Cafeton

Links rápidos para seções importantes

Cafeton

Opção de tratamento: Headache, Migraine

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Cafeton

Propriedade Descrição
Substâncias Ativas Tartarato de ergotamina, Cafeína
Formas Farmacêuticas Comprimido Oral, Supositório Rectal
Classe Farmacológica Derivado dos Alcaloides do Ergot, Antienxaquecoso
Objetivo Geral Tratamento agudo de cefaleias vasculares graves
Origem Semissintética (Ergotamina), Sintética (Cafeína)

Identidade: Que tipo de medicamento é o Cafeton?

O Cafeton é um medicamento de associação de dose fixa, reconhecido clinicamente como um antienxaquecoso pertencente à classe farmacológica dos derivados dos alcaloides do ergot. A identidade deste fármaco baseia-se na presença sinérgica de duas substâncias ativas distintas: a ergotamina e a cafeína. A ergotamina é um composto semissintético, derivado de alcaloides do ergot de origem natural, que assegura a principal ação terapêutica de regulação vascular. Por sua vez, a cafeína é um alcaloide purínico que atua como adjuvante e estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC). Esta classificação confirma a sua ação específica no sistema vascular do organismo.

Composição e Formas Disponíveis

A formulação do Cafeton integra o tartarato de ergotamina, que atua como um potente vasoconstritor, e a cafeína. Esta coformulação estratégica aproveita a capacidade da cafeína para potenciar a absorção sistémica e o subsequente efeito clínico da ergotamina. A literatura científica descreve a ergotamina como um agente que modula de forma não seletiva recetores específicos de serotonina, ajudando a interromper os sinais de dor associados a alterações vasculares. O preparado encontra-se disponível em duas formas farmacêuticas principais — o comprimido oral e o supositório rectal — definindo as suas vias de administração para situações agudas.

Objetivo: Como é utilizado este agente de associação?

Este medicamento foi concebido para proporcionar uma intervenção aguda contra o processo fisiológico de dilatação excessiva dos vasos sanguíneos cranianos, que é um fator determinante nas cefaleias vasculares graves. A integração de um vasoconstritor potente com um potenciador de absorção visa restaurar rapidamente a tensão vascular adequada e atenuar a cascata de dor associada. Num cenário de utilização típico e neutro, o fármaco é indicado para o controlo de cefaleias vasculares agudas e graves quando os analgésicos comuns se revelam insuficientes, tendo como objetivo intervir rapidamente contra a disfunção vascular subjacente.

Quais efeitos secundários são possíveis com Cafeton?

Informações de Segurança e Possíveis Efeitos Secundários

O perfil de segurança desta associação de dose fixa é caracterizado pelas suas potentes propriedades vasoconstritoras, existindo efeitos adversos potenciais documentados em diversos sistemas fisiológicos. Estas informações derivam estritamente de documentos oficiais.

As reações adversas são classificadas por frequência, sendo comummente reportados sintomas como náuseas, vómitos e tonturas. Efeitos menos frequentes incluem parestesias (formigueiro), dormência, hipoestesia e vasoconstrição periférica.

Reações Adversas Graves

A documentação oficial regista reações adversas graves e clinicamente significativas relacionadas principalmente com o risco vascular. Estas incluem o Ergotismo agudo, uma síndrome de vasoconstrição arterial intensa que pode levar à isquemia e, em casos raros, à gangrena. Foram também documentados eventos potencialmente fatais, como o enfarte do miocárdio e a isquemia cerebral (Acidente Vascular Cerebral - AVC). Relatos raros de complicações fibróticas, incluindo o espessamento das válvulas cardíacas e o envolvimento de tecidos pleuropulmonares, estão associados à exposição contínua a longo prazo.

Restrições de Segurança em Populações Específicas

O produto é contraindicado para várias populações de alto risco. Isto inclui a gravidez e a lactação, devido ao risco de danos fetais e de efeitos adversos em lactentes, respetivamente. A utilização é também restringida em doentes com insuficiência hepática ou renal grave e naqueles com doenças vasculares preexistentes, tais como hipertensão não controlada ou doença coronária cardíaca.

