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Bioclavid

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Bioclavid

Identidade como Co-amoxiclav e Propriedades Principais

O Bioclavid é um medicamento sujeito a receita médica, classificado como um agente anti-infecioso combinado, utilizado no combate a infeções bacterianas. Este fármaco pertence à subclasse mais ampla dos antibióticos beta-lactâmicos e é definido como uma combinação de dose fixa. É reconhecido internacionalmente pela sua Denominação Comum Internacional (DCI) como Co-amoxiclav. A formulação é clinicamente reconhecida por manter a eficácia contra estirpes bacterianas resistentes, um facto fundamentado por extensos estudos farmacológicos.

Composição e Ação Sinérgica

O Bioclavid contém duas substâncias ativas essenciais: a amoxicilina, um antibiótico semissintético, e o ácido clavulânico, um inibidor das beta-lactamases, geralmente presente sob a forma de clavulanato de potássio. A amoxicilina exerce a ação bactericida principal ao interromper a formação da parede celular bacteriana. O papel vital do segundo componente consiste em neutralizar a enzima de defesa bacteriana que, de outra forma, degradaria a amoxicilina, proporcionando assim um efeito sinérgico.

Esta combinação é classificada como um antibacteriano de largo uso para utilização sistémica. Isto confirma a relevância do medicamento no tratamento de infeções em todo o organismo, superando a resistência bacteriana. O Bioclavid é disponibilizado em diversas preparações farmacêuticas, estando principalmente disponível em formas de dosagem oral e formas de dosagem parentérica para utilização intravenosa (IV). A forma em suspensão oral apresenta frequentemente um aroma de fruta característico para melhorar a palatabilidade em grupos específicos de doentes.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Bioclavid?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O Bioclavid (Co-amoxiclav) possui um perfil de segurança documentado oficialmente, categorizado pela frequência e pelos sistemas do organismo afetados, com base em relatórios regulamentares. As reações adversas observadas com maior frequência afetam o sistema gastrointestinal.


Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos adversos são agrupados de acordo com a frequência esperada da sua ocorrência, seguindo as normas regulamentares:

Classificação Exemplos de Efeitos Documentados
Muito Frequentes Diarreia
Frequentes Candidíase mucocutânea, Náuseas, Vómitos
Pouco Frequentes Tonturas, Cefaleia, Dor abdominal, Erupção cutânea, Elevação das enzimas hepáticas (AST/ALT)
Raros Leucopenia reversível, Trombocitopenia, Eritema multiforme

Reações Adversas Graves e Preocupações Sistémicas

Os documentos regulamentares destacam reações adversas raras mas graves que envolvem múltiplos sistemas de órgãos. Estas incluem reações de hipersensibilidade potencialmente fatais (anafilaxia) e reações adversas cutâneas graves (SCARs), tais como a síndrome de Stevens-Johnson e a necrólise epidérmica tóxica. Foi reportada disfunção grave do sistema hepatobiliar, incluindo hepatite e icterícia colestática, por vezes semanas após a interrupção do tratamento. Outras preocupações incluem a colite associada a antibióticos e convulsões, sendo estas últimas mais prováveis em doentes com função renal comprometida.

Restrições de Segurança e Populações Especiais

As informações oficiais de rotulagem contraindicam o uso deste medicamento em indivíduos com antecedentes de hipersensibilidade imediata grave a qualquer agente beta-lactâmico (por exemplo, penicilinas) ou com antecedentes prévios de icterícia colestática ou disfunção hepática associada ao Co-amoxiclav. Os eventos hepáticos são reportados predominantemente em homens e doentes idosos.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Se tiver sido tomada uma dose de Bioclavid superior à recomendada, deve procurar-se assistência médica imediata. A sobredosagem pode manifestar-se principalmente através de sintomas gastrointestinais significativos, incluindo vómitos, diarreia e dor abdominal, que frequentemente levam a um desequilíbrio hídrico e eletrolítico.

Manifestações de Sobredosagem e Fatores de Risco

Sistema Afetado Sintomas de Sobredosagem Documentados
Gastrointestinal Dor abdominal, vómitos e diarreia
Renal/Urinário Cristalúria por amoxicilina (pode levar a insuficiência renal), diminuição da micção, sangue na urina
Sistema Nervoso Central Convulsões (particularmente com doses elevadas ou em doentes com função renal comprometida)

Quando Procurar Ajuda de Emergência

No caso de suspeita de sobredosagem ou se surgirem sintomas como mal-estar gastrointestinal grave, redução do volume de urina ou convulsões, deve contactar-se um centro de informação antivenenos ou procurar ajuda médica de emergência de imediato. O tratamento para uma sobredosagem é sintomático, focando-se na gestão do equilíbrio de água e eletrólitos. Para exposições a doses elevadas, a manutenção de uma ingestão adequada de líquidos e da eliminação urinária é essencial para prevenir a cristalúria. Se necessário, as substâncias ativas podem ser removidas da corrente sanguínea através de hemodiálise.

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Usos terapêuticos de Bioclavid

O que o Bioclavid trata: Principais Usos e Benefícios

O Bioclavid (Co-amoxiclav) é um agente anti-infecioso habitualmente utilizado para ajudar a gerir infeções bacterianas em situações onde a infeção é causada por bactérias resistentes. O seu benefício terapêutico central é tratar infeções provocadas por bactérias resistentes para apoiar a gestão da condição subjacente e, de um modo geral, aliviar a carga sintomática. As suas utilizações estabelecidas são consideradas relevantes em múltiplos domínios terapêuticos para doentes adultos e pediátricos.


O medicamento é geralmente aplicado em diversas condições que se apresentam com episódios agudos, incluindo sinusite bacteriana aguda, otite média, pneumonia adquirida na comunidade e pielonefrite complicada. É também relevante para a gestão de celulite, abcessos e infeções após mordeduras de animais. O seu uso principal ocorre quando grupos de sintomas, tais como febre, dor localizada e dificuldade respiratória, se tornam intensos ou perturbadores.

“Esta ação de suporte auxilia na manutenção da estabilidade funcional ao aliviar o mal-estar e ao contribuir para um maior conforto durante períodos de exacerbação dos sintomas.”

Facto Rápido: Alívio de Sintomas Inflamatórios

O Bioclavid é utilizado quando os sintomas se relacionam com estados inflamatórios ou irritativos ligados à infeção bacteriana, sendo relevante para atenuar o desconforto associado ao inchaço e à vermelhidão nos tecidos afetados.


A sua utilização nestas fases desafiantes é considerada pertinente para apoiar os esforços do organismo na gestão da infeção, o que é aplicável em contextos que envolvam uma elevada carga sistémica.

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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Bioclavid?

A elegibilidade para o uso de Bioclavid (Amoxicilina/Ácido clavulânico) é estritamente regulada pelas normas oficiais, que definem tanto as populações autorizadas como aquelas para as quais o medicamento é contraindicado ou restrito.

Classificação População/Condição Estado de Elegibilidade
Contraindicações Absolutas Antecedentes de hipersensibilidade (alergia) a penicilinas ou outros beta-lactâmicos Não Pode Utilizar
Antecedentes de icterícia colestática ou disfunção hepática causada pelo uso anterior de amoxicilina/ácido clavulânico Não Pode Utilizar
Uso Condicional / Restrito Doentes com insuficiência renal grave (tipicamente ClCr < 30 ml/min) Uso Restrito (Contraindicado para formas de dose elevada ou libertação prolongada)
Doentes com insuficiência hepática (problemas no fígado) Utilizar com Cuidado (Requer monitorização)
Doentes com mononucleose infeciosa Não Recomendado
Grupos Etários Adultos, idosos e doentes pediátricos com idade superior ou igual a 3 meses Geralmente Elegível (com ajuste de dose para a função renal ou baixo peso corporal)
Gravidez Primeiro Trimestre de Gestação Evitar o Uso (A menos que seja considerado essencial)
Amamentação Mulheres a amamentar Permitido (Utilizar com cuidado)

O perfil oficial de elegibilidade é estruturado com base no estado alérgico do doente e na função dos seus órgãos. A não elegibilidade absoluta é confirmada para indivíduos com alergia à penicilina ou com lesão hepática prévia associada ao fármaco. Limitações funcionais, tais como a insuficiência renal ou hepática, estabelecem um uso condicional que exige monitorização regulamentar oficial ou modificação da dose. Esta estrutura garante a adesão às normas de segurança definidas pelas autoridades reguladoras governamentais.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve os padrões de interação documentados para o Bioclavid (Amoxicilina/Ácido clavulânico), com base nas informações oficiais de prescrição regulamentares.

Interações Farmacocinéticas e de Depuração

A coadministração com o probenecide resulta em níveis sanguíneos aumentados e prolongados do componente amoxicilina. Isto deve-se ao facto de o probenecide reduzir a secreção tubular renal da amoxicilina, o que constitui um tipo específico de modificação da depuração renal.

Interações Farmacodinâmicas e de Risco

A combinação com anticoagulantes orais (como a varfarina) pode potenciar o seu efeito, levando a um possível prolongamento do tempo de protrombina (INR), o que requer uma monitorização adequada. Adicionalmente, as penicilinas, como a amoxicilina, podem reduzir a excreção do metotrexato, resultando num potencial aumento da toxicidade deste último. O uso concomitante com o alopurinol está associado a uma maior probabilidade de desenvolvimento de reações cutâneas alérgicas. O Bioclavid pode também reduzir a eficácia de certos contracetivos orais.

Restrições de Administração e Formulação

A absorção do medicamento é influenciada pelos alimentos; a sua toma ao início de uma refeição ligeira aumenta a absorção do componente ácido clavulânico. O uso de certas formulações de libertação prolongada não intercambiáveis não é recomendado em doentes com insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 30 ml/min). O uso de medicamentos antiperistálticos está contraindicado caso o doente desenvolva colite associada a antibióticos durante a terapêutica.

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Mecanismo de ação

Como funciona o Bioclavid: Mecanismo de Ação


Bloqueio da Construção da Parede Celular Bacteriana

Este mecanismo descreve a ação farmacodinâmica da amoxicilina, que funciona como um inibidor irreversível das Proteínas de Ligação à Penicilina (PBPs) bacterianas. Estas enzimas são transpeptidases fundamentais para a fase final de formação das ligações cruzadas na síntese da parede celular de peptidoglicano. A ligação covalente da amoxicilina às PBPs impede estas ligações, comprometendo a integridade estrutural da bactéria. A consequente perda de resistência da parede celular leva à ativação de enzimas autolíticas bacterianas, o que desencadeia a rutura da célula (lise) e o subsequente efeito bactericida.

Superação da Resistência Enzimática

Este domínio descreve o papel do ácido clavulânico, que tem como alvo as enzimas beta-lactamases bacterianas. O ácido clavulânico atua como um inibidor suicida, ligando-se irreversivelmente ao local ativo da beta-lactamase, impedindo assim a degradação enzimática da amoxicilina. Este mecanismo de proteção permite que a amoxicilina mantenha a sua ação inibidora sobre as PBPs, tanto em estirpes bacterianas não resistentes como em estirpes produtoras de beta-lactamases.

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Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Bioclavid

O Bioclavid (Co-amoxiclav) é um agente anti-infecioso de combinação administrado por via oral ou intravenosa (IV), dependendo da gravidade da infeção e do estado do doente. O medicamento é fornecido em diversas formas farmacêuticas, incluindo comprimidos revestidos por película, pó para suspensão oral e pó para injeção. As informações de prescrição definem como o medicamento é tomado, focando-se estritamente em princípios de administração normalizados.


Diretrizes Oficiais de Administração

A administração de Bioclavid deve ocorrer ao início de uma refeição para todas as formas orais, de modo a otimizar a absorção do ácido clavulânico e a minimizar a potencial intolerância gastrointestinal. O esquema posológico está estruturado como um regime de doses divididas, exigindo habitualmente a administração duas vezes ao dia (a cada 12 horas) para comprimidos de maior dosagem (por exemplo, 875 mg/125 mg) ou três vezes ao dia (a cada 8 horas) para comprimidos padrão (por exemplo, 500 mg/125 mg).


Requisitos de Procedimento e Duração

A duração do tratamento varia tipicamente entre 7 a 14 dias, não devendo exceder os 14 dias sem uma revisão clínica formal. Formulações específicas possuem regras de manuseamento distintas: os comprimidos de libertação prolongada devem ser engolidos inteiros e não podem ser esmagados, e o pó para suspensão oral deve ser reconstituído com água e agitado antes de cada utilização. Para doentes com insuficiência renal grave documentada (declínio da função renal), as instruções oficiais estabelecem uma redução da dose ou um prolongamento do intervalo entre doses para prevenir a acumulação do fármaco no organismo. Geralmente, não é necessário ajuste de dose para idosos apenas com base na idade, desde que a função renal seja normal. Se uma dose for esquecida, as orientações regulamentares aconselham a sua toma assim que for lembrada, a menos que a próxima dose agendada esteja iminente, caso em que a dose esquecida deve ser saltada para evitar duplicar a quantidade diária.

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Evidência clínica recente

Bioclavid: Evidência Clínica Recente

Evidência Científica para Infeções das Vias Respiratórias Inferiores (IVRI)

O Bioclavid foi estudado quanto à sua aplicação no tratamento de infeções respiratórias inferiores, como a pneumonia adquirida na comunidade, tanto em doentes adultos como pediátricos. A investigação envolve ensaios clínicos aleatorizados e controlados (ECAC) que monitorizaram o estado clínico, o estado bacteriológico e a evolução dos sintomas. Algumas meta-análises observaram que os dados agregados não descreveram consistentemente um padrão clínico diferente quando comparados com o tratamento apenas com amoxicilina para condições como a pneumonia adquirida na comunidade. A base de evidência é limitada no que diz respeito aos resultados a longo prazo após a recuperação.

Evidência para Infeções Agudas do Ouvido, Nariz e Garganta (AENT)

A investigação relativa à otite média aguda (OMA) e à sinusite bacteriana aguda provém de ensaios aleatorizados e controlados de curto prazo, realizados em grupos etários específicos. A investigação explorou resultados como a resolução de sinais relacionados com a infeção e alterações sintomáticas específicas. Os resultados indicam que os estudos descrevem melhorias nos sintomas e sinais clínicos; no entanto, os períodos de acompanhamento foram limitados e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para a OMA.

Estudos sobre Infeções da Pele, Tecidos Moles e Trato Urinário

Ensaios clínicos aleatorizados e controlados monitorizaram o estado clínico e microbiológico em infeções da pele e tecidos moles (IPTM) e infeções do trato urinário (ITU) em diversas populações de doentes adultos e pediátricos. Nas IPTM, os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, que eram altamente heterogéneas. No caso das ITU, algumas revisões sistemáticas descrevem padrões em que os resultados observados para ITUs inferiores não complicadas diferiram quando comparados com certas outras classes de antibióticos. Os resultados a longo prazo relativos à prevenção de recorrências não estão totalmente estabelecidos.

Lacunas na Evidência e Incertezas Remanescentes

Foram realizados ensaios clínicos específicos em doentes pediátricos para medir resultados a curto prazo. No entanto, os dados para certos grupos permanecem insuficientes, como no caso de lactentes muito jovens. As principais limitações da investigação incluem a variabilidade entre os estudos e o facto de o tamanho das amostras ser modesto em algumas análises de subgrupos. Escasseia evidência comparativa que demonstre definitivamente um padrão clínico distinto quando comparado com antibióticos mais simples para todas as indicações aprovadas.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Bioclavid (FAQ)

P: Quais são as principais condições que o Bioclavid está aprovado para tratar?

De acordo com os documentos regulamentares oficiais, o Bioclavid é indicado para o tratamento de infeções específicas causadas por bactérias suscetíveis. Estas incluem tipicamente certas infeções do ouvido, nariz e garganta, infeções do trato respiratório inferior, infeções da pele e tecidos moles, e infeções do trato urinário. Esta utilização é definida com base na descrição oficial do papel aprovado do medicamento contra estes tipos de bactérias.

P: Por que razão o Bioclavid é por vezes prescrito em vez de outros antibióticos?

O Bioclavid contém duas substâncias ativas: um antibiótico (amoxicilina) e o ácido clavulânico, que atua como um inibidor das beta-lactamases. Este inibidor protege a amoxicilina de ser decomposta por enzimas de resistência produzidas por algumas bactérias. A informação oficial indica que este mecanismo de proteção permite que o medicamento combata infeções que poderiam não responder apenas à amoxicilina.

P: Existem restrições alimentares que deva conhecer ao tomar Bioclavid?

A principal restrição referida nos avisos regulamentares refere-se a doentes com fenilcetonúria (PKU). Isto deve-se ao facto de as formas de suspensão oral e comprimidos mastigáveis conterem aspartame, que é uma fonte de fenilalanina. Para todos os doentes, os documentos oficiais declaram que o medicamento deve ser tomado ao início de uma refeição para ajudar a reduzir a probabilidade de desconforto gástrico.

P: O Bioclavid tem de ser conservado no frigorífico?

Os requisitos oficiais de conservação diferem consoante a formulação. Os comprimidos devem, geralmente, ser guardados à temperatura ambiente e protegidos da humidade. Contudo, a suspensão líquida deve ser guardada no frigorífico (entre 2°C a 8°C) após ter sido preparada para utilização.

P: Por que razão um médico poderá interromper a prescrição de Bioclavid?

Os avisos oficiais descrevem condições sob as quais o medicamento deve ser interrompido imediatamente, tais como se surgirem sinais de uma reação alérgica grave ou sintomas relacionados com problemas no fígado (disfunção hepática). Estes são eventos raros mas graves que podem exigir a interrupção da medicação.

P: O Bioclavid é o mesmo ou semelhante a outros nomes comerciais?

Bioclavid é o nome comercial de um medicamento de associação. As substâncias ativas são a amoxicilina e o clavulanato de potássio, que juntos são conhecidos internacionalmente pela denominação comum de Co-amoxiclav. Esta composição define a sua identidade, independentemente da comparação com outras marcas.

P: O Bioclavid pode causar tonturas ou afetar a condução?

A informação oficial do produto lista reações adversas como tonturas e dores de cabeça. A informação oficial indica que, caso estes efeitos sejam sentidos, a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas pode potencialmente ser afetada.

P: O Bioclavid está associado a efeitos na saúde a longo prazo conhecidos?

A maioria dos efeitos adversos ocorre durante ou pouco depois do tratamento. No entanto, os avisos regulamentares referem que problemas graves, como disfunção hepática ou diarreia associada a Clostridioides difficile, foram relatados até dois meses após a interrupção do tratamento com o medicamento.

P: O Bioclavid pode ser esmagado ou mastigado?

Isto depende da formulação específica. As instruções regulamentares descrevem que os comprimidos de libertação prolongada devem ser engolidos inteiros e não devem ser esmagados nem mastigados. Outros tipos de comprimidos ou formas podem ter diretrizes de administração diferentes.

P: Quais são os sinais comuns de uma reação alérgica ao Bioclavid?

A informação oficial de segurança refere que os sinais de uma reação alérgica imediata podem incluir urticária, comichão e inchaço da face, lábios ou língua. No caso de reações mais graves, como dificuldade respiratória ou inchaço da garganta, os avisos oficiais descrevem a necessidade de assistência médica de emergência imediata.

P: O que significa quando o Bioclavid é descrito como um medicamento de "largo espetro"?

A associação é descrita nos textos regulamentares como possuindo as propriedades de um antibiótico de largo espetro. Isto significa que, devido à ação protetora do componente ácido clavulânico, o medicamento pode combater uma gama mais ampla de bactérias do que o componente antibiótico (amoxicilina) conseguiria isoladamente.

P: O Bioclavid pode afetar o meu horário de sono?

A perturbação do sono não está listada como um efeito adverso comum nos documentos regulamentares oficiais. No entanto, a sonolência foi observada como um sintoma associado a uma sobredosagem do medicamento.

P: O Bioclavid interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno ou o paracetamol?

Nem o ibuprofeno nem o paracetamol estão listados como tendo uma interação medicamentosa direta nas rotulagens oficiais. Contudo, os documentos regulamentares avisam que os AINEs, que incluem o ibuprofeno, podem aumentar o risco de hemorragia quando combinados com este medicamento em doentes que também estejam a tomar um anticoagulante.

P: O Bioclavid interage com o álcool?

A informação oficial do produto não lista uma interação química específica entre o medicamento e o álcool. No entanto, o consumo de álcool pode agravar efeitos secundários gastrointestinais comuns, como náuseas e diarreia, que já estão associados ao medicamento.

P: O que devo fazer se tomar acidentalmente mais Bioclavid do que o pretendido?

A informação regulamentar oficial indica que os sintomas de uma sobredosagem podem incluir dor de estômago, diarreia e diminuição da micção. A informação oficial indica que, se forem sentidos sintomas de sobredosagem, é descrita a necessidade de assistência médica de emergência.

P: Onde posso encontrar informações oficiais ou estudos clínicos sobre o Bioclavid?

A informação regulamentar oficial pode ser acedida através de bases de dados governamentais. Exemplos incluem o Infarmed em Portugal, ou o Resumo das Características do Medicamento (RCM) fornecido pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

P: Qual é a diferença entre o Bioclavid e uma versão genérica do fármaco?

De acordo com as normas regulamentares, as versões genéricas deste medicamento devem conter exatamente as mesmas substâncias ativas (amoxicilina e clavulanato de potássio) que o produto de marca. Devem também cumprir os mesmos padrões de bioequivalência para demonstrar equivalência terapêutica.

P: O Bioclavid tem prazo de validade?

Sim, todos os produtos medicinais, incluindo o Bioclavid, devem obrigatoriamente ter um prazo de validade impresso na embalagem por exigência dos organismos reguladores. Esta data ajuda a confirmar a estabilidade, potência e eficácia das substâncias ativas quando conservadas corretamente.

P: O Bioclavid pode afetar os níveis de açúcar no sangue?

Os avisos regulamentares declaram que, em doentes com diabetes, a utilização deste medicamento pode causar um resultado falso-positivo nos testes de açúcar na urina. Esta é uma consideração importante para doentes que monitorizam o seu açúcar no sangue.

P: Por que razão é importante a consistência na toma do Bioclavid?

Os princípios oficiais de administração enfatizam a importância de manter um regime consistente de doses divididas (por exemplo, de 8 em 8 ou 12 em 12 horas). Esta consistência é descrita como importante para manter a concentração do medicamento no sangue ao nível necessário para o tratamento eficaz da infeção bacteriana.

P: Qual é o papel dos ingredientes inativos no Bioclavid?

Os ingredientes inativos são substâncias incluídas no produto final que não têm efeito terapêutico. Os documentos regulamentares descrevem o seu propósito como sendo necessários para a estabilidade, fabrico, aparência ou características como o sabor e o revestimento do produto.

P: O Bioclavid tem um aviso de "caixa preta" da FDA?

O medicamento não possui um "Aviso de Caixa Preta" (formalmente conhecido como Boxed Warning) da FDA. No entanto, a rotulagem oficial contém avisos proeminentes para riscos graves, incluindo reações de hipersensibilidade severas e disfunção hepática.

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Como Bioclavid deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação, Estabilidade e Eliminação

Os requisitos de conservação e estabilidade do Bioclavid (Amoxicilina/Ácido Clavulânico) estão estritamente definidos no texto regulamentar da rotulagem para garantir a integridade do produto. O produto final, como os comprimidos, deve ser conservado a uma temperatura inferior a 30°C e protegido da humidade, devendo ser mantido na embalagem de origem devidamente fechada.

Estabilidade e Manuseamento

Condição Requisito (Rotulagem Oficial)
Temperatura Conservar abaixo de 30°C; não congelar (em certas formas farmacêuticas).
Proteção Manter na embalagem de origem; proteger da humidade e da luz intensa.
Estabilidade em Uso A solução intravenosa (IV) reconstituída permanece estável por 60 minutos à temperatura ambiente, ou até 8 horas se refrigerada (2°C a 8°C) e protegida da luz.

Eliminação

O Bioclavid utilizado ou fora de prazo, bem como a respetiva embalagem, devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais e nacionais de gestão de resíduos sólidos. Deve evitar-se o derrame ou a libertação do fármaco no meio ambiente; quaisquer águas de lavagem contaminadas devem ser retidas e eliminadas de forma adequada.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Bioclavid encontrado em:

ÍNDICE A-Z: