Azimac

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Azimac

O que é o Azimac?

O Azimac é um medicamento de receita médica obrigatória que contém a substância ativa Azitromicina, a qual atua como um agente antimicrobiano de largo espetro utilizado no tratamento de diversas infeções bacterianas. O seu desenvolvimento representa uma modificação química da classe de antibióticos macrólidos, o que o distingue de compostos mais antigos. Uma análise detalhada das propriedades do fármaco confirma que a sua estrutura química única permite uma dosagem simplificada, frequentemente de apenas uma toma diária, oferecendo vantagens práticas para os doentes que cumprem o seu ciclo de tratamento.

Que Tipo de Antibiótico é o Azimac?

A substância ativa do Azimac, a Azitromicina, é classificada como um antibiótico macrólido semissintético, pertencendo especificamente à subclasse das azalidas. Esta estrutura de azalida é quimicamente distinta de outros macrólidos. Esta origem semissintética confere vantagens farmacêuticas, tais como uma maior estabilidade quando administrado por via oral e uma eficácia prolongada no organismo, uma propriedade clinicamente reconhecida por permitir regimes de tratamento simplificados. Além disso, os macrólidos, incluindo a Azitromicina, atuam principalmente através da inibição da síntese proteica bacteriana, afirmando o seu papel como uma ferramenta fundamental contra estirpes bacterianas suscetíveis.

Composição e Formulações Disponíveis

O medicamento é composto por um único ingrediente ativo, a Azitromicina, combinado com vários excipientes farmacêuticos necessários para a sua estabilidade e absorção. O Azimac é habitualmente fabricado em formas físicas adequadas às diferentes necessidades dos doentes; por exemplo, a forma de suspensão oral facilita a administração em indivíduos com dificuldade de deglutição. As formas mais comuns para a via oral incluem comprimidos, cápsulas e suspensões orais, embora esteja também disponível uma preparação intravenosa (IV) estéril. Esta flexibilidade garante a entrega eficaz do fármaco em diversos cenários clínicos.

Finalidade Geral como Agente Antimicrobiano

O objetivo terapêutico geral do Azimac é travar eficazmente o crescimento e a multiplicação de agentes patogénicos bacterianos suscetíveis, tratando assim a causa subjacente de uma doença. A Azitromicina alcança este objetivo ao penetrar na célula bacteriana e ao atuar como um inibidor da síntese proteica. A sua ampla cobertura e elevada concentração nos tecidos fazem com que seja frequentemente utilizada em situações que requerem tratamento para várias infeções respiratórias ou cutâneas. Ao impedir a capacidade do patógeno de se replicar e espalhar, o medicamento fornece um apoio essencial ao sistema imunitário natural do organismo para superar a infeção e promover a recuperação.

Quais efeitos secundários são possíveis com Azimac?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial do Azimac (Azitromicina) baseia-se em ensaios clínicos e na vigilância regulatória, classificando os eventos comunicados de acordo com a frequência e o sistema orgânico afetado.

Frequência e Sistemas de Órgãos

O evento documentado com maior frequência é a diarreia, que é classificada como muito comum nas informações oficiais do produto. Outras reações classificadas como comuns incluem náuseas, vómitos, dor abdominal e cefaleias. Estes eventos relacionam-se principalmente com doenças gastrointestinais e doenças do sistema nervoso. Reações pouco comuns podem incluir tonturas, erupção cutânea ou prurido.

Reações Adversas Graves Documentadas

O rótulo regulatório destaca reações adversas raras, mas clinicamente significativas, que afetam outros sistemas. Estes eventos graves incluem o prolongamento do intervalo QT, que acarreta o risco de uma alteração grave do ritmo cardíaco denominada Torsades de pointes, particularmente em indivíduos suscetíveis. Outras preocupações graves documentadas são a hepatotoxicidade grave, incluindo casos de insuficiência hepática, e reações cutâneas potencialmente fatais, como a Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ). Além disso, a diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD) é listada como uma potencial consequência grave.

Considerações de Segurança e Restrições

O uso de Azimac não é geralmente recomendado em indivíduos com antecedentes de icterícia colestática ou compromisso hepático grave. É aconselhada precaução em idosos e em pessoas com condições pró-arrítmicas preexistentes, devido a uma maior suscetibilidade a eventos cardíacos. A documentação oficial refere também que alguns efeitos gastrointestinais podem ser mais frequentes no início do tratamento, enquanto os sintomas alérgicos podem reaparecer após a cessação do tratamento, devido à presença prolongada do fármaco nos tecidos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A suspeita de uma sobredosagem de Azimac exige atenção médica imediata. O perfil regulatório oficial descreve manifestações específicas de sobredosagem e riscos potencialmente fatais.

Manifestações e Riscos Descrição Regulatória Oficial
Manifestações Documentadas Os sintomas incluem principalmente náuseas, vómitos, diarreia e dor abdominal. Uma alteração na audição é também um sintoma potencial documentado.
Resultados Graves/Fatais A principal preocupação regulatória é a toxicidade para o sistema cardiovascular, incluindo o risco de arritmias fatais (como Torsades de pointes), e danos graves no fígado e no pâncreas (incluindo hepatite fulminante).
Nota sobre Populações Relatórios regulatórios específicos referem que a sobredosagem intravenosa acidental num lactente foi associada a um bloqueio cardíaco grave.

A gestão da sobredosagem consiste em tratamento sintomático e de suporte, uma vez que não existe um antídoto específico descrito nos documentos regulatórios oficiais.

Resposta de Emergência e Ações Necessárias

Se houver suspeita de sobredosagem, o indivíduo deve interromper a toma de Azimac e procurar imediatamente tratamento médico de emergência. Deve-se contactar o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) ou ligar para os serviços de emergência (112) se a pessoa afetada tiver desmaiado, sofrido uma convulsão ou estiver com dificuldades respiratórias. As orientações de procedimento estabelecem que não se deve induzir o vómito nem tentar ingerir substâncias para contrariar os efeitos do fármaco.

Usos terapêuticos de Azimac

Tratamento de Infeções Agudas do Sistema Respiratório

De acordo com as diretrizes clínicas gerais, o Azimac é frequentemente utilizado em condições caracterizadas por períodos de agravamento de sintomas, que podem incluir o desconforto no trato respiratório, nos seios perinasais ou sintomas faríngeos (dor de garganta). É indicado para a gestão de conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, tais como tosse, alterações na expetoração, febre e dor de garganta, proporcionando, de uma forma geral, um suporte que ajuda a aliviar a carga global dos sintomas.


Resolução de Infeções Localizadas da Pele, Ouvidos e Geniturinárias

Este medicamento é considerado relevante em condições que apresentam desconforto sistémico ou localizado, tais como infeções cutâneas e aquelas que afetam o ouvido médio. É igualmente pertinente em áreas terapêuticas que envolvam sintomas relacionados com agentes bacterianos específicos do trato geniturinário. O Azimac oferece um alívio de suporte que auxilia os doentes durante episódios de maior desconforto e ajuda a manter a estabilidade funcional durante os períodos sintomáticos.

Facto Rápido: Alívio para o Desconforto Localizado


Apoio na Gestão de Exacerbações Respiratórias Crónicas

O Azimac é aplicado em domínios onde é necessário um apoio sintomático adicional em situações que envolvem manifestações recorrentes ou episódicas associadas a condições pulmonares crónicas, onde pode ser utilizado para auxiliar na gestão dos sintomas durante exacerbações em doentes selecionados. Este uso é relevante em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, e contribui para uma melhoria do conforto durante os períodos de maior intensidade sintomática.

"Este medicamento é considerado relevante em contextos que envolvem uma carga sistémica elevada, apoiando o doente durante episódios difíceis através do alívio do mal-estar."

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Não Pode Utilizar o Azimac?

O estatuto regulatório oficial do Azimac (Azitromicina) define as populações específicas que são elegíveis para a utilização do medicamento, bem como aquelas para as quais o uso é restrito ou proibido. Esta informação baseia-se estritamente na rotulagem aprovada pelas autoridades governamentais.


Populações Contraindicadas

O Azimac não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade conhecida à azitromicina, à eritromicina ou a qualquer outro antibiótico macrólido ou cetólido. O uso é também contraindicado em pacientes com antecedentes de icterícia colestática ou disfunção hepática associada à utilização anterior de azitromicina.