A segurança é adicionalmente condicionada por interações medicamentosas: a coadministração com inibidores potentes da enzima CYP 3A4 é estritamente contraindicada, devido ao aumento significativo do risco de toxicidade aguda por derivados do ergot.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A documentação oficial do Cafeton detalha manifestações específicas e desfechos graves associados à sobredosagem que exigem cuidados médicos imediatos. Os sinais clínicos iniciais envolvem frequentemente efeitos gastrointestinais acentuados, incluindo náuseas graves, vómitos e dor abdominal. Estão também documentados sintomas neurológicos como tonturas, sonolência acentuada, parestesia (dormência ou formigueiro) e alterações da consciência, que podem progredir para convulsões.

O aspeto mais grave é o risco de vasoconstrição periférica extrema, uma condição conhecida como ergotismo, que pode levar a complicações potencialmente fatais. Os desfechos graves documentados incluem a isquemia das extremidades e de órgãos vitais, resultando possivelmente em gangrena, enfarte do miocárdio ou isquemia cerebral.

As diretrizes determinam que os indivíduos devem procurar assistência médica imediata ou ajuda de emergência prontamente em caso de suspeita de sobredosagem, devido ao potencial destes efeitos sistémicos graves. O tratamento é definido como sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico. É necessária monitorização hospitalar para observação contínua, particularmente para gerir e reverter o vasoespasmo periférico. O risco de toxicidade é superior em idosos e em doentes com patologia hepática ou renal coexistente, ou naqueles que estejam a receber inibidores potentes da enzima CYP3A4.

Usos terapêuticos de Cafeton

Indicações do Cafeton: Principais utilizações e benefícios

O objetivo terapêutico central deste medicamento é a gestão de cefaleias vasculares agudas. O Cafeton é aplicado na abordagem de episódios sintomáticos agudos, geralmente quando os sintomas se tornam mais percetíveis. É considerado relevante para condições que envolvam cefaleias vasculares, especificamente crises de enxaqueca e cefaleias em bando. O medicamento é utilizado para auxiliar nos sintomas relacionados com o aumento da atividade fisiológica e o desconforto físico. Isto proporciona um apoio que ajuda a atenuar a carga global da sintomatologia através da assistência na gestão dos sintomas.

Os domínios terapêuticos primários incluem a gestão de episódios agudos de enxaquecas graves, certas variantes de enxaqueca e a cefaleia histamínica. O medicamento é habitualmente utilizado em condições que apresentam episódios agudos onde a intensidade da dor cria um impacto funcional notório e quando a assistência sintomática anterior tenha sido insuficiente. Ajuda a tratar conjuntos de sintomas que interferem com o funcionamento diário, oferecendo um alívio sintomático que auxilia os doentes a lidar de forma mais estável com episódios difíceis e de elevada gravidade.

“A aplicação é relevante quando a gestão sintomática de apoio é adequada durante episódios súbitos de elevada intensidade.”

Facto Rápido: Apoia a gestão de Cefaleias Vasculares Graves

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Cafeton?

A elegibilidade para a utilização do Cafeton (ergotamina/cafeína) é rigorosamente definida pelas autoridades competentes e é altamente restritiva, focando-se em contraindicações absolutas baseadas na função cardiovascular, na saúde dos órgãos e na fase da vida do doente.

Estatuto de Elegibilidade e Exclusão

Categoria Regra / Estatuto Oficial
Populações Autorizadas Adultos que não apresentem nenhuma das contraindicações listadas.
Populações Contraindicadas Mulheres que estejam ou possam vir a engravidar (Categoria X) e mães em período de aleitamento.
Regras Relativas à Idade Doentes pediátricos (menos de 18 anos) e doentes geriátricos (mais de 65 anos) não são recomendados; a segurança e a eficácia não foram estabelecidas nestes grupos.

Condições que Definem a Não-Elegibilidade

A utilização é absolutamente contraindicada em doentes que apresentem as seguintes condições, conforme indicado na documentação oficial:

A nível vascular e cardíaco, a contraindicação aplica-se a casos de Doença Vascular Periférica, Doença Coronária Cardíaca ou Hipertensão Não Controlada. Relativamente à função dos órgãos, o uso é proibido em situações de Insuficiência Hepática Grave (Doença do Fígado) ou Insuficiência Renal Grave (Doença dos Rins). Adicionalmente, em termos de condições sistémicas, o medicamento não deve ser utilizado em caso de infeção sistémica grave, como Sepsis (septicémia).

O medicamento é também contraindicado para utilização concomitante com inibidores potentes da enzima CYP3A4, uma vez que esta combinação eleva o risco de vasoespasmo grave e isquemia, representando uma complicação potencialmente fatal.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil oficial de interações do Cafeton (ergotamina/cafeína) estrutura-se em torno de dois riscos principais: a interação farmacocinética grave e a vasoconstrição aditiva.

Associações Medicamentosas Contraindicadas

A coadministração com diversas classes de fármacos é estritamente proibida nos documentos oficiais devido ao risco de toxicidade aguda por ergot (ergotismo), resultante de concentrações plasmáticas elevadas de ergotamina.

Os inibidores potentes da enzima CYP3A4 representam um risco significativo. Esta categoria inclui antibióticos macrólidos (como a claritromicina, eritromicina e troleandomicina), inibidores da protease do VIH (como o ritonavir e nelfinavir) e antifúngicos azólicos (como o cetoconazol e itraconazol). Estes agentes reduzem a depuração e a eliminação da ergotamina do organismo.

A combinação com outros vasoconstritores é igualmente contraindicada devido ao risco de potenciar os efeitos vasculares. Isto inclui outros derivados do ergot e os agonistas dos recetores 5-HT1, conhecidos como triptanos.

Outras Interações Documentadas

Substância ou Classe Interagente Descrição Oficial da Interação
Triptanos Exige uma separação obrigatória de 24 horas entre as administrações para prevenir vasoespasmos aditivos.
Beta-bloqueadores A coadministração pode potenciar os efeitos vasoconstritores da ergotamina, conforme observado nos avisos oficiais.
Sumo de Toranja Pode aumentar a exposição à ergotamina quando ingerido por via oral, ao inibir a enzima CYP3A4.
Nicotina/Tabagismo Pode predispor os doentes a uma resposta isquémica mais acentuada à terapêutica com ergotamina.

Notas sobre Populações Específicas

O medicamento é formalmente contraindicado em doentes com insuficiência hepática ou renal grave. Esta restrição relacionada com as interações deve-se ao facto de a redução da função destes órgãos prejudicar a capacidade do organismo de eliminar os componentes ativos, aumentando consequentemente o risco de toxicidade.

Mecanismo de ação

O Cafeton atua como um inibidor direcionado ao eixo de sinalização RANKL-RANK, que é um regulador central na formação e atividade dos osteoclastos. O fármaco liga-se de forma seletiva e reversível ao recetor V1 localizado na superfície das células progenitoras dos osteoclastos e dos osteoclastos maduros. Esta interação impede a alteração conformacional necessária para a ativação total do recetor pelo seu ligando.

Ao bloquear esta ativação, o Cafeton interrompe a cascata osteoclastogénica, uma via de sinalização intracelular que requer a ativação do NF-kappaB e a subsequente regulação positiva de genes fundamentais para a diferenciação celular. Especificamente, esta inibição modula os processos seguintes de fusão celular e de sinalização de sobrevivência, o que previne a formação de novos osteoclastos totalmente funcionais. A consequência deste bloqueio molecular é uma supressão acentuada da reabsorção óssea mediada por osteoclastos. Esta ação celular diminui a taxa global de degradação da matriz óssea, reduzindo o potencial reabsortivo líquido no microambiente ósseo.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Cafeton

O Cafeton (tartarato de ergotamina e cafeína) é um agente antienxaquecoso indicado para utilização aguda e intermitente em episódios específicos de cefaleia vascular; não está aprovado para administração diária crónica. As diretrizes oficiais de administração definem rigorosamente a via, a dose inicial, o intervalo entre doses subsequentes e as limitações máximas.


Vias de Administração e Dosagem Padrão

O medicamento está disponível em duas formas farmacêuticas aprovadas, cada uma com regras de administração específicas baseadas na rotulagem regulamentar:

Forma Farmacêutica Dose Inicial Intervalo de Dosagem Subsequente
Comprimido Oral (1 mg Ergotamina) 2 comprimidos (total de 2 mg de Ergotamina) 1 comprimido adicional a cada 30 minutos
Supositório Rectal (2 mg Ergotamina) 1 supositório (total de 2 mg de Ergotamina) 1 supositório adicional após 1 hora

Procedimentos e Limites Máximos de Utilização

As instruções oficiais determinam que a administração deve ser iniciada aos primeiros sinais do episódio agudo. As tomas posteriores devem aderir estritamente aos intervalos estabelecidos para prevenir uma utilização excessiva. As diretrizes estabelecem limites máximos rígidos que não devem ser ultrapassados:

  • Dose Máxima por Crise: Limitada a 6 comprimidos ou 2 supositórios por episódio.
  • Dose Máxima Semanal: A utilização total não deve exceder 10 comprimidos ou 5 supositórios num período de 7 dias.

Esta estrutura garante que o fármaco seja reservado para intervenção episódica e aguda, dentro dos limites definidos pelas autoridades de saúde competentes.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Panorama dos Estudos sobre o Cafeton

Evidência na Utilização em Cefaleias Vasculares Agudas

A investigação explorou esta associação medicamentosa para utilização em adultos que apresentam condições caracterizadas por episódios agudos ou incapacitantes, tais como crises de enxaqueca grave e cefaleias vasculares relacionadas. Os estudos que analisaram o produto foram predominantemente Ensaios Clínicos Aleatorizados e Controlados, muitos dos quais realizados há várias décadas, juntamente com revisões sistemáticas que sintetizam as conclusões mais antigas. A investigação examinou resultados relacionados com o desconforto físico reportado pelos doentes, monitorizando a alteração na intensidade da cefaleia em intervalos de tempo curtos, habitualmente de duas horas. Os estudos também monitorizaram o tempo até ao regresso da cefaleia e acompanharam a incidência do reaparecimento de sintomas em intervalos de tempo definidos, como nas 24 horas seguintes.

Os estudos descrevem a forma como os sintomas evoluíram nas populações observadas, notando padrões relativos a alterações sintomáticas a curto prazo. A investigação destaca alterações medidas durante o período do estudo, com alguns ensaios a descreverem a proporção de doentes cujo nível de dor reportado atingiu um estado de ausência de dor ou de dor reduzida em pontos temporais definidos. Os estudos monitorizaram se a associação medicamentosa atingia um estado de ausência de dor com a mesma frequência ou rapidez que outros agentes incluídos em ensaios comparativos. As conclusões indicaram que os resultados foram mistos ou inconsistentes nestas comparações.

Limitações dos Estudos Antigos e Comparação com Placebo

A qualidade global da evidência varia entre os estudos, em grande parte devido à antiguidade de alguma da investigação fundamental. Muitos ensaios de referência são anteriores aos padrões atuais da indústria e aos critérios de investigação modernos, como os estabelecidos pela Sociedade Internacional de Cefaleias. Os estudos compararam a associação medicamentosa com um placebo durante cenários de investigação com atividade sintomática aumentada. A investigação descreve padrões observados nos estudos que foram frequentemente distintos dos observados com o placebo, de acordo com os resultados de curto prazo medidos. No entanto, observa-se que a base de evidência é heterogénea e as conclusões reportadas para as diferentes formas do medicamento não foram perfeitamente consistentes em todos os estudos mais antigos.

Evidência a Longo Prazo e Duração do Acompanhamento

A investigação que explora as alterações de sintomas a curto prazo é abundante, dado que a maioria dos ensaios mediu resultados imediatos durante um único episódio agudo. No entanto, as durações do acompanhamento foram limitadas na maioria dos estudos controlados. Existe informação limitada quanto aos resultados a longo prazo no que respeita aos padrões observados quando este produto é utilizado ao longo de muitos meses ou anos, incluindo a forma como os padrões sintomáticos evoluíram ao longo do tempo. A evidência derivada de contextos com cargas sintomáticas variáveis fornece contexto sobre a utilização episódica, mas os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos através de ensaios controlados dedicados, de vários anos, que avaliem a consistência dos resultados.

Investigação em Populações Especiais e Subgrupos

A investigação explorou a associação medicamentosa principalmente na população adulta, dos 18 aos 65 anos, que apresenta condições caracterizadas por episódios agudos ou incapacitantes. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes. Por exemplo, observa-se que existe uma falta de evidência estabelecida quanto à eficácia ou utilização adequada desta associação medicamentosa na população pediátrica. De igual modo, as dimensões das amostras foram modestas em estudos que envolveram adultos mais velhos, e não estão prontamente disponíveis no registo de evidência estudos controlados dedicados que explorem resultados em populações grávidas ou lactantes.

Resumo da Incerteza Científica e Lacunas de Evidência

A evidência destaca o que é conhecido e o que permanece incerto. A principal incerteza reside nas dimensões modestas das amostras e na antiguidade da metodologia que sustenta grande parte da investigação disponível. A evidência é limitada quanto à consistência das conclusões entre todas as formas de administração disponíveis e os achados em subgrupos são incertos para variantes específicas de cefaleias vasculares. Além disso, devido ao design de utilização aguda da maioria dos ensaios, a investigação fornece contexto sobre os padrões de resposta, mas os efeitos a longo prazo de uma utilização contínua ou frequente não estão totalmente estabelecidos por estudos controlados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Cafeton (FAQ)

P: O Cafeton pode causar problemas gástricos ou alterações no apetite?

R: A informação oficial descreve as náuseas e os vómitos como efeitos secundários comunicados frequentemente pelos doentes que utilizam este medicamento. Com menos frequência, a perda de apetite persistente foi listada como um efeito adverso grave de incidência desconhecida.

P: O Cafeton é prescrito a idosos? Existem considerações diferentes?

R: Embora a segurança e a eficácia não estejam totalmente estabelecidas em idosos, os avisos oficiais referem que pessoas com idade superior a 65 anos podem ter maior probabilidade de sofrer de diminuição da circulação nos braços e pernas. Este risco exige uma consideração cuidadosa relativamente à exposição a temperaturas frias.

P: Que tipos de alimentos ou bebidas devem ser evitados durante a utilização de Cafeton?

R: De acordo com os documentos oficiais, deve evitar-se a toranja e o sumo de toranja, pois podem aumentar os níveis do fármaco no organismo. Além disso, refere-se que a utilização de tabaco ou de produtos com nicotina está associada a um risco acrescido de efeitos secundários graves.

P: Os estudos de investigação sobre o Cafeton analisam frequentemente os efeitos secundários no coração?

R: Os documentos de rotulagem listam eventos vasculares graves e clinicamente significativos, tais como o enfarte do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC). A monografia oficial do produto descreve a necessidade de uma avaliação cardiovascular em doentes com fatores de risco conhecidos para doença arterial coronária.

P: Existem avisos descritivos sobre o Cafeton para pessoas que conduzem ou operam máquinas?

R: A informação oficial do produto refere que este medicamento pode causar tonturas como efeito secundário. Por este motivo, sugere-se precaução ao conduzir, ao operar máquinas ou ao realizar atividades que exijam alerta total, até que se conheçam os efeitos individuais do fármaco.

P: Quanto tempo após iniciar o Cafeton deve alguém esperar, geralmente, para notar um efeito?

R: Os dados clínicos indicam que o início da ação do componente cafeína ocorre tipicamente cerca de 45 minutos a 1 hora após a administração. Os efeitos vasculares diminuem geralmente após cerca de três a quatro horas.

P: Se eu parar de tomar Cafeton, o efeito desaparece imediatamente?

R: A interrupção abrupta do fármaco após uma utilização prolongada ou frequente tem sido associada ao desenvolvimento de sintomas de privação. Estes sintomas podem incluir o ressurgimento de cefaleias graves, frequentemente designadas como cefaleias de recuo.

P: Sente-se o efeito do Cafeton a funcionar imediatamente?

R: Com base nos dados clínicos, o início da ação do componente cafeína é de aproximadamente 45 minutos a uma hora. Isto indica que o efeito total pode não ser percebido imediatamente após a administração.

P: A dor de cabeça é um efeito secundário comum reportado pelos doentes que tomam Cafeton?

R: As cefaleias não estão listadas como um efeito secundário comum na rotulagem oficial do produto. No entanto, os documentos oficiais descrevem um risco de cefaleia por uso excessivo de medicação, que é um tipo de dor de cabeça causado pela utilização prolongada ou excessiva do fármaco.

P: O Cafeton pode causar uma sensação de sonolência ou fadiga?

R: A informação oficial do produto indica que a sonolência foi comunicada como um efeito secundário raro do medicamento. Adicionalmente, foi relatado cansaço ou fraqueza invulgar, embora a frequência destes efeitos não seja conhecida.

P: É verdade que o Cafeton pode interagir com suplementos comuns como a Erva de São João?

R: A Erva de São João é um suplemento conhecido por afetar o sistema enzimático CYP3A4, que ajuda o corpo a processar muitos fármacos, incluindo este. Qualquer efeito potencial da Erva de São João no metabolismo do fármaco é uma área de preocupação reconhecida no que respeita a interações medicamentosas.

P: Tomar Cafeton pode afetar o funcionamento das pílulas contracetivas?

R: De acordo com a informação oficial, a utilização deste fármaco está associada a um risco acrescido de AVC em mulheres que têm enxaquecas com aura e utilizam contracetivos orais combinados. Adicionalmente, estudos indicam que as pílulas contracetivas podem prolongar a semivida do componente cafeína do fármaco.

P: Existem interações conhecidas entre o Cafeton e o consumo de álcool?

R: A informação oficial indica que o álcool pode aumentar a sensação de tontura causada pelo medicamento. Refere-se ainda que o consumo de álcool também pode ser um fator que desencadeia ou agrava uma dor de cabeça.

P: O Cafeton tem alguma ligação com alterações no humor ou nos padrões de sono?

R: As fontes oficiais documentam relatos de agitação e dificuldade em dormir como efeitos secundários. Além disso, a ansiedade e o nervosismo também foram comunicados por alguns doentes.

P: Com que rapidez é o Cafeton eliminado do corpo?

R: Segundo os dados clínicos, a semivida de eliminação do componente cafeína é de aproximadamente três a sete horas. A farmacocinética do componente ergotamina é descrita como complexa.

P: O Cafeton é um fármaco que pode ser interrompido subitamente?

R: A interrupção abrupta do fármaco após utilização prolongada ou contínua tem sido associada a sintomas de privação. Isto pode incluir o desenvolvimento de uma cefaleia grave, por vezes designada como cefaleia de recuo.

P: Existem instruções específicas sobre o que fazer se me esquecer de uma dose de Cafeton?

R: As diretrizes contêm informações específicas sobre como lidar com uma dose esquecida do fármaco. Estas diretrizes abordam o momento necessário para tomar a dose esquecida ou quando esta deve ser saltada.

P: O Cafeton contém algum ingrediente que cause reações alérgicas?

R: Foram comunicadas reações alérgicas como inchaço localizado (edema) e comichão com este medicamento. Além disso, o produto pode conter ingredientes inativos, tais como certos corantes, que são conhecidos por causar reações alérgicas em alguns indivíduos sensíveis.

P: É possível tornar-se fisicamente dependente do Cafeton?

R: De acordo com os documentos oficiais, o fármaco pode raramente causar comportamento anormal de procura do fármaco e é considerado potencialmente causador de dependência. Adicionalmente, o uso excessivo pode levar à complicação conhecida como cefaleia por uso excessivo de medicação.

P: O Cafeton tem uma classificação específica em fontes oficiais?

R: Fontes regulamentares indicam que este medicamento não está classificado como uma substância controlada a nível federal nos sistemas de referência padrão.

Como Cafeton deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Cafeton?

A conservação e a eliminação do Cafeton devem cumprir rigorosamente as condições especificadas na rotulagem oficial para manter a qualidade e a segurança do produto.

Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar abaixo de 30°C.
Manuseamento Proteger do congelamento.
Acondicionamento Manter na embalagem original para proteger da humidade.

Instruções de Eliminação

Relativamente ao medicamento não utilizado, qualquer quantidade de Cafeton ou resíduos provenientes do mesmo devem ser eliminados em conformidade com os requisitos e regulamentos locais aplicáveis aos resíduos farmacêuticos.

Como regra geral, não se deve eliminar este medicamento no lixo doméstico ou através de águas residuais, como deitar no lavatório ou na sanita, exceto se houver instruções específicas nesse sentido por parte de um profissional de saúde ou de uma autoridade competente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Cafeton encontrado em:

ÍNDICE A-Z: