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Cholera Vaccine

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Cholera Vaccine

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Cholera Vaccine

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Antigénios purificados de Vibrio cholerae (Células inteiras mortas ou Vivas-atenuadas)
Forma Suspensão oral ou Pó oral
Classe Farmacológica Vacina, Imunobiológico
Uso Comum Profilaxia (prevenção) da Cólera
Origem Biológica (derivada de bactérias)

A vacina contra a cólera é classificada como um imunobiológico e um agente de imunização ativa, sendo utilizada para a profilaxia da doença em vez do tratamento de uma patologia existente. O papel desta preparação é clinicamente reconhecido na saúde pública global, particularmente em cenários de surtos. Esta vacina tem uma origem biológica, utilizando componentes derivados diretamente da bactéria Vibrio cholerae. Destaca-se pela sua via de administração única: é geralmente tomada por via oral, sob a forma de suspensão oral ou de um pó misturado em solução, o que a caracteriza como uma vacina entérica direcionada a uma doença adquirida através do trato digestivo.


Composição: Formas de Células Inteiras Mortas vs. Vivas-Atenuadas

Os princípios ativos da vacina contra a cólera consistem em antigénios purificados provenientes da bactéria Vibrio cholerae, visando principalmente o serogrupo O1 e, frequentemente, incluindo o serogrupo O139. Estas preparações dividem-se em dois tipos estruturais principais: a vacina de células inteiras mortas, que utiliza bactérias inativadas quimicamente, ou a vacina viva-atenuada, que contém uma estirpe modificada e enfraquecida. As principais formas comerciais incluem a vacina de células inteiras mortas e a vacina viva-atenuada. Diversas autoridades de saúde confirmam que ambos os tipos estimulam a proteção contra a doença. O produto é frequentemente uma combinação, uma vez que contém antigénios de ambos os serogrupos principais e, em certas formulações, pode também incluir a subunidade B protetora da toxina colérica.


Como a Vacina Contra a Cólera Confere Proteção? (Objetivo Geral)

A vacina proporciona a prevenção da infeção através do mecanismo de imunização ativa. Este processo treina o organismo para reconhecer o patógeno da cólera e a sua toxina antes de ocorrer uma exposição real, mitigando o risco de desenvolvimento de doença grave. Ao focar-se na imunidade mucosa no revestimento intestinal e ao reforçar a resposta sistémica global, a vacina oferece uma proteção que reduz significativamente os principais riscos de saúde associados à enfermidade. A imunização bem-sucedida inicia a produção rápida de anticorpos para neutralizar os efeitos da toxina e combater a bactéria. O benefício geral desta preparação é garantir que o organismo esteja preparado para desencadear uma defesa perante uma potencial exposição.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Cholera Vaccine?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança da vacina oral contra a cólera é definido por reações adversas que são, tipicamente, de intensidade ligeira a moderada e transitórias, concentrando-se principalmente nos sistemas gastrointestinal e fisiológico geral. Estas informações derivam de documentos regulamentares oficiais.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

A maioria das reações notificadas é classificada em categorias de elevada frequência:

  • Muito Frequentes (notificadas em mais de 1 em cada 10 indivíduos): As reações incluem cefaleias, fadiga, dor abdominal, náuseas e perda de apetite.
  • Frequentes (notificadas em 1 em cada 100 a 1 em cada 10 indivíduos): As reações incluem diarreia e febre.

Foram também documentadas reações pouco frequentes e raras, que abrangem efeitos como tonturas, erupção cutânea e mal-estar. Os efeitos mais comuns ocorrem geralmente no prazo de 7 dias após a administração oral.


Reações Adversas Graves Documentadas

A rotulagem regulamentar oficial documenta a possibilidade de reações de hipersensibilidade graves, incluindo anafilaxia e angioedema, que representam os riscos mais sérios, embora raros, associados à vacina. Adicionalmente, foram observados casos raros de diarreia grave resultando em desidratação sistémica.