Restrições de Idade e Fisiológicas

A segurança e eficácia do Azimac não foram estabelecidas em lactentes com menos de seis meses de idade. Para uso pediátrico, a formulação em comprimidos não é, geralmente, adequada para crianças e adolescentes com um peso corporal inferior a 45 kg. Nos adultos mais velhos, recomenda-se precaução devido a uma suscetibilidade acrescida a arritmias cardíacas específicas.


Uso Condicional e Comorbilidades

É aconselhada precaução em pacientes com compromisso renal grave (GFR < 10 mL/min) ou doença hepática grave. O uso é restrito em pacientes com prolongamento do intervalo QT preexistente, condições pró-arrítmicas conhecidas (como hipocalemia não corrigida) ou Myasthenia Gravis. Durante a gravidez e a lactação, o uso é geralmente permitido apenas após uma avaliação de risco documentada por um prescritor.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O Azimac (azitromicina) apresenta interações documentadas com outros produtos medicinais, envolvendo principalmente efeitos farmacocinéticos e o risco de perturbações do ritmo cardíaco. A preocupação mais significativa refere-se ao prolongamento do intervalo QT (um atraso na repolarização do coração), que pode conduzir a ritmos cardíacos potencialmente fatais, como a Torsades de Pointes. Por conseguinte, a coadministração com outros fármacos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos, certos antipsicóticos e antidepressivos) requer precaução. A combinação com a Pimozida é geralmente desaconselhada devido ao risco de concentrações plasmáticas elevadas de Pimozida e de efeitos cardíacos graves.

Outra interação clinicamente relevante envolve os anticoagulantes orais, como a Varfarina. Relatórios pós-comercialização sugerem que o Azimac pode potenciar os efeitos da Varfarina, o que pode levar a um aumento do risco de hemorragia. É necessária uma monitorização rigorosa e cuidadosa do tempo de protrombina ou do INR (Rácio Internacional Normalizado) quando estes dois medicamentos são utilizados em simultâneo.

Separadamente, os antiácidos que contenham hidróxido de alumínio e magnésio reduzem significativamente a concentração máxima de Azimac no sangue. Para gerir este efeito, os comprimidos orais e as suspensões padrão de Azimac devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou depois da toma destes antiácidos. Embora o Azimac seja um inibidor relativamente fraco da enzima CYP3A4 em comparação com outros macrólidos, sabe-se que inibe o transportador da glicoproteína-P, o que pode afetar a concentração de substratos da glicoproteína-P administrados conjuntamente, tais como a Digoxina e a Colchicina, necessitando de monitorização.

Mecanismo de ação

O Azimac contém a substância ativa azitromicina, um antibiótico pertencente à classe dos macrólidos. Este medicamento atua através da inibição da síntese proteica bacteriana, um processo essencial para o crescimento e a replicação das bactérias.

Ao ligar-se à subunidade 50S do ribossoma bacteriano, a azitromicina impede a translocação de péptidos, o que interrompe a produção de proteínas vitais para o microrganismo. Esta ação é predominantemente bacteriostática, o que significa que o medicamento impede a multiplicação das bactérias, permitindo que o sistema imunitário do próprio hospedeiro elimine a infeção de forma eficaz.

Devido às suas propriedades farmacocinéticas, a azitromicina atinge concentrações elevadas nos tecidos e mantém-se presente no organismo durante um período prolongado. Isto permite regimes de tratamento mais curtos em comparação com outros antibióticos, mantendo a eficácia contra uma ampla gama de agentes patogénicos responsáveis por infeções respiratórias, dermatológicas e outras infeções bacterianas comuns.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Azimac é Utilizado

O Azimac é administrado de acordo com um protocolo altamente padronizado definido por organismos reguladores. O medicamento, que contém a substância ativa azitromicina, está aprovado para administração através de duas vias principais: a via oral (utilizando comprimidos ou suspensão) e a perfusão intravenosa (IV).

A maioria dos regimes orais para adultos segue uma duração curta e fixa, sendo os mais comuns um ciclo de 3 dias de 500 mg uma vez ao dia, ou um ciclo de 5 dias com início de 500 mg no primeiro dia, seguido de 250 mg nos dias subsequentes. Para infeções específicas, é utilizado um regime de dose única de 1000 mg. A dosagem para pacientes pediátricos é calculada com base no peso corporal.

Condições de Administração

Elemento Orientação Oficial
Padrão de Frequência Tipicamente uma vez ao dia para a administração oral e intravenosa.
Ingestão com Alimentos Os comprimidos e a maioria das suspensões podem geralmente ser tomados com ou sem alimentos.
Intervalo com Antiácidos A administração deve ser separada por, pelo menos, duas horas da toma de antiácidos que contenham alumínio ou magnésio.

Para a via intravenosa, o pó deve ser reconstituído e diluído para uma concentração final antes de ser administrado como uma perfusão lenta; não deve ser administrado como um bólus rápido ou como uma injeção intramuscular. Se uma dose oral for esquecida, a mesma deve ser tomada imediatamente, a menos que tenham decorrido mais de 12 horas, situação em que a dose esquecida não é administrada para manter o esquema previsto.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação: Visão Geral dos Estudos sobre o Azimac

Evidência na Utilização em Infeções Respiratórias Agudas

O Azimac foi estudado para utilização em condições agudas que envolvem o trato respiratório, tais como certas formas de sinusite bacteriana e Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC). Os investigadores basearam-se em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) de curto prazo e em revisões sistemáticas para analisar estas utilizações, frequentemente delineados como estudos comparativos. As principais medições registadas foram a resolução clínica dos sintomas agudos e a possibilidade de quantificação das bactérias causadoras no período de acompanhamento (critérios de avaliação bacteriológicos).

Os resultados destes ensaios descrevem padrões observados nos estudos durante o curto período de acompanhamento. A investigação destaca alterações medidas durante o período do estudo relacionadas com o desequilíbrio sistémico ou funcional. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas e refletem as condições específicas sob as quais os estudos foram realizados.

Evidência na Gestão de Agudizações Respiratórias Crónicas

A investigação foi avaliada em condições crónicas específicas que se caracterizam por manifestações flutuantes ou episódicas. A estrutura desta evidência envolve frequentemente ECCA de longo prazo, controlados por placebo, que exploraram o papel do Azimac em pacientes com condições que apresentam ciclos de estabilidade e agudizações. Os principais resultados analisados pela investigação foram a taxa anualizada de exacerbações agudas e o tempo até à primeira exacerbação, que são resultados que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade.

Observou-se que os dados indicam padrões relacionados com uma alteração na frequência destes episódios em alguns grupos de pacientes, comparativamente aos que receberam placebo. Os estudos de longo prazo também analisaram resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, os quais estão sujeitos a revisão contínua.

Áreas de Incerteza e Lacunas na Investigação

Apesar do volume de investigação, a evidência sublinha o que é conhecido — e o que ainda permanece incerto — sobre o Azimac. Uma importante limitação da investigação decorre da crescente preocupação com a resistência antimicrobiana, particularmente em agentes patogénicos comummente estudados. Verifica-se uma falta de evidência comparativa para certos agentes patogénicos novos ou emergentes.

A investigação ainda necessita de caracterizar plenamente os efeitos a longo prazo do medicamento, especialmente em regimes de utilização contínua. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, o que significa que a aplicação desses achados a indivíduos com diferentes perfis de saúde pode ser incerta. No geral, a evidência contribui para o panorama científico mais alargado, mas a investigação fornece contexto e não previsões individuais relativas à estabilidade funcional a longo prazo.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Azimac (FAQ)


P: Com que rapidez é que o Azimac começa normalmente a atuar contra uma infeção?

R: Estudos clínicos indicam que as alterações nos sintomas são frequentemente monitorizadas nos primeiros dias após o início do tratamento. A eficácia é medida através da avaliação dos resultados clínicos após a conclusão de todo o ciclo prescrito.


P: Durante quanto tempo é que o Azimac permanece ativo no organismo após a última dose?

R: O Azimac (azitromicina) tem uma meia-vida relativamente longa devido à sua capacidade de se concentrar nos tecidos. Devido a esta característica, a substância ativa do Azimac pode estar presente no corpo até 14 a 20 dias após a toma da dose final.


P: De acordo com fontes oficiais, o Azimac é seguro para utilização durante a gravidez?

R: As fontes oficiais descrevem o Azimac como pertencente à Categoria B de Gravidez no anterior sistema de classificação. Fontes regulatórias indicam que a utilização durante a gestação é considerada apenas quando o benefício potencial justifica o possível risco para o feto.


P: É seguro utilizar Azimac durante a amamentação?

R: A informação oficial indica que não se sabe se o princípio ativo, a azitromicina, é excretado no leite materno humano. Os documentos oficiais recomendam precaução e podem sugerir a monitorização do lactente quanto a possíveis efeitos adversos.


P: Qual é a relevância da maior duração de ação do Azimac em comparação com outros antibióticos?

R: A duração prolongada de ação do medicamento e a sua elevada concentração nos tecidos permitem ciclos de tratamento mais curtos do que os de outros antimicrobianos. Esta propriedade é também a razão pela qual a dosagem oficial envolve frequentemente uma administração simples, uma vez por dia.


P: A absorção do Azimac depende da ingestão de alimentos?

R: De acordo com as informações oficiais do produto, os comprimidos e as formas de suspensão líquida padrão do Azimac são descritos como podendo ser tomados com ou sem alimentos.


P: O Azimac continua a funcionar se eu me sentir melhor e interromper o tratamento mais cedo?

R: Os avisos oficiais estabelecem que o ciclo completo de Azimac deve ser concluído conforme prescrito, mesmo que os sintomas tenham melhorado. Esta medida ajuda a minimizar o risco de desenvolvimento de bactérias resistentes e a apoiar o sucesso do tratamento.


P: Qual é o risco de resistência aos antibióticos ao utilizar Azimac?

R: Documentos oficiais alertam que o Azimac deve ser utilizado apenas para tratar infeções comprovadas ou com forte suspeita de serem causadas por bactérias suscetíveis. O cumprimento desta diretriz ajuda a reduzir a seleção e o desenvolvimento de bactérias resistentes aos fármacos.


P: É possível desenvolver uma infeção fúngica, como candidíase, após utilizar Azimac?

R: A experiência pós-comercialização inclui relatos de candidíase oral (sapinho) e vaginite. Estes eventos encontram-se listados entre as reações adversas comunicadas na vigilância pós-comercialização.


P: O que devo saber se tiver antecedentes de doença hepática e tomar Azimac?

R: A rotulagem oficial indica que o Azimac é contraindicado (proibido) em pacientes com historial de icterícia colestática ou disfunção hepática associada à sua utilização anterior. É também aconselhada precaução em pessoas com doença hepática grave preexistente devido ao potencial de hepatotoxicidade (danos no fígado).


P: O Azimac pode ser utilizado para tratar infeções virais, como a gripe ou constipações?

R: O Azimac é um fármaco antibacteriano que atua interrompendo o crescimento das bactérias. A informação oficial de prescrição confirma que deve apenas ser utilizado para tratar infeções causadas por bactérias suscetíveis, não sendo indicado para o tratamento de infeções virais, como a gripe ou a constipação comum.


P: A toma de Azimac provoca fadiga ou cansaço?

R: Os dados oficiais de segurança indicam que a fadiga consta na lista de reações adversas notificadas durante a vigilância pós-comercialização (ou seja, após a aprovação do medicamento e a sua utilização generalizada).


P: As reações alérgicas ao Azimac são comuns? Como se manifestam?

R: Documentos oficiais referem a ocorrência de reações alérgicas, incluindo angioedema e síndrome de Stevens-Johnson, alertando que estas podem ser graves e potencialmente fatais. É também notado que os sintomas alérgicos podem reaparecer após a interrupção do tratamento devido à presença prolongada do fármaco nos tecidos.


P: A duração do tratamento com Azimac varia consoante o tipo de infeção?

R: Sim, a rotulagem oficial descreve diferentes durações de tratamento dependendo da infeção. Exemplos incluem uma dose única para certas doenças sexualmente transmitidas ou ciclos de 3 ou 5 dias para muitas infeções respiratórias.


P: Qual é o papel do Azimac no tratamento de infeções sexualmente transmitidas (IST)?

R: O Azimac está oficialmente indicado para o tratamento de várias IST. Isto inclui a uretrite e a cervicite causadas por Chlamydia trachomatis ou Neisseria gonorrhoeae, bem como certas doenças ulcerosas genitais.


P: O que diz a investigação clínica oficial sobre a eficácia do Azimac?

R: A informação oficial do produto resume as conclusões dos principais estudos clínicos para cada utilização aprovada. Para condições específicas, como a Pneumonia Adquirida na Comunidade, os estudos demonstraram taxas elevadas de sucesso clínico quando comparados com outras terapias existentes.


P: O Azimac está disponível como medicamento genérico?

R: Sim, Azimac é um nome comercial para a substância ativa Azitromicina. A azitromicina está também disponível para os pacientes sob a forma genérica.


P: O Azimac pode afetar a toma de outros medicamentos de uso continuado?

R: A informação oficial sobre interações medicamentosas indica que o Azimac interage com vários medicamentos de manutenção. Exemplos incluem o anticoagulante oral Varfarina, o fármaco cardíaco Digoxina e outros fármacos que prolongam o intervalo QT cardíaco.


P: Existe outro nome para o princípio ativo do Azimac?

R: O princípio ativo do Azimac é a Azitromicina. Este nome é utilizado em todos os documentos regulatórios e médicos oficiais. Podem existir outros nomes comerciais para produtos que contenham azitromicina.


P: O Azimac trata infeções nos ouvidos, nariz ou garganta?

R: Sim, as indicações oficiais incluem o tratamento de várias infeções comuns nestas áreas. Isto abrange a Otite Média Aguda (ouvido), a Faringite/Amigdalite (garganta/amígdalas) e a Sinusite Bacteriana Aguda (seios nasais) causadas por bactérias suscetíveis específicas.


P: O Azimac é considerado um medicamento de 'espectro alargado'?

R: As classificações oficiais confirmam que o Azimac é categorizado como um fármaco antibacteriano com um espectro alargado de atividade contra agentes patogénicos bacterianos suscetíveis.


P: Por que é importante conhecer a meia-vida do Azimac?

R: A meia-vida longa significa que a atividade do medicamento persiste, o que permite ciclos de tratamento curtos, mas também implica que potenciais interações medicamentosas podem persistir durante várias semanas após a última dose.


P: O Azimac tem alguma interação conhecida com medicamentos para o colesterol elevado (estatinas)?

R: Sabe-se que o fármaco interage com certas estatinas, e esta combinação pode estar associada a um risco acrescido de efeitos secundários musculares.


P: O Azimac é habitualmente utilizado para infeções de pele?

R: As indicações oficiais referem que o Azimac está aprovado para o tratamento de certas infeções não complicadas da pele e das estruturas da pele causadas por organismos bacterianos suscetíveis especificados.

Como Azimac deve ser armazenado e descartado?

Armazenamento e Eliminação do Azimac (Azitromicina)

Os requisitos oficiais para o armazenamento e a eliminação do Azimac estão estritamente definidos para manter a estabilidade do produto e garantir um manuseamento seguro.


Requisitos de Armazenamento

Os comprimidos de azitromicina e o pó seco para suspensão devem ser conservados a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 15°C e os 30°C. O medicamento deve ser mantido na sua embalagem original, que deve permanecer devidamente fechada, e armazenado ao abrigo do calor excessivo, da humidade e da luz direta. A suspensão oral líquida, após a preparação, não deve ser congelada.

Estabilidade e Segurança Infantil

A suspensão oral reconstituída tem um prazo de validade limitado, mantendo-se frequentemente estável por um período até 10 dias quando conservada à temperatura regulamentada. Após este período, ou uma vez concluído o tratamento, qualquer quantidade restante deve ser eliminada. Todas as formas de Azimac devem ser mantidas fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Qualquer Azimac não utilizado ou fora do prazo de validade, especialmente a suspensão líquida, deve ser eliminado de forma segura e de acordo com os regulamentos locais. Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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