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Cephalexine

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Cephalexine

O que é a Cefalexina? (Visão Geral)

A cefalexina (DCI, ou Denominação Comum Internacional) é um antibiótico amplamente prescrito, disponível apenas mediante receita médica. É o nome genérico da substância ativa do medicamento.

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Cefalexina monoidratada
Classe Farmacológica Cefalosporina de Primeira Geração
Formas Farmacêuticas Cápsulas, Comprimidos, Suspensão Oral
Uso Típico Tratamento de infeções bacterianas comuns
Disponibilidade Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM)

A cefalexina pertence à classe das cefalosporinas de primeira geração, um grupo de antibióticos beta-lactâmicos. Trata-se de um composto semissintético que atua especificamente contra infeções bacterianas, sendo ineficaz contra doenças virais, como a constipação comum ou a gripe. É administrada por via oral, habitualmente sob a forma de cápsulas, comprimidos ou como uma suspensão líquida, o que a torna adequada para utilização em diferentes faixas etárias.

Este medicamento é reconhecido clinicamente pela sua forte cobertura contra a maioria das bactérias Gram-positivas, particularmente as responsáveis por infeções não complicadas da pele, do trato respiratório e do ouvido médio. Estudos farmacológicos destacam o seu perfil favorável de segurança e eficácia, razão pela qual continua a ser um medicamento essencial e amplamente utilizado.

Enquanto Denominação Comum Internacional (DCI), a cefalexina é o princípio ativo de várias marcas comercializadas globalmente. Uma característica distintiva é a sua elevada biodisponibilidade oral, o que significa que o organismo absorve o fármaco de forma eficiente quando tomado por via oral. A utilização adequada do medicamento, conforme as indicações de um profissional de saúde, é essencial para garantir o sucesso do tratamento e para evitar que as bactérias desenvolvam resistência.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Cephalexine?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança da cefalexina, uma cefalosporina de primeira geração, está estruturado de acordo com as classificações regulamentares oficiais, que detalham potenciais reações adversas por frequência e pelo sistema do organismo afetado. Estas classificações garantem uma compreensão neutra e descritiva dos riscos documentados do medicamento, evitando qualquer forma de aconselhamento ou instrução clínica.


Categorias de Reações Adversas e Frequência

As reações adversas são oficialmente agrupadas por Classe de Sistemas de Órgãos (SOC), incluindo efeitos nos sistemas gastrointestinal, imunitário, sanguíneo e linfático, e nos tecidos cutâneos e subcutâneos. De acordo com as normas regulamentares, a diarreia é tipicamente classificada como um efeito secundário frequente. Reações pouco frequentes podem envolver prurido genital, vaginite/monilíase, erupção cutânea ou urticária. Efeitos documentados como raros incluem tonturas, dores de cabeça, dor abdominal e certas doenças do sangue, como neutropenia ou eosinofilia.


Considerações Graves de Segurança

A rotulagem oficial destaca várias reações adversas graves. Estas incluem reações de hipersensibilidade imediata severas, como a anafilaxia, e condições cutâneas graves, como a Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e a Necrólise Epidérmica Tóxica (NET). O medicamento está também associado a um risco de colite pseudomembranosa, uma condição gastrointestinal grave que pode ocorrer durante ou após a interrupção do tratamento.


Restrições de Segurança e Populações Especiais

Estão definidas restrições de segurança específicas para determinados grupos de doentes. A cefalexina é contraindicada em indivíduos com antecedentes conhecidos de hipersensibilidade às cefalosporinas e naqueles com uma alergia à penicilina documentada, devido ao potencial de reatividade cruzada. É também especificada precaução no uso em doentes com insuficiência renal ou historial de doença gastrointestinal significativa, como colite, conforme observado nas informações oficiais de prescrição.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de sobredosagem da cefalexina com base em manifestações clínicas agudas e em ações de emergência obrigatórias, exigindo uma abordagem de cuidados de suporte.

Manifestações Documentadas e Riscos Graves

A sobredosagem está associada principalmente a sintomas que afetam os sistemas gastrointestinal e renal. As manifestações clínicas documentadas podem incluir náuseas graves, vómitos, dor ou desconforto epigástrico e diarreia. A exposição excessiva pode também manifestar-se através de hematúria (sangue na urina), sintoma que foi relatado em crianças após a ingestão de quantidades significativas do fármaco.

Um desfecho potencialmente grave associado à exposição excessiva a cefalosporinas é a neurotoxicidade, especificamente o risco de convulsões. Este risco é significativamente mais elevado em doentes com comprometimento da função renal preexistente, particularmente se a dosagem habitual não tiver sido reduzida de forma adequada. Nestes casos, é necessária uma observação clínica rigorosa e a realização imediata de exames laboratoriais.

Ações de Emergência e Gestão Clínica

Perante a suspeita de uma sobredosagem, deve ser procurada assistência médica imediata. É obrigatório contactar os serviços de emergência sem demora caso a pessoa afetada apresente colapso, dificuldade em respirar, uma convulsão ou incapacidade de despertar. Recomenda-se também o contacto com o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) para obter orientações.

A gestão da sobredosagem de cefalexina é estritamente sintomática e de suporte. A informação regulamentar confirma que não existe um antídoto específico estabelecido para reverter os efeitos do fármaco. Além disso, procedimentos como a hemodiálise, a diálise peritoneal ou a diurese forçada não estão estabelecidos como sendo benéficos para acelerar a eliminação do medicamento.

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Usos terapêuticos de Cephalexine

Factos Rápidos: Principais Utilizações

  • Pele e Tecidos Moles: Pode ser utilizada para abordar infeções que envolvam a pele e as estruturas subjacentes.
  • Trato Respiratório: Pode ser considerada para infeções do sistema respiratório, tais como certos casos de pneumonia.
  • Infeções do Ouvido (Otite Média): É uma opção disponível para a gestão de infeções do ouvido médio.
  • Ossos e Trato Geniturinário: Pode ser utilizada no tratamento de infeções ósseas e daquelas que afetam o trato urinário ou genital.

A cefalexina é um medicamento sujeito a receita médica utilizado na gestão de infeções bacterianas causadas por microrganismos suscetíveis. Este antibiótico pode ser útil na abordagem de diversas apresentações clínicas em vários sistemas do organismo.

Uma das principais aplicações terapêuticas envolve o tratamento de infeções da pele e da estrutura cutânea, que podem ser causadas por bactérias Gram-positivas comuns. É também uma opção de tratamento disponível para infeções do trato respiratório, incluindo certos casos de amigdalite ou faringite que exijam intervenção antibiótica, embora a penicilina continue a ser o tratamento de primeira linha habitual para infeções estreptocócicas específicas.

Além disso, o medicamento pode ser considerado para a gestão da otite média (infeção do ouvido médio) e de infeções que afetam o osso. O uso clínico estende-se ainda a infeções do trato geniturinário, como a prostatite aguda, quando causada por bactérias identificadas como suscetíveis. A decisão clínica de utilizar este tratamento depende da identificação da fonte bacteriana da condição.

Para obter uma lista abrangente das utilizações e indicações aprovadas, consulte a informação oficial de prescrição.

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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Cefalexina?

A elegibilidade populacional para a cefalexina é definida pela documentação regulamentar oficial e classificada através de contraindicações e requisitos de utilização condicional.

Âmbito de Elegibilidade

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Populações para as quais a utilização é permitida Estabelecida para adultos e doentes pediátricos com mais de 1 ano de idade nas indicações aprovadas.
Populações para as quais a utilização é contraindicada Doentes com hipersensibilidade (alergia) conhecida à cefalexina ou a qualquer antibiótico da classe das cefalosporinas.
Regras de elegibilidade por idade A utilização está estabelecida para crianças com mais de 1 ano de idade. A utilização em crianças com menos de 1 ano de idade é considerada menos estabelecida.
Regras de elegibilidade por condição específica A precaução é obrigatória para indivíduos com comprometimento renal acentuado (problemas renais graves) e para aqueles com antecedentes de doença gastrointestinal, particularmente colite.
Estatuto de elegibilidade na gravidez e aleitamento Categoria B de Gravidez: os dados disponíveis não estabeleceram riscos associados ao fármaco. Aleitamento: utilizar com precaução, dado que o fármaco é excretado no leite humano em concentrações baixas.

Estrutura de Elegibilidade Resultante

O perfil regulamentar contraindica estritamente o medicamento a qualquer doente com uma alergia documentada à classe das cefalosporinas. Para todos os outros grupos estabelecidos (adultos e crianças com mais de um ano), a utilização pode ser restrita e exigir precaução, particularmente na presença de condições preexistentes como o comprometimento da função renal ou um historial de doença gastrointestinal, conforme estipulado na rotulagem oficial.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial da cefalexina identifica interações específicas com determinados produtos medicinais e suplementos, centradas principalmente em alterações farmacocinéticas por via renal e em efeitos farmacodinâmicos sobre outros tratamentos. Toda a informação sobre interações deriva de fontes governamentais autorizadas.

Alterações na Exposição e Eliminação: A administração conjunta de probenecida está documentada como inibidora da eliminação renal da cefalexina, o que aumenta os níveis de cefalexina no sangue. Inversamente, a cefalexina pode afetar a eliminação da metformina, resultando num aumento das concentrações plasmáticas de metformina. Dados regulamentares indicam que a co-administração de uma dose única resultou num aumento médio de 34% na Cmax e de 24% na AUC da metformina.

Efeitos Farmacodinâmicos e na Eficácia: As cefalosporinas, incluindo este medicamento, podem estar associadas a um prolongamento do tempo de protrombina em doentes a receber terapia anticoagulante, como a varfarina. Adicionalmente, o uso concomitante com outros fármacos nefrotóxicos (por exemplo, certos diuréticos ou aminoglicosídeos) pode aumentar o risco documentado de danos renais. A cefalexina pode também diminuir a eficácia de contracetivos orais que contenham estrogénio.

Alimentos e Suplementos: Embora os alimentos possam atrasar a absorção da cefalexina, a quantidade total absorvida não é significativamente alterada. Contudo, os suplementos orais que contenham zinco podem interferir com a absorção; a informação regulamentar recomenda separar a sua administração em, pelo menos, três horas. Além disso, pode ocorrer uma reação falso-positiva para a presença de glicose na urina quando os testes são realizados através de métodos de redução de cobre.

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Mecanismo de ação

A cefalexina, um antibiótico beta-lactâmico, interfere na síntese da parede celular bacteriana, uma estrutura essencial para a manutenção da integridade celular. O seu mecanismo envolve o bloqueio específico de enzimas e processos fundamentais na via de síntese bacteriana, resultando na incapacidade da célula em resistir à pressão osmótica interna.

Inibição da Síntese da Parede Celular Bacteriana

Esta ação envolve a ligação e inativação, pela cefalexina, das proteínas de ligação à penicilina (PBPs), que são enzimas bacterianas (transpeptidases) essenciais para a etapa final de ligação cruzada das cadeias de peptidoglicano. Ao mimetizando a terminação D-Ala-D-Ala do precursor do peptidoglicano, a cefalexina bloqueia a reação de transpeptidação, impedindo a formação de uma parede celular com resistência à tração adequada.

Rutura da Integridade Estrutural e do Equilíbrio Osmótico

Este efeito na via metabólica resulta diretamente da inibição das ligações cruzadas de peptidoglicano, impedindo a formação de uma estrutura rígida e com elevada resistência à tração. A parede celular bacteriana comprometida torna-se incapaz de suportar a pressão osmótica interna, o que inicia o processo de lise celular (rutura).

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Informações sobre dosagem e administração

Orientações Oficiais de Administração e Posologia

A cefalexina é administrada estritamente por via oral (VO). Encontra-se disponível em cápsulas, comprimidos e pó para suspensão oral. As diretrizes sobre como tomar o medicamento são definidas por protocolos específicos de dosagem, frequência e duração, estabelecidos em documentos regulamentares.


Posologia Padrão Registada

População Dose Diária Total Habitual (Intervalo) Frequência Duração
Adultos (≥ 15 anos) 1 g a 4 g (1000 mg a 4000 mg) A cada 6 horas ou a cada 12 horas 7 a 14 dias
Pediátrica (≥ 1 ano) 25 a 50 mg/kg/dia Doses igualmente divididas 7 a 14 dias

A dose diária máxima recomendada para adultos no tratamento de infeções graves é de 4 gramas, dividida em duas a quatro tomas iguais. Para infeções por estreptococos beta-hemolíticos, a duração mínima recomendada para a terapia é de, pelo menos, 10 dias.

Condições de Administração e Ajustes

A cefalexina é estável em meio ácido e pode ser administrada independentemente das refeições; no entanto, a ingestão com alimentos pode ajudar a minimizar o desconforto gastrointestinal.

No caso da suspensão oral, o produto deve ser bem agitado antes de cada dose medida. Após a reconstituição, a suspensão líquida deve ser conservada em refrigeração e deve ser eliminada após 14 dias.

Ajuste da Dose em Casos de Insuficiência Renal: São necessários ajustes posológicos para pacientes adultos (≥ 15 anos) com insuficiência renal grave, definida por uma depuração da creatinina (CrCl) inferior a 30 mL/min. Para doentes com CrCl entre 30 e 59 mL/min, a dose diária total máxima não deve exceder 1 grama. Caso uma dose seja esquecida, deve ser tomada assim que houver recordação; se estiver quase na hora da dose seguinte, a dose esquecida deve ser saltada para manter o cronograma regular de tomas.

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Evidência clínica recente

Cefalexina: Evidência Clínica Recente

Esta secção resume a evidência clínica para a cefalexina revista pelas autoridades regulamentares, descrevendo os tipos de estudos realizados nas suas principais utilizações aprovadas. Esta visão geral foca-se nas populações estudadas, nos tipos de resultados medidos e nas limitações observadas na investigação.


Evidência na Utilização em Infeções da Pele e Tecidos Moles

A base de evidência inclui Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECAs) e revisões sistemáticas que exploram a utilização do fármaco em condições como celulite e impetigo, envolvendo habitualmente adultos e doentes pediátricos. Os investigadores mediram a Cura Clínica (resolução dos sinais físicos) e as taxas de Falha do Tratamento. Uma limitação estrutural fundamental observada na investigação é que o fármaco não é ativo contra certas bactérias comuns, como o Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), e os períodos de acompanhamento foram frequentemente limitados.


Evidência na Utilização em Infeções do Trato Urinário e Geniturinário

A base de evidência inclui estudos clínicos publicados e metanálises que exploram o papel do medicamento em infeções dos tratos urinário e genital, incluindo a sua utilização na profilaxia cirúrgica após procedimentos urológicos. Os estudos monitorizaram a taxa de Cura Bacteriológica e a ocorrência de complicações infeciosas. A qualidade da evidência varia entre os estudos e alguns registos regulamentares citam um volume limitado de ECAs contemporâneos de grande escala para todos os desfechos clínicos específicos nesta área.


Evidência na Utilização em Infeções do Trato Respiratório e Ouvido Médio

A cefalexina foi estudada para condições do trato respiratório superior (como faringite e amigdalite) e infeções do ouvido médio (otite média). A investigação explorou alterações de sintomas a curto prazo em doentes pediátricos e adultos, monitorizando marcadores clínicos de resolução e taxas de Falha do Tratamento. O âmbito da investigação é limitado pelo espetro estreito de atividade do fármaco, o que significa que a evidência se aplica apenas a infeções causadas por bactérias suscetíveis.


Evidência em Grupos Etários e Populações Especiais de Doentes

A investigação tem explorado resultados em doentes pediátricos e idosos para várias indicações. Para doentes com insuficiência renal, a investigação destacou a necessidade de monitorização, dado o percurso de eliminação do fármaco. Os dados para certos subgrupos, como aqueles com condições de comorbilidade subjacentes graves, permanecem frequentemente insuficientes.


Resultados a Longo Prazo e Duração do Acompanhamento

Os ensaios clínicos avaliam principalmente os resultados em intervalos de tempo definidos que correspondem à fase de tratamento agudo, seguidos de uma avaliação de Teste de Cura (TOC), geralmente 7 a 14 dias após o fim do tratamento. Isto significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e existe informação limitada sobre a durabilidade do efeito ou padrões de recorrência anos após a resolução da infeção inicial.


Lacunas na Investigação e Áreas de Incerteza

A qualidade da evidência varia entre os estudos devido a diferenças metodológicas e tamanhos de amostra modestos. A certeza permanece baixa em relação aos padrões de recorrência a longo prazo com base apenas nos ECAs publicados. Os resultados dos estudos refletem as condições específicas sob as quais foram realizados e a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Cefalexina (FAQ)

P: A cefalexina é considerada um antibiótico forte?

A cefalexina é um antibiótico de primeira geração das cefalosporinas, o que define o seu âmbito de ação específico contra as bactérias. Os perfis microbiológicos oficiais destacam a atividade do fármaco contra muitas bactérias Gram-positivas, como estirpes específicas de Staphylococci e Streptococci.

P: A cefalexina é o mesmo tipo de medicamento que a penicilina?

A cefalexina é classificada como um antibiótico da classe das cefalosporinas, que é uma classe diferente da penicilina. No entanto, fontes autorizadas afirmam que ambas pertencem à família alargada dos antibióticos beta-lactâmicos. A rotulagem oficial observa um risco de hipersensibilidade cruzada (alergia cruzada) entre as classes das cefalosporinas e das penicilinas.

P: É normal sentir mal-estar estomacal após tomar cefalexina?

Os efeitos adversos gastrointestinais são reações comuns descritas na rotulagem oficial, incluindo diarreia, náuseas, vómitos e dor abdominal. As orientações de administração sugerem que tomar o medicamento com alimentos pode ajudar a minimizar este tipo de desconforto.

P: A cefalexina causa sonolência ou fadiga?

As informações oficiais de prescrição listam as tonturas e as dores de cabeça como potenciais efeitos secundários raros. Algumas fontes de informação geral sobre medicamentos mencionam a fadiga ou o cansaço extremo como eventos adversos relatados.

P: Quanto tempo a cefalexina permanece no organismo após a última dose?

Dados farmacológicos indicam que a semivida plasmática da cefalexina é de aproximadamente uma hora em adultos com função renal normal. A maior parte do fármaco é excretada, ou eliminada do organismo, cerca de seis horas após a administração.

P: Com que rapidez se nota geralmente uma melhoria após iniciar a cefalexina?

As informações oficiais de aconselhamento ao doente indicam que é comum as pessoas começarem a sentir-se melhor cedo no decurso da terapia. As orientações regulamentares enfatizam que, geralmente, se recomenda completar todo o ciclo de tratamento.

P: Qual é a diferença geral entre a cefalexina e a amoxicilina?

A cefalexina é uma cefalosporina, enquanto a amoxicilina é uma penicilina; ambas fazem parte do grupo dos antibióticos beta-lactâmicos. A diferença na sua estrutura química leva a variações na sua cobertura específica contra vários tipos de bactérias e nos potenciais riscos de alergia.

P: A cefalexina interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno?

Não estão listadas interações medicamentosas major entre a cefalexina e analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno. Contudo, a rotulagem oficial alerta contra o uso de outros fármacos nefrotóxicos (substâncias que podem prejudicar os rins), o que é uma consideração para doentes com condições renais preexistentes.

P: A utilização de cefalexina afeta a flora intestinal natural do corpo?

Avisos oficiais referem que a cefalexina, como todos os antibióticos, pode alterar o ambiente bacteriano normal do cólon (flora intestinal). Esta alteração pode potencialmente permitir o crescimento excessivo de bactérias nocivas, o que pode levar a diarreia grave ou colite.

P: A cefalexina tem alguma interação registada com o álcool?

A rotulagem oficial não lista uma interação direta entre a cefalexina e o álcool. No entanto, existem orientações gerais que indicam que o álcool pode agravar efeitos secundários comuns, como náuseas ou tonturas. Refere-se ainda que o álcool pode potencialmente interferir com a capacidade do organismo de combater uma infeção.

P: Que tipo de infeções a cefalexina geralmente não se destina a tratar?

A cefalexina é ineficaz contra doenças causadas por vírus, como a gripe ou a constipação. Além disso, o fármaco é descrito em documentos oficiais como não sendo ativo contra certas bactérias comuns, como o Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), ou infeções causadas por organismos não suscetíveis.

P: A cefalexina tem restrições baseadas na idade ou no peso?

A utilização está estabelecida para adultos e crianças com mais de um ano de idade. Para crianças, a dose é determinada com base no peso corporal do doente (mg/kg/dia). As orientações oficiais referem que são necessários ajustes na dose para todos os doentes com comprometimento acentuado da função renal (rins).

P: Porque é que a resistência aos antibióticos é por vezes discutida em relação à cefalexina?

A informação regulamentar aconselha que a cefalexina apenas deve ser utilizada para tratar infeções bacterianas para ajudar a prevenir o desenvolvimento de bactérias resistentes aos fármacos. Não completar o ciclo de tratamento ou saltar doses pode aumentar o risco de as bactérias desenvolverem resistência.

P: As cólicas estomacais são um efeito secundário comum da cefalexina?

As informações oficiais de prescrição listam a dor abdominal como um efeito secundário raro. Os avisos regulamentares referem que as cólicas ou dores de estômago graves podem ser um sintoma de uma condição séria chamada Colite Pseudomembranosa, que pode ocorrer durante ou após o tratamento.

P: A hora do dia é importante ao tomar cefalexina?

O fármaco é administrado de acordo com um esquema posológico fixo (por exemplo, de 6 em 6 ou de 12 em 12 horas) para manter um nível consistente na corrente sanguínea. Embora possa ser tomado independentemente das refeições, as orientações oficiais enfatizam a toma das doses o mais próximo possível dos horários prescritos.

P: Que ingredientes, além do fármaco principal, se encontram tipicamente nas cápsulas de cefalexina?

O produto contém a substância ativa, que é a cefalexina monidratada. Os ingredientes inativos (excipientes) variam consoante a formulação, mas incluem frequentemente vários agentes de enchimento, estabilizadores (como o estearato de magnésio) e corantes.

P: Os estudos sugerem que a cefalexina é eficaz para infeções dentárias?

Embora as indicações oficiais não listem especificamente infeções dentárias, o fármaco é comummente utilizado e estudado para tratar infeções suscetíveis da boca e mandíbula. É também, por vezes, utilizado na profilaxia da endocardite (prevenção de infeção) relacionada com procedimentos dentários em indivíduos de risco.

P: O que deve um doente vigiar após iniciar a cefalexina?

O aconselhamento oficial ao doente enfatiza a monitorização de sinais de reações alérgicas, como erupções cutâneas, urticária ou inchaço. Os doentes devem também estar atentos a diarreia grave ou cólicas estomacais, que podem indicar um problema gastrointestinal sério. Informações oficiais referem que, se ocorrer uma reação grave, a utilização do fármaco é normalmente interrompida.

P: Qual é a diferença entre um efeito secundário e uma reação alérgica à cefalexina?

Um efeito secundário, como náuseas ou diarreia ligeira, é uma reação adversa conhecida ao fármaco. Uma reação alérgica, como anafilaxia ou erupção cutânea grave, é uma resposta de hipersensibilidade desencadeada pelo sistema imunitário do corpo. A rotulagem oficial adverte explicitamente sobre o risco destas reações graves de hipersensibilidade.

P: A cefalexina interage com suplementos como o ferro ou o cálcio?

Os dados oficiais de interações documentam especificamente que o suplemento mineral Zinco pode interferir com a absorção da cefalexina. Não existe nenhum aviso oficial ou precaução relativamente a potenciais interações com outros suplementos minerais, como o ferro ou o cálcio.

P: O que significa 'espetro alargado' ou 'espetro estreito' para a cefalexina?

A cefalexina é geralmente classificada como um antibiótico de espetro estreito. Os dados oficiais confirmam que a sua atividade é mais forte contra bactérias Gram-positivas (como Estafilococos e Estreptococos), mas destacam a sua cobertura limitada ou estreita contra muitas bactérias Gram-negativas.

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Como Cephalexine deve ser armazenado e descartado?

Os requisitos de conservação da cefalexina são definidos pela formulação do medicamento, seja em cápsulas, comprimidos ou suspensão oral.

Condições de Conservação

Formulação Temperatura Exigida Condições Adicionais
Cápsulas/Comprimidos/Pó 20°C a 25°C (Temp. Ambiente Controlada) Proteger da humidade.
Suspensão Reconstituída 2°C a 8°C (Refrigeração) Não congelar; manter bem fechado.

Todas as formulações devem ser guardadas fora da vista e do alcance das crianças. A suspensão oral reconstituída é estável durante 14 dias quando mantida em refrigeração, devendo ser eliminada após esse período. A cefalexina não utilizada ou fora do prazo de validade não deve ser eliminada juntamente com o lixo doméstico nem através de águas residuais, conforme exigido pelas instruções regulamentares. Os doentes devem consultar o seu farmacêutico sobre os procedimentos de eliminação adequados.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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