Advertisements

Блинцито

Links rápidos para seções importantes

Блинцито

Advertisements
Advertisements

Opção de tratamento: Leukemia, Acute Lymphoblastic Leukemia

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Advertisements

Visão geral de Блинцито

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Blinatumomab (DCI)
Forma Farmacêutica Pó para solução para perfusão intravenosa
Classe Farmacológica Ativador biespecífico de células T (BiTE)
Objetivo Geral Imunoterapia direcionada contra o cancro
Origem Biológica (derivada de tecnologia de ADN recombinante)

Que tipo de medicamento é o Blincyto?

O Blincyto é uma forma avançada de imunoterapia direcionada, sujeita a receita médica, utilizada no tratamento de tipos específicos de cancro do sangue em adultos e crianças. O fármaco é classificado como o primeiro da sua classe entre os ativadores biespecíficos de células T (BiTE), uma classe farmacológica amplamente reconhecida pelo seu mecanismo de ação inovador.

A substância ativa, o blinatumomab, é considerada um tratamento biológico. Isto significa que se trata de uma proteína de engenharia biológica, obtida a partir de sistemas vivos através de tecnologia de ADN recombinante, o que a distingue dos fármacos tradicionais de pequenas moléculas. A tecnologia BiTE representa um avanço importante na utilização do próprio sistema imunitário do doente para combater o cancro.

Qual é a substância ativa e a forma de apresentação?

O medicamento contém uma única substância ativa: a proteína blinatumomab (DCI). O fármaco é fornecido como um pó estéril para solução que deve ser cuidadosamente reconstituído por um profissional de saúde antes da sua utilização.

O Blincyto é administrado diretamente numa veia através de uma perfusão intravenosa (IV) contínua durante um período prolongado. Este método de administração é parte integrante do conceito do fármaco, uma vez que garante uma presença constante na corrente sanguínea, necessária para manter a ativação eficaz das células T.

O objetivo geral do Blincyto

O principal objetivo do Blincyto é mobilizar o próprio sistema imunitário do doente para combater a doença. A proteína blinatumomab atua como uma ponte molecular, ligando-se simultaneamente à proteína CD19 na superfície das células cancerígenas e à proteína CD3 nas células T (células imunitárias) do doente.

Esta ação única de dupla ligação força as células T a aproximarem-se das células malignas, ativando-as e direcionando-as eficazmente para eliminar a doença. Estudos farmacológicos fundamentam esta ação precisa, que conduz à eliminação direcionada de células específicas da doença.

Advertisements

Quais efeitos secundários são possíveis com Блинцито?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil oficial de segurança do Blinatumomab (Blincyto) é definido pelas categorias de reações adversas documentadas em fontes regulamentares. Os riscos mais graves, que requerem gestão e monitorização especializadas, são a Síndrome de Libertação de Citocinas (SRC) e toxicidades neurológicas específicas, incluindo a Síndrome de Neurotoxicidade Associada a Células Efetoras Imunitárias (ICANS).


Frequência e Acontecimentos Sistémicos

Os rótulos regulamentares classificam muitos eventos como Muito Frequentes (ocorrendo em 10% ou mais dos doentes). Estas reações adversas frequentemente documentadas incluem sintomas sistémicos como pirexia (febre) e cefaleias (dores de cabeça), juntamente com efeitos hematológicos como neutropenia, anemia e trombocitopenia. Problemas gastrointestinais, incluindo náuseas e diarreia, também estão classificados entre os efeitos de elevada frequência.

Categoria de Reação Adversa Exemplos de Acontecimentos Listados
Reações Adversas Graves Síndrome de Libertação de Citocinas (SRC), Infeções Graves (ex: Sepsis), Convulsões, Pancreatite
Classes de Órgãos e Sistemas Sistema Nervoso, Sangue e Sistema Linfático, Sistema Imunitário, Infeções e Infestações

Padrões de Segurança e Restrições

A documentação oficial de segurança estabelece que o período de risco mais elevado para eventos adversos graves, incluindo a SRC e toxicidades neurológicas, é durante o primeiro ciclo de tratamento. Este padrão temporal dita os requisitos iniciais de monitorização.

As restrições de segurança indicadas nas informações de prescrição incluem a contraindicação em caso de hipersensibilidade conhecida ao fármaco. Além disso, os doentes são geralmente aconselhados a não conduzir ou operar máquinas pesadas devido ao risco de eventos neurológicos. A utilização do fármaco em doentes com insuficiência hepática grave não é geralmente recomendada devido aos dados limitados.

Advertisements

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações regulamentares oficiais associam a sobredosagem de blinatumomab principalmente a erros de preparação e de administração que resultam numa perfusão excessiva. Este tipo de exposição pode levar à ocorrência de toxicidades graves e potencialmente fatais, que definem as manifestações documentadas de sobredosagem.


Manifestações Documentadas de Sobredosagem

A apresentação clínica de uma perfusão excessiva inclui os sinais e sintomas de Síndrome de Libertação de Citocinas (SRC) grave e de toxicidades neurológicas. As manifestações podem ser sérias e podem incluir febre, cefaleias, calafrios, hipotensão (pressão arterial baixa), convulsões, encefalopatia, confusão, desorientação, dificuldade na articulação das palavras ou na linguagem (afasia) e tremores. A sobredosagem pode também estar associada a anomalias laboratoriais, tais como a elevação das enzimas hepáticas ALT, AST e da bilirrubina total.


Quando Procurar Ajuda Urgente

As informações oficiais de prescrição determinam que os doentes ou cuidadores devem procurar ajuda médica de emergência imediatamente se surgirem quaisquer sinais ou sintomas de Síndrome de Libertação de Citocinas ou problemas neurológicos. Estas reações graves podem colocar a vida em risco ou ser fatais, exigindo intervenção profissional imediata.

Gestão e Monitorização

A gestão de uma perfusão excessiva envolve a interrupção ou descontinuação da perfusão. São aplicadas medidas de suporte, incluindo a administração de corticosteroides em casos de SRC grave. É necessária uma monitorização clínica contínua, que inclua a observação da função neurológica e a monitorização seriada dos níveis de enzimas hepáticas. Notas específicas para populações indicam que doentes idosos e pessoas com Síndrome de Down podem apresentar um risco mais elevado de determinadas toxicidades neurológicas.

Advertisements

Usos terapêuticos de Блинцито

What Blincyto Treats: Main Uses and Benefits

O Blincyto é considerado relevante para a gestão de condições associadas à leucemia linfoblástica aguda (LLA) de precursores de células B em contextos específicos de alto risco. Esta aplicação é utilizada no tratamento da LLA de células B CD19-positiva em situação de recidiva ou refratariedade, e para a gestão de quadros clínicos que envolvem a doença residual mínima (DRM).

O medicamento é habitualmente utilizado em diversas condições que apresentam episódios agudos, ajudando a abordar a persistência molecular da doença e apoiando os doentes durante períodos difíceis ao ajudar a mitigar o mal-estar. Isto é particularmente relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada, como na preparação de doentes para um transplante alogénico de células estaminais hematopoiéticas (TCEH). A sua utilização auxilia na manutenção da estabilidade funcional e apoia o bem-estar geral durante esta fase sintomática.


Facto Rápido: Alívio em Condições de Alto Risco
O Blincyto é frequentemente utilizado para ajudar a gerir o risco associado à persistência microscópica da doença (DRM) e para tratar manifestações ligadas à leucemia recidivante ou refratária, tanto em adultos como em crianças.
Advertisements

Critérios de utilização e restrições

O perfil regulamentar do Blincyto (blinatumomab) define critérios rigorosos de elegibilidade para os doentes, baseados na idade, em condições médicas pré-existentes e no estado fisiológico.

Elegibilidade

O medicamento está oficialmente aprovado para utilização em adultos e doentes pediátricos com pelo menos um mês de idade, de acordo com as suas indicações específicas.

Contraindicações e Restrições

Uma regra de não-elegibilidade absoluta é definida pela Contraindicação em doentes com hipersensibilidade conhecida ao blinatumomab ou a qualquer um dos excipientes da formulação.

A utilização é permitida, mas sob restrições condicionais, em estados clínicos específicos. Doentes com antecedentes ou presença de patologia do sistema nervoso central (SNC) clinicamente relevante requerem uma monitorização especial, incluindo o internamento hospitalar obrigatório durante os primeiros 14 dias do primeiro ciclo. Da mesma forma, doentes que apresentem uma elevada carga de doença (blastos leucémicos) devem receber o tratamento de pré-fase obrigatório antes de iniciarem a terapia.

Estado Reprodutivo e Peso

A utilização de Blincyto é proibida durante a amamentação e até 48 horas após a última dose. Devido ao risco de danos fetais, as mulheres com potencial reprodutivo devem utilizar contraceção eficaz durante todo o tratamento e durante as 48 horas seguintes à última dose. Além disso, regras baseadas no peso restringem a utilização de determinadas formulações em doentes pediátricos com peso inferior a 22 kg.

Advertisements

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do blinatumomab (Blincyto) documenta interações medicamentosas específicas que requerem uma gestão cuidadosa, categorizadas principalmente pelos seus efeitos farmacocinéticos e farmacodinâmicos.

Classificações das Principais Interações

Classificação Foco Regulamentar Oficial
Combinação Contraindicada Vacinas de vírus vivos devido ao risco de infeção.
Risco Farmacocinético Substratos das enzimas CYP450 com um intervalo terapêutico estreito.
Risco Farmacodinâmico Imunossupressão cumulativa e risco de toxicidade aditiva.

Modificação Farmacocinética e da Exposição

O início do tratamento está associado a uma supressão transitória da atividade das enzimas do Citocromo P450 (CYP) — incluindo a CYP3A4, CYP1A2 e CYP2C9 — que é mediada pela libertação de citocinas. Esta interação farmacocinética aumenta as concentrações plasmáticas e a exposição a medicamentos administrados em simultâneo que sejam substratos sensíveis destas enzimas e possuam um intervalo terapêutico estreito.

O período de maior risco está documentado durante os primeiros nove dias do primeiro ciclo e os primeiros dois dias do segundo ciclo. Exemplos de substâncias listadas que podem interagir incluem a carbamazepina, ciclosporina, fenitoína, tacrolimus e a varfarina.

Efeitos Farmacodinâmicos e Restrições

A administração concomitante com Vacinas de Vírus Vivos constitui uma restrição rigorosa que deve ser evitada. A vacinação não é recomendada durante, pelo menos, as duas semanas anteriores ao início do tratamento com blinatumomab, durante o tratamento, e até que a recuperação imunitária seja documentada após o último ciclo.

A coadministração de corticosteroides tem sido associada a um risco de pancreatite, que pode ser grave ou fatal. Recomenda-se também precaução na administração conjunta com outros imunossupressores, devido ao potencial de efeitos aditivos e ao aumento do risco de infeção. Não existem interações específicas com alimentos ou produtos à base de plantas explicitamente documentadas na rotulagem regulamentar.

Advertisements

Mecanismo de ação

Alvo Biespecífico: A Ponte Molecular

O blinatumomab funciona como uma molécula especializada de cadeia simples, designada ativador biespecífico de células T (BiTE). A sua ação fundamental consiste em atuar como uma ponte molecular, ligando-se simultaneamente ao antigénio CD19 nas células-alvo e ao recetor CD3 nas células T citotóxicas. Este evento de ligação biespecífica estabelece uma união física entre a célula T e a população de células que expressam o CD19.

Ativação de Células T Não Restrita ao MHC

Esta união física obriga a célula T a ativar a sua cascata de sinalização interna através do complexo CD3, contornando a exigência regulamentar normal do organismo para uma apresentação complexa de antigénios (ativação não restrita ao MHC). Esta ação desencadeia o rápido reforço e a expansão da população de células T, resultando na proliferação e no aumento da capacidade funcional destas células de defesa.

Cascata Citolítica e Apoptose da Célula-Alvo

Uma vez ativadas, as células T formam rapidamente uma sinapse citolítica especializada e libertam moléculas citotóxicas potentes, principalmente a Perforina e a Granzima B, diretamente na célula-alvo. A perforina cria poros, permitindo a entrada da granzima B que, por sua vez, desencadeia uma apoptose rápida (morte celular programada). A consequência fisiológica final deste mecanismo é a redução da população de células que expressam o CD19.

Advertisements

Informações sobre dosagem e administração

O blinatumomab é administrado exclusivamente através de uma perfusão intravenosa (IV) contínua, um método necessário para manter uma concentração constante da substância ativa na corrente sanguínea. O medicamento é fornecido sob a forma de um pó estéril que requer uma reconstituição profissional com água estéril e uma subsequente diluição com um estabilizador específico e solução salina antes da perfusão. Existem restrições procedimentais rigorosas, como a regra de que a linha intravenosa não deve ser lavada (não deve ser submetida a "flushing"), as quais são obrigatórias para evitar a administração acidental de uma dose excessiva.

A administração segue um esquema cíclico altamente estruturado. Um ciclo de tratamento padrão consiste em 28 dias de perfusão contínua, seguidos de um intervalo de 14 dias sem tratamento. A duração total da terapia é definida por um número máximo específico de ciclos, que varia consoante a indicação, como, por exemplo, até quatro ciclos para a doença residual mínima (DRM) ou até nove ciclos para a LLA de células B recidivante ou refratária.

A dosagem é padronizada e depende do peso do doente. Indivíduos com peso igual ou superior a 45 kg recebem uma dose diária fixa, enquanto aqueles com menos de 45 kg recebem uma dose calculada com base na sua Área de Superfície Corporal (ASC), respeitando os limites máximos definidos. Adicionalmente, a pré-medicação com corticosteroides é uma etapa obrigatória antes do início de cada ciclo, e as instruções oficiais recomendam que o início do primeiro ciclo ocorra em ambiente hospitalar sob supervisão. Se uma perfusão for interrompida por mais de 7 dias, o ciclo de tratamento completo deve ser oficialmente reiniciado.

Advertisements

Evidência clínica recente

Blinatumomab: Evidência Clínica Recente

Os ensaios clínicos avaliaram o blinatumomab (Blincyto) em diferentes fases do tratamento da Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) de precursores de células B, incluindo a doença recidivante ou refratária (R/R), a LLA com Doença Residual Mensurável (DRM) positiva e como parte da terapia de consolidação.

Eficácia na Terapia de Consolidação

Estudos fundamentais focaram-se na utilização do blinatumomab durante a fase de consolidação da quimioterapia para a LLA de células B com cromossoma Filadélfia negativo:

  • Adultos (Estudo E1910): A adição de blinatumomab à quimioterapia de consolidação multifásica foi associada a uma melhoria na Sobrevivência Global (SG) em comparação com a quimioterapia isolada em doentes adultos. As taxas estimadas de SG aos cinco anos foram de aproximadamente 82% no grupo do blinatumomab versus 63% no grupo que recebeu apenas quimioterapia. Este benefício foi observado em doentes que apresentavam DRM negativa após a terapia de indução inicial.
  • Crianças (Estudo AALL1731): Em doentes pediátricos com diagnóstico recente de LLA de células B de risco padrão, a incorporação de blinatumomab no regime de consolidação associou-se a uma melhoria na Sobrevivência Livre de Doença (SLD). As taxas de SLD aos três anos foram de aproximadamente 96% no grupo do blinatumomab face a 88% no grupo submetido apenas a quimioterapia.

Doença Residual Mensurável (DRM)

A investigação abordou especificamente doentes em remissão completa, mas com DRM detetável. Um estudo que envolveu adultos com LLA de células B DRM-positiva demonstrou que uma percentagem significativa de doentes alcançou uma resposta DRM-negativa (ausência de células cancerígenas detetáveis) após um ciclo de tratamento com blinatumomab. A obtenção de um estado de DRM negativa foi associada a uma melhoria na sobrevivência livre de recidiva (SLR).


Considerações de Segurança

Os ensaios clínicos destacam considerações de segurança fundamentais, incluindo a Síndrome de Libertação de Citocinas (SRC) e toxicidades neurológicas. Estes eventos são frequentemente controláveis através da interrupção do tratamento e de cuidados de suporte padrão, mas exigem uma monitorização rigorosa, especialmente durante os primeiros dias de tratamento. Os eventos adversos comuns comunicados nos estudos incluem febre, cefaleias e reações relacionadas com a perfusão. O risco de infeções graves também foi avaliado, tendo sido registado em aproximadamente 25% dos doentes nos ensaios clínicos.

Advertisements

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre Blincyto (FAQ)


P: O que indicam os estudos clínicos sobre o tempo necessário para se observar uma resposta ao Blincyto?

R: Os estudos clínicos analisaram a rapidez de ação do Blincyto através da medição de resultados como o estado da Doença Residual Mensurável (DRM). Os dados oficiais dos ensaios indicam que, em doentes adultos com DRM positiva, uma percentagem significativa alcançou um estado de DRM negativa (ausência de células cancerígenas detetáveis) após a conclusão de um ciclo de tratamento. As melhorias nos resultados a longo prazo, como a sobrevivência global, são descritas em relação à conclusão do curso terapêutico prescrito.

P: Qual é a duração total do processo de tratamento com Blincyto?

R: A duração total do tratamento com Blincyto é determinada pela indicação específica da doença e pode variar. De acordo com as informações oficiais do produto, um ciclo de tratamento padrão envolve 28 dias de perfusão contínua, seguidos de um intervalo de 14 dias. O curso completo de terapia para a leucemia linfoblástica aguda (LLA) de células B recidivante ou refratária, por exemplo, pode envolver até nove ciclos no total.

P: O que deve um doente saber se sentir tonturas ou confusão durante o tratamento?

R: O Blincyto foi associado ao risco de eventos neurológicos, que podem incluir sintomas como confusão ou tonturas. Os materiais oficiais de aconselhamento ao doente recomendam o contacto com um profissional de saúde ou a procura de ajuda de emergência imediatamente caso estes sintomas ocorram. Esta informação está detalhada nas instruções de segurança para a gestão de riscos potenciais.

P: Qual é o risco de o cancro regressar após o tratamento com Blincyto?

R: Os estudos clínicos oficiais descrevem os resultados em termos de taxas de Sobrevivência Livre de Recidiva (SLR) e Sobrevivência Global (SG) para diferentes grupos de doentes. A evidência indica que alcançar um estado de Doença Residual Mensurável (DRM) negativa após o tratamento está associado a uma melhoria na SLR nas populações de doentes estudadas.

P: Existem limitações nas atividades diárias durante o período de perfusão?

R: As informações oficiais de segurança incluem uma advertência específica relativa às atividades diárias. Devido ao risco documentado de eventos neurológicos, os doentes são aconselhados a não realizar atividades que exijam atenção e coordenação, como conduzir veículos ou operar maquinaria pesada, enquanto estiverem a receber Blincyto.

P: O Blincyto aumenta a probabilidade de os doentes contraírem infeções?

R: Infeções graves, incluindo casos fatais ou que colocam a vida em risco, estão documentadas como possíveis reações adversas nos estudos clínicos com Blincyto. Devido a este risco, os documentos regulamentares oficiais enfatizam a necessidade de uma monitorização rigorosa de quaisquer sinais ou sintomas de infeção durante todo o período de tratamento.

P: O que acontece se uma pessoa com potencial reprodutivo engravidar enquanto está a tomar Blincyto?

R: A informação regulamentar oficial indica que o Blincyto pode causar danos fetais, com base no seu mecanismo de ação. Devido a este risco, as informações oficiais do produto estabelecem que as mulheres com potencial reprodutivo devem utilizar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento e por um período de tempo específico após a dose final.

P: Os homens podem ser pais enquanto estão a receber Blincyto?

R: Estudos não clínicos (em animais) descreveram efeitos potenciais na fertilidade masculina. Embora existam dados limitados sobre o efeito do blinatumomab na fertilidade masculina humana, os documentos oficiais referem que os doentes devem ser aconselhados sobre o risco potencial para a fertilidade.

P: A bomba de perfusão contínua é portátil?

R: As instruções de preparação na rotulagem oficial incluem orientações específicas para a utilização de uma bomba de perfusão ambulatória. Este tipo de bomba foi concebido para ser portátil, permitindo aos doentes alguma mobilidade durante os períodos de perfusão contínua do seu tratamento.

P: O Blincyto pode ser utilizado para a leucemia mieloide aguda (LMA)?

R: Não. O medicamento está oficialmente aprovado e indicado apenas para o tratamento de tipos específicos de leucemia linfoblástica aguda (LLA) de precursores de células B em adultos e crianças. Não está aprovado para utilização em doentes com leucemia mieloide aguda (LMA).

P: Que tipo de médico se especializa na administração de Blincyto?

R: De acordo com as informações oficiais de prescrição, o tratamento com Blincyto deve ser iniciado e supervisionado por um médico com experiência na gestão de doentes com neoplasias hematológicas (cancros do sangue). Isto garante a administração adequada e a gestão de potenciais efeitos.

P: O que distingue o Blincyto de outros anticorpos monoclonais?

R: O Blincyto é oficialmente classificado como um Acoplador de Células T Bispecífico (BiTE), o que o distingue dos anticorpos monoclonais convencionais. Esta proteína modificada liga-se simultaneamente a dois alvos diferentes — uma célula T do sistema imunitário e a proteína CD19 na célula cancerígena — formando uma "ponte molecular".

P: O Blincyto causa queda de cabelo como a quimioterapia tradicional?

R: A queda de cabelo, ou alopecia, não consta na lista de reações adversas muito comuns ou comuns documentadas nas informações oficiais de prescrição regulamentar do Blincyto.

P: Como funciona o Blincyto de uma forma geral?

R: O Blincyto atua como uma ponte molecular. Liga as células T do sistema imunitário do doente diretamente às células cancerígenas específicas que transportam a proteína CD19. Esta ação de ligação dupla ativa as células T para atingirem e eliminarem especificamente as células malignas.

P: É seguro tomar a vacina da gripe ou outras vacinas enquanto se toma Blincyto?

R: A documentação oficial aconselha que a vacinação com vacinas de vírus vivos não é recomendada durante um período específico antes, durante e após o tratamento com Blincyto. Os documentos regulamentares restringem o uso de vacinas de vírus vivos; as informações oficiais do produto não contêm recomendações específicas relativamente a todos os outros tipos de vacinas.

P: Quais são os sinais de que o Blincyto está a funcionar?

R: A eficácia do Blincyto é medida principalmente em ensaios clínicos através do alcance de resultados clínicos fundamentais. Estes resultados incluem atingir um estado de DRM negativa (ausência de células cancerígenas detetáveis) e demonstrar melhoria em medidas a longo prazo, como a Sobrevivência Global e a Sobrevivência Livre de Recidiva.

P: É necessário permanecer perto do hospital durante os ciclos de tratamento?

R: As instruções oficiais recomendam o internamento hospitalar durante um número específico de dias no início do primeiro e segundo ciclos para monitorização rigorosa. Para o início dos ciclos seguintes, ou caso o tratamento seja reiniciado, recomenda-se a supervisão por um profissional de saúde ou o internamento hospitalar.

P: O Blincyto pode ser utilizado após um transplante de células estaminais?

R: Os ensaios clínicos e as indicações regulamentares referem que o Blincyto pode ser utilizado em doentes pediátricos cuja doença tenha reaparecido após terem recebido um transplante de células estaminais hematopoiéticas (TCEH) alogénico prévio.

P: Qual é a taxa de sucesso do Blincyto nos ensaios clínicos?

R: Os estudos clínicos citam resultados específicos para descrever a eficácia. Por exemplo, um ensaio clínico registou uma taxa de Sobrevivência Global (SG) de aproximadamente 82% aos cinco anos num grupo específico de doentes adultos, e uma elevada percentagem de doentes alcançou um estado de DRM negativa em ensaios de DRM positiva.

P: Porque é que é importante monitorizar as enzimas hepáticas durante a terapia com Blincyto?

R: A monitorização é necessária porque os documentos regulamentares oficiais listam as enzimas hepáticas elevadas (anomalias nos testes sanguíneos hepáticos) como uma reação adversa documentada em ensaios clínicos. Por este motivo, os testes laboratoriais para verificar a função hepática são requisitos regulamentares antes e durante o tratamento, uma vez que elevações graves podem resultar num ajuste da dose.

Advertisements

Como Блинцито deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar BLINCYTO (blinatumomab)

A conservação e a eliminação do BLINCYTO devem seguir rigorosamente os requisitos regulamentares, uma vez que o medicamento está classificado como um agente antineoplásico.

Condições Oficiais de Conservação

Frascos fechados: Devem ser conservados na cartonagem original, protegidos da luz, e mantidos no frigorífico a uma temperatura entre 2°C e 8°C. Não congele o produto. A conservação temporária a uma temperatura ambiente controlada (23°C a 27°C) está limitada a um máximo de 8 horas.

Solução preparada: O tempo total combinado de conservação e de perfusão da solução diluída não deve exceder as 96 horas à temperatura ambiente (abaixo de 25°C) ou os 10 dias sob refrigeração.

Manuseamento e Eliminação

O BLINCYTO deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças e dos animais de estimação.

A eliminação de qualquer produto não utilizado ou fora do prazo de validade, bem como de todos os materiais relacionados, deve cumprir os procedimentos locais estabelecidos para o manuseamento e a eliminação adequada de resíduos antineoplásicos (perigosos).

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Блинцито encontrado em:

ÍNDICE A-Z: