Bestar

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Bestar

O que é o Bestar? Uma Visão Geral de Identidade e Classificação

Propriedade Descrição
Princípio ativo Cefixima
Forma Comprimido oral, cápsula ou pó para suspensão
Classe farmacológica Antibiótico (Cefalosporina de terceira geração)
Objetivo geral Eliminar infeções bacterianas suscetíveis
Origem Semissintética

O Bestar é um medicamento antimicrobiano que contém a substância ativa Cefixima, indicada para o combate a doenças causadas por bactérias suscetíveis. Este fármaco é um medicamento sujeito a receita médica, pertencente à classe de antibióticos das cefalosporinas. A Cefixima é um antibiótico beta-lactâmico reconhecido, com eficácia clínica documentada para a sua finalidade terapêutica geral. Trata-se de um composto semissintético de ação oral, o que significa que é produzida através da modificação química de uma fonte microbiana de origem natural.

Cefixima: Definição e Classificação do Agente Antibacteriano

O Bestar é classificado como um antibiótico da família das cefalosporinas de terceira geração, distinguindo-se das gerações anteriores por oferecer um espectro antimicrobiano mais abrangente e uma maior estabilidade. O medicamento depende exclusivamente da Cefixima para o seu efeito terapêutico. A Cefixima é reconhecida como um composto que inibe a síntese da parede celular bacteriana. Este mecanismo é sustentado por estudos farmacológicos que confirmam a sua capacidade de resistir à hidrólise por diversas enzimas beta-lactamases, que são mecanismos de defesa produzidos por certas bactérias resistentes.

Qual é o Propósito Geral e a Forma do Bestar?

O principal objetivo terapêutico do Bestar é atuar como um agente bactericida, eliminando diretamente bactérias patogénicas ao impedir que estas formem as suas paredes exteriores protetoras. O fármaco está formulado para administração oral e é disponibilizado em diversas formas farmacêuticas, incluindo comprimidos, cápsulas e pó para suspensão oral. Esta versatilidade nas preparações orais assegura flexibilidade na administração, permitindo que os profissionais de saúde selecionem o método de entrega mais adequado tanto para adultos como para doentes pediátricos com idade igual ou superior a seis meses.

Quais efeitos secundários são possíveis com Bestar?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança do Bestar

O perfil de segurança do Bestar é definido de acordo com diretrizes que classificam as reações adversas com base na percentagem estimada de doentes que as experienciam. As classes de órgãos e sistemas primariamente envolvidas incluem o Sistema Nervoso, o Sistema Gastrointestinal e as Perturbações Gerais.

Resumo das Reações Adversas

Categoria de Frequência Exemplos de Reações Adversas
Muito Frequentes (≥ 1 em 10) Cefaleias (dor de cabeça), Náuseas
Frequentes (≥ 1 em 100 a < 1 em 10) Fadiga, Diarreia
Pouco Frequentes (≥ 1 em 1.000 a < 1 em 100) Tonturas, Erupção cutânea

Reações Graves e Clinicamente Significativas

As reações adversas clinicamente significativas, classificadas como Raras (afetando menos de 1 em 1.000 doentes), incluem a Anafilaxia (uma reação alérgica grave e imediata) e a Disfunção Hepática Grave, abrangendo casos isolados de insuficiência hepática. Adicionalmente, foram notificadas reações cutâneas graves, como a síndrome de Stevens-Johnson, embora a sua frequência não seja conhecida.

Restrições de Segurança e Monitorização

O Bestar é formalmente contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou aos seus excipientes. Existem advertências específicas para doentes com Insuficiência Renal, sendo necessária uma redução da dose devido ao potencial aumento da exposição sistémica ao medicamento. Devido ao risco de eventos hepáticos, as normas de segurança preveem a monitorização de testes de função hepática no início e periodicamente durante o tratamento. A utilização está limitada à população adulta, uma vez que a segurança e eficácia não foram estabelecidas em doentes com idade inferior a 18 anos.

Perfil de Segurança Geral

As informações oficiais de segurança estruturam a compreensão dos riscos através da categorização de efeitos secundários comuns e geríveis de forma separada de eventos sistémicos raros e graves, como a anafilaxia e o compromisso hepático. Este quadro de segurança exige passos específicos de mitigação de risco, incluindo a monitorização especializada da função hepática e ajustes na dosagem para doentes com função renal comprometida, assegurando que os riscos conhecidos sejam abordados durante o tratamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem de Bestar (Cefixima) é caracterizado pelo potencial de toxicidade específica no Sistema Nervoso Central. As manifestações graves documentadas incluem o risco de encefalopatia, que se pode apresentar através de convulsões, confusão ou alteração do estado de consciência. Este risco de neurotoxicidade grave está explicitamente registado e é consideravelmente mais elevado em indivíduos com insuficiência renal, devido à redução da capacidade de eliminação do fármaco do organismo.

As diretrizes oficiais determinam que deve ser procurada assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem ou na presença de sinais neurológicos graves, tais como convulsões, colapso ou incapacidade de despertar. Os procedimentos de gestão clínica são condicionados pelo perfil farmacológico do medicamento, uma vez que não existe um antídoto específico para a sobredosagem por Cefixima.

Consequentemente, o tratamento baseia-se exclusivamente na aplicação de medidas gerais de suporte e no tratamento sintomático para gerir o quadro clínico apresentado. Além disso, os dados clínicos confirmam que os procedimentos padrão de hemodiálise e de diálise peritoneal são ineficazes na remoção de quantidades significativas do fármaco da circulação, o que limita as opções de intervenção aguda.

Usos terapêuticos de Bestar

Indicações do Bestar: Principais Utilizações e Benefícios

O Bestar é um medicamento antibiótico geralmente indicado em contextos onde é necessário um suporte sintomático adicional para quadros clínicos caracterizados por períodos de sintomas bacterianos intensificados. Esta medicação é utilizada no tratamento de diversas infeções, sendo relevante para o alívio de sintomas que se manifestam em infeções agudas do trato respiratório, tais como as que afetam o ouvido, a garganta e as amígdalas, e para infeções não complicadas do trato urinário.

Facto Rápido: Alívio do Desconforto Sistémico

O medicamento é aplicado em situações que requerem apoio sintomático para sintomas sistémicos como febre e mal-estar geral, contribuindo para uma maior estabilidade quando os sintomas são mais evidentes.

A sua utilização foca-se na abordagem de conjuntos de sintomas que podem surgir subitamente ou variar, incluindo queixas relacionadas com dor localizada, inflamação e estados irritativos durante a micção.

“O Bestar é relevante para mitigar sintomas intensificados e pode proporcionar um alívio de suporte durante episódios difíceis, reduzindo o mal-estar associado.”

A medicação pode auxiliar no alívio da sobrecarga funcional temporária, oferecendo um suporte sintomático que contribui para uma evolução mais estável e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Bestar?

A elegibilidade para a utilização do Bestar (Cefixima) encontra-se estritamente definida pelas autoridades regulamentares, tendo por base grupos populacionais, idade e historial clínico do doente.

Categoria Estatuto Regulamentar Oficial
Populações Contraindicadas Doentes com alergia conhecida à Cefixima, a qualquer outra cefalosporina ou com historial de reação grave a qualquer antibiótico beta-lactâmico (por exemplo, penicilinas).
Grupos Etários Aprovados Estabelecido para adultos e doentes pediátricos com idade igual ou superior a seis meses.
Restrição Pediátrica A segurança e eficácia não foram estabelecidas para lactentes com menos de seis meses de idade.
Insuficiência Renal A utilização é permitida, mas é necessário um ajuste da dose em doentes com função renal comprometida (depuração da creatinina <60 mL/min) ou em doentes submetidos a diálise.
Elegibilidade na Gravidez Deve ser utilizado apenas se estritamente necessário e se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto.
Amamentação/Lactação Deve ser considerada a interrupção temporária da amamentação durante o período de tratamento.
Utilização Condicional Deve ser utilizado com cautela em doentes com historial de colite ou outras patologias gastrointestinais.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

As informações oficiais sobre o Bestar (benzidamina) indicam que, tal como sucede com a maioria dos medicamentos, existe a possibilidade de ocorrerem interações com outras substâncias. Contudo, no caso das preparações tópicas habitualmente disponíveis, como o colutório ou o spray bucal, o risco de interações medicamentosas sistémicas é geralmente considerado baixo. Isto justifica-se pelo facto de o fármaco ser pouco absorvido para a corrente sanguínea, o que limita a exposição sistémica do organismo.

Contexto de Interações Documentadas e Restrições

As limitações mais relevantes documentadas quanto a interações focam-se no historial do doente e na classe do fármaco, em vez de combinações específicas com outros medicamentos. Os utilizadores devem ter cautela se apresentarem um historial de asma brônquica ou se possuírem alergia a outros fármacos anti-inflamatórios (Anti-inflamatórios Não Esteroides ou AINEs), tais como o ácido acetilsalicílico.

No que respeita às categorias de substâncias com potencial de interação, destacam-se os medicamentos da mesma classe farmacológica, nomeadamente AINEs e outros fármacos anti-inflamatórios, devido ao risco de alergia ou hipersensibilidade.

Existem também limitações de procedimento a considerar. Recomenda-se geralmente que os doentes informem o seu profissional de saúde sobre todos os medicamentos, vitaminas, minerais e suplementos que estejam a tomar. Adicionalmente, os utilizadores das formulações em colutório ou spray são especificamente instruídos a evitar que o produto atinja os olhos.

Mecanismo de ação

O Bestar (Cefixima) atua como um inibidor da biossíntese da parede celular bacteriana. O fármaco distribui-se de forma seletiva e interage com as proteínas de ligação à penicilina (PBPs) da bactéria, que são transpeptidases essenciais situadas na membrana citoplasmática bacteriana. Estas PBPs catalisam a etapa final de formação das ligações cruzadas do peptidoglicano, um componente estrutural fundamental da parede celular das bactérias.

O Bestar funciona como um análogo de substrato não hidrolisável, formando um intermediário estável de acil-enzima com o centro ativo da PBP. Este tipo de interação é caracterizado como uma inibição irreversível da atividade enzimática da PBP. O bloqueio resultante impede a formação de ligações entre as cadeias de peptidoglicano. A consequência a nível intracelular é a rutura da integridade estrutural e da rigidez da parede celular bacteriana, o que conduz a uma alteração fisiológica sistémica de aumento da fragilidade osmótica e subsequente lise da célula bacteriana.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Bestar é Utilizado: Orientações Oficiais de Administração

O Bestar, que contém a substância ativa Cefixima, é um medicamento sujeito a receita médica utilizado estritamente pela via oral. As formas farmacêuticas oficiais incluem cápsulas, comprimidos e pó para suspensão oral.

A posologia padrão recomendada para adultos é de 400 mg por dia. Esta quantidade pode ser administrada como uma dose única diária ou dividida em duas doses iguais de 200 mg tomadas a cada 12 horas. O medicamento pode ser ingerido independentemente das refeições. Para regimes específicos e limitados no tempo, como na gonorreia não complicada, o ciclo completo consiste numa dose única de 400 mg.

A duração oficial do tratamento varia habitualmente entre 7 e 14 dias, mas tipos bacterianos específicos, como o Streptococcus pyogenes, exigem um período mínimo obrigatório de 10 dias de administração. A modificação da dose é necessária para populações específicas: aos doentes pediátricos (com idade igual ou superior a seis meses) é administrada uma dose baseada no peso de 8 mg/kg por dia. Além disso, adultos com insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 20 mL/min) requerem um ajuste da dose no sentido descendente, geralmente não excedendo os 200 mg uma vez ao dia.

A administração adequada requer também atenção à forma farmacêutica; o pó deve ser reconstituído e bem agitado antes de a suspensão ser utilizada, e os comprimidos mastigáveis devem ser mastigados ou triturados antes de serem engolidos para garantir a entrega correta do fármaco.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Panorama dos Estudos sobre o Bestar (Cefixima)

As informações apresentadas nesta secção constituem um resumo da investigação clínica oficial e dos relatórios científicos relacionados com o Bestar (Cefixima). Descrevem o que os investigadores estudaram, os padrões gerais observados nos ensaios e quais os aspetos da evidência que permanecem incertos, de acordo com fontes regulamentares e científicas.


Evidência Científica em Infeções Não Complicadas do Trato Urinário

A investigação relativa a infeções não complicadas do trato urinário (ITU) inclui Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) e revisões sistemáticas abrangentes. Estes estudos focaram-se em resultados relacionados com o desconforto físico. Os investigadores examinaram prioritariamente duas medidas centrais: a verificação do estado da bactéria causadora na urina (um parâmetro bacteriológico) e a avaliação de alterações no desconforto relatado pelo doente (um parâmetro clínico).

Os estudos monitorizaram tanto os parâmetros bacteriológicos como os clínicos durante períodos de acompanhamento de curto prazo, variando tipicamente entre 7 a 14 dias após o início da terapia. Os resultados comunicados acompanharam o estado das bactérias e dos sintomas. O que permanece incerto é o estado a longo prazo destas infeções; resultados como a duração da estabilidade clínica para além de um mês não estão totalmente estabelecidos.

Evidência Científica em Infeções Agudas do Trato Respiratório

A investigação clínica relativa a infeções agudas do trato respiratório, incluindo as que afetam o ouvido e a garganta, incluiu ECA comparativos e estudos multicêntricos de grande escala. Os investigadores focaram-se na avaliação de parâmetros clínicos — utilizando escalas de sintomas padronizadas para medir alterações na febre, tosse e dor localizada — e no estado microbiano (confirmando a eliminação de agentes patogénicos bacterianos específicos).

Os ensaios clínicos registaram medições da alteração dos sintomas, com a monitorização dos padrões de mudança sintomática no final do período de tratamento. A evidência é limitada no que diz respeito ao impacto a longo prazo na prevenção de episódios de infeção subsequentes ou crónicos. A investigação prossegue para avaliar o desempenho do composto contra organismos contemporâneos específicos.

Principais Limitações e Áreas de Incerteza na Investigação

A literatura científica identifica várias áreas onde a evidência da investigação é limitada. Os ensaios clínicos iniciais tiveram frequentemente tamanhos de amostra modestos ou focaram-se em grupos de doentes muito específicos, o que significa que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas. Além disso, as durações do acompanhamento foram limitadas em muitos dos estudos fundamentais. Subsiste incerteza quanto ao desempenho sustentado contra agentes patogénicos que desenvolvem continuamente resistência aos antibióticos; o impacto da evolução da resistência antimicrobiana significa que os dados existentes devem ser revistos de forma contínua.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Bestar (FAQ)

Q: Quanto tempo demora o Bestar a fazer efeito após a toma?

A informação clínica sugere que os doentes podem começar a notar melhorias nos primeiros dias após o início do tratamento. Embora os sintomas possam melhorar rapidamente, recomenda-se normalmente a conclusão de todo o ciclo para apoiar a eliminação da infeção.

Q: O que acontece se eu me esquecer de uma dose de Bestar?

A informação oficial para o doente descreve frequentemente o que fazer em caso de esquecimento, como tomar a dose assim que se lembrar. Se estiver quase na hora da dose seguinte, recomenda-se geralmente saltar a dose esquecida. A toma de uma dose dupla para compensar uma dose esquecida não é aconselhada pela informação oficial.

Q: Existem medicamentos comuns de venda livre que interajam com o Bestar?

Os documentos regulamentares oficiais não listam medicamentos gerais não sujeitos a receita médica como tendo interações major com o Bestar. Contudo, existem interações conhecidas com certos anticoagulantes (diluidores do sangue) e com a carbamazepina. É importante que os doentes informem o seu profissional de saúde sobre todos os medicamentos tomados, incluindo produtos de venda livre.

Q: O Bestar pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

Foram comunicados efeitos secundários como dores de cabeça, tonturas e, em casos raros, crises convulsivas com o Bestar. Os doentes que sintam estes efeitos secundários devem ter cautela ao realizar tarefas que exijam concentração, como conduzir ou operar máquinas.

Q: O que devo fazer se um efeito secundário do Bestar não desaparecer?

Se efeitos secundários comuns e ligeiros se tornarem graves ou persistirem sem melhoria, os doentes são aconselhados a consultar um profissional de saúde. É necessária assistência médica imediata se surgirem sinais de uma reação adversa grave, como uma erupção cutânea severa, inchaço da face ou garganta, ou diarreia com sangue.

Q: O Bestar pode ser partido ou esmagado para facilitar a deglutição?

A forma como o Bestar é administrado depende da sua apresentação. A forma de comprimido mastigável deve ser mastigada ou esmagada antes de ser engolida, de acordo com as instruções oficiais. No entanto, a forma de cápsula geralmente não se destina a ser cortada, partida ou mastigada, devendo ser engolida inteira.

Q: Existem efeitos a longo prazo ao tomar Bestar?

O Bestar é um antibiótico prescrito tipicamente para ciclos de curta duração, que duram geralmente entre 7 e 14 dias. Os documentos regulamentares focam-se na segurança dentro deste período aprovado e não listam efeitos adversos específicos a longo prazo, uma vez que o medicamento não se destina a uso crónico.

Q: Que tipos de alimentos devem ser evitados durante a toma de Bestar?

A informação oficial para o doente indica que o Bestar pode ser tomado independentemente das refeições. Salvo instruções específicas de um profissional de saúde, o doente pode geralmente manter a sua dieta normal enquanto toma este medicamento.

Q: É comum o Bestar perder eficácia ao longo do tempo?

O folheto oficial refere que o uso inadequado de qualquer antibiótico pode contribuir para o desenvolvimento de bactérias resistentes aos medicamentos. Por conseguinte, é importante tomar o ciclo completo prescrito para apoiar a erradicação da infeção e minimizar o risco de desenvolvimento de resistência.

Q: O Bestar tem de ser tomado exatamente à mesma hora todos os dias?

Para uma melhor eficácia, as instruções oficiais para o doente aconselham a toma do Bestar sensivelmente às mesmas horas todos os dias e em intervalos regularmente espaçados. Devem ser sempre seguidas as instruções específicas fornecidas no rótulo da prescrição.

Q: É normal sentir cansaço ao iniciar o Bestar?

Sim, sentir-se cansado ou sentir fadiga está listado no perfil de segurança oficial como um efeito secundário Frequente. Isto significa que pode afetar até 1 em cada 100 doentes. Se o cansaço for excessivo ou preocupante, deve consultar-se um profissional de saúde.

Q: Durante quanto tempo pode uma pessoa fazer o tratamento com Bestar em segurança?

O Bestar destina-se a infeções agudas. Os documentos regulamentares oficiais indicam que a duração típica do tratamento varia entre 7 e 14 dias, dependendo do tipo de infeção. O medicamento não está aprovado para uso contínuo ou crónico a longo prazo.

Q: O Bestar é utilizado para o alívio da dor?

Não. O Bestar contém a substância ativa Cefixima, que é classificada como um antibiótico. O seu propósito terapêutico primário e aprovado é eliminar infeções bacterianas suscetíveis, e não aliviar a dor.

Q: O Bestar pode causar alterações no humor ou nos padrões de sono?

Embora alterações específicas no humor geral ou no sono não estejam listadas como efeitos secundários comuns, foram comunicados efeitos no sistema nervoso central (SNC). Se notar alterações invulgares no humor ou no sono que causem preocupação, deve consultar um profissional de saúde.

Q: É seguro tomar suplementos à base de plantas durante a toma de Bestar?

Os doentes devem informar sempre o seu profissional de saúde sobre todos os medicamentos, vitaminas, suplementos nutricionais e produtos à base de plantas que estejam a tomar. Isto ajuda a verificar quaisquer potenciais interações que possam ocorrer.

Q: O Bestar causa mal-estar estomacal ou náuseas?

Sim, os problemas gastrointestinais são comuns. As náuseas são comunicadas como um efeito secundário Muito Frequente, e a dor de estômago também é relatada, embora com menor frequência. Estes encontram-se entre os efeitos secundários comunicados com maior frequência no perfil de segurança do fármaco.

Q: O Bestar interage com o álcool?

Embora os principais documentos regulamentares do Bestar não listem consistentemente uma interação grave com o álcool, o conselho geral para o doente sugere frequentemente limitar ou evitar o consumo de álcool ao tomar antibióticos. Isto é feito para reduzir potencialmente o risco de efeitos secundários como náuseas ou vómitos.

Q: O Bestar pode afetar os resultados de análises laboratoriais (análises ao sangue)?

Sim, os documentos regulamentares oficiais referem que o Bestar pode afetar os resultados de certas análises laboratoriais. Especificamente, pode causar um resultado falso-positivo para a glicose na urina utilizando certos métodos de teste, e pode também causar um teste de Coombs direto falso-positivo.

Q: Quais são os sinais de um efeito secundário grave e raro do Bestar?

Efeitos secundários graves podem exigir atenção médica imediata. Os sinais incluem os de uma reação alérgica grave (erupção cutânea generalizada, urticária ou inchaço da face ou garganta). Outros sinais incluem a coloração amarelada da pele ou dos olhos (problemas hepáticos) ou diarreia grave, aquosa ou com sangue.

Q: O Bestar está aprovado para uso em crianças?

A informação regulamentar oficial confirma que o Bestar está aprovado para uso em doentes pediátricos a partir dos seis meses de idade. A segurança e eficácia deste medicamento não foram estabelecidas para bebés com menos de seis meses.

Q: Por que razão alguns doentes relatam dores de cabeça após iniciarem o Bestar?

A dor de cabeça está classificada nos dados de segurança regulamentares como um efeito secundário Muito Frequente, o que significa que é comunicada por 1 em cada 10 doentes ou mais. Embora a frequência seja conhecida, a informação oficial não costuma detalhar o mecanismo fisiológico exato para a sua ocorrência.

Q: Sabe-se se o Bestar causa reações alérgicas?

Sim, as reações alérgicas são um risco conhecido. O Bestar está oficialmente contraindicado em doentes com uma alergia conhecida ao próprio fármaco ou a outros antibióticos das classes das cefalosporinas ou penicilinas, devido ao risco de reações alérgicas graves como a anafilaxia.

Q: O Bestar pode ser tomado com multivitamínicos?

Os doentes são geralmente aconselhados a informar o seu profissional de saúde sobre todos os produtos que estão a tomar, incluindo multivitamínicos e minerais. Normalmente não são observadas interações major entre o Bestar e multivitamínicos padrão, mas recomenda-se sempre orientação profissional.

Q: O Bestar tem contraindicações com condições médicas específicas?

Sim. Além da contraindicação primária por alergia/hipersensibilidade, os documentos oficiais advertem que o medicamento deve ser utilizado com precaução em doentes com historial de colite ou outra doença gastrointestinal. É também necessário o ajuste da dose em doentes com compromisso renal (problemas nos rins).

Q: Qual é a duração esperada para se observar o benefício total do Bestar?

Os estudos clínicos acompanham e medem geralmente a erradicação total das bactérias e a resolução dos sintomas no final do período de tratamento, que é tipicamente de 7 a 14 dias. Espera-se que o benefício total seja alcançado assim que o ciclo completo tenha sido concluído.

Como Bestar deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento

O Bestar (Cefixima) deve ser armazenado de acordo com a sua formulação. Os comprimidos e as cápsulas devem ser mantidos na embalagem original, bem fechada, a uma Temperatura Ambiente Controlada (20 ºC a 25 ºC), protegidos do calor excessivo e da humidade. O pó seco para suspensão oral também deve ser protegido da humidade e armazenado abaixo dos 30 ºC. O medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Manuseamento

A suspensão líquida preparada é estável durante 14 dias quando armazenada a uma Temperatura Ambiente Controlada; não deve ser refrigerada nem congelada. Qualquer porção não utilizada da suspensão deve ser eliminada após este período de 14 dias.

Instruções de Eliminação

A eliminação de medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade deve ser feita, de preferência, através de um programa de recolha de medicamentos. O medicamento, especialmente na forma líquida, não deve ser eliminado através das águas residuais domésticas (deitar na banca ou na sanita) para proteger o ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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