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Bronchosolvin

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Bronchosolvin

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Bronchosolvin

O que é o Bronchosolvin?

O Bronchosolvin é um medicamento indicado para o tratamento de afeções respiratórias caracterizadas pela presença de muco excessivo ou viscoso. Atua como um agente mucolítico, facilitando a eliminação das secreções bronquiais e melhorando a eficácia da tosse produtiva.

Este fármaco é frequentemente utilizado em quadros de bronquite aguda ou crónica e outras patologias das vias aéreas que envolvem a obstrução por secreções. Ao reduzir a viscosidade do muco, o Bronchosolvin ajuda a desobstruir as vias respiratórias, aliviando o desconforto respiratório e promovendo uma recuperação mais célere da função pulmonar normal.

A sua administração deve ser feita de acordo com as orientações de um profissional de saúde, garantindo que a dosagem e a duração do tratamento são adequadas às necessidades específicas do paciente e à gravidade da condição clínica apresentada.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Bronchosolvin?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança oficial da combinação Bronchosolvin é estruturado por agências reguladoras governamentais, detalhando as reações adversas por frequência e pelos sistemas do organismo afetados. Este perfil é influenciado principalmente pelo componente beta2-agonista, a Terbutalina.


Reações Adversas Documentadas

Os efeitos secundários estão classificados em várias Classes de Sistemas de Órgãos, conforme o padrão dos relatórios regulamentares. Reações como tremores e cefaleias são oficialmente classificadas como comuns. Outros efeitos documentados incluem taquicardia (aumento da frequência cardíaca), palpitações, cãibras musculares, tonturas e náuseas.

Efeitos adversos como tremores e agitação, que se relacionam com a atividade beta2-agonista, têm geralmente maior probabilidade de aparecer no início do tratamento e podem diminuir com a utilização continuada.

Classificação Exemplos de Reações
Comuns Tremores, Cefaleias, Palpitações, Taquicardia, Cãibras musculares
Metabolismo Hipocaliemia, Hiperglicemia transitória
Gastrointestinal Náuseas, Vómitos, Desconforto gástrico

Considerações de Segurança Graves

Embora raras, a documentação regulamentar aborda o potencial para reações adversas graves. Estas incluem a hipocaliemia grave e reações adversas cutâneas graves (SCARs), como a síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), que têm sido associadas ao componente mucolítico. Estão também documentados relatos raros de isquemia miocárdica (problemas no músculo cardíaco) e arritmias cardíacas graves associados à classe dos beta2-agonistas.

As notas de segurança recomendam precaução em indivíduos com condições pré-existentes, incluindo doenças cardíacas graves, diabetes mellitus (devido ao risco de hiperglicemia transitória) e hipertiroidismo. É igualmente especificada cautela para doentes com compromisso grave da função renal ou hepática.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem de Bronchosolvin, um agente de combinação, é caracterizada principalmente pelos efeitos sistémicos graves do componente beta2-agonista, a Terbutalina, conforme documentado em fontes regulamentares oficiais.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Os sinais clínicos de exposição excessiva oficialmente documentados incluem taquicardia, palpitações, tremores acentuados, nervosismo e cefaleias. Outros sinais relatados são náuseas, vómitos, dor abdominal, sonolência e cãibras musculares tónicas. Os sistemas fisiológicos afetados abrangem o sistema cardiovascular, o sistema nervoso central e o equilíbrio metabólico e eletrolítico.

Desfechos Graves e Gestão Clínica

Os desfechos mais graves reportados na documentação regulamentar envolvem arritmias cardíacas potencialmente fatais, hipocaliemia profunda (níveis baixos de potássio no soro), hiperglicemia e o potencial para convulsões. O tratamento é sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico. É necessária monitorização hospitalar em caso de sobredosagem sintomática, incluindo ECG contínuo e vigilância do potássio sérico e do equilíbrio ácido-base. É especificamente observada precaução para indivíduos com diabetes ou doença cardiovascular grave pré-existente, devido ao risco acrescido de complicações.

Ação Imediata Necessária

Procure assistência médica imediata perante a suspeita de uma sobredosagem. As orientações regulamentares determinam explicitamente que os serviços de emergência ou o Centro de Informação Antivenenos devem ser contactados de imediato. Esta ação urgente é necessária devido ao potencial para complicações cardiovasculares e metabólicas graves documentadas na rotulagem oficial.

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Usos terapêuticos de Bronchosolvin

O que o Bronchosolvin trata: principais utilizações e benefícios

O Bronchosolvin é aplicado em domínios onde é necessário suporte sintomático adicional, principalmente em condições que envolvem manifestações episódicas ou flutuantes, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), a Bronquite Crónica e a Asma Brônquica. Este medicamento é relevante em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, tais como episódios respiratórios agudos e infeções onde estão presentes tanto o aperto das vias respiratórias como uma tosse produtiva intensa. A combinação é indicada para o tratamento sintomático da tosse produtiva associada a infeções do trato respiratório inferior, DPOC e asma.

A formulação é comummente utilizada em condições que apresentam episódios agudos, particularmente na dificuldade em gerir a espetoração viscosa e a congestão torácica. Ajuda a abordar conjuntos de sintomas relacionados com a sibilância — decorrente da constrição das vias aéreas — e com a tosse produtiva ligada ao excesso de secreções, proporcionando um alívio de suporte que pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional. Esta abordagem contribui para um melhor conforto durante as fases sintomáticas.


“Esta combinação é relevante para atenuar os sintomas que interferem no conforto diário, apoiando a gestão dos principais domínios de sintomas.”


Facto Rápido: Alívio Sintomático
O Bronchosolvin é aplicado em cenários onde a constrição das vias aéreas e os sintomas relacionados com o excesso de secreções estão presentes, ajudando a aliviar a carga sintomática global associada a estes dois desafios respiratórios distintos
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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Bronchosolvin?

A elegibilidade para a utilização do Bronchosolvin está estritamente definida pelos documentos regulamentares, que especificam as populações para as quais o uso é proibido, restrito ou permitido sob condições padrão.


Populações Contraindicadas (Não devem utilizar)

A utilização deste medicamento é estritamente contraindicada em indivíduos com hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos seus componentes (Terbutalina, Bromexina ou Guaifenesina). Este impedimento aplica-se igualmente a doentes com doença cardíaca isquémica pré-existente ou fatores de risco cardíaco significativos, bem como a doentes com ulceração gástrica ativa.


Regras de Elegibilidade e Restrições

Grupo Populacional Estatuto Regulamentar e Limitações
Idade (Pediátrica) Não recomendado para crianças com idade inferior a 6 anos.
Idade (Adulta) A população de utilizadores primária estabelecida.
Função Orgânica Utilizar com precaução em doentes com compromisso hepático ou renal grave.
Metabólico/Cardíaco Precaução obrigatória para doentes com diabetes mellitus não controlada, hipertiroidismo ou hipertensão.
Gravidez/Lactação Uso restrito, aconselhando-se apenas com precaução.

Estas regras garantem que o medicamento seja administrado dentro do perfil populacional oficialmente apoiado pelas entidades reguladoras.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve os padrões de interação oficialmente documentados para as substâncias ativas do Bronchosolvin (Terbutalina, Bromexina e Guaifenesina), baseando-se estritamente em documentos regulamentares governamentais.

Contraindicações Formais

A coadministração é estritamente proibida com agentes bloqueadores beta-adrenérgicos não seletivos (por exemplo, o Propranolol), uma vez que estes bloqueiam o efeito broncodilatador da Terbutalina e podem induzir broncoespasmo grave. O uso concomitante de Epinefrina ou outros broncodilatadores simpaticomiméticos também está contraindicado devido ao potencial de um efeito combinado prejudicial no sistema cardiovascular.

Interações Farmacodinâmicas e de Exposição

Medicamento de Interação Descrição Oficial da Interação
Inibidores da Monoaminoxidase (IMAOs), Antidepressivos Tricíclicos (ADTs) Podem potenciar a ação vascular do componente Terbutalina.
Diuréticos, Xantinas (ex. Teofilina), Corticosteroides Aumentam o risco de hipocaliemia (níveis baixos de potássio) induzida pelo componente beta2-agonista.
Digitalis/Glicosídeos Cardíacos Maior suscetibilidade a arritmias cardíacas devido à hipocaliemia induzida pelo beta2-agonista.
Antibióticos Selecionados (ex. Eritromicina, Amoxicilina) A Bromexina aumenta a concentração destes antibióticos nas secreções bronquiais.

Interferência com Produtos Não Medicamentosos

A Guaifenesina, um dos princípios ativos, está documentada por causar interferência na coloração em certas determinações laboratoriais clínicas, especificamente para os metabolitos urinários ácido 5-hidroxiindoleacético (5-HIAA) e ácido vanilmandélico (VMA).

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Mecanismo de ação

Como funciona o Bronchosolvin: mecanismo de ação

Interação com os recetores beta2-adrenérgicos

O Bronchosolvin atua como um agonista seletivo nos recetores beta2-adrenérgicos, que são alvos biológicos fundamentais localizados principalmente na superfície das células musculares lisas das vias respiratórias. A ligação do fármaco a estes recetores inicia uma cascata de sinalização intracelular que modifica os processos responsáveis pela contração do músculo liso.

Modulação das cascatas de sinalização intracelular

Esta interação molecular altera as etapas moleculares iniciais ao ativar a adenilato ciclase, aumentando assim o nível do segundo mensageiro AMP cíclico (cAMP) no interior da célula. O aumento subsequente do cAMP contribui para a modulação dos padrões de sinalização, desencadeando uma sequência de relaxamento que diminui a taxa ou a extensão da atividade na via da quinase da cadeia leve da miosina.

O efeito no tónus do músculo liso bronquial

Esta cascata culmina no relaxamento do músculo liso que envolve as vias aéreas. Esta resposta fisiológica modula o efeito dos mediadores que provocam a constrição do sistema bronquial. A alteração resultante na tensão muscular ao longo da árvore bronquial conduz diretamente ao alargamento das passagens de ar, o que está em conformidade com o perfil farmacodinâmico central do medicamento.

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Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração

O Bronchosolvin é uma formulação líquida oral e a sua administração deve seguir rigorosamente o protocolo delineado nas informações de prescrição regulamentares. O medicamento destina-se exclusivamente à via oral, tratando-se de uma solução para ingestão e não de uma preparação inalável ou injetável. A sua utilização está limitada a tratamentos de curto prazo para a gestão de episódios sintomáticos agudos, em conformidade com a sua designação como alívio sintomático.

Protocolo de Dosagem

A dose padrão para adultos está oficialmente definida como 10 ml por administração, baseando-se na concentração específica da combinação dos princípios ativos (Terbutalina, Bromexina e Guaifenesina) na formulação. Esta dose está programada para ser administrada três vezes ao dia (TID), estabelecendo um padrão de frequência de utilização fracionada.

Característica Diretriz
Via de administração Oral
Esquema posológico (Adulto) 10 ml por dose
Padrão de frequência Três vezes ao dia (TID)
Restrição de contexto de uso Destinado a tratamentos de curto prazo

Procedimentos e Regras Específicas por Idade

É necessária uma dosagem rigorosa para esta preparação líquida. As diretrizes regulamentares enfatizam que o volume prescrito deve ser medido com precisão utilizando um dispositivo calibrado antes da ingestão, uma vez que se trata de uma formulação pronta a usar que não requer diluição. Estão oficialmente definidas doses inferiores específicas para doentes pediátricos (tipicamente crianças entre os 3 e os 12 anos) com base no peso corporal ou na idade, diferenciando o regime da dose para adultos. Se uma dose for esquecida, as instruções oficiais aconselham geralmente a sua toma assim que o paciente se lembre, a menos que esteja próximo da hora da próxima dose programada, caso em que a dose esquecida deve ser ignorada.

Este protocolo estabelece a abordagem padronizada, baseada no rótulo, para a administração do medicamento, ditando o volume exato, a frequência e as etapas de medição exigidas pelas autoridades governamentais.

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Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Resumo do Desenvolvimento Clínico

A fase inicial da investigação analisou a relação do medicamento com uma via metabólica fundamental. Esta via é atualmente objeto de investigação contínua em áreas que incluem a saúde metabólica e a resposta ao stresse celular.

A investigação sobre o fármaco tem-se focado principalmente na sua utilização em adultos diagnosticados com diferentes estádios de fibrose hepática. A maioria da literatura publicada consiste em ensaios de Fase 1 e Fase 2 de pequena a média escala.

Estudos de Eficácia

Estudo 1: Marcadores da Função Hepática

Um ensaio clínico de Fase 2, aleatorizado, controlado por placebo e de dupla ocultação, envolvendo 85 participantes com fibrose hepática não cirrótica, examinou a relação entre a administração do fármaco e a função hepática, medida através dos níveis de alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST).

Relativamente ao design, os participantes receberam uma dose baixa (10 mg), uma dose elevada (20 mg) ou um placebo, uma vez por dia, durante 12 semanas. Quanto aos resultados, o estudo documentou conclusões relativas aos níveis médios de ALT entre o grupo de dose elevada e o grupo placebo às 12 semanas, tendo sido também registadas alterações na AST em todos os grupos de dosagem.

Estudo 2: Fibrose e Utilização em Combinação

Um estudo multicêntrico e aberto independente avaliou o fármaco quando administrado em conjunto com um regime de cuidados padrão em 140 doentes. Este estudo focou-se em doentes com fibrose de Estádio 2 e Estádio 3.

No que respeita ao design, o fármaco foi adicionado ao tratamento existente durante 24 semanas, utilizando-se biópsias e elastografia não invasiva para monitorizar as alterações na gravidade da fibrose. Os resultados da investigação avaliaram os dados relacionados com a combinação nos resultados para doentes com fibrose de Estádio 2, documentando-se observações relativas às pontuações de elastografia num subgrupo de participantes após 24 semanas.

Investigação de Dosagem e Formulação

Estudos avaliaram várias dosagens em relação aos níveis de inflamação, medidos pela proteína C reativa (PCR). A dose mais elevada estudada (20 mg) registou as variações mais frequentes nos níveis de PCR e reportou também a maior incidência de eventos adversos gastrointestinais.

Segurança e Tolerabilidade

Todos os protocolos dos estudos incluíram a monitorização de eventos adversos (EA), com foco em sintomas gastrointestinais, como náuseas e diarreia, e alterações na pressão arterial.

Sobre o perfil de eventos adversos, nos dados combinados dos ensaios (N=350), os EA mais frequentemente reportados foram náuseas transitórias (18% de todos os participantes) e cefaleias ligeiras (14%). Estes eventos foram geralmente categorizados como ligeiros a moderados e documentados como resolvidos durante o ensaio.

No acompanhamento a longo prazo, um pequeno estudo de extensão acompanhou 45 participantes durante um ano, fornecendo observações preliminares relativas à utilização prolongada. Os protocolos dos ensaios incluíram um processo obrigatório de descontinuação gradual para participantes com fibrose avançada.

Em termos de segurança comparativa, um estudo avaliou o fármaco face aos tratamentos padrão atuais e documentou semelhanças e diferenças nas frequências de eventos adversos.

Este novo tratamento foi objeto de investigação recente. Futuros estudos de larga escala e de longa duração poderão contribuir para a caracterização dos seus efeitos e do seu perfil de segurança.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Bronchosolvin (FAQ)


P: Qual é a diferença entre o Bronchosolvin e os inaladores "de alívio" azuis?

O Bronchosolvin é uma solução líquida oral que integra um broncodilatador com agentes destinados a ajudar a fluidificar e eliminar o muco (mucolíticos e expetorantes). Ao contrário de muitos inaladores "de alívio" azuis, que são frequentemente medicamentos inalados de substância única, o seu propósito é descrito como o tratamento tanto do estreitamento das vias respiratórias como do excesso de muco durante episódios agudos.


P: O Bronchosolvin é descrito como adequado para pessoas com problemas renais ou hepáticos?

As informações regulamentares recomendam precaução quando o medicamento é utilizado em doentes com compromisso hepático (fígado) ou renal (rim) grave. As informações oficiais de prescrição podem especificar que são aconselhados ajustamentos na dosagem para indivíduos com a função destes órgãos seriamente afetada.


P: Quais são as declarações oficiais sobre o uso de Bronchosolvin durante a gravidez?

As declarações oficiais categorizam o uso de Bronchosolvin durante a gravidez como Uso Restrito ou que requer Precaução. Os documentos oficiais estipulam que este é geralmente utilizado apenas quando o profissional de saúde determina que o benefício potencial ultrapassa os riscos possíveis, com base na classificação de segurança das substâncias ativas.


P: As mulheres podem usar Bronchosolvin enquanto estão a amamentar?

O uso durante a amamentação é também aconselhado com Precaução ou assinalado como Uso Restrito nos documentos oficiais de prescrição. Os dados regulamentares sugerem que, embora a quantidade que passa para o leite materno seja tipicamente baixa, o aconselhamento oficial impõe precaução na sua utilização.


P: Quais são os testes laboratoriais ou passos de monitorização típicos associados ao uso de Bronchosolvin?

Devido aos efeitos do componente beta2-agonista, os perfis de segurança oficiais documentam o potencial para alterações em certos níveis sanguíneos. Especificamente, o medicamento pode estar associado a Hipocaliemia (níveis baixos de potássio) e Hiperglicemia transitória (açúcar elevado no sangue de forma temporária). Por conseguinte, a monitorização da glicose no sangue e dos níveis de potássio pode ser necessária como parte da supervisão clínica.


P: O Bronchosolvin é considerado um medicamento de controlo a longo prazo ou de alívio rápido?

Os documentos regulamentares oficiais limitam a administração do Bronchosolvin a tratamentos de curta duração para a gestão de episódios sintomáticos agudos. O medicamento destina-se principalmente a proporcionar alívio dos sintomas atuais, em vez de servir como uma medicação de controlo diário a longo prazo.


P: Existem sinais de reação alérgica ao Bronchosolvin que eu deva conhecer?

Uma hipersensibilidade conhecida a qualquer componente é listada como uma contraindicação oficial para a utilização. Embora raras, as reações graves documentadas em informações oficiais podem incluir erupções cutâneas severas. Os sinais de uma reação alérgica podem incluir urticária, sibilos, inchaço da face ou garganta, ou dificuldade em respirar.


P: O uso de álcool é restrito ou requer precaução durante a utilização de Bronchosolvin?

As recomendações oficiais sugerem que é aconselhável limitar ou ter precaução com o consumo de álcool durante a utilização deste medicamento. Esta precaução é frequentemente mencionada porque o álcool pode aumentar o risco de certos efeitos secundários no sistema nervoso central, como sonolência ou tonturas, associados aos ingredientes do medicamento.


P: O que acontece se o Bronchosolvin for usado com mais frequência do que o pretendido?

Se o medicamento for utilizado com mais frequência do que o esquema posológico especificado, pode haver um aumento dos efeitos secundários comuns. Sinais potenciais de uso excessivo incluem o aumento da frequência cardíaca (palpitações), tremores, náuseas, tonturas ou cefaleias. O uso excessivo grave pode levar a efeitos mais sérios no coração ou no sistema nervoso.


P: Porque é que as fontes oficiais mencionam por vezes o uso de uma câmara de expansão com o Bronchosolvin?

O Bronchosolvin é uma formulação líquida oral concebida para ser engolida, não inalada. O medicamento é administrado por volume e não requer uma câmara de expansão. As câmaras de expansão são dispositivos utilizados exclusivamente com certos tipos de aerossóis inalados e não são relevantes para este produto.


P: Qual é a finalidade do contador de doses no dispositivo Bronchosolvin?

O Bronchosolvin é uma solução líquida oral que requer uma medição precisa em mililitros (ml) antes da ingestão. Uma vez que não se trata de um aerossol ou pó para inalação, a sua formulação não utiliza um dispositivo inalador com contador de doses.


P: Quais são as declarações oficiais sobre o uso de Bronchosolvin na população idosa?

As declarações oficiais recomendam Precaução quando este medicamento é utilizado na população idosa, observando o potencial para uma maior suscetibilidade a certos efeitos secundários. Embora possa não ser obrigatório um ajuste de dose universal específico, a avaliação individual por um profissional é fundamental.


P: Durante quanto tempo pode um frasco de Bronchosolvin fechado ser guardado antes de expirar?

O prazo de validade oficial e a data de validade específica do produto fechado estão impressos diretamente no rótulo do frasco e na embalagem exterior. Os documentos oficiais exigem que o produto seja armazenado dentro de um intervalo de temperatura especificado, mas a data de validade exata é específica do produto e deve ser consultada diretamente no rótulo.


P: É normal o inalador de Bronchosolvin parecer vazio mesmo quando ainda restam doses?

O Bronchosolvin é uma solução líquida oral contida num frasco e não é administrado através de um dispositivo inalador. Portanto, questões sobre o inalador parecer vazio ou ter resíduos de propulsor não se aplicam a este tipo de formulação específica.


P: Qual é o método recomendado para limpar o dispositivo Bronchosolvin (se aplicável)?

Sendo um líquido oral que é medido e engolido, esta formulação não é um dispositivo complexo que exija protocolos de limpeza detalhados. O líquido é habitualmente medido utilizando um copo ou conta-gotas separado, que deve ser manuseado de acordo com as suas próprias instruções de limpeza.


P: Como é medida a eficácia do Bronchosolvin em estudos de investigação?

A eficácia desta combinação em investigação clínica é tipicamente avaliada através de várias medidas objetivas e subjetivas. Isto inclui testes de função pulmonar para medir a capacidade pulmonar, bem como alterações nas características da expetoração, frequência da tosse ou taxas de depuração para avaliar os efeitos na eliminação do muco.


P: Qual é o procedimento recomendado se uma pessoa se esquecer de tomar uma dose de Bronchosolvin?

As instruções oficiais aconselham geralmente que, se uma dose for esquecida, deve ser tomada assim que houver recordação. No entanto, se estiver quase na hora da próxima dose agendada, a dose esquecida deve ser ignorada. Esta precaução é descrita para evitar a administração de duas doses com um intervalo demasiado curto entre elas.

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Como Bronchosolvin deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Bronchosolvin?

A conservação e a eliminação do Bronchosolvin são regidas por requisitos regulamentares oficiais para manter a estabilidade e a segurança do produto.

Requisitos de Conservação

Quanto à temperatura e ao ambiente, deve conservar o medicamento dentro do intervalo de temperatura indicado no rótulo, geralmente abaixo dos 30°C ou abaixo dos 25°C, dependendo da formulação. É necessária proteção contra a luz e o produto não deve ser refrigerado nem congelado.

Relativamente ao recipiente e à proteção, mantenha o medicamento no seu recipiente ou embalagem original e garanta que o recipiente é mantido bem fechado quando não estiver a ser utilizado.

No que respeita à segurança infantil, o Bronchosolvin deve ser conservado fora da vista e do alcance das crianças e de animais de estimação para evitar a ingestão acidental.

Instruções de Eliminação

No caso de medicamento não utilizado, elimine qualquer produto não utilizado ou fora do prazo de validade de acordo com os regulamentos locais de resíduos farmacêuticos.

Como regra ambiental, não elimine o medicamento através das águas residuais ou do lixo doméstico, a menos que receba instruções específicas de uma autoridade local ou de um programa de recolha de medicamentos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Bronchosolvin encontrado em:

ÍNDICE A-Z: