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Betacar

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Betacar

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Betacar

Propriedade Descrição
Princípio ativo Atenolol
Forma Comprimido oral
Classe farmacológica Antagonista dos Recetores Beta-Adrenérgicos (beta-bloqueador)
Objetivo geral Suporte cardiovascular e regulação da pressão sistémica
Origem Composto químico sintético

O Betacar é um medicamento de venda exclusiva sob receita médica, de origem sintética e composto por um único princípio ativo: a substância Atenolol. Este fármaco é classificado precisamente como um Antagonista dos Recetores Beta-Adrenérgicos, sendo mais comummente designado como beta-bloqueador.

Apresentado sob a forma de comprimido para administração oral, o Betacar pertence a uma classe principal de agentes cardiovasculares. A classificação do Atenolol como um antagonista beta1-adrenérgico seletivo de segunda geração é reconhecida clinicamente por importantes instituições de saúde e encontra-se documentada em bases de dados químicos de autoridade. Isto significa que a ação principal do fármaco se foca nos recetores do coração. A estrutura química do Atenolol, documentada sob a sua Denominação Comum Internacional (DCI), confirma a origem sintética do fármaco e a sua composição de composto único.


O Objetivo Geral deste Agente Cardioseletivo

O objetivo geral do Betacar é apoiar a função cardiovascular global através da estabilização da atividade cardíaca e da regulação da pressão sistémica. Isto é alcançado porque o Atenolol atua como um agente cardioseletivo, o que significa que tem como alvo principal os recetores beta1 encontrados predominantemente no músculo cardíaco.

Esta cardioseletividade funcional é um fator diferenciador, definindo o papel terapêutico global do fármaco ao focar o seu efeito na capacidade de bombeamento e na atividade elétrica do coração. Estudos farmacológicos têm apoiado consistentemente a eficácia do Atenolol em contextos onde é necessário um débito cardíaco controlado, como na gestão da pressão sistémica elevada crónica. Isto confirma que o Betacar é um componente fundamental em estratégias que visam ajudar os doentes a manter níveis de pressão arterial saudáveis e controlados, aliviando o esforço cardíaco e proporcionando uma redução sustentada da carga de trabalho do coração.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Betacar?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

Esta secção descreve os efeitos secundários e as preocupações de segurança clinicamente significativos e oficialmente documentados associados ao Betacar, com base em relatórios regulamentares e dados abrangentes de vigilância pós-comercialização.

Principais Categorias de Reações Adversas

As reações adversas abrangem múltiplos sistemas orgânicos, com preocupações centrais relacionadas com a estabilidade cardiovascular e a saúde gastrointestinal. As reações comunicadas enquadram-se tipicamente em categorias como:

  • Cardiovasculares: Bradicardia (ritmo cardíaco lento), hipotensão (tensão arterial baixa) e, menos comummente, bloqueio cardíaco.
  • Sistema Nervoso: Tonturas, fadiga e insónia.
  • Gastrointestinais: Náuseas, desconforto abdominal e, raramente, uma forma grave de enteropatia caracterizada por diarreia crónica e debilitante com perda de peso substancial.

Riscos Graves e Clinicamente Significativos

As autoridades regulamentares assinalaram eventos adversos graves específicos que requerem monitorização cuidadosa. Uma preocupação particular é o potencial para enteropatia do tipo sprue, uma reação gastrointestinal tardia que pode assemelhar-se à doença celíaca. Adicionalmente, para fármacos desta classe, a interrupção abrupta pode levar a um agravamento agudo da angina, enfarte do miocárdio e arritmias, o que torna necessária uma redução gradual sob supervisão médica.

Considerações de Segurança para Populações Específicas

Populações específicas de doentes têm advertências de segurança documentadas:

  • Doentes Diabéticos: O medicamento não é recomendado para atrasar ou prevenir a presença de proteínas na urina (microalbuminúria) em doentes diabéticos, uma vez que os ensaios clínicos não apoiaram este benefício e levantaram questões de segurança cardiovascular neste contexto.
  • Doentes com Asma/Broncoespasmo: O uso pode estar restringido em doentes com condições pré-existentes que afetem as vias respiratórias, como a asma, devido ao potencial de agravamento do broncoespasmo.

A monitorização da segurança exige geralmente a avaliação regular da tensão arterial e da frequência cardíaca. O benefício global documentado do fármaco, quando utilizado para a sua indicação aprovada, é considerado pelas agências regulamentares como superior aos seus riscos potenciais.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar oficial para a sobredosagem de Betacar (Atenolol) foca-se nas manifestações de depressão cardiovascular grave e compromisso sistémico.

Manifestações Documentadas de Sobredosagem

A sobredosagem pode apresentar-se através de efeitos exacerbados, incluindo um ritmo cardíaco criticamente lento (bradicardia), pressão arterial perigosamente baixa (hipotensão) e níveis baixos de açúcar no sangue (hipoglicemia). Outras manifestações documentadas envolvem o sistema respiratório, tais como o broncoespasmo e a alteração do centro respiratório, bem como efeitos neurológicos como a letargia.

Desfechos Graves e Atuação de Emergência

Os desfechos graves ou potencialmente fatais listados oficialmente em documentos regulamentares incluem a progressão para choque, convulsões, insuficiência cardíaca congestiva e coma. É necessária assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem. Os serviços de emergência devem ser contactados imediatamente se a pessoa afetada colapsar, tiver dificuldade em respirar, sofrer uma convulsão ou não puder ser acordada.

Gestão e Estado do Antídoto

A gestão é estritamente sintomática e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico. Os procedimentos de emergência oficialmente documentados para remover o fármaco não absorvido incluem a lavagem gástrica e a administração de carvão ativado. A monitorização hospitalar é necessária, incluindo frequentemente o acompanhamento por ECG (eletrocardiograma) e a medição contínua dos sinais vitais. A hemodiálise é também uma medida documentada para a remoção do fármaco. Níveis baixos de açúcar no sangue são assinalados como um sintoma comum do sistema nervoso neste tipo de sobredosagem em crianças.

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Usos terapêuticos de Betacar

O Que o Betacar Trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Betacar é habitualmente utilizado em diversas áreas onde é necessário suporte sintomático adicional, abordando sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico e o desconforto físico. As suas utilizações terapêuticas, em conformidade com as orientações de saúde pública disponíveis e conforme indicado em informações do NIH MedlinePlus, incluem geralmente o tratamento da tensão arterial elevada (hipertensão), a gestão de sintomas associados ao desconforto físico, tais como a dor no peito (angina), sendo também aplicado em situações que requerem suporte sintomático de curto prazo após um enfarte agudo do miocárdio.

O medicamento é comummente utilizado como tratamento para a gestão a longo prazo da hipertensão crónica, proporcionando suporte para a regulação sustentada da pressão sistémica. Para doentes com angina, ajuda a reduzir a frequência e a gravidade destes episódios dolorosos. Pode também auxiliar na manutenção de um ritmo cardíaco mais regular em doentes que apresentem certas irregularidades do ritmo cardíaco. Em contexto clínico, o Betacar apoia a estabilidade a longo prazo em doentes que se encontrem hemodinamicamente estáveis.


Facto Rápido: Alívio de Sintomas Cardiovasculares Este medicamento contribui para a melhoria do conforto e auxilia na manutenção da estabilidade funcional ao atenuar sintomas relacionados com o aumento da atividade fisiológica.

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Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização do Betacar (Atenolol) é definida por diretrizes específicas das autoridades regulamentares, que restringem o seu uso principalmente em determinados grupos cardiovasculares, metabólicos e etários. Embora esteja aprovado para adultos, o seu uso não é recomendado na população pediátrica, devido à ausência de dados consolidados sobre a sua segurança e eficácia neste grupo.

Populações para as Quais o Uso está Contraindicado

O medicamento não deve ser utilizado por doentes com hipersensibilidade conhecida ao Atenolol ou por aqueles que apresentem certas condições graves, incluindo bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau, choque cardiogénico, bradicardia sinusal (ritmo cardíaco excessivamente lento), insuficiência cardíaca não controlada, doença do nó sinusal e acidose metabólica.

Regras de Elegibilidade Específicas por Condição

A elegibilidade é restrita para doentes com insuficiência renal, uma vez que o Betacar é eliminado primordialmente pelos rins. Ocorre uma acumulação significativa do fármaco quando o clearance da creatinina é inferior a 35 mL/min, o que exige uma redução da dose. Recomenda-se também precaução em doentes com diabetes, visto que o medicamento pode mascarar os sintomas de hipoglicemia.

Estado de Elegibilidade na Gravidez e Lactação

O uso durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez não é recomendado, devido aos riscos associados de restrição do crescimento fetal. O fármaco é excretado no leite materno, pelo que a sua utilização durante a amamentação exige precaução.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Betacar (Atenolol) é definido primordialmente pelos efeitos documentados na função cardíaca e por alterações na exposição ao fármaco, com base em informações oficiais. Nenhuma combinação específica de medicamentos é universalmente classificada como uma contraindicação formal; contudo, aplicam-se restrições em áreas de risco acrescido.

Interações Farmacodinâmicas e de Absorção

Classificação Substância ou Categoria Interagente Desfecho Oficial Documentado
Sinergia Farmacodinâmica Bloqueadores dos Canais de Cálcio (ex: Verapamil, Diltiazem), Antiarrítmicos (ex: Amiodarona) Risco aumentado de bradicardia grave e anomalias na condução AV devido a efeitos cardíacos aditivos.
Antagonismo Farmacodinâmico Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) Diminuição do efeito anti-hipertensor, particularmente em utilizações crónicas.
Interferência na Absorção Hidróxido de Alumínio (Antiácidos), Multivitamínicos com Minerais, Sais de Cálcio Redução da exposição sistémica (concentrações plasmáticas reduzidas) devido à inibição da absorção gastrointestinal.

Restrições de Tempo e Procedimento

A administração de Betacar deve ser separada por, pelo menos, 2 horas da ingestão de Hidróxido de Alumínio ou de Multivitamínicos com Minerais, de modo a mitigar a redução documentada na absorção. Em situações de terapia concomitante, o Betacar deve ser interrompido vários dias antes da retirada programada de Clonidina, para reduzir o risco de hipertensão de ressalto. Adicionalmente, o consumo de Álcool (Etanol) está documentado como tendo efeitos aditivos na redução da pressão arterial. Uma vez que o Atenolol é eliminado principalmente pelos rins, doentes com insuficiência renal podem experienciar efeitos intensificados devido a um clearance mais lento, conforme referido nas informações de prescrição.

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Mecanismo de ação

Como Funciona o Betacar

O Betacar funciona como um antagonista de pequenas moléculas, exercendo o seu efeito inicial através da ligação reversível ao recetor A1 R. Esta interação molecular impede imediatamente a ligação do ligando e bloqueia a atividade do recetor a nível conformacional, o que dá início ao mecanismo farmacodinâmico intracelular.

A consequência imediata do bloqueio do A1 R é uma redução resultante na atividade da proteína quinase C (PKC). Ao inibir a sinalização da PKC, o Betacar influencia as complexas vias celulares associadas à remodelação óssea. Este mecanismo prossegue a cascata de sinalização através da modulação subsequente de vários fatores de transcrição posteriores (downstream), resultando, em última análise, numa alteração sustentada da função celular fisiológica.

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Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração do Betacar (Atenolol)

O Betacar é administrado através de duas vias oficialmente aprovadas: o comprimido oral para a gestão crónica prolongada e a injeção intravenosa (IV) para intervenção hospitalar aguda imediata. As instruções oficiais de utilização definem rigorosamente a dose, a frequência e as condições de administração para cada aplicação.

Condição de Utilização Regime Padrão Indicado Regras de Administração
Dosagem Oral Crónica Iniciar com 50 mg uma vez ao dia. Pode ser aumentada para uma dose de manutenção de 100 mg uma vez ao dia após uma ou duas semanas, se necessário. Os comprimidos podem ser tomados com ou sem alimentos. A administração deve ocorrer à mesma hora todos os dias para garantir consistência.
Protocolo Agudo IV/Oral Injeção IV inicial de 5 mg durante 5 minutos, repetida após 10 minutos. Seguida de comprimido oral de 50 mg, 10 minutos após a dose IV final; depois, 100 mg diários durante 6 a 9 dias. A fase IV inicial exige supervisão hospitalar e é específica para cuidados agudos pós-evento.

Instruções de Procedimento e para Populações Específicas

Insuficiência Renal: A dosagem deve ser ajustada em doentes com função renal reduzida, uma vez que o Atenolol é eliminado primordialmente pelos rins. A dose oral máxima está restringida a 50 mg diários para um clearance da creatinina de 15-35 mL/min e a 25 mg diários para um clearance inferior a 15 mL/min.

Descontinuação: O tratamento não deve ser interrompido subitamente. As instruções oficiais determinam que a dose seja reduzida gradualmente ao longo de um período de uma a duas semanas.

Dose Esquecida: Caso se esqueça de uma dose oral, esta deve ser tomada assim que se lembrar, a menos que esteja quase na hora da dose seguinte programada, caso em que a dose esquecida deve ser ignorada. Não deve ser tomada uma dose dupla para compensar uma dose em falta.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Betacar


Evidência para a Utilização em Condições Caracterizadas por Tensão Arterial Elevada (Hipertensão)

A investigação que explora o uso do Betacar em situações de tensão arterial elevada baseia-se num vasto corpo de provas, provenientes sobretudo de Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA). Estes estudos foram concebidos para analisar o impacto do medicamento nos valores da tensão arterial sistólica e diastólica nas populações observadas. Estes resultados foram frequentemente sintetizados em revisões sistemáticas e meta-análises, que combinam dados de múltiplos ensaios.

Os estudos monitorizaram o esforço fisiológico ou o stress através da observação de respostas em intervalos de tempo definidos. Nestes contextos, a investigação analisou como os sintomas evoluem ao longo do tempo, focando-se nas alterações dos níveis de tensão arterial medidos. A investigação destaca as mudanças registadas durante o período do estudo relacionadas com os níveis de tensão arterial. Além disso, a investigação também analisou o impacto a longo prazo na ocorrência de desfechos clínicos major, tais como o acidente vascular cerebral (AVC) e o enfarte do miocárdio.


Evidência para a Utilização na Gestão da Dor no Peito (Angina de Peito)

Para doentes com dor no peito devido a angina, a investigação explorou a evolução dos sintomas nas populações observadas, sendo que esta evidência provém maioritariamente de Ensaios Clínicos Aleatorizados de curto e médio prazo. Estes ensaios focaram-se em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, e os estudos monitorizaram desfechos relacionados com o desconforto físico.

A investigação examinou o papel do fármaco nestes ensaios, avaliando padrões de sintomas de curto prazo ou episódicos, com foco na frequência e gravidade dos episódios anginosos. Os investigadores também utilizaram testes de esforço controlados para medir resultados que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade, como o tempo total que um doente consegue exercitar-se antes do início dos sintomas. A evidência baseia-se frequentemente no alívio de sintomas a curto prazo, sendo que a duração do acompanhamento foi limitada no que toca ao prognóstico a longo prazo.


O que Ainda Permanece Incerto na Investigação sobre o Betacar

Embora exista investigação extensiva disponível, existem limitações e áreas onde a discussão científica continua. No que respeita à indicação para a hipertensão, os estudos sugerem que, embora tenha sido observada uma redução da tensão arterial, o grau de certeza permanece baixo quanto à consistência dos resultados comunicados para a redução de eventos cardiovasculares (como o AVC) quando comparada com as conclusões de estudos de outras classes de fármacos anti-hipertensores.

Além disso, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para todos os desfechos potenciais ou populações especiais, e a duração do acompanhamento foi limitada em muitos estudos focados nos sintomas. A investigação fornece contexto, mas não previsões individuais, e os resultados dos estudos refletem as condições específicas sob as quais foram realizados.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Betacar (FAQ)

Q: Com que rapidez começam habitualmente os efeitos do Betacar?

A: De acordo com a informação oficial do produto, um efeito beta-bloqueador significativo do Betacar é geralmente percetível no prazo de uma hora após a toma de uma dose oral. Este efeito atinge habitualmente o seu nível máximo cerca de duas a quatro horas após a ingestão.

Q: O Betacar é o mesmo que [Nome de Marca de um fármaco semelhante]?

A: A substância ativa do Betacar é o Atenolol. Este é o nome genérico do fármaco. O Atenolol está amplamente disponível sob vários nomes comerciais a nível global, mas o composto químico ativo e a sua classificação terapêutica permanecem os mesmos.

Q: O Betacar pode ser tomado por pessoas com asma?

A: Os avisos oficiais indicam que a utilização pode ser restrita ou exigir precaução em doentes com condições existentes que afetem as vias respiratórias, tais como asma ou broncoespasmo. Isto deve-se ao potencial do medicamento para exacerbar estas condições respiratórias.

Q: Quanto tempo é que o Betacar costuma permanecer no organismo?

A: Os documentos regulamentares indicam que a semivida de eliminação do fármaco é de aproximadamente 6 a 7 horas. No entanto, os efeitos benéficos, como a redução da tensão arterial, demonstram frequentemente persistir por, pelo menos, 24 horas após a toma de uma dose única diária.

Q: As mulheres grávidas ou a amamentar podem utilizar o Betacar?

A: As orientações oficiais desaconselham o uso de Betacar durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez, devido aos riscos potenciais para o feto em desenvolvimento. Sabe-se que o fármaco é excretado no leite materno, pelo que se recomenda precaução durante o aleitamento, devido ao risco de o medicamento afetar o lactente.

Q: O Betacar pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

A: A documentação regulamentar descreve efeitos secundários como tonturas ou cansaço, que podem potencialmente afetar a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.

Q: O Betacar pode interagir com suplementos à base de plantas?

A: Fontes autoritárias referem que, uma vez que os remédios e suplementos à base de plantas não são testados como os medicamentos de receita médica, não existem habitualmente estudos formais que confirmem potenciais interações quando tomados em simultâneo com esta classe de fármacos.

Q: Porque é que um médico poderá substituir outro beta-bloqueador pelo Betacar?

A: O Betacar (Atenolol) é classificado como um beta-bloqueador cardiosseletivo, o que significa que foca a sua ação principalmente nos recetores do coração. As diferenças na forma específica como os vários beta-bloqueadores atuam são um fator documentado ao considerar uma terapia alternativa.

Q: O Betacar causa queda de cabelo?

A: A queda de cabelo, ou alopecia, tem sido comunicada na experiência pós-comercialização do Betacar. É geralmente listada como um possível efeito secundário, embora os relatórios oficiais indiquem que a sua frequência é habitualmente rara.

Q: O Betacar é utilizado para tratar problemas do ritmo cardíaco?

A: Sim. Os documentos oficiais confirmam que, além do seu uso na hipertensão e na dor no peito, o fármaco é utilizado no controlo de certos tipos de batimentos cardíacos irregulares, conhecidos como taquiarritmias supraventriculares e ventriculares.

Q: O Betacar é uma substância controlada?

A: O Betacar, que contém Atenolol, é um medicamento sujeito a receita médica, mas não está classificado como uma substância controlada (estupefaciente ou psicotrópico) de acordo com os sistemas de escalonamento habituais, como o da DEA nos EUA.

Q: Qual é a expetativa geral de tempo de tratamento com Betacar?

A: A documentação oficial indica que o medicamento está aprovado para a gestão de condições crónicas como a hipertensão arterial e a angina, o que é consistente com uma estratégia de tratamento que pode exigir uma utilização a longo prazo. Também está aprovado para um período curto de 6 a 9 dias após um enfarte do miocárdio.

Q: As reações alérgicas ao Betacar são comuns?

A: As reações alérgicas graves são consideradas raras, mas o medicamento é estritamente contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa. Foram comunicadas reações adversas menos graves, como erupções cutâneas.

Q: O Betacar serve apenas para a tensão arterial elevada?

A: Não. Os documentos oficiais confirmam que o Betacar está aprovado para o controlo da hipertensão arterial, alívio da dor no peito (angina de peito) e redução de riscos após um enfarte agudo do miocárdio.

Q: O Betacar pode afetar o desempenho atlético?

A: Uma vez que o fármaco atua diminuindo a frequência cardíaca, a investigação oficial demonstrou que pode causar uma redução na capacidade do organismo para tolerar o exercício (resistência ao esforço) em comparação com a não ingestão do medicamento.

Q: Existe uma versão genérica do Betacar disponível?

A: Sim, a substância ativa do Betacar é o Atenolol, que está amplamente disponível como medicamento genérico.

Q: O Betacar afeta os níveis de açúcar no sangue?

A: Os avisos oficiais referem que, em doentes com diabetes, o fármaco pode mascarar certos sintomas típicos de hipoglicemia aguda (níveis baixos de açúcar no sangue), tais como batimento cardíaco acelerado ou tremores, tornando a condição mais difícil de reconhecer.

Q: As dores de cabeça são um efeito secundário comum do Betacar?

A: As dores de cabeça foram listadas em relatórios pós-comercialização como um possível efeito secundário. No entanto, não são habitualmente comunicadas com tanta frequência como outros efeitos secundários do sistema nervoso, como tonturas e fadiga.

Q: O Betacar pode causar aumento de peso?

A: A informação oficial ao doente refere que o aumento de peso invulgar é listado como um possível efeito secundário. Esta é uma possibilidade que tem sido comunicada com beta-bloqueadores mais antigos, como o Atenolol.

Q: O Betacar é considerado um tratamento de primeira linha para os seus usos principais?

A: O Betacar continua a ser um fármaco fundamental para o apoio cardiovascular. No entanto, as diretrizes profissionais atuais, de um modo geral, já não recomendam beta-bloqueadores como o Betacar como terapia de primeira linha (inicial) para todos os casos de hipertensão arterial não complicada.

Q: Quais são os efeitos secundários mais graves, embora raros, mencionados nos textos oficiais?

A: Os textos oficiais mencionam vários riscos graves e clinicamente significativos. Estes incluem o potencial para uma reação gastrointestinal grave chamada enteropatia tipo sprue, bloqueio cardíaco grave e um agravamento agudo das condições cardíacas se o medicamento for interrompido subitamente.

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Como Betacar deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Betacar (Atenolol em Comprimidos)

Requisito de Armazenamento Condição Conforme Documentação Regulamentar
Temperatura Conservar à temperatura ambiente, não excedendo os 25 °C.
Proteção Ambiental Proteger do calor excessivo, humidade e luz direta; o medicamento não deve ser congelado.
Acondicionamento Manter o recipiente bem fechado e conservar na embalagem de origem.

Este medicamento deve ser armazenado seguindo rigorosamente as especificações oficiais para garantir a sua estabilidade. É um requisito obrigatório manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças em todos os momentos.

Relativamente à eliminação, os comprimidos de Betacar não devem ser deitados na canalização ou no lixo doméstico. Qualquer produto não utilizado ou material residual deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais em vigor.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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