Restrições de Segurança na População e Administração

Estão detalhadas restrições específicas para determinados grupos. A segurança e a eficácia da vacina não foram estabelecidas em pessoas imunocomprometidas, que podem apresentar uma resposta imunitária protetora inferior. Para as formulações vivas atenuadas, a administração deve ser cuidadosamente considerada em conjunto com antibióticos sistémicos, uma vez que estes agentes podem interferir com a estirpe viva da vacina. A administração é, geralmente, adiada em indivíduos que sofram de uma doença gastrointestinal aguda ou de uma doença febril aguda.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial da vacina contra a cólera caracteriza-se por uma quantidade limitada de dados relativos a manifestações específicas de sobredosagem, o que é típico de um produto imunobiológico.

Perfil de Sobredosagem Documentado

Fontes regulamentares oficiais confirmam que os dados sobre a sobredosagem são limitados. As manifestações clínicas comunicadas em casos de administração excessiva são descritas como sendo consistentes com as observadas após o esquema posológico recomendado. Isto significa que não está documentado nas informações do produto um conjunto de sintomas ou toxicidade específicos que sejam atribuíveis exclusivamente a uma sobredosagem. Além disso, não são descritos resultados graves ou fatais específicos que resultem de uma sobredosagem nas informações oficiais.


Ações de Emergência e Procura de Assistência

Independentemente dos dados limitados sobre efeitos únicos, as orientações oficiais indicam ações imediatas em caso de suspeita de administração excessiva:

  • Deve ser procurada assistência médica imediata se houver suspeita de sobredosagem.
  • As instruções aconselham o contacto com um centro de informação antivenenos para obter orientação.

A gestão de uma sobredosagem é essencialmente sintomática e de suporte, uma vez que as informações de prescrição oficiais não especificam um antídoto conhecido para esta vacina. Não constam detalhados nas fontes regulamentares requisitos específicos de monitorização ou observação hospitalar para casos de sobredosagem.

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Usos terapêuticos de Cholera Vaccine

O que a Vacina contra a Cólera trata: principais utilizações e benefícios

A vacina contra a cólera é um agente imunizante utilizado para prevenir a cólera, uma doença diarreica aguda grave causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados pela bactéria Vibrio cholerae. Esta vacina é fundamental para proteger indivíduos que planeiam viajar ou residir em áreas onde a transmissão da doença é ativa ou onde o acesso a saneamento básico e água potável é limitado.

A principal indicação da vacina é a imunização ativa de adultos e crianças, preparando o sistema imunitário para reconhecer e combater a bactéria antes que esta cause uma infeção sistémica. Ao estimular a produção de anticorpos específicos no intestino, a vacina ajuda a prevenir a diarreia aquosa grave e a desidratação extrema, que são as complicações mais críticas associadas à doença.

Os benefícios da vacinação estendem-se além da proteção individual. Em contextos de surtos ou situações de emergência humanitária, a administração da vacina é uma ferramenta estratégica para reduzir a taxa de incidência e controlar a propagação da bactéria em comunidades vulneráveis. É importante notar que a vacina é um complemento, e não um substituto, das práticas de higiene rigorosas e do consumo de água segura.

A vacina é particularmente recomendada para trabalhadores de ajuda humanitária, profissionais de saúde em cenários de risco e viajantes que se deslocam para regiões com infraestruturas sanitárias precárias. A sua eficácia contribui significativamente para a redução da morbilidade associada à cólera, oferecendo uma camada de segurança essencial para quem se encontra em ambientes de alto risco epidemiológico.

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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar a Vacina contra a Cólera?

A elegibilidade para a vacina oral contra a cólera é estritamente definida pelas autoridades regulamentares, com regras que variam entre as formulações vivas atenuadas e as de células inteiras mortas.


Âmbito de Elegibilidade

Populações para as quais o uso é permitido: A vacina viva atenuada está autorizada para pessoas dos 2 aos 64 anos de idade. A vacina de células inteiras mortas está autorizada para pessoas a partir dos 2 anos de idade.

Populações para as quais o uso não é recomendado: O uso da forma viva atenuada geralmente não é recomendado durante a gravidez e deve ser adiado na presença de doença febril aguda ou doença gastrointestinal aguda.

Populações para as quais o uso é contraindicado: O uso é absolutamente contraindicado em indivíduos com antecedentes de reação alérgica grave (anafilaxia) a qualquer componente da vacina. A vacina viva atenuada é contraindicada em doentes imunocomprometidos ou que estejam a receber tratamentos imunossupressores.

Regras de elegibilidade relacionadas com a idade: A segurança e a eficácia não foram estabelecidas para a vacina viva atenuada em adultos com 65 ou mais anos de idade. Não é recomendada para crianças com menos de 2 anos de idade em qualquer uma das formulações.

Regras de elegibilidade para condições específicas: Indivíduos que tomem antibióticos orais podem ter uma resposta diminuída à forma viva atenuada. Não existem contraindicações regulamentares específicas para insuficiência renal ou hepática.

Estatuto de elegibilidade na gravidez e lactação: O uso durante a gravidez geralmente não é recomendado para a forma viva atenuada. A forma de células inteiras mortas pode ser administrada após uma avaliação cuidadosa do benefício/risco.

Restrições relacionadas com a elegibilidade: Indivíduos em contacto próximo com pessoas imunocomprometidas devem ter cautela com a vacina viva atenuada devido ao potencial de excreção do microrganismo vacinal.


Classificações de Elegibilidade (Nível Geral)

Classificação de gravidade da elegibilidade: Contraindicado, Não Recomendado e Uso Não Estabelecido.

Constrangimentos de contexto de elegibilidade: As restrições baseiam-se no estado imunitário, na suficiência de dados por grupo etário e no risco alérgico.


Estrutura de Elegibilidade Resultante

Declarações oficiais de elegibilidade:

  • A vacina viva atenuada é contraindicada em doentes imunocomprometidos.
  • A segurança e a eficácia não foram estabelecidas em adultos com 65 anos ou mais.
  • Não é recomendada para crianças com menos de 2 anos de idade.

Os documentos regulamentares estabelecem quem pode e quem não pode utilizar a vacina ao definir as limitações populacionais com base na idade, condições pré-existentes específicas e reações anteriores, utilizando termos como "contraindicado" e "não estabelecido" que definem fronteiras de utilização rigorosas.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de interação da vacina contra a cólera com base no risco de diminuição da resposta imunitária ou de inativação física da preparação oral.

Interações Farmacodinâmicas e Contraindicações

A vacina oral viva atenuada é contraindicada para indivíduos que recebam tratamento imunossupressor, incluindo doses elevadas de corticosteroides sistémicos ou quimioterapia, devido ao risco de uma resposta imunitária inadequada. A coadministração com agentes antibacterianos sistémicos ou com o agente antimalárico cloroquina deve ser evitada, uma vez que o efeito terapêutico (imunogenicidade) da estirpe viva da vacina pode ser reduzido. A administração é tipicamente restringida se o paciente tiver recebido antibióticos por via oral ou parentérica nos 14 dias anteriores à vacinação.

Restrições Temporais na Administração

A restrição mais comum é a obrigatoriedade de um intervalo temporal em relação à ingestão de alimentos e bebidas. As normas regulamentares exigem que a vacina seja separada da ingestão de comida ou bebida por um período de 60 minutos (uma hora), tanto antes como depois da toma, uma vez que estes podem inativar fisicamente o componente tampão da vacina. Outros medicamentos de via oral e a vacina oral contra a febre tifoide também requerem separação temporal; a vacina contra a febre tifoide deve ser administrada com pelo menos oito horas de intervalo em relação à vacina contra a cólera. A vacinação pode ser adiada se o destinatário apresentar uma doença gastrointestinal aguda, visto que esta condição pode comprometer a eficácia da vacina.

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Mecanismo de ação

Como a Vacina contra a Cólera funciona

A vacina contra a cólera introduz no organismo bactérias de Vibrio cholerae inteiras e inativadas e/ou a subunidade B da toxina colérica (CTB), que não possui toxicidade. Este processo inicia uma resposta imunitária na mucosa intestinal, o tecido alvo da infeção, o que induz a criação de memória imunitária e de populações de células efetoras.

O mecanismo de ação envolve a síntese de anticorpos intestinais específicos, principalmente IgA, direcionados contra componentes da bactéria, com destaque para o pilus coregulado pela toxina (TCP). A ligação dos anticorpos à superfície bacteriana e ao TCP resulta na inibição da aderência e da colonização das bactérias no epitélio intestinal.

Adicionalmente, os anticorpos antitoxina induzidos pela vacina ligam-se à CTB, mediando a prevenção da interação da toxina com o recetor de gangliosídeos GM1 nas células intestinais. O bloqueio da interação entre o recetor GM1 e a toxina impede a ativação da cascata da adenilato ciclase, que é responsável pelos efeitos subsequentes no transporte de iões e água.

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Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar a Vacina contra a Cólera

A administração da vacina contra a cólera é efetuada exclusivamente por via oral, distinguindo-se das vacinas injetáveis. A vacina é fornecida num formato que requer reconstituição; o componente ativo é misturado com uma solução tampão que protege a preparação contra a inativação pelo ácido gástrico. Esta via oral exige instruções específicas para assegurar a utilização correta, incluindo uma restrição temporal em que deve ser evitada a ingestão de todos os alimentos e bebidas durante os 60 minutos (uma hora) que antecedem e sucedem a ingestão.


Posologia e Esquema Vacinal

Os esquemas de administração variam significativamente com base na formulação da vacina e na idade do destinatário, com regimes baseados em diretrizes regulamentares:

  • Esquema de Dose Única: Um tipo (viva atenuada) é administrado como uma dose oral única (100 mL) para indivíduos dos 6 aos 64 anos de idade. Esta dose deve ser completada pelo menos 10 dias antes da exposição potencial.
  • Esquema de Multi-dose: Outro tipo (células inteiras mortas) requer um ciclo primário de duas doses orais para indivíduos com idade igual ou superior a 6 anos, com as doses separadas por, pelo menos, uma semana. Este ciclo completo deve ser concluído pelo menos uma semana antes da exposição.

Condições Específicas de Utilização

As regras de administração específicas por idade são explícitas: as crianças dos 2 aos 5 anos de idade que utilizem o esquema de multi-dose necessitam de um total de três doses orais. Os documentos regulamentares também abordam a omissão de doses no esquema de multi-dose, indicando que, se o intervalo entre as doses exceder as seis semanas, o ciclo de imunização primária deve ser reiniciado.

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Evidência clínica recente

Evidências sobre a Utilização em Cenários de Surto e Áreas Endémicas

Investigadores utilizaram ensaios clínicos controlados e aleatorizados por grupos (cRCTs) e estudos de campo observacionais de grande escala para examinar a vacina em populações residentes em áreas onde a cólera está frequentemente presente. Estes estudos monitorizaram a incidência de episódios de diarreia confirmados por Vibrio cholerae O1, que são resultados examinados pelos investigadores em relação a desequilíbrios sistémicos ou funcionais. Os resultados descrevem padrões observados ao longo de períodos intermédios. A investigação realizada até à data indica que os estudos reportaram medições relacionadas com a incidência da cólera, que é geralmente descrita como moderada para adultos e crianças mais velhas ao longo dos primeiros três anos de observação.


Evidências para a Profilaxia em Viajantes Internacionais

A base de investigação para indivíduos que viajam de áreas não endémicas consiste principalmente em ensaios aleatorizados, controlados por placebo e estudos de coorte prospetivos. Estes estudos monitorizaram a incidência da doença nos participantes durante e imediatamente após a viagem. Os estudos reportaram medições de incidência avaliadas ao longo de períodos de observação de curto prazo, tipicamente abrangendo três a seis meses. Além disso, estudos para tipos de vacina específicos exploraram se os resultados indicavam padrões de incidência reduzida de Diarreia do Viajante em alguns ensaios. A eficácia não foi estabelecida em pessoas que já residam em áreas endémicas ou que possuam imunidade pré-existente à doença.


Panorama da Investigação e Limitações dos Estudos

A investigação explorou a vacina em diferentes grupos etários, mostrando padrões relacionados com medições de incidência mais baixas em crianças com menos de 5 anos, em comparação com indivíduos mais velhos. Ensaios fundamentais documentaram o acompanhamento por períodos de observação de longo prazo (até cinco anos), mas o nível de certeza para medições sustentadas por cinco anos permanece baixo. A qualidade das evidências varia entre os estudos e, por vezes, os resultados foram mistos relativamente às medições exatas de incidência. Os dados para determinados grupos permanecem insuficientes e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Vacina contra a Cólera (FAQ)

P: Com que rapidez é suposto a vacina contra a cólera começar a atuar?

Os documentos oficiais descrevem que o efeito protetor é considerado estabelecido quando o produto é administrado durante o período especificado antes de uma potencial exposição. Esta antecedência mínima necessária é de, pelo menos, 10 dias para o produto de dose única ou de uma semana para o esquema primário de doses múltiplas.

P: Qual é a duração habitual da proteção conferida pela vacina?

A investigação examinou a durabilidade da proteção, com estudos a indicar medições de eficácia que variam entre aproximadamente seis meses e cinco anos. A duração varia dependendo do tipo específico de vacina e da população estudada.

P: A vacina contra a cólera é o mesmo que uma vacina contra a febre tifoide?

Não. A vacina contra a cólera e a vacina contra a febre tifoide são produtos distintos utilizados para prevenir duas doenças diferentes. Se ambas as vacinas forem necessárias, a informação oficial do produto para a vacina oral contra a cólera estipula que é necessário um intervalo específico entre as suas administrações.

P: Pode-se tomar a vacina contra a cólera enquanto se toma medicação para a prevenção da malária?

A informação oficial do produto menciona interações específicas com certos agentes antimaláricos. Por exemplo, recomenda-se que o agente antimalárico cloroquina seja separado da administração da vacina. A informação do produto sugere um período de, pelo menos, 10 dias entre a vacinação e o início deste medicamento.

P: É normal sentir um ligeiro mal-estar após a vacina contra a cólera?

Sim, é normal sentir alguns efeitos após a administração. A informação regulamentar classifica reações como dor de cabeça, fadiga e náuseas como "muito frequentes" ou "frequentes". Estes efeitos são tipicamente de intensidade ligeira a moderada e prevê-se que sejam transitórios (de curta duração).

P: A vacina contra a cólera pode causar problemas gástricos?

Sim. Os dados sobre reações adversas de fontes oficiais indicam que os efeitos secundários que afetam o sistema digestivo são comuns. A dor abdominal, as náuseas e a diarreia são listadas como "muito frequentes" ou "frequentes" após a administração.

P: A vacina contra a cólera é a única forma de prevenir a doença?

Não. As orientações oficiais de organismos como a Organização Mundial da Saúde (OMS) descrevem a vacina como uma ferramenta de prevenção. Recomenda-se que seja utilizada em conjunto com práticas seguras de higiene alimentar e de água, bem como com a melhoria do saneamento.

P: É necessário tomar a vacina contra a cólera mais do que uma vez?

O número de administrações necessário depende do tipo específico de vacina. Para uma formulação de doses múltiplas, pode ser recomendada uma dose de reforço para indivíduos com um risco contínuo de exposição à cólera, tipicamente administrada entre 6 meses a 2 anos após a conclusão do esquema primário.

P: A vacina contra a cólera está aprovada em todos os países?

Tipos de vacina específicos são licenciados por organismos reguladores individuais para utilização nas suas regiões. Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) pré-qualificou várias vacinas orais contra a cólera diferentes para uma utilização global mais ampla.

P: O que se sabe sobre tomar a vacina contra a cólera durante a amamentação?

