Chericof

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Chericof

Opção de tratamento: Cough

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Chericof

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Bromidrato de Dextrometorfano (DMX)
Forma farmacêutica Solução oral (Xarope)
Classe farmacológica Agente antitússico (Supressor da tosse)
Uso comum Alívio sintomático da tosse não produtiva
Origem Derivado sintético de opioide (não narcótico)

O Agente Antitússico Bromidrato de Dextrometorfano

O Chericof é uma preparação medicinal centrada no princípio ativo Bromidrato de Dextrometorfano, que está cientificamente classificado na classe farmacológica dos agentes antitússicos, ou supressores da tosse. A função de um agente antitússico é atuar diretamente no sistema nervoso central para reduzir a vontade de tossir. O composto Bromidrato de Dextrometorfano é clinicamente reconhecido pela sua eficácia na redução da gravidade e frequência da tosse, o que confirma que a função primária do medicamento é suprimir o reflexo da tosse.

Composição e Ação Central

A preparação é um produto de ingrediente único (monoterapia), contendo apenas a substância Bromidrato de Dextrometorfano dissolvida numa base de solução aquosa, tipicamente disponibilizada como um xarope aromatizado para administração oral. Embora o Dextrometorfano seja quimicamente um derivado sintético de opioide, estudos de toxicologia clínica confirmaram que este não possui propriedades narcóticas, sendo seguro em níveis antitússicos terapêuticos. Esta característica única significa que o seu efeito é focado seletivamente no mecanismo do reflexo da tosse, em vez de proporcionar alívio da dor sistémica ou sedação.

Objetivo Geral: Controlo da Tosse Não Produtiva

O objetivo geral deste medicamento é controlar o reflexo da tosse persistente e involuntário, frequentemente observado durante pequenas irritações respiratórias. O composto Bromidrato de Dextrometorfano consegue-o atuando diretamente no centro da tosse localizado no bolbo raquidiano do cérebro, sendo um agente de ação central que funciona através da elevação do limiar da tosse. O benefício deste mecanismo é a redução fiável da intensidade e frequência de uma tosse não produtiva, que é tipicamente seca e irritante, não servindo qualquer função fisiológica necessária na limpeza das vias respiratórias.

Quais efeitos secundários são possíveis com Chericof?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Tal como acontece com todos os medicamentos, a utilização de Chericof pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. É fundamental monitorizar a resposta do organismo e procurar assistência médica se surgirem sintomas graves ou persistentes.

Efeitos Secundários Comuns e Menos Graves

Alguns utilizadores podem experienciar reações ligeiras que geralmente desaparecem à medida que o corpo se ajusta ao medicamento. Estas podem incluir:

  • Sonolência ou tonturas ligeiras.
  • Perturbações gastrointestinais, como náuseas, vómitos ou obstipação.
  • Secura na boca, nariz ou garganta.

Efeitos Secundários Graves

Embora raros, podem ocorrer efeitos secundários graves que requerem atenção médica imediata:

  • Reações alérgicas graves, caracterizadas por erupções cutâneas, comichão, inchaço (especialmente da face, língua ou garganta), tonturas graves ou dificuldade em respirar.
  • Alterações no ritmo cardíaco, como batimentos acelerados ou irregulares.
  • Confusão mental, alucinações ou nervosismo extremo.
  • Dificuldade em urinar.

Informações de Segurança e Precauções

Antes de iniciar o tratamento, devem ser consideradas as seguintes precauções de segurança:

Interações e Contraindicações: O uso deste medicamento é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos seus componentes. Deve ser evitada a utilização concomitante com inibidores da monoamina oxidase (IMAO), ou num período de 14 dias após a interrupção de tais medicamentos, devido ao risco de interações graves.

Condições Médicas Preexistentes: Indivíduos com historial de problemas respiratórios crónicos (como asma ou enfisema), glaucoma, problemas de próstata, doenças cardíacas ou hipertensão arterial devem consultar um profissional de saúde antes da utilização.

Capacidade de Reação: Devido ao potencial de causar sonolência ou tonturas, recomenda-se precaução ao conduzir veículos ou operar máquinas durante o tratamento.

Uso em Populações Específicas: O uso durante a gravidez ou amamentação deve ser estritamente supervisionado por um médico. Não deve ser administrado a crianças sem orientação pediátrica específica, respeitando sempre as dosagens recomendadas para evitar o risco de sobredosagem.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem do princípio ativo, Bromidrato de Dextrometorfano, pode apresentar um perfil específico de manifestações clínicas documentadas. Os documentos regulamentares oficiais referem que a sobredosagem pode resultar em efeitos no Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo sonolência, ataxia (marcha instável), confusão, agitação e tonturas. Efeitos gastrointestinais, tais como náuseas e vómitos, são também comummente documentados.

Consequências graves e risco de vida

Em casos graves, a toxicidade pode evoluir para desfechos potencialmente fatais, incluindo depressão respiratória (respiração lenta ou superficial), convulsões generalizadas e coma. A sobre-exposição pode também levar a sinais sistémicos, tais como hiperpirexia (febre elevada) e taquicardia (ritmo cardíaco acelerado). Um risco sério e documentado, particularmente quando o Dextrometorfano é tomado juntamente com outros agentes que afetam a serotonina, é o desenvolvimento de síndrome serotoninérgica.

Protocolo de emergência obrigatório

As diretrizes regulamentares oficiais exigem que seja procurada assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem. Deve contactar imediatamente o seu número de emergência local ou um centro de informação antivenenos. A gestão clínica baseia-se na prestação de tratamento sintomático e de suporte. Os profissionais de saúde podem considerar procedimentos como a administração de carvão ativado e a utilização de Naloxona para gerir a depressão respiratória e do SNC grave, conforme referido nas orientações clínicas autoritativas. As crianças pequenas são uma população em risco específico de complicações respiratórias graves devido à sobre-exposição.

Usos terapêuticos de Chericof

Para que é utilizado o Chericof: principais usos e benefícios

O Chericof é um medicamento de combinação formulado principalmente para o alívio temporário de sintomas associados à constipação comum, gripe e outras afeções respiratórias. A sua função principal é gerir as manifestações clínicas que causam desconforto ao paciente durante episódios agudos de infeções das vias respiratórias superiores.

Alívio da Tosse Irritativa

Um dos componentes centrais deste medicamento atua como antitússico, sendo especificamente indicado para o tratamento da tosse seca e irritativa. Este tipo de tosse, que não produz muco ou expetoração, é frequentemente o resultado de uma irritação na garganta ou nos brônquios. O medicamento ajuda a suprimir o reflexo da tosse, permitindo ao paciente descansar e reduzindo a fadiga muscular associada a episódios de tosse persistente.

Gestão da Congestão Nasal e Alérgica

O Chericof é também utilizado para reduzir a congestão nasal. Através da sua ação nos vasos sanguíneos das passagens nasais, ajuda a diminuir o inchaço das mucosas, facilitando a respiração. Além disso, a inclusão de propriedades anti-histamínicas na sua formulação permite o controlo de sintomas alérgicos comuns, tais como o lacrimejo ocular, os espirros e a rinorreia (corrimento nasal), que frequentemente acompanham os quadros virais.

Benefícios Adicionais

O benefício terapêutico do Chericof reside na sua capacidade de abordar múltiplos sintomas simultaneamente com uma única dose. Ao aliviar a congestão e suprimir a tosse não produtiva, o medicamento contribui significativamente para a melhoria da qualidade de vida do paciente durante o período de convalescença, promovendo um melhor ciclo de sono e reduzindo o desconforto geral causado pela irritação das vias aéreas superiores.

Critérios de utilização e restrições

Quem não deve utilizar o Chericof (Contraindicações)

O Chericof (Bromidrato de Dextrometorfano) é estritamente contraindicado para certas populações, com base em riscos graves para a saúde definidos por agências reguladoras. Este medicamento não deve ser utilizado simultaneamente com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), nem deve ser tomado no prazo de 14 dias após a interrupção da terapia com IMAO. É também proibido para qualquer indivíduo com hipersensibilidade ou alergia conhecida ao Dextrometorfano ou a qualquer componente da formulação. Muitas diretrizes reguladoras internacionais determinam que o medicamento é contraindicado em crianças com menos de 12 anos de idade.


Populações que requerem precaução

A rotulagem oficial define várias condições que exigem precaução ou restrição. O uso não é recomendado para uma tosse que seja crónica (por exemplo, associada ao tabagismo ou asma) ou para tosses acompanhadas de expetoração excessiva. É necessária precaução em doentes com insuficiência hepática ou insuficiência renal grave, devido a potenciais alterações na eliminação (clearance) do fármaco. Para mulheres grávidas e a amamentar, o medicamento geralmente não é recomendado, a menos que um médico considere a sua utilização essencial, refletindo a falta de dados de segurança estabelecidos. O uso de venda livre não está, tipicamente, autorizado para crianças com menos de quatro anos de idade.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações do Chericof (Bromidrato de Dextrometorfano) é determinado por restrições regulamentares relacionadas com o seu metabolismo e a sua atividade no sistema nervoso central (SNC). A restrição mais significativa é a contraindicação com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), que incluem certos medicamentos utilizados para a doença de Parkinson ou depressão. A administração conjunta é proibida devido ao risco de uma Síndrome Serotoninérgica grave e potencialmente fatal, uma interação farmacodinâmica documentada. Deve ser observado um intervalo obrigatório de 14 dias: o Dextrometorfano não pode ser utilizado nos 14 dias seguintes à interrupção de um IMAO, e vice-versa.

A principal via metabólica do fármaco envolve a enzima Citocromo P450 2D6 (CYP2D6). A administração concomitante com inibidores fortes ou moderados da CYP2D6, tais como certos antidepressivos, cria uma interação farmacocinética que reduz a eliminação (clearance) do Dextrometorfano. Isto resulta num aumento, oficialmente documentado, das suas concentrações plasmáticas e da exposição sistémica.

Existem interações farmacodinâmicas adicionais com outros agentes serotoninérgicos e depressores do SNC. A combinação de Dextrometorfano com agentes como os ISRS ou ISRN aumenta o risco documentado de Síndrome Serotoninérgica. O uso conjunto com outros depressores do SNC, incluindo o álcool (etanol), aumenta o potencial para efeitos depressores aditivos do sistema nervoso central. Os indivíduos identificados como metabolizadores lentos da CYP2D6 estão assinalados na rotulagem por apresentarem um risco mais elevado de acumulação do fármaco e de consequências relacionadas com a exposição. O perfil oficial inclui também a restrição de evitar a toranja ou o seu sumo, uma vez que estes inibem o metabolismo do medicamento.

Mecanismo de ação

Supressão Central do Reflexo da Tosse

Este domínio envolve a ação do componente antitússico, o dextrometorfano, que interage com os recetores no centro da tosse do tronco cerebral (especificamente no núcleo do trato solitário). Esta interação inicia uma sequência de sinalização que modifica as etapas moleculares iniciais do arco do reflexo da tosse. O resultado é um ajuste fisiológico previsível que diminui a resposta de sinalização aferente no tronco cerebral, reduzindo a necessidade de tossir.


Vasoconstrição Periférica e Modulação

Este mecanismo é mediado pela fenilefrina, um agonista dos recetores adrenérgicos alfa-1. A sua atividade no sistema vascular (especificamente nos pequenos vasos da mucosa nasal) modula vias fundamentais associadas à permeabilidade capilar. Esta ligação conduz à constrição dos vasos sanguíneos, o que atenua a cascata iniciada pela atividade excessiva de mediadores e restabelece o tónus vascular normal nas passagens nasais. Isto resulta num ajuste fisiológico caracterizado pela redução da permeabilidade capilar e da filtração de plasma na mucosa nasal.


Modulação dos Recetores de Histamina

O terceiro domínio é impulsionado pelo anti-histamínico clorfeniramina, que atua como um antagonista nos recetores de histamina H1. Esta ligação bloqueia os efeitos da histamina — um mediador essencial envolvido em cascatas inflamatórias — em sistemas onde estes transmissores dominam. Esta supressão da sinalização da histamina modula os efeitos a jusante nos leitos capilares e nas glândulas exócrinas, afetando o padrão de resposta fisiológica desencadeado pela libertação de histamina.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Chericof é Utilizado: Orientações Oficiais de Administração

O Chericof (Solução Oral de Bromidrato de Dextrometorfano) é administrado de acordo com instruções específicas e padronizadas detalhadas em documentos regulamentares, tais como as monografias oficiais sobre antitússicos e outras agências governamentais. Estas diretrizes determinam a via correta, a dose, a frequência e a duração da utilização.

Dosagem e Frequência

O medicamento destina-se apenas a uso oral. O esquema de dosagem para adultos baseia-se na concentração específica tomada, com um limite rigoroso para a quantidade total administrada num período de 24 horas. As doses podem ser tomadas com ou sem alimentos.

Detalhe da Administração Diretriz Oficial
Dose Padrão para Adultos 10 mg a 20 mg de Dextrometorfano.
Frequência (10-20 mg) A cada 4 horas.
Dose Alternativa para Adultos 30 mg de Dextrometorfano.
Frequência (30 mg) A cada 6 a 8 horas.
Dose Diária Máxima 120 mg num período de 24 horas.

Procedimento de Administração e Duração do Tratamento

A administração correta requer precisão para evitar o uso excessivo acidental. A dose deve ser medida utilizando o dispositivo de medição calibrado fornecido com o produto, e não uma colher doméstica, conforme delineado nas informações oficiais de prescrição. O medicamento destina-se apenas a uso a curto prazo.

A utilização não deve, geralmente, exceder os 7 dias, a menos que haja outra indicação. As instruções de dosagem para adultos seniores (com mais de 65 anos) são tipicamente as mesmas que para adultos, embora seja aconselhada precaução em doentes com insuficiência hepática devido ao metabolismo do fármaco.

Evidência clínica recente

Resumo da Evidência

A investigação clínica sobre produtos de combinação que contêm Dextrometorfano (um antitússico), Clorofeniramina (um anti-histamínico) e Fenilefrina (um descongestionante nasal) tem analisado o seu papel na gestão da tosse não produtiva e de sintomas relacionados com a constipação comum e a rinite alérgica. Os estudos investigam se a coadministração destes agentes está associada a alterações na gravidade, frequência e duração dos sintomas.


Visão Geral dos Principais Ensaios Clínicos

Combinação de Dextrometorfano/Clorofeniramina

Um estudo de vigilância pós-comercialização investigou os efeitos de uma combinação de dose fixa de Dextrometorfano e Clorofeniramina em doentes com tosse não produtiva devido a rinite alérgica. O estudo focou-se na redução dos sintomas durante um período curto. Os resultados de eficácia incluíram uma redução reportada na pontuação média de gravidade da tosse (Cough Severity Score - CSS) de um valor basal de 6,157 para 1,034 ao 5.º dia de tratamento. Os participantes no ensaio reportaram mais comummente eventos adversos de intensidade ligeira.

Estudos de Monoterapia com Dextrometorfano

A investigação tem explorado os efeitos do Dextrometorfano isolado na tosse aguda. Embora alguns ensaios controlados tenham reportado reduções estatisticamente significativas na frequência da tosse e no nível de pressão sonora dentro dos grupos de tratamento, as diferenças observadas entre o grupo do Dextrometorfano e o grupo do placebo foram frequentemente pequenas ou sem relevância estatística em determinados resultados medidos. As conclusões para o uso de Dextrometorfano na população pediátrica permanecem inconclusivas, com evidência limitada de alta qualidade que suporte a sua eficácia para a tosse aguda.


Considerações de Segurança

Tanto a Clorofeniramina, um anti-histamínico de primeira geração, como o Dextrometorfano foram estudados quanto à sua segurança. Avisos específicos relacionam-se com o potencial de efeitos no sistema nervoso central (SNC), tais como sonolência e diminuição do estado de alerta mental, particularmente devido ao componente de Clorofeniramina. O risco destes efeitos no SNC pode aumentar quando a combinação é utilizada em conjunto com álcool ou outros agentes que afetam o sistema nervoso central.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Chericof (FAQ)


P: O Chericof é considerado um medicamento sujeito a receita médica ou de venda livre?

A: O Chericof é classificado pelas autoridades reguladoras como um medicamento de venda livre (Não Sujeito a Receita Médica). Isto significa que o medicamento pode ser adquirido sem necessidade de uma prescrição médica, com base na determinação oficial do seu perfil de segurança para utilização geral.


P: Com que rapidez se nota habitualmente o efeito do Chericof?

A: O início da ação do fármaco é tipicamente descrito como ocorrendo num período de 15 a 30 minutos após a toma da dose, de acordo com os dados farmacocinéticos regulamentares. Esta informação baseia-se no tempo de ação pretendido para o fármaco, tal como definido por fontes oficiais.


P: O Chericof é igual a outros medicamentos com nomes semelhantes?

A: A informação oficial do produto indica que o Chericof é um produto de ingrediente único, contendo apenas Bromidrato de Dextrometorfano. Outros medicamentos para a tosse ou constipações com nomes semelhantes podem conter ingredientes ativos diferentes ou uma combinação de substâncias.


P: Qual é a diferença entre o Chericof e um xarope para a tosse comum?

A: O Chericof é especificamente descrito em fontes oficiais como contendo o agente antitússico Dextrometorfano. Um agente antitússico é utilizado para suprimir a vontade de tossir, atuando através do sistema nervoso central.


P: O que devo saber sobre tomar Chericof com analgésicos comuns?

A: Os avisos regulamentares para interações focam-se principalmente em classes específicas de medicamentos, tais como os IMAO, agentes serotoninérgicos e depressores do SNC. A rotulagem oficial do produto não costuma listar avisos ou restrições específicas para a coadministração com analgésicos comuns de venda livre que não sejam serotoninérgicos.


P: Porque é que algumas pessoas dizem que o Chericof não funcionou para os seus sintomas?

A: Estudos que analisaram a monoterapia com Dextrometorfano reportam, por vezes, variabilidade na eficácia. A evidência de ensaios clínicos demonstrou ocasionalmente que as diferenças nos resultados medidos entre o grupo do fármaco e o grupo do placebo foram pequenas ou sem relevância estatística em certos parâmetros avaliados.


P: Existe uma hora específica do dia em que o Chericof deva ser tomado?

A: As diretrizes oficiais de administração focam-se nos intervalos de tempo necessários entre as doses, como por exemplo a cada 4 horas ou a cada 6 a 8 horas. Os documentos regulamentares não impõem uma hora específica do dia para iniciar o tratamento. O medicamento destina-se a ser tomado à medida que os sintomas ocorrem, seguindo a frequência recomendada.


P: O que acontece se uma dose de Chericof for esquecida?

A: A informação padrão para o doente, derivada da rotulagem regulamentar, descreve que uma dose esquecida pode ser tomada assim que for lembrada, a menos que esteja quase na hora da próxima administração agendada. Quando isto acontece, a dose esquecida é normalmente saltada para evitar o uso excessivo.


P: Quanto tempo dura, geralmente, o efeito do Chericof?

A: A duração do efeito pretendido do fármaco está alinhada com os intervalos de dosagem recomendados oficialmente. Estes intervalos são determinados pelos reguladores e estão definidos para cada 4 horas ou a cada 6 a 8 horas, dependendo da dosagem administrada.


P: É seguro tomar Chericof se eu tiver diabetes?

A: O rótulo oficial inclui uma lista completa de ingredientes inativos que especifica o tipo de edulcorante utilizado na solução oral (xarope). Avisos relacionados com os ingredientes inativos para populações específicas de doentes, como aqueles com diabetes, são tipicamente assinalados na rotulagem.


P: O Chericof interage com suplementos de ervanária comuns, como a Erva de S. João (Hipericão)?

A: Os documentos regulamentares advertem contra a coadministração com todos os agentes serotoninérgicos, devido ao risco documentado de aumento da atividade da serotonina. Esta categoria de medicamentos inclui alguns suplementos de ervanária, como a Erva de S. João.


P: As pessoas utilizam frequentemente o Chericof para sintomas noturnos?

A: Os rótulos regulamentares permitem uma frequência de dosagem flexível, com intervalos de até 8 horas, o que permite a utilização para sintomas noturnos. Além disso, as restrições de segurança oficiais referem o potencial de sonolência como um efeito secundário.


P: A toma de Chericof afeta os resultados de exames médicos comuns?

A: A rotulagem oficial inclui um aviso de que o Dextrometorfano pode causar interferência em certos procedimentos laboratoriais. Especificamente, pode causar resultados falsos positivos para certas substâncias em testes específicos de rastreio de drogas na urina.


P: Se eu estiver a tomar vitaminas, ainda é apropriado usar Chericof?

A: Os perfis oficiais de interação listam classes específicas de medicamentos, o álcool e a toranja como tendo interações farmacológicas documentadas com o Chericof. As vitaminas não estão tipicamente listadas entre estas substâncias restritas nos avisos regulamentares.


P: O Chericof pode ser utilizado para sintomas de gripe?

A: O fármaco está oficialmente indicado para o alívio sintomático da tosse não produtiva. Este tipo de tosse pode estar associado a várias irritações respiratórias menores, incluindo as que se verificam durante uma constipação comum ou doença do tipo gripal.


P: Qual é a cor habitual do medicamento Chericof?

A: As descrições oficiais do produto especificam as características físicas do medicamento na rotulagem. O Chericof (solução oral) é descrito como um líquido corado, e a cor precisa é referida na secção de descrição dos documentos regulamentares.


P: Os estudos reportam efeitos a longo prazo da utilização de Chericof?

A: A rotulagem oficial designa o Chericof apenas para utilização a curto prazo, recomendando geralmente que o seu uso não exceda os 7 dias. Os documentos regulamentares referem também o potencial de dependência farmacológica em casos de utilização prolongada ou que exceda os níveis terapêuticos.


P: O Chericof contém alergénios comuns como o glúten ou a lactose?

A: A lista de ingredientes inativos está definida oficialmente no rótulo do produto para garantir a segurança do doente relativamente a todos os componentes. A informação sobre alergénios comuns, como o glúten ou a lactose, é incluída na lista completa de ingredientes, conforme exigido pelas agências reguladoras.


P: Posso tomar Chericof se for alérgico a medicamentos semelhantes para a constipação?

A: Os documentos regulamentares estipulam que o medicamento é contraindicado apenas para indivíduos com hipersensibilidade ou alergia conhecida ao princípio ativo, Dextrometorfano, ou a qualquer outro componente da formulação do Chericof. A rotulagem oficial do produto não aborda tipicamente alergias a outros ingredientes que possam ser encontrados em produtos diferentes e semelhantes para a constipação.


P: Existem diferentes dosagens ou formulações de Chericof?

A: A informação oficial do produto confirma que o Chericof está disponível em diferentes dosagens (concentrações) do princípio ativo. Isto serve para acomodar as diferentes quantidades de dosagem autorizadas para adultos e adolescentes mais velhos. Estes detalhes estão listados nos documentos regulamentares que definem o fornecimento do fármaco.


P: Qual é a diferença entre as versões de adulto e pediátrica do Chericof?

A: As diretrizes regulamentares oficiais definem as diferenças principalmente através de restrições de idade e da dose máxima. O medicamento é geralmente contraindicado ou não autorizado para utilização em crianças com menos de 12 anos de idade. A dosagem está estritamente definida para uso em adultos, refletindo o perfil de segurança específico em diferentes grupos etários.

Como Chericof deve ser armazenado e descartado?

Como armazenar e proceder à eliminação do Chericof?

As orientações regulamentares oficiais especificam requisitos rigorosos para o armazenamento e a eliminação desta solução oral de Bromidrato de Dextrometorfano.

Requisitos de Armazenamento

O medicamento deve ser mantido a uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 20°C e os 25°C, e a refrigeração é proibida.

É obrigatório armazenar o xarope no seu recipiente original com a tampa bem fechada para o proteger do calor e da humidade excessivos. Para garantir a segurança, o produto deve ser colocado num local que esteja seguramente fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Ao descartar o produto não utilizado ou fora do prazo de validade, o método preferencial é a utilização de um programa de retoma de medicamentos ou um local de recolha autorizado. Se não estiver disponível uma opção de retoma, o xarope deve ser misturado com uma substância indesejável (como terra) e selado num recipiente antes de ser colocado no lixo doméstico. Não deite o medicamento na sanita nem o despeje num lavatório para evitar a libertação no meio ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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