Blow

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Blow

O que é o Blow? (Visão Geral do Montelucaste)

Propriedade Descrição
Substância ativa Montelucaste (sob a forma de montelucaste sódico)
Forma Formas farmacêuticas orais (comprimido, comprimido mastigável, grânulos)
Classe farmacológica Antagonista dos Recetores dos Leucotrienos (ARLT)
Uso comum Profilaxia e terapêutica de manutenção de condições crónicas
Origem Composto sintético de pequena molécula

Que Tipo de Medicamento é o Blow (Montelucaste)?

Blow é um medicamento sujeito a receita médica cujo princípio ativo é o Montelucaste, classificado primordialmente como um Antagonista dos Recetores dos Leucotrienos (ARLT). Este fármaco pertence a uma categoria conhecida como modificadores de leucotrienos, que as instituições de saúde confirmam ser eficaz na modificação de processos inflamatórios nas vias respiratórias. O Montelucaste é um composto sintético de pequena molécula destinado ao controlo a longo prazo de condições crónicas específicas, sendo amplamente apoiado por estudos farmacológicos que demonstram o seu papel nos cuidados respiratórios preventivos. A classificação farmacológica como ARLT indica que o medicamento oferece uma estratégia direcionada ao modificar a atividade dos leucotrienos, que são compostos inflamatórios fundamentais.


Composição e Formas Farmacêuticas

A composição principal deste medicamento é a substância ativa Montelucaste Sódico, apresentada como uma preparação de ingrediente único. O Blow foi concebido exclusivamente como uma forma farmacêutica oral, que inclui comprimidos revestidos por película, comprimidos mastigáveis e grânulos orais. Isto significa que a via de administração é feita pela boca, tornando-o uma opção conveniente e não inalatória para a adesão consistente ao tratamento diário, particularmente em doentes pediátricos. A disponibilidade de comprimidos mastigáveis e grânulos é uma característica distintiva fundamental, permitindo uma administração flexível a grupos de doentes que necessitam de alternativas aos comprimidos convencionais.


Qual é o Objetivo Geral dos Modificadores dos Leucotrienos?

O objetivo geral deste tipo de medicação é a profilaxia (prevenção) e o alívio de manutenção, limitando as ações biológicas que causam a irritação crónica das vias respiratórias. O fármaco alcança este objetivo através de um bloqueio seletivo de sinais, neutralizando os efeitos de químicos inflamatórios potentes chamados leucotrienos, que desencadeiam inflamação, inchaço e aperto das vias aéreas. Um cenário de utilização típico envolve a toma diária deste medicamento para ajudar a manter as vias respiratórias abertas e estáveis, reduzindo assim a frequência de eventos respiratórios recorrentes. Ao abordar a cascata química na origem destes problemas crónicos, o medicamento apoia a manutenção da função respiratória e ajuda a prevenir a progressão de sintomas contínuos em condições onde estes mediadores inflamatórios desempenham um papel central, algo que é clinicamente reconhecido pelos seus benefícios a longo prazo na terapia de manutenção.

Quais efeitos secundários são possíveis com Blow?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança do Blow

As seguintes informações de segurança derivam de documentos regulamentares governamentais oficiais e refletem o perfil de segurança estabelecido para este fármaco. Os organismos reguladores classificam as reações adversas de acordo com a sua frequência e com o sistema do corpo afetado (Classe de Sistemas de Órgãos ou SOC).

Classificação da Frequência de Reações Adversas

Os rótulos oficiais agrupam os efeitos secundários com base na frequência com que ocorreram em ensaios clínicos e na vigilância pós-comercialização, utilizando uma estrutura padronizada:

Classificação Frequência Estimada
Muito Frequentes Ocorre em 1 em cada 10 doentes ou mais
Frequentes Ocorre em 1 a 10 em cada 100 doentes
Pouco Frequentes Ocorre em 1 a 10 em cada 1.000 doentes
Raros Ocorre em 1 a 10 em cada 10.000 doentes

Principais Classes de Sistemas de Órgãos (SOC) Afetadas

As reações adversas documentadas para o Blow envolvem tipicamente vários sistemas orgânicos principais. Estes incluem, mas não se limitam a, Doenças Gastrointestinais (ex.: náuseas, diarreia), Doenças do Sistema Nervoso (ex.: cefaleias, tonturas) e Afeções dos Tecidos Cutâneos e Subcutâneos (ex.: erupção cutânea). Estas classificações ajudam a estruturar os dados de segurança oficiais para doentes e profissionais de saúde.

Problemas de Segurança Graves e Clinicamente Significativos

Os documentos regulamentares destacam reações adversas graves que requerem atenção imediata ou que possuem protocolos de gestão específicos. Para o Blow, estas podem incluir: casos documentados de reações de hipersensibilidade grave (anafilaxia) e instâncias de elevação significativa das enzimas hepáticas (preocupações de segurança relacionadas com o fígado). Podem ser aplicadas restrições ou limitações específicas à utilização do Blow em doentes com insuficiência renal grave pré-existente ou naqueles com historial conhecido de arritmias cardíacas, uma vez que estes fatores podem influenciar o perfil de risco estabelecido pela autoridade reguladora.

Contexto Geral do Perfil de Segurança

A documentação oficial de efeitos secundários por frequência e SOC fornece a estrutura essencial para a compreensão do perfil de risco do medicamento. Esta organização regulada garante que todos os riscos estabelecidos, desde reações ligeiras e muito frequentes até eventos adversos raros e graves, sejam comunicados de forma clara aos doentes e refletam a avaliação consensual de agências reguladoras globais.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Âmbito da Sobredosagem

Campo Declaração Regulamentar Oficial
Apresentações de sobredosagem documentadas: Os sintomas reportados com maior frequência incluem dor abdominal, sonolência, sede, cefaleia (dor de cabeça), vómitos e hiperatividade psicomotora (inquietação).
Sistemas fisiológicos afetados: As manifestações envolvem o Sistema Nervoso Central e o Sistema Gastrointestinal.
Dose-related or exposure-related factors: Em estudos clínicos, não foram relatadas experiências adversas clinicamente importantes em doentes que receberam doses até 900 mg por dia.
Population-specific overdose notes: Foram notificados casos de sobredosagem tanto em adultos como em crianças; as manifestações clínicas são geralmente consistentes em todas as populações.
Emergency-response statements: A gestão envolve a utilização das medidas de suporte habituais, monitorização clínica e a instituição de terapêutica sintomática e de suporte, conforme necessário.
Quando é necessária ajuda médica imediata: Procure assistência médica de emergência ou contacte imediatamente o Centro de Informação Antivenenos.

Classificações de Sobredosagem (Nível Geral)

Campo Declaração Regulamentar Oficial
Severity classification: Os relatórios indicam que não foram observados consistentemente eventos adversos graves ou fatais nos casos de sobredosagem documentados.
Regulatory basis: A informação deriva da experiência pós-comercialização e de estudos clínicos controlados documentados em resumos regulamentares.
Overdose-context constraints: Não se conhece um antídoto específico. A remoção através de hemodiálise ou diálise peritoneal não é reconhecida como sendo eficaz.

Declarações oficiais sobre sobredosagem:

As manifestações clínicas documentadas mais frequentes de sobredosagem aguda incluem sintomas específicos como sonolência e dor abdominal. Na eventualidade de suspeita de sobredosagem, as orientações regulamentares determinam que se deve procurar assistência médica de emergência imediatamente. A gestão da sobredosagem requer monitorização clínica e a utilização de terapêutica sintomática e de suporte.

Os documentos regulamentares definem o perfil de sobredosagem baseando-se principalmente na necessidade de uma ação imediata e obrigatória (procurar ajuda médica de emergência) e na dependência de cuidados de suporte. Esta abordagem é mandatória uma vez que não existe um antídoto conhecido para este medicamento. As manifestações documentadas limitam-se a um grupo específico de sintomas observados em relatórios, sendo que exposições a doses elevadas em estudos não demonstraram experiências adversas clinicamente relevantes.

Usos terapêuticos de Blow

O que o Blow trata: principais utilizações e benefícios

Este medicamento, que contém Montelucaste, é utilizado primordialmente para proporcionar alívio de suporte e gestão a longo prazo de sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos nas vias respiratórias. Conforme indicado nas informações de prescrição, a sua aplicação é geralmente adequada em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas crónicos ou episódicos.

A sua utilização é comum em três domínios terapêuticos: na gestão a longo prazo da asma persistente, no alívio de sintomas relacionados com a rinite alérgica sazonal e perene, e na profilaxia contra o estreitamento brónquico induzido pelo exercício. Esta abordagem auxilia na redução da carga sintomática global associada a episódios respiratórios recorrentes e ajuda os doentes a lidarem de forma mais estável com estas manifestações desgastantes.

Este medicamento é relevante para atenuar sintomas que criam um esforço fisiológico percetível e faz geralmente parte de uma estratégia de manutenção.

“Esta aplicação proporciona um alívio sintomático que contribui para um maior conforto durante períodos de intensificação dos sintomas.”


Facto Rápido: Alívio para Sintomas Respiratórios
Este medicamento foi concebido principalmente para a profilaxia (prevenção) e manutenção. É considerado relevante para a manutenção e gestão a longo prazo.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Blow?

A elegibilidade para a utilização deste medicamento é estritamente definida pelas autoridades reguladoras com base na idade, estado clínico e hipersensibilidades conhecidas.

Contraindicações Absolutas Uso Condicional ou Restrito
Hipersensibilidade conhecida à substância ativa (Montelucaste) ou a qualquer componente do medicamento. A utilização do medicamento não está estabelecida para o tratamento de crises agudas de asma.
O uso é proibido para a reversão do broncoespasmo numa crise aguda de asma. O uso para rinite alérgica pode ser reservado para doentes que tenham uma resposta inadequada a tratamentos alternativos.

Elegibilidade por Idade e Populações Especiais

A elegibilidade na população pediátrica é específica para cada patologia:

Asma: Aprovado para doentes com 12 meses de idade ou mais. A segurança e a eficácia não estão estabelecidas em crianças com menos de 12 meses.

Broncoconstrição Induzida pelo Exercício (BIE): Aprovado para doentes com 6 anos de idade ou mais. A segurança e a eficácia não estão estabelecidas para crianças com menos de 6 anos.

Rinite Alérgica (RA): Aprovado para RA sazonal em doentes com 2 anos de idade ou mais e para RA perene em doentes com 6 meses de idade ou mais.

Relativamente aos adultos, o uso é permitido em Idosos (65 anos de idade ou mais), não tendo sido reportadas diferenças globais na segurança ou na necessidade de ajuste posológico. Doentes com insuficiência renal ou insuficiência hepática ligeira a moderada geralmente não necessitam de ajuste de dose. No entanto, os dados sobre doentes com insuficiência hepática grave ainda não estão estabelecidos.

A utilização durante a gravidez e o aleitamento (lactação) é classificada como condicional, sendo aconselhada apenas se for claramente necessária ou essencial, dado que a disponibilidade de estudos controlados é limitada.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar descreve dois padrões principais de interação farmacocinética para o Montelucaste (Blow), envolvendo substâncias que alteram a sua exposição sistémica no organismo.

Interações Farmacocinéticas

Substância ou Classe que Interatua Descrição Oficial da Interação Alteração na Exposição Resultante
Indutores Enzimáticos Potentes (ex.: Rifampicina, Fenobarbital) Interação farmacocinética via indução enzimática (CYP450) Reduz a exposição sistémica do Montelucaste (AUC aprox. 40%)
Inibidores Enzimáticos Potentes (ex.: Gemfibrozil) Interação farmacocinética via inibição enzimática (CYP2C8) Aumenta substancialmente a exposição sistémica (AUC aprox. 4,4 vezes)

Restrições de Administração e Farmacodinâmicas

A rotulagem oficial contém restrições específicas quanto à coadministração e à sensibilidade do doente. O Montelucaste não deve ser utilizado para substituir abruptamente corticosteroides inalados ou orais; esta é uma restrição de administração assinalada nos documentos oficiais. Além disso, os doentes com sensibilidade conhecida à aspirina são instruídos a continuar a evitar a Aspirina ou Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs), refletindo uma restrição documentada de sensibilidade farmacodinâmica.

Notas sobre Alimentos e Populações Específicas

Uma refeição rica em gorduras interage com a formulação em grânulos orais, reduzindo a velocidade de absorção (C max — pico de concentração) em 35%, embora a exposição sistémica total (AUC) permaneça inalterada. Em populações com insuficiência hepática ligeira a moderada, a depuração (eliminação) do Montelucaste é reduzida, resultando numa exposição média ao fármaco 41% superior.

Mecanismo de ação

Alvo no Recetor CysLT1 e no Mediador LTD4

O mecanismo principal do Montelucaste envolve o antagonismo seletivo e competitivo do Recetor de Cisteinil-Leucotrienos tipo 1 (CysLT1). Esta ação impede que o mediador eicosanoide Leucotrieno D4 (LTD4) se ligue ao recetor e inicie o seu sinal. Este bloqueio molecular é o passo inicial que modula a sinalização fisiológica mediada pelo LTD4.


Modulação do Tónus Brônquico e das Cascatas Inflamatórias

O antagonismo do CysLT1 interrompe diretamente o sinal que causa a contração do músculo liso bronquial e o aumento do edema (inchaço) nos tecidos locais e da secreção de muco. Ao atenuar o sinal constritivo e pró-inflamatório, o fármaco modula a dinâmica de sinalização nos sistemas das vias respiratórias. Isto resulta numa atenuação sustentada da hiperreatividade das vias aéreas mediada pelo CysLT1 e conduz a um estado de contratilidade reduzida do músculo liso.


Especificidade do Mecanismo e Restrições Fisiológicas

O mecanismo do fármaco é altamente focado em vias específicas de eicosanoides e não tem como alvo outros mediadores inflamatórios, como a histamina. A interferência antagonista contínua na sinalização significa que o mecanismo é caracterizado pela necessidade de um antagonismo persistente do recetor, não sendo, por isso, adequado para a reversão rápida e aguda de espasmos musculares já estabelecidos.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Blow (Montelucaste)

O Montelucaste é um medicamento de uso oral destinado a uma administração única diária, como parte de um regime de tratamento crónico. Está disponível em três formas farmacêuticas oficiais: comprimidos revestidos por película de 10 mg, comprimidos mastigáveis de 5 mg e 4 mg, e grânulos orais de 4 mg.

Dosagem Oficial e Momento da Toma

Grupo Etário do Doente Dose Diária e Forma Regra de Toma (Manutenção)
Adultos e Adolescentes (15 anos ou mais) Comprimido de 10 mg Uma vez ao dia, à noite (ou manhã/noite apenas para rinite alérgica)
Doentes Pediátricos (6–14 anos) Comprimido mastigável de 5 mg Uma vez ao dia, à noite
Doentes Pediátricos (2–5 anos) Comprimido mastigável ou grânulos de 4 mg Uma vez ao dia, à noite
Doentes Pediátricos (6–23 meses) Grânulos orais de 4 mg Uma vez ao dia, à noite

Para uso crónico, o medicamento deve ser continuado diariamente, mesmo quando os sintomas estão bem controlados. Os doentes que sofram simultaneamente de asma e rinite alérgica devem tomar apenas uma dose diária à noite.

Condições Específicas de Administração

Todas as formas podem, geralmente, ser tomadas com ou sem alimentos. Para a prevenção do estreitamento brónquico induzido pelo exercício, uma dose única de 10 mg (adultos) ou 5 mg (crianças dos 6 aos 14 anos) é tomada pelo menos duas horas antes da atividade. Os doentes que já tomam uma dose diária por outros motivos não devem tomar uma dose adicional para este fim; não deve ser tomada uma dose adicional num intervalo de 24 horas em relação a uma dose anterior.

Os Grânulos Orais devem ser administrados num período de 15 minutos após a abertura da saqueta. Podem ser administrados diretamente ou misturados com uma colher de alimentos moles, frios ou à temperatura ambiente (apenas puré de maçã, cenoura, arroz ou gelado) e não devem ser guardados para uso posterior após a mistura.

Evidência clínica recente

A avaliação clínica do Blow baseia-se prioritariamente em Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) e revisões sistemáticas que exploram o papel do fármaco em três condições fundamentais. Para a asma persistente, a investigação centrou-se na monitorização de desfechos nos doentes, tais como medidas objetivas da função pulmonar, especificamente o volume máximo de ar que uma pessoa consegue expelir num segundo (VEMS), a par de pontuações de sintomas relatadas pelos doentes e a monitorização do uso de medicação de alívio ou de emergência. Estes estudos abrangem frequentemente uma faixa etária alargada, desde crianças com 12 meses até adultos.

