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Candid-V6

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Candid-V6

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Candid-V6

Que Tipo de Medicamento é o Candid-V6?

O Candid-V6 define-se pelo seu princípio ativo único, o Clotrimazol, que atua como um agente antifúngico de largo espetro. Esta substância é um composto sintético classificado na classe farmacológica dos antifúngicos azóis, pertencendo especificamente à família dos derivados imidazólicos. Esta classificação agrupa o Clotrimazol com outros agentes que partilham uma base química semelhante. O Candid-V6 é fabricado pela Glenmark Pharmaceuticals Ltd., um detalhe importante para a identificação do produto, e encontra-se frequentemente disponível mediante prescrição médica, dependendo do país ou jurisdição específica. Estudos farmacológicos fundamentam a capacidade dos derivados azólicos, incluindo o Clotrimazol, para interromper eficazmente o ciclo de crescimento fúngico.

Composição e Forma Localizada

O medicamento é fornecido exclusivamente sob a forma de Comprimido Vaginal, uma preparação farmacêutica especializada frequentemente denominada pessário. Esta forma farmacêutica específica é utilizada para administração intravaginal, o que facilita um tratamento direto e localizado da área afetada. O Candid-V6 é um produto monocomponente constituído pelo agente ativo Clotrimazol combinado com os excipientes farmacêuticos sólidos necessários para a integridade estrutural e libertação controlada do comprimido. Esta estratégia localizada é fundamental, pois garante que concentrações elevadas do composto antifúngico sejam disponibilizadas precisamente onde a presença fúngica se localiza, uma metodologia clinicamente reconhecida para otimizar o contacto terapêutico em infeções tópicas.

Objetivo Geral deste Agente Antifúngico

O objetivo geral deste agente antifúngico é eliminar organismos fúngicos suscetíveis, comprometendo a sua vitalidade estrutural. A função do Clotrimazol baseia-se na sua capacidade de inibir a biossíntese do ergosterol, um componente crítico da membrana celular fúngica. Ao impedir que o organismo construa e mantenha a sua camada protetora externa, o medicamento interrompe o crescimento e a multiplicação das células fúngicas. Referências médicas conceituadas indicam que esta classe dos imidazóis atua travando o crescimento dos fungos que causam a infeção. Esta ação sublinha o papel do medicamento na eliminação da causa original da infeção fúngica através da disrupção celular direcionada.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Candid-V6?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Candid-V6, um comprimido vaginal de clotrimazol, caracteriza-se essencialmente por reações localizadas no local de aplicação, o que reflete a absorção sistémica mínima do produto. A frequência da maioria das reações adversas é formalmente classificada como Frequência Desconhecida, uma vez que estes relatos se baseiam tipicamente na vigilância pós-comercialização e não em estudos clínicos controlados.

Agrupamentos Oficiais de Reações Adversas

As reações adversas estão formalmente agrupadas por Classe de Sistemas de Órgãos nos documentos regulamentares:

As doenças dos órgãos genitais e da mama incluem desconforto vulvovaginal, dor, sensação de ardor, irritação, prurido (comichão), eritema (vermelhidão) e edema (inchaço).

As doenças do sistema imunitário documentam reações alérgicas (hipersensibilidade), que incluem eventos raros e potencialmente graves, tais como síncope (desmaio), hipotensão (pressão arterial baixa) e dispneia (falta de ar).

As doenças gastrointestinais podem incluir dor abdominal ou náuseas.

Podem observar-se efeitos adversos localizados, como um ligeiro aumento do ardor ou irritação vaginal, aquando do início do tratamento.

Restrições Relativas à Segurança

A rotulagem oficial define restrições fundamentais e notas específicas para populações particulares:

O Candid-V6 é estritamente contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao clotrimazol ou a qualquer um dos excipientes do produto.

Relativamente aos contracetivos de látex, testes laboratoriais sugerem que os excipientes na formulação vaginal podem causar danos em preservativos ou diafragmas, reduzindo potencialmente a sua eficácia. Devem ser utilizadas formas alternativas de contraceção durante o tratamento.

A utilização durante a gravidez ou amamentação é aconselhada apenas se claramente indicada por um profissional de saúde, existindo a nota específica de que a utilização do aplicador deve ser evitada durante a gravidez.

A estrutura de segurança enfatiza os efeitos locais, ao mesmo tempo que detalha a divulgação de riscos sistémicos raros e restrições específicas relacionadas com produtos de látex.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial do Candid-V6 (Comprimido Vaginal de Clotrimazol) indica que a ocorrência de uma intoxicação aguda é improvável após a aplicação vaginal pretendida, devido à absorção sistémica mínima do medicamento. O cenário principal abordado na documentação é a ingestão oral inadvertida do comprimido, sendo esta a circunstância em que os sintomas clínicos de sobredosagem se podem manifestar. As potenciais manifestações documentadas neste contexto incluem tonturas, náuseas e vómitos.

Quando Procurar Assistência Médica Imediata

Devem procurar-se cuidados médicos de emergência imediatamente após a ingestão acidental do comprimido vaginal. As instruções oficiais determinam o contacto imediato com um médico ou com um serviço de urgência hospitalar. É também explicitamente necessária uma avaliação médica urgente se surgirem sinais graves de hipersensibilidade sistémica ou reações alérgicas, tais como inchaço da face, garganta ou língua, dificuldade respiratória (dispneia) ou colapso súbito (síncope).

Gestão e Cuidados de Suporte

A informação disponível confirma que não se conhece um antídoto específico para este produto. A gestão clínica foca-se em cuidados sintomáticos e de suporte. Intervenções procedimentais, como a lavagem gástrica, são raramente necessárias e apenas devem ser consideradas se estiverem presentes sintomas clínicos de sobredosagem graves. Caso esta intervenção seja realizada, deve ser garantida a proteção adequada das vias respiratórias, conforme definido na documentação oficial.

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Usos terapêuticos de Candid-V6

O que o Candid-V6 trata: principais utilizações e benefícios

O Candid-V6 é um tratamento de ação localizada, habitualmente utilizado para gerir as manifestações clínicas e proporcionar um alívio sintomático de suporte em infeções fúngicas da vagina, essencialmente a Candidíase Vulvovaginal (CVV), também conhecida como monilíase vaginal. O princípio ativo é indicado para o tratamento da vaginite candidiásica. A sua aplicação é relevante em contextos clínicos caracterizados por um desconforto acentuado da paciente associado ao sobrecrescimento fúngico, abordando tanto episódios agudos como episódios sintomáticos recorrentes.

O benefício terapêutico primário está associado à sua utilização em domínios onde é necessário um apoio sintomático adicional. Isto inclui condições que se apresentam com episódios agudos de prurido vulvovaginal intenso (comichão), uma sensação de ardor dolorosa e a presença de corrimento anormal, espesso e esbranquiçado.

O medicamento é comummente utilizado quando os sintomas se intensificam, auxiliando na gestão destas manifestações difíceis. Ao ajudar a tratar a causa fúngica, contribui para a melhoria do conforto e apoia o bem-estar geral.

Facto Rápido: Alívio Sintomático na CVV

O tratamento é relevante em contextos que envolvem uma elevada sobrecarga sistémica, ajudando a atenuar o peso total dos sintomas ligados à irritação fúngica dos tecidos, sendo frequentemente utilizado para auxiliar tanto em episódios agudos como recorrentes.

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Critérios de utilização e restrições

O Candid-V6 (comprimidos vaginais de Clotrimazol) destina-se principalmente a mulheres adultas e raparigas a partir dos 12 anos de idade para tratar a candidíase vulvovaginal não complicada, vulgarmente conhecida como infeção fúngica.

No entanto, recomenda-se a consulta de um profissional de saúde antes da utilização, ou mesmo evitar o uso, se estiverem presentes determinados sintomas ou condições. Por exemplo, não utilize este produto se tiver uma alergia ou hipersensibilidade conhecida ao clotrimazol ou a qualquer outro componente da formulação.

Deve consultar o seu médico antes de iniciar o tratamento se tiver tido mais de três infeções vaginais fúngicas nos últimos seis meses ou se apresentar sintomas acompanhantes como febre, calafrios, dor abdominal ou corrimento vaginal com odor fétido. A consulta prévia é igualmente necessária para quem esteja grávida ou a amamentar, possua um sistema imunitário debilitado (por exemplo, devido a VIH/SIDA ou diabetes) ou tenha idade inferior a 16 anos ou superior a 60 anos.

Quem Pode Utilizar Quem Deve Consultar um Médico / Evitar
Mulheres entre os 16 e os 60 anos Diagnóstico de uma primeira infeção
Infeção fúngica não complicada Pacientes grávidas ou a amamentar
Pacientes com diabetes ou VIH/SIDA
Histórico de infeções frequentes (mais de três em seis meses)
Alergia ao clotrimazol ou aos seus componentes
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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Embora a absorção sistémica do princípio ativo do Candid-V6 (clotrimazol) após a utilização vaginal seja geralmente baixa, podem ocorrer interações com determinados medicamentos de ação sistémica e produtos não medicinais.

Interações Medicamento-Medicamento

Medicamento Sistémico Interação Potencial
Tacrolimus (via oral) Aumento dos níveis plasmáticos de Tacrolimus, o que pode levar a toxicidade.
Sirolimus (via oral) Aumento dos níveis plasmáticos de Sirolimus, o que pode exigir um ajuste da dosagem.

O clotrimazol pode inibir a enzima (CYP3A4) que é a principal responsável pelo metabolismo destes fármacos imunossupressores orais. Esta inibição pode resultar em concentrações mais elevadas de Tacrolimus e Sirolimus na circulação sistémica, particularmente em pacientes que tenham sido submetidos a transplante de órgãos. Devido ao potencial de efeitos adversos graves, os indivíduos que tomam estes imunossupressores podem necessitar de uma monitorização frequente dos seus níveis sanguíneos.

Interações Produto-Produto

Relativamente aos contracetivos de látex, o comprimido vaginal e os seus componentes podem causar danos em dispositivos contracetivos de barreira feitos de látex, tais como preservativos e diafragmas. Esta interação física pode reduzir a eficácia destes dispositivos, aumentando o risco de gravidez ou de transmissão de infeções sexualmente transmissíveis. Devem ser utilizadas medidas contracetivas alternativas durante, pelo menos, cinco dias após o término do tratamento.

No que respeita a outros produtos vaginais, deve ser evitada a utilização de outros produtos intravaginais, incluindo tampões, duches vaginais e espermicidas, durante o curso do tratamento. A utilização simultânea destes itens pode interferir com a ação do medicamento.

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Mecanismo de ação

A ação do Candid-V6 é rigorosamente definida pelo seu mecanismo de direcionamento e interrupção dos processos biológicos fundamentais para a vitalidade das células fúngicas. Esta atividade é periférica e local, concentrando o seu efeito diretamente na interface celular.

Inibição Direcionada da Biossíntese de Esteróis Fúngicos

O mecanismo principal do fármaco envolve a inibição seletiva da lanosterol 14 alfa-desmetilase, uma enzima crítica do Citocromo P450 (CYP51) presente na célula fúngica. Ao bloquear esta enzima, o medicamento impede a síntese do ergosterol, o componente principal dos esteróis da membrana celular do fungo.

Desconstrução da Membrana e Inibição da Replicação Fúngica

Esta inibição direcionada desencadeia uma cascata onde o ergosterol essencial é esgotado e substituído por esteróis 14-alfa-metilados, que são anormais e tóxicos. Estes componentes defeituosos comprometem a estrutura da membrana, provocando uma perda profunda da permeabilidade seletiva, o que leva à libertação de conteúdos celulares vitais. Este dano biológico inibe os processos de replicação e crescimento do organismo fúngico, resultando em falha funcional ou lise celular de uma forma dependente da concentração.

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Informações sobre dosagem e administração

Âmbito da Administração

O Candid-V6 (comprimido vaginal de Clotrimazol) é administrado exclusivamente por via intravaginal. A sua utilização é estabelecida por períodos de tratamento curtos e definidos, detalhados na informação de prescrição. O esquema posológico envolve habitualmente a escolha entre um regime de dose única de dosagem elevada ou um ciclo de vários dias. O regime de dose única utiliza um comprimido vaginal de 500 mg. Alternativamente, os regimes de vários dias podem envolver a aplicação de um comprimido de 100 mg diariamente durante seis dias consecutivos, ou dois comprimidos de 100 mg diariamente durante três dias consecutivos.

A administração é programada para ocorrer uma vez por dia, preferencialmente ao deitar, um horário que visa otimizar a retenção e a dissolução do comprimido, que depende da humidade vaginal. Proceduralmente, o comprimido deve ser inserido o mais profundamente possível na vagina, um passo que é melhor executado na posição de deitada de costas com as pernas ligeiramente fletidas.

Restrições Oficiais de Uso

As instruções oficiais determinam certas restrições durante o tratamento: deve evitar-se a utilização simultânea de tampões, duches vaginais, espermicidas ou outros produtos vaginais, e a atividade sexual deve ser evitada. O ciclo de tratamento deve estar concluído antes do início da menstruação.

Aplicam-se regras de administração específicas para determinados grupos: as pessoas grávidas são instruídas a inserir o comprimido utilizando um dedo em vez do aplicador. Caso ocorra o esquecimento de uma dose durante um ciclo de vários dias, a informação disponível indica que esta deve ser inserida o mais brevemente possível, sendo a dose seguinte tomada ao horário habitual.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação e Panorama dos Estudos sobre o Candid-V6

Evidência para a Utilização na Candidíase Vulvovaginal (CVV) e Vaginite Candidisíaca

O panorama da evidência para o Candid-V6 foi estudado através da sua avaliação em pacientes com infeções fúngicas da vagina, frequentemente designadas como Candidíase Vulvovaginal (CVV) ou vaginite candidisíaca. A investigação envolve principalmente Ensaios Clínicos Randomizados (ECR) e Estudos Clínicos Comparativos. Estes desenhos de estudo foram utilizados em ensaios que avaliaram padrões de sintomas a curto prazo ou episódicos.

A investigação analisou dois resultados principais: resultados relacionados com sintomas locais, como prurido, ardor e corrimento, e a monitorização da tensão ou stresse fisiológico. As conclusões descrevem padrões observados nos estudos onde as alterações reportadas nos sintomas foram monitorizadas em relação à alteração medida na presença do fungo. O corpo de investigação que suporta esta indicação está consistentemente estruturado como evidência de nível elevado.

Estudos de Longa Duração e Seguimento

A investigação que explora a utilização deste tratamento está tipicamente limitada a períodos de observação de curta duração. Os tempos de seguimento focaram-se nas uma a duas semanas imediatamente após o término do ciclo de tratamento. Este intervalo de tempo foi utilizado na investigação para explorar a forma como os sintomas evoluem ao longo do tempo.

Consequentemente, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para este tratamento. Os períodos de seguimento foram limitados em muitos dos estudos centrais, o que significa que a evidência é restrita ao avaliar a durabilidade das conclusões ou a potencial relação com futuros episódios recorrentes de CVV. A estrutura da investigação não fornece dados completos relativos a resultados individuais a longo prazo.

Evidência em Populações Específicas de Estudo

A investigação clínica central para o Candid-V6 foi avaliada em grupos específicos de pacientes. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, que foram predominantemente mulheres adultas e adolescentes que apresentavam um diagnóstico clínico de CVV.

Lacunas na Investigação e Incertezas Remanescentes

Uma limitação fundamental é a escassez de dados sobre a prevenção de recorrências após o ciclo de tratamento de curta duração. Adicionalmente, a investigação que analisou este medicamento focou-se principalmente no fungo mais comum (Candida albicans). As conclusões em subgrupos são incertas quando aplicadas a espécies de Candida não-albicans, menos comuns, onde os resultados foram mistos nos estudos que exploraram estes tipos fúngicos.

No geral, embora a evidência descreva o padrão de resultados nos grupos estudados em intervalos de tempo curtos, a certeza permanece baixa quanto aos efeitos a longo prazo e resultados em populações específicas menos estudadas. Os estudos existentes fornecem contexto, mas não previsões individuais.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Candid-V6 (FAQ)


P: O Candid-V6 é o mesmo tipo de medicamento que outros tratamentos que já vi?

O Candid-V6 é definido pelo seu princípio ativo, que está classificado como um agente antifúngico do grupo dos azóis. Este grupo farmacológico inclui diversos agentes que partilham uma base química semelhante utilizada para tratar infeções fúngicas. A documentação oficial categoriza o componente ativo com base nesta classe química específica.


P: Quais são as sensações mais comuns ao utilizar o Candid-V6?

De acordo com a informação oficial do produto, os efeitos secundários comunicados com maior frequência são reações localizadas no local de aplicação. Estas podem incluir desconforto vulvovaginal, sensação de ardor, irritação, prurido ou dor. Menos frequentemente, podem ser reportados efeitos como dor abdominal ou náuseas.


P: O que devo fazer se os meus sintomas parecerem piorar após iniciar o Candid-V6?

As orientações oficiais indicam que se deve contactar um profissional de saúde se surgirem sinais de aumento da irritação local durante o tratamento, tais como vermelhidão, prurido ou o aparecimento de vesículas. É também referido que se deve procurar contacto médico se os sintomas não melhorarem após o período de tratamento esperado.


P: Quais são os sinais de que o Candid-V6 poderá não estar a funcionar em alguém?

A ausência de uma melhoria percetível dos sintomas após um prazo especificado, como quatro semanas após o início do tratamento, é mencionada nos documentos regulamentares como um motivo para informar um profissional de saúde. Este é um indicador geral para a eventual necessidade de uma avaliação mais aprofundada.


P: A utilização do Candid-V6 exige alterações na dieta ou no estilo de vida?

A rotulagem oficial indica que determinados produtos vaginais, incluindo tampões, duches vaginais e espermicidas, devem ser evitados durante o curso do tratamento. A documentação oficial aconselha também a evitar relações sexuais durante este período. A informação regulamentar não especifica alterações obrigatórias na dieta geral.


P: Quanto tempo demora normalmente o Candid-V6 a começar a atuar?

Estudos sobre o desempenho do fármaco demonstram que o comprimido de dose única atua como um depósito local. Isto permite que concentrações fungicidas (que eliminam o fungo) do princípio ativo persistam na vagina até três dias após uma única aplicação.


P: Qual é o tempo esperado de permanência do Candid-V6 no meu organismo?

A absorção sistémica (entrada na circulação sanguínea) do princípio ativo é baixa, situando-se tipicamente entre 3% a 10% da dose. A quantidade absorvida é rapidamente metabolizada pelo fígado e posteriormente excretada, sendo que os níveis máximos no sangue são atingidos um a dois dias após a aplicação.


P: O Candid-V6 está disponível sem receita médica em alguns países?

O princípio ativo na forma de comprimido vaginal está frequentemente disponível como um medicamento não sujeito a receita médica (MNSRM) em certas jurisdições. No entanto, a sua classificação pode variar dependendo do país e da dosagem do produto.


P: O Candid-V6 contém penicilina ou antibióticos?

Não. O princípio ativo do Candid-V6 está definido e classificado como um medicamento antifúngico e um derivado do imidazole. Não é classificado como uma penicilina nem como um agente antibiótico antibacteriano.


P: O Candid-V6 pode ser utilizado por quem já toma medicação para a tensão arterial?

Devido ao potencial de interação, o produto pode aumentar os níveis sanguíneos de medicamentos sistémicos orais específicos, como o fármaco para a tensão arterial amlodipina. A informação oficial indica que pode ser necessária a monitorização por um profissional de saúde quando estes medicamentos são utilizados em simultâneo.


P: Os homens podem utilizar o Candid-V6 para certas condições?

Os comprimidos vaginais Candid-V6 estão especificamente indicados para o tratamento da candidíase vulvovaginal, uma condição que afeta o sexo feminino. As populações centrais dos estudos clínicos avaliadas para este produto foram predominantemente mulheres adultas e adolescentes com este diagnóstico.


P: O Candid-V6 tem algum efeito conhecido na fertilidade?

A informação oficial indica que, geralmente, não se espera que a utilização do princípio ativo dificulte a capacidade de uma mulher engravidar. No entanto, a informação especificamente relativa a potenciais efeitos na fertilidade masculina é limitada na documentação disponível.


P: É possível haver resistência aos efeitos do Candid-V6?

A informação regulamentar sugere que a resistência ao princípio ativo é considerada rara. Foi reportado em estudos que algumas estirpes específicas de organismos Candida menos comuns apresentam resistência primária.


P: A utilização do Candid-V6 torna mais provável que a condição regresse mais tarde?

A investigação clínica que explora a prevenção a longo prazo da recorrência após um curso de tratamento é limitada. Um estudo sobre a utilização profilática mensal demonstrou um efeito protetor moderado, reduzindo a taxa de recorrência na população do estudo.


P: Quanto tempo após terminar o Candid-V6 se pode retomar a atividade normal?

As instruções oficiais referem que se deve considerar a utilização de medidas contracetivas alternativas durante, pelo menos, cinco dias após o fim do tratamento. Isto deve-se ao facto de os componentes do produto poderem danificar os métodos contracetivos de látex (preservativos ou diafragmas), reduzindo potencialmente a sua eficácia.


P: Existem diferentes dosagens ou versões do Candid-V6 disponíveis?

Sim, o comprimido vaginal está disponível em várias dosagens, incluindo 100 mg, 200 mg e 500 mg. Estas diferentes dosagens são utilizadas para vários regimes de tratamento de um ou vários dias, definidos nas diretrizes oficiais.


P: O Candid-V6 contém corantes artificiais ou alergénios comuns?

As listas de ingredientes detalham os vários excipientes (ingredientes inativos) na formulação, como a lactose. Reações de hipersensibilidade (alérgicas) ao princípio ativo ou a qualquer excipiente estão listadas nos avisos oficiais como uma contraindicação.


P: O medicamento é considerado seguro para pessoas com intolerância à lactose?

As listas regulamentares de ingredientes de algumas formulações do comprimido vaginal confirmam que a lactose está incluída como um ingrediente auxiliar ou inativo. A rotulagem oficial disponibiliza a lista completa de ingredientes para revisão por indivíduos com intolerâncias específicas.


P: Qual é o risco de desenvolver um efeito secundário grave com o Candid-V6?

Efeitos adversos graves, como a síncope (desmaio) ou a hipotensão (tensão arterial baixa), são geralmente categorizados como reações alérgicas sistémicas. Estes eventos são comunicados em casos raros, frequentemente com uma frequência classificada como 'desconhecida' com base na vigilância pós-comercialização.


P: O Candid-V6 foi aprovado em países europeus, além dos EUA?

O princípio ativo recebeu aprovação regulamentar nos Estados Unidos (FDA) e é referenciado em documentos oficiais de segurança de medicamentos de várias agências europeias. Isto indica que o produto tem aprovação e um estatuto reconhecido em diversas jurisdições internacionais.

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Como Candid-V6 deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Candid-V6 (Comprimidos Vaginais de Clotrimazol)

O Candid-V6 deve ser conservado e eliminado de acordo com as diretrizes regulamentares para garantir a estabilidade e a segurança do produto. As instruções seguintes baseiam-se na rotulagem oficial do medicamento.

Requisitos Oficiais de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar à temperatura ambiente, tipicamente definida como não superior a 30 °C. O produto não deve ser congelado.
Proteção Mantenha os comprimidos na embalagem original e bem fechada para os proteger da luz e da humidade.
Segurança Infantil O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Qualquer quantidade não utilizada ou fora do prazo de validade do Candid-V6, assim como o aplicador utilizado, deve ser manuseada em conformidade com os requisitos regulamentares locais.

Não deve deitar no esgoto o aplicador usado ou o medicamento não utilizado, evitando a descarga na sanita. Se não estiverem disponíveis programas locais de recolha, a eliminação deve seguir as orientações oficiais, tais como misturar o produto com uma substância indesejável (por exemplo, borras de café usadas) antes de o selar hermeticamente e descartar no lixo doméstico comum.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Candid-V6 encontrado em:

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