mg e 40 mg, uma vez ao dia. Para novos doentes, a dose inicial máxima é de 40 mg.
Momento em relação às refeições Os comprimidos podem ser tomados com ou sem alimentos. A forma em suspensão oral deve ser tomada com o estômago vazio e requer que o frasco seja bem agitado durante, pelo menos, 20 segundos.
Regras de administração por grupo etário Para adultos com insuficiência renal grave (depuração da creatinina <30 mL/min), a dose inicial recomendada é de 5 mg uma vez ao dia. Para crianças e adolescentes (com idade igual ou superior a 10 anos) com HeFH, o intervalo posológico é de 10 mg a 40 mg por dia.
Regras para doses esquecidas Tome a dose esquecida assim que possível, mas não duplique a dose para compensar a que se esqueceu de tomar.
Condições procedimentais especiais A dose máxima é restrita a 10 mg ou 20 mg uma vez ao dia quando o fármaco é tomado com outros medicamentos específicos. A dose de 80 mg está geralmente restrita a doentes que a tomam de forma crónica (ex.: há 12 ou mais meses) sem complicações e não é recomendada para o início do tratamento.

Estrutura de Procedimento Resultante

O procedimento fundamental para a utilização de Simvastatina é definido por alguns condicionalismos fundamentais:

  • O medicamento deve ser tomado uma vez ao dia, à noite, para otimizar o seu efeito.
  • As alterações de dose são regidas por um intervalo específico, com ajustes realizados geralmente em períodos não inferiores a quatro semanas, de modo a permitir uma avaliação adequada da resposta terapêutica.
  • A administração deve cumprir a via, o horário e os limites específicos de coadministração estabelecidos para manter a consistência com as instruções do folheto informativo.

Esta abordagem estruturada garante que a administração adere apenas aos métodos e parâmetros de dose formalmente documentados pelas autoridades competentes.

Evidência clínica recente

Evidência científica / Visão geral dos estudos sobre a Simvastatina Cipla


Evidência para o uso na Gestão do Risco Cardiovascular

A investigação principal foi realizada através de ensaios clínicos de grande escala, a longo prazo e controlados por placebo. Estes estudos foram observados em populações adultas de alto risco, tais como indivíduos que tinham sofrido previamente um enfarte do miocárdio, que apresentavam doença coronária estabelecida ou que tinham comorbilidades como a diabetes mellitus. A investigação examinou a ocorrência de eventos vasculares major, tais como enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC), ao longo de períodos de observação que variaram tipicamente entre quatro e mais de seis anos.

Os resultados destes estudos de longo prazo comunicaram padrões relacionados com a frequência de eventos cardiovasculares e vasculares periféricos nos grupos de tratamento face aos grupos de placebo. A investigação também monitorizou a mortalidade global por todas as causas e acompanhou procedimentos vasculares específicos ao longo dos extensos períodos de observação. Estas conclusões contribuem para o panorama mais amplo de evidência utilizado para avaliar o papel deste medicamento na gestão do risco a longo prazo.

No entanto, a investigação existente baseia-se fortemente nestes grandes ensaios focados em populações adultas de alto risco. Isto significa que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas, limitando a generalização direta dos dados de eventos vasculares a populações não incluídas nos ensaios principais. Além disso, a evidência foca-se em desfechos vasculares, existindo informação limitada nestes principais ensaios aleatorizados relativamente a resultados não vasculares, tais como efeitos a longo prazo na função cognitiva ou na saúde óssea.


Evidência para o uso na Modificação dos Níveis de Lípidos no Sangue

A investigação foi avaliada em Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) que incluíram comparações com um placebo e, nalguns casos, com comparadores ativos. Estes estudos foram aplicados em populações de adultos que apresentavam vários graus de colesterol elevado (hipercolesterolemia) e anomalias nos lípidos sanguíneos. O principal foco da investigação foi o exame a curto e médio prazo de alterações nos níveis de biomarcadores lipídicos, acompanhando prioritariamente o colesterol de lipoproteínas de baixa densidade (LDL), o colesterol total e os triglicerídeos.

Os estudos que comunicaram resultados relacionados com biomarcadores lipídicos descreveram alterações nos níveis medidos de colesterol-LDL ao longo do período do estudo. Os dados mostram padrões relacionados com alterações nestes biomarcadores lipídicos fundamentais. A investigação focou-se em episódios onde os níveis de lípidos eram mais notáveis e monitorizou as respostas em intervalos de tempo definidos, iniciando-se tipicamente às 12 semanas ou mais.

Isto significa que, embora estes estudos forneçam contexto sobre os níveis de lípidos, eles não caracterizam diretamente o impacto a longo prazo nas taxas de eventos cardiovasculares ou na sobrevivência.


Evidência em Populações Específicas de Doentes

A simvastatina foi estudada para utilização em certos grupos especializados, nomeadamente crianças e adolescentes com diagnóstico de Hipercolesterolemia Familiar Heterozigótica (HFH). Estes ensaios utilizaram ECA controlados por placebo de menor escala, que incluíram participantes tipicamente entre os 8 e os 18 anos de idade. A investigação examinou os padrões relacionados com as alterações do colesterol-LDL nesta população mais jovem ao longo de um período de acompanhamento que foi, geralmente, de 1 a 2 anos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Simvastatina Cipla (FAQ)

Q: A Simvastatina Cipla é utilizada para outros fins além do colesterol elevado?

De acordo com a documentação oficial, a Simvastatina é utilizada para gerir níveis elevados de colesterol e triglicerídeos. Em populações de alto risco, o medicamento é também prescrito para reduzir o risco de eventos cardiovasculares major, tais como o enfarte do miocárdio e o acidente vascular cerebral. Esta redução do risco vascular é considerada um objetivo terapêutico primordial.

Q: A Simvastatina Cipla é o mesmo tipo de medicamento que a atorvastatina ou a rosuvastatina?

As classificações farmacológicas oficiais indicam que a simvastatina, a atorvastatina e a rosuvastatina pertencem todas à mesma categoria de medicação. São conhecidas como estatinas, ou inibidores da redutase HMG-CoA. Isto significa que partilham um mecanismo de ação semelhante, destinado à redução dos níveis de lípidos no sangue.

Q: Existem sinais comuns de que a Simvastatina Cipla está a funcionar?

A simvastatina atua internamente para baixar os níveis de colesterol no sangue, o que é medido principalmente através de análises sanguíneas periódicas, acompanhando especificamente os níveis de colesterol LDL. Geralmente, não existem sinais físicos ou sensações imediatas e percetíveis que indiquem de forma fiável que o medicamento está a funcionar. A eficácia é avaliada através de resultados laboratoriais monitorizados ao longo de um período definido de semanas ou meses.

Q: Existe uma versão genérica da Simvastatina Cipla disponível?

A substância ativa deste medicamento é a Simvastatina. Os organismos reguladores aprovaram múltiplas versões genéricas da simvastatina, que contêm a mesma substância ativa e cumprem os mesmos padrões de qualidade e eficácia que o produto de marca.

Q: O que devo fazer se sentir dores musculares enquanto tomo este medicamento?

As orientações oficiais descrevem que o contacto imediato com o médico prescritor é justificado se ocorrerem dores musculares inexplicáveis, sensibilidade, fraqueza ou cãibras. Estes sintomas podem, ocasionalmente, ser sinais de um problema muscular raro e grave, como a rabdomiólise. Esta comunicação apoia a avaliação necessária da situação.

Q: Existem medicamentos comuns de venda livre que interagem com a Simvastatina Cipla?

O perfil de interações documentado na rotulagem regulamentar foca-se principalmente em medicamentos sujeitos a receita médica, especialmente aqueles que afetam a enzima CYP3A4. Existem avisos específicos para classes como certos antifúngicos e antibióticos, alguns dos quais podem estar acessíveis sem receita médica. As orientações oficiais sugerem que os doentes comuniquem todo o seu histórico de medicação, incluindo produtos de venda livre, à sua equipa de saúde.

Q: Os efeitos secundários da Simvastatina Cipla são permanentes?

Segundo a informação oficial do produto, muitos efeitos secundários relatados, como a elevação das enzimas hepáticas, regressam tipicamente aos níveis anteriores ao tratamento quando a medicação é interrompida ou suspensa. No entanto, embora raro, alguns relatórios pós-comercialização indicam que reações adversas graves que afetam os músculos ou o fígado podem persistir.

Q: O que acontece se eu parar de tomar a Simvastatina Cipla de repente?

As orientações regulamentares descrevem que a interrupção súbita da simvastatina sem supervisão profissional não é aconselhada. A descontinuação do medicamento pode levar a um aumento reflexo nos níveis de colesterol no sangue. Este aumento pode elevar o risco geral associado às condições de saúde vascular e cardíaca que o medicamento se destina a gerir.

Q: É possível ser alérgico à Simvastatina Cipla?

Sim. As orientações oficiais afirmam que a simvastatina é contraindicada para uso em doentes com alergia conhecida ao fármaco ou aos seus componentes. Os documentos regulamentares descrevem que sinais de uma reação alérgica grave, como inchaço do rosto, língua ou garganta, indicam a necessidade de assistência médica de emergência imediata.

Q: O consumo de álcool afeta a forma como a Simvastatina Cipla funciona?

Os avisos oficiais indicam que o consumo substancial ou excessivo de álcool durante a toma de simvastatina pode aumentar o risco de problemas relacionados com o fígado. As orientações regulamentares indicam que os doentes são geralmente aconselhados a limitar o consumo de álcool durante o tratamento. A comunicação dos padrões típicos de consumo a um profissional de saúde é referida como importante.

Q: A Simvastatina Cipla é considerada uma medicação de alto risco?

A simvastatina é um medicamento de prescrição estabelecido e eficaz. A rotulagem regulamentar destaca que o seu uso está associado a riscos graves dependentes da dose, especificamente para danos musculares (miopatia ou rabdomiólise) e potencial toxicidade hepática. Estas condicionantes exigem que o medicamento seja monitorizado por um profissional de saúde devido ao seu papel terapêutico a longo prazo.

Q: Existem avisos oficiais específicos para pessoas com problemas de tiroide que tomam Simvastatina Cipla?

Os avisos oficiais referem que indivíduos com um historial de hipotiroidismo (tiroide subativa) mal controlado podem ter um risco acrescido de problemas musculares graves ao tomar simvastatina. Esta condição deve ser gerida cuidadosamente, uma vez que se relaciona com o perfil de potencial toxicidade muscular do fármaco.

Q: Como posso saber se o efeito secundário que estou a ter é grave?

As orientações regulamentares descrevem quais os sinais que indicam que a interrupção da medicação e a procura de assistência médica imediata são aconselháveis. Estes incluem tipicamente dores musculares inexplicáveis acompanhadas de urina escura, sinais de problemas hepáticos (como icterícia ou amarelecimento da pele/olhos) ou sintomas de uma reação alérgica grave.

Q: A Simvastatina Cipla causa alterações nos níveis de açúcar no sangue?

A evidência sugere que as estatinas podem ter um efeito no controlo da glicose, e estudos clínicos indicaram um efeito potencial, embora pequeno, no sentido de agravar ligeiramente os níveis de açúcar no sangue nalguns indivíduos. A classificação oficial de risco global relacionada com este potencial efeito secundário é geralmente baixa.

Q: A Simvastatina Cipla pode interagir com medicamentos à base de plantas?

As orientações oficiais aconselham precaução com produtos à base de plantas. Especificamente, existe um aviso contra o remédio fitoterápico forte Erva de São João (Hipericão), pois este pode reduzir a quantidade de simvastatina no corpo, o que pode diminuir a sua eficácia. Os documentos oficiais descrevem a importância de comunicar o uso de todos os medicamentos e suplementos à base de plantas a um profissional de saúde.

Q: Quanto tempo permanece a Simvastatina Cipla no corpo?

Os dados farmacocinéticos indicam que a forma ativa da simvastatina (ácido de simvastatina) é rapidamente processada e eliminada pelo organismo. A semivida média da componente ativa é de aproximadamente 1,9 horas.

Q: A Simvastatina Cipla tem algum efeito conhecido nos olhos ou na visão?

Os documentos regulamentares incluem relatos de frequência rara ou de frequência desconhecida relativos a efeitos secundários relacionados com a visão, tais como visão turva temporária ou visão dupla. A comunicação de quaisquer alterações visuais a um profissional de saúde é consistente com as orientações oficiais para avaliação médica.

Q: Existem recomendações oficiais sobre conduzir enquanto se toma Simvastatina Cipla?

A rotulagem oficial não descreve tipicamente a simvastatina como afetando a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. No entanto, uma vez que as tonturas são mencionadas como um efeito secundário relatado, a consciência do indivíduo sobre como o medicamento o afeta antes de conduzir é descrita como relevante.

Q: Porque é que a simvastatina é por vezes prescrita como parte de uma terapia combinada?

A simvastatina pode ser prescrita juntamente com outro fármaco redutor de lípidos (conhecido como terapia combinada) quando os objetivos pretendidos para o colesterol não são alcançados apenas com a simvastatina. Esta estratégia é utilizada para visar múltiplas vias de produção e absorção de colesterol, de forma a alcançar um maior efeito global de redução lipídica.

Como Cipla-Simvastatin deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Eliminação dos Comprimidos de Simvastatina

Os comprimidos de simvastatina devem ser conservados a uma temperatura ambiente controlada, entre os 20 °C e os 25 °C. O medicamento tem de ser mantido na sua embalagem original, bem fechada, e guardado ao abrigo do calor excessivo e da humidade.

Condições Obrigatórias

Ambiente: O medicamento deve ser conservado longe de temperaturas de congelação e não deve ser guardado na casa de banho.

Segurança Infantil: O produto deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Eliminação: Os comprimidos não utilizados ou fora do prazo de validade não devem ser deitados fora através das águas residuais ou do lixo doméstico. É necessário consultar um farmacêutico ou um profissional de saúde sobre o método de eliminação adequado para proteger o meio ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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