Relativamente à rinite alérgica (sazonal e perene), a base de evidência é constituída maioritariamente por ECA de curta duração controlados por placebo. Estes ensaios monitorizam alterações nas pontuações padronizadas de sintomas nasais e oculares e medem os efeitos na qualidade de vida dos doentes. A investigação sublinha que os resultados medidos foram frequentemente avaliados em conjunto com outros medicamentos antialérgicos não esteroides.

Para a profilaxia contra a Broncoconstrição Induzida pelo Exercício (BIE), ensaios especializados examinaram a associação do medicamento com alterações no VEMS após um teste de esforço padronizado. Os dados indicam que os resultados foram monitorizados ao longo de períodos de administração crónica. A investigação realça que os resultados em subgrupos são incertos quanto ao papel do fármaco como terapia única em todos os contextos onde a BIE foi avaliada.

De uma forma geral, a investigação fornece um contexto para os padrões de tratamento, embora existam limitações reconhecidas. Em comparações com terapias padrão, como os corticosteroides inalados, os resultados medidos revelaram-se variáveis entre os diferentes ensaios. Adicionalmente, embora existam dados de estudos de longo prazo com duração de até um ano, a informação definitiva sobre resultados a longo prazo para além da duração dos ensaios é limitada, e as conclusões aplicam-se especificamente às populações estudadas na investigação.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Blow (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Blow a começar a atuar após a primeira utilização?

De acordo com os dados farmacocinéticos oficiais, o Blow é absorvido rapidamente pelo organismo. A concentração sistémica máxima, que representa o nível mais elevado do fármaco na corrente sanguínea (pico de concentração), é geralmente atingida poucas horas após a administração por via oral.


P: Por que razão algumas pessoas afirmam que o Blow causa fadiga?

Os documentos regulamentares listam tanto o cansaço (fadiga) como a sonolência como reações adversas notificadas após a comercialização do medicamento. Os relatórios oficiais também enumeram perturbações do sono, como insónia e sonhos anormais, como eventos neuropsiquiátricos potenciais distintos.


P: Se me esquecer de uma toma de Blow, qual é a ação geralmente recomendada?

As orientações oficiais indicam habitualmente que o doente deve tomar a dose seguinte agendada à hora habitual. O doente não deve tomar duas doses ao mesmo tempo para compensar uma dose esquecida.


P: Qual é a duração habitual do efeito de uma única utilização de Blow?

O medicamento destina-se a um efeito crónico sustentado, o que é apoiado pela sua utilização padrão como um medicamento de toma única diária. Para o objetivo específico de prevenir a constrição das vias aéreas induzida pelo exercício, as diretrizes estabelecem que não deve ser tomada uma dose adicional num intervalo de 24 horas após uma dose anterior.


P: A utilização de Blow afetará a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

A informação oficial do produto lista efeitos secundários como tonturas e perturbações na atenção como eventos neurológicos comunicados. Os doentes que experienciem estes eventos devem ter cautela, uma vez que tais efeitos secundários podem potencialmente interferir com atividades que exijam concentração.


P: O que devo fazer se notar uma reação inesperada ao utilizar Blow?

Para reações graves, particularmente sintomas neurológicos ou de humor novos ou agravados, as diretrizes regulamentares referem que o fármaco poderá ter de ser descontinuado. Refere-se igualmente que um profissional de saúde deve ser contactado imediatamente.


P: O que significa se a literatura oficial descrever o Blow como uma substância da "Lista X"?

Para o mercado dos EUA, a substância ativa do Blow, o Montelucaste, é oficialmente listada pela autoridade governamental relevante como não tendo "No DEA Schedule". Isto significa que não está classificado como uma substância controlada com potencial de abuso.


P: Qual é a classificação de segurança de nível mais elevado atribuída ao Blow pelos organismos reguladores?

O Montelucaste é objeto de comunicações de segurança significativas, incluindo um Aviso de Caixa Negra (Boxed Warning) da FDA relativo ao risco de eventos neuropsiquiátricos graves. O fármaco foi designado como Categoria de Gravidez B ao abrigo do anterior sistema de classificação regulamentar.


P: O Blow pode afetar os resultados de análises ao sangue comuns?

Os documentos oficiais referem que o Montelucaste pode interagir com o medicamento varfarina, que afeta a coagulação do sangue. Esta interação potencial pode exigir que um médico monitorize os resultados das análises de sangue INR/PT (tempo de protrombina) com maior frequência.


P: O Blow tem um efeito conhecido nos padrões de sono?

Sim, a informação regulamentar oficial lista especificamente as perturbações do sono como um evento neuropsiquiátrico reportado. Estas perturbações podem incluir insónia, sonhos anormais e sonambulismo.


P: É normal sentir uma alteração no apetite ao utilizar Blow?

Uma alteração no apetite, especificamente a perda de apetite, foi relatada em relatórios pós-comercialização, embora não esteja listada como um efeito secundário comum. É assinalada como um sintoma potencial relacionado com eventos adversos raros a nível hepático (fígado).


P: Existem avisos oficiais sobre a utilização de Blow com álcool?

A informação de prescrição não contém um aviso ou contraindicação específica e direta para a utilização do medicamento com álcool. No entanto, foram relatados casos documentados de problemas hepáticos, por vezes em indivíduos com outros fatores de risco, como o consumo de álcool.


P: Onde posso encontrar o folheto informativo para o Blow?

O documento oficial para os doentes, conhecido como Folheto Informativo ou Guia de Medicação, está disponível através de websites regulamentares governamentais. Geralmente, pode encontrar este material em sites como o DailyMed e o NIH (National Institutes of Health).


P: Existe uma versão genérica do Blow disponível?

Sim, a substância ativa, o Montelucaste, está amplamente disponível como medicamento genérico. Esta formulação genérica é quimicamente equivalente à sua versão original de marca.


P: O Blow causa ganho ou perda de peso?

Este medicamento não é um corticosteroide inalado ou oral. Com base nos dados disponíveis de ensaios clínicos, os documentos oficiais não relatam tipicamente que o Blow tenha causado ganho ou perda de peso.


P: O Blow interage com pílulas contracetivas?

Foram realizados estudos específicos para examinar potenciais efeitos nos contracetivos orais. Os dados oficiais destes estudos demonstraram que o Blow não causa uma alteração significativa na exposição sistémica (ou quantidade no sangue) das pílulas contracetivas testadas.


P: O Blow pode ser utilizado por alguém com tensão arterial elevada?

Em estudos clínicos, o fármaco não foi reportado como causa de aumento da tensão arterial. Estes resultados sugerem uma baixa probabilidade de um efeito direto na pressão arterial.


P: É seguro interromper a utilização de Blow subitamente?

Os documentos regulamentares indicam que este não deve ser substituído abruptamente por medicamentos corticosteroides inalados ou orais. Além disso, os estudos que analisaram a interrupção súbita para o tratamento da asma não relataram especificamente um efeito de ricochete dos sintomas de asma.


P: Por que razão o Blow está sujeito a regulamentações de utilização rigorosas?

O fármaco está sujeito a avisos rigorosos, incluindo um Aviso de Caixa Negra da FDA, devido ao risco de eventos neuropsiquiátricos graves (tais como alterações de humor, agitação e pensamentos e comportamentos suicidas) que foram relatados em doentes que utilizam o medicamento.

Como Blow deve ser armazenado e descartado?

O armazenamento e a eliminação do Montelucaste (Blow) devem cumprir rigorosamente as diretrizes regulamentares para manter a estabilidade e garantir a segurança.

Condições de Armazenamento

O Montelucaste deve ser armazenado a uma Temperatura Ambiente Controlada, geralmente entre os 20°C e os 25°C, sendo permitidas excursões até aos 30°C. O produto não deve ser refrigerado e tem de ser protegido da luz e da humidade, o que exige o seu armazenamento na embalagem ou recipiente original até ao momento da utilização. Todas as formas do medicamento devem ser mantidas fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Eliminação

Os grânulos orais possuem uma regra de estabilidade crítica: devem ser administrados imediatamente e num período máximo de 15 minutos após a abertura da saqueta ou da realização da mistura; qualquer porção não utilizada deve ser descartada. O medicamento não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais, e a sua descarga em canais de esgoto ou cursos de água deve ser evitada.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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