Cerevas

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Cerevas

Propriedade Descrição
Substância Ativa Cilostazol (DCI)
Forma Comprimido Oral (50 mg, 100 mg)
Classe Farmacológica Inibidor Seletivo da PDE3 / Vasodilatador Periférico
Uso Comum Redução dos sintomas de claudicação intermitente
Origem Sintética

O Cerevas é o nome comercial de um medicamento que contém a substância ativa Cilostazol (DCI), um composto reconhecido clinicamente como um inibidor seletivo da fosfodiesterase do tipo 3 (PDE3). É um medicamento sujeito a receita médica e está classificado como um vasodilatador periférico, utilizado primordialmente para ajudar na gestão de condições que envolvem o compromisso da circulação sanguínea.

O fármaco é habitualmente disponibilizado em comprimidos orais de 50 mg ou 100 mg. A sua ação farmacológica específica proporciona tanto a vasodilatação (alargamento das artérias) como efeitos antiagregantes plaquetários moderados, o que o distingue dos vasodilatadores simples. Investigação clínica sobre o Cilostazol confirmou que o seu mecanismo auxilia na melhoria do fluxo sanguíneo. Em termos simples, isto significa que o medicamento ajuda a abrir os vasos sanguíneos para permitir que mais oxigénio e nutrientes cheguem aos músculos.


A Composição e Origem do Cerevas

A substância ativa principal, o Cilostazol, é um composto orgânico sintético, confirmando que o Cerevas é classificado como um medicamento totalmente sintético. Esta origem química garante um processo de fabrico controlado, resultando num produto estável e consistente. O produto final é preparado numa forma sólida oral (comprimidos) para absorção sistémica através do trato digestivo.


Para que Condição é Indicado o Cerevas?

O Cerevas destina-se especificamente a apoiar doentes que gerem sintomas de claudicação intermitente, um sintoma comum da doença arterial periférica (DAP). Esta condição provoca dor ou cãibras nas pernas durante a marcha devido à redução do fluxo sanguíneo para as extremidades.

O objetivo terapêutico do Cerevas é atenuar o desconforto e as limitações funcionais, permitindo que os doentes caminhem distâncias mais longas com menos dor. O seu papel é restaurar o suprimento necessário de sangue e oxigénio aos tecidos musculares afetados, um benefício que se encontra bem documentado nas diretrizes clínicas para a DAP. Estas evidências indicam que o medicamento desempenha um papel verificado na melhoria da função física diária dos doentes com esta condição.

Quais efeitos secundários são possíveis com Cerevas?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Cerevas (Cilostazol) está formalizado pelas autoridades regulamentares, que classificam as reações adversas documentadas principalmente de acordo com a sua frequência e o sistema de órgãos afetado. As reações adversas observadas com maior frequência, classificadas como Muito Frequentes (ge 1/10) na rotulagem oficial, são as cefaleias, a diarreia e as fezes anormais.

As reações classificadas como Frequentes (ge 1/100 a < 1/10) incluem tonturas, palpitações, taquicardia, náuseas, vómitos e edema periférico. As classes de sistemas e órgãos mais afetadas incluem o Sistema Nervoso, Doenças Gastrointestinais e Doenças Cardíacas.


Reações Adversas Graves e Restrições

Os documentos oficiais listam reações adversas menos frequentes, mas clinicamente significativas, incluindo a hemorragia (como hemorragia cerebral, gastrointestinal e retiniana) e distúrbios sanguíneos graves (por exemplo, agranulocitose, anemia aplástica), que foram relatados com uma frequência de Rara ou Frequência Desconhecida.

A utilização de Cerevas está sujeita a contraindicações regulamentares específicas. O seu uso é formalmente restringido em todos os doentes com insuficiência cardíaca congestiva (ICC) de qualquer gravidade, devido à sua classificação farmacológica como um inibidor da PDE3. Aplicam-se restrições adicionais a indivíduos com compromisso renal ou hepático grave, e àqueles com uma predisposição conhecida para hemorragia ativa ou que estejam a receber simultaneamente dois ou mais agentes antiagregantes plaquetários ou anticoagulantes. Certos efeitos comuns, como as cefaleias e a diarreia, são frequentemente descritos como sendo mais frequentes no início do tratamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda: Informações Regulamentares Oficiais para o Cerevas (Cilostazol)

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de sobredosagem do Cerevas (Cilostazol) ao descreverem as consequências clínicas antecipadas de um efeito farmacológico excessivo e a resposta de emergência necessária.

Manifestações e Ações Documentadas em caso de Sobredosagem

Os sinais e sintomas de uma sobredosagem aguda estão geralmente documentados como sendo efeitos exagerados, que incluem cefaleias intensas, hipotensão (tensão arterial baixa), taquicardia (ritmo cardíaco acelerado), diarreia, tonturas e arritmias cardíacas. Os resultados graves ou potencialmente fatais relatados incluem eventos hemorrágicos major, tais como hemorragia intracraniana e acidente vascular cerebral.

Ação Exigida pelas Orientações Regulamentares
Procurar assistência médica imediata
Contactar um centro de informação antivenenos
Ligar para os serviços de emergência

Gestão Clínica e Estado do Antídoto

Caso se suspeite de uma sobredosagem, deve procurar-se assistência médica imediata. A abordagem documentada para a gestão clínica é o tratamento sintomático e de suporte, exigindo que o doente permaneça sob observação cuidadosa. As informações regulamentares indicam que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por Cilostazol. Devido à sua elevada ligação às proteínas plasmáticas, é improvável que intervenções como a hemodiálise sejam eficazes na remoção do fármaco do organismo.

Usos terapêuticos de Cerevas

O Cerevas (Cilostazol) é um medicamento utilizado geralmente para proporcionar apoio sintomático na claudicação intermitente, um sintoma comum associado à Doença Arterial Periférica (DAP). A principal indicação terapêutica deste fármaco aplica-se em condições onde a sua utilização é sustentada por recomendações clínicas estabelecidas.

Este medicamento é frequentemente utilizado para ajudar na gestão dos sintomas que causam um esforço fisiológico notório durante a atividade, incluindo a dor e fadiga nas pernas, a sensação de peso muscular e as cãibras que ocorrem durante o esforço físico. O Cerevas oferece um benefício terapêutico de suporte ao ajudar a aliviar a carga sintomática global destas manifestações. Em contextos clínicos marcados por uma maior necessidade de tolerância à atividade, este papel de suporte pode auxiliar no aumento da distância que o doente consegue caminhar antes do surgimento dos sintomas, o que pode ajudar na gestão da mobilidade. Este apoio funcional auxilia os doentes a lidarem de forma mais estável com as flutuações dos sintomas, contribuindo para atenuar o impacto sintomático geral. É relevante em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto, ajudando a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais percetíveis.

Facto Rápido: Alívio do Esforço Funcional
O Cerevas é utilizado para gerir o desconforto induzido pelo exercício e a limitação funcional associada à atividade nas pernas, apoiando a gestão da capacidade de marcha.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Cerevas?

A elegibilidade para o Cerevas (Cilostazol) é rigorosamente determinada por documentos regulamentares, que estabelecem critérios claros sobre quem pode e quem não deve utilizar este medicamento.

Âmbito de Elegibilidade

O medicamento destina-se a adultos (com 18 ou mais anos de idade) com Claudicação Intermitente que não apresentem necrose tecidular ou dor em repouso. A utilização não está estabelecida para a população pediátrica (menores de 18 anos).

Estado da População Classificação Regulamentar (Exemplos de Condições)
Contraindicado (Não Deve Utilizar) Insuficiência cardíaca de qualquer gravidade, Compromisso renal grave (clearance da creatinina leq 25 ml/min), Compromisso hepático moderado ou grave, Gravidez, Hemorragia patológica ativa, ou utilização de dois ou mais agentes antiagregantes/anticoagulantes adicionais.
Restrito / Precaução Doentes idosos polimedicados e aqueles com doença coronária estável devem ser monitorizados de perto. A utilização não é recomendada para mulheres a amamentar.

A elegibilidade é estritamente proibida para doentes com historial recente (nos últimos seis meses) de enfarte do miocárdio ou intervenção coronária (ICP/CABG), ou historial de específicas taquiarritmias graves.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de interação do Cerevas (Vinpocetina) estabelecendo condicionantes relacionadas com o risco de hemorragia, a incompatibilidade química e as vias metabólicas. Estas informações destinam-se a permitir que doentes e profissionais de saúde compreendam as combinações de fármacos documentadas que exigem monitorização ou que devem ser evitadas.


Categorias de Interações Documentadas

Categoria Resumo das Limitações Práticas
Risco Farmacodinâmico Aumento do risco de equimoses (nódoas negras) ou hemorragia quando combinado com agentes que inibem a coagulação sanguínea.
Via Farmacocinética Potencial de alteração das concentrações plasmáticas de fármacos metabolizados pela enzima hepática CYP2C9.
Combinação Contraindicada Incompatibilidade química que exige que a forma injetável não seja misturada com heparina na mesma seringa.

Substâncias com Interações Específicas

No que respeita aos anticoagulantes e antiagregantes plaquetários, a sua utilização requer cautela e monitorização devido ao potencial de um efeito aditivo na coagulação do sangue. A documentação oficial assinala uma interação específica com a Varfarina, que pode ter o seu tempo de permanência no organismo alterado.

Relativamente à heparina injetável, é obrigatório evitar estritamente a mistura direta na formulação injetável devido a incompatibilidade química.

Notas Específicas para Populações

O uso de Cerevas está contraindicado durante a gravidez e o aleitamento. Além disso, recomenda-se precaução em indivíduos com predisposição para hemorragias.

Mecanismo de ação

O Cerevas (vinpocetina) é um alcaloide semissintético que atua em vários domínios distintos, envolvendo a sinalização mediada por enzimas, a modulação dos canais iónicos e o metabolismo celular.


Modulação da Sinalização de Nucleótidos Cíclicos

O Cerevas atua em domínios que envolvem a sinalização mediada por enzimas, inibindo seletivamente a fosfodiesterase de cGMP dependente do complexo cálcio-calmodulina (cGMP-PDE). Esta ação aumenta os níveis intracelulares de cGMP nas células musculares lisas dos vasos cerebrais, uma cascata mecanística que resulta na modulação da resistência vascular cerebral. O efeito fisiológico resultante é um aumento seletivo no fluxo sanguíneo cerebral e na utilização de oxigénio, o qual está associado a alterações na resposta cerebrovascular.


Regulação da Excitabilidade Neuronal

O fármaco aciona mecanismos que influenciam os canais de sódio neuronais dependentes da voltagem. Ao inibir estes canais, o Cerevas modifica etapas moleculares precoces que moldam os resultados fisiológicos sistémicos, limitando o influxo rápido de iões de sódio. Isto está associado à modulação de processos impulsionados por padrões de sinalização distintos e afeta as respostas neuronais ao influenciar a atividade de vias hiperativas.


Influência nos Processos Metabólicos e Antioxidantes

O Cerevas afeta sistemas onde predominam mediadores celulares fundamentais, deslocando o metabolismo da glicose para a via aeróbica, energeticamente mais favorável, e elevando o rácio ATP/AMP no cérebro. Possui também uma propriedade antioxidante, ativando mecanismos que regulam processos desregulados através da oxidação de radicais livres. Isto afeta o estado do fornecimento de energia celular e influencia o impacto do stresse oxidativo.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Cerevas: Diretrizes Oficiais de Administração

O Cerevas é um fármaco de administração oral que contém a substância ativa Cilostazol, sendo oficialmente administrado exclusivamente por via oral na forma de comprimidos de libertação imediata. O esquema posológico padrão para uso em adultos envolve a toma do medicamento duas vezes ao dia, administrado em intervalos de aproximadamente 12 horas, como por exemplo ao pequeno-almoço e ao jantar. Esta frequência é essencial para manter níveis sistémicos consistentes do composto.


Condições de Dose e Administração

As informações oficiais obrigam a condições específicas para uma administração adequada:

Requisito de Utilização Detalhe
Dose Diária Padrão 100 mg por dose, tomados duas vezes ao dia (total de 200 mg diários).
Ajuste de Dose É necessária uma dose reduzida de 50 mg duas vezes ao dia quando utilizado concomitantemente com certos medicamentos que inibem enzimas metabólicas específicas (inibidores do CYP3A4/CYP2C19).
Momento em Relação à Alimentação O comprimido deve ser tomado em jejum. Isto define-se como 30 minutos antes ou 2 horas depois das refeições da manhã e da noite, de modo a evitar a alteração da absorção.

Orientações de Procedimento e Duração

O início do tratamento com Cerevas inclui um período experimental inicial crítico. As orientações regulamentares especificam que o tratamento deve ser descontinuado se o benefício sintomático não for evidente após 3 meses (12 semanas) de utilização. Normalmente, não são necessários ajustes posológicos específicos para pacientes idosos (geriátricos). Além disso, o protocolo oficial estabelece restrições de utilização em doentes com funções orgânicas comprometidas, afirmando especificamente que o medicamento é contraindicado em casos de compromisso hepático moderado ou grave. Estas regras estabelecem o quadro padronizado para o início, manutenção e avaliação da continuidade do regime de Cerevas.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Cerevas (Cilostazol)

Evidência para o Uso na Claudicação Intermitente

A base de investigação inclui diversos Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) de curto prazo focados na indicação aprovada, que é o tratamento sintomático da claudicação intermitente, uma condição marcada por limitações funcionais. Nestes estudos, a situação dos doentes que receberam a medicação foi avaliada em comparação com a de doentes que receberam um comprimido inativo (placebo).

A investigação explorou principalmente resultados que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade. As medições centrais envolveram testes de marcha em passadeira padronizados, concebidos para monitorizar a distância percorrida antes do início da dor (Distância de Claudicação Inicial, ICD) e a distância total percorrida antes da interrupção devido à dor (Distância de Marcha Máxima, MWD/ACD). Os relatórios de investigação indicaram padrões de alterações medidas nas distâncias de caminhada entre os doentes que receberam a medicação do estudo, em comparação com os que receberam placebo, durante períodos de curto prazo (geralmente de 3 a 6 meses). A certeza da evidência relativa a resultados reportados pelos doentes que descrevem o desconforto percecionado foi avaliada como baixa.


Dados de Investigação a Longo Prazo e de Seguimento

A investigação disponível inclui múltiplos Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) de curto prazo, o que significa que a evidência relativa aos padrões observados na capacidade de marcha durante os períodos de estudo foi colhida, maioritariamente, num seguimento de curto a médio prazo.

A evidência para resultados clínicos major a longo prazo — tais como as taxas de eventos graves nos membros, eventos cardiovasculares ou mortalidade por todas as causas — é limitada. Alguns estudos observacionais de mais longo prazo exploraram estas taxas de eventos em coortes de doentes, e estes dados mostram padrões relacionados com a sua incidência. No entanto, a certeza permanece baixa porque as conclusões derivam de desenhos de estudo menos controlados. Os efeitos a longo prazo no processo da doença crónica não estão totalmente estabelecidos.


Incerteza e Lacunas na Investigação

O panorama da evidência destaca claramente áreas onde a certeza permanece baixa ou onde a investigação está em curso. A principal lacuna é a informação limitada sobre resultados a longo prazo e a durabilidade de quaisquer alterações funcionais. A certeza da evidência para os resultados de Qualidade de Vida permanece baixa. Esta investigação fornece contexto, mas não prevê como cada indivíduo irá responder ou o que os dados a longo prazo virão a demonstrar futuramente.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Cerevas (FAQ)


P: O que acontece se me esquecer de uma dose de Cerevas?

Os documentos regulamentares indicam que, se uma dose for esquecida, o medicamento pode ser tomado assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, a orientação oficial é ignorar a dose esquecida e retomar o horário regular. Não deve ser tomada uma dose a dobrar para compensar uma dose em falta.


P: O que devo fazer se tomar demasiado Cerevas (sobredosagem)?

As diretrizes oficiais aconselham o contacto imediato com um centro de informação antivenenos ou a procura de assistência médica de emergência se houver suspeita de sobredosagem. Os sintomas relatados numa sobredosagem são geralmente previstos como sendo efeitos exagerados da medicação, incluindo potencialmente cefaleias intensas, diarreia, batimentos cardíacos muito rápidos ou irregulares, ou tonturas graves.


P: Posso cortar, esmagar ou mastigar os comprimidos de Cerevas?

Os comprimidos destinam-se a administração oral e a recomendação geral é que sejam engolidos inteiros com água. Esmagar ou mastigar os comprimidos não é habitualmente recomendado, com base nas diretrizes oficiais de administração. Qualquer desvio da ingestão do comprimido inteiro deve apenas ser efetuado após consulta com um profissional de saúde.


P: É seguro tomar Cerevas juntamente com aspirina ou Plavix?

As informações oficiais do produto indicam que a utilização de Cerevas com outros agentes antiagregantes plaquetários, como a aspirina ou o clopidogrel (Plavix), requer cautela e monitorização devido ao risco potencial de um aumento de equimoses (nódoas negras) ou hemorragia. A rotulagem oficial contém uma contraindicação contra o uso de Cerevas em doentes que estejam a tomar simultaneamente dois ou mais outros medicamentos antiagregantes plaquetários ou anticoagulantes.


P: Como devo conservar os comprimidos de Cerevas?

O produto deve ser guardado na sua embalagem de origem, que deve ser mantida bem fechada, e conservado a uma temperatura ambiente controlada, ao abrigo da humidade. Tal como acontece com todos os medicamentos, é essencial manter o Cerevas fora do alcance e da vista das crianças.

Como Cerevas deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Cerevas

As diretrizes regulamentares oficiais detalham as condições obrigatórias necessárias para o armazenamento e a eliminação dos comprimidos de Cerevas (cilostazol).


Requisitos de Conservação

O Cerevas deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente a 25 °C, com flutuações permitidas entre os 15 °C e os 30 °C. Os comprimidos devem ser mantidos na embalagem de origem e o recipiente deve permanecer bem fechado para proteger o medicamento da humidade excessiva e do calor. É um requisito obrigatório manter o Cerevas fora do alcance e da vista das crianças.

Instruções de Eliminação

A eliminação de Cerevas não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser realizada através de um programa de retoma de medicamentos estabelecido ou seguindo os procedimentos reconhecidos de eliminação doméstica para medicamentos não elimináveis por via hídrica. O produto não deve ser deitado na sanita nem despejado num lavatório.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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