Estão disponíveis dados limitados em seres humanos para todas as formulações, mas a amamentação não é considerada uma contraindicação. As orientações oficiais indicam que, para uma mulher a amamentar com risco de exposição à cólera, os especialistas concluem frequentemente que os potenciais benefícios da vacinação são considerados aceitáveis.

P: O álcool interfere com a vacina contra a cólera?

O rótulo oficial exige que se evitem todos os alimentos e bebidas durante os 60 minutos anteriores e posteriores à toma da vacina oral. Isto deve-se ao facto de estas substâncias poderem potencialmente reduzir a eficácia da vacina ao afetarem o seu componente tampão. O álcool é considerado uma bebida e está sujeito a esta restrição.

P: Existem diferentes marcas de vacina contra a cólera disponíveis?

Sim, existem diferentes marcas de vacina oral contra a cólera disponíveis globalmente. Estas incluem formulações vivas atenuadas e de células inteiras mortas, com marcas específicas licenciadas para utilização dependendo da região.

P: O que diz a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a utilização da vacina contra a cólera?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a vacina oral contra a cólera seja utilizada estrategicamente. Isto inclui a sua utilização em conjunto com outras estratégias de controlo em áreas onde a cólera é endémica ou durante situações de surto ativo.

P: Quanto tempo devo esperar para viajar após tomar a vacina contra a cólera?

A série de vacinação deve estar concluída antes de o viajante ser exposto à cólera. Esta conclusão é tipicamente exigida pelo menos 10 dias (para o produto de dose única) ou uma semana (para o produto de doses múltiplas) antes da data mais precoce de potencial exposição.

P: Existem efeitos secundários a longo prazo conhecidos da vacina contra a cólera?

Os documentos oficiais referem que os efeitos de segurança a longo prazo não estão totalmente estabelecidos através dos estudos existentes. A evidência de medições de proteção sustentada ao longo de vários anos é também descrita como tendo um baixo nível de certeza.

P: A vacina contém alergénios comuns como ovos ou glúten?

A lista completa de ingredientes inativos (excipientes) está incluída na documentação regulamentar oficial do produto específico utilizado. Esta lista completa deve ser revista para verificar a presença de quaisquer alergénios conhecidos.

P: A proteção é garantida após a toma da vacina?

Não. Os documentos oficiais descrevem a vacina como proporcionando imunização ativa para profilaxia, o que significa que reduz o risco de doença grave. No entanto, tal como a maioria das vacinas, não garante 100% de proteção contra a doença.

P: Qual é a definição de um efeito secundário "grave" nos documentos oficiais?

No reporte regulamentar, um evento adverso grave é definido por critérios padronizados. Isto inclui tipicamente qualquer evento que resulte em morte, coloque a vida em risco, exija hospitalização ou resulte em incapacidade persistente ou significativa.

P: A vacina contra a cólera pode ser tomada com analgésicos comuns?

Os documentos oficiais exigem que todos os outros medicamentos orais sejam separados da vacina pelo intervalo de tempo de administração de 60 minutos antes e depois. Normalmente, não é referida qualquer contraindicação específica contra analgésicos comuns na secção de interações.

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Como Cholera Vaccine deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar a Vacina contra a Cólera?

Os requisitos oficiais de conservação para a vacina contra a cólera não aberta (tanto nas formas orais vivas atenuadas como nas inativadas) exigem refrigeração. O produto deve ser conservado a uma temperatura entre 2°C e 8°C e é estritamente proibido o seu congelamento, uma vez que o congelamento destruirá a potência da vacina. Os componentes da vacina devem ser mantidos na embalagem original para os proteger de fatores ambientais.

Após a preparação, a vacina reconstituída deve ser utilizada dentro de um intervalo de tempo curto e específico (que varia entre 15 minutos e 4 horas, dependendo do produto) e, em seguida, eliminada. Todo o material vacinal não utilizado, expirado ou deteriorado, incluindo a embalagem, deve ser gerido como resíduos médicos e eliminado de acordo com todos os regulamentos locais e nacionais aplicáveis. A vacina deve ser guardada fora do alcance e da vista das crianças.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Cholera Vaccine encontrado em:

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